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NOITE ESMO O GATO E O CONTRIBUINTE. desttannt* *' """' r!i"ccí'>i>!0 'm prís!"0s. P UENTaIL registo

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ASSIGNATUIIAS

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f-Ho de Janeiro ..» Domingo, -a!» de fevereiro de 1917

NOITE

9M.S,ES&EMSETB DIAS

Rcdaccao, Larso di Carioca I4t sobrado-orficinas, rua lullo Cczar

(Carmo), 20 c 3»

TELEPHONES» RGDACÇfo, «ntral 313, 3283 e orncut-CEIlKNClA,

g^ WÍ8-0FFICINAS,

N, 1,863'

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ASSIGNATUIIAS

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SOLÉMXIDADE QUE SE IMl-OE

.4 "Polia" (ou « imprensa) distribuir» prêmios aos desordeiros e gatunos que pela sntl abstenção durante os tres dias tle carnaval tanto rtmeorreram paru que a poluiu cumprisse serenamente o sen tlevvr.

1

A CONSTITUIÇÃO E AS LUMINÁRIAS

— Felizmente, lut um din no anno cm que é de rifar projeclur alguma luz sobre mim 1...

A BOU dest

O GATO E O CONTRIBUINTE

tannt* *' """'°r !I"CCÍ'>I>!0 'm prís!"0S | D.f,&, ,% ±¥ uvpressuo do "arnoV " Í«K ¦*••<* ^segniu tornar universal uma brasileiro 1...

SFEBO TRÁGICO DA ALLiflflANHA

aaawwagwneaaawapw n—wm¦¦,»¦¦¦ awáaaaiaiMBaaaiaaa^aaaaaaaaaiB^iiw ¦¦ ¦«i

8CT«>'»«CBlMaaT>M»*gjia*a>MM««a^.»-^^g—j^^^j. ^ ^7^ "^^^T^^^^^^^^^^^WfMaaWaWaWata*^^

LSí!lK-soIi«iâ|fe B^rai daidjiHgfjo tennio^iniu^nTDiffliirjB

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As represálias tíos armadores hollandezes

pas-n

o ¦Taquerv» e o <Tai)a«v,>

chegaram ao Havre

PARIS, 25 (Havas) — Chegaram aò Ha-vre, lendo atravessado a zona do bloqueio, os vapores brasileiros «Taqueryíi e «Tabagy».

A imligiiação na Hollanda

e uma represália justa

AMSTERDAM, 25 (A NOITE) — Os jornaes daqui, como o» <le Kntlerdam c de outras ci-«Vides marítimas da Hollanda, reflectem a vi-vissima indignação causada nos circulo» ma-ritimoB, comnierciaes c industriaes pelo Ior-pedçamcnto de yete vapores dc passageiros hollandezes por submarinos allemães.

A impressão jjeral é que o governo se deve apoderar dc oulros tanto,, vapores allemães internados nos portos hollaiulczcg e nesse Bvnlidü faz-se forie pressão junlo oa ministè-rio cm fiava.

MOVA YORK, 25 (Havas) — A "Associated Tiesfi" ar.nimcia em telegramma de Haya que

considerados cm Berlim cousas sem impor-tancia. A nossa Vingança, si vingança pode Haver, e saber que, a Allemanha só procede assim com cb. palies fraco* Doa Estados Uni-doa cllu tcav niedo."'1 J

O "Valerland" diz:"O :i" U 9 procedimento da Allemanha é indigno de uma nação civilisada. Não se admire, por-tanto, o povo hollamliz si «-sle facto tão gra-ve arrastar a Hollanda ã guerra na defesa dos seus direitos c interesses."

A impressão nos círculos

marítimos de Londres

LONDRES, 25 (A NOITE) — O torpedea-mento de sete vapores hollandezes cm um só dia, dos quaes tres foram a pique c quatro ficaram gravemente avariados, causou sensa-ção nos circulos marítimos inglezes, preven-do-so que so venha a aggravar de um mo-mento para outro as relações entre a Hollan-da c a Allemanha.

Os jornaes inglezes, commcntando esto fa-cto, salientam também que c esse o paga-mento que dá a Allemanha ás concessões quo lhe tem feito a Hollanda. O "Observer" es-creve: "A Hollanda, deante das ruidosas ameaças allemãs, tem feito sempre conces-soes á Allemanha; esta agora paga-lhe da-quella maneira. A Inglaterra, pelo contrario, lem mostrado sempre a maior consideração

partido da Hollanda em direcção a leste e che-gou a Falmouth a 25 de janeiro. O "Gaaste-riand" .afundado, tinha saido dc um porto hol-llltiilav I...L»_ __. i ¦

P UENTaIL registo

.._.... ,„.u..,.„„„, u,„,i auimi uu um pwrio nui- nuiuill* lio JísCnptori Itindez, tambsm com rumo leste, e chegara a ilo Genebra e no d( íalmouth a .10 de janeiro. O "Baudoeng". qife ..üiviços muito aproí se siippoc não ter uido afundado, tianRporttivaf.^ .lida;

malas do correio, não trada passageiros c re. X Uc sua estadia no

G.

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3 dous navios da Combanlda Commercio e Xavcjação a que altudcin os te-letjrainmas

ns principaes armadores hollandezes siigge-riram ao governo a requisição dc meia dúzia dc navios allemães internados nos portos du Hollanda ou da America, como compensação dos vapores hollandezes destruídos pelos nu lim uri nos allemães.

NOVA YORK, 25 (A. A.) — Informam de Ji.-iya que os armadores hollandezes dirigiram ao governo uma representação cm que expõe a sua angustiosa posição deante da campanha dos submarinos allemães, que os está levando rapidamente á completa rui na, paralysando o trafego maritimo dos portos hollandezes pela destruição dos seus navios.

Os armadores pedem enérgicas providencias o suggerem ao governo, como represália, a confisenção de todos os navios allemães que se acham internados nos portos da Hollanda,

Os jornaes e a opinião

pu-blica da Hollanda contra a

Allemanlia

LONDRES, 25 (A iNOITE) — Informam de Amsterdam para o "Daily Chroniclc", com daía de hoje:

"A nota da legação allcmã tentando expli-cai- e justificar o torpedeamento dos sete va-pores hollandezes, não acalmou a opinião pu-blica, continuando-se a acreditar que a Alie-manha quer por todas as formas intimidar a Hollanda, afim de obter novas concessões pa-ra o fornecimento de viveres.

Os jornaes daqui mostram-se indignadissi-mos. O "Telcgraaf" escreve:

"A destruição da flotilha de sete vapores fcollandczes é a maior humilhação que pode aoffrer a Hollanda. Agora vemos ter açredi-lado demasiado na honra c na justiça alie-¦lãs. E' diffieil resolver como salvaguardai feltra nacional, Tfsto *¦• <m protesto*

pelos interesses internos c coloniaes da Hol-landa. E* bom que sc diga isto para que se saiba qual o paiz mais amigo da Hollanda."

Interessantes detalhes dos

sete navios hollandezes

tor-pedeados

LONDRES, 25 (Havas) — A Agencia Reuter declara-se habilitada a fornecer os detalhes se-guintes, acerca dos vapores hollandezes que deixaram o porto dc Falmouth quinta-feira ui-tuna: Quatro desses navios regressavam á Hollan-du e tres, que vinham de portos hollandezes proseguiam viagem, depois do terem feito es-cala por aquelle porto inglez. Todos tinham chegado a Falmouth cm diversas datas e tinham recebido autorisação especial para sairem, a pe-(lido do governo hollandcz. Nenhum, porém consultou as autoridodes britannicas sobre o' melhor itinerário a seguir, nem sobro as pre-cauções que conviria tomar, tendo-se limitado a. cumprir as instrucções especiaes que lhes ti-nha fornecido o governo do seu paiz, De fa cto, segundo se affirma, um funceionario da legação dos Paizes Baixos foi a Falmouth, con-lerenciar com os coinmandantes daquelles na-vios e deu-lhes cm particular instrucções esne-ciacs sobre a rota que deviam seguir.

Crê-sc que os vapores partiram levando ac-pesos todos os fogos habitualmente emprega, dos e provavelmente, mais alguns, de manei-ra a ficarem bem (Iluminados.

Um submersivcl allemlo atacou-os, afun-dando tres o avariando seriamente quatro le--nora-se ainda si ha victimas.

A respeito de pormenores sobro cada navio

,rr ..„„ „„A „.„„ uiHiiuuuir, iittimjjuilM-w

malas do correio, não trazia passageiros c re* gressavn á Hollanda. Chegou a Falmouth a 2 do corrente c tinha a bordo uma carga de 550 toneladas de adubos, 2.200 dc copra, 1*100 de grãos oleaginosos, 150 dc café, 600 de tabaco e 200 do outros artigos.

