• Nenhum resultado encontrado

ROTEIRO PARA APROVAÇÃO DE NORMAS

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2019

Share "ROTEIRO PARA APROVAÇÃO DE NORMAS"

Copied!
16
0
0

Texto

(1)

COMPETITIVIDADE

Dentro da globalização mundial, somente as empresas competitivas sobreviverão. Para a empresa se

manter competitiva dentro do mercado, tanto de produtos como de serviços é preciso atender o PQP`S:

QUALIDADE DO PRODUTO

A QP é conseguida de forma consistente a longo prazo a partir da:

1-QUALIDADE DO PROCESSO

Do ponto de vista do processo produtivo

2-QUALIDADE DA ORGANIZAÇÃO

Ä COMPETÊNCIA PESSOAL

Ä DESEMPENHO = Motivação X ( Habilidade + Técnica )

Ä RECONHECIMENTO

Ä AUTONOMIA AO FUNCIONÁRIO ( Delegar )

O QUE É QUALIDADE ?

PO CLIENTE ESPECIFICA SUAS NECESSIDADES PRECISAMENTE, ENTÃO:

QUALIDADE = ADERÊNCIA ÀS ESPECIFICAÇÕES

PO CLIENTE DEFINE O QUE O PRODUTO DEVE FAZER, DEIXANDO AO FORNECEDOR A DETERMINAÇÃO

DAS ESPECIFICAÇÕES, ENTÃO:

QUALIDADE = ADEQUAÇÃO AO USO

POR QUE NORMAS DA QUALIDADE ?

POR QUE SUA EMPRESA NECESSITA DE UM SISTEMA DE GARANTIA DA QUALIDADE BASEADO NUMA DETERMINADA NORMA ?

o EXIGÊNCIA DOS CLIENTES.?

o EXIGÊNCIA DO MERCADO EXTERNO PARA EXPORTAÇÃO? o MAIOR FORMALIZAÇÃO DO SGQ?

o EXIGÊNCIA DO GOVERNO FEDERAL ( política, redução de impostos, etc.)? o ORDEM DA MATRIZ?

o FILOSOFIA DA ORGANIZAÇÃO ?

“ISO” ! O QUE É ISSO??

ISO é uma Organização ( membros não-governamentais independentes) Internacional para Normalização” com sede emGenebra, na Suiça que significa: "International Organization for Standardization".

Obs.: Resolveu-se adotar a sigla “ISO”, em alusão ao prefixo grego que significa igualdade, ex.: Isobárica; Isotérmico; Isométrico; etc.

As atividades oficiais da ISO, datam de fevereiro de 1947, teve seu início em 1946, quando delegados de 25 países reuniram-se no “Instituto de Engenheiros Civis” em Londres e decidiram criar uma nova organização internacional para facilitar a coordenação internacional e unificação dos padrões industriais, a representante no Brasil é a ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas

P

v

= C + L

ð

L

= P

v

- C

!" ="$%&'(% *+ ,-$./Ç% -1"-2(3(/.3

üPREÇO üQUALIDADE üPONTUALIDADE üSERVIÇO

PV = Preço de Venda - ditado pelo mercado

C = Custo - o objetivo é minimizá-lo

L = Lucro – aquilo que se quer obter

CUSTO PRODUTIVIDADE ESTABILIDADE FLEXIBILIDADE

Como o denominador aumenta em relação ao tempo, é necessário o melhoramento contínuo no serviço prestado.

(2)

m.a.perissinotto -

SGQ

-

2

ROTEIRO PARA APROVAÇÃO DE NORMAS

4.

DEFINIÇÕES:

AMBIENTE DE TRABALHO

conjunto de condições sob as quais um trabalho é realizado. Ex: fatores físicos, sociais, psicológicos e ambientais, tais como: temperatura, ergonomia, etc.

PARTES INTERESSADAS

pessoas ou grupo de pessoa que possuem interesse no desempenho ou sucesso de uma organização. Ex.: clientes, proprietários, empregados, fornecedores, sindicatos, parceiros, sociedade, banqueiros.

ANÁLISE CRÍTICA

atividade executada para assegurar a ADEQUAÇÃO, SUFICIÊNCIA, EFICÁCIA e ALINHAMENTO com o direcionamento estratégico da organizaçao.

AUDITORIA DA QUALIDADE

um exame, sistemático e independente, realizado para determinar se as atividades da Qualidade e os resultados a ela relacionados estão de acordo com as disposições planejadas, e se estas foram efetiva e eficazmente implementadas e são adequados para se atingir os objetivos.

CAPACIDADE

aptidão de uma organizaçã, sistema ou processo de ralizar um produto que irá atender aos requisitos para este produto

CAPABILIDADE

a propriedade do processo se manter capaz.

COMPETÊNCIA

capacidade demonstrada para aplicar conhecimento e habilidade

EFICÁCIA

medida da extensão na qual as atividades são realizadas e os resultados planejados são atingidos

EFICIÊNCIA

relação entre os resultados atingidos e os recursos utilizados

EVIDÊNCIA OBJETIVA

Informação qualitativa ou quantitativa, registros ou confirmações do fato, pertinentes à qualidade de um produto ou serviço, ou a existência e implementação de um elemento do Sistema da Qualidade, a qual é baseada em uma observação, medida ou ensaio, e que pode ser verificada.

NÃO CONFORMIDADE

caracterizada por constituir uma quebra do sistema, é aquela que fere fundamentalmente a um requisito da norma de referência, devendo ser corrigida o mais rápido possível, caso contrário poderá comprometer o sistema implantado.

