13.C- CORRETORES DE SEGUROS E CAPITALIZAÇÃO:
LEI N
o10.190, DE 14 DE FEVEREIRO DE 2001 DOU DE 16/02/2001.
Altera dispositivos do Decreto-Lei no 73, de 21 de novembro de 1966, da Lei no 6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei no 5.627, de 1o de dezembro de 1970, e dá outras providências.
Faço saber que o Presidente da República adotou a Medida Provisória nº 2.069-31, de 2001, que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Antonio Carlos Magalhães, Presidente, para os efeitos do disposto no parágrafo único do art. 62 da Constituição Federal, promulgo a seguinte Lei:
Art. 1o Os arts. 20, 26, 84 e 90 do Decreto-Lei no 73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com as seguintes alterações:
Art. 20... ...
Parágrafo único. Não se aplica à União a obrigatoriedade estatuída na alínea h deste artigo. (NR)
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas à falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. ...
§ 1o O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2o O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3o As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei no 6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2o Fica restabelecido o art. 33 do Decreto-Lei no 73, de 1966, com a seguinte redação: Art. 33. O CNSP será integrado pelos seguintes membros:
I- Ministro de Estado da Fazenda, ou seu representante; II- representante do Ministério da Justiça;
III- representante do Ministério da Previdência e Assistência Social; IV- Superintendente da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP; V- representante do Banco Central do Brasil;
VI- representante da Comissão de Valores Mobiliários - CVM.
§ 1o O CNSP será presidido pelo Ministro de Estado da Fazenda e, na sua ausência, pelo Superintendente da SUSEP.
§ 2o O CNSP terá seu funcionamento regulado em regimento interno. (NR)
Art. 3o Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2o e 15 do Decreto-Lei no 2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1o a 8o da Lei no 9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3o a 49 da Lei no 6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas Leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 4o Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei no 73, de 1966.
Art. 8o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 9o Fica revogado o art. 3o da Lei no 7.682, de 2 de dezembro de 1988.
Congresso Nacional, em 14 de fevereiro de 2001; 180o da Independência e 113o da República SENADOR ANTONIO CARLOS MAGALHÃES Presidente.
Nota: Conversão da Medida Provisória nº 2.069-31, de 25.01.2001.
MEDIDA PROVISÓRIA N
o2.069-31, DE 25 DE JANEIRO DE 2001
DOU DE
26/01/2001.
Altera dispositivos do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei no 5.627, de 1o de dezembro de 1970, e dá outras providências.
O Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição,
adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Os arts. 20, 26, 84 e 90 do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com as seguintes alterações:
Parágrafo único. Não se aplica à União a obrigatoriedade estatuída na alínea h deste artigo. (NR)
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas à falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. ...
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3º As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2º Fica restabelecido o art. 33 do Decreto-Lei no 73, de 1966, com a seguinte redação: Art. 33. O CNSP será integrado pelos seguintes membros:
I- Ministro de Estado da Fazenda, ou seu representante; II- representante do Ministério da Justiça;
III- representante do Ministério da Previdência e Assistência Social; IV- Superintendente da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP; V- representante do Banco Central do Brasil;
VI- representante da Comissão de Valores Mobiliários - CVM.
§ 1o O CNSP será presidido pelo Ministro de Estado da Fazenda e, na sua ausência, pelo Superintendente da SUSEP.
§ 2o O CNSP terá seu funcionamento regulado em regimento interno. (NR)
Art. 3o Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2oe 15 do Decreto-Lei no2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1oa 8o da Lei no9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3oa 49 da Lei no6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas Leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 4o Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei no 73, de 1966.
Art. 8o Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Art. 9o Fica revogado o art. 3o da Lei no 7.682, de 2 de dezembro de 1988. Brasília, 25 de janeiro de 2001; 180º da Independência e 113º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - Silvano Gianni.
Nota: Convertida na Lei nº 10.190, de 14 de fevereiro de 2001.
MEDIDA PROVISÓRIA N
o2.069-30, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2000
DOU DE
28/12/2000.
Altera dispositivos do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei no 5.627, de 1o de dezembro de 1970, e dá outras providências.
O Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição,
adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Os arts. 20, 26, 84 e 90 do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com as seguintes alterações:
Art. 20. ... ...
Parágrafo único. Não se aplica à União a obrigatoriedade estatuída na alínea h deste artigo. (NR)
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas à falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. ...
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2º Fica restabelecido o art. 33 do Decreto-Lei no 73, de 1966, com a seguinte redação: Art. 33. O CNSP será integrado pelos seguintes membros:
I- Ministro de Estado da Fazenda, ou seu representante; II- representante do Ministério da Justiça;
III- representante do Ministério da Previdência e Assistência Social; IV- Superintendente da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP; V- representante do Banco Central do Brasil;
VI- representante da Comissão de Valores Mobiliários - CVM.