O "Nordendijk", afundado, trazia malas do correio, mas nenhum passageiro. Regressava á Hollanda e tinha chegado a Falmouth a i deste mez. Transportava uma carga de 5.100 tone-ladas dc trigo e 3,13 de farinha, consignadas ao governo hollandcz.

O "Zaandijk", não afundado, sairá da Hol-landa, rumo leste, e chegara a Falmouth a 6 do corrente.

O "Jacatra", afundado, não trazia malas pos. taes nem passageiros, e.regressava ú Hollanda. Chegou a Falmouth no dia 7 e tinha a bordo a carga de 7.500 toneladas de trigo, consignadas ao governo holiandez.

O "Menado", que foi rebocado para Fal-mouth, após o ataque, dirigia-se também á Hollanda e nao trazia malas nem passageiros Tinha entrado em Falmouth a 11 do corrente e a sua carga era representada por 2.700 tonela-das de copra, 400 de forragene, 263 de grãos oleaginosos, 450 de tabaco e 100 de outros ar-tigos.

E' preciso notar que dos navios atacados, aquelles que transportavam sobretudo prod*-ctos alimmitares regressavam á Hollanda.

Dous delles levavam até trigo consignado ac próprio governo e outros dous transportavam principalmente grãos oleaginosos, café c

ta-blicos. '

Vinham de paizes neutros ou de coMnias 'iierJandezás e dirigiam-se pura a Hollanda. i.aiz neutro. Seguiam viagem vm obediência es-neta a ordens do governo do seu paiz, dadas interiormente, em conformidade com as in-• trucçoes recebidas ou com accordos feitos en-re a Hollanda e a Allemanha. Todos entra-a ni em Fentra-almouth depois dentra-a declentra-arentra-ação do (iretenao bloqueio allemão e tres delles tinham ii chegado depois da expiração do praso sup-ilemenlar de tres dias, de sorte que não podiam istar sujeitos a uin risco que tinha aiigmentado sem que elles disso tivessem conhecimento.

Os vapores partidos da Hollanda seguiam pa-a leste ou ipa-am em direcção pa-aos pontos onde po-I'aÍ«>BaTx"",'r"Éie de VÍVt'*'eH dcatinados a08 í^uh .íu» que regressavam £ Hollanda trans-"«rtavam malas postacs, que provavelmente es-•ao perdidas.

Diz-se que, após a declaração do bloqueio o governo holiandez se mostrou da maior cem.' o résuítadom 'aC° daS injunctííes "-le"-»»' eis Not meios marítimos inglezes tem-se a Im-pressão de que as concessões que a Hollanda tv li feito continuamente perante as ameaças•etumbantes da Allemanha constituem a recom-pensa bem triste das provas de consideração que a Grã-Bretanha não cessa de manifestar pelos interesses internos e coloniaes- dos Pai.

O caca a brasiiieiro perde o

seu prãstraeiro legar

na iãngioriação

itaEisna

,'i Tendo sido extineto o Escriptòrio de Pio-pgnnda do Brasil cm Paris, por falia de verba no actual orçamento, ()s ftiiicciònariüs .qnc ali trabalhavam deixaram a Cidade Luz Vindo tratar de outro officio nas plagas pa-iCricias. Eritrç esses fiincciòiíarios cia o Sr. (pilo Uarbosa Carneiro; que, ante:; de tra-naihar no Escriptòrio de Paris, estivera no '*" '¦" '"" " no de Gênova; onde

prestou —

oveitaveis á nossa propa-. ¦•• - -a Italia o ex-funccioiia-no trouxe elementos preciosos sobre a col-locação o desenvolvimento dc diversos pro-duetos que exportamos para aqucllc paiz. Desses elementos se destacam o.s apresen-lados ao Ministério da Agricultura solire o cacao,^ durante um quiiiijueiinio, de 1911 Em 1911 a exportação brasileira paru os o «oV,SOn!l;nn-?Fi:<,í*os «nropeus foi avaliada cm .1.289.950 liras; ein 1912, 11.1147.71)0 liras; çm 1913, 3.931.840 liras; em 1914, 3.754.245 liras, e em 1915, 10.749.090 liras, ou réis b.395:708.«650 no cambio actual.

O Brasil foi cm 1911 o mais importante torncccdòr dc cacáo á Italia, contribuindo com 46 "Io da importação total. O valor desla porcentagem foi de 1.515.000 liras ou sujam, no actual cambio, 901:425$. Segui-ram-se a África portugueza, com 20 "1° do -total,

ou 672.000 liras; Venezuela, com 9 "l-e Am"l-erica C"l-entral, com 7,7 °|°.

Em 1912, augincntánios a nossa exporta-Çao, concorrendo com 47 °|° ou liras 1.718 250 A Venezuela passa á frente da África

por-A' espera de aíos

Conhecem-se já os termos d.i resposta alemã á nossa nota. A Alemanha não cede. Ela diz que continuará a torpedear or. nossos navios, que por acazo apanhe na zona que marcou. Faz apenas votos para que nós escapemos. Ensina-nos como devemos njir, si algum dos nossos navios fôr ntinjido: dc-vemos discutir cada cazo de per si. Indo mais lonje ainda, ela sujere que terá bom imitarmos a Hespanha.

O que a Alemanha nos responde é, por-lauto, absolutamente o mesmo que um indi-viduo que comunicasse a outro: "Prcvino-llic que sempre que o encontrar dar-lJíc-ci uma bofetada. Terei, porém, muito Rrnzcv si V. conseguir livrar-se dos meus sopapos; No einl.-inlo, si V. tiver o caiporismo de se dei-xáí àphnliár por nlgtíiii; não se «angiie por isso. Discutiremos o cazo amifjavthncnle, bofetada; a bofetada."

Esta é a tradução òxtrn-pròtocòlar, mas absolutamente fiel, da nota .alemã.

5

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**^*mm\*m\%BMMgi BPBppewaa *WmVXMaamm%wtKrr auiagM ¦ ¦ ¦ ¦ imbÜJ

Medeiros c Albuqucrqufí

CHR0NICA DE

PORTUGAL

E' lambem opinião geral, que, viajando com todos os fogos accesos, os' navios holIandMw S« P0' »¦ m íi.»r; o ataque dos sub! ZA 'Z.* ±j"e° 'lv^m ™Wl° segundo

Uma arvore de cacáo carregada de frulos tuguoza, fornecendo 11 °|°, ou liras 402.150 3e46f20Ònl° CStU fornuco 9'5 °l°» ou liras

Em 1913 perdemos a nossa collocação de primeiros, contribuindo com 29 °|" liras 1.143.040, quando a África portugueza for-neceu 31 »|«, liras 1.238.880, e a Venezue-Ia 7,8 •Io.

Em 1914, com Iodas as difficuldades dc

:.- Y'^-.-' 1

«0 .„..;:i x— •¦•«.ooi-iii «avegano segundo I Em 1914

gílSSt^?l&llã&^ ^ t,an,SI,0ltC'' **«&ã**~ Pela guerra, ,10 se ves incidente* Si.^ ! i?"e sem «ra- gnnáo semestre a importação 11a Itália ape ^f..^-^'^.00,1?0 mensr. maiorlt dos vaporestem acontecido co ma Im- nas diminuiu 1.821 íjuintaes. ' Não iecmi aqucllas paragens. que atravessam

e sobre a carga tíanspo da a nota da" Azln SS"" <1UC

?• P'C8Ídentc Wi,so" «** d. Reuter d_á_«s i„f„?niações aue se ™T: ?".t^„?.U0. ?ffL'ttJ>™ P-?«>« ?»«««»

A agitação na Hollanda

LONDRES, 25 (A. A.) _ Os telegrammaa aqui recebidos de Amsterdam dizem que é enorme a agitação provocada em toda a Hol-landa pelos últimos afundamentos de vauo.

res nacionaes. "

Toda a imprensa do paiz julga inti.Ieravel a continuação dessa situação, que requer uma acçao enérgica por parte do governo contra violação dos direitos da Hollanda, paiz neu-i.j, pela Allemanha.

A aííiíude exíranha dos

se-nadores republicanos

NOVA YORK, 25 (A. A.) - Tem sido ob-jecto de commenlarios a altitude dos membros republicanos do Congresso Nacional, que estão empregando a lactica dos processos dilatorios para evitar que o presidente Wilson consiga os ir a cia Reuter dá «s QZu S que se se™-" .T™ QU° ,,í!diu "ara *<>*** ", renür"sem (os

«,»«. 1 nao so por esta iazao, nas

jwrqao chega (luistamos a nossa posição; ao contrario .continuamos abaixo da África portugueza.'

Contribuímos com 20,6 "|°, ou liras 1.018.215; ? ,««£!}, P01'tug"cza com 31,8 1.19J.785, e •'», ou liras » Venezuela com 8 9 "I" ou

liras 843.365. ' ' '

A

?5fl01" iu-P-ôriaçab italiana assigriníou-so cm 1915, pois entraram IÍ5.145 quinlaes contra 22.753 em 1914 e 24.575 cm 19'3.' O. principal fornecedor foi a África portu-guçza, que entrou com 5.518.920 liras, cqui-valentes a 2o,086-quintàos, emquanto o Bra-sil conseguiu 3.900.540 liras, equivalentes a17.',)7 quintaes, ou sejam 2..124:391 «1300 ijeguiram-nos o Equador, a Venezuela' c a Alnca. Hespanhola.

Resumindo, foi a seguinte a situação do l^'Ht WP> .10'100 fi>'i»t"«. ou 46 •!•;191/, 11.455 quinlaes; ou 47 "l0- ínn

7i.ii-ou 29 |'.j

jhu, C.Ò21, ou ko .?;7Í9lí: 17. lal qmutaes, ou 27 »|«;

\&â'"&'**, (!° ,cxl)0sto que perdemos ' o logar de. principal fornecedor da Italia Di-versos factores tèm concorrido poderosa-mente para esse faclo. Citam-se, entre ou-nos. as condições dc preços desfavoráveis

Uma nova partitura de João Arroto O nome glorioso de João Arroio não é desconhecido daquellcs que, no Brasil, sc interessam pela vida social portugueza, em qualquer das suas múltiplas manifestações. João Arroio foi um

dos homens políticos de mais influencia no extineto regimen, teu-do siteu-do ministro em varias situações, des-tacuiulo-se no Parla-inenlo pela sua òrigi-nal eloqüência, cheia da mais cáustica iro-nia e earacterisadn por effeilos imprevistos. Proclamada a Repu-blica João Arroio afãs-tou-se da politiea, 011, antes, accentuoú mais firmemente o proposi-to, que já manifestara dentro da Moniirclliá; de se abster por com-plelo das lutas politi-«as. lí, como homem de ialeulo, que real-ínenle é, revelou-se ao publico numa das muitas modalidades do do seu cérebro de eleição: fez-se

compo-sitoi* musical e com o exilo que tiveram oc-cosiao de verificar todos os que assisliíam a audição, no tbeutro São Carlos, da sua opera "Amor de Perdição", com libretíò ex-traindo do conhecido e popular romance de CamiJIo Castello Branco.

João Arroio annuncia agora uma nova composição musical, intitulada "Cniitala ignez de Castro;'. E' uma peça musical escri-pia solire o episódio camoneano da rainha santa e, a avaliar pela primeira audição ao piano, a obra 0 digna da reputação já coiiso-lidada de João Arroio.

O.s ensaios orclicstraes vão começar c bre-vemciite o publico de Lisboa terá ópportú-ítidndc de admirar mais uma manifestação do talento artístico do ex-estadista João Arroio.

.," Í*-I° lheatro da Republica c 110 Polv-theama continuam as audições musicaes, por orcliestras que sc compõem, qualquer dèllas de mais de cem figuras. O publico nífliie i tenci°aS. °-l cj1,eftaculos C01-- notável

persis-¦- * Tf

O "Ceylan" chega a Bahia

, SDSA[-VADOR, 25 (A. A.) - Procciíenle ele Recife chegou a este porío o paquete

trancez (cCcylan». ¦• H

O compositor João Arroio

sempre mal preparado, favorecendo, deste modo, o produeto dos outros concorrentes os quaes sc aproveitam muito desta cireums-tuncia para cuidar da sua mercadoria e aprcscntal-a melhor que a nossa

O çaoáo do Pará e do Maranhão 6 muilo apreciado, mas bastante caro. O da Bahia SÍiSS^ °..mal.s'ronaimido, embora pouco cotado, devido a sua má preparação

O nosso cacao já teve excellcnte colloca-çao c precisamos procurar de novo mantcl-a lehabihlando o produeto cem cuidada r,rel

paraçao. s

São necessárias também providencia*, para estabelecer relações dlrectas enlre os centrosiiroduetores do norte,' e os portos italia-nos, assim como propaganda feila pelos

pro-Urm3edaC.t0Pe* ** ln,«rf*'«'»* ** »

A Allciiianlia, com us declarações feitas ac ministro do llrasil em I3i riim, conforme pu* bllcámos em nossa edição dc liontem, eoiifes* sa rcconlicecr a extensão dos prejuízos (l»e af-fli gem os neutros, mas diz que a revogação da campanha submarina, ou mesmo a sua sim-pies modificação', acarretaria o uiiniquilamcn-to nacional, pretendendo com esla razão jus-lificar sua politiea de pirataria. K' a islo quei muitos chamam "direito de necessidade", cou? sa que não reconhece mais nenhum espirito oil doutrina moderna, e que, a ser ápplicado peli» systema allemão, eqüivale á ápprovação d(j direito de dospresar *e ferir os direitos da toiloo mundo...

Alem dessa estranha Justificativa invocada junto ao nosso minislro, lia haqucllas decla-rações officiaes dous pontos que 1103 olhos do' publico sensato si não representani uma af-fi'Oiit.1 ao que se poderia chamar sem rlielo-Picn "brins naeioiiaes", são verdadeiras e maj, disfarçadas zomliarias no nosso paiz, escrüpu ¦ loso de neutralidade-. Um desses pontos <P aquelle cm que o ministro allemão candidá-j mente exprime o desejo de que "nada acontcçaí com embarcação alguma nossa", podendo, 111J caso contrario, estar certo o llrasil de que i\ Allemanha se acha sempre disposta a discutir» e negociar diplomaticamente cada caso, como' fazem com ella outras nações.

Como sc vê, a Allemanha pretende eom essa declaração simplesmente destruir qualquer ai-cançe pratico da nossa nota-protesto, passando, na-hypotliesc provável du sc verificar a des-truição de um navio nacional, a discutir pre-ços dc iiav.ins e custos de cargas, em face dos direitos violados do livre commercio, e re-legando para o plano de inutilidades theori-cas o grave aspecto moral da queslão.

Resta, portanto, saber si depois de haver a nossa nota declarado inacceitavel o bio-queio allemão, pode o Brasil discutir' diplo-maticamenle os actos decorrentes daquelia pratica criminosa, onde, para usarmos da lin-guagem do ílamaraty, se verifica n pôster-gaçao dos princípios reconhecidos do Direi-lo Internacional.

O outro ponto a que nos referimos é aqucl-le

çm que o ebanccllcr imperial lembra que o Brasil, quando tiver noticia da destruição de um navio nacional, não deve inimedin-tamente -concluir que sc traia dc obra de submarinos, porquanto aqüelia destruição po-(lera se originar do choque das minas pro-fusamente espalhadas nas zonas bloriuea-das.

Esla explicação é dc evidente iniílilidade porquanto si o Brasil não aeeeila o bloqueio determinado pela Allemanha, pouco imporia os seus meios, quer se trale dc torpedos quer de miiias, ou dc mina:- e torpedos si-mullaneanienle. E que o emprego de minas tal como o confessa a Allemanha, é aet'0 ii-legal, de lodo contrario aos princípios de Di* i-t-ilo Internacional, reconhecidos pelo Ura* sil c^ pela nação bloqueanle, prova-o a con*

íncntè0' dC Haya' m" dii! loxtua1^

"Art.

1». li' inlcrdleto:

1° —j:ollocar minas automáticas dc con-aelo iia„ amarradas, a menos que não se* jam cilas construídas de maneira que se tor-neni inotfensivas uma hora no máximo dc-poig que houver perdido a sua inspecção aqucllc que as collocou; v

2" — col locar minas automalicas de cou-Jacto amarradas, que não se tornem iriof-tcnsivas logo que tiverem rompido as suas

amarras; ¦' "¦

. 3",~ 9"-l-*'cBar torpedos que não se tornem. inpffcnsiyos quando houverem errado o sci| E' desnecessário recoi-dar qne si as minai allemãs estivessem nas èstatuida, condicdeS 0 governo imperial eertamchlc nãó , 10, vt ria ponderar que a destruição dos nossos líà-O artigo 2» da citada convenção parece In*. do adversário, c0;„ 0 único fim dcii, °rce. pl.ara navegação de comincrcio": ",u"<-Vc-se p0l- ahi que a destruição dò navios por meio dc minas é tão iileWl cõmn

<r-^'"V;10'-1"!0 passand0 IWtanlo a ex iaçao allema de uma simples pilhéria 11 1 ¦¦ SS' M-?|, mesmo que ass in nao

'os-i'a'r iiw,? í,Tasl -no seu protcsl° consde, iar Hicgal o bloqueio eqüivale m>ln ,.«.. demnação de qualquer actò decorren c 'd"

A remodelação do gabinete

portuguez

LISBOA, 25 (Havas) - Os jornaes in-sistein cm que provavelmente amàhh?scfá decidida a remodelação do gabinete. & Prr> vavel que o Sr. Antônio "josé d'AlnieíÍ continue na presidência do ministério, pas-sando a gerir a pasta da Instrucçfto Publica e indo oecupar a das Colônias o Sr. Ernesto <t Vühm*.

(2)

Ecos e novidades

A slluoçfio n quo chegou a Loopolillna lloll-jvny, iirnvocmulo um cliuuoi' uiiuiiliuu de pro-icsloi do Indus as zonas li «pie serve, vem por do novo om foco uni doi, mais InipiuluulcN pro. biênios iiiliiiliilstrallvos do llr.iril, t. «pio H(< |iodo cluiiiiar o problema da flscnllBiiçíio,

(.nino IiuIiih entrada*) ou euiproioa «pie gosam «Io favores dn governo, a l.nnpohlliia t finca-Usada por nina legião «le engenheiros pingue, iiientu rcniuncruiliis, com direito a férias, mou. ti-pln, iiposi-iilailorla» o cuja unira funoefio consisto ou devia consistir em iiispcccloiiiir ao menus du ver, vm <iiiiiik1i» os serviços da ostra» (Ia. veriricar o modo por «me cila alleiule aos Inleresses do publico 0 reciamar dos semi che-fos mi liispcciiiriii de Fiscalisação das Kstra. dns na providencias «pio Julgar necessárias quando ii mui acçao Junto à dlrectorla dn cs» trmlil nao for efflcloiitol Mas, como ninguém Ignora, os tue-s flseacs da l.copnldiua foram fc (•liando ns olhos a tudo quanto a companhia *•*••-*• •¥«•: il" prejuízo dos scus cllenlcs. até «lue- a situação da estrada chegasse u esso cs. laiio do desconforto c doninn-.clo de que dão hlea os últimos e tão gciiernllsudos proles-Si essa falia do eumprimcnlo do dever csll-lesse liimiaila apenas aos flscues da Leopoldi-mi, o ma! síria de cura rclativuincnlo fácil, trose, porém, ile um mal generallsado a lo-tias ou a qunsl Ridas empresas flscallsadas. JA constituo quasi uma tradição na administra-çüo publica do Brasil «pio o funceionario no. incndo para fiscallsar uma empresa ou compa-nina se torne dentro dos primeiros mexes dc fiscalisação, mais amigo c defensor dos lute-resses da empresa ou componliio que os pro-prlos dlrcctorcs. E n l.ight c a Leopoldina são exnclnincnlo as duas empresas que possuem c abusam desse segredo de conquistar a nmi-soilo dos seus fiscno». Conhccc-sc por neaso. nestes ultimo tempos o fucto de algum fiscal «Ia Light, quer o du Hluminação, quer os dos boniles ou dos telephones, ter protestado contra qualquer irregularidade cummettida pela poderosa empresa?

Absolutamente. Antes pelo contrario, cllcs

li li! Hifll

A NOITE — DõmTngo, aS dè Fevereiro de 19-ii

MACUliADA PEUO

PABt

I'.* tilo monstruoso um procedimento como o

(pie levo o cnrriicclro Anlonio dv Oliveira «pie

su poe- sempi-o cm duvida uma denuncio dn nn.

tiirtüu da quo a policia recebeu conlra elle.

Nio fos.o, pois, a sua própria confissão c

s.* indignam mais que o Sr. Huntrcss, ou o or. Macltcnsic, «piando npparccc quulqucr rc clamnção conlra o serviço.

Esse nmi será irremediável? Provavelmente o será pelo menos emquanto a suprema preoc-cupiiçao, a prcoecupação dus prcoccupnções n prcoccupaçtto-máo dos governos do Brasil 'for •=-. como é nctunlmenle — a politicagem.

1 1

2CIU

Os nossos eollegas da "A Tarde", da Bahia, otaiido da situação do seu município,

dl-"Deve o município, cm moeda .102.320:00081... Parícc hicrivêl ; realidade; Cento c dous mil cím

redonda, , mas c" a e dous mil contos, que vencem dc juros 5.000:0005, para um mu. nicipio que rende apenas mis quotro mil .contos ele reis, obrigando a uma despesa pra nuria, com os seus serviços c funecio-nalismo, dc quasi

ceito..."

iços c funecio essa quantia da re-*5

rs c essa mais ou menos a situação de quasi todos os municípios do Brasil, n começar pelo Districto Federal. As rendas' quasi não cbé-Bom, c as vezes mesmo não chegam para pogar os juros dos dividas... E apezar disso as des-pesas continuam no mesmo pé, como s"

estives-tfieto5 FÍ.r""í

do,s muudos' «"«"to na Di

-tinto Federa . tombem, não parece que até agora o Sr. Dr Amaro'Cavalcanti já se "tenta compenetrado da gravidade da situação finan ce.ro,,|„ município Tudo continua como dantes... Deixo andar, corra o marfim...

As (lesegiialdadcs do destino

,!,. rvI,m'-A (IÍ'V' faUcc,c» no Hospital Central do Exercito o 1» tenente Arthur do Fonseca

O monstro Anlonio de Oliveira

pairaria sempre a duvida, lal n monslruosida-ae do facto, repugnante e objecto.

Anlonio de Oliveira, que é carroceiro c re-sidente ú rua da America 145, tem 45 annos. Uma sim filha, dc onze annos, foi por elle deixada cm casa do familia «Io Sr. Anlonio Gonçalves de Queiroz, "clínufféur" da E. F. Central. A menina pediu a familia do Sr. (Jueiroz para não mais sair dali, visto ler rc-ççio de voltar para a companhia do poe, que ja a lia via maculado.

Demite de tão horrível confissão, a família do Sr. Queiroz contou o facto n seu chefe que por sim vc- o levou ao conhecimento da'poli-cia do 8» districto.

O commissariõ Figueiredo Bocha, que reco-Leu ii denuncia, prendeu o aceusado. Este con-Cessou I

A menor vae ser boje submcttida a exame1 ¦-*—» .: _• Quereis apreciar bom e puro èaleV

Só o PAPAGAIO

* ¦**•>*¦ _, .

Áõ atravessar

a rua

EM TORNO DA GUERRA

Declarações do rol Conslanlino

t7WJ.0MKfi?s (A« -W ~ A

"Assdíía*

ted Press" publlcii um lelcgriiinma do seu leprc-sciiliiiite cm Atlienns. «pie onlrovlstou o rei CoiiKtautlno, du (ircclu, sobre a actual slIiiii.Ao diiipullu paiz.

O soberano grego, depois do se referir aos últimos siiccossos, di clarou aquelle Jm-iia-Istn qucji Inglaterra « a França, nela ku.i lntervon.no nu polilica lulerna do pais, per-derain Iodas as s.vmpathlas du Credo.

A ITALIA NA GU!;RRA

Ao longo da frente

liÓMA, 25 (A NOITE) ~- O communicado oo gcnçraliulmo Cadorna, pulilirado cuia nianlií, aniiuncln «ino o< força, llallnnin sur-prchemlirnm, uo valle «Io Se.xten, uma pos!-çao austríaca, cujo* occupnntcs fórum mor-tos ou apri-donadox.

Na sumi do Cnrlzla nutro deutucamento lin-llaito penetrou nus linhu-i nuntriuciid a K'nlc do rio Vcrtoiülzza e fez muilo» prisioneiros,

A conlcrcnc,'a iiitcr-parlnmijnlrr

ROMA, Ü3 (A NOITE) - Todos os jornaes saúdam ou parl.inicnl-ir.cii franccze*rf que liou-tem chegaram a cala cidade-para tomar paris ua Conrerciiclo Parlamentar /nter-Allladu que sc está reunindo cm Montccltorlo.

Os pnrlumcntares frnncezen fornm rcceblí do» nn cslnção pelou ecnaelorr^ Mnrconl «• 1'ulle, embaixador Barrérc o alndu outros membros do Parlamento o do corpo dlnló. inntleo.

De larele os pnrlamenlarcg frnncczc» vlsl-laram n rainha Helena. Scgulraai-so rccépçSfeg na Conoulta o no Capitólio, mm estiveram muilo cuni-orridas.

PORTUGAL NA GUíiRRA O concurso dns portugueses da

Bahia

MSBOA, 2.1 (Hàvao) - () Sr. Itaj-mundo dc MagalliBoii, da liuhin, entregou n.> Ministério da.Guerra a quantia de mil libras, «Ic3í'innd.i a instituições patrióticas.

Chamaria dc soldados

At conferências

da Cataedral

O Sr. coneflo Marinho

oc-cupuhojoa tribuna sagrada

^>>**r-i'f'-i—iiii—-Um ladrão apunhalado no

interior de uma casa

•i

padro ilullo Maria

Na Cntliodral Metropolitana lorilò Inicio, lioje, as cpiilerenclns que o conefio Dr, lleuc illelo Marinho, orador sacro do Justificado renome, vae fazer durante a quaresma, cm substituição no saudoso prótfndor padro Dr.

< " . v

O

NA CAVlA

Foi o cdIíiíi.. Saindo lia sois dias da Dc*

iicao, lindo ciiniiiiliii pena por Ideiillcn

crimu. o lailrüo Abel HodrlHucs, iiciiclroti nu

Om fllbsIUulCflO OO SaildOBO •¦'{¦?¦•¦». onde cumiulra pena por Idonllco

' "

""

crimu, o ladrdo Abel llodrlkuei. iiènotrou nu

cíisii il» Dr. .Icioii* ino Coelho, il rua Mace

OS INFAMES

Vwwu^, ,|;i|y www ». m v^>.

Sr. conego Dr. Ucnedicto Marinha •liilio Maria, e por especial convite dc sun eminência o cardeal Arcovei-du

Conso«uhiios obter, previamente, um resu-rno da primeira conferência do cone.'.) Uciic-(içlo Miirmio, n «p,c damos, em sejiilida, pu-bllç dade. O eloqüente pregador começa por oíririuar que lem a maior satisfação cm di-ri;iir a palavra u um povo que tem entre os K. s principaes cariíclerislicòs a crenéã reli-gli-sni Nno vem, como S. 1'a.íilò,

de '"

prejfar no

mmtip dc Atlienas um Deus «cscòiiliccldo,

porquanto desde o seu berço, o povo brosi-leiio, bapliíiielo no Cbrlslo, veiu conservando

SC

l.ISBOA, 2í (A. A.) — Os jornaes publicam numcroso:J avisos dus autoridades milltaréa chamando o:« soldados ihoblllsadcs para apresentarem nos respectivos

regimento.»-'

NA É-Rí-NTfi ÜCC

"

"AL."

No sector inglez

aiiiiijo opôs dous annos e tanto Ue penõsissi-ft1"fín,,,c" foram çsscsJso,ff ri nientos bas!. que sc saiba nic',s.- ?«« f ter uma idía do que esse offieial soffren il.ninl,. A,. ... n f,,M" menos dc onze OpeÃçâéSi'.'.; ^"^ "^ O tenente Araújo foi ferido durante as one-rações do Contestado; cni setembro de 1914 c desde a,,ue||n t.poca csk.ve cnU.e fl , cò;„5e.ecn,:!,:e Dcus Ha poueos diiis ™* *

1'ois esse offieial foi uni do. poucos ouc to miram parle na lula do C„,,tcstadoTa?e „£ ra nao foram promovidos.. fc

Todos quiinlos morreram cm combate on v ,., rl: "" w nM*Snnlnrnm por aclos de brnviira, foram promovidos... Só o tenente Ara

-Í3'enSL*?í|,!t'CÍd0

"° St!U k'it0 "» «'óStàl de

Como é injusto o de.itino I...

Drs. movia iirasii t uatoriei ae Andrade,

Ocultstas Larop on Carioca 8. sobrado.

Morta por um automóvel

O "chauffcur" do automóvel 2:220 con-dúzia o seu carro eni eerlii velocidade mas tuo pouco caso fazia clie dn vida dos outros que ia olhando para trás, u ver uma rapa-' riga que. passava. Por isso, o malvado não pode evitar que o ai.tompvcl apanha, se nn

of-Movimento uo porto

(LONDRES, 23 (»._.^' -ficial do exercito do oceide;..."Em

conseqüência «Ia nessa Incessante prcüsiio, « inimigo evacuou novas e impor-tontes pe-sições dum lado e «ütro do Ancrü Fizemos oo sul e a sueste dc Miràumbnt pro-Krcasos consideráveis. Tomámos uma linha duma milha de frente e penetrámos .cm Poíit-Mirnumont. Progredimos r.o sul c sueste «le? Serre, numa frente de milha c meia de"

es-tensão. |

03 allemães tomaram um poslo, que lnime-dintamente recapturámos num sonlrij-aíaciua.

Ao norte u ao sul do P Arras c ao sul «te Yprc:-muito ncíivo."

No sector -francez

-de icn 'Ssp offi „j PARIS, 23 (Ifavns) —" ciai «Ias 23 horns «le honLi

"Cahliondio habitual no conjunto da linha do frento. A" parto duaa tentotivas infrutife-ras do inimigo contra as r- ---. t

na AIsncia, não se rep"-de infantaria."

No sector belga

iciran'.-.)

ale nojo o rico piitrimonio de sempre que Üic logarnm os seus antepassados. Por isso o pre sente curso de conferências não é própria-incuto uma dalcchesc; é, com mais aceito, um curso dc cultura e hygiene da fé(.om cfrcito,

não basta rc-jõsijnnno-nos com um fado que nao seria possível netíar •.cm flngrairtc Injusliça: a existência dá fé no nosso povo. li- de mister alguma cousa mais aquellcs que tòinnram sobre seus bom-l*ros o nrdup ciicoi-jío do apostolado: tornar ii to dos seus contemporâneos, sobretudo de scus polneios, solida, útil e duradoura. Os ai-roulios e os tendências para Deus não de-vem deixar o homem no limiar do seu lem-P_!o, mas conduz;.-o até uo corae-ão do sanlua-no, pcnetrnl-o uo omor ha sua lei e fozel-ovi-ver daquella vida de que falam os livros sim-tos: o .nisto vive dn fé. Isto enrocterisa per-feitanientc a vida chrislâ e esta unia vez co- ihc- dis-np circulo estreito ele intrigas,' «íc p.-ifxõcs e de (Iiverlimenlos, aléin do qual o olhar não apanha sinão o vácuo do isolamento e a trij. leza vaga do espaço, nõo pode constituir o ideal das almas.

Sursiím corda! Corações para o allol A própria seienein, o próprio estudo, a vi-do da itlea e vi-do pensamento, o êxtase espiri-illal que se seiilc deante «Ias grandes conce

do Sobrliilin 45, AIÍm noite, honlem, a copol

ro da cina, Autfuslo Pereira, ouviu rumor

iiiiiii «piurlo, peieebeiiilo tralai-.so du um Ia»

drijo «ino ali havia penetrado.

As oscurns «• «piurlo, IVi-elru ali penetrou

iniiilifiii o. riscando um phusphnro, p.i*

.ou-Ilio mliiurlosM revista, Poi entilo, oueiillo,

oiicontrnr .sob uma cainn, um Indrílo, «pik. Viu

Deu-lhe vos de prlsUo e o veiu conduziu,

ilo ale ao portão, pura ontrognl-n A policia

Ivm cnmliiho em-ontrnii o Jardlnelro, lamheiii

da casa, liiiioconclo Itlbelro, «pie havia des.

Iierlailii, uliiíihiil» pelo rumor.

U os dous

coiidiixlrniu Abel no 31- districto, onda elle

confessou #|iio entrara un casa pnrn roubar.

I oçolhldo ao xadi-ez, foi autuado.

lioje diiiaiitu o dlii, Abel i-liumnu o

cniu-¦ Issnrlo o , |ss».||,c <llie t.iltavn (vvUU

«pio nula dissera lioulcm porque siippunha

uo fosso |...slo cm liberdade, tlbamii.\<>"2

Swài^r-Í

As:,i',,,l''";1«- fic«« constatado qíio

Abel linha um «ravifslmo forJmonlo no nb.

coílnníe.1*

P°r

lnít™-"«"ilo

perfuro-Dr*riífe:í!S?"íe f"lrft 0,-l»-^l'«'lro do

W. (.oelho, o llibeirò, nu oceas flo cm quo

au-slllnvn o çopclro Perolra nn sua Ho.

Ino gravo era o eslado «le Abel. «mo clie

B^SS&B?H S!,,,,tt t:,,sa' d« SS.' w

Sobre o seu ferimento foi nberlo Inauorl.

onlprffloí^^^^ • Dr« 4í«o -S

BUüJi

ilílliõ

re.

lin dias que no selo de umn familia,

Slduillo rt rua Dr. líxcniilel, vinha «• deion»

rolando um drama, cujo epílogo fnlnliiieiit»

soria «ie coiisoquoncjiu fiiiioolnn.

Uniu inullior, de conilriicçiio frnuiiiiin, mão

CGLLYat?lOcura •• ¦¦"-'«¦¦««•t dw

WÜUUA BRASIL *,„. uSZmm

8)

leiionicnie a vida clinsla e esto unia vez c jiliccielo, pode-se fazer o confronto c cslab laçor o contraste que definitivamente n dl crimina da vida do mundo. Viver encerrai

.P'.i.cs (,a íulelhgenein huinanu, não bastam para desallerar a fé de infinito que vive deu-Ho de nos e que fazem dizer aquella grande &ik lortiirailo ele Santo Agostinho exclui ,^V**jsaJos.crciisler, paru vósjioh Senhor nosso coração estará sempre inquieto' . i , , , i - , .. - "'«lüõlla grande Sullfe *¦£{.!f.u"í.1!" .<Ie i"mt0 A.aostl.nho exclamar:

c o

quanto ;i vós não descansar."'" a".'?c" ra^ga" deante dos olhares indogaelores c

HAVRE, 23 (Havas) ¦,..,]. Ba: "Actividade do artilhai.., ...; ;..,., „ ,;0 i(o. da a frente. Violenta luta de bombas na rc-gino de Stccnstracte."

Entraram Imjc em nosso porto até .-k II! im

'SVfn-o

iiifilez «Mon&fesi ^ ^ S? lWa.l «pie vem ele Liverpool e csclilos °idl gjg. houve entrada de vapores com

passa-Saíram os paquetes hucion- i -ii -.. diluindo B8 p: ssagelmP?4fKW°**>l>»,

*=*>»-Maria Garcia no local do desastre rua Marechal Floriano. uma pobre mulher que atravessava, -a passos lentos, conduzindo uma cestinha com compras; O-outomovci apanhou a mulher em cheio, atirou-o íi dir.-tiincio c continuou a sua marcha sinistra. Pessoas correram ,i soecorrer a victima Maria Garcia, que residia naquella mesma tuo n. lõO, mas a infeliz morria pouco de-pois, quando chegava a ambulância da As-sistencia.

Jíi hontem á tarde um outro automóvel, o de h. 2.223, havia matado um homem nn rua Visconde de Sapucahy, sem que o guar-da-eivil tentasse prender o "chauffeur".

Os casos de hontem c de hoje parecem ser culposos;

i eü«*»a

Elixir de Nogueira

•**»3

Elixir de Nogueira — Cura rheumatismo.

Po,^ador de atu

O t*° O C

Preso !

Um indivíduo pulou um muro na preso para o 5" districto';

(0 Homem c elas palpitações quasi infinitas i.o seu coração, panoramas iUuminados, onde reside a ionte dc todo o bem. Eatc o grande i.ei-viçei que nos presta a virtude do fé i, A»»:

0 Ae. C. B. encerra as

suas aulas de aviação

O que houve hoje

no Campo cios

Af-fonsos

No acrodromo do Campo dos Affonsos teve lognr hoje,, pela inniihil; a ultima aula da ru.i Mr.l"cf dc Av"'V«o. annexii ao Acro (-.lub. Nclla tomaram porte n aclual turma que vac receber o diploma dc aviadorea, que o composta dos tcneules Alzlr Rodrigues Li-ma c Andrade Neves e dos Srs. Alberto Con-rodo Niemcyçr o Adhcmar Gomes dc Paiva. Toelos cllcs revelaram a ih«xlma perícia. . .fí- n*J*-arc ¦¦<> «I«e mais frequciiteinentc foi utilisodo durante o curso è um biplnno 1-annon de 80 II.P., quo foi completa-mente rcmonlndo no próprio acrodromo.

Provavclmciile este mesmo avião servirá nos exercícios finaes.

A directoria; do Aero Club, a quem se deve a runelaçao desse instituto, prctefdc oran-nisar um festival para eoinmemorar n en-trega dos "brevets" aos seus primeiros aln-mnos, c para que o neto se revista de toda solemnidadc, está tratando com antecedência ue estabelecer um programma para estas provas finues, que constarão dc "raieis" ac-reos cm diverso.» sentidos, tendo como ponto . ''i'!?"1" c de "«terrissage" o acrodromo dos Affonsos. Terminadas todas os aulas do curso, o aviador Dnrioli realisoü vario.) víios

levando comsigo divcVsas scnhoritná que nò acrodromo se nehavaili, ns'-quaes se'mostra-ram vivamente inclinadas nò spóvtllacrco.

• --¦*¦¦" ¦'"'

IPaWcmor flriifo

dc dous filhos menores, foi brulalmení, •-lcntiida na presença dos mesmos por uni typo que se dizia dedicado amigo do marido de sim victima. Kls o facto :

Ha tempos, o "ehnuífeur" Alberto doí Santos Dulel, casado com Anhuncintn Dulcl, com quem teve dous filhos, conheceu o ceu companheiro dc profissão Waldemar Dento, com quem fez amisade. Doro era o dia em que Waldemar não procurasse acompanhar Dulcl á sua residência; onde permanecia até tarde palestrando.

Peio cérebro de Dulcl nem de leve passou a idéa de que o seu amigo estivesse plane-joiido seduzir-lhe a esposa. Tres dias imlcs. do carnaval, porém, na ausência daquelle, Waldemar foi á sua residência, á rua Dr. Ezequiel n. 12, cerca das lll horas,

surpre-De capellão do

perador

im-ca se.ru,aç m.-iis entreter a atlcnçôü dos nos-sos nuelilorius .sobre assumpto tão momento-so. lal o fim dessas conferências. Instituídas hfi çerça dc tres lastros pelo principc emi-iiciU.ssinio que rege esta archidiòccse, cabe-me realal-as depois do silencio c dn iimdez que envolveu esta tribuna illustre, oecupada

run Milhares de attestndos 4(

p Lonren

s-preço milheiro 10^43j

500 reis

"

JJ,3arro3popu

-a 23 ue fumo

¦J NOVO,

iias carteiras

com valiosos b. .neles.

Um ambulante atropelado

por uni automóvel

lo Cattete

Honlem, coiítoü cliihn,; o vendedor ei Io a cs re ..star um a nas ruas ela cidade, st.ilislica mais uma vi-l^n^scb^iutóté'"^,^ !fUlns l'alú0

«Piiic; esquina. «li corria

.. — desse

"^ deMC

iiii- ini -,Paj i>au,°. ™™ 8ii, loi pilhado pelo auto diverso.s IcrUnJ^^fJ"^ felndb ?yu; sobeneó <li rXin ASSIS -C1.,cia ° socc<»'-tricto. ü lact0 tt Pplicia do 0° dis-«Pio Pudesse fugir,

11 • «05, cujo ' '

Protestos do operiwado

O

BSZETING

EM

SANTA

CRUZ

Teve ròalisaçâo hoje, no largo do Bodcgão, em .Santa Cruz, o annuncindo "mceting" pro-movido pela Federação Operaria.

Palarai. representantes desta associação Srs. José ...ária Oliveira e Bento Alves, ante uma assistência de í)00 pessoas.

Ao povo dirigiram-se os oradores e:n ora-ções ardentes, eoneitnndo-o a reclamar dos di-ngentes medidas tendentes a suavisar o mal estar geral.

O operariado, disseram, não pode mais con-: tinunr a ser o alvo dos exploradores de todas as classes, principalmente os commerciautes que; a pretexto de crise, elevam os preços eiè toelos os artigos, até mesmo os dos gêneros alimentícios, que se tornaram inacccssivcis quasi a bolsa do operário.

Terminaram os oradores, sob prolongadas acclamaeoes, por convidar o povo a compare-cer em massa ao "meeting monstro" que a Federação projecta para breves dias.

h então os assistentes entraram a dispersar nao tendo havi' - nenhum attrito. ' n..,?u-1U)MÍnlneni" fCf?At-° l,el° comriilssarlo capitão Menezes, auxiliado por alguns

guardas-Chile. Poi Seu nome

Manoel Dias Cauito. Profissão ?

---Empregado do Club Naval. Por que pulava o muro ?

Para roubar, doutor, ltoubai „ ,'Veií coração, roubava os carinhos que oulio

lios-suia... »

E Canito contou: escalara uma casa da Avenida que «lá fundos para a rua Chile onde mora uma senhora, cujo marido está' ausente...

Desta vez foi infeliz: proferia, porém ser processado como ladrão a denunciar o nomeda senhora.

Foi depois solto.

ira, as> cr-o

«JVOiflJ

ASSEMBLÉÁ 44

DAS 3 EM DEÀIMTE

1'liLEPHONG CENTBAL 6.7365

A aceusação contra o

Sr. Delfim Moreira

Do nosso correspondente cm Bello Hori-zonte, a quem incumbíramos de uma syn-dicanem a respeito, recebemos informes, se-gundo os quaes foram absolutame. líeüa-tivas as suns indagações em torno das es-cauelalosas aceusações que se vem fazendo contra o Sr. Delfim Moreira. lu™nao

(Exames ile sangue,analyses

de ui-Sna» etc.

Drs. Bruno Lobo e Mauricio do Medeiros da faculdade de Medicina - Laboratório de Ana" yses e Pesquizas: HOSABIO 108, esqT nraca Gonçalves Dias. Tel. do Lab.. N 1334.

por aquella alma de apóstolo c por aquella vocação decidida de tribuno sagrado que se chamou podre Julio Maria.

Caiam sobre seu túmulo recem-oberto as flores da gratidão e do carinho que cm vida luvn eei'milK,r uas aI,nils C0ln a sua pa-Passará depois, o conego Marinho a desen-volver o thema da suo conferência: "Ncccs-s.elade de crer: üifficuldade dc crer; Felici-dade de crer".

Nu primeira parte estudará as intimas ten-demoias da nlmn humana para a fé e para a adoração. Na segundo tratarei dns elifficulda-ne,., de crer, esludando-as suas origens e dii-sipando as nuvens que se possam formar no espirito deante do myslcrio. Na terceira signalando os benefícios da fé, tratará dav (Iode que ella apresenta á iutclligeneia c coutejrto que proporciona aos coraeões n,..!,,,1I'C¦S<^. .assim» **s Brandes victimas da cruzada irehgiosa c concentra o seu olhar umelancólica

figura de Theodoro Jouffrov pois a maior prova da felicidade dc crer c ii infelicidade ele nao orer. Era em uma noite fria de dezembro o o iphilosopHÒ ia proinui-ciar a sua ultima palavra sobre o eslado rc-iigioso de sua alma. A negação, depois dc um. longo trabalho preparatório, como umn more enchente, ameaçava-o. Crenças tradi-çoes de iomiliu, recordações da infância, toda a sua vida ate então ia desapparecendo dcante da onda devastadora. E quando nada ma s restava de pe no seu pensamento devastado; parecendo- he entrar numa existência sombria e despovoada, acerescentou estas palavras ter-nvcis e pi'ofuudas: «Eu era incrédulo c tinha horror á incredulidade".

Terminando, dirá 6 orador: aiíradecomoQ n Deus esta dádiva do céo. No SlnSo quê nos envolve, no tumultuar dos homens e da' cousas que nos cercam, neste perene desa-socçgo que caracteriza o nosso ser era busca do ideal e do infinito, façamos como crentes a oração que um sábio, o grande Bacon escre vou no frontispicio de seu livro: "Vós Se ihor, que_ comi-çastes a creação do muiide pela creação da luz natural e n terminastes

pe-A conquistador

Ce-mcçaram os benefícios que o reverendo faz a família da Emilia. Esta, porém, min-ca teve disposições porá ser sua afilhado como ainda hoje quer o reverendo. Dahi o reverendo José de Marcos viver n perse-guil-ii e ao marido, empregado da Licht para saber si a rapariga está bem tratado...'

A Emilia nao quer. O reverendo De Marcos anda a rondar a rim Tresc de Maio, onde ella mora. O mando promettou-Ihe um suslo aos scus 90 e tantos annos, c o reverendo Un no 5» districto pedir providencias. E jurou que o juiz dc orphãos iria fnzer com que a Emilia, que tem 23 annos c a pro-gemtora viva, fosse ser dc facto sua

áfi-- 'áfi--^^mmW^'¦ ' ^^^^ÊÊ^mtm

*f •¦ -r-S. .-•'<.¦ ¦¦¦•'PWÊk-'" '¦*">?*-** •.'•*•*.. :»™«W5' ff^-\- :ví:-:

%!ÊmmmW&

^S!

Dr. Alfredo Pinheiro 0p^üi

licenças ela-- senhoras, vias urinados. Applica o tlM NòÍ „08ü. Residi 844, N. S. Cupacabana. Tclcpli. Sul 1.823

P^-iBtao cü8 menâlgo

> ¦ ¦

Para roubar

Pela policia do 13» districto foi preso o urco About Euzc, que, mendiguulo, assai-tou casas na Lapa. Estava elle,",,a ocea ifii a irua Jonejuim Silva n. 45. V^íiaiao,

£/ia:/r de Nogueira ¦ Único que cura syphilis

çome-çastes a creação do mundo

ie-f..cc <],: homem, fazei'qü;ru,d7T"''mU'n ™

O anniversario do

Sr. Wencesiáo

l^om¦mi;.Dr, M1'enccsl''"> Vcaz, presidente Ca Republica resolveu auscutar-se de Pctropo-s amanha, dia do Pctropo-seu anniverPctropo-sario .ma-licio

¦«•»»»

Ia creação da luz intellcctual, insuflnudo-à fl.ee d«. homem, tazoi qliès tudj há nossa v.-da, tendo o vosso amor ' ¦

-por fim a vossa gloria ——————— 1 «éee»

o vosso amor por principio, tenha

Dr. Pi men ia de Mello- -?iua

n. 5, ás 3 horas. - Itesid. Allonso Penna n. 49.Ouriv

do;

i-ef

10A LITERÁRIA

O ultimo livro de Paulo Barreto — P,,ll ff-Iiio, c dC] natureza a mergulhar êm

ení-,d!",,,,Íi;run^ (m "™ P«'eolrerem

tão ¦-"" • -

-João do Rio -- «Pall-Mall-Kin»

de que um

pri-jíi-iiuijiozo iruDalliador perdesse o tem-Po a notar Iodas as frivõljdades soêfa^ -riüí ele enumera complacentementcl Tem-sè

de-d*osS eMmiS"Z^mm «cha? reunL

fclicailns iiiá-^^ia^ ^^ "^icias' pu-,---, - -," Pln um jornal.

eNo emtanlo, depo s de lida essa obra (si llie pode chamar uma "obra'') i impressão de que do grande realmente se

fica-se com forte

« íorle e variado trabalho de PaulcT Ber Os irmãos Gou

íliiiiiccs.

*os do

livros . coiirt produziram vários ro-Jaboriozamcnte escritos, com

esmo-¦r, ),.:i„ " ¦¦ «•¦LUllLIlCIO 03 SOIIS rnmnn/.n«

í,te£=™"«?55

No emtanlo, ja agora, tão pouco tempo apoz o dezaparecimcnto desses escritores ninguém mais le" os seus romances. E' comosi nao tivessem sido escritos. Eles deixaram, porém, um diário do que tazium e. sobretudo, rio que ouviam. Nesse d ano sc revelaram tais quais eram, abso-íiitiimentc incapazes de compreender largas ciozas SC1'n'S' Notarf"n* Porém, minúcias pre-E, por isso, sô por isso, o diário dos Gon-escreveram?''11' dtaCl° dC q"nnt0S livr0s clcs *„?.. /'f'---'w«"-fl''o de Paulo Barreto terá, de ™, °' ° ,n,csm otivo do d'ai"io dos Gon-touit para durai. ;j com certa vantajem no-para Paulo Barreto: que ele tem ao tavel

contraio aos uoiicoiirt, o capacidade de ex-pnmir a cada instante idéias gerais. Quem quizer mais tarde conlieeer a virtn ^n .a. jk_ü=,Qiie bela trazeiexclamar, e.xtaziado :

sociedade brazileirn no nosso tempo, será fatalmente obrigado a recorrer a essa cro nica de

fnvolidades.-f iV\P7't <iUCm P°d* ',esdenI,*-r do ío»

rr-*rr.

|jí*s**- * ív*t>mÇ '^~Í&Z^Tv&&aSlÇ!^^ i--?****,-*. -^59»!

Voltaire notou que uma pessoa destituída dessa qualidade.não poderia viver em Pa-ris. Rara e a rua dn grande cidade a que nao esteja ligada a memória de tráficos acontecimentos, quo deviam prender a aten-çao dos que por elas «assam. No cmtan-to, a vida se faz ai illeirainente despre-ocupada das lembranças do passado.

E não sc preciza ir até Voltaire para bus-car

confirmações da universal frivolidade. quando essas confirmações são muito mais traças do_ que aquilo que nós vemos hoje. f °js. n?.°J é, uraa demonstração de incura-vet frivolidade que possamos nos interessar atualmente por tantas couzits miúdas é sem importância, quando se está travande» no mundo a mnis formidável guerra de que já-mais houve exemplo J

A frivolidade é um bem... A psicolojia moderna tem posto em relevo o admirável trabalho do nosso cérebro, que procura sem-pro esconder, eliminar, esquecer todas as idéias tristes e deprimentes, idéias que, si tossem lembradas empeceriam a nossa ati-vidnde. O frade trapista, qUe devo. a cada encontro com outro, dizer a fraze celebre 2 irmão, nós temos de morrer!" — acaba por dizê-Ia sem pensar absolutamente na morte. A frivohdado enche, domino, vence tudo. A única couza bôa que a Vida tem — o «mor — 6 hôa principalmente pelosscus aspetos frivolos — dclidozamente frl-í>*-*Io Barreto não preciza, portanto,

de-Â

Prisão de um depositário

infiel

m?HJ'lD

da„Pl,imeira Vara Cível, Dr.

AI-meida Russell, a requerimento ilo Dr.

Hei-tor Lima, expediu mandado de prisão

con-tra o negociante Antenor José da Silva

que tendo obtido de Antônio Tavares Mar'

9:0001000, dando em penhor burros e

eâr-roças, das quaes ficou como depositário,

so-Seggal-Ss.e

rartC d°3 be"S' recl,sa«'io-se

Alberto dos Santos Dulcl

heindcn'do o esposa de Dulcl nn oceasião em que procsrnva fazer os filhos dormir. W.V.-d eni o r, que é W.V.-dc compleição robusta e epie. ali fora áquclln hora propositiidainenle por saber estar ausente Dutcl, agarrou a ei posa deste e, após uma luta em que saiu afinal vencedor, conseguiu violcnlal-a. Offeiididíi nos seus brios de esposa honesta, Annuncia-ta se ncnbrunhiou e diariamente o marido a siirprehciulio chorando, sem que, eiitréthiiio, lhe confessasse o motivo.

Unia irmã de Annuiiciata, de nome Cnr-mel ita, tendo sielo nn segunda-feira dc car-naval procurada por Waldemar, que lhe so-licitou que seduzisse a irmã paro com cila sc fantasiar, afim dc que cllc ei pudesse Ie-var para nm certo logar, mondou chamar a cunhado, pondo-o ao corrente do plano do Waldemar.

Dutcl, assim informado, conseguiu que a esposa lhe confessasse a violência dc que* fora victima, tendo Aiinuiiciola occrcsccntu-do que pensava em sitiei dar-se para não so-breviver ã sua vergonha.

Apparcntaiido colma, mas intimamente to-mnelo de justa cólera, Dutel tomou ele um revolver c partiu à procura do amigo in-grato, indo encontral-o na sua casa dc resi-deneia, á rua Viscondessa dc Pirossinunga n. 84, onde lhe exigiu satisfações. Longe, porem, de procurar defender-se, Waldeniai-escarneceu elo amigo, que, em dado mòhieii-to, sacou da arma, fazendo contra elle um disparo, que o nttingiu na região epigaslrl-ca proiluzindo-lhe um leve ferimento. : Preso por populares, foi Dutcl conduzido u delegacia do !)- districto policial, onde con-tra cllo foi lavrado um auto ilu prisão em flagrante:

Waldemar, cujo estado não tem gravidade, depois dc soccòrrido pela Assistência au-sentou-se para logar ignorado.

Na delegacia era voz corrente que Wal-deinar é autor de outros faetos ela mesma na-lurczn c, ainda, que sc acha envolvido um crime antigo, que a policia vae curar esclarecer.

em

pro-I seu t vol

fçnder-se de ter sido um cronista de frivo-lidades. O seu livro dá a impressão de àue ele passa pela vida como um esnectadS? kteressado e divertido por todof^s*füs múltiplos aspetos. Ele quereria multas Té-zcs parecer profundamente preocupado pc-los pequenos nadas elegantes das rodos de zoU%rS„ktZadUM,nte,1,ma Cstaç5° ° Swtuí zo cionista. Mas, de vez em quando nor cansaço ou por desfastio, levanta a másci-ra dumásci-rante alguns momentos. V Em certa ocnzião, por exemplo ele esere.

5 tapjur a? tr.'?ICi

primeiro a divertir-me com ele...

Mas logo, com medo que alguém se

n-*™-gstlnfeeúteSSg ."58SS SKSSSS^

E

fto'mJ?n„mar diante de< cat^ toS. "

n SS8F- é" lsso t,.u« so observa de nõnta

a ponta nos quazi 6C0 pájii - * ¦¦

fica-se, diante de cada clojio a

Por alma do Dr. Vieira

Fazenda

nO Centro Carioca manda rosar amanhã, ãs 10 horas, na egreja de S. José, unia missa de sétimo dia em suffragio á alma do Dr. Josó Mwni Fazendo, illustre bibliothecorio do Iii» stituto Histórico do Brasil e chronisto ifiegüiH lavei da cidade do Rio de Janeiro.

quazi 6C0 pájinas do livro. ,,de cada clojio m «ma mulhní e de cada adjetivo entuziaslico a uma loi-tettç, com a vaga desconfiança de òuê tudo «auilo seja a obra irônica de um ní^L-JÍ nre. nica de um

ümce-jaiu*-,,„?o„b?m acrccci--«r. entretanto, qU^ „ão lia g*» «P6»"-- Çlojios a senhoras /'a toleties. Ha uma série de observações so-bre todos os aspe TÃ da nossa alta socieela-S«k ni"1 mio liga muito apreço ao que está dizendo1CV-? ,om «--'Pn-ocupado. dc quem Paulo Barreto vai reunindo notações cm-io-^oe.fd^nS,me^raCterCS' ^^ $&

eã&oltZ qnL°%m^SlerrtsSer

nenhum romance sem ter primeiro reunido uma serie de elementos. Estudam os "eus personajens fictícios com a minud. de Sm iJ.mZacSza,dol.rUía0' W™nd° • ^ssier\e Pall-Mall-Rio ê evidentemente para Paulo Barreto o dossícr de um romance. De uni m? de muitos porque, a partir da sua publi-cação, nenhum romancista que queira des-W " a.lta, sociedade brazileira poderá deIxar dc estudar esse livro inverosimil _ h

-lÍÍS^ll Pr°fUnda C ar^la

i„? iinl,l,,it0 de.pnw'o Barreto rosalla dc cer-O ennn i^°ST ^ CilPa de WMUWiò 1 a « J?.n C10.dcnum ro***ance a aparecer, q"e PmCia-,},,aLa ,?í0fÍ8sJ?° de -'*'<-««« PcdreÜa

esse futuro herói do seu livro

A força maior dns sociedades modernas 6 a opinião publica. Ela se faz pelo jornal c pelas conversas. Por si só, o jornal não pode nada. Ele sc limita a fornecer o as-sumto das palestras. E' nestas que coda um verifica- a concordância ou discordância tio seu ponto de vista com o dos scus cou-temporaneos.

Em uma cidade onde cada um recebesse o mais bem feito dos jornais, lesse c não comunicasse a ninguém suas impressões so-bre os assumtos do dia, a imprensa não

a menor força. teria

aluzões Nu

B£B^A^^Aa

ImSff .Profundos, que estudaram a importância da conversa - a conversa frl-T-ola, futil, sem utilidade pratica imediata -mostraram como foi uma verdadeira rc-voluçao social a creação dc uma peça cs» pecial nas t-azas para receber as vixitas c poder ai conversar livremente. Os café" os S?«Án«°S í'an°S pontos dc re«ni"o. cm que Femní . n1^1'8? SC reiU,Cm P«f-* -PàsSliT O && «n,°nde trocam oi-WWes, por «listra-\fn' ,?J „ a se ?cuPaicm cm qualquer cousa,

K 8Õc™oIs°.DJUn '

a maÍS forn,idavel das

n,Éi1,,1n,mJ)rand0 .Vi00 Jsso que sc percorrem ns numerozas pájinas em que Paulo Barre-ro, com o seu talento, com a sua graça, com ÍL8CiU a£lldo csi-irito de observação, fez a croaica de todas as nuindanidoelcs cariocas no íh.vcwm» de 1916.

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Referências

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