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2016/2017
Plano de Desenvolvimento Curricular
Página 2 de 51 CONTEÚDO Nota de Apresentação ... 4 I – Construção curricular ... 4 1 - Princípios orientadores ... 4 2 – Aprendizagens transversais ... 4 3 – Educação Pré-Escolar ... 4 4 – Ensino Básico ... 6 4.1 – 1ºCEB ... 6 4.2 – 2ºCEB ... 8 4.3 – 3ºCEB ... 9
4.4 – Cursos de Educação e Formação de Jovens ... 9
5 – Ensino Secundário ... 13
5.1 – Cursos Científico-Humanísticos ... 13
5.2 – Cursos Profissionais ... 16
6 – Currículos Específicos Individuais ... 18
7 – Desdobramentos e Coadjuvâncias ... 19
II- Medidas Organizativas ... 20
1- Constituição de turmas ... 20 1.1 – Educação pré-escolar ... 20 1.2 - 1º Ciclo ... 20 1.3 - 5º ano ... 20 1.4 - 6º, 8º e 9º anos ... 20 1.5 - 7º ano ... 20 1.6 - Ensino secundário ... 21
2 – Elaboração dos horários ... 22
2.1 - Horário de funcionamento dos estabelecimentos escolares e jardins de infância ... 22
2.2 – Duração dos tempos letivos ... 22
2.3 – Organização semanal ... 22
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2.5 – Organização dos horários dos professores ... 23
3 – Ocupação dos alunos em situação de ausência dos docentes ... 24
4 - Critérios para a participação em atividades pedagógicas, científicas, culturais e desportivas ... 25
5 – Regime e horários de funcionamento ... 26
III – Apoio socioeducativo e promoção do sucesso escolar ... 27
1- Orientações para a aplicação das medidas de ação social escolar ... 27
2 –Atividades de apoio educativo e promoção do sucesso escolar ... 28
IV – Critérios gerais de avaliação ... 34
1 - Pré-escolar ... 34
2 – 1ºCEB ... 37
3 – 2º e 3º CEB ... 41
4 – Cursos Científico-Humanísticos ... 45
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NOTA DE APRESENTAÇÃO
O Plano de Desenvolvimento Curricular do Agrupamento de Escolas Dr. António Granjo constitui-se como um documento estruturante da organização escolar e orientador da ação educativa, traduzindo as opções feitas pela comunidade no âmbito da construção do currículo, nos diferentes níveis de educação e ensino, em estreita relação com os objetivos definidos pelo Projeto Educativo do Agrupamento.
I – CONSTRUÇÃO CURRICULAR
1 - PRINCÍPIOS ORIENTADORES
A organização e a gestão do currículo do ensino básico e do ensino secundário subordinam-se aos princípios enunciados no Projeto Educativo, procurando criar as condições adequadas à consecução dos objetivos e metas aí definidos, nas margens de autonomia concedida às escolas, neste âmbito, pelos documentos legais. Nesta perspetiva, enunciam-se os princípios que devem nortear o processo, seja do ponto de vista da construção das matrizes curriculares e da adoção de medidas organizativas, seja do ponto de vista do trabalho a realizar em sala de aula.
Coerência e sequencialidade entre os diferentes níveis de educação e ensino;
Diversidade de ofertas educativas e flexibilidade na construção dos percursos formativos; Promoção da melhoria da qualidade do ensino;
Favorecimento da integração das dimensões teórica e prática dos conhecimentos, através da valorização da aprendizagem experimental;
Diversificação das experiências de aprendizagem;
Articulação e coerência entre as atividades de ensino e aprendizagem e a avaliação;
Enriquecimento das aprendizagens através de atividades de complemento do currículo, de natureza científica, cultural, artística e desportiva.
2 – APRENDIZAGENS TRANSVERSAIS
De acordo com o preconizado pelos documentos legais, ao longo do percurso educativo de cada criança ou jovem, devem ser desenvolvidas, transversalmente, competências nas áreas da cidadania, da utilização da língua portuguesa e da utilização das tecnologias da comunicação e informação.
No âmbito de cada grupo ou turma são definidas as estratégias de desenvolvimento e de avaliação destas dimensões.
Salienta-se a relevância das atividades de complemento do currículo, bem como da participação ativa dos alunos na vida da escola, para a concretização destas aprendizagens.
3 – EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
O currículo na educação Pré-escolar desenvolve-se de acordo com o disposto no Despacho nº5220/97, de 10 de julho, publicado no D.R. nº 178, II série, de 4 de agosto (Orientações Curriculares
Página 5 de 51 para a Educação Pré-Escolar), tendo como objetivo a formação integral das crianças e o apoio ao educador na tomada de decisões sobre a sua prática, isto é, na condução do processo educativo a desenvolver com as crianças. As três áreas de conteúdo, Formação Pessoal e Social, Expressões e Comunicação e Conhecimento do Mundo, preconizadas no referido documento, constituem as referências gerais para o planeamento, ação e avaliação das situações e oportunidades de aprendizagem.
As planificações mensais são elaboradas e aprovadas em Departamento Curricular tendo como referência as estratégias de concretização e operacionalização das orientações curriculares e as metas curriculares para a Educação Pré-Escolar, mas a gestão do currículo é realizada pelo educador de infância que exerce a atividade letiva de 25 horas semanais. Na atividade letiva de 5 horas diárias está prevista uma organização do tempo, simultaneamente estruturado e flexível, em que os diferentes momentos tenham sentido para as crianças, com a finalidade de proporcionar processos de desenvolvimento e de aprendizagem pensados e organizados pelo educador intencionalmente, adequando-os ao contexto, tendo em conta os interesses e necessidades do seu grupo.
Na elaboração do Projeto Curricular de Turma é tido em conta o disposto no ofício Circular nº17DSDC/DEPEB/2007, de 10 de outubro e na circular nº4DGIDC/DSDC/2011, de 11 de abril. A avaliação do mesmo é feita por cada educador titular de grupo que a apresenta em Departamento Curricular no final de cada período. Cabe posteriormente ao coordenador de Departamento Curricular fazer a análise global de todos os projetos curriculares de turma que apresenta em Departamento Curricular e em Conselho Pedagógico.
Página 6 de 51 4 – ENSINO BÁSICO
4.1 – 1ºCEB Matriz curricular
Componentes do currículo
1ºano 2ºano 3ºano 4ºanoÁreas disciplinares Carga horária semanal (horas)
Português 7.5 7.5 7.5 7.5
Matemática 7.5 7.5 7.5 7.5
Estudo do Meio 4.5 4.5 4.5 4.5
Expressões Artísticas e Físico- Motoras 3 3 3 3
Inglês ---- ---- 2 2
Oferta complementar ** 1a) 1 a) 1a) 1 b)
Apoio ao estudo* 1,5 1,5 1,5 1,5
EMRC 1*** 1*** 1*** 1***
Total 25h 25h 27h 25h
AEC 5h 5h 3h 5h
Total com as AEC 30h 30h 30h 30h *Reforço do apoio nas disciplinas de matemática e português.
**Oferta complementar:
a) Educação para a cidadania b) Iniciação à programação no 1º ciclo
Página 7 de 51 Organização das Atividades de Enriquecimento Curricular (De acordo com o disposto no artigo 8º do Despacho n.º 9265-B/2013, de 15 de julho)
Domínios Ensino do Inglês (aprendizagem da língua inglesa) Atividade Física e Desportiva (desportivo)
Ensino da Música (artístico) Horáriosemanal 16h30 – 17h30
Duração semanal de cada atividade
Cinco horas semanais distribuídas da seguinte forma: 1º/2º anos:
Ensino do Inglês – 1 hora semanal
Atividade Física e Desportiva – 2 horas semanais Ensino da Música – 2 horas semanais
3º ano:
Atividade Física e Desportiva – 2 horas semanais Ensino da Música – 1hora semanal
4º ano:
Atividade Física e Desportiva – 2 horas semanais Ensino da Música – 1 hora semanal
Local de funcionamento
EB1 nº 1 de Chaves (Santo Amaro) EB1 nº 3 de Chaves (Caneiro)
EB1 nº 5 de Chaves (Casas dos Montes) EB1 de Vilar de Nantes
EB1 de Rebordondo EB1 de Vale de Anta Recursos humanos
necessários
Página 8 de 51 4.2 – 2ºCEB
Matriz curricular
Áreas disciplinares Carga horária semanal (50 min.) 5ºano 6ºano Línguas e Estudos Sociais
Português 5 5
Inglês 3 3
História e Geografia de Portugal 2 3
Matemática e Ciências
Matemática 5 5
Ciências Naturais 3 2
Educação Artística e Tecnológica
Educação Visual 2 2
Educação Tecnológica 2 2
Educação Musical 2 2
Educação Física 3 3
Educação Moral e Religiosa 1 1
Formação Cívica 1 1
Página 9 de 51 4.3 – 3ºCEB
Matriz curricular
Áreas disciplinares
Carga horária semanal (50 min.)
7ºano 8ºano 9ºano
Português 5 4 5
Inglês 3 2 3
Língua Estrangeira II 3 3 2
Ciências Humanas e Sociais
História 2 2 3
Geografia 2 2 2
Matemática 4 5 5
Ciências Físicas e Naturais
Ciências Naturais 3 3 3 Físico-Química 3 3 3 Expressões e Tecnologias Educação Visual 2 2 3 Educação Tecnológica 2 2 ---- TIC 2 2 ---- Educação Física 2 2 2
Educação Moral e Religiosa 1 1 1
Formação Cívica 1 1 1
Página 10 de 51 Matriz curricular
Área de formação:
481. Ciências Informáticas
Referencial de formação:
Operador/a de Informática
Nível do QNQ:
2
UFCD (código CNQ) Formaçã o (h) Formação (tempos letivos) 1º ano (h) 1º ano (tempos letivos) Desdobra mento 2º ano (h) 2º ano (tempos letivos) Desdobra mento Formação Sociocultural Língua Portuguesa - 192 231 120 4 - 72 3 - Inglês - 192 231 90 3 - 102 4 -Cidadania e Mundo Atual - 192 231 120 4 - 72 3 -
Tecnologias de Informação e Comunicação - 96 116 96 3 - 0 0 - Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho - 30 36 30 1 - 0 0 -
Educação Física - 96 116 60 2 - 36 2 - Formação Científica Matemática Aplicada - 210 252 90 3 - 120 4 - Físico-química - 123 148 90 3 - 33 2 - Formação Tecnológica 1.Instalação e Manutenção de Computadores - 225 270 120 4 120 105 4 105 1.1. Informática - noções básicas 7846 50
1.2. Arquitetura de computadores 0749 50 1.3. Gestão e organização da informação 0822 25 1.4. Sistemas operativos 0751 50 1.5. Sistemas operativos multitarefa 0752 50
Página 11 de 51 UFCD (código CNQ) Formaçã o (h) Formação (tempos letivos) 1º ano (h) 1º ano (tempos letivos) Desdobra mento 2º ano (h) 2º ano (tempos letivos) Desdobra mento 2.1. Processador de texto 0754 50 2.2. Processador de texto – funcionalidades
avançadas 0755 25
2.3. Folha de cálculo 0778 50 2.4. Folha de cálculo – funcionalidades
avançadas 0757 25
3. Sistemas de Gestão de Base de Dados 150
180 90 3 90 60 3 53 3.1. Sistemas de gestão de bases de dados
(SGBD)
0759 50 3.2. Automatização de operações em SGBD 0760 50 3.3. Aplicações de gestão administrativa
suportadas em SGBD 0761 50
4. Instalação e Configuração de
Computadores 250
300 5 150 4 100
4.1. Redes de computadores 0762 50
4.2. Hardware e tipologias de rede 0763 50 150 100 4.3. Instalação e configuração de redes locais 0764 50
4.4. Administração de redes 0765 50 4.7. Criação de sites WEB 0768 50 Componente de Formação Prática
1.6. Sistemas operativos utilitários
complementares 0753 25
--- --- --- --- 4
2.5. Utilitário de apresentação gráfica 0779 25 --- --- --- --- 3 4.5. Internet - evolução 0766 25 --- --- --- --- 4 4.6. Internet - navegação 0767 25 --- --- --- --- 4
Página 12 de 51 UFCD (código CNQ) Formaçã o (h) Formação (tempos letivos) 1º ano (h) 1º ano (tempos letivos) Desdobra mento 2º ano (h) 2º ano (tempos letivos) Desdobra mento
Contexto de Trabalho 210 --- --- --- 6 seman. ---
Página 13 de 51 5 – ENSINO SECUNDÁRIO
5.1 – CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS Ciências e Tecnologias
Matriz curricular
Formação Disciplinas Carga horária semanal (50 min.) 10º Ano 11º Ano 12º Ano
Geral
Português 4 4 5
Língua Estrangeira I, II ou III (a) 3 3 -- Filosofia Educação Física 3 3 3 3 -- 3 Educação Física 3 3 3 Específica Matemática A 6 6 6 Opções (b) Biologia e Geologia 7 7 -- Física e Química A 7 7 -- Geometria Descritiva A 6 6 -- Opções (c) Biologia -- -- 4 Geologia Física -- -- 4 Química -- -- 4 Opções (d) Psicologia B (e) -- -- 4
Língua Estrangeira I, II, III (*) (e) -- -- 4
Aplicações Informáticas B (e) -- -- 4
Ciência Política (e) -- -- 4
Antropologia (e) -- -- 4
Clássicos da Literatura (e) -- -- 4
Direito (e) -- -- 4 Economia C (e) -- -- 4 Filosofia A (e) -- -- 4 Geografia C (e) -- -- 4 Grego (e) -- -- 4 Formação Social
e Pessoal Educação Moral e Religiosa (f) 2 2 2
(a) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário. No caso de o aluno iniciar uma língua, tomando em conta as disponibilidades da escola, poderá cumulativamente dar continuidade à Língua Estrangeira I como disciplina facultativa, com aceitação expressa do acréscimo de carga horária.
(b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais.
(c) (d) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (c). (e) Oferta dependente do projeto educativo da escola
(f) Disciplina de frequência facultativa
Página 14 de 51 Artes Visuais
Matriz curricular
Formação Disciplinas Carga horária semanal (50 min.) 10º Ano 11º Ano 12º Ano Geral
Português 4 4 5
Língua Estrangeira I, II ou III (a) 3 3 -- Filosofia Educação Física 3 3 3 3 -- 3 Educação Física 3 3 3 Específica Desenho A 6 6 6 Opções (b) Geometria Descritiva A 6 6 -- Matemática B 6 6 --
História da Cultura e das Artes 6 6 --
Opções (c)
Oficina de Artes -- -- 4
Oficina de Multimédia B -- -- 4
Materiais e Tecnologias -- -- 4
Opções (d)
Aplicações Informáticas B (e) -- -- 4
Língua Estrangeira I, II ou III (e) -- -- 4
Psicologia B (e) -- -- 4
Antropologia (e) -- -- 4
Ciência Política (e) -- -- 4
Clássicos da Literatura (e) -- -- 4
Direito (e) -- -- 4 Economia C (e) -- -- 4 Filosofia A (e) -- -- 4 Geografia C (e) -- -- 4 Grego (e) -- -- 4 Formação
Social e Pessoal Educação Moral e Religiosa (f) 2 2 2
(a) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário. No caso de o aluno iniciar uma língua, tomando em conta as disponibilidades da escola, poderá cumulativamente dar continuidade à Língua Estrangeira I como disciplina facultativa, com aceitação expressa do acréscimo de carga horária.
(b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais.
(c) (d) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (c). (e) Oferta dependente do projeto educativo da escola.
(f) Disciplina de frequência facultativa
Página 15 de 51 Línguas e Humanidades
Matriz curricular
Formação Disciplinas Carga horária semanal (50 min.) 10º Ano 11º Ano 12º Ano Geral
Português 4 4 5
Língua Estrangeira I, II ou III (a) 3 3 -- Filosofia Educação Física 3 3 3 3 -- 3 Educação Física 3 3 3 Específica História A 6 6 6 Opções (b) Geografia A 6 6 --
Matemática Aplicada às Ciências Sociais
6 6 --
Literatura Portuguesa 6 6 --
Língua Estrangeira I, II ou III 6 6 --
Latim A 6 6 -- Opções (c) Psicologia B Sociologia Filosofia A -- -- 4 Geografia C Latim B -- -- 4
Língua Estrangeira I, II ou III (*) -- -- 4 Literaturas de Língua Portuguesa
Opções (d)
Aplicações Informáticas B (e) -- -- 4
Ciência Política (e) -- -- 4
Clássicos da Literatura (e) -- -- 4
Direito (e) -- -- 4
Economia C (e) -- -- 4
Antropologia € -- -- 4
Grego (e) -- -- 4
Formação
Social e Pessoal Educação Moral e Religiosa (f) 2 2 2
(a)O aluno escolhe uma língua estrangeira.
Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário.
No caso de o aluno dar continuidade às duas línguas estrangeiras estudadas no ensino básico, deve inserir-se a Língua Estrangeira I na componente de formação geral e a Língua Estrangeira II na componente de formação específica.
Se o aluno der continuidade a uma das línguas estrangeiras estudadas no ensino básico e iniciar uma nova língua estrangeira, esta deve integrar-se obrigatoriamente na componente de formação específica, inserindo-se, na componente de formação geral, uma das línguas estrangeiras já estudadas. Se o aluno pretender apenas iniciar uma nova língua estrangeira, a mesma insere -se na componente deformação geral.
(b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais.
(c) (d) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (c). (e) Oferta dependente do projeto educativo da escola.
(f) Disciplina de frequência facultativa.
(*) O aluno pode escolher a língua estrangeira estudada na componente de formação geral ou a língua estrangeira estudada na componente de formação
Página 16 de 51 5.2 – CURSOS PROFISSIONAIS
Técnico Auxiliar de Saúde Matriz curricular
1º ano 2º ano 3º ano Formação Disciplinas Total de horas Tempos 50 min. Total de horas Tempos 50 min Total de horas Tempos 50 min
Sociocultural Português 107 4 108 5 105 5 Língua Estrangeira 76 3 72 3 72 4 Área de Integração 76 3 72 3 72 4 Educação Física 48 2 46 2 46 3 Tecnologias da Informação 100 4 - - - - Científica Matemática 100 4 100 4 - - Física e Química 75 3 75 3 - - Biologia 75 3 75 3 - - Técnica Saúde 125 5 125 5 120 6
Gestão e Org. dos Serviços e Cuidados de Saúde 100 4 40 2 30 2 Comunicação e Relações Interpessoais - - 75 3 85 5 Higiene, Segurança e Cuidados Gerais 150 5 130 5 120 6 Formação em Contexto de Trabalho - - 210 - 420 -
Página 17 de 51 Técnico de gestão de Equipamentos Informáticos
Matriz curricular
1º ano 2º ano 3º ano Formação Disciplinas Total de horas Tempos 50 min. Total de horas Tempos 50 min Total de horas Tempos 50 min Sociocultural Português 107 4 108 5 105 5 Língua Estrangeira 76 3 72 3 72 4 Área de Integração 76 3 72 3 72 4 Educação Física 48 2 46 2 46 3
Tecnologias da Informação e Comunicação 100 4 - - - -
Científica Matemática 100 4 100 4 100 5
Física e Química 100 4 100 4 - -
Técnica
Instalação e Man. de Equipamentos Informáticos 138 5 90 4 72 4 Sistemas Digitais e Arquitetura de Computadores 120 5 138 6 94 5
Eletrónica Fundamental 126 4 106 4 - -
Comunicação de Dados 48 2 60 3 108 5
Página 18 de 51 6 – CURRÍCULOS ESPECÍFICOS INDIVIDUAIS
A adoção de currículos específicos individuais, prevista no artigo 21º do Decreto-Lei nº3/2008, de 7 de janeiro, pressupõe a construção de um currículo adaptado às características individuais de cada um dos alunos que dele beneficia. São, no entanto, definidas matrizes de referência em função do meio onde as aprendizagens se efetuam e em função dos anos de escolaridade em que os alunos se incluem.
Alunos que frequentam as Unidades de Apoio à Multideficiência
Nível de ensino
Disciplinas / Carga horária semanal
1ºCEB Expressãoplástica Educação para a cidadania
Autonomia Comunicação Motricidade Socialização Educação física adaptada
total
2h 2h 5h 6h 5h 5h 5h 30h
2ºCEB Cognição Motricidade/desenv. psicomotor
Autonomia Comunicação Ed. Física adaptada Música adaptada Educação p/ a saúde total 5h 5h 5h 5h 3h 2h 2h 27h 3ºCEB 1ºCEB
Disciplinas / Carga horária semanal(60 min)
Português funcional Matemática funcional Estudo do Meio
inglês EAFM Ed. Cidadania
Apoio ao estudo
8,5 8,5 4,5 2 3,5 1 1,5
2ºCEB
Disciplinas / Carga horária semanal(50 min)
Português Funcional Matemática Funcional Eu e o Mundo Ed. Visual Ed. Tecnológica Ed. Musical Ed. Física Inf. Inglês funcional Ed. Saúde EMRC FC 4 4 3 2 2 2 3 2 2 2 1 1 3ºCEB
Disciplinas / Carga horária semanal
Português Matemática Eu e o
Mundo Ed. Visual
Ed.
Tecnológica Ed. Física TIC Ed. Saúde EMRC
6 5 3 2 1 2 3 2 1
Ensino Secundário
Disciplinas / Carga horária semanal
Português Matemática Educação Física
Inglês/Música TIC Atividades de capacitação
Página 19 de 51 7 – DESDOBRAMENTOS E COADJUVÂNCIAS
O despacho de organização do ano letivo define quais as disciplinas, e em que circunstâncias, pode haver lugar ao desdobramento das turmas. Deixa, no entanto, às escolas a possibilidade de o concretizar, ou não, em função da disponibilidade de espaços ou de opções pedagógicas e didáticas próprias.
Simultaneamente, aponta a possibilidade da coadjuvância como estratégia de promoção do sucesso e de combate ao insucesso, deixando que as escolas façam as suas opções, nomeadamente com recurso ao crédito horário atribuído para este fim.
Assim sendo, indicam-se, seguidamente, as situações em que o conselho pedagógico entendeu adequada a realização de desdobramentos e de coadjuvâncias.
1ºCEB Coadjuvância por um docente do grupo 600 na Área de Expressões Artísticas(em função do interesse de cada escola e das horas disponíveis)
Coadjuvância na Introdução à Programação(Oferta complementar /3º e 4º anos)
2ºCEB Coadjuvância no Apoio ao Estudo (em função da disponibilidade de recursos e da proposta dos conselhos de turma)
3ºCEB Desdobramento nas disciplinas de Físico-Química e Ciências Naturais (máximo previsto)
Cursos de Educação e Formação
Desdobramento nas disciplinas da componente de formação tecnológica
Ensino Secundário CCH
Biologia e Geologia (máximo previsto) Física e Química (máximo previsto) Biologia (máximo previsto) Ensino Secundário
Cursos Profissionais
Física e Química (máximo previsto) Biologia (máximo previsto) Saúde (máximo previsto)
Higiene, Segurança e Cuidados Gerais (máximo previsto)
Instalação e Manutenção de Equipamentos informáticos (máximo previsto)
Sistemas Digitais e Arquitetura de Computadores (máximo previsto) Electrónica Fundamental (máximo previsto)
Página 20 de 51
II- MEDIDAS ORGANIZATIVAS
1- CONSTITUIÇÃO DE TURMAS
A constituição de turmas obedece às normas estabelecidas no pelo Despacho Normativo n.º 7-B/2015, de 7 de maio com as alterações introduzidas pela declaração de retificação nº511/2015, de 18 de junho e Despacho normativo n.º1-H/2016, de 14 de abril, bem como aos critérios que se seguem. 1.1 – EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
Os alunos integram a turma em que foram inseridos até ao final do pré-escolar, salvo decisão em contrário proposta pelo respetivo departamento ou encarregado de educação, desde que devidamente fundamentada e aprovada em Conselho Pedagógico.
1.2 - 1º CICLO
Os alunos matriculados no 1.º ano, provenientes dos jardins-de-infância do agrupamento ou de outras instituições, são distribuídos por pequenos grupos em cada turma. Para tal será solicitada, ao coordenador de estabelecimento/responsável pelo jardim-de-infância de onde as crianças são oriundas, informação relevante para a plena integração das crianças no novo estabelecimento de ensino/turma.
Os alunos integram a turma em que foram inseridos até ao final do ciclo, salvo decisão em contrário proposta pelo conselho de docentes, encarregado de educação, em situação de retenção ou outras, desde que devidamente fundamentada e aprovada em conselho pedagógico.
1.3 - 5º ANO
A constituição de turmas tem também por base, sempre que possível, as recomendações específicas provenientes dos conselhos de turma e dos docentes titulares de turma.
Deverão ser mantidos juntos pequenos núcleos de alunos provenientes da mesma turma ou todo o grupo turma em função do que se considere pedagogicamente mais adequado, de modo a facilitar a integração e a minimizar a insegurança que a mudança de escola pode originar.
Deve-se evitar a concentração, na mesma turma, de alunos em situação de retenção. 1.4 - 6º, 8º E 9º ANOS
Os alunos integram a turma em que estavam inseridos no ano anterior, embora se possa proceder a eventuais ajustamentos, de acordo com as orientações propostas pelos conselhos de turma ou pelos encarregados de educação, desde que devidamente fundamentadas e aprovadas em conselho pedagógico.
Deve-se evitar a concentração, na mesma turma, de alunos em situação de retenção. 1.5 - 7º ANO
Os alunos serão distribuídos em função da opção feita relativamente à língua estrangeira II e, sempre que possível, respeitando o grupo turma do ano anterior.
Em cada turma pode-se proceder a eventuais ajustamentos, de acordo com as orientações propostas pelos conselhos de turma ou pelos encarregados de educação, desde que devidamente fundamentadas e aprovadas em conselho pedagógico.
Página 21 de 51 Deve-se evitar a concentração, na mesma turma, de alunos em situação de retenção.
1.6 - ENSINO SECUNDÁRIO
Na constituição de turmas devem respeitar-se as opções manifestadas pelo encarregado de educação no ato da matrícula ou da sua renovação. Caso não seja possível, a opção será feita em função da(s) disciplina(s) maioritariamente escolhida(s). Os professores que integram a equipa de elaboração de turmas devem informar os encarregados de educação dos alunos cujas disciplinas de opção escolhidas não vão poder funcionar e solicitar a sua comparência na escola a fim de proceder às alterações necessárias no boletim de matrícula/renovação de matrícula.
Os alunos que não transitaram de ano de escolaridade devem ser integrados de forma equilibrada nas turmas em funcionamento num determinado ano de escolaridade.
Um aluno que transitou com uma ou duas disciplinas em atraso pode integrar mais do que uma turma de anos de escolaridade diferentes desde que os respetivos horários sejam compatíveis.
Em qualquer nível de educação ou ensino deve prevalecer o princípio da heterogeneidade, procurando-se, na constituição de cada turma, o equilíbrio, no que respeita a variáveis como o sexo, a idade, o rendimento escolar e o quadro socioeconómico da família, de modo a assegurar que, na mesma escola, as diferentes turmas do mesmo ano de escolaridade sejam equivalentes entre si.
Página 22 de 51 2 – ELABORAÇÃO DOS HORÁRIOS
No âmbito da sua autonomia pedagógica e administrativa, compete aos órgãos de gestão de cada Agrupamento definir os critérios de organização dos horários, nomeadamente no que concerne à duração dos tempos letivos e à distribuição semanal da carga horária das diferentes áreas e disciplinas.
A definição dos critérios de organização dos horários tem por referência o despacho anual de organização do ano letivo.
2.1 - HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES E JARDINS DE INFÂNCIA
a) Nos jardins de infância as atividades decorrem entre as 09.00h e as 12.00h e entre as 14.00h e as 16.00h, com a possibilidade de funcionarem períodos de prolongamento entre as 08.00h e as 09.00h, as 12.00h e as 14.00 e as 16.00h e as 19.00h.
b) Nas escolas do primeiro ciclo as atividades letivas decorrem entre as 09.00h e as 12.30h e entre as 14.00h e as 16.00h. As atividades de enriquecimento curricular têm lugar no final do período letivo e até às 17.30h. Dependendo do número de encarregados de educação que o pretendam, poderão existir prolongamentos de horários entre as 07.30h e as 09.00h e entre as 17.30h e as 19.30h.
c) Nas escolas onde funcionam o 2º e 3º ciclos do ensino básico e o ensino secundário, as atividades letivas decorrem em dois períodos: das 08.20 às 13.15h e das 13.30h às 18.20h.
2.2 – DURAÇÃO DOS TEMPOS LETIVOS
a) Nos 2º e 3º ciclos e no ensino secundário as atividades letivas organizam-se em tempos de 50 minutos com intervalos entre si.
b) Atendendo à natureza das disciplinas, podem os departamentos curriculares propor a existência de dois tempos consecutivos da mesma disciplina ou de mais de dois tempos consecutivos da mesma disciplina no caso da formação técnica dos cursos profissionais.
c) No período da manhã os intervalos terão a seguinte duração: 10’ / 20’ / 10’ / 5’. d) No período da tarde os intervalos terão a seguinte duração: 10’ / 10’ / 15’ / 5’. e) O período de almoço não poderá ser inferior a 60 minutos.
2.3 – ORGANIZAÇÃO SEMANAL
a) Havendo disponibilidade de salas, os horários organizar-se-ão, predominantemente, no período da manhã.
b) As manchas horárias das turmas de cada ano de escolaridade deverão ser equivalentes entre si, tanto no que respeita ao número de turnos livres, como no que se refere ao período do dia predominantemente utilizado.
c) Em cada ano de escolaridade deverá existir um turno livre em comum, a fim de possibilitar a marcação das atividades de apoio.
d) Nas escolas dos 2º e 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário não serão marcadas atividades letivas à quarta-feira à tarde, ficando esta disponível para a realização de outras atividades.
e) A distribuição dos tempos letivos pelos diferentes dias da semana deve fazer-se de modo a propiciar um maior número de turnos livres, respeitando as orientações legais relativas ao número máximo de tempos por dia.
Página 23 de 51 f) No ensino secundário, sempre quer o número de alunos em causa o justifique, deve ser assegurada a compatibilidade entre horários para que possam ser frequentadas disciplinas em atraso.
2.4 – ORGANIZAÇÃO DOS HORÁRIOS DAS DISCIPLINAS
a) Compete aos grupos de recrutamento definirem os critérios para a ocupação dos espaços específicos.
b) Os desdobramentos permitidos pela legislação em vigor serão sempre concretizados no seu valor máximo, devendo, neste caso, as aulas das disciplinas em causa ter lugar em tempos consecutivos.
c) Não devem ser colocadas aulas de línguas estrangeiras diferentes em tempos consecutivos. d) As aulas de educação física não devem decorrer em dias da semana seguidos.
e) Sempre que uma disciplina tenha apenas dois tempos semanais, não devem estes ficar em dias da semana consecutivos.
f) No período da tarde, as aulas de educação física só poderão ser marcadas a partir das 14.30 h.
2.5 – ORGANIZAÇÃO DOS HORÁRIOS DOS PROFESSORES
a) Do horário dos professores farão parte dois tempos correspondentes ao trabalho de estabelecimento.
b) Todos os tempos serão marcados no horário do docente, com a exceção do trabalho individual e dos períodos para reuniões.
c) Na organização da mancha horária será dada prioridade às pretensões dos docentes que sejam pais de crianças com menos de doze anos, conforme estipulado legalmente.
d) Deve existir compatibilidade entre uma das horas de direção de turma e um tempo livre dos alunos nos cursos vocacionais e nos cursos profissionais.
Página 24 de 51 3 – OCUPAÇÃO DOS ALUNOS EM SITUAÇÃO DE AUSÊNCIA DOS DOCENTES
Pré-Escolar
As atividades letivas de substituição das educadoras são realizadas, sempre que possível, pelas educadoras com ausência de componente letiva. Não sendo possível a substituição nestes termos as crianças serão acompanhadas pelo pessoal não docente.
1ºCEB
Neste nível de ensino, o professor titular será substituído pelo professor que presta apoio nessa turma. Não sendo possível, recorrer-se-á à sua substituição por outro docente de apoio.
2ºCEB / 3ºCEB
É constituída, em cada uma das escolas, uma bolsa de professores disponíveis para as atividades de substituição temporária. Durante este período, deverá ser cumprido o plano de aula deixado pelo docente que está a faltar, ou, não sendo o caso, outra atividade de caráter lúdico ou pedagógico.
Cursos de Educação e Formação / Cursos Profissionais
As aulas não lecionadas devido a ausência do formador deverão ser repostas, em calendário a definir juntamente com o diretor de curso. Não há, pois, lugar a atividades de substituição.
Ensino Secundário – CCH
Não há lugar a atividades de substituição, podendo ocorrer a reposição da aula perdida, se for esse o entendimento do docente.
Página 25 de 51 4 - CRITÉRIOS PARA A PARTICIPAÇÃO EM ATIVIDADES PEDAGÓGICAS, CIENTÍFICAS,
CULTURAIS E DESPORTIVA
A Escola, pela sua natureza e função, é parte integrante da comunidade em que se insere, com a qual se funde e autonomiza como unidade de caraterísticas específicas, nomeadamente a de procurar facultar e promover o desenvolvimento integral dos alunos que a frequentam.
Para que esta orientação generalista se concretize, devem todos os agentes educativos, entre os quais se destacam os professores, o pessoal não docente, os alunos e os atores externos, como o são, entre outros, a autarquia, as associações, as organizações económicas e outros estabelecimentos de graus e níveis de ensino diferentes, propor um conjunto de atividades de forma a que a Escola possa exercer com critério e competência a missão que lhe está destinada.
Deste modo, e para que toda a ação surja como uma unidade, com finalidades precisas e bem definidas, é necessário que as atividades a desenvolver obedeçam a princípios claros, expressos em normativos pré-estabelecidos e do conhecimento de toda a comunidade educativa. Assim, a diversidade das propostas que, de forma regular, são apresentadas no sentido de promover, participar e realizar atividades, quer tenham origem interna ou externa, deve ser objeto de análise e tomada de decisão, em função de critérios específicos que, mais do que determinações restritivas e intransigentes, são linhas de orientação que permitam uma reflexão e tomada de decisões fundamentadas e orientadas para os objetivos e metas estabelecidos aos diferentes níveis.
Dentro deste contexto, de acordo com o estabelecido na alínea o) do n.º 1 do artigo 13.º do Decreto-lei n.º75/2008, de 22 de Abril, alterado pelo Decreto-lei n.º 137/2012, de 2 de julho, o conselho geral definiu critérios gerais para a participação do Agrupamento em atividades pedagógicas, científicas, culturais e desportivas e que a seguir se explicitam.
Todas as atividades propostas deverão ser apresentadas de forma fundamentada, com a devida antecedência, junto dos órgãos próprios, a fim de obterem aprovação, e obedecer aos seguintes princípios:
1. Conformidade com o estabelecido no projeto educativo, em termos de objetivos e metas, de modo a contribuir para a sua concretização;
2. Concordância com os objetivos e estratégias definidas nos planos plurianuais e anuais de atividades e consequente integração nestes;
3. Respeito pelo estipulado no regulamento interno do Agrupamento e diretrizes emanadas do conselho pedagógico;
4. Obediência a formas inovadoras ou distintas dos alunos acederem ou consolidarem saberes/aprendizagens das diversas disciplinas ou áreas curriculares e que, de outra forma, não seja possível ao Agrupamento proporcionar;
5. Contribuição para a promoção e desenvolvimento das relações com a comunidade educativa e que favoreçam a imagem, visibilidade e projeção do Agrupamento;
6. Ponderação de custos, quer para o Agrupamento, quer para os pais e encarregados de educação/alunos, sendo de promover a contenção e poupança de recursos financeiros.
Página 26 de 51 5 – REGIME E HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO
Componente letiva Atividades de apoio à família Educação Pré-Escolar 09.00h – 12.00h 14.00h – 16.00h 08.00h – 09.00h 12.00h – 14.00h 16.00h – 19.00h
Componente letiva Atividades de enriquecimento curricular Componente de apoio à família 1ºCEB 09.00h – 12.30h 14.00h – 16.00h* 16.30h – 17.30h 07.30h – 09.00h 12.30h – 14.00h 17.30h – 19.30h *Nas turmas dos 3º e 4º anos, devido à introdução no currículo da disciplina de Inglês, as atividades letivas estendem-se até às 17.30h em dois dias da semana.
2ºCEB 3ºCEB ES
Período da manhã Período da tarde** Tempos letivos Intervalos Tempos letivos Intervalos 08.20h – 09.10h 09.20h – 10.10h 10.30h – 11.20h 11.30h – 12.20h 12.25h – 13.15h 10’ 20’ 10’ 5’ 13.30h – 14.20h 14.30h – 15.20h 15.30h – 16.20h 16.35h – 17.25h 17.30h – 18.20h 10’ 10’ 15’ 5’
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III – APOIO SOCIOEDUCATIVO E PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR
1- ORIENTAÇÕES PARA A APLICAÇÃO DAS MEDIDAS DE AÇÃO SOCIAL ESCOLAR
Os serviços da ação social do Agrupamento de Escolas Dr. António Granjo devem reger-se pelos princípios de equidade, da descriminação positiva e da solidariedade social, tendo por missão prevenir a exclusão social e o abandono escolar e promover o sucesso escolar e educativo, garantindo a igualdade de oportunidades a todos os alunos, independentemente das suas condições sociais, económicas e familiares.
Assim, regendo-se pela legislação em vigor (Decreto-Lei n.º 55/2009, de 2 de março, Despacho n.º 18987/2009, de 17 de agosto, Despacho n.º 14368-A/2010, de 14 de setembro, Despacho n.º 12284/2011, de 19 de setembro, Despacho n.º 11889-A/2012, de 6 de setembro, e Despacho n.º 11861/2013, de 12 de setembro), pelos princípios e estratégias do projeto educativo do Agrupamento, pelas normas vigentes no regulamento interno do Agrupamento e pelas boas práticas já existentes, o conselho geral definiu as seguintes linhas orientadoras:
Gerais
1- Mobilizar os recursos humanos adequados e garantir as condições necessárias à implementação das medidas de apoio socioeducativo.
2- Implementar medidas específicas, no sentido de despistar situações de carência ou alterações económicas do rendimento familiar, promovendo um plano de apoio e, se necessário, recorrer a entidades ou instituições exteriores.
3- Disponibilizar todos os recursos humanos e materiais necessários e apropriados aos alunos com necessidades educativas especiais, a fim de promover a sua plena integração.
4- O planeamento e aplicação das medidas de apoio socioeducativo devem observar critérios rigorosos de confidencialidade e respeito pela situação particular de cada agregado familiar. Específicas
1- Desenvolver as diligências adequadas ao apuramento da situação, no caso de a declaração de rendimentos não traduzir, comprovadamente, a real situação de carência económica do agregado familiar, para prevenir ou corrigir situações de usufruto indevido ou para promover administrativamente a atribuição das condições que conferem direito ao benefício.
2- Promover a prestação de auxílios económicos, a título provisório e até esclarecimento, nas situações em que o aluno tem direito ao benefício, embora, administrativamente, não lhe estejam atribuídas as condições necessárias.
3- Criar estratégias eficazes de identificação dos alunos a quem seja necessário atribuir um suplemento alimentar, mobilizando os diretores de turma e usando verbas decorrentes de lucros de gestão dos serviços do bufete, da papelaria ou outros.
4- Proceder à afetação da verba destinada a manuais escolares à aquisição de material, quando não existam manuais adotados.
5- Fomentar a reutilização dos manuais escolares.
6- Garantir uma boa articulação com o Município relativamente aos transportes escolares, de forma a garantir as condições necessárias à prestação deste apoio, nomeadamente as relativas à segurança.
7- Assegurar-se que o encargo com visitas de estudo é devidamente comparticipado, conforme o escalão de apoio em que se encontram os alunos.
Página 28 de 51 8- Promover ações de sensibilização junto dos alunos e encarregados de educação, no sentido de estimular a prática de bons hábitos de estudo e comportamento compatíveis com o exigido para a candidatura à bolsa de mérito.
2 –ATIVIDADES DE APOIO EDUCATIVO E PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR
Enquadramento
O apoio educativo traduz-se na disponibilização de estratégias e atividades de apoio, de carácter didático, organizadas de forma integrada, para complemento e adequação do processo de ensino e aprendizagem, destinando-se, prioritariamente, aos alunos com graves dificuldades de aprendizagem. O apoio educativo tem ainda como objetivos: contribuir para o aumento do sucesso educativo dos alunos através da melhoria da aquisição de conhecimentos e competências; a orientação educativa, a detecção, o enquadramento e a prevenção de comportamentos de risco e de exclusão; a criação de condições essenciais para a integração na comunidade escolar das crianças e jovens cuja língua materna não seja a portuguesa.
De acordo com o artigo 65.º do regulamento interno, as atividades de apoio educativo a desenvolver no agrupamento constam de um plano estratégico a propor pela equipa de coordenação e a aprovar anualmente pelo conselho pedagógico, onde deverão constar a definição das modalidades a implementar, a definição do público-alvo, os critérios de afetação dos recursos disponíveis, a definição de normas de funcionamento das modalidades e estruturas de apoio educativo.
Modalidades de apoio educativo
2.1 Apoio letivo sistemático (dentro da sala de aula) 2.1.1 Destinatários – alunos do 1.º ciclo que:
revelam dificuldades em acompanhar o desempenho da turma, por este ser de nível superior; manifestam falta de postura e de concentração.
2.1.2 Procedimentos:
No final do ano letivo e em cada momento formal de avaliação sumativa, em reunião de conselho de docentes titulares de turma, são identificados pelos professores titulares os alunos que necessitam desta modalidade de apoio. Esta identificação ficará expressa na ata desse conselho.
No início do ano letivo, o professor titular dá conhecimento aos encarregados de educação do acompanhamento da turma por um professor de apoio em sala de aula.
2.1.3 Avaliação – a avaliação é feita por observação direta, da responsabilidade dos dois professores. A avaliação do acompanhamento dos alunos deverá ser evidenciada na avaliação das atitudes e expressa nas fichas individuais dos alunos.
2.2 Apoio pontual (fora da sala de aula)
2.2.1 Destinatários: alunos do 1.º ciclo do ensino básico que manifestam dificuldades na aquisição e aplicação dos conteúdos lecionados na disciplina.
Página 29 de 51 Tendo por base a análise das dificuldades do aluno, bem como as medidas de apoio disponíveis pela escola e veiculadas no presente documento, deve conselho de docentes titulares de turma propor a modalidade de apoio viável e, no caso de se optar pela de apoio pontual (fora da sala de aula), o(s) professor(es) titulares de turma/professores de apoio devem propor a hora do seu horário em que se encontram disponíveis para o realizarem.
Após a decisão do CP e da Direção, devem os professores titulares de turma dar conhecimento do facto ao(s) encarregado(s) de educação e recolher a respetiva concordância por escrito. 2.2.3 Avaliação – A avaliação deste tipo de apoio deverá ser evidenciada na avaliação dos alunos e expressa na ata do conselho de docentes titulares de turma e nas fichas individuais dos alunos.
2.3 Apoio ao estudo (1.º ciclo)
2.3.1 Destinatários: todos os alunos do 1.º ciclo do ensino básico 2.3.2 Procedimentos:
Apoiar os alunos na criação de métodos de estudo e de trabalho, visando prioritariamente o reforço do apoio nas disciplinas de Português e Matemática;
Implementação dos planos de atividades de acompanhamento pedagógico elaborados na reunião do conselho de docentes titulares de turma.
2.3.3 Avaliação: A avaliação deste tipo de apoio deverá ser evidenciada na avaliação dos alunos e expressa na ata do conselho de docentes titulares de turma e nas fichas individuais dos alunos.
2.4 Apoio ao estudo (2.º ciclo)
2.4.1 Destinatários: alunos do 2.º ciclo do ensino básico 2.4.2 Procedimentos:
Tendo por base a análise das dificuldades do aluno, deve o conselho de turma propor os alunos que evidenciam dificuldades nas disciplinas de Português e Matemática.
Após a decisão do CP e da Direção, devem os Diretores de turma dar conhecimento do facto ao(s) encarregado(s) de educação e recolher a respetiva concordância por escrito.
2.4.3 Avaliação – A avaliação deste tipo de apoio deverá ser evidenciada qualitativamente nas fichas individuais dos alunos. É impressa do programa “alunos” uma pauta global com as classificações de todas as medidas de apoio, que se anexa à ata da reunião de Conselho de Turma.
2.5 Centro de estudos
2.5.1 Destinatários: alunos do 2.º ciclo do ensino básico
O Centro de estudos tem como objetivo desenvolver as competências dos alunos e melhorar o seu aproveitamento escolar, promovendo a sua autonomia. Assim, a frequência deste espaço proporciona as seguintes atividades:
•Estudo individual ou em pequeno grupo da matéria lecionada; •Elaboração de resumos e/ou esquemas da matéria lecionada; •Realização de trabalhos de casa;
•Preparação para os momentos de avaliação; •Realização regular de fichas de aplicação;
•Utilização de TIC e materiais didáticos do Centro de Estudos; •Aquisição e aperfeiçoamento de métodos e técnicas de estudo. 2.5.2 Procedimentos:
Página 30 de 51 Os encarregados de educação procedem, junto do diretor de turma, à inscrição no centro de estudos indicando o(s) dia(s) e horário(s) pretendidos, que posteriormente serão encaminhadas para o respetivo coordenador.
Tendo por base a análise das dificuldades do aluno, pode o conselho de turma/Diretor de Turma/SPO propor os alunos para a frequência do centro de estudos. Após a decisão do CP e da Direção, devem os Diretores de turma dar conhecimento do facto ao(s) encarregado(s) de educação e recolher a respetiva concordância por escrito.
2.5.3 Avaliação – No início do 2.º e 3.º período letivo e no final do ano letivo será feita, pela equipa destacada neste serviço, uma análise da frequência do Centro de Estudo, bem como da assiduidade e empenho dos alunos.
2.6 Coadjuvação em disciplinas estruturantes do ensino básico; 2.6.1 Destinatários: alunos do 1.º, 2.º e 3.º ciclo do ensino básico 2.6.2 Procedimentos:
Tendo por base a análise das dificuldades do grupo turma, bem como os recursos disponíveis na escola, deve conselho de professores titulares de turma/Conselho de turma propor a modalidade de apoio viável e indicar os docentes que se encontram disponíveis para operacionalizar esta medida.
Após a decisão do CP e da Direção, devem os professores titulares de turma/Diretores de Turma dar conhecimento do facto ao(s) encarregado(s) de educação e recolher a respetiva concordância por escrito.
2.6.3 Avaliação – a avaliação é feita por observação direta, da responsabilidade dos dois professores. A avaliação desta medida de apoio deverá ser expressa na ata do conselho de professores titulares de turma/Grupo disciplinar e respetivo Departamento.
2.7Apoio Pedagógico
2.7.1 Destinatários: alunos do 2.º e 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário 2. 7.2 Procedimentos:
2.º e 3.º ciclo do ensino básico - Tendo por base a análise das dificuldades do aluno, deve o conselho de turma, por proposta do respetivo docente, indicar fundamentadamente os alunos que evidenciam dificuldades nas disciplinas de Português, Matemática ou outra, referenciando o nível de desempenho do aluno. A proposta deve ser enviada para a caixa de correio electrónico
[email protected], ficando registo de todas as proposta na grelha própria que se
anexa à ata da reunião. Após a decisão do CP e da Direção, devem os Diretores de turma dar conhecimento do facto ao(s) encarregado(s) de educação e recolher a respetiva concordância por escrito.
ensino secundário – Os alunos procedem, junto do diretor de turma/professor da disciplina, à inscrição nas aulas de apoio pedagógico disponibilizadas pela escola, que posteriormente serão encaminhadas para o respetivo coordenador. Existirão dois momentos de inscrição: início e final do 1.º Período.
2.7.3 Avaliação – A avaliação deste tipo de apoio deverá ser expressa de forma qualitativa nos suportes existentes (programa alunos). É impressa uma pauta global com as classificações de todas as medidas de apoio, que se anexa à ata da reunião de Conselho de Turma.
Página 31 de 51 2.8.1 Destinatários: alunos com NEE do 1.º, 2.º e 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário. Destina-se a colmatar dificuldades de aprendizagem comprometedoras do processo de ensino/aprendizagem e visa explicitar conteúdos insuficientemente apreendidos na aula ou trabalhar competências deficitárias no desenvolvimento dos alunos.
2.8.2 Procedimentos: No final do ano letivo ou num momento formal de avaliação sumativa, tendo por base a análise das dificuldades do aluno e o disposto no seu programa educativo individual, deve o conselho de turma, por proposta do respetivo docente, indicar fundamentadamente, as disciplinas em que o aluno beneficiará desta medida de apoio. A fundamentação da proposta deve ser anexada à ata da reunião, juntamente com a grelha própria de registo de todas as propostas. Após a decisão do CP e da Direção, devem os Diretores de turma dar conhecimento do facto ao(s) encarregado(s) de educação e recolher a respetiva concordância por escrito.
2.8.3 Avaliação – A avaliação deste tipo de apoio deverá ser evidenciada em documento próprio, que se anexa à ata do conselho de turma, e nas fichas individuais dos alunos. A avaliação deste tipo de apoio deverá ser expressa de forma qualitativa nos suportes existentes (programa alunos).
2.9 Programas de tutoria 2.9.1 Destinatários:
Alunos em risco de desorganização do percurso escolar;
Alunos que manifestam dificuldades na organização da informação e que necessitam de orientação no estudo e na gestão do tempo;
Alunos que revelam comportamentos condicionantes do processo ensino/aprendizagem 2.9.2 Procedimentos:
Em conselho de turma, são identificados os alunos que necessitam de apoio nesta área, assim como o tipo de comportamento revelado e fundamenta a proposta, em documento próprio, que deve ser enviada para a caixa de correio electrónico [email protected], ficando registo de todas as proposta na grelha própria que se anexa à ata da reunião;
O diretor de turma informa o (s) encarregado (s) de educação, recolhendo o seu consentimento por escrito.
2.9.3 Avaliação – A avaliação deste tipo de apoio deverá ser expressa de forma qualitativa nos suportes existentes (programa alunos). É impressa uma pauta global com as classificações de todas as medidas de apoio, que se anexa à ata da reunião de Conselho de Turma.
2.10 Tutoria (NEE) 2.10.1 Destinatários:
Alunos com NEE em risco de desorganização do percurso escolar;
Alunos com NEE que manifestam dificuldades na organização da informação e que necessitam de orientação no estudo e na gestão do tempo;
Alunos com NEE que revelam comportamentos condicionantes do processo ensino/aprendizagem
2.10.2 Procedimentos:
Em conselho de turma, são identificados os alunos que necessitam de apoio nesta área, assim como o tipo de comportamento revelado e fundamenta a proposta, em documento próprio, que deve ser enviada para a caixa de correio eletrónico [email protected], ficando registo de todas as proposta na grelha própria que se anexa à ata da reunião;
O diretor de turma informa o (s) encarregado (s) de educação, recolhendo o seu consentimento por escrito.
Página 32 de 51 2.10.3 Avaliação – A avaliação deste tipo de apoio deverá ser evidenciada em documento próprio, que se anexa à ata do conselho de turma, e nas fichas individuais dos alunos. A avaliação deste tipo de apoio deverá ser expressa de forma qualitativa nos suportes existentes (programa alunos).
2.11 Preparação para as provas finais de ciclo (3.º ciclo) 2.11.1 Destinatários: alunos do 9.ºano.
2.11.2 Procedimentos:
Esta modalidade de apoio efetivar-se-á no segundo semestre no tempo superlativo das disciplinas de Português e Matemática.
2.11.3 Avaliação – A avaliação deste tipo de apoio deverá ser expressa de forma qualitativa nos suportes existentes (programa alunos). É impressa uma pauta global com as classificações de todas as medidas de apoio, que se anexa à ata da reunião de Conselho de Turma.
2.12 Programa de reeducação da leitura e da escrita 2.12.1 Destinatários: alunos de NEE com dislexia. 2.12.2 Procedimentos:
Em conselho de turma, são identificados os alunos que necessitam de apoio nesta área e fundamenta a proposta, em documento próprio, que deve ser enviada para a caixa de correio eletró[email protected], ficando registo de todas as proposta na grelha própria que se anexa à ata da reunião;
O diretor de turma informa o (s) encarregado (s) de educação, recolhendo o seu consentimento por escrito.
2.12.3 Avaliação – A avaliação deste tipo de apoio deverá ser evidenciada em documento próprio, que se anexa à ata do conselho de turma, e nas fichas individuais dos alunos. A avaliação deste tipo de apoio deverá ser expressa de forma qualitativa nos suportes existentes (programa alunos).
2.13 Constituição temporária de grupos de homogeneidade relativa em termos de desempenho escolar, em disciplinas estruturantes
2.13.1 Destinatários: Alunos com graves lacunas nas disciplinas estruturantes. 2.13.2 Procedimentos:
Tendo por base a análise das dificuldades do aluno, bem como as medidas de apoio disponíveis pela escola e veiculadas no presente documento, deve conselho de turma propor a modalidade de apoio viável e fundamentar a proposta, em documento próprio, que deve ser enviado para a caixa de correio eletrónico [email protected], ficando registo de todas as proposta na grelha própria que se anexa à ata da reunião;
O diretor de turma informa o (s) encarregado (s) de educação, recolhendo o seu consentimento por escrito.
2.13.3 Avaliação – A avaliação deste tipo de apoio deverá ser evidenciada em documento próprio, que se anexa à ata do conselho de turma, e nas fichas individuais dos alunos. A avaliação deste tipo de apoio deverá ser expressa de forma qualitativa nos suportes existentes (programa alunos).
2.14 PLNM
2.14.1 Destinatários: alunos cuja língua portuguesa não é a sua língua materna. 2.14.2 Procedimentos:
Em conselho de professores titulares de turma/conselho de turma, são identificados os alunos que necessitam deste apoio;
Página 33 de 51 O conselho de professores titulares de turma/conselho de turma planifica as atividades adequadas para colmatar as dificuldades e, de acordo com o nível de proficiência linguística do aluno, propõe a medida de apoio mais adequada, em documento próprio, que deve ser enviado para a caixa de correio eletrónico [email protected], ficando registo de todas as proposta na grelha própria que se anexa à ata da reunião;
Após a decisão do CP e da Direção, o professor titular de turma/diretor de turma informa o (s) encarregado (s) de educação, recolhendo o seu consentimento por escrito.
2.14.3 Avaliação – A avaliação deste tipo de apoio deverá ser evidenciada em documento próprio, que se anexa à ata do conselho de turma, e nas fichas individuais dos alunos. A avaliação deste tipo de apoio deverá ser expressa de forma qualitativa nos suportes existentes (programa alunos).
2.15 Acompanhamento dos alunos que progridam ao 2.º ou ao 3.º ciclo com classificação final inferior a 3 a Português ou a Matemática
2.15.1 Destinatários: alunos do 4.º e 6.º anos de escolaridade que, após as reuniões de avaliação de final de ano, já com conhecimento e com a ponderação dos resultados das provas finais, tenham obtido classificação final inferior a 3 a Português ou a Matemática.
2.15.2 Procedimentos:
No final do ano letivo, em conselho de professores titulares de turma/conselho de turma, são identificados os alunos que se encontram nessa situação;
O conselho de professores titulares de turma/conselho de turma planifica as atividades adequadas para colmatar as dificuldades, em documento próprio, ficando registo em ata da reunião;
Após a decisão do CP e da Direção, o professor titular de turma/diretor de turma informa o (s) encarregado (s) de educação, recolhendo o seu consentimento por escrito.
2.15.3 Avaliação – A avaliação deste tipo de apoio deverá ser evidenciada em documento próprio, que se anexa à ata do conselho de turma, e nas fichas individuais dos alunos, no ano letivo subsequente.
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IV – CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO
1 - PRÉ-ESCOLAR
Os critérios de avaliação definidos pelo departamento de Educação Pré-Escolar do Agrupamento de Escolas Dr. António Granjo têm como objetivo promover o necessário esclarecimento, para que todos possam e saibam como participar no processo de avaliação.
As Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar definem-se como um quadro de referência oficial, comum a todos os educadores, permitindo o desenvolvimento contextualizado de diferentes currículos, opções pedagógicas e práticas de avaliação.
De acordo com este quadro de referência oficial, para que a educação pré-escolar possa contribuir para uma maior igualdade de oportunidades, as “Orientações Curriculares acentuam a importância de uma
pedagogia estruturada, o que implica uma organização intencional e sistemática do processo pedagógico, exigindo que o educador planeie o seu trabalho e avalie o processo e os seus efeitos no desenvolvimento e na aprendizagem das crianças”. A intencionalidade do processo educativo pressupõe observar, planear,
agir, avaliar, comunicar e articular.
No que diz respeito à avaliação, na Educação Pré-Escolar esta tem uma função essencialmente formativa, e não classificadora ou seletiva, e define-se como um processo contínuo e interpretativo de apreciação do progresso da criança ao longo do seu percurso na educação pré-escolar. Além de contínua e individualizada, tem de ser global: valorizar cada um na sua totalidade e não nas aprendizagens parciais. Os resultados são importantes, mas nunca tanto como os processos, os quais devem pressupor o envolvimento da criança na sua própria aprendizagem, de modo que a mesma tome consciência das aprendizagens que já efetuou, das dificuldades que ainda sente e de como as superar.
Avaliar não é um ato burocrático, mas sim pedagógico que implica atitude e saberes específicos que permitam, no respeito pelos valores de uma pedagogia diferenciada, desenvolver as estratégias mais adequadas, de acordo com os contextos de cada criança e do grupo.
Para tal, é necessário que, numa perspetiva formativa, o educador avalie não apenas o desenvolvimento de cada criança e do grupo, mas também a sua intervenção, o ambiente, os processos educativos bem como as atividades e projetos curriculares, com vista à construção de aprendizagens integradas. É fundamental que, de acordo com o seu projeto curricular, estabeleça os critérios que o vão orientar na avaliação dos processos e dos resultados, bem como diversificadas técnicas e instrumentos de observação e registo que lhe permitam sistematizar e interpretar a informação recolhida, devendo, contudo, apoiar-se nos que, como referência, se apresentam, de seguida, neste documento.
PRINCÍPIOS
De acordo com a legislação em vigor, a avaliação das aprendizagens e competências baseia-se nos seguintes princípios:
Consistência/coerência entre os processos de avaliação e as aprendizagens e competências pretendidas, de acordo com os contextos em que ocorrem;
Utilização de técnicas e instrumentos de avaliação e registo diversificados;
Caráter marcadamente formativo da avaliação, no pré-escolar;
Primazia da avaliação formativa;
Transparência e rigor do processo de avaliação, nomeadamente através da clarificação e da explicitação dos critérios adotados;
Diversificação dos intervenientes no processo de avaliação.
OBJETO
Aprendizagens efetuadas pela criança no âmbito das diferentes áreas de conteúdo, nos campos do saber, saber-estar, saber-fazer e saber-ser.