§ 1o O CNSP será presidido pelo Ministro de Estado da Fazenda e, na sua ausência, pelo Superintendente da SUSEP.
§ 2o O CNSP terá seu funcionamento regulado em regimento interno. (NR)
Art. 3o Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2oe 15 do Decreto-Lei no2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1oa 8o da Lei no9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3oa 49 da Lei no6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas Leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 4o Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei no 73, de 1966.
Art. 8o Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 9o Fica revogado o art. 3o da Lei no7.682, de 2 de dezembro de 1988, e a Medida Provisória no 1.940-29, de 14 de dezembro de 2000.
Brasília, 27 de dezembro de 2000; 179º da Independência e 112º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - Pedro Malan.
Nota: Reeditada pela Medida Provisória nº 2.069-31, de 25 de janeiro de 2001.
MEDIDA PROVISÓRIA N
o1.940-29, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000
DOU DE
15/12/2000.
Altera dispositivos do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei no 5.627, de 1o de dezembro de 1970, e dá outras providências.
O Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição,
adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Os arts. 20, 26, 84 e 90 do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com as seguintes alterações:
Art. 20. ... ...
Parágrafo único. Não se aplica à União a obrigatoriedade estatuída na alínea h deste artigo. (NR)
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas à falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. ...
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3º
As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2º Fica restabelecido o art. 33 do Decreto-Lei no 73, de 1966, com a seguinte redação: Art. 33. O CNSP será integrado pelos seguintes membros:
I- Ministro de Estado da Fazenda, ou seu representante; II- representante do Ministério da Justiça;
III- representante do Ministério da Previdência e Assistência Social; IV- Superintendente da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP; V- representante do Banco Central do Brasil;
VI- representante da Comissão de Valores Mobiliários - CVM.
§ 2o O CNSP terá seu funcionamento regulado em regimento interno. (NR)
Art. 3o Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2oe 15 do Decreto-Lei no2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1oa 8o da Lei no9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3oa 49 da Lei no6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas Leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 4o Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei no 73, de 1966.
Art. 8o Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Art. 9o Fica revogado o art. 3o da Lei no 7.682, de 2 de dezembro de 1988. Brasília, 14 de dezembro de 2000; 179º da Independência e 112º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - Pedro Malan.
Nota: Revogada pela Medida Provisória nº 2.069-30, de 27 de dezembro de 2000.
MEDIDA PROVISÓRIA N
o1.940-26, DE 21 DE SETEMBRO DE 2000
DOU DE
22/09/2000.
Altera dispositivos do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei no 5.627, de 1o de dezembro de 1970, e dá outras providências.
O Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição,
adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Os arts. 20, 26, 84 e 90 do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com as seguintes alterações:
Art. 20. ... ...
Parágrafo único. Não se aplica à União a obrigatoriedade estatuída na alínea h deste artigo. (NR)
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas à falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. ...
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3º As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2º Fica restabelecido o art. 33 do Decreto-Lei no 73, de 1966, com a seguinte redação: Art. 33. O CNSP será integrado pelos seguintes membros:
I- Ministro de Estado da Fazenda, ou seu representante; II- representante do Ministério da Justiça;
III- representante do Ministério da Previdência e Assistência Social; IV- Superintendente da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP; V- representante do Banco Central do Brasil;
VI- representante da Comissão de Valores Mobiliários - CVM.
§ 1o O CNSP será presidido pelo Ministro de Estado da Fazenda e, na sua ausência, pelo Superintendente da SUSEP.
§ 2o O CNSP terá seu funcionamento regulado em regimento interno. (NR)
Art. 3o Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2oe 15 do Decreto-Lei no2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1oa 8o da Lei no9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3oa 49 da Lei no6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas Leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 4o Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei no 73, de 1966.
MEDIDA PROVISÓRIA N
O1.940-24, DE 26 DE JULHO DE 2000
DOU DE
27/07/2000.
Altera dispositivos do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei no 5.627, de 1o de dezembro de 1970, e dá outras providências.
O Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição,
adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Os arts. 20, 26, 84 e 90 do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com as seguintes alterações:
Art. 20. ... ...
Parágrafo único. Não se aplica à União a obrigatoriedade estatuída na alínea h deste artigo. (NR)
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas à falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. ...
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3º As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei no 6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2º Fica restabelecido o art. 33 do Decreto-Lei no 73, de 1966, com a seguinte redação: Art. 33. O CNSP será integrado pelos seguintes membros:
I- Ministro de Estado da Fazenda, ou seu representante; II- representante do Ministério da Justiça;
III- representante do Ministério da Previdência e Assistência Social; IV- Superintendente da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP; V- representante do Banco Central do Brasil;
VI- representante da Comissão de Valores Mobiliários - CVM.
