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PLANO DE ACTIVIDADES E ORÇAMENTO

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Cooperativa de Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas de Fafe, CRL.

PLANO DE ACTIVIDADES E ORÇAMENTO

2013

Versão do Documento: 01

Elaborado: Direção em: OUT 2012

Aprovado: Direção (Acta nº 162) em: 07 11 2012

Assembleia Geral (Acta nº 74) em: 19 11 2012

Comunicado: Assembleia Geral (Acta nº 74) em: 19 11 2012

Disseminado: Intranet / Secretaria / Email / Correio em: NOV 2012

em:

Entrada em vigor a partir de: 01 01 2013 Revisão em: OUT 2013

Rua 9 de Dezembro, n.º 99 – Monte S. Jorge – 4820-161 FAFE

Tel.: 253 490 830 – Fax.: 253 490 839 - E-mail.: [email protected]

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SÍNTESE DE APRESENTAÇÃO

1. NOTA DE APRESENTAÇÃO ... 4

2. PONTOS DE PARTIDA ... 8

3. OBJECTIVOS, ACTIVIDADES E METAS ... 9

4. OBJECTIVOS DE QUALIDADE E SATISFAÇÃO ... 13

5. INICIATIVAS/ACTIVIDADES NO ÂMBITO DA GESTÃO DA QUALIDADE ... 13

6. RECURSOS HUMANOS ... 14

7. RECURSOS FISICOS E EQUIPAMENTOS (Funcionamento) ... 16

8. PLANO DE INVESTIMENTOS ... 17

9. PARCERIAS ... 17

10. PROJECTOS DE INOVAÇÃO/NOVOS SERVIÇOS ... 18

11. MENSAGEM FINAL… O ANO EM PERSPECTIVA ... 19

12. ORÇAMENTO ... 20

13. PARECER DO CONSELHO FISCAL ... 24

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3

PLANO DE ACTIVIDADES

2013

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1. NOTA DE APRESENTAÇÃO

Aprovado o Plano Estratégico para o período 2013-2015, o Plano de Actividades que aqui se apresenta tem como objectivo indicar as principais linhas de orientação sobre as actividades não correntes a desenvolver no ano de 2013.

Como se sabe, o ano de 2012 foi bastante crítico e obrigou-nos a tomar medidas urgentes com vista ao reforço das condições de sustentabilidade, procurando sobretudo evitar aumentos de despesa incapaz de ser suportada pela organização nos anos próximos.

Não estamos seguros de que as medidas tomadas sejam suficientes para equilibrar os orçamentos com que vivemos. Sabemos também que o período de crise económica e financeira que atravessamos não nos permite fazer grandes previsões futuras nem avançar com projectos que impliquem mais comprometimento de encargos do que aqueles que estamos a suportar. Por isso, a prioridade absoluta em 2013 deverá ser pautada por actividades com poucas implicações financeiras e muita engenharia de soluções, tais como as seguintes:

 Manter os serviços protocolados para responder às necessidades dos clientes/utentes e assegurar as responsabilidades dos programas e medidas aprovadas;

 Gerir eficazmente todos os recursos e meios, de todos os sectores e áreas de trabalho, por forma a aumentar a eficiência da organização;

 Concluir as medidas de requalificação das áreas oficinais de formação profissional, cujo investimento irá permitir o aumento das condições e qualidade da formação mas também a garantia das condições de cidadania e participação dos formandos, ficando, finalmente, com um espaço reservado para se poderem juntar e discutir os seus problemas;

 Reforçar a comunicação interna a fim de nos manter alinhados com os objectivos

da organização;

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 Melhorar a comunicação com o exterior, sobretudo através do site institucional, com objectivo de divulgar mais e melhor os produtos e serviços, aumentar o número de Associados e Amigos da CERCIFAF e criar mais envolvimento com os agentes da comunidade.

Caros membros dos Órgãos Sociais, caros colegas de trabalho;

Para 2013, o Plano e Orçamento que elaboramos corresponde às expectativas de equilíbrio financeiro que consideramos essenciais e permite responder às necessidades das famílias e dos clientes ao nível dos serviços que prestamos.

Há uma grande aposta neste Plano relativamente à inovação que pretendemos fazer nos domínios da organização e valorização dos serviços e também ao nível da comunicação e divulgação de conteúdos, na informação institucional e nos eventos com impacto público.

