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CLIMA e MUDANÇAS GLOBAIS

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(1)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

1

CLIMA e MUDANÇAS GLOBAIS

“Os Açores, Centro Permanente de Estudos Meteorológicos no Atlântico”

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

(2)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

2

“ Nós viajamos todos juntos,

passageiros numa pequena nave,

dependentes das suas reservas

vulneráveis em solo ar e água...”

Adlai Stevenson, discurso nas Nações Unidas em

1965

(3)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

(4)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

4

De qualquer forma ocupamos a melhor posição em relação

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

5

É do Sol que provém a maior parte da energia que faz

funcionar o clima da Terra!

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

6

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

7

Os movimentos da Terra e a força da

(8)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

8

O Clima evoluiu sempre de forma natural desde a

origem da Terra

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

9

As causas naturais para a evolução

do clima na Terra são várias

(10)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

10

O Clima da Terra sempre evoluiu no passado

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

12

Existe uma relação directa entre as concentrações de carbono

atmosférico e os padrões da temperatura sobre o planeta

(13)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

13

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

14

• Gases com efeito de estufa com emissões

antropogénicas

CO

2

, CH

4

, N

2

O, CFC, HFC, PFC, SF

6

• Outros gases naturais com efeito de estufa

(15)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

15

A importância dos oceanos na regulação

da concentração do carbono atmosférico

(16)

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16

O ciclo do CARBONO (no passado)

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17

O ciclo do CARBONO (na actualidade)

(18)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

18

Desde o início da revolução industrial, em meados do século

XVIII as emissões de CO2

para a atmosfera, resultantes da

combustão dos combustíveis fósseis – carvão, petróleo e gás

natural – e da desflorestação, contribuíram para um aumento de

(19)

CO

2

em Mauna Loa (Hawai)

1973

(20)

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

23

A Climatologia do Hemisfério Norte no âmbito das

Mudanças Globais do Clima

(Bacia Atlântica)

a evolução da temperatura

a subida do nível médio do mar

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38

O Furacão CATARINA (26 a 28 de Março de 2004), categoria 1, o

primeiro furacão a ser observado no Atlântico Sul (135 km/h de

vento sustentado)

(39)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

39

O Furacão Wilma (15 a 25 de Outubro de 2005), categoria 5, o

mais intenso furacão alguma vez registado no Atlântico (882

mb, 280 km/h vento sustentado)

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

40

As Políticas e as Mudanças Globais do Clima

O projecto SIAM

(41)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005 41 Local Global Individualismo

Political values

Social values

A2 –

Interesse Nacional

B2 –

Sustentabilidade

Rural

Comunitarismo

A1 –

Economia Global

B1 –

Sustentabilidade

Global

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

44

Os Açores e as Mudanças Globais do Clima

a evolução da temperatura

o evolução da precipitação

O projecto SIAM

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

(47)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

47

Resultados do projecto SIAM (Terceira)

Mapas de anomalias da precipitação [mm]

anomalia = cenário – controlo

465000 470000 475000 480000 485000 490000 495000 500000 4275000 4280000 4285000 4290000 4295000 4300000 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 220 240 260 280 300 320 340 360 380 400 465000 470000 475000 480000 485000 490000 495000 500000 4275000 4280000 4285000 4290000 4295000 4300000 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 220 240 260 280 300 320 340 360 380 400 465000 470000 475000 480000 485000 490000 495000 500000 4275000 4280000 4285000 4290000 4295000 4300000 -70 -65 -60 -55 -50 -45 -40 -35 -30 -25 -20 -15 -10 -5 0 5 465000 470000 475000 480000 485000 490000 495000 500000 4275000 4280000 4285000 4290000 4295000 4300000 -70 -65 -60 -55 -50 -45 -40 -35 -30 -25 -20 -15 -10 -5 0 5

Período de Inverno: DJF

Período de Verão: JJA

a) A2

b) B2

a) A2

(48)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

48

Resultados do projecto SIAM (S. Miguel)

Mapas de anomalias da temperatura [ºC]

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

49

Alterações Climáticas nos Açores

(conclusões preliminares)

¾ Na precipitação:

9 No Inverno, prevê-se um acréscimo de ~250 mm, em ambos os cenários,

verificando-se que a anomalia é maior no A2.

9 No Verão, prevê-se uma diminuição de ~40 mm com o cenário A2, ao passo

que no cenário B2 essa diminuição será de ~20 mm.