§ 1o O CNSP será presidido pelo Ministro de Estado da Fazenda e, na sua ausência, pelo Superintendente da SUSEP.
§ 2o O CNSP terá seu funcionamento regulado em regimento interno. (NR)
Art. 3o Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2oe 15 do Decreto-Lei no2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1oa 8o da Lei no9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3oa 49 da Lei no6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas Leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 4o Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei no 73, de 1966.
Art. 8o Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Art. 9o Fica revogado o art. 3o da Lei no 7.682, de 2 de dezembro de 1988. Brasília, 26 de julho de 2000; 179º da Independência e 112º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - Pedro Malan.
MEDIDA PROVISÓRIA N
o1.940-22, DE 26 DE MAIO DE 2000 DOU DE 28/05/2000.
Altera dispositivos do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei no 5.627, de 1o de dezembro de 1970, e dá outras providências.O Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição,
adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Os arts. 20, 26, 84 e 90 do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com as seguintes alterações:
Art. 20. ... ...
Parágrafo único. Não se aplica à União a obrigatoriedade estatuída na alínea h deste artigo. (NR)
pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. ...
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3º As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2º Fica restabelecido o art. 33 do Decreto-Lei no 73, de 1966, com a seguinte redação: Art. 33. O CNSP será integrado pelos seguintes membros:
I- Ministro de Estado da Fazenda, ou seu representante; II- representante do Ministério da Justiça;
III- representante do Ministério da Previdência e Assistência Social; IV- Superintendente da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP; V- representante do Banco Central do Brasil;
VI- representante da Comissão de Valores Mobiliários - CVM.
§ 1o O CNSP será presidido pelo Ministro de Estado da Fazenda e, na sua ausência, pelo Superintendente da SUSEP.
§ 2o O CNSP terá seu funcionamento regulado em regimento interno. (NR)
Art. 3o Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2oe 15 do Decreto-Lei no2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1oa 8o da Lei no9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3oa 49 da Lei no6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas Leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 4o Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei no 73, de 1966.
Art. 8o Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Art. 9o Fica revogado o art. 3o da Lei no 7.682, de 2 de dezembro de 1988. Brasília, 26 de maio de 2000; 179º da Independência e 112º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - Pedro Malan.
MEDIDA PROVISÓRIA N
O1.940-18, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2000
DOU DE
04/02/2000.
Altera dispositivos do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei no 5.627, de 1o de dezembro de 1970, e dá outras providências.
O Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição,
adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Os arts. 20, 26, 84 e 90 do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com as seguintes alterações:
Art. 20. ... ...
Parágrafo único. Não se aplica à União a obrigatoriedade estatuída na alínea h deste artigo. (NR)
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas à falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. ...
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3º As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
I- Ministro de Estado da Fazenda, ou seu representante; II- representante do Ministério da Justiça;
III- representante do Ministério da Previdência e Assistência Social; IV- Superintendente da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP; V- representante do Banco Central do Brasil;
VI- representante da Comissão de Valores Mobiliários - CVM.
§ 1o O CNSP será presidido pelo Ministro de Estado da Fazenda e, na sua ausência, pelo Superintendente da SUSEP.
§ 2o O CNSP terá seu funcionamento regulado em regimento interno. (NR)
Art. 3o Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2oe 15 do Decreto-Lei no2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1oa 8o da Lei no9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3oa 49 da Lei no6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas Leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 4o Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei no 73, de 1966.
Art. 8o Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Art. 9o Fica revogado o art. 3o da Lei no 7.682, de 2 de dezembro de 1988. Brasília, 3 de fevereiro de 2000; 179º da Independência e 112º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - Amaury Guilherme Bier.
MEDIDA PROVISÓRIA N
o1.940-16, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1999.
Altera dispositivos do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei no 5.627, de 1o de dezembro de 1970, e dá outras providências.
O Vice-Presidente da República, no exercício do cargo de Presidente da República, usando da
atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei: Art. 1º Os arts. 20, 26, 84 e 90 do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com as seguintes alterações:
Art. 20. ... ...
Parágrafo único. Não se aplica à União a obrigatoriedade estatuída na alínea h deste artigo. (NR)
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas à falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. ...
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3º As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2º Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2oe 15 do Decreto-Lei no2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1oa 8o da Lei no9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3oa 49 da Lei no6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas Leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 3o Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei no 73, de 1966.
Art. 7o Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 8o Fica revogado o art. 3o da Lei no7.682, de 2 de dezembro de 1988, e a Medida Provisória no 1.847-15, de 18 de novembro de 1999.
MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.847-15, DE 18 DE NOVEMBRO DE 1999
DOU DE
19/11/99.
Altera dispositivos do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, da Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei nº 5.627, de 1º de dezembro de 1970, e dá outras providências.