Nesse sentido, iremos implementar um conjunto de práticas de trabalho que nos possibilitem aprofundar os processos e metodologias de intervenção, que nos permitam retomar as partilhas de conhecimento através do intercâmbio com outras organizações, e que nos permitam aumentar a colaboração das pessoas da comunidade no desenho e desenvolvimento das acções a realizar pela CERCIFAF.

A par das actividades correntes, previstas para 2013, e que constam dos respectivos planos de actividade das Unidades, é importante sublinhar as seguintes acções onde a CERCIFAF terá de mostrar empenho, eficácia e qualidade:

 Na obtenção da Certificação como Entidade Formadora, que nos permita continuar a desenvolver acções de formação;

 Na renovação da Certificação da Qualidade EQUASS, aprofundando a

implementação de melhorias de Qualidade nas Unidades e Serviços;

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 Na abertura do novo site institucional que nos permitirá comunicar e divulgar melhor;

 Na participação da campanha do Pirilampo Mágico, potenciando ao máximo este período para sensibilizar a sociedade para as nossas causas;

 Na celebração do 35º Aniversario da CERCIFAF com acções alusivas não só à efeméride mas também à história da instituição.

Neste sentido, algumas actividades de impacto estão previstas para comemorar os nossos 35 anos, salientando-se como exemplo:

 A realização da 1ª Gala Solidária, com objectivos de angariação de fundos e promoção da imagem da CERCIFAF;

 A realização da Marcha da Solidariedade, acção que será definida tendo em conta o envolvimento de utentes/clientes e da comunidade fafense;

 A realização de um Encontro de Famílias, programado para Março, donde se pretende que surja um representante das famílias;

 O apetrechamento e inauguração da sala dos formandos que finalmente passarão a ter um espaço para reunir e dinamizar as suas actividades. Essa inauguração deverá coincidir com um programa de actividades que será oportunamente anunciado.

Relativamente aos investimentos, temos prevista a aquisição de uma viatura ligeira e a substituição de equipamentos informáticos, situações que serão resolvidas em função das prioridades e disponibilidades existentes.

Não sendo demasiado pessimistas nem optimistas, para 2013 só queremos que todos

entendam o esforço que em conjunto deveremos fazer para manter de forma equilibrada

a normalidade do funcionamento e o cumprimento atempado de todas as obrigações.

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7 Nesse sentido, estaremos, como sempre, abertos para discutir e resolver questões importantes que se venham a colocar, quer na vida dos colaboradores quer na vida da organização.

Muito obrigado a todos

CERCIFAF, 19 de Novembro de 2012

A Direcção

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2. PONTOS DE PARTIDA

Os objectivos previstos no Plano de actividades de 2013 foram estabelecidos tendo essencialmente como ponto de partida:

1.1 As orientações que constam no Plano Estratégico para o triénio 2013-2015;

1.2 As directrizes ao nível da prestação de serviços para corresponder às necessidades e expectativas dos nossos clientes;

1.3 Os indicadores críticos que foram indicados no Diagnóstico de Necessidades;

1.4 As previsões relativas à execução física e financeira de 2012, cujas informações são tidas em conta neste Plano;

1.5 As melhorias a realizar, previstas no Plano anual de Melhoria Contínua;

1.6 As perspectivas de inovação organizacional;

1.7 Os trabalhos e acções a desenvolver com vista à renovação da Certificação da Qualidade EQUASS e as actividades necessárias para obter a certificação pela DGERT como Entidade Formadora;

1.8 Os projectos e eventos essenciais que pretendemos dinamizar para manter activa a ligação às Pessoas e às Comunidades.

Nos quadros que se seguem apresentamos o alinhamento das acções/iniciativas a realizar em 2013, de modo a cumprir os objectivos estratégicos definidos para o triénio.

As actividades de prestação de serviços correntes constam dos Planos de Actividades das

respectivas Unidades/Serviços, funcionando como instrumentos de programação operacional e

de monitorização do desempenho organizacional.

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3. OBJECTIVOS, ACTIVIDADES E METAS

2013

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10 Objectivo Estratégico 1 - Aumentar as condições de Sustentabilidade da Organização.

Sub-Objectivos: Actividades Indicador e Meta Execução (até) Responsáveis

Aumentar a capacidade de auto-financiamento;

Negociar com a banca melhorias nas condições de depósitos e empréstimos efectivos.

Propor a atribuição de subsídio anual pela Autarquia para a prática de desporto adaptado.

Rever acordos de cedência/ocupação dos espaços nos pavilhões de Medêlo;

Rever acordos e propostas de fornecimentos de serviços

Externos (combustível, energia, reparações, seguros, fornecimento de materiais e matérias-primas).

Obter melhorias financeiras sem aumento dos preços mercado.

Conseguir apoio para sustentar despesas com treino e competição de desporto adaptado.

Aumentar receitas de cedência dos pavilhões em 10%.

Diminuir 10% os encargos de despesa anual.

Até Dezembro

Até Fevereiro

Até Março Janeiro-Fevereiro

Lino Silva Armando Teixeira Luís Roque Dir. Executiva Dir. Executiva

Aumentar os protocolos para prestação de serviços;

Reunir com os responsáveis da Segurança Social;

Elaborar e entregar proposta de aumento dos acordos CAO.

Insistir com proposta de Serviço de Apoio à vida Independente.

Fazer 2 reuniões com responsáveis;

Conseguir aumento de 10 utentes com protocolo CAO;

Conseguir acordo para apoiar 10 utentes pelo SAVI.

Até Dezembro Luís Roque B.Costa

Rever comparticipações das Famílias;

Encontro de Famílias

Realizar 3 sessões de grupo e analisar comparticipações.

Envolver cerca de 120 famílias no Encontro;

Conseguir uma melhoria de receitas de cerca de 5%.

Março Dir. Executiva

Coordenadores

Aumentar índice de rentabilidade dos sectores produtivos.

Rever organização e ajustamentos nas áreas do Enclave apresentando proposta de aumento da produtividade dos respectivos sectores.

Elaborar propostas de rentabilização do Polidesportivo e do mobiliário de eventos;

Analisar imputações de serviços (lavandaria, reparações e outros) às Unidades de prestação de serviços.

Apresentar e aprovar medidas e objectivos anuais de cada sector;

Aumentar preço da lenha 5%.

Aumentar 10% nas vendas de lenha e nas receitas totais sem encargos adicionais.

Aumentar receitas de alugueres 10%.

Ajustar despesas e receitas dos serviços;

Aumentar 20% a rentabilidade da lavandaria.

Até Janeiro Dir. Executiva

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11 Objectivo Estratégico 2 - Reforçar os níveis de Competitividade, Qualidade, Diversidade e Inovação dos Serviços.

Sub-Objectivos: Actividades Indicador e Meta Execução Responsáveis

Valorização do

conteúdo/prestação das Unidades/Serviços

Elaborar candidaturas ao INR

Realizar Workshop temático “ Reflectir, Criar, Inovar”

Realizar Intercâmbio de Técnicos da Formação Realizar Intercâmbio de Técnicos do CAO Elaborar relatório detalhado sobre a valorização.

Envolvimento de 50 técnicos dos vários serviços e entidades.

Participação de todos os formadores e técnicos do CFE;

Inclusão e participação de 10 formandos de vários cursos.

Envolvimento de todos os monitores e técnicos do CAO;

Apresentação de conclusões gerais.

Até Junho Junho - Outubro Junho - Outubro

Outubro

Coord. e Resp.

Serviços

Gestão da

Qualidade B.Costa

Consolidar a carteira de competências da Organização

Identificar e organizar carteira de competências por sector;

Publicar competências

Apresentação de Ficha de valor sobre o sector;

Criação de brochura sobre as competências residentes na CERCIFAF;

Divulgação carteira de competências.

Até Outubro

Coord. e resp.

Serviços

Gestão da

Qualidade Investir em acções de inovação Desenvolver acções criativas abertas à participação da

comunidade;

Organização de uma passagem de modelos inclusivos;

Organização da ‘1ª Gala Solidária’;

Maio-Junho Direcção

Sistematizar conhecimento Aprofundar e organizar conceitos na área da Reabilitação.

Definição dos textos, grafismos, imagem; Outubro Direcção

Identificar “Boas Práticas” Sistematizar ideias, conceitos e práticas de sucesso;

Recolher testemunhos credíveis;

Elaborar publicação e Promover a difusão electrónica e escrita.

Lançamento do Manual das “Boas Práticas” Outubro Direcção

Criar ideias para o futuro (serviços, eventos, instrumentos, conceitos, grafismos, imagens, etc…)

Identificar desafios a promover;

Organizar ideias de lançamento para o exterior.

Testar e obter ideias sobre o futuro da CERCIFAF;

Aumentar o envolvimento da sociedade.

Março Gestão da

Qualidade

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12 Objectivo Estratégico 3 - Inovar as medidas e meios de Comunicação e Divulgação.

Sub-Objectivos: Actividades Indicador e Meta Execução Responsáveis

Aumentar a eficácia de comunicação interna e externa

Testar acessos internos e virtuais;

Incluir informação de suporte ao desenvolvimento das actividades e serviços da organização;

Potenciar a recolha de dados, sugestões e reclamações.

Melhorar a sinalética de informação e orientação na cidade relativa à CERCIFAF.

Aumentar os acessos da página internet;

Aumentar o acesso electrónico à documentação por parte dos colaboradores;

Diminuir o tempo de resposta aos questionários de satisfação para 10 dias.

Aumentar o nº de respostas aos desafios e sugestões provenientes de todos os serviços.

Colocar sinalética adequada nos pontos principais de entrada e saída da cidade, com indicação para a CERCIFAF.

Janeiro

Até Dezembro

B.Costa

Rogério Timóteo Teresa Neves

Luís Roque José Luís Ribeiro

Promover as Actividades e Serviços da Organização

Privilegiar meios electrónicos de difusão externa Concluir linha de promoção e divulgação externa dos serviços;

Alargar a difusão a todos os concelhos de abrangência.

Aumentar os pedidos de adesão à CERCIFAF por via electrónica em 7%;

Aumentar as encomendas de lenha e serviços por via electrónica em 12%;

Janeiro-Março

Criar eventos com impacto social

Realizar a 1ª Gala “Pirilampo Solidário”

Organizar a ‘Marcha da Solidariedade’

Comemoração dos 35 anos da CERCIFAF

Testar novos modelos de solidariedade e envolvimento social;

Angariar fundos para aumentar condições de sustentabilidade dos serviços da CERCIFAF;

Potenciar a Inclusão das pessoas com deficiência.

Acrescentar parcerias e parceiros estratégicos;

Realização dos 35 anos de vida institucional, em local e programa a definir.

Maio/Junho

A definir

25 de Outubro

Comissão Organizadora

Olga Alves

Direcção

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13

4. OBJECTIVOS DE QUALIDADE E SATISFAÇÃO

5. INICIATIVAS/ACTIVIDADES NO ÂMBITO DA GESTÃO DA QUALIDADE

Actividades Incidência Período

Recepção da Consultoria ao Processo de Renovação da Certificação da Qualidade EQUASS

Organização

Parceiros 1º Trimestre

Preparação e envio da candidatura à Certificação como Entidade Formadora pela DGERT

Organização

1º Semestre Avaliação dos impactes das tecnologias na

recolha de informação, divulgação e envolvimento externo

Gestão da Qualidade 1º Semestre Acompanhamento e implementação:

- Desempenho Organizacional;

- Auditoria Interna;

- Acções de valorização dos serviços;

- Relatórios e Planos de melhoria;

- Inovação organizacional

Todas as áreas, unidades e

serviços Ao longo do ano

Avaliação da eficácia das revisões

efectuadas aos instrumentos de trabalho Conselho Técnico Ao longo do ano Monitorização das acções, de acordo com

modelo indicado. Todos os Serviços Ao longo do ano

Clientes Colaboradores

Famílias, Empregadores e outros Parceiros de

envolvimento

Outras Partes Interessadas

(Entidades Reguladoras E Financiadoras, Parceiros e

Sociedade em geral)

> 85% > 75% >80% > 85%

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14

6. RECURSOS HUMANOS

Na área de Recursos Humanos, ter-se-á em consideração o ajustamento dos recursos necessários em cada sector/serviço, procurando obter rácios de eficiência máxima, recorrendo a programas e voluntários para cobrir necessidades não pontuais.

O recrutamento de novos colaboradores só poderá verificar-se, com autorização da Direcção, por razões de:

1. Substituição indispensável de profissionais do quadro;

2. Aumento sustentado de serviços.

Os colaboradores em regime de Contrato a Termo Resolutivo irão ser objecto de apreciação, caso a caso, sendo os respectivos trabalhadores informados sobre a sua situação 60 dias antes do seu termo.

O Voluntariado e outros programas de trabalho social serão medidas a considerar, sobretudo para apoio aos trabalhos e tarefas de natureza pontual.

6.1. FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DOS COLABORADORES

Dada a formação especializada de que carecem os nossos profissionais assim como as iniciativas que têm sido realizadas, no actual momento verifica-se a necessidade de introduzir modificações no plano de formação interna.

Assim, serão introduzidas alterações que visem a possibilidade de frequência de formação no exterior que corresponda à efectiva necessidade da organização e aos interesses e motivações dos profissionais.

Internamente, iremos optar pela realização de curtas acções de actualização, de

preferência em formato workshop, potenciando o envolvimento e participação de

profissionais de outras entidades, assim como a participação de clientes/utentes, em

função de abordagens inovadoras e de modo a conseguir o alargamento da discussão e

(15)

15 das temáticas, aprender em conjunto, validar competências residentes e orientar metodologias e práticas de trabalho futuras.

Os locais de realização também foram equacionados como eixos importantes na partilha e difusão de informação sobre a CERCIFAF, possibilitando também mais conhecimento aos técnicos sobre os concelhos da nossa área de abrangência.

Nesse pressuposto, apresentamos um Plano que nos propomos discutir com os colaboradores, cuja orientação visa concretizar as seguintes acções:

PLANO DE FORMAÇÃO INTERNA

Acção-tipo Temática Colaboradores

a envolver Local Período Duração

(Horas) Parceiros Workshop 1 Reflectir, inovar, Criar 50 Vieira do

Minho 1ª S 6 ----

Intercâmbio CFE

(Acolhimento) Formar, incluir 20 Fafe 1º S 12 A definir

Intercâmbio CFE

(Visita) Formar, Incluir 20 A definir 2º S 12 A definir

Workshop 2

Aprofundar os serviços de residência e

alojamento institucional

15 Braga 1º S 6

Da Região de Braga AMAVE Intercâmbio

CAO - Visita

Inovação Ocupacional

(Musicoterapia) 10 A definir 1º S 6 APPACDM-

Coimbra Intercâmbio

CAO - Recepção

Construir caminhos para novas práticas

ocupacionais

15

Junta de freguesia de

Fornelos

2º S 12

A definir

Encontro de Dirigentes e Técnicos

Rever os diálogos nas Organizações de

Reabilitação

50 Cabeceiras de

Basto 2º S 6

A definir

Workshop técnico

Aprofundar metodologias e

técnicas de educação/formação

20 A definir 2º S 6

CERCIGUI Agrup. de Escolas

DREN IEFP Práticas de

Desporto Adaptado

Cidadania e

Participação 12 Polidesportivo

CERCIFAF 1º S 6 ANDDI

Práticas de inclusão

Inauguração do

“Espaço da Cidadania” 70 CERCIFAF 1º S 7

Clientes das Organizações

convidadas

Legenda: 1º S – 1º Semestre; 2º S – 2º Semestre.

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16

7. RECURSOS FISICOS E EQUIPAMENTOS (Funcionamento)

Irão verificar-se algumas mudanças na formação com a conclusão das obras de melhoria dos espaços oficinais. Está também prevista a aquisição de equipamentos informáticos para o apetrechamento do “Espaço da Cidadania” destinado ao uso pelos formandos na sua nova sala, assim como 1 viatura ligeira para melhoria das condições operacionais de funcionamento dos serviços e no apoio às acções a desenvolver no terreno.

Para além destes, a grande inovação esperada tem a ver com o lançamento do novo site institucional que possibilitará novas funcionalidades de comunicação interna e externa.

Recursos/Equipamentos Incidência Finalidade Período

Preparar novos espaços

físicos para a Formação CFE

Melhorar o funcionamento das áreas formativas e aumentar a dupla certificação

1º S

Organizar o Espaço da

Cidadania CFE Possibilitar a partilha entre formandos

Organizar actividades de inclusão 1º S

Reorganizar o

funcionamento da formação CFE Reformular os espaços formativos

Melhorar e reorganizar espaços livres 2º S

Adquirir 1 viatura ligeira Organização Apoiar as intervenções

Apoiar os serviços da instituição 1º S

Abertura do novo site

institucional Organização

Melhorar a comunicação interna Potenciar a divulgação de produtos e serviços

Promover iniciativas com o exterior

1º S

Legenda: 1º S – 1º Semestre; 2º S – 2º Semestre.

(17)

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8. PLANO DE INVESTIMENTOS

Projecto/Medida Período Montante

(Euros) Obs.

Renovação de equipamentos informáticos

1º Semestre 5.000,00 Investimento previsto para apetrechar a sala dos formandos e funcionar como

“Espaço da Cidadania”.

Mobiliário de apoio 1º Semestre 5.000,00

Aquisição de uma viatura

ligeira 1º Semestre 15.000,00

Os investimentos a efectuar com a divulgação e publicitação de cursos (folhetos, anúncios, etc…) não são aqui

considerados) Total do Investimento Anual 25.000,00

9. PARCERIAS

Tipo

de Parceiro Parceria Perspectiva de Valor acrescentado Período

Formação e Empregabilidade

Entidades Empregadoras

Celebração de 15 protocolos com novas empresas para Formação em Contexto de Trabalho

Emprego para 10 candidatos as medidas de Apoio à Colocação.

Emprego para 15 Clientes da Formação Profissional.

Anual

Estratégicas Empresários locais

Apoio ao desenvolvimento de projectos na área

Social. Anual

Inovação e

Desenvolvimento (A definir)

Rentabilização e gestão dos espaços do Polivalente de Ar Livre e Estrutura Física de apoio.

Convite a Organizações Privadas para apoio às iniciativas a desenvolver.

Anual

Legenda: 1º S – 1º Semestre.

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10. PROJECTOS DE INOVAÇÃO/NOVOS SERVIÇOS

Situação/Problema Melhorias e desenvolvimentos a introduzir Âmbito de

aplicação Período Aplicar novos

Referenciais de formação

Desenhar e Implementar aplicação de novos

referenciais de formação aos públicos-alvo. CFE 1º S

Certificação Académica

Aumentar a oferta de formação Inicial, de dupla certificação.

Diversificar as oportunidades de formação Contínua.

CFE 1º S

Candidatos à formação

Melhorar mecanismos de divulgação das

acções. CFE 1º S

Comunicação externa Inaugurar o novo site institucional.

Difundir informação relevante. Organização 1º S

Apoio à Vida Independente

Desenvolver todos os esforços para aprovar e implementar esta medida junto da Segurança Social.

Cidadania

Residência 1º S

Intervenção do CRI

Propor melhorias nas condições dos espaços físicos de intervenção nas escolas.

Iniciar intervenções no início do ano lectivo.

Diversificar actividades de Transição para a Vida Activa.

Agrupamentos

CRI 2º S

Legenda: 1º S – 1º Semestre; 2º S – 2º Semestre.

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11. MENSAGEM FINAL… O ANO EM PERSPECTIVA

Dissemos no passado ano que a CERCIFAF “tem um quadro de inovação a desenvolver e novos serviços a criar que auguram uma nova filosofia de trabalho e um novo Horizonte de Futuro no seio das Organizações de Solidariedade Social”.

Hoje diremos que nos próximos anos, e já este ano, queremos encetar esse novo quadro capaz de abrir caminhos sem descuidar os grandes desafios da sustentabilidade financeira da organização.

Nestas notas finais, curtas e objectivas, relembramos que o enfoque colocado na inovação dos serviços e no aprofundamento do potencial da comunicação e informação, será o caminho capaz de renovar as energias para um novo horizonte de esperança. A maneira melhor para o fazer será na companhia de parceiros e entidades que mantenham firmes convicções e sejam dotados de capacidade crítica suficiente para empreendermos esses desafios.

Depois de alguns anos com menos pendor externo valerá a pena comunicar mais com os outros, abrir a discussão sobre o que fazemos e como fazemos, partilhar e testar novas formas de agir numa atitude de aprendizagem em conjunto.

E assim, tal como no passado, em conjunto esperamos poder construir o suporte para enfrentar as durezas de hoje e criar mais segurança e garantias para amanhã.

A Direcção

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12. ORÇAMENTO

2013

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22

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13. PARECER DO CONSELHO FISCAL

2013

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