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Cap2 Sec7 2x4

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© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados.

Capítulo 2

Limites e Derivadas

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ƒ O problema de encontrar a reta tangente a uma curva e o problema de encontrar a velocidade de um objeto envolvem determinar o mesmo tipo de limite, como vimos na Seção 2.1.

ƒ Este tipo especial de limite é chamado

derivada.

LIMITES E DERIVADAS

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2.7

Derivadas e Taxas de

Variação

Nesta seção, veremos que ele pode ser interpretado como uma taxa de variação tanto nas

ciências quanto na engenharia. LIMITES E DERIVADAS

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ƒ Se uma curva C tiver uma equação y = f(x) quisermos encontrar a tangente a C em um ponto P(a,f(a)), consideramos um ponto próximo Q(x,f(x)), onde , e calculamos a inclinação da reta secante PQ:

x a

z

( )

( )

PQ

f x

f a

m

x a





TANGENTES

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ƒ Então fazemos Q aproximar-se de P ao longo da curva C ao obrigar x tender a a.

Se mPQtender a um número m, então definimos a

tangente t como a reta que passa por P e tem

inclinação m.

• Isso implica dizer que a reta tangente é a posição- limite da reta secante PQ quando Q tende a P. TANGENTES

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ƒ A reta tangente a uma curva y = f(x) em um ponto P(a,f(a)) é a reta por P que tem a inclinação

desde que esse limite exista. ƒ Em nosso primeiro exemplo vamos

confirmar uma conjectura que foi feita no Exemplo 1 da Seção 2.1.

( )

( )

lim

x a

f x

f a

m

x a

o





1. Definição TANGENTES

ƒ Encontre uma equação da reta tangente à parábola y = x2no ponto P(1, 1).Temos aqui a = 1 e f(x) = x2. • Logo a inclinação é 2 1 1 ( ) (1) 1 lim lim 1 1 x x f x f x m x x o o     1 ( 1)( 1) lim 1 x x x x o    1 lim(xo x  1) 1 1 2 Exemplo 1 TANGENTES

ƒ Usando a forma ponto-inclinação da reta, encontramos que uma equação da reta tangente em(1, 1) é:

y - 1 = 2(x - 1) ou

y = 2x – 1

ƒ Algumas vezes nos referimos à inclinação da reta tangente como a inclinação da

curva no ponto.

A ideia por detrás disso é que, se dermos zoom (suficiente) em direção ao ponto, a curva parecerá quase uma reta.

Exemplo 1 TANGENTES

(2)

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ƒ A Figura ilustra esse procedimento para a curva y = x2do Exemplo 1.

Quanto maior for o zoom, mais indistinguível da reta tangente será a parábola.

TANGENTES

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ƒ Há outra expressão para a inclinação da reta tangente, às vezes mais fácil de ser usada.

Se h = x - a, então x = a + h e, assim, a inclinação da reta secante PQ é:

(

)

( )

PQ

f a h

f a

m

h

 

TANGENTES

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ƒ Veja a Figura, na qual está ilustrado o caso

h > 0

está à direita de P.

No caso de h < 0, o ponto Q estará à esquerda de P. TANGENTES

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ƒ Observe que quando x tende a a, h tende a 0 (pois

h = x - a).

• Assim, a expressão para a inclinação da reta tangente na Definição 1 fica: 0 ( ) ( ) lim h f a h f a m h o   2. Definição TANGENTES

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ƒ Encontre uma equação da reta tangente à hipérbole y = 3/x no ponto (3, 1).

Seja f(x) = 3/x

• Então a inclinação da reta tangente em (3, 1) é:

0 0 0

3 1 3 (3 )

(3 ) (3) 3 3

limh limh limh

h f h f h h m h h h o o o        0 0 1 1 lim lim (3 ) (3 ) 3 h h h h h h o o      Exemplo 2 TANGENTES

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ƒ Portanto, uma equação da reta tangente no ponto (3, 1) é

que se simplifica para x + 3y – 6 = 0.

• A hipérbole e sua tangente estão na Figura. 1 1 ( 3) 3 y  x Exemplo 2 TANGENTES ƒ Na Seção 2.1 estudamos o movimento de uma bola abandonada de cima da Torre CN e sua

velocidade foi definida como o valor-limite das velocidades médias em períodos cada vez menores.

VELOCIDADES

ƒ Em geral, suponha que um objeto se mova sobre uma reta de acordo com a equação

s = f(t) na qual s é o deslocamento do objeto a

partir da origem no instante t.

A função f que descreve o movimento é chamada função posição do objeto.

• No intervalo de tempo entre

t = a até t = a + h,a variação na posição será de

f(a + h) - f(a). VELOCIDADES

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ƒ A velocidade média nesse intervalo é

Que é o mesmo que inclinação da reta secante PQ na Figura.

VELOCIDADES

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ƒ Suponha agora que a velocidade média seja calculada em intervalos cada vez menores

[a, a + h].

Em outras palavras, fazemos h tender a 0. VELOCIDADES

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ƒ Como no exemplo da queda da bola, definimos velocidade (ou velocidade

instantânea) y(a) no instante t = a como o

limite dessas velocidades médias:

Isso significa que a velocidade no instante t a é igual à inclinação da reta tangente em P.

• Compare as Equações 2 e 3. 0 ( ) ( ) ( ) limh f a h f a v a h o   3. Definição VELOCIDADES

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ƒ Agora que sabemos calcular os limites, vamos retornar ao problema da queda da bola.

VELOCIDADES

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ƒ Suponha que a bola foi abandonada do posto de observação da torre, 450 m acima do solo.

a) Qual a velocidade da bola após 5 segundos?

b) Com qual velocidade a bola chega ao solo?

Exemplo 3 VELOCIDADES

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ƒ Precisaremos encontrar a velocidade tanto quando t = 5 quanto quando a bola atinge o solo, de modo que é eficiente começar encontrando a velocidade em um instante geral t = a.

ƒ Usando a equação de movimento s = f(t) = 4.9t2,

temos: Exemplo 3 VELOCIDADES 2 2 0 0 ( ) ( ) 4.9( ) 4.9 ( ) limh f a h f a limh a h a v a h h o o     2 2 2 2 0 0 4.9( 2 ) 4.9(2 ) limh a ah h a limh ah h h h o o     0 lim 4.9(2 ) 9.8 ho a h a a) A velocidade após 5 s é de v(5) = (9.8)(5) = 49 m/s.

b) Uma vez que o posto de observação está 450 m acima do solo, a bola vai atingir o chão em

t1quando s(t1) = 450, isto é, .

• Isso fornece e

• A velocidade com que a bola atinge o chão é, portanto: 2 1 4.9t 450 2 1 4504.9 t 1 450 9.6 4.9 t | s 1 1 450 ( ) 9.8 9.8 94 / 4.9 v t t | m s Exemplos 3 a e b VELOCIDADES

ƒ Vimos que o mesmo tipo de limite aparece ao encontrar a inclinação de uma reta tangente (Equação 2) ou a velocidade de um objeto (Equação 3).

(4)

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. ƒ De fato, os limites do tipo

surgem sempre que calculamos uma taxa de variação em uma das ciências ou engenharia, tais como a taxa de uma reação química ou o custo marginal em economia.

• Uma vez que esse tipo de limite ocorre amplamente, ele recebe nome e notação especiais.

0 ( ) ( ) limh f a h f a h o   DERIVADAS

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ƒ A derivada de uma função f em um

númeroa, denotada porf’(a), é:

se o limite existir. 0 ( ) ( ) '( ) lim h f a h f a f a h o   4. Definição DERIVADAS

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ƒ Se escrevermos x = a + h, então h = x – a tende a 0 se e somente se x tende a a. ƒ Consequentemente, uma maneira

equivalente de enunciar a definição da derivada, como vimos na determinação das retas tangentes, é: ( ) ( ) '( ) lim x a f x f a f a x a o   5. Definição DERIVADAS

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ƒ Encontre a derivada da função

f(x) = x

2

- 8x + 9

em um número a

.

• Da Definição 4 temos: 0 2 2 0 2 2 2 0 2 0 0 ( ) ( ) '( ) lim [( ) 8( ) 9] [ 8 9] lim 2 8 8 9 8 9 lim 2 8 lim lim(2 8) 2 8 h h h h h f a h f a f a h a h a h a a h a ah h a h a a h ah h h a h h a o o o o o                       Exemplo 4 DERIVADAS

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ƒ Definimos a reta tangente à curva y = f (x) no ponto P(a, f (a)) como a reta que passa em P e tem inclinação m dada pela

Equação 1 ou 2. Uma vez que, pela

Definição 4, isso é o mesmo que a derivada

f (a), podemos agora dizer o seguinte:

A reta tangente a y = f (x) em (a, f (a)) é a reta que passa em (a, f (a)), cuja inclinação é igual af’(a), a derivada de f em a.

DERIVADAS

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ƒ Se usarmos a forma ponto-inclinação da equação de uma reta, poderemos escrever uma equação da reta tangente à curva

y = f(x) no ponto (a,f(a)): y - f(a) = f’(a)(x - a) DERIVADAS

ƒ Encontre uma equação da reta tangente à parábola y = x2- 8x + 9 no ponto (3, -6).

• Do Exemplo 4, sabemos que a derivada de f(x) = x2- 8x + 9

no número a é f’(a) = 2a – 8.

• Portanto, a inclinação da reta tangente em (3, -6) é

f’(3) = 2(3) – 8 = -2.

• Dessa forma, uma equação da reta tangente, ilustrada na Figura é y - (-6) = (-2)(x - 3) ou y = -2x.

Exemplo 5 DERIVADAS

ƒ Suponha que y seja uma quantidade que depende de outra quantidade x

.

ƒ Assim, y é uma função de x e escrevemos

y = f(x)

Se x variar de x1para x2, então a variação de x

(também chamada incremento de x) é e a variação correspondente de y é: 2 1 x x x '  2 1 ( ) ( ) y f x f x '  TAXAS DE VARIAÇÃO

(5)

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. ƒ O quociente de diferenças é denominado taxa média de variação de y em relação a x no intervalo [x1,x2] e pode ser interpretado como a inclinação da reta secante PQ na Figura. 2 1 2 1 ( ) ( ) f x f x y x x x  ' '  TAXAS DE VARIAÇÃO

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ƒ Por analogia com a velocidade, consideramos a taxa média de variação em intervalos cada vez menores fazendo x2tender a x1e, portanto, fazendo tender a 0.

ƒ O limite dessas taxas médias de variação é chamado taxa (instantânea) de variação

de y em relação a x em x at x = x1.

x

'

TAXAS DE VARIAÇÃO

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ƒ Isso é interpretado como a inclinação da tangente à curva y = f(x) em P(x1,f(x1)): ƒ Taxa instantânea de variação =

Reconhecemos este limite como a derivada f’(x1) 2 1 2 1 0 2 1 ( ) ( ) limx y xlimx f x f x x x x ' o o  ' '  TAXAS DE VARIAÇÃO

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ƒ Sabemos que uma das interpretações da derivada f (a) é a inclinação da reta tangente à curva y = f (x) quando x = a. ƒ Agora temos uma segunda interpretação:

A derivada f (a) é a taxa instantânea de variação de

y = f (x) em relação a x quando x = a. TAXAS DE VARIAÇÃO

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ƒ A conexão com a primeira interpretação é que se esboçarmos a curva y = f (x), então a taxa instantânea da variação será a inclinação da tangente a essa curva no ponto onde x = a.

ƒ Isso significa que:

• Quando a derivada for grande (e portanto a curva será íngreme no ponto P na Figura), os valores de y mudarão rapidamente. TAXAS DE VARIAÇÃO

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ƒ Em particular, se s = f(t) for a função posição de uma partícula que se move ao longo de uma reta, então, f’(a) será a taxa de variação do deslocamento s em relação ao tempo t.

Em outras palavras, f’(a) é a velocidade da partícula no

instante t = a.

A velocidade escalar da partícula é o valor absoluto da velocidade, isto é,|f’(a)|.

ƒ No próximo exemplo discutiremos o significado da derivada de uma função definida verbalmente.

TAXAS DE VARIAÇÃO

ƒ Um fabricante produz peças de fazenda com largura fixa e o custo da produção de

x metros desse material é C = f(x) dollars.

a) Qual o significado da derivada f (x)? Quais suas unidades?

b) Em termos práticos, o que significa dizer que

f’(1,000) = 9?

c) O que você acha que é maior, f’(50) ou f’(500)? E f’(5,000)?

Exemplo 6 TAXAS DE VARIAÇÃO

a) A derivada f’ (x) é a taxa de variação instantânea de C em relação a x; isto é, f’ (x) significa a taxa de variação do custo de produção em relação ao número de metros produzidos.

• Os economistas chamam essa taxa de variação de

custo marginal.

Exemplo 6 a TAXAS DE VARIAÇÃO

(6)

© 2010 Cengage Learning. Todos os direitos reservados. ƒ Como

as unidades para f’ (x) são iguais àquelas do quociente de diferenças

.

• Uma vez que é medida em dólares e em metros, segue que a unidade para f’ (x) é dólares por metro. 0 '( ) lim x C f x x ' o ' ' C x ' ' C ' 'x Exemplo 6a TAXAS DE VARIAÇÃO

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b) A afirmação que f’ (1.000) = 9 significa que, depois de 1.000 metros da peça terem sido fabricados, a taxa segundo a qual o custo de produção está

aumentando é $ 9/m.

Quando x =1.000, está aumentando 9 vezes mais rápido que x.

Exemplo 6 b TAXAS DE VARIAÇÃO

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• Uma vez que é pequeno comparado com x = 1.000, podemos usar a

aproximação:

é pequeno comparado com x 1.000,

podemos usar a aproximação 1.001°) está em torno de $ 9. '(1,000) 1 C C f C x ' ' | ' ' 1 x ' Exemplo 6 b TAXAS DE VARIAÇÃO

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ƒ A taxa segundo a qual o custo de produção está crescendo (por metro) é provavelmente menor quando x = 500 do que quando x = 50 (o custo de fabricação do 500° metro é menor que o custo do 50° metro), em virtude da economia de escala.

• O fabricante usa mais eficientemente os custos fixos de produção.

• Então, f'(50)! f'(500)

Exemplo 6 c TAXAS DE VARIAÇÃO

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ƒ Mas, à medida que a produção expande, a operação de larga escala resultante pode se tornar ineficiente, e poderiam ocorrer custos de horas extras.

• Logo, é possível que a taxa de crescimento dos custos possa crescer no futuro.

• Assim, pode ocorrer que

ƒ No exemplo a seguir estimamos a taxa de variação da dívida nacional em relação ao tempo. Aqui, a função é definida não por uma fórmula, mas por uma tabela de valores.

'(5,000) '(500)

f ! f

Exemplo 6 c TAXAS DE VARIAÇÃO

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ƒ Seja D(t) a dívida pública bruta canadense no instante t.

• A seguinte tabela dá os valores aproximados dessa função, fornecendo as estimativas da dívida, em meados do ano, em bilhões de dólares, no período de 1994 a 2002.

ƒ Interprete e estime os valores de D’(1990).

Exemplo 7 TAXAS DE VARIAÇÃO

ƒ A derivada D’(1998) indica a taxa de variação da dívida D com relação a t quando t = 1998, isto é, a taxa de crescimento da dívida nacional em 1998.

Exemplo 7 TAXAS DE VARIAÇÃO

ƒ De acordo com a equação,

• Dessa forma, calculamos e tabulamos os valores do quociente de diferenças (as taxas médias da variação) como a seguir: 1990 ( ) (1990) '(1990) lim 1990 t D t D D t o   Exemplo 7 TAXAS DE VARIAÇÃO

(7)

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ƒ Da tabela vemos que D’(1998) situa-se em algum lugar entre -1,1 e -5,5 bilhões de dólares por ano.

• Aqui, estamos fazendo a hipótese razoável de que o débito não flutue muito entre 1998 e 2002

ƒ Estimamos que a taxa de crescimento da dívida nacional do Canadá em 1998 foi a média desses dois números, a saber:

Exemplo 7 TAXAS DE VARIAÇÃO

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ƒ Um outro método seria traçar a função de débito e estimar a inclinação da reta tangente quando t = 1998.

ƒ Nos Exemplos 3, 6 e 7 vimos três casos específicos de taxas de variação:

• A velocidade de um objeto é a taxa de variação do deslocamento com relação ao tempo;

• O custo marginal é a taxa de variação do custo de produção em relação ao número de itens produzidos;

• A taxa de variação do débito em relação ao tempo é de interesse na economia.

Exemplo 7 TAXAS DE VARIAÇÃO

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ƒ Aqui está uma pequena amostra de outras taxas de variação:

• Em física, a taxa de variação do trabalho com relação ao tempo é chamada de potência.

• Os químicos que estudam reações químicas estão interessados na taxa de variação da concentração de um reagente em relação ao tempo (chamada taxa de reação).

• Um biólogo está interessado na taxa de variação da população de uma colônia de bactérias em relação ao tempo.

TAXAS DE VARIAÇÃO

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ƒ Na realidade, o cálculo das taxas de variação é importante em todas as ciências naturais, na engenharia e mesmo nas ciências sociais.

ƒ Todas essas taxas de variação são derivadas e podem, portanto, ser interpretadas como inclinações das tangentes.

• Isto dá importância extra à solução de problemas envolvendo tangentes.

TAXAS DE VARIAÇÃO

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ƒ Sempre que resolvemos um problema envolvendo retas tangentes, não estamos resolvendo apenas um problema

geométrico.

• Estamos também resolvendo implicitamente uma grande variedade de problemas envolvendo taxas de variação nas iências e na engenharia.

Referências

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