O Vice-Presidente da República, no exercício do cargo de Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Os arts. 20, 26, 84 e 90 do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com as seguintes alterações:
Art. 20. ... ...
Parágrafo único. Não se aplica à União a obrigatoriedade estatuída na alínea h deste artigo. (NR)
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas à falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. ...
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3º As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2º Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2º e 15 do Decreto-Lei nº 2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1º a 8º da Lei nº 9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3º a 49 da Lei nº 6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas Leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 3º Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei nº 73, de 1966.
Art. 4º O art. 56 da Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 56. ... ...
§ 3º A decretação da intervenção não afetará o funcionamento da entidade nem o curso regular de seus negócios.
§ 4º Na hipótese de indicação de pessoa jurídica para gerir a sociedade em regime de intervenção, esta poderá, em igualdade de condições com outros interessados, participar de processo de aquisição do controle acionário da sociedade interventiva. (NR)
Art. 5º O art. 9º da Lei nº 5.627, de 1º de dezembro de 1970, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 9º ...
Parágrafo único. Excepcionalmente, e em prazo não superior a um ano, prorrogável por uma única vez e por igual prazo, e a critério da SUSEP, poderá ser autorizada a transferência de controle acionário de sociedades de seguros às pessoas jurídicas indicadas neste artigo. (NR)
Art. 6º Ficam convalidados os atos praticados com base na Medida Provisória nº 1.847-14, de 21 de outubro de 1999.
Art. 7º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Art. 8º Fica revogado o art. 3º da Lei nº 7.682, de 2 de dezembro de 1988. Brasília, 18 de novembro de 1999; 178º da Independência e 111º da República. MARCO ANTONIO DE OLIVEIRA MACIEL - Amaury Guilherme Bier.
Nota: Revogada pela Medida Provisória nº 1.940-16, de 9 de dezembro de 1999.
MEDIDA PROVISÓRIA N
o1.847-10, DE 29 DE JUNHO DE 1999.
Altera dispositivos do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei no 5.627, de 1o de dezembro de 1970, e dá outras providências.
O Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição,
adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Os arts. 20, 26, 84 e 90 do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com as seguintes alterações:
...
Parágrafo único. Não se aplica à União a obrigatoriedade estatuída na alínea h deste artigo. (NR)
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas à falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. ...
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3º As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2º Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2oe 15 do Decreto-Lei no2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1oa 8o da Lei no9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3oa 49 da Lei no6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 3o Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei no 73, de 1966.
Art. 7o Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 8o Ficam revogados o art. 3o da Lei no 7.682, de 2 de dezembro de 1988, e a Medida Provisória no 1.805-9, de 17 de junho de 1999.
Brasília, 29 de junho de 1999; 178º da Independência e 111º da República.
MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.805-9, DE 17 DE JUNHO DE 1999 DOU DE 18/06/99.
Altera dispositivos do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, da Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei nº 5.627, de 1º de dezembro de 1970, e dá outras providências.O Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Os arts. 20, 26, 84 e 90 do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com as seguintes alterações:
Art. 20. . ...
Parágrafo único. Não se aplica à União a obrigatoriedade estatuída na alínea h deste artigo. (NR)
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas à falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. . ...
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3º As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. . ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2º Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2º e 15 do Decreto-Lei nº 2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1º a 8º da Lei nº 9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3º a 49 da Lei nº 6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 4º O art. 56 da Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 56. . ... . ...
§ 3º A decretação da intervenção não afetará o funcionamento da entidade nem o curso regular de seus negócios.
§ 4º Na hipótese de indicação de pessoa jurídica para gerir a sociedade em regime de intervenção, esta poderá, em igualdade de condições com outros interessados, participar de processo de aquisição do controle acionário da sociedade interventiva. (NR)
Art. 5º O art. 9º da Lei nº 5.627, de 1º de dezembro de 1970, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 9º . ...
Parágrafo único. Excepcionalmente, e em prazo não superior a um ano, prorrogável por uma única vez e por igual prazo, e a critério da SUSEP, poderá ser autorizada a transferência de controle acionário de sociedades de seguros às pessoas jurídicas indicadas neste artigo. (NR)
Art. 6º Ficam convalidados os atos praticados com base na Medida Provisória nº 1.805-8, de 20 de maio de 1999.
Art. 7º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Art. 8º Fica revogado o art. 3º da Lei nº 7.682, de 2 de dezembro de 1988. Brasília, 17 de junho de 1999; 178º da Independência e 111º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - Pedro Malan.
Nota: Revogada pela Medida Provisória nº 1.847-10, de 29 de junho de 1999.
MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.805-4, DE 28 DE JANEIRO DE 1999 DOU DE 29/01/99.