OPORTUNIDADE DE MELHORIA

Uma constatação de fato, feita durante a auditoria e substanciada por evidência objetiva que pode vir a afetar o sistema da qualidade, porém não configura uma não conformidade

PLANO DA QUALIDADE

documento que especifica quais os procedimentos e recursos associados devem ser aplicados, por quem e quando, a um empreendimento, produto ou contrato específicos.

( um plano da qualidade é geralmente um dos resultados do planejamento da qualidade )

REPARO

ação sobre o produto não conforme, a fim de torná-lo aceitável para o uso pretendido

RETRABALHO

ação sobre o produto não conforme, a fim de torná-lo conforme aos requisitos

DEMANDA

ANÁLISE DO RESULTADO DA CONSULTA

ELABORAÇÃO DO

PROJETO DE NORMA CONSULTA NACIONAL PROGRAMA DE

NORMALIZAÇÃO

APROVAÇÃO (??) PUBLICAÇÃO DA NORMA

SIM

1 2 3

4 5

(3)

SISTEMA DA QUALIDADE

a estrutura organizacional, procedimentos, responsabilidades, processos e recursos para implementar uma Gestão da Qualidade.

VALIDAÇÃO

comprovação, através do fornecimento de evidência objetiva, de que os requisitos para uma aplicação ou uso específico foram atendidos.(Nota: As condições de utilização podem ser reais ou simuladas)

VERIFICAÇÃO

comprovação, através de fornecimento de evidência objetiva, de que requisitos especificados foram atendidos. (Ex.: realização de ensaios, ou seja, dados de entrada contra dados de saída)

OS PRINCÍPIOS DA QUALIDADE – NBR ISO 9001:2015

[FOCO NO CLIENTE

O foco principal do SGQ é atender aos requisitos e necessidades do cliente. Entender as necessidades atuais e futuras dos clientes e outras partes interessadas contribui para o sucesso de uma organização.

[ LIDERANÇA

Líderes em todos os níveis juntamente com a direção é que possibilitam o alinhamento da organização no alcance de seus objetivos.

[ COMPETÊNCIA E COMPROMETIMENTO DAS PESSOAS

Colaboradores competentes, engajadas e, respeitados como indivíduos, em todos os níveis da organização, melhora sua capacidade para criar valor.

[ ABORDAGEM DE PROCESSO

A organização é um sistema formado por sub-sistemas, entendendo-se esse conjunto, particularidades e interações possibilitam à organização otimizar seus desempenho.

Melhoria é essencial para manter os níveis atuais, reagir a mudanças internas e externas e, criar novas oportunidades.

[ DECISÃO BASEADA NA INFORMAÇÃO

Melhores decisões são aquelas baseadas na análise e avaliação dos dados.

[ GESTÃO DE RELACIONAMENTO

O gerenciamento do relacionamento com as partes interessadas, tais como fornecedores, otimizam o sucesso da organização

( Tartaruga )

EXERCÍCIO -

Utilizar a metodologia da “TARTARUGA”, elaborar a mesma para...

PROCESSO

COMERCIAL Com O QUE ?

( equipamentos / instalações )

QUANTO ?

( indicadores de performance )

Com QUEM ?

( treinamento, conhecimento, habilidade )

COMO ?

( instruções, procedimentos, métodos )

INPUT

( o que recebemos ) OUTPUT

( o que devemos entregar )

R

EQ

U

ISI

T

O

S

SAÍ

D

AS

(

p

ro

d

u

to

/

se

rvi

ço

)

1. Pedido de Cotação 2. Alteração de Pedido 3. Visita

POLÍTICA

1. Satisfação do Cliente 2. Número de NC’s GERENCIAIS 1. Número de Visitas 2. Clientes Novos 3. Nº de Ações Preventivas

1. Tabela de Procedimentos 1. Proposta com Preço e Prazo de entrega

1. Diretor Comercial 2. Auxiliar de Vendas 1. Computador e

(4)

m

.a.

p

er

is

si

n

ot

to

-

SG

Q

-

4

COM O QUE?

_________________________________

ENTRADAS:

_________________________________

QUANTO?

_________________________________

PROCESSO:

_____________________________

COM QUEM?

_________________________________

SAÍDAS:

_________________________________

COMO?

(5)

OS 6 VERBOS MAL...DITOS

1 IDENTIFICAR É o nome do registro ( com ou sem código), como definido nos documentos do SQ ( Manual, Procedimento, Instrução, etc.)

2 ARMAZENAR

Local onde o registro fica armazenado e pode ser encontrado, por ex.:CQ, RH, Expedição, etc. (para registro meio físico); ou HD do servidor, HD do PC do CQ, disquete WWW27, etc. (para registro meio eletrônico).

3 PROTEGER

FÍSICA – É a forma como o registro deverá ser colecionado.

ex.: em pasta suspensa, pasta AZ, em meio eletrônico, em caixa de papelão, etc. SIGILO - A(s) pessoa(s) que podem ter acesso ao registro. Este campo pode também ser genérico (acesso irrestrito) sinalizando que todos podem ter acesso ao registro, ou de outra forma, ser especifico

ex.: usuários do procedimento; restrito ao responsável pela coleta e seus superiores hierárquicos, etc.

4 RECUPERAR É a ordenação de guarda do registro (como é guardado) ex.: por data, por número ou por cliente, produto e data, etc.

5 RETENÇÃO

É o “tempo” em que um registro deve ficar disponível e prontamente recuperado para o SGQ. Esse “tempo” pode ser expresso em dias, meses, ano, ou atividade onde poderá haver a necessidade de alguma comprovação Atenção especial deve ser dada ao uso indevido de termos “indefinido” ou “indeterminado” quando na realidade se quer indicar “permanente”. Esse tempo pode ser dividido em arquivo ATIVO e INATIVO ( nos dois casos conjugar os 6 verbos). Se acordado em contrato, definir o tempo com o cliente e disponibilizar os registros ao mesmo.

Ex.: Até a emissão do relatório final; 05 anos após o desligamento do funcionário.

6 DISPOSIÇÃO

Ë a indicação tácita do que deve ser feito com o registro após o seu “tempo” de retenção, em outras palavras quais os cuidados que devo tomados para “jogar fora” o registro. ex.: picotar, reciclar, descartar no efluente ou no processo, deletar o arquivo, formatar o disquete, etc.

Ex.: CONTROLE DA INFORMAÇÃO DOCUMENTADA - ISO-9001:15

IDENTIFICAÇÃO FORM. ARMAZ. PROTEÇÃO RECUPERAÇÃO Rev, RETENÇÃO DISPOSIÇÃO Ativo Inativo

MQ - 01 - Diretoria

Cópia Conrtrolada

– (CC)

- 02 Até próx. Rev. Piucotar

PQ – 7.5 - Qualidade CC - 06 Idem

Relatório NC FO-852.01 CQ PC – CQ/ Ger. CQ

Nº Instr./ Nº

sequencial (RIR) - 1 a 3 a Picotar

Certif. de Calibração

Externo

(Eletrônico) PC - CQ

Pasta

Qualidade Nº equip. - Até próx.

Cal.

5 a Idem

Laudo do

Fornecedor Externo Compras

Arquivo – A

/Pasta NF Anexo a NF - 6 m

Mat. no

Estoque Idem

* Sala de Inativos, prateleira “A”, caixas de papelão tipo arquivo, indicação do ano calendário.

A informação documentada de origem externa adotada como necessária para a organização deve ser identificada e controlada.

Ex.: CONTROLE DE DISTRIBUIÇÃO DE DOCUMENTOS

-

(sofre obsolescência)

NO M E DO DO CUM E NT O NÚM E RO DI RE T O RI A AD M IN IST R AÇ Ã O PR O D U Ç Ã O TR E IN A M E N TO VEN D AS CO M P RA S CO NT . DA Q UA L MA N U T E N Ç Ã O PL AN EJ AM EN T O Ve rif . d a re vi sã o Nº CÓ P IA S

-Número do Copiatário - 1 2 3 4 5 6 7 8 9 - -

Manual da Qualidade MQ - 01 1 1 1 1 1 1 1 1 1 - 9

Contr. de Docs e Registros PQ - 7.5 1 - 1 - - - 1 - - - 3

Planos de Amostragem ABNT -

(6)

m.a.perissinotto -

SGQ

-

6

ANÁLISE DE RISCO

Para toda e qualquer atividade há possibilidades, tanto de melhoria, como de erro, por isso necessitamos analisar os riscos. Esse processo é um dos muitos que nos permitem pensar e agir preventivamente. Uma metodologia aplicável com bons resultados pode ser o FMEA.

Exemplo de registros da análise de riscos - cedido pela AASP – Associação dos Advogados de São Paulo

TABELAS ORIENTATIVAS PARA PONTUAÇÃO DA ANÁLISE DE RISCO

PR

O

B

A

B

IL

ID

A

D

E

Probabilidade

%

HISTÓRICO

PTOS

>1 em 10 10 Ocorre na maioria das situações

5

1 em 10 1 Provavelmente Ocorrerá

4

1 em 1000 0,1 Pode ocorrer em algum momento futuro

3

1 em 10000 0,01 Pode ocorrer, mas é improvável que ocorra

2

1 em 100000 0,001 Pode ocorrer, ma só em situações excepcionais

1

IMPACTO

Pessoal Machucado ou indisposição que não requer tratamento médico. Machucado ou indisposição que requer tratamento médico. Ferimento sérios causando afastamento inferior a 15 dias.

Ferimento sérios causando afastamento superior a 15 dias.

Morte ou muitos ferimentos com risco de vida.

Imagem

Falha observada internamente sem percepção por parte do cliente. Falha observada internamente podendo ser percebida pelo cliente. Manifestação do cliente sem registro de reclamação Manifestão do cliente com registro de reclamação Perda do cliente por falta de confiança Operacional Pequenos erros em sistemas ou processos identificado internamente e que não impacta o cliente Erros em sistemas ou processos identificado externamente e que não impacta o cliente Erros em sistemas ou processos identificado internamente e que pode impactar o cliente Erros em sistemas ou processos identificado externamente e que pode impactar o cliente Erros graves impactando o cliente Financeiro

< 1% do faturamento

$

2.5% do faturamento

2$

> 5% do faturamento

3$

> 10% do faturamento

4$

>25% do faturamento

5$

Ptos

Insignificante Baixo Menor Maior Catastrófico

1

2

3

4

5

(Orientação = Impacto X Probabilidade)

RI

S

CO

S

Quase certo

M

(1.5)

A

(2.5)

A

(3.5)

E

(4.5)

E

(5.5)

Provável

M

(1.4)

M

(2.4)

A

(3.4)

A

(4.4)

E

(5.4)

Possível

B

(1.3)

M

(2.3)

M

(3.3)

A

(4.3)

E

(5.3)

Improvável

B

(1.2)

M

(2.2)

M

(3.2)

A

(4.2)

A

(5.2)

Raro

B

(1.1)

B

(2.1)

M

(3.1)

M

(4.1)

A

(5.1)

(7)

PAINEL DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

Atividade/ Fluxo

Risco Identificado

Tipo do

Risco Probab.

Consequência p/ a organização

Impac Financ

Classif. de Risco

Mitigadores Eficác. O Risco é Aceitável?