Na temperatura máxima:

9 No Inverno, prevê-se um acréscimo de ~2 K com o cenário A2, e de ~1.2 K

com o cenário B2.

9 No Verão, prevê-se um aumento de ~1.8 com o cenário A2, e de ~1.3 K com o

cenário B2.

Na temperatura mínima:

9 No Inverno, prevê-se um acréscimo de ~1.9 K com o cenário A2, e de ~1 K

com o cenário B2.

9 No Verão, prevê-se um aumento de ~1.9 K com o cenário A2, e de ~1.3 K com

o cenário B2.

(50)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

50

Hotel Caracol, Cidade de Angra, Novembro de 2005

Encontro Rotários

“Os Açores, Centro Permanente de Estudos Meteorológicos no Atlântico”

(título baseado no de um relatório de F. Afonso de Chaves, 1909)

Eduardo M. V. Brito de Azevedo

(51)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

51

Arquipélagos Atlânticos, plataformas de excelência para o estudo

do Sistema Climático e acompanhamento da Meteorologia do

(52)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

52

Arquipélago dos Açores localizado numa vasta zona rarefeita de

pontos de monitorização

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A Oscilação do Atlântico Norte (NAO),

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

59

A Complexidade da Meteorologia do Atlântico e a previsão

do estado do tempo

Aquisição da Informação

Assimilação da Informação (reanálise)

Modelação Numérica

Pós Processamento

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As especificidades insulares e a necessidade de uma

informação mais detalhada

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

66

Quadro 4.1 - Valores médios da Temperatura do ar, humidade relativa , insolação e precipitação observados em Angra do Heroísmo (74m) correspondentes ao período de 1951 a 1980 (fonte INMG).

Temperatura do ar Humidade rel. do ar Insolação Precipitação

Mês T (°C) RH (%) (mm)

média média média máxima mínima média média média total perc. total máxima mensal máximas mínimas observ. observ. 12h 18h 00h horas % mês diária Janeiro 13,7 15,8 11,6 19,0 4,9 80 79 82 83,1 28 145,2 66,2 Fevereiro 13,2 15,3 11,0 18,5 3,8 79 78 82 87,3 29 131,8 112,0 Março 13,4 15,7 11,2 20,4 5,5 79 78 84 113,9 31 123,6 93,0 Abril 14,4 16,8 12,1 20,5 6,1 78 77 84 134,2 34 93,5 200,9 Maio 16,1 18,6 13,6 24,6 6,4 77 76 84 167,8 39 46,7 36,9 Junho 18,2 20,8 15,5 25,7 10,2 78 76 85 169,5 38 49,0 54,0 Julho 20,3 23,3 17,3 27,8 12,2 76 74 84 200,7 44 37,8 82,0 Agosto 21,5 24,4 18,6 28,3 13,7 76 74 84 226,6 53 47,4 107,8 Setembro 21,0 23,4 18,5 27,6 12,8 77 75 83 167,0 45 89,6 85,5 Outubro 18,4 20,8 16,1 25,4 10,3 77 75 83 132,7 38 129,6 104,3 Novembro 16,2 18,3 14,0 23,0 6,6 77 78 82 93,4 33 121,8 84,6 Dezembro 14,7 16,7 12,7 20,5 5,6 80 80 82 80,1 27 118,5 85,9 Ano 16,8 19,2 14,4 28,3 3,8 78 77 83 1656,3 36 1134,5 200,9

(67)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

67

“Os Açores, Centro Permanente de Estudos

Meteorológicos no Atlântico”

Os Açores e o Clima

Os Açores no contexto da Meteorologia operacional

O Projecto CLIMAAT

(68)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

68

O Dr. Afonso Chaves organiza o Serviço Meteorológico dos

Açores, tendo este sido aprovado no Parlamento por Carta

de Lei de 12 de Junho de 1901

“Suas Magestades El-Rei e a Rainha,

desejando manifestar por forma bem

patente, o grande interesse que lhes aprazia

tomar pela nova instituição, vieram aos

Açores colocar a primeira pedra do

observatório Meteorológico da Horta”,

“…a memorável visita régia aos Açores,

em 1901, teve, perante o exterior, o intuito

de alta significação diplomática, de

manifestar a repugnância da Nação em

aceitar uma intervenção estranha nos

Açores, a coberto dum fim científico, para

fazer face ao qual estamos aliás

preparados com os recursos próprios…A

intriga diplomática à volta do assunto foi

bastante activa e só a intervenção oportuna

e firme de D. Carlos a desfez dum modo

decisivo” (Agostinho, 1944).

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

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73

Uma relação nem sempre feliz com os elementos do clima!

(74)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

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75

Um contacto precoce e directo com o desenvolvimento técnico e

científico no domínio da meteorologia operacional...

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

76

PROJECTO CLIMAAT

PROJECTO CLIMAAT

PROJECTO CLIMAAT

Clima e Meteorologia dos Arquipélagos Atlânticos

Justificação do projecto:

Os Arquipélagos Atlânticos

como plataformas de

excelência...

Particularidades do clima e da

meteorologia insulares...

Necessidade de adequação

das metodologias...

(77)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005 77

CLIMAAT

CLIMAAT

CLIMAAT

CLIMAAT

Parceria:

Observatório do Ambiente dos Açores (Chefe de Fila) Universidade dos Açores

Universidad de La Laguna

Universidad de Las Palmas de Gran Canária (ULPGC Centro de Geofísica da Universidade de Lisboa

Instituto de Meteorologia de Portugal Instituto Hidrográfico

Direcção Regional do Ambiente da RAM Laboratório Regional de Eng. Cívil da RAM Administração dos Portos dos Açores

Direcção Regional dos Transportes Marítimos e Aéreos Direcção Regional da Ciência e Tecnologia

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ar

terra

mar

CLIMAAT

CLIMAAT

CLIMAAT

CLIMAAT

www.climaat.angra.uac.pt

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005 79 Ror fronteira conceptual precipitação orográfica r(1) r(2) = r(1) r(5) = r(1) r(4) < r(1) r = razão de mistura do vapor de água

ql(1) = 0 ql(5) = 0

ql = razão de mistura da água condensada por efeitos orográficos ql(2) = 0

ql(3) > 0

ql(4) = 0 r(3) < r(1)

Rr

Rr- precipitação regional; Ror- precipitação orográfica; C- condensação;

E - evaporação; X-progressão do modelo de acordo com o sentido da circulação atm.; r- razão de mistura (vapor de água); ql- razão de mistura (água líquida em suspensão);

E C

Rr

progressão do modelo ao longo de X

Rr Rr

ql(2)´> 0 r(2)´< r(1)

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O efeito de Foehn

T 1 (temperatura) r 1 (razão de mistura) T 2 > T 1 r 2 < r 1 -10° C 0° C 10° C 20° C nível de condensação a sotavento a barlavento altitude temp. ao nível 0 T 1 T 2 a) ϒd ϒd ϒs

ϒd gradiente adiabático da temp. para o ar seco ϒs gradiente adiabático da temp. para o ar saturado

ar frio ( mais denso) b)

T 1 (temperatura) r 1 (razão de mistura)

T 2 > T 1 r 2 < r 1

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

81

SIG e Modelação Ambiental

A estrutura “raster” como base de dados numéricos

topologicamente estruturados

SIG e Modelação Ambiental

A estrutura “raster” como base de dados numéricos

topologicamente estruturados

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 2 3 4 5 6 7 8 11 Z Z Z origem 1 X Y 9 largura da coluna altura da linha Z Z Z Z Z Z Z Z Z Z Z Z Z Z ΔΥ ΔΧ i i -1 i +1

(82)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

82

Temperatura do ar média mensal (Tº)

Ilha do Pico

Temperatura do ar média mensal (Tº)

Ilha do Pico

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

83

Validação do modelo para a precipitação

anual na ilha do Pico

Validação do modelo para a precipitação

anual na ilha do Pico

Ilha do Pico R2 = 0.9371 0 500 1000 1500 2000 2500 3000 3500 4000 4500 5000 0 1000 2000 3000 4000 5000 Precipitação m édia anual gerada pelo m odelo (m m )

P re c ipi ta ç ã o mé di a a nua l ob s e rv a da nos pontos de c ontr o lo (mm) Lagoa do Caiado Lagoa do Capitão Lagoa do Paúl S. Roque Piedade Lages Bandeiras Madalena Aeroporto

(84)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005 84

Precipitação mensal (mm)

Ilha do Pico

Precipitação mensal (mm)

Ilha do Pico

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

85

Nuvem orográfica para uma circulação de W/SW

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

86

Radiação solar MJ/m2 dia

Ilha do Pico

Radiação solar MJ/m2 dia

Ilha do Pico

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87

Modelação Climática à escala Local:

=

Etr

Δ

Ags

Sav

+

+

P

Esc

Ra

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005 88 -41 -39 -37 -35 -33 -31 -29 -27 -25 -23 -21 -19 -17 -1 5 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 0 1 10 30 50 80 120 160 200 M M5 - Do mínio 1 -33.5 -32.5 -31.5 -30.5 -29.5 -28.5 -27.5 -26.5 -25.5 -24.5 -23.5 -22.5 36 36.5 37 37.5 38 38.5 39 39.5 40 40.5 41 MM5 - Domínio 2 -29.5 -29 -28.5 -28 -27.5 -27 -26.5 -26 -25.5 -25 -24.5 37 37.5 38 38.5 39 39.5 MM5 - Domínio 3 -27.5 -27. 25 -27 38. 5 38. 75 39 MM5 - Domínio 4 -26 -25.75 -25.5 -25.25 -25 37.5 37.75 38 MM5 - Domínio 5

Chuva Acumulada (mm/24h) - 30/10/1997

-41 -39 -37 -35 -33 -31 -29 -27 -2 5 -23 -21 -19 -17 -15 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 ECMWF -previsão (mm)

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CLIMAAT

CLIMAAT

CLIMAAT

CLIMAAT

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104

Medições no PICO – NARE

• Coeficientes de absorção de aerossóis de carbono

negro e óxidos de ferro (Etalómetro) (Univ. Açores)

(PT)

• Concentração de Carbono Negro e de Ferro elementar

(Etalómetro) (Univ. Açores) (PT)

• Sensores de actividade sísmica (Univ. Açores) (PT)

• Parâmetros meteorológicos (p, T, HR, WD,WV)

(USA)

• Monóxido de carbono (USA)

• Óxidos de azoto (NO

x

, N

x

O

y

) (USA)

• Hidrocarbonetos com excepção do metano (USA)

• Ozono (USA)

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CLIMAAT

CLIMAAT

CLIMAAT

CLIMAAT

Bóia CLIMAAT BOND_1, lançada a 2 de Fevereiro, já com a parceria da Direcção

Regional dos Transportes Aéreos e Marítimos e Portos Açores, S.G.P.S, S.A.

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

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Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

112

Climatologia

Temperatura média do ar em Fevereiro

Climatologia

(113)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

113

Climatologia

Humidade relativa do ar em Agosto

Climatologia

(114)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

114

Escoamento (Esc)/recarga aquífera (Ra)

Escoamento (Esc)/recarga aquífera (Ra)

Sav

0.36

5.73

(

)

Esc =

[

0.06 + 0.7

]

Sav

Ra = Sav-Esc

Ra = Sav-Esc

(115)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

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Diagnóstico de resultados:

Balanço por sistema aquífero

Diagnóstico de resultados:

Balanço por sistema aquífero

ILHA: Terceira Grupo: Central

Quadro: TER_4 Tema: C. Biof. do Território Subtema: Climatologia/Escoamento/Recarga Sistema Aquífero (CRUZ,2000) Area Km2 Pr_ano_mm Etr_ano_mm Sav_ano_mmEsc_ano_mm%_Etr/Pr %_Esc/Pr %_Ra/Pr

Serra do Cume 23.386 1599.1 605.0 994.1 103.4 37.8 43.7 18.5

Graben 17.570 1056.0 695.0 361.0 37.5 65.8 9.9 24.3

Ignimbrito Lajes 33.458 1126.5 657.0 469.5 48.8 58.3 13.7 27.9

Vale Farto/Paul 13.639 1218.0 813.0 494.0 51.4 66.7 4.2 29.0

Serra de Santiago 4.906 1009.6 668.0 341.6 35.5 66.2 2.2 31.6

Sistema Aquífero (CRUZ,2000) Area Km2 Pr_ano_mm Etr_ano_mm Sav_ano_mmEsc_ano_mm%_Etr/Pr %_Esc/Pr %_Ra/Pr

Total Pr Etr Esc Ra

mm 1218.00 813.00 51.40 353.60 Balanço Hídrico da Zona de de Enquadramento do Paul da Praia da Vitória

Caracterização e Diagnóstico da Situação Actual

Etr 67% Esc 4% Ra 29% Etr Esc Ra

(116)

Angra do Heroísmo, 3 de Novembro de 2005

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Serpent River

Weather Station

If The Rock is Wet .... It’s Raining

If The Rock is Swinging... It’s Windy

If The Rock is Hot...

It’s Sunny

If The Rock is Cool...

It’s Over frost

If The Rock is White ...

It’s Snowing

If The Rock is Blue ...

It’s Cold

Referências

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