Altera dispositivos do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, da Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei nº 5.627, de 1º de dezembro de 1970, e dá outras providências.O Presidente Da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição,
adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Os arts. 26, 84 e 90 do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com a seguinte redação:
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas a falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. ...
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3º As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2º Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2º e 15 do Decreto-Lei nº 2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1º a 8º da Lei nº 9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3º a 49 da Lei nº 6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas Leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 3º Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei nº 73, de 1966.
Art. 4º O art. 56 da Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 56. ... ...
§ 3º A decretação da intervenção não afetará o funcionamento da entidade nem o curso regular de seus negócios.
§ 4º Na hipótese de indicação de pessoa jurídica para gerir a sociedade em regime de intervenção, esta poderá, em igualdade de condições com outros interessados, participar de processo de aquisição do controle acionário da sociedade interventiva. (NR)
Art. 5º O art. 9º da Lei nº 5.627, de 1º de dezembro de 1970, passa a vigorar com a seguinte redação:
Parágrafo único. Excepcionalmente, e em prazo não superior a um ano, prorrogável por uma única vez e por igual prazo, e a critério da SUSEP, poderá ser autorizada a transferência de controle acionário de sociedades de seguros às pessoas jurídicas indicadas neste artigo. (NR)
Art. 6º Ficam convalidados os atos praticados com base na Medida Provisória nº 1.719-3, de 7 de janeiro de 1999.
Art. 7º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 8º Ficam revogados o art. 3º da Lei nº 7.682, de 2 de dezembro de 1988, e a Medida Provisória nº 1.719-3, de 7 de janeiro de 1999.
Brasília, 28 de janeiro de 1999; 178º da Independência e 111º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - Pedro Malan.
MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.719-3, DE 7 DE JANEIRO DE 1999 DOU DE 08/01/99.
Altera dispositivos do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, da Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei nº 5.627, de 1º de dezembro de 1970, e dá outras providências.O Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição,
adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Os arts. 26, 84 e 90 do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com a seguinte redação:
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas a falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. ...
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3º As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2º Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2º e 15 do Decreto-Lei nº 2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1º a 8º da Lei nº 9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3º a 49 da Lei nº 6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas Leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 3º Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei nº 73, de 1966.
Art. 4º O art. 56 da Lei nº 6.435, de 15 de julho de 1977, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 56. ... ...
§ 3º A decretação da intervenção não afetará o funcionamento da entidade nem o curso regular de seus negócios.
§ 4º Na hipótese de indicação de pessoa jurídica para gerir a sociedade em regime de intervenção, esta poderá, em igualdade de condições com outros interessados, participar de processo de aquisição do controle acionário da sociedade interventiva. (NR)
Art. 5º O art. 9º da Lei nº 5.627, de 1º de dezembro de 1970, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 9º ...
Parágrafo único. Excepcionalmente, e em prazo não superior a um ano, prorrogável por uma única vez e por igual prazo, e a critério da SUSEP, poderá ser autorizada a transferência de controle acionário de sociedades de seguros às pessoas jurídicas indicadas neste artigo. (NR)
Art. 6º Ficam convalidados os atos praticados com base na Medida Provisória nº 1.719-2, de 10 de dezembro de 1998.
Art. 7º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Art. 8º Fica revogado o art. 3º da Lei nº 7.682, de 2 de dezembro de 1988. Brasília, 7 de janeiro de 1999; 178º da Independência e 111º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - Pedro Malan.
MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.719-1, DE 12 DE NOVEMBRO DE 1998
DOU DE
13/11/98.
Altera dispositivos do Decreto-Lei no 73, de 21 de novembro de 1966, da Lei no 6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei no 5.627, de 1º de dezembro de 1970, e dá outras providências.
O Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição,
adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Os arts. 26, 84 e 90 do Decreto-Lei no 73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com a seguinte redação:
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas a falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
Art. 84. ...
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3º As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei no 6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2º Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2º e 15 do Decreto-Lei no 2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1º a 8º da Lei no 9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3º a 49 da Lei no 6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas Leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 3º Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei no 73, de 1966.
Art. 4º O art. 56 da Lei no 6.435, de 15 de julho de 1977, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 56. ... ...
§ 3º A decretação da intervenção não afetará o funcionamento da entidade nem o curso regular de seus negócios.
§ 4º Na hipótese de indicação de pessoa jurídica para gerir a sociedade em regime de intervenção, esta poderá, em igualdade de condições com outros interessados, participar de processo de aquisição do controle acionário da sociedade interventiva. (NR)
Art. 5º O art. 9º da Lei no 5.627, de 1º de dezembro de 1970, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 9º ...
Parágrafo único. Excepcionalmente, e em prazo não superior a um ano, prorrogável por uma única vez e por igual prazo, e a critério da SUSEP, poderá ser autorizada a transferência de controle acionário de sociedades de seguros às pessoas jurídicas indicadas neste artigo. (NR)
Art. 6º Ficam convalidados os atos praticados com base na Medida Provisória no 1.719, de 13 de outubro de 1998.
