•
'
• • • •Anno
3-.
0-
N.
7 Numero avulso 1$000réis.
Abril de
1619•
•
•
•
R E ,
TIS'"l""'A
1'1l.BNSAL
Sob a direcção de i11spectores escolares do Dlstricto Federal
Editores:
FRANCISCO ALVES
&
O.
Rua do Ouvidor, 166 - Rio de Janeiro.
Rua Libero Badaró, 129 - S. Paulo.
•
Rua da Bahia, 1055 - Bello Horizonte.
'""T
-•
•
ASSIGNATURAS :
Para o Brasil . . . . . um a11no União Postal . . . . . ' ' t'
76000
10~000
REDACÇÃO : - RUA DA QUITANDA, 72
S lJl\!fMARIO
.,
•
A revolução social e a falta de A reforma do ensino primario instrucção . . . ,\. .\J • Através das revista!-... .
Exames de aâmissão á Escola O nosso 1 deal . ... . ... .
-Normal . . . . 'l'ho111az f)clf ino
Reforrnas e reformas ... .1\ rthur ~Iagioli LIÇõES E EXERCICIOS •
•
•
A revol uçâo social e a falta de
i
nstrucçâo
'
.J.V
elo
é ~e ,iz, ll'IH<.t ,:e,·t ci apprelicnscio qu,eobse;·-i
,
,1,1no.~ os
·phouontuao:; :sociologicosàe
<1uea
Ei,-1·011a f-; tt<;tua,-l1Hc·nt.,r tlieat,·o.'J\T est t,,. 11io 1Jicn to. e 111, que co1;io ,,-111, verdadeiro
c:<ttciclisnict, i1lstit-uigõcs secu,lcires) lici be1n, pouco 11rof,u11<lani·e'n
te
en,·cii.~aclas, pa'"l·ecendo ilti11oss;-
vel
o se'u, a,nniqu·ilamento, ru,e111, poi·terrct
ooni amaxi-.
·
nia
facilidade; anciosos, cheiosde
prcocciipa,çõesante as
i1ioerte.~a-s cla serieextrao,·elinaí·ia
ilefa-cto,~
s1,rp,·elt-en.cle1ites que arnda estarcio
11ara 'nos c1icl1,e·rele
es11a1ito, 11eru1,,nta1nosse
ctté
nós
n{ioc.:hcucirâ
,
a
re11erc1issãode taes
ph,e·n,o>n.enos _;se
nãoe:xperin1e,itarern,os os effeilos desastraclos da,
ter-·r·LV<::l a·naroliia qite parece q1.1erer esten,<lcr o se·u preclon,, i,1iio 1Jelo "Ul u·1illo i·n te·iro !
Das ooriceJJçõcs
th,eo
·
riGas
11,asoitlets
nos oerebros
,los i<lealistas da sociologia. co·nce11ções q'ue se 1niio
JJO<l1·ni
coad1t
.
nar
con1. as rcali(llLdes, :niuitas vezesclolo1
·
osas
ela
vida, pctssa 1n rts victimas destes,·oii-bo8 clourados pa'ra <l, tent'ati·va
da
sua execu,çãopratica. E assisti:1nos ao espectac1l.lo cleso;ado1· d,~ ,u,·m jogo ter'1'·ivel de pctixõcs clescnco1z.t1·adas, cada qital ni a is viole1ita, cada, qu<tl 1;1,c1ios 1Jratica, dan-<lo
ent
.
'res1illaclo a cspa1itosaan
,
aro1~ia
.
quft <t'vassallrt.. · a, velltn E·1<1·01>aJ fuclo <lerrocan<lo. iu<lo inutitt-sctn<1o:
Da R,ussia oscr,t·visa<Llt 11a1·ti1·a·1n as 11;·i·>ne'ira~
HL<t1~ifestcições liberta.1·ias.
Poss
itidorci
ele mllll,õos<lc
esc1·<t-cos_, sujeitos tí, terri·vel·
vcr
go1t1ict
elo K1ioitt, solo1Jacla por1t1ne1,
proJJagan,dasitbte·,·ratiea
duran,te<t, g ra1zcle
nu
erra 1zo
sen t iclo de ser q11,eb raelaa
sitctJo,·r<t
·lJOllerosa 11ata 'Hl<tis /acilnterite ser ve,icidc.,ella, 11art~ os fJrilliões que lia 1n·u,ito lh,c
ma,1-iieta
.
