STEMAC S/A GRUPOS GERADORES CNPJ / NIRE

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(1)

STEMAC S/A GRUPOS GERADORES

CNPJ 92.753.268/0001-12 – NIRE 43 3 0000477 5

RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO DE 2015

BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM – (Em milhares de Reais exceto quando indicado de outra forma) DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO ENCERRADO EM

(Em milhares de Reais exceto quando indicado de outra forma)

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (MÉTODO INDIRETO) DOS EXERCÍCIOS ENCERRADOS EM (Em milhares de Reais exceto quando indicado de outra forma)

ATIVO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Nota 31/12/2015 31/12/2014 CIRCULANTE ... 554.090 478.393

Caixa e Equivalentes de Caixa... 6 123.352 77.979 Títulos de Capitalização ... 5 744 532 Clientes... 7 152.220 177.218 Estoques... 8 151.929 174.588 Adiantamentos a Fornecedores.. 16.401 13.324 Impostos a Recuperar ... 9 28.515 32.001 Despesas Antecipadas ... 4.823 906 Ativos mantidos para Venda... 10 74.681 -Outros Créditos... 1.425 1.845

NÃO CIRCULANTE ... 427.049 476.181 REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 179.789 156.571

Clientes... 7 18.830 18.295 Partes Relacionadas... 19 8.674 5.005 Impostos a Recuperar ... 9 8.033 6.204 Impostos Diferidos... 17 33.169 18.787 Depósitos Judiciais... 18 14.196 11.382 Devedores Diversos ... 20 96.887 96.898 IMOBILIZADO ... 11 206.291 281.463 INTANGÍVEL ... 12 40.969 38.147 TOTAL DO ATIVO ... 981.139 954.574 Nota 31/12/2015 31/12/2014 CIRCULANTE ... 402.437 390.375 Fornecedores ... 14 77.368 85.366 Empréstimos e Financiamentos...15.1 263.901 232.717 Obrigações Sociais e Trabalhistas 14 13.111 16.274 Obrigações Tributárias ... 14 7.936 6.361 Credores Diversos... 6.194 3.856 Antecipações de Clientes... 16.856 28.041 Debêntures Não Conversíveis ...15.2 17.071 17.760

NÃO CIRCULANTE ... 282.348 307.895

Obrigações Tributárias ... 14 12.284 13.489 Empréstimos e Financiamentos...15.1 216.357 224.707 Provisão para Contingências ... 18 1.000 1.000 Impostos Diferidos... 17 12.257 11.615 Debêntures Não Conversíveis ...15.2 40.450 57.084

PATRIMÔNIO LÍQUIDO ... 22 296.354 256.304

Capital Social ... 150.000 150.000 Reserva de Lucros ... 124.160 84.110 Outros Resultados Abrangentes .. 22.194 22.194

TOTAL DO PASSIVO E

PATRIMÔNIO LÍQUIDO ... 981.139 954.574

Nota 31/12/2015 31/12/2014 RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA . 24 631.669 595.874

Custo dos Prod. e Serviços Vendidos (461.898) (450.483)

LUCRO BRUTO ... 169.771 145.391 RECEITAS/(DESP.) OPERACIONAIS (91.177) (79.158)

Despesas com Vendas... (95.348) (96.026) Despesas Gerais e Administrativas.... (65.021) (63.651) Despesas Tributárias... (3.153) (8.726) Outras Receitas e Despesas... 26 72.345 89.245

RESULTADO ANTES DAS RECEITAS

E DESPESAS FINANCEIRAS ... 78.594 66.233

Receitas Financeiras ... 25 26.345 21.935 Despesas Financeiras ... 25 (78.629) (65.008)

RESULTADO ANTES DOS

TRIBU-TOS SOBRE O LUCRO ... 26.310 23.160

Imposto de Renda e Contrib. Social... 17 13.740 9.088

LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO ... 40.050 32.248

Lucro Básico por Ação... 23 5,01 4,03 “As notas explicativas são parte integrante

das Demonstrações Financeiras”.

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS ENCERRADOS EM (Em milhares de Reais exceto quando indicado de outra forma)

Outros Resultados Reservas de Lucros Abrangentes

Reserva de Reserva Reservas Ajuste Lucros Capital Reserva Subvenções p/Inves- de Reava- Avaliação (Prejuízos)

Social Legal Governamentais timentos liação Patrimonial Acumulados Total EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 ... 50.000 7.057 86.229 58.576 9.830 12.364 - 224.056

Lucro Líquido do Exercício ... - - - 32.248 32.248

Resultado Abrangente Total ... - - - - - - 32.248 32.248

Transferência para Reservas de Lucro - - - 32.248 - - (32.248) -Compl. Constituição de Reserva de

Subvenções Governamentais 2012 ... - - 22.328 (22.328) - - - -Compl. Constituição de Reserva de

Subvenções Governamentais 2013 ... - - 22.979 (22.979) - - - -Aumento de Capital ... 100.000 - (100.000) - - - - -Constituição de Reserva de

Subven-ções Governamentais... - - 32.248 (32.248) - - -

-Destinações Propostas... - - - - - - (32.248)

-EM 31 DE DEZ-EMBRO DE 2014 ... 150.000 7.057 63.784 13.269 9.830 12.364 - 256.304

Lucro Líquido do Exercício ... - - - 40.050 40.050

Resultado Abrangente Total ... - - - - - - 40.050 40.050

Transferência para Reservas de Lucro - - - 40.050 - - (40.050) -Constituição de Reserva de

Subven-ções Governamentais... - - 40.050 (40.050) - - -

-Destinações Propostas... - - - - - - (40.050)

-EM 31 DE DEZ-EMBRO DE 2015 ... 150.000 7.057 103.834 13.269 9.830 12.364 - 296.354

“As notas explicativas são parte integrante das Demonstrações Financeiras”.

31/12/2015 31/12/2014 FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro Líquido do Exercício ... 40.050 32.248

Ajustado por:

(+) Depreciação e Amortização... 17.817 16.774 (+) Juros Provisionados sobre Operações

Financeiras... 50.331 43.665 (+) Provisões Tributos Diferidos ... (13.740) (9.088) (+/-) Provisões Contigências ... - (2.716) (+/-) Ganhos/Perdas nas Alienações

do Ativo Imobilizado... 323 (26.099) (ACRÉSCIMO)/DECRÉSCIMO DO ATIVO ... 39.190 (39.350) Clientes ... 24.463 (6.494) Estoques... 22.659 10.342 Impostos a Recuperar ... 1.657 (6.708) Adiantamento a Fornecedores... (3.077) (7.086) Contas a Receber por Alienação de Ativos.... - (32.880) Outras Contas a Receber... (6.512) 3.476

ACRÉSCIMO/(DECRÉSCIMO) DO PASSIVO (19.638) (2.232)

Fornecedores... (7.998) 8.965 Obrigações Sociais e Trabalhistas ... (3.163) 601 Obrigações Tributárias... 370 6.423 Antecipações de Clientes... (11.185) (8.655) Outras Contas a Pagar... 2.338 (9.566)

Caixa Líquido das Atividades Operacionais 114.333 13.202 FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO

Recebimento (Pagamento) de Empréstimos

a Pessoas Ligadas ... (3.669) 16.476 Alienações do Ativo Imobilizado... 2.164 41.299 Aquisições de Ativo Imobilizado ... (14.925) (52.910) Aquisições de Ativo Intangível... (7.710) (10.588)

Caixa Líq. das Atividades de Investimento (24.140) (5.723) FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO

Captação (Pagamentos) Empréstimos

e Financiamentos ... (6.375) 53.525 Juros Pagos s/Empréstimos e Financiamentos (38.445) (37.463)

Caixa Líq. das Atividades de Financiamento (44.820) 16.062 Aumento (Diminuição) de Caixa

e Equivalentes de Caixa ... 45.373 23.541 Caixa e Equivalentes de Caixa

no Início do Exercício ... 77.979 54.438 Caixa e Equivalentes de Caixa

no Final do Exercício ... 123.352 77.979

“As notas explicativas são parte integrante das Demonstrações Financeiras”.

DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ABRANGENTES (Em milhares de Reais exceto quando indicado de outra forma)

31/12/2015 31/12/2014 Lucro Líquido do Exercício ... 40.050 32.248

Realização da Reserva de Reavaliação... - -Realização da Reserva de Ajuste

de Avaliação Patrimonial ... -

-Total de Outros Resultados Abrangentes - -Resultado Abrangente Total do Exercício 40.050 32.248

“As notas explicativas são parte integrante das Demonstrações Financeiras”.

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO DOS EXERCÍCIOS ENCERRADOS EM (Em milhares de Reais exceto quando indicado de outra forma)

DESCRIÇÃO 31/12/2015 31/12/2014

1 - RECEITAS ... 881.886 849.182

1.1) Vendas de mercadorias, prod. e serviços 809.701 760.273 1.2) Outras receitas... 72.345 89.245 1.3) Provisão para créditos de liquidação

duvidosa / Constituição ... (160) (336)

2 - INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEI-ROS (inclui os valores dos impostos

- ICMS, IPI, PIS e COFINS) ... (440.900) (414.420)

2.1) Custos dos produtos, das mercadorias

e dos serviços vendidos ... (323.501) (282.019) 2.2) Materiais, energia, serviços de terceiros

e outros... (117.399) (132.401)

3 - VALOR ADICIONADO BRUTO (1-2) ... 440.986 434.762 4 - DEPRECIAÇÃO, AMORTIZAÇÃO

E EXAUSTÃO ... (17.817) (16.774) 5 - VALOR ADICIONADO LÍQUIDO

PRO-DUZIDO PELA ENTIDADE (3-4) ... 423.169 417.988 6 - VALOR ADICIONADO RECEBIDO

EM TRANSFERÊNCIA ... 26.345 21.935

6.1) Receitas Financeiras ... 26.345 21.935

7 - VALOR ADICIONADO TOTAL

A DISTRIBUIR (5+6) ... 449.514 439.923 8 - DISTRIBUIÇÃO DO VLR. ADICIONADO 449.514 439.923 8.1) Pessoal ... 148.554 165.052 8.1.1) Remuneração direta... 109.025 124.486 8.1.2) Benefícios ... 27.328 27.047 8.1.3) FGTS ... 12.201 13.519

8.2) Impostos, taxas e contribuições ... 180.162 175.442

8.2.1) Federais... 78.198 79.846 8.2.2) Estaduais ... 97.601 91.749 8.2.3) Municipais... 4.363 3.847

8.3) Remuneração de capitais de terceiros 80.748 67.181

8.3.1) Juros ... 78.629 65.008 8.3.2) Aluguéis ... 2.119 2.173

8.4) Remuneração de Capitais Próprios ... 40.050 32.248

8.4.1) Lucros retidos ... 40.050 32.248 “As notas explicativas são parte integrante

das Demonstrações Financeiras”.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 (Em milhares de Reais exceto quando indicado de outra forma)

“As notas explicativas são parte integrante das Demonstrações Financeiras”. Os Administradores da Companhia apresentam as Demonstrações

Econômico-Financeiras da STEMAC S.A. GRUPOS GERADO-RES, acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2015. As demonstrações financeiras foram elaboradas e estão sendo apresentadas em conformidade com as normas internacionais de contabilidade emitidas pelo IASB e também de acordo com as prá-ticas contábeis adotadas no Brasil, com atendimento integral da Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09, e pronunciamentos emitidos pelo CPC - Comitê de Pronunciamentos Contábeis e aprovados pelo CFC - Conselho Federal de Contabilidade.

1. Mensagem da Administração: A Stemac S.A. Grupos

Gerado-res é uma empGerado-resa líder nacional na fabricação e comercialização de grupos geradores, fornecendo soluções em energia de acordo com a necessidade de cada cliente. A empresa possui a maior es-trutura de atendimento do mercado, oferecendo acompanhamento integral: projeto, fabricação, instalação, peças e serviços. Em suas 35 filiais e 23 unidades de atendimento distribuídas em todo o Bra-sil, a STEMAC conta com 2.100 funcionários. Sendo destes mais

de 600 técnicos formados e capacitados na própria STEMAC. A Divisão de Serviços e Peças garante confiabilidade e maior vida útil aos equipamentos, com prestação de serviços e estoque de peças originais para reposição. Além de possuir, frota própria, oficina para conserto de motores (diesel/gás), geradores, componentes eletro-eletrônicos e salas de treinamentos. A STEMAC oferece a mais completa linha de produtos para geração de energia, combinando tecnologia de ponta com a experiência de 64 anos no mercado. A empresa conta com parcerias nacionais e internacionais que pos-sibilitam atualização tecnológica constante para fornecer ao cliente a energia que ele precisa. Os principais produtos de nossa linha são: Grupos Geradores a Diesel, Grupos Geradores a Gás Natural, Carenados e Silenciados, Painéis de Controle e Força. Através do conhecimento adquirido ao longo destes anos, a STEMAC coor-dena programas de treinamentos, específicos para o equipamento de cada cliente: são cursos teóricos e práticos para a capacitação de clientes e técnicos da STEMAC na operação e manutenção dos grupos geradores. Em 2015 concluímos um ciclo que teve início em 2010, com a centralização do processo produtivos e distribuição

na nova planta fabril em Itumbiara, Goiás. Além da migração da fábrica, a evolução dos projetos e equipamentos aumentou nossa produtividade, o produto passou a ser padronizado para fabricar, mas customizado para atender às necessidades do cliente.

2. Desempenho Comercial/Operacional: Em 2015 a Stemac

ob-teve um crescimento em seu faturamento em 6,5%, este desem-penho deve-se ao segmento em que operamos. A crise energética em conjuntura com o consequente aumento nas contas de luz, e as incertezas econômicas do País, fazem os brasileiros buscarem op-ções alternativas para geração de energia elétrica, que no caso do Gerador de energia, além da garantia de fornecimento de energia elétrica reduz os custos desta em até 30%. Com a consolidação da nova planta fabril e o significativo aumento de produtividade gerado na nova planta industrial estamos aptos a atender a demanda de mercado, quando da retomada do crescimento do PIB.

3. Desempenho Econômico/Financeiro

Receita Operacional Bruta: Em 2015, a Companhia apresentou

uma receita bruta, deduzidas as devoluções, de R$ 809,7 milhões,

com um acréscimo de 6,5% em relação aos R$ 760,2 milhões do exercício de 2014. A receita líquida aumentou 6,0%, para R$ 631,6 milhões em 2015 frente aos R$ 595,8 milhões em 2014.

Custos dos Produtos Vendidos e Despesas Operacionais: Em

2015 o custo dos produtos vendidos em relação a receita líquida tiveram uma redução de 2,4% e as despesas operacionais redução de 2,9% em relação a 2014.

Lucro Líquido do Exercício: A companhia apresentou um lucro

líquido de R$ 40,0 milhões em 2015, com incremento de 24,2% em relação aos R$ 32,2 milhões apurados em 2014, com margem líquida de 5,4% em 2014 e 6,3% em 2015.

Ebitda: A companhia registrou um crescimento no Ebitda de R$

83,0 milhões em 2014, para 96,4 milhões em 2015, com reflexo na margem de 13,9% em 2014 para 15,3% em 2015.

Fluxo de Caixa: No exercício de 2015, a Stemac registrou uma

geração de caixa considerada adequada para sua operação e dis-ponibilidades no final do exercício de R$ 123,3 milhões.

Porto Alegre (RS), 18 de Janeiro de 2016. A DIRETORIA

NOTA 1 - INFORMAÇÕES GERAIS: A Empresa STEMAC S.A. GRUPOS GERADORES é uma Companhia de capital fechado e

está registrada no CNPJ - Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas sob o nº 92.753.268/0001-12, e NIRE – Número de Inscrição de Registro de Empresas nº 433.0000.477-5. Está sediada na cidade de Porto Alegre (RS), Av. Sertório, nº 905, Bairro Navegantes, CEP 91.020-001. ASTEMAC S.A. GRUPOS GERADORES está presente no mercado há 64 anos, com abrangência nacional, mantendo 35

filiais e 23 unidades de atendimento distribuídas em 23 estados brasileiros e têm como objeto principal a industrialização e montagem de grupos geradores, moto-bombas, quadros de comando, comércio de motores, geradores, equipamentos industriais e suas peças e acessórios, importação e exportação relacionada ao objeto, e a prestação de serviços de assistência técnica. A emissão destas demonstrações financeiras foi autorizada pela Administração em 18 de janeiro de 2016.

NOTA 2 - BASES DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: As demonstrações financeiras do ano findo em 31 de

dezembro de 2015 foram elaboradas e estão sendo apresentadas em conformidade com as normas internacionais de contabilidade emitidas pelo IASB e também de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com atendimento integral da Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09, e pronunciamentos emitidos pelo CPC - Comitê de Pronunciamentos Contábeis e aprovados pelo CFC - Conselho Federal de Contabilidade.

NOTA 3 - RESUMO DAS PRINCIPAIS POLÍTICAS CONTÁBEIS: 3.1. Classificação de Itens Circulantes e Não-Circulantes: No

Balan-ço Patrimonial, ativos e obrigações vincendas ou com expectativa de realização dentro dos próximos 12 meses são classificados como itens circulantes e aqueles com vencimento ou com expectativa de realização superior a 12 meses são classificados como itens não circu-lantes.3.2. Compensação Entre Contas: Como regra geral, nas demonstrações financeiras, nem ativos e passivos, ou receitas e

despe-sas são compensados entre si, exceto quando a compensação é requerida ou permitida por um pronunciamento ou norma brasileira de contabilidade e esta compensação reflete a essência da transação.3.3. Transações em Moeda Estrangeira: Os itens nestas

demonstra-ções financeiras são mensurados em moeda funcional Reais (R$) que é a moeda do principal ambiente econômico em que a empresa atua e na qual é realizada a maioria de suas transações, e são apresentados nesta mesma moeda. Transações em outras moedas são conver-tidas para a moeda funcional conforme determinações do Pronunciamento Técnico CPC 02 - Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Financeiras. Os itens monetários são convertidos pelas taxas de fechamento e os itens não-monetários pelas taxas da data da transação.3.4. Caixa e Equivalentes de Caixa: Caixa e equivalentes de caixa incluem numerário em poder da

empresa, depósitos bancários de livre movimentação e aplicações financeiras de curto prazo e de alta liquidez com vencimento original em três meses ou menos.3.5. Ativos Financeiros: A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: a) mensurados

ao valor justo por meio do resultado, b) empréstimos e recebíveis e c) mantidos até o vencimento. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimen-to inicial. (a) Ativos financeiros mensurados ao valor jusreconhecimen-to por meio do resultado: Os ativos financeiros mensurados ao valor jusreconhecimen-to através do resultado são ativos financeiros mantidos para negociação ou assim designados no reconhecimento inicial. Os ativos dessa categoria são classificados como ativos circulantes, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do ba-lanço (estes são classificados como ativos não circulantes). (b) Empréstimos e recebíveis: Os empréstimos e recebíveis são ativos finan-ceiros não-derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, que não são cotados em um mercado ativo. São incluídos como ativo cir-culante, exceto aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após a data de emissão do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). Os empréstimos e recebíveis da Companhia compreendem “contas a receber de clientes e demais contas a rece-ber” e “caixa e equivalentes de caixa”. (c) Mantidos até o vencimento: Os investimentos mantidos até o vencimento são ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis com vencimentos definidos para os quais a entidade tem a intenção de manter até o vencimento. Reconhecimento e mensuração: As compras e as vendas regulares de ativos financeiros são reconhecidas na data de ne-gociação - data na qual a Companhia se compromete a comprar ou vender o ativo. Os investimentos são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo. Os ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio de resultado são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo, e os custos da transação são debitados à demonstração do resultado. Os ativos financeiros são baixados quando os direitos de receber fluxos de caixa dos investimentos tenham vencido ou tenham sido transferidos; neste último caso, desde que a Companhia tenha transferido, significativamente, todos os riscos e os benefícios da propriedade. Os ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado são, subsequentemente, contabilizados pelo valor justo. Os empréstimos e recebíveis e os mantidos até o vencimento são contabilizados pelo custo amortizado, usando o método da taxa de juros efetiva. Os ganhos ou as perdas decorrentes de variações no valor justo de ativos financeiros mensurados ao valor justo através do resultado são apresentados na demonstração do resultado no período em que ocorrem. A Companhia avalia, na data do balanço, se há evidência objetiva de que um ativo financeiro ou um grupo de ativos financeiros está sobre-valorizado (impairment).3.6. Instrumentos Financeiros Derivativos: Inicialmente, os derivativos são reconhecidos pelo valor justo na

data em que um contrato de derivativo é celebrado e são subsequentemente re-mensurados ao seu valor justo. As variações no valor justo de derivativos são registradas na demonstração do resultado.3.7. Contas a Receber de Clientes: As contas a receber de clientes

corres-pondem aos valores a receber de clientes pela venda de produtos, mercadorias ou prestação de serviços no decurso normal das atividades da Companhia. As contas a receber de clientes, inicialmente, são reconhecidas pelo valor justo e, subsequentemente, mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método da taxa de juros efetiva menos a provisão para impairment (perdas no recebimento de créditos). Normalmente na prática são reconhecidas ao valor faturado ajustado a valor presente e pela provisão para impairment se necessária.3.8. Estoques: Os estoques estão registrados pelo menor valor entre o custo e o valor líquido realizável. O custo é determinado usando o

método do custo médio. O custo dos produtos acabados e em elaboração compreende o custo das matérias-primas, mão-de-obra e outros custos indiretos relacionados à produção baseados na ocupação normal da capacidade e não inclui o custo de empréstimos e financiamen-tos. O valor líquido realizável é estimado com base no preço de venda dos produtos em condições normais de mercado, menos as despe-sas variáveis de vendas.3.9. Ativos Mantidos para Venda: A Companhia classifica como mantido para venda quando o valor residual de

determinado ativo não corrente será recuperado pela venda ao invés da utilização normal nas operações. Imediatamente após a classifica-ção como mantido para venda, esses ativos são mensurados com base no menor entre seu valor contábil e seu valor justo menos os custos de venda. Eventual perda por redução ao valor de recuperação é reconhecida no resultado do exercício, assim como ganhos ou perdas subsequentes pela sua remensuração, até o limite do valor contábil original. Os ativos classificados como mantidos para venda não são depreciados ou amortizados.3.10. Imobilizado: A Companhia realizou a revisão da vida útil econômica estimada para o cálculo de

depreciação. Para fins dessa análise, a empresa se baseou na expectativa de utilização dos bens, e a estimativa referente à vida útil dos ativos, bem como, a estimativa do seu valor residual, conforme experiência anterior com ativos semelhantes. O valor justo apurado em 31 de dezembro de 2009 foi considerado como o custo atribuído destes ativos em 1º de janeiro de 2009, data de transição as normas interna-cionais de contabilidade (IFRS – International Financial Reporting Standards). A variação entre o valor justo apurado em 31 de dezembro de 2009 e o custo de aquisição registrado no imobilizado em 1º de janeiro de 2009 foi reconhecida no Patrimônio Líquido. Os custos sub-sequentes são incluídos no valor contábil do ativo ou reconhecidos como um ativo separado, conforme apropriado, somente quando forem provável que fluam benefícios econômicos futuros associados ao item e que o custo do item possa ser mensurado com segurança. O valor contábil de itens ou peças substituídos é baixado. Todos os outros reparos e manutenções são lançados em contrapartida ao resultado do exercício, quando incorridos. Os terrenos não são depreciados. A depreciação de outros ativos é calculada usando o método linear duran-te a vida útil estimada. Os valores residuais e a vida útil dos ativos são revisados e ajustados, se apropriado, ao final de cada exercício. O valor contábil de um ativo é imediatamente ajustado se este for maior que seu valor recuperável estimado.3.11. Intangível: a) Software e Implantação de Sistemas e Processos: Os custos associados à manutenção de softwares e implantação de sistemas e processos são

re-conhecidos como despesa, conforme incorridos. Os custos de aquisição e desenvolvimento que são diretamente atribuíveis ao projeto e aos testes de produtos de software identificáveis e exclusivos, controlados pela Companhia, são reconhecidos como ativos intangíveis

quando os seguintes critérios são atendidos: • é tecnicamente viável concluir o software para que ele esteja disponível para uso; • a admi-nistração pretende concluir o software e usá-lo; • o software pode ser usado; • o software gerará benefícios econômicos futuros prováveis, que podem ser demonstrados; • estão disponíveis recursos técnicos, financeiros e outros recursos adequados para concluir o desenvolvi-mento e para usar o software; e, • o gasto atribuível ao software du-rante seu desenvolvimento pode ser mensurado com segurança. Os custos diretamente atribuíveis, que são capitalizados como partes do produto de software incluem os custos com empregados alocados no desenvolvimento de softwares e uma parcela adequada das des-pesas diretas relevantes. Outros gastos de desenvolvimento que não atendam a esses critérios são reconhecidos como despesa, conforme incorridos. Os custos de desenvolvimento previamente reconhecidos como despesas não são reconhecidos como ativo em período subsequente. b) Licenças: As licenças de software adquiri-das são capitalizaadquiri-das com base nos custos incorridos para adquirir os softwares e fazer com que eles estejam prontos para serem utili-zados. Esses custos são amortizados durante sua vida útil estimada.

c) Desenvolvimento de Protótipos: São ativos intangíveis gerados

internamente, gastos incorridos na fase de desenvolvimento para novos projetos e processos de produção de produtos, custos de tes-tes para garantir que o ativo está funcionando de maneira apropria-da, cumprindo como os critérios de viabilidade técnica e de geração de benefícios futuros.3.12. Impairment de Ativos Não Financei-ros: Os ativos que estão sujeitos à depreciação ou amortização são

revisados para a verificação de impairment sempre que eventos ou mudanças nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. Uma perda por impairment é reconhecida pelo valor ao qual o valor contábil do ativo excede seu valor recuperável. Este último é o valor mais alto entre o valor justo de um ativo menos os custos de venda e o valor em uso. Para fins de avaliação do

im-pairment, os ativos são agrupados nos níveis mais baixos para os

quais existam fluxos de caixa identificáveis separadamente (Unida-des Geradoras de Caixa - UGC). Os ativos não financeiros, que te-nham sofrido impairment, são revisados para a análise de uma pos-sível reversão do impairment na data de apresentação das demons-trações financeiras.3.13. Contas a Pagar a Fornecedores: As

contas a pagar aos fornecedores são obrigações a pagar por bens ou serviços que foram adquiridos de fornecedores no curso ordinário dos negócios e são, inicialmente, reconhecidas pelo valor justo e, subsequentemente, mensuradas pelo custo amortizado com o uso do método de taxa de juros efetiva. Na prática, são normalmente reconhecidas ao valor da fatura correspondente, ajustada a valor presente, quando aplicável.3.14. Empréstimos e Financiamentos:

Os empréstimos e financiamentos são reconhecidos, inicialmente, pelo valor justo, líquido dos custos da transação incorridos e são, subsequentemente, demonstrados pelo custo amortizado. Qualquer diferença entre os valores captados (líquidos dos custos da transa-ção) e o valor de resgate é reconhecida na demonstração do resul-tado durante o período em que os empréstimos estejam em anda-mento, utilizando o método da taxa de juros efetiva.3.15. Debêntu-res não Conversíveis: A empDebêntu-resa efetuou lançamento em 2013 de

debentures não conversíveis com realização no exercício de 2014, de acordo com o CPC 08 – Custos de Transações e Prêmios na Emissão de Títulos de Valores Mobiliários, os recursos captados fo-ram registrados de forma líquida dos custos decorrentes do proces-so de emissão das debêntures, e tais custos são amortizados de acordo com a taxa efetiva da transação até o prazo de vencimento dos respectivos títulos.3.16. Provisões: As provisões são

reconhe-cidas quando a Companhia tem uma obrigação presente ou não formalizada (constructive obligation) como resultado de eventos pas-sados; é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação; e o valor foi estimado com segurança. Quando houver uma série de obrigações similares, a probabilidade de a Companhia liquidá-las é determinada, levando-se em consideração a classe de obrigações como um todo. Uma provisão é reconhecida mesmo que a probabilidade de liquidação relacionada com qualquer item individual incluído na mesma classe de obrigações seja peque-na. As provisões são mensuradas pelo valor presente dos gastos que devem ser necessários para liquidar a obrigação, usando uma taxa antes do imposto, a qual reflete as avaliações atuais do merca-do merca-do valor temporal merca-do dinheiro e merca-dos riscos específicos da obriga-ção. O aumento da obrigação em decorrência da passagem do tem-po é reconhecido como despesa financeira.3.17. Imposto de Ren-da e Contribuição Social: As despesas fiscais do período

compre-endem o imposto de renda corrente e diferido. O imposto é reconhe-cido na demonstração do resultado, exceto na proporção em que estiver relacionado com itens reconhecidos diretamente no patrimô-nio. Nesse caso, o imposto também é reconhecido no patrimôpatrimô-nio. O encargo de imposto de renda corrente é calculado com base nas leis tributárias promulgadas, na data do balanço do país em que a Com-panhia atua e gera lucro real. A administração avalia, periodicamen-te, as posições assumidas pela Companhia nas declarações de im-postos de renda com relação às situações em que a regulamentação fiscal aplicável dá margem a interpretações. Estabelece provisões, quando apropriado, com base nos valores que deverão ser pagos às autoridades fiscais. O imposto de renda e a contribuição social dife-ridos lançados no ativo não circulante ou no passivo não circulante decorrem de prejuízos fiscais e bases negativas da contribuição so-cial e de diferenças temporárias originadas entre receitas e despe-sas lançadas no resultado, entretanto, adicionadas ou excluídas temporariamente na apuração do lucro real e da contribuição social. Os ativos decorrentes de créditos tributários diferidos somente são reconhecidos quando há expectativa da geração de resultados futu-ros suficientes para compensá-los.3.18. Benefícios a Emprega-dos: a) Obrigações com Aposentadoria: A Companhia opera um

plano de aposentadoria aos colaboradores, de contribuição definida, administrado pelo Banco do Brasil - BrasilPrev. Plano de

contribui-ção definida é um plano de aposentadoria segundo o qual a Compa-nhia faz contribuições fixas a uma entidade separada, onde a Com-panhia não tem obrigações legais nem construtivas de fazer contri-buições se o fundo não tiver ativos suficientes para pagar a todos os empregados os benefícios relacionados com o serviço do emprega-do no períoemprega-do corrente e anterior. Com relação aos planos de contri-buição definida, a Companhia faz contribuições e as reconhece como despesa de benefícios a empregados, e não tem nenhuma obrigação adicional de pagamento depois que a contribuição é efe-tuada. b) Participação nos Lucros: A participação dos colaboradores está vinculado ao alcance de metas operacionais e é provisionada no Demonstrativo de Resultados do Exercício.3.19. Apuração do Resultado: O resultado das operações é apurado em conformidade

com o regime contábil da competência dos exercícios, tanto para o reconhecimento de receitas quanto de despesas.3.20. Reconheci-mento da Receitas de Vendas: A receita de vendas compreende o

valor justo da contraprestação recebida ou a receber pela comercia-lização de produtos e serviços no curso normal das atividades da Companhia. A receita é apresentada líquida dos impostos e das de-voluções. A Companhia reconhece a receita quando: (I) o valor da receita pode ser mensurado com segurança; (II) é provável que be-nefícios econômicos futuros fluirão para a entidade; e (III) quando critérios específicos tiverem sido atendidos para cada uma das ativi-dades da Companhia. O valor da receita não é considerado como mensurável com segurança até que todas as contingências relacio-nadas com a venda tenham sido resolvidas. A Companhia baseia suas estimativas em resultados históricos, levando em consideração o tipo de cliente, o tipo de transação e as especificações de cada venda.3.21. Subvenções Governamentais: A subvenção

governa-mental é reconhecida quando existe razoável segurança de que a entidade cumprirá todas as condições estabelecidas relacionadas à subvenção e de que ela será recebida. As subvenções governamen-tais são reconhecidas sistematicamente no resultado durante os períodos nos quais a Companhia reconhece como despesas os cor-respondentes custos que as subvenções pretendem compensar. A Companhia reconhece as subvenções governamentais como receita nos períodos apropriados uma vez que a mesma é recebida de uma fonte que não os acionistas e deriva de ato de gestão em benefício da entidade quando cumpre as regras das subvenções e determina-das obrigações. Assim como os tributos são despesas reconhecidetermina-das na demonstração do resultado, é lógico registrar a subvenção gover-namental que é, em essência, uma extensão da política fiscal, como receita na demonstração do resultado.

(2)

STEMAC S/A GRUPOS GERADORES

CNPJ 92.753.268/0001-12 – NIRE 43 3 0000477 5

3.22. Dividendos: A distribuição de dividendos para os acionistas da Companhia é reconhecida como um passivo nas demonstrações

financeiras ao final do exercício, com base no estatuto social da Companhia.3.23. Julgamento e Uso de Estimativas Contábeis:

A preparação de demonstrações financeiras requer que a administração da Companhia se baseie em estimativas para o registro de certas transações que afetam os ativos e passivos, receitas e despesas, bem como a divulgação de informações sobre dados das suas demonstrações financeiras. Os resultados finais dessas transações e informações, quando de sua efetiva realização em períodos subsequentes, podem diferir dessas estimativas. As políticas contábeis e áreas que requerem um maior grau de julgamento e uso de estimativas na preparação das demonstrações financeiras, são: a) Créditos de liquidação duvidosa que são inicialmente provisionados e posteriormente lançados para perda quando esgotadas as possibilidades de recuperação; b) Vida útil e valor residual dos ativos imobilizados e intangíveis; c) Impairment dos ativos imobilizados e intangíveis; d) Expectativa de realização dos créditos tributários diferidos do imposto de renda e da contribuição social; e, e) Passivos contingentes que são provisionados de acordo com a expectativa de êxito, obtida e mensurada em conjunto a assessoria jurídica da empresa.

NOTA 4 - GERENCIAMENTO DE RISCOS DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS: Em atendimento aos Pronunciamentos Técnicos

CPC nºs 38, 39 e 40, a Companhia revisou os principais instrumentos financeiros ativos e passivos, bem como os critérios para a sua valorização, avaliação, classificação e os riscos a eles relacionados, os quais estão descritos a seguir:a) Recebíveis: São

classifica-dos como recebíveis os valores de caixa e equivalentes de caixa, contas a receber e outros ativos circulantes, cujos valores registra-dos aproximam-se, na data do balanço, aos de realização.b) Aplicações Financeiras: São classificados como caixa e equivalentes

de caixa e resgatáveis em curtíssimo prazo (inferior a 90 dias). Os valores registrados equivalem, na data do balanço, aos seus valores de mercado, com as variações nesses valores refletidas na demonstração do resultado.c) Outros passivos financeiros:

São classificados neste grupo os empréstimos e financiamentos, os saldos mantidos com fornecedores e outros passivos circulantes. Os empréstimos e financiamentos são classificados como passivos financeiros não mensurados ao valor justo, e estão contabilizados pelos seus valores contratuais.d) Valor justo: Os valores justos dos instrumentos financeiros são iguais aos valores contábeis. e) Gerenciamento de riscos de instrumentos financeiros: A Administração da Companhia realiza o gerenciamento a exposição aos

riscos de taxas de juros, câmbio, crédito e liquidez em suas operações com instrumentos financeiros dentro de uma política global de seus negócios.• Riscos de taxas de juros: O objetivo da política de gerenciamentos de taxas de juros da Companhia é o de

minimizar as possibilidades de perdas por conta de flutuações nas taxas de juros que aumentem as despesas financeiras relativas a empréstimos e financiamentos captados no mercado. Para o gerenciamento do risco de taxa de juros, a Companhia adota a estratégia de diversificação de instrumentos financeiros lastreado em taxas fixas e variáveis. A Companhia monitora continuamente as taxas de juros de mercado com o objetivo de avaliar a eventual necessidade de contratação de operações para se proteger contra o risco de volatilidade dessas taxas e adotam política conservadora de captação e aplicação de seus recursos financeiros.• Riscos de taxas de câmbio: A Companhia também está exposta ao risco de taxa de câmbio nas operações de captação de recursos indexadas a moeda

estrangeira (Dólar e Euro). Para reduzir esse risco, a Administração da Companhia monitora permanentemente o mercado de câmbio e para eliminar possíveis variações não esperadas nos resultados, a Companhia contrata operações com instrumentos financeiros derivativos:a) Política de uso dos derivativos: conforme política interna, o resultado financeiro da Companhia deve ser oriundo

da geração de caixa do seu negócio e não de ganhos no mercado financeiro. Portanto, considera que a utilização de derivativos deve ser apenas para proteger eventuais exposições que ela possa ter decorrentes dos riscos nos quais ela está exposta, sem fins especulativos. A companhia admite para fins de proteção do fluxo operacional e do fluxo financeiro, um valor máximo de USD 10MM (Dez milhões de dólares) mensais de exposição cambial em moeda estrangeira (Dólar e Euro). A contratação de um derivativo deve ter como contraparte um ativo ou um passivo descoberto;b) Objetivos dos derivativos: O objetivo é o gerenciamento de riscos,

eli-minando possíveis variações não esperadas nos resultados da Companhia, advindas destas operações;c) Política de mensuração dos derivativos: por se tratarem de instrumentos para eliminar as variações de ativos ou passivos descobertos, os derivativos são

mensurados a valor justo na data de apuração.• Risco de crédito: A Companhia não possui concentração de risco de crédito de

clientes, em decorrência da diversificação da carteira de clientes, além do contínuo acompanhamento dos prazos de financiamento das vendas. Os títulos vencidos da Companhia possuem garantias e são monitorados por equipe jurídica própria, que realiza cobrança administrativa e judicial. Os riscos são dimensionados e se classificados como prováveis são provisionados no resultado. Quanto ao risco de crédito associado às aplicações financeiras e equivalentes de caixa, a Companhia somente realiza operações em instituições com baixo risco de crédito.• Risco de liquidez: A política de gerenciamento de riscos implica em manter um nível seguro de

disponi-bilidades de caixa ou acessos a recursos imediatos. Dessa forma, a Companhia possui aplicações com vencimento em curto prazo e com liquidez imediata.• Gestão de risco de capital: Os objetivos da Companhia ao administrar seu capital são os de salvaguardar a

capacidade de continuidade de suas operações, para oferecer retorno aos seus acionistas e garantia às demais partes interessadas, além de manter uma adequada estrutura de capital.

NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 (Em milhares de Reais exceto quando indicado de outra forma)

NOTA 6 - CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA

2015 2014

Caixas Bancos(Nota 05)... 3.987 2.073 Aplicações Financeiras(Nota 05) ... 119.365 75.906 Total de Caixa e Equivalentes de Caixa ... 123.352 77.979 NOTA 7 - CONTAS A RECEBER DE CLIENTES

2015 2014

Contas a Receber de Clientes Nacionais CP.... 128.955 149.400 Contas a Receber de Clientes Internacionais CP 9.061 12.338 Contas a Receber Partes Relacionadas CP

(Nota 19)... 15.336 16.452 Contas a Receber de Clientes Nacionais LP .... 18.830 18.295 Provisão p/Crédito de Liquidação Duvidosa ... (1.132) (972)

Contas a Receber de Clientes ... 171.050 195.513 Aging List Contas a Receber de Clientes 2015 2014

Vencidos... 5.589 9.946 A vencer em até 3 meses ... 110.853 130.559 A vencer entre 3 meses a 1 ano... 36.910 37.685 A vencer maior que 1 ano... 18.830 18.295

Contas a Receber de Clientes ... 172.182 196.485 NOTA 8 - ESTOQUES

2015 2014

Produtos Acabados... 5.773 6.357 Produtos em Elaboração ... 65.991 73.374 Matérias Primas ... 78.187 89.085 Material para Embalagem... 84 83 Estoque Poder de Terceiros... 23.867 20.432 (-) Estoque Poder de Terceiros... (23.867) (20.432) Estoque Material de Consumo ... 1.657 1.574 Adiantamento de Compras... 237 4.115

Total dos Estoques ... 151.929 174.588

Os empréstimos e financiamentos da companhia estão garantidos pelos estoques no montante de R$ 64.463.

Valor Valor Financiamento Garantia

em milhares em milhares Garantia

Banco de reais de reais Penhor

Financiamento - INDUSVAL ... 1.518 1.518 Estoques Financiamento - BTG PACTUAL 43.758 42.502 Estoques Financiamento - SCANIA... 20.278 20.443 Estoques

65.554 64.463 NOTA 5 - INSTRUMENTOS FINANCEIROS POR CATEGORIA

Ativos financeiros Mensurados Passivos financeiros

em 31 de dezembro pelo valor Emprésti- Mantidos em 31 de dezembro Outros de 2015 conforme justo por meio mos e até o de 2015 conforme Passivos balanço patrimonial do resultado Recebíveis Vencimento Total balanço patrimonial Financeiros Total

Caixa e equivalentes(Nota 06)... 119.365 3.987 - 123.352 Fornecedores(Nota 14) 77.368 77.368 Títulos de capitalização ... - - 744 744 Empréstimos e

Finan-Contas a receber(Nota 07)... - 171.050 - 171.050 ciamentos(Nota 15.1).. 480.258 480.258 Alienações de Ativos (Nota 20.1) 96.880 - - 96.880 Debêntures(Nota 15.2). 57.521 57.521 Mútuo(Nota 19)... - 8.674 - 8.674

Depósitos judiciais(Nota 18)... - 14.196 - 14.196

Total ... 216.245 197.907 744 414.896 Total ... 615.147 615.147

Ativos financeiros Mensurados Passivos financeiros

em 31 de dezembro pelo valor Emprésti- Mantidos em 31 de dezembro Outros de 2014 conforme justo por meio mos e até o de 2014 conforme Passivos balanço patrimonial do resultado Recebíveis Vencimento Total balanço patrimonial Financeiros Total

Caixa e equivalentes(Nota 06)... 75.906 2.073 - 77.979 Fornecedores(Nota 14) 85.366 85.366 Títulos de capitalização ... - - 532 532 Empréstimos e

Finan-Contas a receber(Nota 07)... - 195.513 - 195.513 ciamentos(Nota 15.1).. 457.424 457.424 Alienações de Ativos (Nota 20.1) 96.880 - - 96.880 Debêntures(Nota 15.2). 74.844 74.844 Mútuo(Nota 19)... - 5.005 - 5.005

Depósitos judiciais(Nota 18)... - 11.382 - 11.382

Total ... 172.786 213.973 532 387.291 Total ... 617.634 617.634

Pág. 02

NOTA 9 - IMPOSTOS A RECUPERAR CIRCULANTE

2015 2014

Imposto de Renda na Fonte... 1.030 633 Contribuição Social na Fonte ... 140 129 Antecipação de IRPJ e CSLL(Nota 17)... 3.697 3.042 IPI ... 1.486 2.153 ICMS... 12.485 13.328 COFINS... 1.478 3.309 PIS... 321 718 ISSQN ... 2 2 Seguridade Social(a)... 7.875 8.686 Reintegra... 1 1

Parcela Circulante ... 28.515 32.001 NÃO CIRCULANTE

2015 2014

ICMS a Recuperar Imobilizado... 700 1.118 PIS a Recuperar Imobilizado... 11 231 COFINS a Recuperar Imobilizado... 51 1.063 ICMS a Recuperar... 7.271 3.792

Parcela Não Circulante ... 8.033 6.204 a) A recuperação da Seguridade Social refere-se aos processos de

INSS sobre Férias, INSS sobre Aviso Prévio e INSS sobre Coope-rativas cuja recuperação está sendo realizada por compensação mensalmente, com previsão de conclusão no exercício corrente.

NOTA 10 - ATIVOS MANTIDOS PARA VENDA: A Companhia

pretende vender certos ativos que podem ser resumidos da se-guinte forma:

2015 2014

Terrenos... 31.499 -Imóveis ... 43.182

-Total Ativos ... 74.681

-Esses ativos em 2014 estavam classificados no Ativo Imobilizado conforme mutação exibida na Nota Explicativa 11.

NOTA 11 - IMOBILIZADO

Terrenos c/ Imóveis Prédios c/ Máquinas Móveis e Computadores Software Imobiliz. Total

Terrenos Reavaliação e Prédios Reavaliação e Equip. Ferramentas Instalações Utensílios Veículos e Periféricos Sist. Operac. Andam. Imobilizado

Taxas de Depreciação Societária... 0% 0% 4% 10% 10% 20% 10% 10% 30% a 42% 20% 20% 0%

Em 31 de dezembro de 2013

Custo ... 40.807 9.830 41.315 815 42.388 1.586 1.524 11.475 35.047 17.169 68 114.845 316.869 Depreciação Acumulada e Impairment... - - (10.708) (815) (14.936) (103) (601) (3.581) (5.543) (9.232) (67) - (45.586)

Valor líquido contábil ... 40.807 9.830 30.607 - 27.452 1.483 923 7.894 29.504 7.937 1 114.845 271.283

Saldo Inicial ... 40.807 9.830 30.607 - 27.452 1.483 923 7.894 29.504 7.937 1 114.845 271.283 Adições... - - (1.922) - 4.905 482 - 503 178 3.173 - 45.591 52.910 Baixas... - - (7.701) - (3.419) - - (15) (9.592) (162) - - (20.889) Reclassificações... - - 101.812 - 1.917 2 - 42 - - - (119.696) (15.923) Depreciação ... - - (2.486) - (3.121) (213) (100) (1.036) (2.120) (2.530) (1) - (11.607) Baixas da Depreciação... - - - - 2.744 - - 14 2.771 160 - - 5.689 Saldo Final ... 40.807 9.830 120.310 - 30.478 1.754 823 7.402 20.741 8.578 - 40.740 281.463 Em 31 de dezembro de 2014 Custo ... 40.807 9.830 133.504 815 45.791 2.070 1.524 12.005 25.633 20.180 68 40.740 332.967 Depreciação Acumulada e Impairment... - - (13.194) (815) (15.313) (316) (701) (4.603) (4.892) (11.602) (68) - (51.504)

Valor líquido contábil ... 40.807 9.830 120.310 - 30.478 1.754 823 7.402 20.741 8.578 - 40.740 281.463

Saldo Inicial ... 40.807 9.830 120.310 - 30.478 1.754 823 7.402 20.741 8.578 - 40.740 281.463 Adições... - - - - 5.609 415 - 952 - 1.254 - 6.695 14.925 Transf. Ativos Mantidos Venda (Nota 10)... (22.490) (9.009) (43.182) - - - (74.681) Baixas... - - - - (269) (21) - (51) (3.777) (158) - - (4.276) Reclassificações... - - 14.498 - 10 4 - (3) - - - (15.246) (737) Depreciação ... - - (2.991) - (3.634) (259) (100) (1.098) (1.162) (2.948) - - (12.192) Baixas da Depreciação... - - - - 217 1 - 38 1.378 155 - - 1.789 Saldo Final ... 18.317 821 88.635 - 32.411 1.894 723 7.240 17.180 6.881 - 32.189 206.291 Em 31 de dezembro de 2015 Custo ... 18.317 821 104.820 815 51.141 2.468 1.524 12.903 21.856 21.276 68 32.189 268.198 Depreciação Acumulada e Impairment... - - (16.185) (815) (18.730) (574) (801) (5.663) (4.676) (14.395) (68) - (61.907)

Valor líquido contábil ... 18.317 821 88.635 - 32.411 1.894 723 7.240 17.180 6.881 - 32.189 206.291

A Companhia procedeu à avaliação da Vida Útil Econômica do Ativo Imobilizado, em 01/01/2009 de acordo com a lei 11.638/07 e 11.941/09, e realizou a revisão neste exercício, conforme o Pronunciamento Técnico CPC 27 o qual aborda o assunto do ativo imobilizado e sua vida útil. Na adoção inicial deste pronunciamento, em 31/12/2009 a Companhia fez a opção de ajustar os saldos iniciais a valores justos, com a utilização do conceito de custo atribuído (deemed cost). Desta forma a Companhia atribuiu o valor justo através de laudo emitido por empresa especializada.

Metodologia utilizada para determinar o cálculo da depreciação: A base adotada para determinar o cálculo da depreciação foi à política da Companhia que demonstra as vidas úteis e os percentuais de residual para cada item do ativo imobilizado das unidades

avaliadas. Para cada família de itens a Companhia estabelece uma vida útil conforme as premissas, critérios e elementos de comparação citados abaixo: • Política de renovação dos ativos; • Inspeção “in loco” de todas as unidades avaliadas; • Experiência da Companhia com ativos semelhantes; • Experiência da Companhia com vendas de ativos semelhantes; • Inventários físicos de todas as unidades avaliadas; • Informações contábeis e controle patrimonial; • Especificações técnicas; • Conservação dos bens; e, • Política de Manuten-ção – Visando salvaguardar os ativos. Na determinaManuten-ção da política de estimativa de vida útil, os critérios utilizados pelos técnicos foram o estado de conservaManuten-ção dos bens, evoluManuten-ção tecnológica, a política de renovaManuten-ção dos ativos, e a experiência da Companhia com seus ativos. O montante de R$ 6.318 no exercício (R$ 6.015 no exercício de 2014) referente à depreciação do imobilizado foi debitado ao resultado na rubrica de “custos de produção”, o montante de R$ 728 no exercício (R$ 964 no exercício de 2014) como “despesas comerciais” e o montante de R$ 5.146 no exercício (R$ 4.628) no exercício de 2014) como “despesas administrativas”.

Os empréstimos e financiamentos da companhia estão garantidos pelos bens imóveis no montante de R$ 16.912.

Financiamentos com Garantias de Penhor

Valor Financiamento Valor Garantia em Garantia

Banco em milhares de reais milhares de reais Penhor

Financiamento - Caixa Estadual ... 13.319 16.912 Imóveis

NOTA 12 - INTANGÍVEL

Direito Marcas e Software Implantação Desenv. e Intangível Total de uso Patentes Sist. Aplic. Sist. e Proc. Protótipos Andam. Intangível

Taxas Anuais de Amortização ... 20% - 20% 7% - -

-Em 31 de dezembro de 2013

Custo ... 536 5 14.413 8.929 1.507 - 25.390 Amortização Acumulada e Impairment (333) - (5.402) (2.852) - - (8.587)

Valor líquido contábil ... 203 5 9.011 6.077 1.507 - 16.803

Saldo Inicial ... 203 5 9.011 6.077 1.507 - 16.803 Adições... - - 578 - - 10.010 10.588 Reclassificações... - - 15.923 - - - 15.923 Amortização... (100) - (4.409) (658) - - (5.167) Saldo Final ... 103 5 21.103 5.419 1.507 10.010 38.147 Em 31 de dezembro de 2014 Custo ... 536 5 30.914 8.929 1.507 10.010 51.901 Amortização Acumulada e Impairment (433) - (9.811) (3.510) - - (13.754)

Valor líquido contábil ... 103 5 21.103 5.419 1.507 10.010 38.147

Saldo Inicial ... 103 5 21.103 5.419 1.507 10.010 38.147 Adições... - - 1.600 - - 6.110 7.710 Reclassificações... - - 8.880 - - (8.143) 737 Amortização... (67) - (4.900) (658) - - (5.625) Saldo Final ... 36 5 26.683 4.761 1.507 7.977 40.969 Em 31 de dezembro de 2015 Custo ... 536 5 41.394 8.929 1.507 7.977 60.348 Amortização Acumulada e Impairment (500) - (14.711) (4.168) - - (19.379)

Valor líquido contábil ... 36 5 26.683 4.761 1.507 7.977 40.969

Os ativos classificados como intangíveis com vida útil indefinida não são amortizados, mas submetidos ao teste de recuperabilidade, de forma anual, não tendo sido identificadas perdas por “impairment”. O montante de R$ 920 no exercício (R$ 891 no exercício de 2014) referente à amortização do intangível foi debitado ao resultado na rubrica de “custos de produção”, o montante de R$ 693 no exercício (R$ 576 no exercício de 2014) como “despesas comerciais” e o montante de R$ 4.012 no exercício (R$ 3.700 no exercício de 2014) como “despesas administrativas”.

NOTA 13 - RECUPERABILIDADE DOS ATIVOS (IMPAIRMENT): A Companhia analisa a indicação de que um ativo possa ter sofrido

desvalorização, de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos, observando as seguintes indicações:Fontes externas de informação: (a) durante o período, o valor de mercado de um ativo diminuiu sensivelmente, mais

do que seria de se esperar como resultado da passagem do tempo ou do uso normal; (b) mudanças significativas com efeito adverso sobre a entidade ocorreram durante o período, ou ocorrerão em futuro próximo, no ambiente tecnológico, de mercado, econômico ou legal, no qual a entidade opera ou no mercado para o qual o ativo é utilizado; (c) as taxas de juros de mercado ou outras taxas de mercado de retorno sobre investimentos aumentaram durante o período, e esses aumentos provavelmente afetarão a taxa de desconto usada no cálculo do valor em uso de um ativo em uso e diminuirão significativamente o valor recuperável do ativo;Fontes internas de informação: (d) evidência disponível de obsolescência ou de dano físico de um ativo; (e) mudanças significativas, com efeito adverso

sobre a entidade, ocorreram durante o período, ou devem ocorrer em futuro próximo, na medida ou maneira em que um ativo é ou será usado. Essas mudanças incluem o ativo que se torna inativo, planos para descontinuidade ou reestruturação da operação à qual um ativo pertence, planos para baixa de um ativo antes da data anteriormente esperada e reavaliação da vida útil de um ativo como finita ao invés de indefinida; e, (f) evidência disponível, proveniente de relatório interno, que indique que o desempenho econômico de um ativo é ou será pior que o esperado. Considerando estes fatores externos e internos, a administração não constatou indicação de perda.

NOTA 14 - FORNECEDORES E OUTRAS OBRIGAÇÕES: FORNECEDORES - CURTO PRAZO

2015 2014

Fornecedores Nacionais... 75.100 81.465 Fornecedores Internacionais... 1.178 2.948 Fornecedores Partes Relacion.(Nota 19.1) 1.090 953

Total ... 77.368 85.366 Aging List Contas a Pagar

2015 2014

A vencer em até 3 meses... 4.236 79.660 A vencer entre 3 e 6 meses... 67.765 4.868 A vencer de 6 meses a 1 ano... 5.367 838

Contas a Pagar a Fornecedores ... 77.368 85.366 OBRIGAÇÕES SOCIAIS E TRABALHISTAS

2015 2014 INSS a Recolher... 2.952 2.347 SESI/SENAI a Recolher ... 89 137 FGTS a Recolher... - 978 Outros... 68 34 Provisão Férias... 10.002 12.778 Total ... 13.111 16.274 OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS CURTO PRAZO

2015 2014 ICMS... 470 816 ISSQN ... 298 387 PIS... 808 378 COFINS... 3.461 1.563 IR... 1.117 1.253 IPI ... 37 94 Lei 11941/09 RFB/PGFN(Nota 21.1) ... 1.688 1.605 Diversos... 57 265 Total ... 7.936 6.361 OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS LONGO PRAZO

2015 2014

Lei 11941/09 RFB/PGFN(Nota 21.1) ... 12.284 13.489

Total ... 12.284 13.489 NOTA 15 - EMPRÉSTIMOS, FINANCIAMENTOS E DEBÊNTURES 15.1 - Empréstimos e Financiamentos 2015 2014 Circulante Capital de Giro... 71.718 50.422 Financiamentos ... 190.531 179.868 Arrendamentos Financeiros ... 1.652 2.427 263.901 232.717 Não Circulante Capital de Giro... 16.711 19.779 Financiamentos ... 199.333 203.145 Arrendamentos Financeiros ... 313 1.783 216.357 224.707 Total de Empréstimos e Financiamentos 480.258 457.424

15.2 - Debêntures Não Conversíveis

2015 2014 Circulante

Debêntures não Conversíveis ... 17.404 17.760 (-) Custos iniciais Debêntures(a)... (333)

-17.071 17.760 Não Circulante

Debêntures não Conversíveis ... 41.200 58.501 (-) Custos iniciais Debêntures(a)... (750) (1.417)

40.450 57.084 Total de Debêntures não Conversíveis ... 57.521 74.844 a) Os custos iniciais na 1ª emissão de debêntures referem-se a

Comissão de Coordenação Grossed Up e Prêmio de Garantia Fir-me Grossed Up, os quais serão amortizados pelo prazo contratual de liquidações, dentro da competência dos exercícios. Em 16 de dezembro de 2013, a Companhia efetuou a 1ª emissão de debêntures simples, nominativa, escritural e não conversíveis em ações, com garantia fidejussória e real adicionais, em série única no valor de R$ 75 milhões. Em 2014 ocorreu a distribuição pública com esforços restritos, sendo R$ 50 milhões realizados em 09 de janeiro de 2014 e R$ 25 milhões realizado em 10 de junho de 2014. As debêntures farão jus a juros correspondentes à variação percentual acumulada de 100% das taxas médias diárias de juros – DI, acrescidas de spread de 3,76% ao ano. O valor será amortizado em 17 parcelas trimestrais e sucessivas, sendo a primeira em 16 de janeiro de 2015 e a última parcela em 16 de dezembro de 2018.

Por Vencimento em 2016 Circulante Não Circulante Total

2016... 280.972 - 280.972 2017... - 95.611 95.611 2018... - 70.805 70.805 2019... - 26.694 26.694 2020... - 19.964 19.964 2021... - 16.761 16.761 2022... - 8.865 8.865 2023... - 8.865 8.865 2024... - 6.706 6.706 2025... - 2.536 2.536 Total de Empréstimos, Financiamentos e Debêntures não Conversíveis ... 280.972 256.807 537.779

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Referências

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