Art. 7º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Art. 8º Fica revogado o art. 3º da Lei no 7.682, de 2 de dezembro de 1988. Brasília, 12 de novembro de 1998; 177º da Independência e 110º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - Pedro Malan.
Nota: Reeditada pela Medida Provisória nº 1.719-2, de 10 de dezembro de 1998.
MEDIDA PROVISÓRIA N
o1.719, DE 13 DE OUTUBRO DE 1998.
Altera dispositivos do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977, da Lei no 5.627, de 1o de dezembro de 1970, e dá outras providências.
O Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição,
adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Os arts. 26, 84 e 90 do Decreto-Lei no73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com a seguinte redação:
Art. 26. As sociedades seguradoras não poderão requerer concordata e não estão sujeitas a falência, salvo, neste último caso, se decretada a liquidação extrajudicial, o ativo não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos credores quirografários, ou quando houver fundados indícios da ocorrência de crime falimentar. (NR)
§ 1º O patrimônio líquido das sociedades seguradoras não poderá ser inferior ao valor do passivo não operacional, nem ao valor mínimo decorrente do cálculo da margem de solvência, efetuado com base na regulamentação baixada pelo CNSP.
§ 2º O passivo não operacional será constituído pelo valor total das obrigações não cobertas por bens garantidores.
§ 3º As sociedades seguradoras deverão adequar-se ao disposto neste artigo no prazo de um ano, prorrogável por igual período e caso a caso, por decisão do CNSP. (NR)
Art. 90. ...
Parágrafo único. Aplica-se à intervenção a que se refere este artigo o disposto nos arts. 55 a 62 da Lei no6.435, de 15 de julho de 1977. (NR)
Art. 2º Às sociedades seguradoras de capitalização e às entidades de previdência privada aberta aplica-se o disposto nos arts. 2oe 15 do Decreto-Lei no2.321, de 25 de fevereiro de 1987, 1oa 8o da Lei no9.447, de 14 de março de 1997 e, no que couber, nos arts. 3oa 49 da Lei no6.024, de 13 de março de 1974.
Parágrafo único. As funções atribuídas ao Banco Central do Brasil pelas Leis referidas neste artigo serão exercidas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, quando se tratar de sociedades seguradoras, de capitalização ou de entidades de previdência privada aberta.
Art. 3o Aplica-se às entidades de previdência privada aberta o disposto no art. 84 do Decreto-Lei no 73, de 1966.
Art. 6º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Art. 7o Fica revogado o art. 3o da Lei no 7.682, de 2 de dezembro de 1988. Brasília, 13 de outubro de 1998; 177º da Independência e 110º da República.
Nota: Reeditada pela Medida Provisória nº 1.719-1, de 12 de novembro de 1998.
LEI Nº 9.482, DE 13 DE AGOSTO DE 1997 DOU DE 14/08/97.
Dispõe sobre a administração do Instituto de Resseguros do Brasil - IRB, sobre a transferência e a transformação de suas ações, e dá outras providências.
Faço saber que o Presidente da República adotou a Medida Provisória nº 1.578-1, de 1997, que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Antonio Carlos Magalhães, Presidente, para os efeitos do disposto no parágrafo único do art. 62 da Constituição Federal, promulgo a seguinte Lei:
Art. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a:
I- transferir para a União, mediante ressarcimento, a propriedade das ações Classe A, pertencentes ao Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, representativas de cinqüenta por cento do capital social do Instituto de Resseguros do Brasil - IRB;
II- adotar as providências necessárias à transformação das atuais ações Classe A e Classe B, em que se divide o capital social do IRB, em ações ordinárias e ações preferenciais, respectivamente.
Parágrafo único. Para efeito de cálculo do valor das ações a serem transferidas para a União, será considerado o valor patrimonial das ações em 31 de dezembro de 1996, corrigido pelo IGP-M até a data do efetivo-pagamento.
Art. 2º Os arts. 43, 46, 47 e 48 do Decreto-lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, passam a vigorar com a seguinte redação:
Art. 43. O capital social do IRB é representado por ações escriturais, ordinárias e preferenciais, todas sem valor nominal.
Parágrafo único. As ações ordinárias, com direito a voto, representam, no mínimo, cinqüenta por cento do capital social.
Art. 46. São órgãos de administração do IRB o Conselho de Administração e a Diretoria. § 1º O Conselho de Administração é composto por seis membros, eleitos pela Assembléia Geral, sendo:
I- três membros indicados pelo Ministro de Estado da Fazenda, dentre eles: a) o Presidente do Conselho;
b) o Presidente do IRB, que será o Vice-Presidente do Conselho;
II- um membro indicado pelo Ministro de Estado do Planejamento e orçamento; III- um membro indicado pelos acionistas detentores de ações preferenciais;
IV- um membro indicado pelos acionistas minoritários, detentores de ações ordinárias.
