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Como obter vitória sobre o pecado

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Academic year: 2021

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Contribuição de Pr. Oswaldo F Gomes 15 de novembro de 2009

Como obter vitória sobre o pecado?

O evangelho é uma declaração de vitória sobre o pecado.

É no evangelho que encontramos poder para viver acima do pecado.

1. Obtemos vitória sobre o pecado, quando reconhecemos a nossa inclinação ao pecado.

[1] Apesar de salvos, temos dentro de nós uma inclinação ao pecado, que a Bíblia chama de “velho homem” ou “velha natureza” (Rm 6:6; Ef 4:22; Cl 3:9).

[2] O fato de reconhecermos essa inclinação, já nos coloca na dependência de Deus para vencê-la.

(8) Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. (10) Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós. (I Jo 1)

[3] Esse não é aquele pecado deliberado, habitual, cínico que eu desejo pecar. É aquele pecado contra o qual eu luto para vencer (egoísmo, inveja, omissão do bem, desonestidade, mentira, ódio, falta de perdão, idolatria, infidelidade, maledicência).

[4] Paulo reconhecia essa inclinação para o pecado

(15) Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. (16) Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. (17) Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim. (18) Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim (DESEJO); não, porém, o efetuá-lo (PRÁTICA). (19) Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. (20) Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim. (Rm 7)

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[5] Neste sentido podemos afirmar que “não somos pecadores porque pecamos, mas pecamos porque somos pecadores”.

[6] Se não compreendemos que essa inclinação é da nossa natureza essencial podemos polarizar a questão: tentando viver como se fosse possível a impecabilidade (neurose) ou concebendo o pecado, somente por comissão (o mal que se comete) e comportamento (externo).

[7] Todavia, quando consideramos que há também o pecado de omissão (o bem que omitimos) e o pecado motivacional (interno) somos enquadrados pela palavra.

(8) Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. (10) Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós. (I Jo 1)

2. Obtemos vitória sobre o pecado, quando não usamos essa “inclinação para o pecado” com desculpa para pecar deliberadamente.

[1] Apesar dessa inclinação ao pecado, somos exortados a não andar em pecado.

(1) Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; (I Jo 2)

[2] Então eu não posso pecar deliberadamente usando essa inclinação ao pecado como desculpa, pecando de forma cínica e contumaz.

(9) Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. (I Jo 3)

3. Obtemos vitória sobre o pecado, lançando mão do perdão e do poder conferidos pelo evangelho.

[1] Com a morte substitutiva de Jesus na cruz, Deus não somente resolveu o problema do pecado (perdão), mas mudou o princípio ativo dentro de nós (poder).

[2] O evangelho é perdão e poder. Assim é que recebemos o perdão para os nossos pecados (sacrifício de Jesus),e poder para vivermos acima do pecado (habitação do Espírito Santo).

(3) Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado, (Rm 8)

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[3] A lei do pecado e da morte foi trocada pela lei do espírito da vida. Recebemos na nossa matriz interior o espírito da vida em Cristo.

[4] Você tentou cumprir a lei e não conseguiu! Então deus disse: “eu vou colocar em você o meu espírito, e não será mais uma lei “do lado de fora” governando você, e sim o meu espírito “do lado de dentro” capacitando você.

[5] E, com meu espírito governando você de dentro para fora, o pecado não terá mais domínio sobre você.

(1) Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. (2) Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte. (Rm 8)

[6] Assim é que fomos habitados pelo Espírito Santo de Deus.

(9) Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se, de fato, o Espírito de Deus habita em vós. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. (10) Se, porém, Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito é vida, por causa da justiça. (11) Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso

corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita. (Rm 8)

[7] E com esse novo princípio ativo agindo dentro de nós, podemos escolher não pecar. Não estamos mais sob o domínio do pecado. Não somos mais devedores à carne. Podemos exercer controle sob a velha natureza.

(14) Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça. (Rm 6)

(12) Assim, pois, irmãos, somos devedores, não à carne como se constrangidos a viver segundo a carne. (Rm 8)

(6) sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; (Rm 6)

Conclusão

1. O que eu faço com essa inclinação ao pecado?

[1] Com ela nada, você caminha rendido ao Espírito Santo de Deus, e vai ter vitória sobre o pecado.

(22) Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, (23) mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. (Gl 5)

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[2] Porque na vida cristã ou a gente caminha quebrantado e rendido ao Espírito Santo de Deus ou a gente não caminha. “Cuide dessa força chamada pecado que está presente na sua velha natureza, mas que já não é mais irresistível, porque se você andar no Espírito, você vai poder resisti-la”.

2. Os maiores prejudicados pelo pecado somos nós, os outros e nosso mundo.

Não agregamos valor a Deus quando não pecamos.

(4) a fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito. (5) Porque os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, das coisas do Espírito. (6) Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz. (Rm 8)

Você deve escolher não pecar:

[1] Porque você não tem espírito suicida, e não esta a fim de se fazer mal. [2] Porque você quer o bem de Deus na sua vida.

[3] Para não desagregar valores a si mesmo. [4] Para não acumular culpa e enfermidades. [5] Para não prejudicar o próximo.

[6] Para não ser referência negativa (escândalo). [7] Para não entristecer o Espírito Santo.

[8] Para não ficar vulnerável a satanás.

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