Ação recomendada

(se cabível) Respons.

i - (Setor)

ii - (Seção)

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

1

- Descrever a atividade

2

- Descrever o tipo de risco identificado.

3

- Tipo de Risco ( Pessoas, Imagem, Operacional, Financeiro).

Pode zser mais de um, por ex.: Operacional / Imagem)

4

- Estimar a probabilidade da ocorrência e marcar a pontuação, conforme tabela, (

1

,

2

,

3

,

4

,

5

).

5

- Em acontecendo o risco previsto, descrever quais as consequências para a empresa.

6

- Pontuar, conforme tabela, o nível de impacto (

1

,

2

,

3

,

4

,

5

).

7

- Avaliar o risco financeiro e pontuar, conforme tabela (

$

,

2$

,

3$

,

4$

,

5$

).

8

- Classificar, conforme tabela, o nível de risco (

E

xtremo,

A

lto,

M

édio,

B

aixo).

Orientação: Produto do Impacto X Probabilidade

9

- O que existe hoje, ou pode ser implementado, para mitigar o risco em análise.

10

- Analisar a eficáia dessa ação para mitigar o risco é "

S

uficiente" ou "

I

nsuficiente".

11

- Analisar as consequências da aceitação da ação mitigadora, em algumas situações, para uma eficácia "Suficiente" é interessante uma ação.

12

- Quando cabível, descrever a ação recomendada.

(8)

m.a.perissinotto -

SGQ

-

8

Exemplo.:

PAINEL DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

Atividade/ Fluxo

Risco Identificado

Tipo do

Risco Probab.

Consequência p/ a organização

Impac Financ

Classif. de Risco

Mitigadores Eficác. O Risco é Aceitável?

Ação recomendada

(se cabível) Respons.

1- Usinagem

1.1- Tornearia

Preparar Ferramenta

de Corte (solda a prata)

Queimadura Pessoal

3

Afastamento do Funcionário +

Atraso na Produção

3

2$

(3.3)

M

Uso de EPI, Luvas

Suf.

Sim

Não requer ação -

Usinar diâmetro

Superfície Irregular Rugosidade

Alta

Operacional

4

Peça Sucateada

2

3$

A

(4.2)

On The Job

Trainning

Suf.

Não

Disponibilizar padrão de

rugosidade para o operador Ger. Setor

Diâmetro acima da Tolerância

Operacional

1

Operação adicional

2

3$

B

(1.2)

Micrômetro

Calibrado

Suf.

Sim

_

Diâmetro abaixo da Tolerância

Operacional

4

Peça Sucateada

2

3$

A

(4.2) Idem

Suf.

Não

Calibrador de boca P-NP

Treinamento do Oprador CQ

2- Expedição

2.1- Embalagem

Embalar as peças em

sacos plásticos, conf, plano

de embalagem

Quantidade a menor do especificado

Operacional

/ Imagem

3

Confiabilidade do cliente

abalada, possível perda

5

4$

(5.3)

E

manual pelo Contagem

colaborador

Ins.

Não

Aquisição de uma balança

(9)

RELAÇÃO DE ALGUMAS NORMAS APLICÁVEIS

TEMA NORMA APLICAÇÃO

Qualidade

NBR ISO 9001 Todos setores e escopos

NBR 15100

Aeronáutica - (equivalente às AS’s:

(AS 9100- Req. SGQ p/ Manufat. de Prod. Aero.) (AS 9110- Req. SGQ p/ Manut. Reparos e insp. Pçs Aero.) (AS 9120- Req. SGQ p/ Armaz. E distrib. de pçs Aero)

IATF 16949 Automobilística – (Technical Specification)

TL 9000 Telecomunicações

Sustentabilidade

NBR ISO 14001 Meio Ambiente

OHSAS 18001 Segurança e Saúde Ocupacional

(Occupational Health and Safety Assessment Services)

NBR ISO 45001 Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho

(mais abrangente que a OHSAS 18001)

SA 8000 Responsabilidade Social

NBR 16001 Responsabilidade Social - ( mais abrangente que a SA-8000,

preocupação com o “fora da empresa”)

NBR 15401 Gestão da Sustentabilidade para hotéis

NBR 9050 Acessibilidade

ISO 14064 Gases de efeito estufa

ISO/TS 29001 Petróleo, Petroquímica e Gás Natural

Tecnologia da

Informação

NBR ISO/IEC 27001 Segurança da Informação

(International Electrotechnical Commission)

ISO/IEC 20000 Gestão dos serviços de Tecnologia da Informação

*GoodPriv@cy Proteção e Privacidade dos Dados

Logística e

Transporte

*Transqualit Farmacêutico, Frigorificado, Aéreo

SASSMAQ Mód. Rodoviário e Estação de Limpeza

Construção Civil

PBQP-H Obras de Edificação/Saneamento/Urbanização

(Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat) Evolutiva D A

Saúde

ONA Serviços de Saúde (Organização Nacional de Acreditação)

NBR ISO 13485 Produtos para a Saúde

Alimentos

NBR ISO 22000 Alimentos

Laboratório de

(10)

m.a.perissinotto -

SGQ

-

10

AUDITORIA

A série da família ISO – 9001, enfatiza a importância da Auditoria da qualidade como uma ferramenta chave da

administração para se atingir os objetivos estabelecidos pela política da organização.

Além de atender a ISO-9001/2008 as auditorias permitem verificar se as atividades da qualidade estão de acordo com os planos e determinam se o sistema é efetivo, pois todo sistema entregue a si mesmo, só tende a

deteriorar-se ( Entropia ).