§ 2º A Diretoria do IRB é composta por seis membros, sendo o Presidente e o Vice-Presidente Executivo nomeados pelo Presidente da República, por indicação do Ministro de Estado da Fazenda, e os demais eleitos pelo Conselho, de Administração.
§ 3º Enquanto a totalidade das ações ordinárias permanecer com a União, aos acionistas detentores de ações preferenciais será facultado o direito de indicar até dois membros para o Conselho de Administração do IRB.
§ 4º Os membros do Conselho de Administração e da Diretoria do IRB terão mandato de três anos, observado o disposto na Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976.
Art. 47 O Conselho Fiscal do IRB é composto por cinco membros efetivos e respectivos suplentes, eleitos pela Assembléia Geral, sendo:
II- um membro e respectivo suplente eleitos, em votação em separado, pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias;
III- um membro e respectivo suplente eleitos pelos acionistas detentores de ações preferenciais sem direito a voto ou com voto restrito, excluído o acionista controlador, se detentor dessa espécie de ação.
Parágrafo único. Enquanto a totalidade das ações ordinárias permanecer com a União, aos acionistas detentores de ações preferenciais será facultado o direito de indicar até dois membros para o Conselho Fiscal do IRB.
Art. 48. Os estatutos fixarão a competência do Conselho de Administração e da Diretoria do IRB. Art. 3º Fica o IRB autorizado a celebrar contrato de gestão, nos termos da legislação em vigor. Art. 4º Para os efeitos do disposto no art. 8º dos Estatutos aprovados pelo Decreto nº 60.460, de 13 de março de 1967, serão utilizados os balanços do IRB e das seguradoras acionistas do IRB referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 1996.
Parágrafo único. Para efeito de cálculo do valor das ações a serem redistribuídas entre as seguradoras, será utilizado o valor apurado na data-base de 31 de dezembro de 1996, corrigido pelo IGP-M até a data da efetiva redistribuição.
Art. 5º Ficam convalidados os atos praticados com base na Medida Provisória nº 1.578, de 17 de junho de 1997.
Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 7º Ficam revogados os arts. 49, 50, 51, 52, 53 e 54 do Decreto-lei nº 73, de 21 de novembro de 1966.
Congresso Nacional, em 13 de agosto de 1997; 176º da Independência e 109º da República. ANTONIO CARLOS MAGALHÃES.
ORDEM DE SERVIÇO Nº INPS/SB-055.1, DE 6 DE NOVEMBRO DE 1978
Assunto: Aprova Manual de Serviço relacionado com a filiação, inscrição e incidência de
contribuições dos beneficiários dos regimes de previdência social do SINPAS.
Os Secretários de Benefícios do INPS e de Arrecadação e Fiscalização do IAPAS, no uso
de suas atribuições, ouvido o GAEP/INPS e,
CONSIDERANDO que, com a criação do SINPAS, foram unificados os sistemas e serviços de inscrição dos beneficiários da previdência social;
CONSIDERANDO as necessidades de uniformização de procedimentos, através da consolidação das normas existentes;
CONSIDERANDO, finalmente, a necessidade de que essa consolidação obedeça a critério que permita proceder-se, de futuro, às alterações de novas disposições legais ou regulamentares, mediante a substituição, apenas, dos capítulos atingidos, sem prejuízo da manutenção dos demais,
RESOLVEM:
1- Aprovar as normas e procedimentos constantes do Manual anexo, que consolidam as disposições em vigor, relacionadas com a filiação, inscrição, caracterização e incidência de contribuições dos beneficiários dos regimes de previdência social vinculados ao SINPAS.
2- Determinar a aplicação deste Manual pelas linhas de benefícios e de arrecadação e fiscalização.
3- Atribuir à Coordenadoria de Inscrição de Beneficiários da Secretaria de Benefícios do INPS a atualização permanente deste Manual mediante aprovação conjunta das Secretarias de Benefícios do INPS e de Arrecadação e Fiscalização do IAPAS.
4- Ficam revogados os atos, normas, orientações, instruções, entendimentos, rotinas e outras decisões emanados de Secretarias do INPS originário e de órgãos congêneres do ex-FUNRURAL e do ex-IPASE, que tratam, no todo ou parcialmente, das matérias ora consolidadas.
HÉLIO J. T. BESSA Secretário de Benefícios/INPS.