.
vam 05 1>ulsos, e li unta, iniJJetuo~idade viole1ita deuyalanclie, pro<luz
<t q1léda
fragorosa de 'U'Jni11ipe-i"to
qu .. e ,,/o,·ça
111 an ti11,J1,a, e a ir1,io·ra,icia fazia 1Je1·du1·a;· 11os
te11t,pos ,1ioclernos 1Sol f1.1,lgl1'ra,ite
peir<t
ollios 1iab·itu(tllos císa11ia,·-guras elas
'
noites de
e.pcrctvidão,
a
libe1·dadees-tontea11do-os., deslH,1n brou-os. darido e1n, res1tltado
a te1·rivel e,n.briaoue.~ qu.e allitoi1ia, o des·vaira ·-nie,1.to que
11c1o
atten,leao 1·aciocinio,
esc1.ng11,ise-den,tos_. Jierdeiros terriveis dos Bo/Jrin-te'ii tos
ac-cu1n.-ulc:~<los po,·
gerações
que
7Jassa·,·a·ni,en,tregam-.,c
ás 1naisteri-iveis
edcsolad.oras
p,·aticas,
n.u nia.rei1,indicação de direitos qi1,e 1,ão 4léni dos li·mites
lr<t<;<ttlos
2,elas
conqiti,9taada
ci·vilisação ! E é1ieste
. ,,ieio 1><Ji·feita,r,ien te JJreparado q·ueos
principias n.f'1,a1·c1l ico:-; 1n,e<l1·a1n, e se dcse,n volve>-n co't~t v ·io-l
enci
a
sf: 111 li1nilcs .•
~l ,, cces::;id11<lc iuzJJe,·iosa <le
nt
lt.11 te1· o JJO vo sob r,yla<lio pocleroso lla r~ci.lezlt,
c~:iuict
a .sua 1r1,c1,1t·i~ten-cão 1ia 11ia.is c;·<tssa lg'iz.ora1icta. O a;ialp11,abetis1no
<t
r..:011t11lei a a us,1n eia ,lc ,;cl.ucltção ci vica,o
1io11ic1nred·1i.~ido â ntais <lolorosa. sitti<tr;cio ele iufe1·f,oridacZtJ. eis o 11icio oncle 1>t.elhor 11oderia11i 11ied1:<.tr ,pri· n-ci7Jios Ji1·.nic,<los 1>01·
f
a.n.(1,t-ioosque,
cegos·
pela
pai-xão se
to,·na
,1
11
inca11a.~esllo
reconhecera
i·nl,1Jossi-·uel realidade
ela
1l111, tão clelicioso so11J1,o. E os factos irici. Slllt cruel eviclençia,vên
,
001i.fi1·1n <1Aid<>estri
aff
ir·11iciç{io.Por
ou,trct
fór1,itl n cio 1)óde se,· c:r11l·icad.o o efft;;ito JJ1·ocluz·i(losob,·e
os jctg,t,iços 11elcts 11alc1Jvras• <lc .tlnt:on,io
Co1tsell1,eiro
.
levaclos
llO Jie,·ois1no dellrn.ct. l·uta, forn2icla·vel 1>a,·,1, lt suste·ntação de 1J?'in•
cit>ios /ctlso.s e i1z.exequiveis .. ; 11eni o estoisrno <los parcr q1,.ciyos. tJccrificanclo fero:
,neritc
eis suas vidas,·na, ccrfe:~a absol'l~la, ele 'l.t,Ot<t rcsu.1·1·eiç{io 01l({C [JO-S08 i11,fi1zclos lhes estavani 'reservados.!
A falta <le eclucação . o a,nalpJiabetls1no e a
111,01·-bidez
da p<ii:.i:ão 1>elo.s ipri11ci1Jios ado1Jtacloseis
oselementos qHe julganios <tJJtos JJa.ra, fc,cilnie·,ite fi-1~ zere·rn, ·meclra .. ,· as
do
ii
t>·inlts
p,·egaclas 'J)f3los soii11,a-dores de 1i>H <t 1·evol1.tl)<Ío sor.;ia l fi>·ru acl<< ·no
a1iar-c11.is111 o. ·
E ol1ia,u,os o te 1H,o>·isaclôs 11a,·<t o q He se passa
nos 1>ai::es de a léni. 1n<Li', es1Je,·a1illo a to(lo insta1ite a. S'lta ·v·iolenta, CXJJ/osi'io en,t·,·e 11.ós.
., Pai?J e1n.
qice
o lt1zalp71,al>ct·is1no ap,·esen,ta 1tm ,.po·rce1itagem for111.i<lavel,
enz.
que <L eclucação civic~. se está por assi1111 <li~er i1zicia,nclo~ e con. segui1ite-·1ne?:1te1t,m
1neioa11to
parei que facilnie'll,te me,lreiti as idéas libe1·ta,,·ias, ·nc1o ·nos po<leuios f ·u1·tar 4pre-occ1t1Ja,gão <le ser11ios ar1·asta<los na voragc-r;i
te,·-·,·iveZ que ·ve,n. tuclo <11·;·astlln<lo. i111ttilisa1ido.
c,na1
·
chisa1iclo ! ·Po,lerc·nios
·
i'esisti,·"t
Tc1·c11tos a 'fo,·ça
1tecassa1·ia,para
i·1n7Jeclirqite
a te1·rivel avalrt·ncltc nos leve,lo
seu .. f1·<tgoroso desnioronar.
E'
a
interrogaçc1,>qiie
fa:.e'i>l08e
,tqoe
av11re-Jl,e·;zsivos - seu tir,10-11 os i nipossibilitaclos ele
,·es-f 1Jonder. 1
lle7o h,a 1iesta, a11,·ecia,ção o 1>essiniisr1io
qu
,e
tão be·,~i ca l"acte1·isa o brasileiro 1io 1,1,odo de ju:lg<trtn<lo
qu,an
.
to
diz ,·espelto ás
·
u,a terra;
11ias o co-n.71,ccinien
toexacto
deis ci1·cu·1nsta1icictscto
11io-1nen
to,
ct s1ta g t·ci viclacle e i11.fcliz~nen, te asco1zcli-ções ele p1·ep<1r;·o rlo 1101;0 .
•
A. M.
•
Toda a correspondencia dev·e ser dirigida a
FRANCISCO
ALVES
&
C. - Rua
do
Ouvidor,
166 -
RIO
OE
JANEIRO
• • • , • r • •
• • • •
'
• • • ••
,..
178
A
ESCOLA PRIMAHIA
---
..._--
--- ---
-
-
-
·
-1
IDEAS E FACTOS
• ' •EXAMES DE ADMISSÃO
A
ES-COLA NORMAL
'
l)esperta
se111pre gra11cle
i11teresse ria
Escola
Norn1al o
ingresso de 11ovós
alurr111os. O
in-teresse passa ela Escola, exte11de-se aos
lares
'
e,
não
é
de111ais
affit111al-o,
toma
crerto
cara-cter pttblico
e
geral no n1eio carioca.
Aco-dem á n1atrict1la ca11didatos ás centenas
e
'
con1qt1a11to
o i11stitt1to
seja
1nixto. perte1
'
rce1n
qttasi todos ao
sexo
fe1nini110.
_
As
fa111ilias
acompa11ha111
com ancia as
provas
para
acqt1i-s1ção ele
ti
.
tttlo
,
profissio11al
,clisti11cto e
110-bre, qt1
1e
gara11te ás moças i11depencl
,
e11cia
,
e
Jl1es dá realce 11a
socieclade, o ele
professorét
pul)lica
tJrima ria.
Na
,
1erclade, carreira para
11111lheres,
11essas condições,
é
excepcio11al;
sobretttdo
qt1a11do
é
alcançada com tão
dimi-nt1tas
cles1Jesas
obrigatorias qt1e
é
i)er111ittido
co11siderar gratt1ito
o
co11seguim
-
e11to.
Deveria
elizer
que
tão
forte interesse
é
tamlJetn originado
,
por qtte
se
[)re1Jararao
para
o
execício
do magisteroio particular, ot1 ai11da.,
con10
aspiração st1perior,
por
_
qt1e vãó
illtts-trar os
espíritos e
procurar melhor ori
,
e11ta-ção para a conducta? Fala11do co111
sinceri-elacle,
tenho [Jor
·
verosi111il que
estes
motivos
estão
em
·
JJla110 11111ito affastado,
e
que
JJre-domi11a 1Jrese11tem
1e11te
a e11trada 11a carreira
,
publica.
/\
importa11cia
cio
ensino 11ormá.l
'
consielerada por
essas faces
q'i.te apresento.
-
e
n1t1ito
se
poderia
accrescentar sobr
,
e
ella,
!e-. .
.
, .g1t1mar1a ate 111teresse n1ais i11te11so
..
a atte
-
11-ção 1nais vÍ\ra
tJor 1Jarte
das fa111ilias
e
da
so-ciedade. Mas assi111 111es1110
é
11111 dos
aco11te-cin1e11tos 11otaveis
1elos
qt1e
de
alg111n modo
abalam a vicia
ela cidade
do 'Rio de
J
a11eiro
toelos
os a1111os.
Por tres
y,ezes, corno
Vice-Director
e
Di·
rector
ela
Escola ::\"or111al, presiçli
aos
exan1es
ele aelmissão;
1Jor ot1tras tt11tas. 110s tres
111-timos a1111os, tive
,
parte
,
en1
con1t11issão j
t1l-gadora
cJ.esses exames.
Assiste-me, pois, certo
conheci1ne11to JJOsiti \IO
,
e
pratico
elo
1nodo por
que
se
realisan1
e
n1e têm
s11rgido
op
·
port11ni-clades
t1é1tt1raes de reflectir
sobre
elles.
'
A escola,
en1
consequ
1encia
da limitada
pro-'[Jorção do
eclificio,
não pode receber
a111111al-mente
sef1ão
determinada
_
qt1a11ticlade
.
de
alt1-n1nos 11ovos, e os
exan1es cle
admissão
consti-t11-e111 verdadeiras provas ele
·
preferencia,
ef-f
ect11am-se
como
conctt rso.
Qt1al a mais co11venie11te e
segttra
111a11eira
de estalJelecer
as
[Jrovas elo
co11curso?
Verificada a
extraord
'
i-11aria affl11e11cia
de
candiclatos ao prese11te,
só
um JJrocesso
é
fa-ctível,
o elas
1irovas
escriJ)tas.
F:'
preciso não
,
'
• • • •perder de vista
qt1e
se trata
de co
·
11curre11cia
ele
.logares disputados
por
provas
e
que
sã~
mt11tos
os
qtte desejan1
a
mesma COltSa. Quer
dizer qt1e as pro,,as
deve111 ser
con1paradas
toclas a fi111
de
separar os
111ais capazes.
Sao essa
provas agora
escri
,
ptas e
co111pre-he11de111 port11gue~, arithmetica
e
gecgraphia
e
l11stor1a do
Braz1!.
Imagi11emos qt1e.
-
em vez
1
e
le escriptas, são oraes.
Exige o
jt1lgamento
eqtiitativo
que
,
impére
o
n1es1110 criterio
pessoal, e
t1111a mesn1a
con1-111issão
ele
JJrofessores terá
a set1
cargo
cada
t1111a elas
provas.
Co1110 ele
razão.
de\
r
e111
co111eçar
•
1)ela ele
por-t11gt1ez.
O exan1e
do ca11dielato
clt1rará
1de
111odo
a
ser
apreciado
seria1ne11te.
dez
·
n1inutos 110
1ninin10
por
parte de cacla
exan1i11aclor, e, s
-
em
querer levar
em
co11ta q11e
o pres1de11te
da
mesa,
,
e111
certos casos, para esclarecer-se
i11-. , .
'
t
,
er\
11
·
ra, 111terrogando tambe1n, te1nos que dez
canclicladtos a vi11te n1i11t1tos represe11tam
dtt-ze11tos
mi1111tos
de rrovas,
isto
é, tres horas
e
vi11te mi11utos
ele
trabalho
segt1ido,
inin-terr111Jto. se1n
des~anço.
A
con1111issão não
é
·
SLtsceJ)ti\,el e111 caela clia
ele
esforço n1aior
.
se111 extenttação,
de
sorte
que os mil ca11didatos
serão examinados e111
cem
clias.
Registremos don1i11g·os
e
dias
fe-riados
e sommamos
quatro mezes para
à
rea-l isaçao das
provas.
Os exa.111es de
fim ele an110
e
ós
ele seg·11ncla época
na
Escola N orn1al
JJroJ011ga111-se
até a segu11da
qt1inze11a de
Fe-l
vereiro.
Os quatro 111ezes
1para ,ts provas·
al--ca11çarão meados de
J
unl10.
São
11ove
professores
cathedraticos
at1se11-tes
elas suas
cadeiras,
,
das qt1aes 11ão
expla-11arão cotn a precisa
ordem e
gradação
os
1)rogra111111as.
Os alt1m11os,
e111
tt1r1nas
11ume-rosas
se1n at1las, e11cherão
ci
tempo
agitando-f
se
desoccttpados.
A
discipli11a
elo
estabeleci-!
111e11to
se
rese11tirá forçosan1e11te desses facto.
.'\lé111
disso
esses p
·
rofessores 11ão terão
gosa-clo
elo
indispe11savel descanço elas
ferias,
con10
o 1Jro1>rio
•
pessoal administrati\·o
ela
Es-cola ficará clelle privado.
E'
sabido
qt1e os act11aes
exa111es escriptos
ele
admissão
estão
lo11ge
ele
atti11gir -perfeita
reg·t1lariclade.
As ca11cliclatas pr
,
e111em-se nas
salas
da Escola
Nor111al,
occttpanelo os ba11cos
l1on1l)ro
àl10111l)ro, un1as
sobre
as outras.
E'
impossível
e1n
tal
sit11ação,
evitar até
,
a
lei-tt1ra
e
co1>ia n1t1tt1a das \Jrovas, e
tratando-se ele
111oças, que
se
an1011toa111 nas
s
·
eries dos
lJa11cos, entre
os
quaes 11ão l1a facil
,passage111,
a
i11terve11ção f,i
,
scalisadora •
dos ,professor
.
es
torna-se
elifficilima. Certo. os exames
corre-• • • •
,
• • •,
-• •A ESCOLA
PRIMARIA
--
- -
-
-
- - -
- - - -
- - - -
--=-
- - - -
---·---
179
ria111
satisfactoria1nente se
o
eclificio
pos-st1isse salas
que
1
permittisse1n o
isolamento
dos
conc11rrentes.
•
modo
está feita a comparação, feita e
ac,tl)a-cla
e
não
ha
mais como sobre ella voltar.
:; ,\ prova escripta, não.
S
c,·ipta 11ia1ie11t
. ..
Ha
que111
j L1lgt1e qt1e
O valor dos
candida-tos
pode ser apprehencliclo
con1 1nais
perfei-ção en1 pro1·as oraes cio
qt1e
em provas
es-criptas.
.
\
comparação
,
pode ser
repetida
rigorosa-!
111ente e11tre prova e prova;
uma
r.evisão
ge-l
ral
é
,
sempre
[)OSsi
vel em
qttalquer tempo;
,
õs elementos s11bsistem
,
para esta operação,
E11 11ão pe11so
clessa for111a.
l
as
.1>ro\·as
•dos c,111diclatos. A o-ara11tia da
b J·t1s-t1ça e per
,
e1111e.
Se co11siderarn1os os ad11ltos,
l101ne11s
e
1nt1-lheres.
não
é
licito
aff1rmar, ele
n1odo
abso-lt1to. qt1e 1·alha1n
n1ais os exan1es
ora
,
es (lo
qt1e os
escriptos, c1t1a11clo
taes
exa111es são
<le
i111proviso.
E' qt1estão
de
pt1ra
relativiclacle.
Pessoas
h,t
para as
qt1aes, J)Or
diversas
cal1-sas, é
1nais
facil
1nostrar
de
n1omento
o saber
fala11do, outras escre\re11do.
l\las temos ele attender aqt1i ao caso ele
ado-lescentes, q11asi todos
femininos, CJtte
vêm
dos
lares [)ara
-
as exhibições pt1blicas.
Sabe1n ben1 os professores da Escola
Nor-1nal o CJtte
;
ct1sta
obter
q11e
os aJ11mnos,
na
aula,
respor1cla111
e exponham calmame11te
o
Jq11e
se
lhes
pergt1nta e
tnanda
expor. Só /se
co11seg11c
isto
110s 11ltimos an11os
,enen1 de
todos
é possiv
,
el
co11segt1ir.
As provas oraes
solemnes
tor11am-se
pe11osissin1as
para os
candidatos e
gra11de
parte
do qtte
soube-rem, ficará
.
an11ullado
-
pela
i11hibição
e1nocio-nal. D'ahi
até a facilidiacle de co11seguir
res-postas
extravaga11tes a pergt111tas feitas app,1-
1
re11temente
co111 sin1plicielade e cujo alca11ce,
·
entretanto, na st1a
co11ft1são, não Jh
,
es
é
dado
co1n
•
prehe11der.
Haverá 11m 011
011tro
qtte
co11-serve os seus
rec11rsos no apparato
do
co11-curso,
mas co11stitt1i
·
rá excepção.
A
regra
será
que [)ercam
a segt1ra11ça,
a 1Jreser1ça de
es-pírito.
e
que
a
111en1oria
e a i11tellige11cia
como q11e desap1Jareçan1 .
:'J,1
pro\<·a
escripta o canelidato se
co11cen-tra. fica,
por
,1ssi1n clizer. e111
frente
ele si
1mesn10, reflecte
sem
,1
pressão
de
atn1os-phera acabr11nl1adora. St1a
força mental.
sua
intellige11cia, se11 preparo
são
realn1e11te
apre-ciaveis
e
co1n verdaele
acon1panhaelos
110
eles-e11vbl
\,ime11to, 11a orde111
e
11as ligações do
escriJ)tO.
Mas,
particular1ne11te.
os
co11heci-n1entos gramn1atica-es, 11a orthographia
e
11a
pontt1ação, sómente
11a prova escripta
se
clei-xan1
a,,aliar
al)t111cla11temente
_
.
e
a
calligra-phia só
ahi
se
1nostra con1
fra11qt1eza.
Não
110s esq11eçamos. todavia,
e1ue
essas
[)rovas represe11tam disputa de Jogares pre-
1cioso
...
.:\. ()rova oral
é. en1
gra11de
,
parte.
di-rigicla pela interrogação do professor, mais
ou n1e11os habil, mais
ot1
111er1os sympathico.
Não n1e detenho
sobre este
po11to. Feitos
os
exa111es
oraes, dttrante q11atro lo11gos
e
fati-
'
1
ga11tes 1nezes,
em
turmas
successivas
de dez
candidatos, os professores terão terminado a
con1parac;
,
ão e11tre
os
ca11didatos.
De qt1alq11er
Até aqt1i to1nei o
caso
c111e occorre
geral-1nente
110 Districto Federal: crescido
11u1nero
ele
cancliclatos
á
1natricula.
Este
nt11nero,
.
110
e111ta11tc). por
motivos q1ie n1e
parecem
pocle-rosos,
ha
ele dimi11uir grandemente.
Em tal ci
rct11nsta11cia
caberia
-
experin1entar
tal\
1ez o syste111,t fra11cez de admissão ás
,
es-colas
11ormaes.
Não seria o exame escriplo
•
so111e11te,
ma
1>rovas
.
escri1Jtas
con1binadas
co111 as oraes.
Va1nos exan1i11ar este syste111a.
Poroactos acln1inistr,1ti,
,
os ele
1886
111ão
1110-cli ficado
·
até
1911, 11a
l;ra11ça, o
conc11rso
para
acl1nissão
ás escolas nor1naes
comprehe11-de clt1as series
de provas. A
,
prirr1eirc1
dá a
admissibiliclade, a segunda a admissão e
ffe-ctiva, isto
é, separa os
n1ell1ores para
pre-e11cher o
11t1n1ero deter111inado
de
al11n1nos
nO\'OS.
.
.l\.s JJrovas ela pri1neira serie abrange111:
1."
-
Um elictado de orthographia ele pouco
111ais OL1
me11os 1·i11te li11has:
o texto
lido,
cli-ctado ,pat1sacla111e11te, clepois é
,
relido;
a
pon-tuação
11ão é dictada.
O
dictado é
acompa-11haclo ele
questões,
ci11co
-Eº
1naxin10,
relati-\·as á con1prehe11são do
texto:
a explicação
elo se11tido
de 11ma
pala\·ra,
de u1na expressão
011 ele
111na phrase: a
a11al)'Se de
11111a
OLl ele
111 tti tas palavras, etc.
Dá-se
ao candiclato 111eia
hora 1iara
1:eler o
elictado e
respo11der
ás
qL1estões.
2.''
-
Uma prova
calligra
,
phica.
Deve o
ca11didato,
e1n
tres q11arto
de
110-ra.
realizar
esta prova.
·
3."
-
l
111
exercício
de composição
fra11-cez. co11sistindo
11u111a narração 011 carta
ele
11att1reza
si111ples, a explicação de
ttm
JJre-ceito ele
moral
ot1 ele educação, ele
ttm
pro-verbio.
de t1n1a 111axi1na 011 t1ma qt1estão de
ed11cação
moral
e
civica.
4.º-Un1a
co111posição
de aritl'imetica,
e11-\·ol,•endo. alén1.
da
solt1<;ão ele
11n1
ou dois
1Jrol,le111as, o
racioci11io
e a explicação ele
11ma
regra.
1'e111 o
ca11cliclato
dLtas
horas [Jara cada t11na
clessas pro,,as.
5."
-
U111a
co1111>osição de deze11ho a ,,ista,
Otl
ttm
arra11jo decorativo
tirado do c11rso
su-1ierior
ela escolas
1>rimarias.
O
prazo para esta
,
prova é de duas horas.
.A.s
provas da segt111da
serie
consistem
-e1n:
1.°
-
Interrogações: 1."
sobre a
língua
fra11-•
-•
•
•
• ' •'
'
•
180
r\
ESCOLA P JlllVI1\.RIA
ceza;
2.
0arithmetica
e systema
1netrico;
3.
0historià' da França;
4.
0geographia da
Fra11ça
,
e noções
-
de geographia geral;
5.
0no-ções elementares de scie11cias physicas e
na-tttraes. Cada uma destas pro,
,
as
elura
11ma
meia hora 110 1naxin10.
2.° -
Resumo de dttas lições: 1.º
-
Un1a
sobre
assttmpto )
,
iteraria;
2.
0-
ot1tra
,
sobre
assumpto scientifico, -
feitas
,
por prof
,
esso-res da
escola. Estes
rest1n1os
,
devem
ser
re-digidos, cada, um,
.
e111, 1neia hora,
i1n111edia-tan1e:1te
depois
ela
.Ji~ão.
3.° -
U1n exan1e
sobr
,
e
o Cétnto
e
a musica,
co1npreh
,
enelendo uma
.interrogação
,
sobre
as
mat.erias do cttrso
st1perior cl'as
,
escolas
pri-marias, a leitt1ra
ele
ttm trecl10
ele solfejo·
fa-cil e
t11n dictado oral
.
1nuito
sjmples.
4."
-
Exercicios ele
gy11111astica
compre-hendidos no
-
programma do curso
!superior
·
elas
escolas primarias,
e,
[)ara os candl'datos,
ex
-
ercicios m.ilitares,
e,
para
as
candidatas,
tr,tball1os de costura.
Como
se
vê, a
primeira
parte tio
.
co11ct1rso
fra11cez
só é co111posto de provas
,
escriptas.
•
1'ransposta
segt111da
parte
ter rogações.
a admissibilidade,
sobreve111
a
do concurso
lem
qt1e
e11tra111
i11-E'
un1 verdaeleiro co11ct1 rso
São provas 1nais
clifficeis
e
para classificar
e
restringir
sei·
adn1ittidos.
•"'
110
co11ct1rso
.
1najs variadas
os
qtt'e
devem
A
differe11ça 1na11ifesta-se ben1
co11sielera-vel
-
e11tre
ttm co11c11i·so de provas oraes
uni-cas, exclttsivas
e
isoladas,
e esta
parte
ter-111i11al do co1nplexo concttrso francez, de que
constam, alter11ando, IJrovas
escri
,
ptas
e
pro-vas oraes. Entranelo co1no
,
ele1nento
elttcida-tivo complementar, não é a [Jrova oral o mais
importante, não decide, 11ão defi11e os
ve11ce-tlores, senão eqt1ilibra11elo-se co111 a pro
-
va
es-cri[)ta.
I~ntretanto, os alu111nos
_
qt1e térn1i11are111 o
c11rso da Escola
_N
.
ormal deste a11110 de 1919
por diante deixarão ele ser in1meeliatamente
providos
·
nai f11ncções da professores
prima-rios da 1nu11icipalidade, acha11do-se os
qtta-dros dos doce11tes, segundo jt1lga a
ad1ninis-tração,
•preenchidos
.,
ele accorelo com as
1
1e-cessidades do ensi110.
St1pponho que, poi· este 1notivo pri11cipal,
além de 011tros sect1ndarios, decr
,
escerão de
n111ito os que aspirem !i matric11la
.
Mas, 11ão
'
tanto, pelo menos nos a11nos n1ais proximos,
q11e seja possiv
,
el tentar
,
o co11curso
á
n1a
-neira fra11ceza.
E,
assim, ai11da as
,
provas
de-•
-
.
verao ser ape11as esor1ptas .
•
•
-•
Estava
co11cluido
este si11gelo estt1do
qttan-do sob
,
rev
-
eiu
a
1nodificação 110 plano
e
11a
duração do curso da Escola Nor111al,
e
depois
a st1a abert11ra
para todos quantos
se
inscre-veran1 este
an110 nos
exames
prelimi11ares
011
fizera111
esses exames en1
a1111os
passados.
O
illustre Prefeito
solveu cl'esssarte a
si--
.
tt1açao
11ov,i qtte
se
111a11gt1rava co111 a
s11pera-bundancia de
•
prof
,
essores [)rimarias formados
em
relação
aos
r
,
eclamos do ensino. Co1no a
sua
missão
ele
11rge11cia
foi
atti11gida,
a
Es-cola
Nor111al
pode agora d
-
emorar-se
111ais 110
trabalho,
ele
1noelo
a
preparar candielatos ao
concurso
11as vagas de professores
pri111a-rios. Por
ot1tro
lado, os alu111nos diplo111aclos
estarão
e111
co11clições de occupar con1
su-periorielade
e
pref
,
ere11cia
Jogares
·
110
com-mercio
e
11a
i11clustria,
con10
.
co11tabilistas,
stenogra[)l1os e elactylographos,
ot1 110s
ser-viçus de
assen1blé.1.s,
escriptorios
e
reJ)arti-ções de .
.
q11alqt1er ge11ero. con1111erciaes,
a(ln1i-11istrativos
-e
[)Oliticos.
Os
que conseg11ire111
o
tirocínio
para
J?rO-íessores
terão
a mais
o clessas
artes liberaes,
o
qu
.
e
reel1111darf1
e111
co11ve11iencia
,
pessoal
C'11tilidaele
para o e11si110 J)rin1ario
.
Representa o
acto
atln1i11istrati
vo
a
ada
,
pt,t-ção
ela
Escola Nor1nal a
orde111
de
co11sas
cli-versét ela
que tem
existiclo até
aq11i,
e
11111a
,
exte11são elos se11s i
11t11it9s.
Se
não
se
que-l)ra a organização classica desti11ada ao
!)re-paro
dos professores
,
pri111arios,
os
int11itos
j
origi11aes 11ão
são
d'ora
ava11te
excl11sivos.
A
adaptação é,
afi11al.
111na experic11cia
q11e
o
te1npo mostrará
o
q11e
será capaz de
,
•
ercla-cleiramc11te
prodttzir de ,
,
a11tajoso.
Já
no
a11110
vindottro observare111os
o
11t1-mero dos
,
candidatos
á
admissão 11a
~cola.
Ac11clirão ai11da e1n gra11cles levas?
011, feita 110 espirita das fa1nilias
e elos
n1oços
a
co11vicção de q11e
será
cada vez
maior a q11a11tielacle de
prof.essores
pri111arios
sen1 collocação official,
e
de qt1e 11ão
é
pre-ciso un1 c11rso [)esaclo
e
lo11go para saber
e
[)raticar artes relaliva1ne11te
si111ples. so111e11te
pot1cos proc11rarão a Escola?
Que terão aprendido
do
progran1111a do
primeiro a11no
cio
i11stituto ce11te11ares de
alt1-mnos ma11d
'
ados admittir cujos co11heci1nentos
era111 ig11aes aos
elos
n1eni11os que
se
se11-tam nos ba11cos
elas
classes ele1nentares da
escola
prin1aria?
r
\
ex1lerie11cia vai e111 a11da111e11to.
THOMAZ DELFlNO.
'
•'
•'
1
ÍI
• •'
,
'
;,
A
ESCOLA PRIMARIA
18
l
---·
---·--
-REFORMAS
Ê
REFORMAS
N
enht.1111a repartição da Pr
,
efeitt1ra
tem
ex-perim
1
e11tado
n1aior 11umero
de
reformas
par-ciaes
ot1 totaes
do que
a
Instrucção.
E'
,
raro o an110 em que não
se
alvor-0ten1
os
funccio11arios; u11s, na espectativa de
n1e-lhor~r
ele situação,
c
,
ertos
dos benefícios que
vão
·
t1sofrt1ir;
outros
.
, [)rofundame11te
im-J)r
,
essio11ados,
receiosos
de
surpresas
desa-grada veis,
e1n
qt1e os direitos qtte lhes
assis-ta111
sejan1
[JOStergados para
·
a
satisfação
de
inter-esses pessoaes. E tên1 razão ambos
os
grt1pos
1>or
_
q11e, infelizn1ente, os factos
·
11asua
dolorosa
evidencia se
e11carr
,
egan1 de
,
provar
a
,
,
eracid,tde
i11disct1ti vel
de
tal
sit11ação.
As
reformas
elo e11:,ino
primaria
se
têm
st1ccedido,
umas
v
,
ezes
patroci11adas pelos
pro-J)rios
elirectores, 011tras pela exclusiva
delibe-ração de membros
tio
Co11selho Mu11,icipal
.
qt1e,
acossados
J)elos
lpoliticos se vêem
na
co11tinge11cia ele
satisfazer-lh
·
es
os
desejos,
1n11ito embora o i11teresse do 1naior nt11nero
seja
ferido.
Não será
[)Or
falta ele
constantes reformas
qt1e a insStrucção
,
pri111aria
ela
Capital da
Re-[Jt1blica
deixará de prodt1zir fructos
benefi-cos. Ell,ts
se succedem,
protestos se
leva11-tam, as 111ais
extraordi11atias
c:011cepções
se
,
,
erifican1,
e
as diffict1ldad
1
es contint1am as
1nesn1as,
os
clefeitos
os 1nes111os,
exigindo
da
parte
dos
elirectores
q11e se
succedem 011tras
reformas,
,
e
assin1 por diante.
No
111ome11to act11al tenta-~e mais 11n1a
vez
refor1nal-a.
O
ensino
de
1Ietras, o Normal e
o
Profissio11al precisavan1
· ele ser
no,,a1nente
modificados.
Novo di
·
r
,
ector, 11ova
orie11tação;
é a
,
prax
,
e.
E
para
isso foram nomeadas comn1isões
,
es-J)eciaes com a incumbe11cia de aprese11tar
os
respectivos
,
projectos de reformas.
1'al modo de proceder 11ão nos
,
pareceu
co11-sentaneo
com a 11niforn1idade que deve
exis-tir entre
os diversos ra1nos do
e11sino
prima-•
-• • • 1 -• ''
.
•
• • Irio.
O
po11to
d,e
vista e1n que se
collocará
cada 11ma das commissões,
encarando
os
as-sun1ptos que lhes
estão
affectos,
,
por
modo
modos dif{erentes, imprimirá
ao
todo
verda-cleiras soluções
de continuidade,
bastante
pre-jttdiciaes
á
orientação geral
_
q11
,
e
lhe
deve ser
•
1mpt:1essa.
Uma só
com
missão,
,
poi
,
s,
co111posta de
-
•eJe-me11tos
,
de
valor
·
em
cada um dos
tres
ramos
do
,
ensino, daria melhor rest1ltaclo,
:impedi11do
os
inconvenientes ref
,
eridos.
1
Nada
sabemos
do qti,e fez
a
commissão
ilO-m
·
eada para
·
reformar
a
Escola Normal, cujo
trabalho,
segundo
011vimos,
soffreu
com
,
pleta
n1oclificação
ao
,
ser elecretaclo. Não
acredita-n1os que se tiv
,
e~se
restri11gido, após tanto
tempo
ele un1 labor constante
<lfazer o q11e
hoje
é
lei, irrisoria volta
ao
que
J)rimitiva-mente
era sem
ne11h11m cu11ho
ele
concepção
pratica.
Do
ensi110 profissio11al
11ão 110s foi
clado
co11h
•
ec
-
er
ai11da
o
que
se
f
1
ez, a
não
ser
a
ex-,
portação
da celebr
,
e
escola We11celat1 Braz,
com todo pessoal doce11te
e
adnúnisstrativo
para a U11ião
.
Certamente só
virá
a p11blico
a
-
pós ter passado pelo cadinho da mais
rí-gorosa modificação, ben1 con10
•
a qt1e se ha
feito relativame11te
ao
e11si110 [)ri1nario de
letras .
Como
quer que seja a i11strt1cção pri1naria
passa
·
por n1ais 11ma das suas crises
pe1·iodi-cas de reformas. T
,
rabalho das diversas
com-missões 11omeadas, ott não,
o
ponto de vista
e1n que 110s collocamos é o de jt1lgar
neces-sario
que tal reforma seja un1 todo 1111ico,
em que as suas diversas partes se
corriespo11-d.am numa correlação rigorosa. . .
Infeliz-1nente
elo
tjt1e assistimos 11ada se pó<le inferir de
accordo con1 tal modo de vê1·. Em todo caso
ag11arcle111os o desenrolar dos acontecime11tos.
ARTHUR MAGIOLI, Inspector escolar. •