Os princípios básicos da auditoria são estabelecidos por: ISO-19011

TIPOS DE AUDITORIAS - As auditorias podem ser selecionadas em : Auditoria de:

PRIMEIRA PARTE SEGUNDA PARTE TERCEIRA PARTE

efetuada pela própria empresa ( auditoria interna )

efetuada pelo cliente ( auditoria externa )

efetuada por órgãos credenciados

Assegurar a manutenção e o desenvolvimento do

sistema de qualidade

Determinar a performance dos provedores exernos

Determinar que o SGQ de uma organização tenha sido documentado, implementado e demonstra a melhoria

contínua de acordo com normas específicas.

FASES DA AUDITORIA

PLANEJAMENTO

ð

REUNIÃO

ð

AUDITORIA

ð

REUNIÃO

ð

FOLLOW-UP

Preparação da Auditoria Realização Conclusão da Auditoria

1- PLANEJAMENTO

a) Elaborar um plano ( macro ) de Auditoria determinando, por exemplo, os meses de execução das mesmas.

b) Com antecedência, elaborar um plano ( micro ) com as datas, horários, equipe auditora e itens da norma a serem auditados nas áreas definidas.

c) Deixar claro a imparcialidade do auditor.

2- REUNIÃO DE ABERTURA

No plano (micro) prever um horário para uma reunião introdutória, com a participação dos auditados e da equipe auditora, onde deve ser enfatizado que o “espírito” de uma auditoria é o de constatar a aderência à norma de referência.

Ter em mente que a postura, tanto dos auditados como da equipe auditora deve ser pró-ativa, ou seja, o resultado da auditoria tem como premissa agregar valor ao sistema.

3- AUDITORIA

ALGUMAS RESPONSABILIDADES DOS PARTICIPANTES EM UMA AUDITORIA

AUDITOR LÍDER

- Gerenciar todas as fases da auditoria; - Elaborar uma Lista de Verificação; - Selecionar a equipe

...entre outras....

EQUIPE AUDITORA

- Verifica se os elementos para o sistema existem e estão implementados;

- Registra todas as observações tanto de conformidade como, e principalmente as de não conformidade;

- Mantém conduta ética e trata todas as informações obtidas com estrita confidencialidade;

...entre outras...

AUDITADO

- Providencia acesso às instalações e documentação exigida

- Coopera com o auditor e providencia uma contra- parte

- Implementa quaisquer ações corretivas que tenham sido abordadas ... entre outras ...

EFETUANDO A AUDITORIA

Comprovando: O auditor deve sempre procurar fatos e não suposições

Perguntando:

O auditor não deve fazer perguntas que possam ser respondidas com um simples “sim ou não “. As seis palavras importantíssimas para o auditor:

Onde, Quando, Porque, O Que, Quem, Como?

ex.:

1- Como é processado o trabalho de rotina?

2- Quando surge um trabalho não rotineiro, como o sistema funciona?

Verificando: Se em uma resposta alguém fizer referências a documentos ou arquivos, estes

(11)

Ouvindo:

Se o representante ou supervisor quiserem responder pelo executor, polidamente solicite que a pessoa tenha liberdade de responder.

Por outro lado se um gerente admitir que não segue um procedimento ou contrato o auditor deve aceitar a colocação e lavrar uma não-conformidade.

Olhando: Quando voce sabe o que procura é surpreendente quanta coisa voce consegue ver

num simples olhar.

Conversando: Cuidado para não se envolver em discussões, quando houver qualquer alteração,

controle-se mudando de assunto, voltando ao mesmo assunto mais tarde.

Tomando Nota:

O auditor deve registrar as evidências de conformidade, bem como tomar nota das

informações factuais que darão origem à não conformidade. ( NÃO CONFIE NA MEMÓRIA )

Todo processo deve ter, bem definido, as entradas, as saídas, as atividades e os recursos, portando em uma auditoria não podemos deixar de perguntar:

(Orientações na apostila de ‘BOAS PRÁTICAS DE AUDITORIA” da FURNAS)

• Quais suas atividades pessoais no setor?

• Quais as atividades básicas realizadas no seu departamento?

• Quais as informações necessárias para iniciar o seu trabalho?

• De onde vem essas informações?

• Quem recebe o resultado do seu trabalho?

• Como voce sabe do resultado do seu trabalho?

DECLARAÇÃO DE

NÃO-CONFORMIDADE

1- Natureza do requisito que foi desobedecido ( FATO )

2- Definir a natureza

3 -Evidência objetiva ( não atendimento ao requisito “tal” da norma)

OBSERVAÇÕES: a) Qualificar o “problema “ da melhor forma possível.

b) Para cada não-conformidade encontrada, deverá ser feita uma declaração.

ESCREVENDO A DECLARAÇÃO DE NÃO-CONFORMIDADE

( cenário ):

Numa auditoria interna, foi encontrado, na produção, um tipo de peça sendo fabricada com desenho datado de ( 29/10/99 ), porém o desenho atualizado apresentava data ( 10/05/01 ). Contudo o responsável pela área, imediatamente trocou os desenhos e pediu ao auditor para retirar a não-conformidade, visto que a última data do desenho era apenas de registro de revisão.

Isso posto o auditor poderia retirar o apontamentol (?)

-

Apontamento com a descrição correta:

Ä No setor 200 ( usinagem ) , na máquina MQ-21, foi constatada a fabricação da peça n° 95G-99Y , com base

no desenho datado de 29/10/99, ao invés de 10/05/01 que era a última data, no entanto, o encarregado da área ( Sr. Luis ) alegou que não havia problema, pois a última data indicava apenas uma revisão.

Não há formalização de que o obsoletismo dos documentos deva ser definido pelo encarregado do setor.

Isso evidencia o não atendimento ao requisito 7.5.2 da norma.

Exercício:

( FATO ou INFERÊNCIA) Leia cuidadosamente o texto abaixo e classifique cada uma das

declarações como F ou I.

Eduardo, engenheiro projetista da Acerto S/A., foi incumbido de participar de uma reunião prevista para as 11:00h, no escritório do Sr. Roberto, da PX Ltda, a fim de discutir detalhes sobre as especificações técnicas para atender a um grande fornecimento. No trânsito, o engenheiro envolveu-se em um acidente e como resultado ficou machucado. No instante em que a Sra. Rosicleta da PX recebeu a notícia do acidente, João, o motorista, estava levando Eduardo para o hospital afim de fazer raio “X”. A Sra. Rosicleta ligou para o Sr. Jun, de compra, que ligou para o hospital, mas ninguém lá parecia saber sobre Eduardo. É possível que o Sr. Jun tenha ligado para o hospital errado.

Fato: declaração que pode ser determinada na leitura do texto= Verdade, Realidade

(12)

m.a.perissinotto -

SGQ

-

12

F I

1 Eduardo é um engenheiro mecânico da área de projetos

2 Eduardo é o Gerente de Projetos da Acervo S/

3 Roberto é o Diretor da PX Ltda

4 Eduardo se encontrará com o Sr. Roberto, no escritório deste

5 A reunião para a qual Eduardo se dirigia estava marcada para 11:00h

6 O acidente ocorreu nas imediações da Acerto S/A

7 Eduardo foi levado ao hospital para fazer raio X

8 Ninguém no hospital contatado pelo Sr. Jun sabia sobre Eduardo

9 O Sr. Jun contatou o hospital errado

10 A Acerto S/A fechou contrato para um grande fornecimento

11 Não há evidências das especificações, no escritório do Eduardo

12 O acidente com Eduardo foi no caminho para a PX

13 A Sra. Rosicleta é a secretária do Sr. Roberto

14 O Sr. Jun é o diretor de compras da PX

4-REUNIÃO DE ENCERRAMENTO

RELATÓRIO: deverá conter as possíveis não-conformidades e observações e, ser escrito ao término da auditoria após uma reunião com a gerência do auditado.

5- FOLLOW-UP

As possíveis não conformidades apontadas devem ser sanadas pelas respectivas áreas, no entanto é mister que haja um acompanhamento para evidenciar a implementação das ações tomadas e posteriormente verificar

a eficácia dessas ações.

ANÁLISE DE CENÁRIOS

Cada uma das seguintes situações pode evidenciar uma falha na Gestão da Qualidade conforme estabelecem os requisitos da ISO 9001/2008.

Analise cada uma das afirmativas abaixo e escreva o número da cláusula da ISO 9001/2008 que está diretamente relacionada com a "não-conformidade". Se houver mais do que uma cláusula que seja relevante, o grupo deve escolher aquela mais representativa da não conformidade. Caso haja duas ou mais não conformidades, estas devem ser apontadas.

Exemplos:

a)-

Há um sistema de avaliação de fornecedores baseado em critérios sobre resultados de questionários de auto avaliação.

Item: 8.4.1 - não há NC

b)-

Numa reunião de auditoria de certificação, questionado sobre a Política da Qualidade, o presidente da empresa afirmou categoricamente que havia delegado para o Gerente do Controle da Qualidade a elaboração e aprovação da mesma, mostrando um documento que provava sua afirmação.

NC - Item: 5.2.1 - (alta administração não é o gerente, e quem provê recursos deverá aprovar)

c)-

Um produto foi entregue na quantidade de 600 quilos para o cliente X. Este devolveu 300 quilos, pois seu pedido de

compra discriminava duas entregas de 300 quilos para serem faturadas separadamente. A área comercial alegou que não compensava fazer duas entregas e desperdiçar meia carga dos caminhões da empresa.

NC - item: 8.2.3 – ( a organização deve determinar os requisitos especificados pelo cliente)

Devemos ter em mente e, a norma exige, para toda e qualquer Não Conformidade (NC) é necessário uma análise para ser dada a “Disposição”, encontrar a causa raiz e avaliar a necessidades de ações para que a NC não ocorra novamente, dentro da organização. A grande dificuldade nessa tarefa é a de definir a causa raiz.

Existem várias metologias a serem aplicadas para facilitar esse trabalho, contudo se não houver comprometimento e dedicação, todo o trabalho será inócuo.

1-“Se eu tivesse apenas uma hora para salvar o mundo, eu gastaria 55 minutos para definir o problema e 5 minutos para resolvê-lo”.

(13)

TESTE SEU CONHECIMENTO NA ISO 9001

Para cada afirmação a seguir sobre a ISO 9001:2015, responda com verdadeiro ( V ) ou falso ( F ) no local

apropriado, escrevendo o número do requisito de cada norma.

As normas ISO 9001:2015 exige:

V/F

1. Preparação de um Manual da Qualidade.

2. Preparação de procedimentos documentados para todas as atividades.

3. Todos os materiais usados no produto devem ser rastreados até sua fonte.

4. Todos fornecedores que afetam a qualidade devem ser auditados.

5. Toda NC de produto/serviço deve gerar ação corretiva.

6. Áreas de estocagem fechadas para evitar entrada de pessoas não autorizadas.

7. "Back-up" dos registros da qualidade no caso da destruição da versão em uso.

8. Procedimento documentado para Análise Crítica de Contrato.

9. Análise crítica de projeto conduzida por pessoal independente daquele que tem responsabilidade direta pelo trabalho.

10. Inspeção realizada por pessoal independente daquele que tem responsabilidade direta pelo trabalho.

11. Pessoal designado para inspeção de produto deve ser qualificado.

12. Auditores devem ser treinados em cursos externos.

13. Registros de contrato arquivados pelo tempo de vida do contrato.

14. Intervalos fixos para realização de auditorias internas.

15. Auditorias dos materiais estocados.

16. Relatório de concessão enviado ao cliente para todos produtos retrabalhados.

17. Uso de Controle Estatístico de Processo.

18. A Política da Qualidade, comunicada e entendida por toda a organização.

19. Reclamações de clientes devem ser tratadas formalmente.

20. Divulgação da política da qualidade através de quadros e cartões.

21. Procedimentos não podem ser na forma de diagrama ou fluxograma.

22. Reter informação documentada para as verificações das eficácias de treinamento.

23. Fornecedores devem ser avaliados com base na sua capacidade em atender aos requisitos de quem compra.

24. A empresa para se certificar deve se adequar a todos os requisitos da norma.

25. O Departamento Financeiro deve ser incluído no SGQ.

26. É obrigatório fazer constar na política da qualidade o compromisso com a melhoria contínua da eficácia do SGQ.

(14)

m.a.perissinotto -

SGQ

-

14

28. O registro de Análise Crítica pela Direção deve conter recomendações para melhoria e “follow-up” das ações previstas em outras análises críticas.

29. Os treinamentos devem ter sua eficácia avaliada.

30. Cada funcionário deve saber o impacto e as conseqüências potenciais decorrentes de desvios em seus procedimentos de trabalho.

31. Os produtos armazenados devem ter sua condição avaliada periodicamente.

32. A organização deve coletar dados de várias fontes de medição para identificar oportunidades de melhoria.

33. A organização deve ser responsável por proteger o produto durante o processo de entrega.

34. Os contratos acertados entre a organização e os clientes devem ser documentados pela organização.

35. O SGQ deve ser documentado, implementado, mantido e melhorado.

36. Requisitos de saúde e segurança que afetam os empregados devem ser considerados e possuírem procedimentos documentados.

37. Periodicamente a eficácia das inspeções deve ser avaliada.

38. A Alta Administração deve analisar criticamente e aprovar todas as alterações na documentação que afeta a qualidade.

39. Todos na empresa devem conhecer os seus dados referentes ao SGQ e sua eficácia.

40. Os registros da qualidade devem ser analisados, mesmo que nenhum problema tenha acontecido.

41. As atividades de controle de processo devem ser registradas.

42. Todos os instrumentos (medição), da empresa devem ser calibrados. mensalmente

43. A Alta Direção deve indicar um Representante da Direção.

44. Entender as necessidades e expectativas de partes interessadas.

45. A Alta Direção deve demonstrar comprometimento com relação ao foco no cliente.

46. Cuidado com propriedade pertencente ao provedor externo.

47. Ações para abordar riscos e oportunidades.

48. Reter informação documentada de planejamento de mudanças.

49. A organização deve definir ações para eliminar as causas de NC`s.

50. Análise de dados para avaliar onde melhorias do SGQ podem ser feitas.

51. A alta direção deve determinar uma pessoa específica para cuidar do SGQ.

52. A análise de risco deve ser feita somente para os processos produtivos.

53. Instrumentos de medição devem ter no seu corpo a situação de calibração.

54.Melhorias só podem ser apresentadas pela alta direção.

(15)

Exercícios (consultando a norma) – AUDITORIA

Para as constatações abaixo, verificar se há NC, ou não e, para cada constatação apontar o número do requisito de cada norma.

1. Todos os paquímetros da empresa têm sido usados por vários anos sem nunca terem sido aferidos a fim de garantir que ainda apresentavam a exatidão necessária para medir as peças na produção.

2. Um operador encarregado de verificar a temperatura de dado processo produtivo não estava ciente de que a medida somente seria confiável se registrada após atingido o regime térmico. O operador tinha aprendido a executar o teste observando outro operador, e não sabia da existência de instruções escritas detalhadas sobre a maneira correta de executar o teste.

3. O Departamento de Controle da Qualidade tendo consultado o Departamento de Projeto, recusou-se a assinar o certificado de liberação de um lote de produtos “não-conforme”. O certificado foi assinado dois dias depois, após pressão do Gerente Geral.

4. Um engenheiro de manutenção da empresa foi chamado a executar um trabalho de manutenção numa máquina projetada e instalada pela sua própria companhia. Chegando ao local, o engenheiro descobriu ser impossível alcançar certas partes do painel de controle que exigiam troca.

5. Foi encontrada ao lado de uma injetora de plástico uma caixa contendo vários conjuntos de gabinete de TV sem identificação. A operadora declarou que ela havia rejeitado aquele material e o mesmo estava aguardando uma solução de “alguém” responsável, mas que ela não soube precisar quem seria esse “alguém”.

6. No setor de projetos, o desenho final aprovado pela Engenharia possuía dimensões maiores que aquelas previstas por Marketing. Não havia aprovação de Marketing para o desenho final, apesar dos procedimentos exigirem tal aprovação.

7. O Departamento de Compras colocou um pedido de compra para um novo fornecedor de matéria-prima, que não constava na “Lista de Fornecedores Homologados”, pois o preço oferecido era significativamente menor que dos demais. Nenhum outro departamento foi consultado ou prestou orientação.

8. O sistema de identificação da empresa define que latas de tinta não são identificadas individualmente e sim através de localização física por boxes numerados que estão indexados num sistema de computador. Foram encontrados dois materiais diferentes no mesmo box. Um produto estava na condição reprovado e o outro liberado conforme declaração do responsável da área. Consultado o sistema, não havia indicação do produto liberado, ou seja, todo o box estava na condição bloqueado (não conforme).

9. O operador ( auto-controle) estava inspecionando determinada peça conforme o desenho número DE - 056 revisão 1. Este desenho já havia sido substituído pela revisão 2, contudo essa revisão não demonstrava nenhuma alteração significativa.

10. Um carregamento de carvão, usado na produção de cimento, foi descarregado diretamente na produção, apesar do resultado do teste de umidade (previsto no plano de inspeção de recebimento) ainda não estar disponível. Nada foi comunicado à produção.

11. Na linha de montagem de placas de circuito impresso, vários operadores não estavam utilizando a pulseira anti-estática, tal como determinado no plano da qualidade.

12. Um relatório de inspeção mostrou que 20% das peças de um lote deixaram de receber tratamento térmico. A gerência não tinha conhecimento do fato de que, de acordo com os últimos Relatórios de Inspeção, esta era a vigésima vez que havia acontecido tal fato, sem registros de segregação dessas peças não-conforme.

13. A instrução de controle de processo determina que a velocidade de rotação do forno seja verificada a cada hora, sendo sua especificação entre 3 e 3.5 rpm. O tacógrafo utilizado apresenta resolução de 1 rpm.

14. Numa fábrica de óleo lubrificante, não foram evidenciados os registros de verificação da eficácia dos treinamentos executados.

(16)

m.a.perissinotto -

SGQ

-

16

16. No final da linha de montagem de componentes eletrônicos existe uma operadora responsável pela embalagem e marcação dos produtos. Para ganhar tempo, a moça identificou várias caixas vazias. No momento que entrou um novo produto na linha, muito parecido com o anterior, ele foi embalado nestas caixas.

17. Na construção de um hospital, houve desentendimento entre as equipes de instalação de hidráulica e ar condicionado. Os dutos de esgoto e ar condicionado estavam passando muito próximos de uma caixa de inspeção, o que poderia causar mau cheiro na circulação do ar. Descobriu-se que os projetos haviam sido feitos por empresas distintas.

18. No controle de recebimento de embalagens plásticas é utilizada uma ficha editada pelo sistema contendo instruções de inspeção conforme pede o procedimento específico. Um registro analisado mostrou que para um lote de 2160 embalagens, foi usada uma amostra de 216 peças. Consultada a norma sobre inspeção por amostragem, verificou-se que para um lote de 2160 peças, nenhum plano de amostragem indicava amostra de 216. O responsável pela área alegou que era hábito retirar amostras correspondentes a 10% do tamanho do lote.

19. No plano de calibração para termômetros estava descrito que anualmente eram adquiridos novos termômetros com certificados de calibração e os antigos retirados da produção e descartados e, que desta forma estava garantida a não utilização de instrumentos fora de calibração pela produção.

20. O plano de controle, de uma estamparia, prevê para inspeção final um gabarito de propriedade do cliente e cedido ao fornecedor. Esse gabarito não possui evidências de controle de calibração, ou verificação. O encarregado alegou que a responsabilidade é do cliente, porém não foi evidenciados registros que comprovem essa afirmação.

21. O cliente determinou a necessidade de pronto atendimento. O fornecedor converteu esse requisito internamente para atendimento em até dois minutos de espera e definiu para esse objetivo uma meta de 90% dos atendimentos. Registros internos demonstram que esse requisito está sendo atingido em 95% dos atendimentos. Na última pesquisa da satisfação de clientes no requisito “tempo de atendimento” o resultado foi de 50% de satisfeitos.

22. Uma estamparia para a indústria automobilística, com o escopo “Fabricação e venda de ...” alega para a exclusão do item 8.3, que a empresa não desenvolve nenhum produto. Todos os projetos vêm da matriz na Alemanha, e cabe à empresa somente a fabricação sem autonomia para alteração de qualquer requisito do projeto original.

23. Num estudo de redução de custos, a montadora diminuiu a especificação da espessura da mangueira da direção hidráulica e aplicou nos modelos a partir 2015. Após 3 meses, várias ocorrências surgiram de incêndio do carro. Ao estudar o problema, detectou-se que a mangueira estava passando por áreas quentes do motor e acabou furando, jogando óleo, e provocando incêndio.

Referências

Documentos relacionados

A combinação dessas dimensões resulta em quatro classes de abordagem comunicativa, que podem ser exemplificadas da seguinte forma: interativo/dialógico: professor e

restinga (triângulos) e Mata Atlântica (quadrados) consideradas para a análise de similaridade na composição de espécies de pequenos mamíferos.. viii Figura 7: Espécies

Somente serão elegíveis os candidatos que tenham obtido um percentual de 60% do score total possível nos referidos testes, aplicados em uma das seguintes instituições:

ção do Instituto de Desenvolvimento e Inspecção das Condições de Trabalho (IDICT) de 2 de Abril de 2002 e ao abrigo do artigo 28. o 204/98, de 11 de Julho, faz-se público que,

As diretrizes técnicas adotadas para a escolha das oito áreas prioritárias não foram claramente informadas, sendo definidas da seguinte forma no Termo: “selecionadas pelo Corpo

Com o objetivo de analisar como os gêneros orais vem sendo desenvolvido em sala de aula, esta pesquisa parte do entendimento de que esses gêneros vêm sendo pouco trabalhado

Para esse intento, primeiramente apresentamos as influencias do Mito dos Vigilantes na tradição enoquita e judaica em geral, para depois analisarmos suas contribuições para

a1 (2002), a Metodologia está referenciando não somente a dimensão usabilidade, mas também a dimensão contexto do usuário, visto que, com tal contexto (usuários e