MARINO DA SILVEIRA SOARES Secretário-Substituto de Arrecadação e Fiscalização. ANEXO
Salários de Contribuição dos Trabalhadores Autônomos Período: 10/60 a 08/73
Nota Explicativa:
Embora a RCD/DNPS-876/67, tenha entrada em vigor em 02/68, foi considerada regular a aplicação desse ato a partir de 03/68, em razão da ODS/SAF nº 299.6, de 20.02.60.
Assim, devem ser respeitados os recolhimentos efetuados com base na citada RCD, tanto a partir de 02/68 como o mês 03/68.
CORRETOR (de Automóveis, Mercadoria, Valores, Livros, Café, Títulos, Imóveis, Seguros,
Títulos de Clubes, Fundo Mútuo, Navios, Publicidade) ... Código 24. Salário-Base: a) 10/60 a 01/68 ... 1 SMR b) 02/68 a 08/73 até 5 anos de atividade ... 3 SMR de 5 a 15 anos de atividade ... 4 SMR
+ de 15 anos de atividade ... 5 SMR c) 09/73 em adiante: Vide letra c do Código 01 (um).
NOTAS: 1) Os Corretores de Imóveis do Estado da Guanabara e Minas
até 2 anos de atividade ... 3 SMR + de 2 anos de atividade ... 5 SMR 2) Salário-base dos Corretores de Imóveis de Recife PE, período de 09/67 a 01/68 ... 3 SMR 3) Salário-base dos Corretores de Cereais filiados à Câmara Sindical dos Corretores de Bolsa de Cereais de São Paulo período 09/67 a 01/68 ...3 SMR
4) Salário-base dos Corretores de Seguro e de Capitalização de Pernambuco período 10/67 a 01/68:
até 2 anos de atividade ... 3 SMR + de 2 anos de atividade ... 5 SMR 5) Os corretores de Mercadorias do Estado da Guanabara, Corretores de Seguro e Capitalização do Estado do Maranhão, Corretores de Bolsa Oficial de Valores do Estado do Paraná tiveram seus salários-base fixados a partir de 01/68, portanto, anteriormente à vigência da RCD/DNPS-876/67, conforme abaixo:
até 5 anos de exercício da profissão .... 3 SMR de 5 a 15 anos de exercício de profissão 4 SMR + de 15 anos de exercício da profissão 5 SMR
Taxa: 1º/10/60 A 10/06/73 ... 8% 11/06/73 em diante ... 16% Fundamentação: Leis nºs 3.807/60 e 5.890/73; RCD/DNPS nºs 334, 342, 410, 505, 579, 616, 618, 805 e 876/67.
DECRETO Nº 66.656, DE 3 DE JUNHO DE 1970 DOU DE 04/06/70.
Dá nova redação ao artigo 120 do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 60.459, de 13 de março de 1967.
O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 81, item III, da
Constituição, DECRETA:
Art. 1º- O artigo 120 do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 60.459, de 13 de março de 1967, alterado pelo Decreto nº 63.670, de 21 de novembro de 1968, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art. 120- Os corretores de seguros que vinham exercendo a atividade na data da vigência da Lei nº 4.594, de 29 de dezembro de 1964, e ainda não registrados, poderão requerer à Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) o respectivo registro, observado o disposto no artigo 31 da referida lei.
Art. 2º- Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Brasília, 3 de junho de 1970; 149º da Independência e 82º da República. EMÍLIO G. MÉDICI - Marcus Vinicius Pratini de Moraes.
DECRETO-LEI Nº 826, DE 5 DE SETEMBRO DE 1969 DOU DE 08/09/69.
Dá nova redação à alínea j do artigo 20 do Decreto-lei nº 73, de 21 de novembro de 1966.Os Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, usando das
atribuições que lhes confere o artigo 1º do Ato Institucional nº 12, de 31 de agosto de 1969, combinado com o § 1º do artigo 2º do Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968,
DECRETAM:
Art 1º A alínea j do artigo 20 do Decreto-lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, passa a vigorar com a seguinte redação:
Art 20 ...
j ) crédito à exportação, quando julgado conveniente pelo CNSP, ouvido o Conselho Nacional do Comércio Exterior (CONCEX);
Art 2º Este Decreto-lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Brasília, 5 de setembro de 1969; 148º da Independência e 81º da República.
AUGUSTO HAMANN RADEMAKER - GRÜNEWALD - AURÉLIO DE LYRA TAVARES - MÁRCIO DE SOUZA E MELLO - Antônio Delfim Netto - Edmundo de Macedo Soares - Hélio Beltrão.
DECRETO Nº 63.670, DE 21 DE NOVEMBRO DE 1968 DOU DE 27/11/68.
Dá nova redação ao art. 120 do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 60.459, de 13 de março de 1967, e reabre prazo para habilitação de corretores se seguro.
O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 83, item II, da
Constituição, decreta:
Art. 1º- O artigo 120 do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 60.459, de 13 de março de 1967, passa a vigorar com a seguinte redação: