• Nenhum resultado encontrado

Estudo de Viabilidade

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2022

Share "Estudo de Viabilidade"

Copied!
63
0
0

Texto

(1)

Universidade Federal de Pernambuco - UFPE Centro de Informática - CIn

Estudo de Viabilidade

Congretz

Recife, Novembro de 2013

(2)

Equipe Anderson Luiz (alfr) Eduardo Macedo (erbm) José Araújo (jasn) Rodolfo Santos (rsvc) Professor Jaelson Castro Ciência da Computação

(3)

Sumário

1. Introdução --- pag. 4 2. Apresentação das Alternativas para o Sistema --- pag. 5 2.1. Alternativa 1 --- pag. 5 2.2. Alternativa 2 --- pag. 5 2.3. Alternativa 3 --- pag. 6 3. Estudo de Viabilidade Operacional --- pag. 7 4. Estudo de Viabilidade Técnica --- pag. 8 4.1. Alternativa 1 --- pag. 8 4.2. Alternativa 2 --- pag. 8 4.3. Alternativa 3 --- pag. 8 5. Estudo de Viabilidade de Cronograma --- pag. 10

5.1. Alternativa 1 --- pag. 10 5.2. Alternativa 2 --- pag. 11 5.3. Alternativa 3 --- pag. 11 6. Estudo de Viabilidade Econômica --- pag. 12 6.1. Alternativa 1 --- pag. 12 6.2. Alternativa 2 --- pag. 13 6.3. Alternativa 3 --- pag. 14 7. Análise Final das Alternativas --- pag. 16 Referências Bibliográficas --- pag. 18 Relatório de Equipe --- pag. 19 Apêndices --- pag. 20

(4)

1. Introdução

O estudo de viabilidade tem como objetivo auxiliar na decisão da continuidade do projeto, baseado em possíveis alternativas de solução, oferecendo à gerência informações que ajudam na tomada de decisão. De forma sucinta, o estudo de viabilidade mostra se o projeto deve ou não ser feito e se irá, realmente, beneficiar os usuários interessados.

Para este estudo, buscamos solucionar um problema recorrente em eventos e conferências onde existem várias palestras ocorrendo ao mesmo tempo e, eventualmente, pessoas de outros estados. Em eventos desse porte, sempre há a necessidade de alocação de congressistas em quartos de hotel e gerenciamento dos seus horários na programação científica.

O problema foi identificado através de conversas com a FEJEPE (Federação de Empresas Juniores do Estado de Pernambuco) [Apêndice A]. A empresa já possui um sistema satisfatório que gerencia pagamentos e inscrições nos eventos mas necessitam de uma ferramenta que automatize e gerencie tanto a alocação dos recursos disponíveis (como quartos em hotéis e salas para palestras), quanto o roteiro da programação científica de cada congressista.

(5)

2. Apresentação das Alternativas

Através de entrevistas realizadas com membros da FEJEPE [Apêndice B], verificamos que, atualmente, a empresa utiliza um sistema, desenvolvido por freelancers contratados, para resolver o problema citado. Porém, esse software não é reaproveitado após o evento, fazendo com que, em um próximo evento, um novo sistema seja desenvolvido. Os sistemas desenvolvidos precisam gerenciar os quartos do hotel, permitindo que cada congressista aloque-se com seus amigos em um quarto, e alocações na programação científica, permitindo gerenciar a quantidade de pessoas na sala, encerrando as inscrições automaticamente quando a lotação for atingida.

Diante dessa situação, foram propostas três diferentes alternativas que visam resolver o problema identificado:

2.1. Alternativa 1: Utilizar um sistema de gerenciamento de eventos já existente

Nessa alternativa seria utilizado um software de gerenciamento já existente no mercado. O sistema escolhido foi o iCongresso [Apêndice C]. Todos esses sistemas, inclusive o escolhido, apresentam atividades básicas, como pagamento e inscrição, porém nenhum deles oferece o serviço de reserva de quartos, o qual deverá ser realizado por pessoas do FEJEPE e funcionará através de trocas de email entre os congressistas e os organizadores.

Embora as etapas de pagamento e inscrição estejam bem consolidados no iCongresso, elas não serão utilizadas pela FEJEPE, pois ela já possui um serviço desse tipo, o qual não se tem interesse em abandonar.

2.2. Alternativa 2: Google Docs:

Utilizar o Google Docs, que oferece diversas facilidades como o múltiplo acesso, disponibilidade em rede e integração com serviços do Google.

(6)

Nessa alternativa, os congressistas devem, primeiramente, enviar um email para a organização com a escolha do quarto (juntamente com os outros integrantes, caso existam). Após a confirmação do quarto, um outro email deve ser enviado por cada congressista informando quais palestras ele gostaria de participar. Várias pessoas da organização tem que ficar responsável por alocar (em quartos e palestras), manualmente, cada congressista através de planilhas do Google Docs. Por fim, a programação de cada congressista é impressa e anexada no crachá.

2.3. Alternativa 3: Congretz

Um sistema web único que poderá ser utilizado em qualquer evento organizado pela FEJEPE. Esta alternativa possuirá as mesmas características do sistema utilizado atualmente, porém, de uma maneira que possa ser reutilizável, eliminando a necessidade de desenvolvimento para cada evento.

(7)

3. Viabilidade Operacional

Nessa seção, analisaremos a viabilidade operacional de cada alternativa, ou seja, verificaremos se a alternativa pode ou não funcionar, através do framework PIECES, além de avaliar sua aceitação tanto por parte do usuário final como por parte da gerência.

A tabela abaixo mostra de forma resumida o resultado obtido. Para informações mais detalhadas, vide [Apêndice D].

A1 A2 A3

Performance Razoável Fraco Bom

Informação Bom Fraco Bom

Economia Fraco Bom Razoável

Controle Razoável Fraco Razoável

Eficiência Fraco Fraco Bom

Serviços Bom Fraco Bom

Gerência Razoável Fraco Bom

Usuário Final Bom Fraco Bom

Resultado Razoável Fraco Bom

Tabela 3.1 – Tabela comparativa do Estudo de Viabilidade Operacional

(8)

4. Viabilidade Técnica

Todas as alternativas são viáveis do ponto de vista técnico. A fim de avaliar as alternativas analisadas, notas foram definidas para cada alternativa de acordo com a reutilização, se o sistema pode ser útil a diversos eventos; a necessidade de internet para acesso ao sistema; e escalabilidade, considerando a alta demanda de usuários acessando o sistema.

4.1. Alternativa 1:

Para a alternativa um, o sistema é comercializado por uma empresa, portanto seu nível de reutilização é alto. Tal sistema fica hospedado em um servidor web, sendo, desta forma, dependente do bom funcionamento da internet. Para o fator de escalabilidade, tal alternativa consegue atender de forma satisfatória tanto eventos de grande porte como de pequeno porte.

4.2. Alternativa 2:

Esta alternativa também apresenta um alto grau de reutilização, pois para cada evento seriam reutilizadas as mesmas planilhas criadas anteriormente. Quanto ao uso de internet, esta alternativa também seria totalmente dependente da mesma, pois seria utilizado o Google Docs (planilha online do Google). Já em relação à escalabilidade, esta alternativa se mostra pouco escalável, pois quanto maior o evento maior seria o trabalho para gerenciá-lo.

4.3. Alternativa 3:

O sistema será desenvolvido com aspectos semelhantes ao que acontece atualmente, porém utilizando o framework web de Python, chamado Django. Para persistência dos dados um SGBD de MySQL será utilizado devido ao bom conhecimento dos desenvolvedores e pela sua fácil integração com o framework web citado anteriormente.

(9)

Para atender os usuários pela internet, um servidor na nuvem torna-se essencial, tendo como escolha o provedor de serviço Heroku. Isto faz com que o sistema também seja totalmente dependente da internet.

Tal sistema seria desenvolvido uma única vez, a fim de ser reutilizado em todos os outros eventos, portanto seu grau de reutilização serial alto. Sua escalabilidade vem do servidor do Heroku, o qual já possui tal característica de ser bastante escalável.

Abaixo são definidas as notas para as alternativas baseadas nos critérios estabelecidos.

Nota Alternativa 1 7,0 Alternativa 2 5,0 Alternativa 3 7,0

Tabela 4.1 – Notas de Viabilidade Técnica

(10)

5. Viabilidade de Cronograma

Esta seção refere-se, especificamente, ao cronograma do projeto. A fim de avaliar cada alternativa, notas foram definidas para cada uma delas de acordo com o prazo envolvido para a realização das mesmas. Para manter a proporção entre as notas, a alternativa que apresentar menor prazo de implantação terá nota máxima, e as outras irão perder 0,25 pontos por cada semana de desenvolvimento que possuir a mais que esta de menor prazo.

A FEJEPE possui um prazo crítico de 6 meses para desenvolver um sistema, tempo que existe entre a etapa inicial de organização de um evento até a abertura das inscrições. Porém, deseja-se, que esse prazo seja de até 4 meses para cobrir eventuais contratempos. Caso alguma das alternativas ultrapasse o prazo desejável ou o crítico, esta sofrerá um decréscimo de 2 ou 5 pontos na nota, respectivamente.

É de extrema importância que o estudo de viabilidade do cronograma esteja o mais condizente possível com a realidade, visto que a FEJEPE tem prazos de eventos a serem realizados e precisam se programar com calma para que tudo funcione da maneira esperada. Por esse e outros motivos é de grande importância que as informações geradas estejam estritamente corretas.

5.1. Alternativa 1:

Para a primeira alternativa, é necessário que o cliente entre em contato com a empresa, através do site, passando as informações necessárias. O prazo para que a contratante receba o treinamento, insira no sistema as informações solicitadas e inicie o gerenciamento do evento no site, fica em torno de quatro semanas. Esse prazo é suficiente para que torne essa alternativa bastante viável.

(11)

5.2. Alternativa 2:

Para a segunda alternativa (Google Docs), como o software já está desenvolvido, o prazo ficaria em torno de duas semanas, sendo uma delas gasta para a implantação das planilhas, com as devidas fórmulas e formatação, e a outra para o treinamento da utilização da ferramenta.

5.3. Alternativa 3:

Para a terceira alternativa, o prazo de implantação e implementação do sistema é de aproximadamente quatro meses. A grande diferença dessa alternativa é que o sistema pode ser reutilizado em novos eventos. Portanto, não haveria um novo gasto de tempo para cada evento.

Nota

Alternativa 1 9,5

Alternativa 2 10,0

Alternativa 3 6,5

Tabela 5.1 – Notas de Viabilidade de Cronograma

(12)

6. Viabilidade Econômica

O estudo de viabilidade econômica tem como objetivo ajudar a avaliar o plano de investimento a ser realizado em cada alternativa, definindo seus custos e benefícios e decidindo se serão ou não vantajosas.

Será apresentado a seguir uma breve descrição dos custos e benefícios de cada alternativa e a análise do estudo de viabilidade econômica para estas, tendo como base o ROI (retorno sobre investimento) e o payback (tempo necessário para recuperar o que foi investido) de cada uma delas. Para informações mais detalhadas, vide [Apêndice E].

No caso da FEJEPE, que não tem um orçamento muito folgado, a viabilidade enconômica tem peso três num total de dez e poderemos ver que nem todas as alternativas são melhores economicamente do que a solução atualmente utilizada. Isso mostra a importância de um estudo como este, pois nem sempre terceirizar uma solução automatizada sai mais barato.

6.1. Alternativa 1:

Custos envolvidos

Investimento inicial do software Custo com mensalidade

Treinamento

Salário dos funcionários responsáveis pelo gerenciamento Tabela 6.1 – Custos envolvidos para a alternativa 1

(13)

Benefícios Tangíveis e intangíveis

Maior comodidade e confiabilidade na alocação dos congressistas (Intangível)

Baixa probabilidade de ocorrer inconsistência nos dados dos congressistas (Tangível) Operações de alocação são feitas rapidamente (Tangível)

Tempo de desenvolvimento reduzido em 50% (Tangível) Tabela 6.2 – Benefícios para a alternativa 1

Conclusão

Essa alternativa é totalmente descartada se levarmos em conta apenas a viabilidade econômica, pois ela é mais cara que o que se faz atualmente. Para a composição da nota, utilizamos o ROI e o payback. Nesta alternativa, a FEJEPE nunca iria recuperar o investimento feito e não há payback. Nota zero.

Tabela 6.3 – Conclusão para a alternativa 1 6.2. Alternativa 2:

Custos envolvidos

Salário dos gerenciadores das planilhas.

Treinamento dos gerenciadores das planilhas.

Tabela 6.4 – Custos envolvidos para a alternativa 2

(14)

Benefícios Tangíveis e intangíveis Redução de custos (Tangível)

Tempo de desenvolvimento reduzido em 75% (Tangível) Tabela 6.5 – Benefícios para a alternativa 2

Conclusão

A alternativa dois é a melhor solução entre as apresentadas e melhor também que a abordagem atual. Para a composição da nota, utilizamos o ROI e o payback. Com um ROI de 171% essa alternativa possui payback imediato, isto é, já no primeiro mês a FEJEPE recuperaria o investimento feito, ou seja, nota 10 pois supera, e muito, o que é feito hoje em dia.

Tabela 6.6 – Conclusão para a alternativa 2 6.3. Alternativa 3:

Custos envolvidos

Salário dos desenvolvedores Aluguel do servidor

Salário dos funcionários responsáveis pelo gerenciamento

Treinamento dos gerenciadores das planilhas.

Tabela 6.7 – Custos envolvidos para a alternativa 3

Benefícios Tangíveis e intangíveis

Maior comodidade e confiabilidade na alocação dos congressistas (Intangível)

(15)

Baixa probabilidade de ocorrer inconsistência nos dados dos congressistas (Tangível)

Operações de alocação são feitas rapidamente (Tangível)

Sistema reutilizável para todos os eventos sem custo extra (Tangível) Tabela 6.8 – Benefícios para a alternativa 3

Conclusão

A terceira alternativa é a única que apresenta custos com desenvolvimento, por esse motivo ela é a que tem maior custo no primeiro ano, porém, durante os anos seguintes é a que tem o menor custo. Para a composição da nota, utilizamos o ROI e o payback. O seu ROI é de 29% e o payback é de 3,22 anos. Como é superior à abordagem utilizada atualmente e inferior à alternativa 2, sua nota fica 8.

Tabela 6.9 – Conclusão para a alternativa 3

Analisando os valores de ROI e payback das tres alternativas, podemos concluir que a alternativa 2 é a mais viável economicamente pelo fato de o retorno ser imediato.

(16)

7. Análise final das alternativas

Nesta seção sintetizamos e comparamos os resultados das análises das alternativas propostas para determinar a abordagem mais adequada e viável. A Tabela 7.1 mostra a matriz de análise que leva em consideração os quatro pilares aqui estudados.

Peso Alternativa 1 Alternativa 2 Alternativa 3

Operacional 3 7 4 9

Técnica 2 7 5 7

Cronograma 2 9,5 10 6,5

Econômica 3 0 10 8

Total 10 5,4 7,2 7,8

Tabela 7.1 – Tabela comparativa do estudo de viabilidade

Consideramos pesos diferentes para cada estudo a fim de adequar as notas para as necessidades da FEJEPE de acordo com as importâncias passadas pela organização.

As notas da Viabilidade Operacional foram calculadas de acordo com a correspondência abaixo:

Nota

Fraco 3,3

Razoável 6,6

Bom 10

Tabela 7.2 – Tabela de correspondência entre as notas

(17)

De acordo com este documento de viabilidade, podemos observar que a melhor opção de solução é a alternativa três, que é a criação de um sistema próprio que possa ser utilizado para a organização e gerenciamento de todos os eventos organizados pela FEJEPE. Com essa solução haverá um grande gasto inicial com o desenvolvimento do projeto, porém, ao longo dos anos, o retorno irá compensar o valor gasto. Outra grande vantagem é que ele será feito para uso exclusivo da FEJEPE, e com isso poderá ser otimizado para os processos da organização.

A alternativa 2 também conseguiu uma boa nota, mas como é ineficiente, não foi escolhida. Já a alternativa 1 é inviável do ponto de vista econômico uma vez que se mostrou mais cara do que a abordagem atual da FEJEPE.

(18)

Referências Bibliográficas

[1] - Especificação de Requisitos e Validação de Sistema. Acesso em: 22 de novembro de 2013. Disponível em: www.cin.ufpe.br/~if716.

(19)

Relatório de Equipe

Nome Esforço Assinatura

Anderson Luiz 25%

Eduardo Macedo 25%

José Araújo 25%

Rodolfo Santos 25%

(20)

Apêndices

Apêndice A - Sobre a FEJEPE

A Federação de Empresas Juniores do estado de Pernambuco (FEJEPE) - entidade responsável pelo desenvolvimento, regulamentação e divulgação das empresas juniores do estado - atua juntamente a órgãos públicos e privados, autoridades governamentais e a sociedade em geral, a fim fomentar cada vez mais o movimento Pernambucano.

A FEJEPE é o agente principal de disseminação do Movimento Empresa Júnior em Pernambuco e sua atuação é de grande significado não só para os estudantes que participam do movimento, mas para toda a sociedade, devido à importância das empresas juniores e seu forte impacto socioeconômico.

Referenciais Estratégicos:

Missão:

“Representar , desenvolver e promover a integração do MEJ Pernambucano”

Visão:

“Ao final de 2012, seremos reconhecidos como o agente facilitador do desenvolvimento das Empresas Juniores de Pernambuco, estando presente nas principais IES do estado”

Valores:

Comprometimento; Sinergia; Postura empreendedora; Transparência; Orgulho de ser MEJ.

(21)

Apêndice B - Dados e Coleta de Informações

O problema foi identificado através de conversas com o ex-conselheiro da FEJEPE e coordenador geral do ENEEJ 2013 [Apêndice F] - último evento realizado pela mesma nesse ano -, Flávio Vasconcelos e coor. Após esse momento, iniciamos o processo de comunicação com a federação, entrando em contato com o atual diretor de marketing, Hugo Bessa.

Inicialmente, perguntamos se esse era um problema real para então realmente nos aprofundarmos no assunto. Como o problema foi validado, elaboramos três entrevistas diferentes para os públicos afetados, que são os congressistas, os organizadores e os desenvolvedores.

Se tratando de organizadores, entramos em contato com Gisely Melo e Dante Tomei, coordenadora de engajamento e vice coordenador do ENEEJ 2013, respectivamente, e que já estão trabalhando para o próximo evento da FEJEPE, que acontecerá em 2014. Foram feitas as seguintes perguntas:

1. Como funciona o gerenciamento do evento atualmente, desde a abertura das inscrições?

2. Como funciona a etapa após a confirmação do pagamento do congressista?

3. Quais os problemas vistos por você e o que poderia melhorar?

4. Quais reclamações feitas pela equipe organizadora?

5. Quais reclamações feitas pelos congressistas?

6. Quanto tempo demora-se para o desenvolvimento da solução hoje?

Tabela B1 – Entrevista feita com os organizadores

(22)

Já com relação a congressistas, entramos em contato com Bruna Cruz e José Luciano, presidente executiva e diretor de marketing do CITi (Empresa júnior do CIn/UFPE), respectivamente. Bruna e José já participaram de diversos eventos e conhecem bem a realidade. Foram feitas as seguintes perguntas:

1. Como funciona a etapa após o seu pagamento?

2. Quais os problemas vistos por você e o que poderia melhorar?

3. Quais reclamações feitas pelos outros congressistas?

Tabela B2 – Entrevista feita com os congressistas

Por fim, entrevistamos André Carneiro, assessor de TI da Brasil Júnior - Confederação Brasileira de Empresas Juniores - e que desenvolveu o sistema do ENEEJ 2013, último a ser utilizado pela FEJEPE. Foram feitas as seguintes perguntas:

1. Como você foi chamado para o projeto?

2. Quais dificuldades enfrentadas antes do desenvolvimento?

3. Quais dificuldades enfrentadas durante o desenvolvimento?

4. O resultado final fazia o que era pedido?

5. O sistema foi entregue dentro do prazo?

Tabela B3 – Entrevista feita com um dos desenvolvedores

(23)

Apêndice C - Sobre o iCongresso

O iCongresso é um sistema web para administração de eventos que já foi usado em vários eventos nacionais e internacionais. Nele existem telas personalizadas para cada tipo de usuário (participante, avaliador, coordenador ou administrador do sistema), o que facilita a interação de cada um deles com o software. Maiores detalhes podem ser encontrados no site http://www.icongresso.com.br/.

Apêndice D - Detalhamento do Estudo de Viabilidade Operacional

As três alternativas abaixo serão avaliadas de forma detalhada em cada um dos critérios previamente definidos do estudo de viabilidade operacional. Para tal, serão considerados a estrutura PIECES (cujos critérios são definidos abaixo), os clientes e a gerência.

Performance: Avalia o tempo de resposta das operações realizadas levando em consideração a necessidade de rapidez.

Informação: Leva em consideração a organização e a utilização dos dados, ou seja, se eles estão corretos, bem formatados, e se estão acessíveis em tempo hábil.

Economia: Avalia a relação custo/benefício de uma determinada alternativa para a empresa.

Controle: Refere-se à segurança dos dados e corretude dos mesmos.

Eficiência: Refere-se à utilização adequada dos recursos disponíveis, procurando diminuir ao máximo a ociosidade.

Serviços: Avalia a confiabilidade do sistema, facilidade de uso e sua

(24)

Alternativa 1: Sistema de gerenciamento de eventos já existente De acordo com os critérios da estrutura PIECES:

Performance: Nesta alternativa a performance pode ser comprometida pelo fato de a ferramenta gerenciar vários eventos simultaneamente.

Informação: Os sistemas mais consolidados no mercado em geral gerenciam bem os dados do usuário e apresentam boa disponibilidade.

Economia: O fator econômico mostra-se o grande problema desta proposta. Os custos se tornam bastante elevados uma vez que é necessário contratar o sistema a cada novo evento. Além disso, o sistema apresenta diversas funcionalidades que não são necessárias, logo o cliente estará pagando por algo que ele não irá usar.

Controle: A segurança e corretude dos dados é responsabilidade da empresa contratada.

Eficiência: Atualmente os sistemas existentes no mercado fornecem diversas funcionalidades desnecessárias para o problema aqui abordado. Portanto existiria uma utilização inadequada de recursos.

Serviços: O sistema é fácil de se usar e apresenta boa confiabilidade. Além de atender bem as necessidades da FEJEPE no gerenciamento dos eventos.

De acordo com outros critérios considerados:

Gerência: Esta alternativa disponibiliza todas as informações sobre a programação científica ao gerente. Mas pelo fato de não ter a funcionalidade de alocação de quartos, ela foi considerada uma alternativa ruim para a gerência.

(25)

Usuário: Esta abordagem se mostra eficiente para o cliente por ser um software já testado e consolidado no mercado.

Alternativa 2: Google Docs

De acordo com os critérios da estrutura PIECES:

Performance: Apesar de se utilizar de uma ferramenta feita pelo Google, a qual possui um bom tempo de resposta, a necessidade de trocar emails para conclusão de determinadas tarefas torna esse tempo indeterminado, podendo acontecer em questão de minutos ou em questão de dias. Além dos emails, a vazão também pode ser afetada, já que pessoas irão gerenciar os dados, e quanto maior a quantidade de dados a serem geridos, menor será a vazão.

Informação: Neste caso, os dados serão acessados em tempo hábil, porém, a corretude e formatação dos dados será totalmente dependente das pessoas que iriam controlar a planilha do Google Docs, tornando maiores as chances de ocorrerem falhas.

Economia: O custo desse tipo de aplicação é zero, porém o gerenciamento de grande quantidade de informação sendo feito por pessoas seria bastante conturbado, podendo levar a erros constantes.

Controle: A segurança e a corretude dos dados fica bastante comprometida, pois como eles estariam sendo constantemente manipulados por pessoas, as chances de ocorrência de falhas tanto de segurança quanto de corretude aumentam a medida que cresce o número de indivíduos gerenciadores.

Eficiência: A utilização do Docs se mostra ineficiente uma vez que esta não é uma ferramenta de gerenciamento de eventos. Nesta alternativa, a eficiência poderia sofrer por outros dois motivos diferentes. No caso onde houvesse um número bem maior de pessoas para gerir poucos dados, pois parte delas ficariam ociosas durante a

(26)

execução das tarefas, ou o caso contrário, onde teriam muitos dados para poucas pessoas, havendo uma sobrecarga.

Serviço: O Google Docs possui uma alta confiabilidade, bem como uma boa facilidade de uso, o usuário não teria dificuldade alguma em usar os recursos oferecidos pelo mesmo. Porém, esta ferramenta não tem as características apropriadas para a atividade. O usuário teria que usar os recursos do Docs de forma improvisada.

De acordo com outros critérios considerados:

Gerência: Mesmo sendo uma alternativa barata, o Google Docs foi considerado ruim do ponto de vista da gerência pois não facilita o trabalho.

Usuário: Nesta alternativa, a comunicação entre o cliente e a FEJEPE para alocação de quartos e organização da programação científica é feita por e-mail, o que torna o processo cansativo e lento.

Alternativa 3: Congretz (Sistema reutilizável)

De acordo com os critérios da estrutura PIECES:

Perfomance: Utilizando a abordagem de um produto que será reutilizável, ele será desenvolvido para ter uma vazão bastante superior em relação às outras duas alternativas, visto que a primeira alternativa dá suporte a vários eventos simultaneamente, desconsiderando performance. Quanto ao Google Docs, uma pessoa tem que preencher e colher manualmente os dados, diminuindo bastante o fluxo de informações transmitidas.

Informação: Os dados ficarão armazenados na Amazon, um provedor de nuvem do tipo IaaS. Para tal, será usado o Heroku, outro provedor de nuvem do tipo PaaS que facilitará o uso. Os dois provedores são bastante conhecidos em nível de

(27)

confiabilidade, garantindo que a informação estará acessível em uma taxa de 99,9% de certeza.

Economia: Essa alternativa tem um valor de implementação mais caro que a alternativa 1, porém esse gasto ocorre apenas uma vez, em quanto que na alternativa 1 existe o custo para cada evento. Em relação ao Google Docs, que é gratuito, o benefício de se usar um sistema automatizado termina pagando o custo de implementação. Para manutenção do sistema no ar, como a demanda é baixa, a versão gratuita dos servidores de nuvem serão suficientes.

Controle: Existirão níveis de acesso diferenciados. Organizadores do evento terão poderes para criar quartos e programações, além de poder gerar o relatório da programação científica. Os congressistas serão usuários que terão poder, apenas, de se alocarem em quartos e escolherem sua programação. É importante salientar aos envolvidos que nunca forneçam sua senha a terceiros.

Eficiência: O sistema utilizará todos os recursos possíveis. Uma vantagem é a elasticidade provida pela nuvem, fazendo com que, caso haja necessidade, pode-se aumentar o uso de alguns dos recursos de forma rápida e simples, pagando somente o excedente.

Serviço: São feitos de tal forma que facilitam a inserção de um novo evento, tais como seus recursos, tornando-o bastante flexível para eventos do tipo realizado pela FEJEPE e compatíveis com os navegadores web mais usados.

De acordo com outros critérios considerados:

Gerência: Esta alternativa é considerada boa pela gerência por facilitar o trabalho e ser reutilizável, evitando novos gastos a cada novo evento.

(28)

Usuário: O Congretz permite que o cliente tenha mais controle de seu quarto e da sua programação científica de uma forma mais ágil e fácil.

Apêndice E - Detalhamento do Estudo de Viabilidade Econômica

Abordagem Atual

Período de Desenvolvimento

Custo com desenvolvedores

Item Qtd Valor unitário Valor Total(R$)

Salário Programador 2 800,00 1.600,00

Salário Designer 1 400,00 400,00

TOTAL - - 2.000,00

Tabela E1 – Custos com Desenvolvedores da Abordagem Atual

Despesas fixas mensais

Item Qtd Valor unitário Valor Total(R$)

Aluguel do Servidor 1 35,00 35,00

Tabela E2 – Despesas fixas mensais durante período de desenvolvimento da abordagem atual

Custos totais no período de desenvolvimento

A seguir listamos o total de despesas durante os dois meses de desenvolvimento do sistema.

(29)

Mês Valor Total(R$)

Mês 1 2.035,00

Mês 2 2.035,00

TOTAL 4.070,00

Tabela E3 – Custos totais no período de desenvolvimento da Abordagem Atual

Período após o Desenvolvimento

Despesas Fixas Mensais

Item Qtd Valor unitário Valor Total(R$)

Salário gerenciador 2 200,00 400,00

Aluguel do servidor 1 35,00 35,00

TOTAL - - 435,00

Tabela E4 – Despesas fixas mensais após o desenvolvimento da abordagem atual

Custos totais após o período de desenvolvimento

Considerando os salários dos gerenciadores e o aluguel do servidor a abordagem atual tem um custo mensal de 435,00 durante os três meses de evento.

Período Valor(R$)

Mês 1 435,00

Mês 2 435,00

(30)

Mês 3 435,00

TOTAL 1.305,00

Tabela E5 – Custos totais após o período de desenvolvimento da abordagem atual

Custo total

Período Valor(R$) 1º Ano 5.375,00 2º Ano 5.375,00 3º Ano 5.375,00 4º Ano 5.375,00 5º Ano 5.375,00

TOTAL 26.875,00

Tabela E6 – Custo total da abordagem atual Alternativa 1

Investimento Inicial

Item Qtd Valor unitário Valor Total(R$)

Sistema 1 700,00 700,00

Treinamento 2 150,00 300,00

TOTAL - - 1.000,00

Tabela E7 – Investimento Inicial da alternativa 1

(31)

Despesas Fixas Mensais

Item Qtd Valor unitário Valor Total(R$)

Salário gerenciador 2 200,00 400,00

Mensalidade do Sistema 1 300,00 300,00

TOTAL - - 700,00

Tabela E8 – Despesas fixas mensais da alternativa 1

Custos totais durante a utilização do sistema

A seguir listamos o custo total de utilização da alternativa 1 durante três meses de duração de um evento.

Período Valor(R$)

Mês 1 1.700,00

Mês 2 700,00

Mês 3 700,00

TOTAL 3.100,00

Tabela E9 – Custos totais da alternativa 1 durante o a utilização do sistema

Custo total

Período Valor(R$) 1º Ano 3.100,00 2º Ano 3.100,00

(32)

3º Ano 3.100,00 4º Ano 3.100,00 5º Ano 3.100,00

TOTAL 15.500,00

Tabela E10 – Custo total da alternativa 1\

Análise de retorno de investimento - Valores em Reais (R$)

Categoria Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5

Investimento -1.000,00 -1.000,00 -1.000,00 -1.000,00 -1.000,00

Custo de operação e

manutenção -3.100,00 -3.100,00 -3.100,00 -3.100,00 -3.100,00

Fator de desconto (6%) 1 0,94 0,88 0,82 0,76

Custos corrigidos -4.100,00 -3.854,00 -3.608,00 -3.362,00 -3.116,00 Custos acumulados -4.100,00 -7.954,00 -11.562,00 -14.924,00 -18.040,00

Benefícios do sistema 4.070,00 4.070,00 4.070,00 4.070,00 4.070,00

Fator de desconto (6%) 1 0,94 0,88 0,82 0,76

Benefícios corrigidos 4.070,00 3.825,80 3.581,60 3.337,40 3.093,20 Benefícios

acumulados 4.070,00 7.895,80 11.477,40 14.814,80 17.908,00

(33)

Valor atual líquido -30,00 -58,20 -84,60 -109,20 -132,00

ROI -0,7% - - - -

Payback - - - - -

Tabela E11 – Análise de retorno de investimento da alternativa 1 Alternativa 2

Investimento

O investimento inicial envolve o treinamento dos 5 gerenciadores das planilhas.

Item Valor

Total(R$)

Treinamento (1 semana)

500,00

TOTAL 500,00

Tabela E12 – Investimento inicial da alternativa 2

Despesas fixas mensais

Item Qtd Valor unitário Valor Total(R$)

Salário dos gerenciadores das planilhas 5 200,00 1000,00

TOTAL - - 1000,00

Tabela E13 – Despesas fixas mensais da alternativa 2

(34)

Custo Total

Período Valor (R$) 1º ano 3.500,00 2º ano 3.500,00 3º ano 3.500,00 4º ano 3.500,00 5º ano 3.500,00

TOTAL 17.500,00

Tabela E14 – Custo total da alternativa 2

Análise de retorno de investimento - Valores em Reais(R$)

Categoria Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5

Investimento -500,00 -500,00 -500,00 -500,00 -500,00

Custo de operação e manutenção

-1.000,00 -1.000,00 -1.000,00 -1.000,00 -1.000,00

Fator de desconto (6%) 1 0,94 0,88 0,82 0,76

Custos corrigidos -1.500,00 -1.410,00 -1.320,00 -1.230,00 -1.140,00 Custos acumulados -1.500,00 -2.910,00 -4.230,00 -5.460,00 -6.600,00

Benefícios do sistema 4.070,00 4.070,00 4.070,00 4.070,00 4.070,00

Fator de desconto (6%) 1 0,94 0,88 0,82 0,76

(35)

Benefícios corrigidos 4.070,00 3.825,80 3.581,60 3.337,40 3.093,20

Benefícios acumulados

4.070,00 7.895,80 11.477,40 14.814,80 17.908,00

Valor atual líquido 2.570,00 4.985,80 7.247,40 9.354,80 11.308,00

ROI 171% - - - -

Payback Imediato - - - -

Tabela E15 – Análise de retorno de investimento da alternativa 2 Alternativa 3

Período de desenvolvimento

Despesas fixas mensais

Item Qtd Valor unitário Valor Total(R$)

Salário Programador 2 800,00 1.600,00

Salário Designer 1 400,00 400,00

Servidor 1 35,00 35,00

TOTAL - - 2.035,00

Tabela E16 – Despesas fixas mensais durante o período de desenvolvimento da alternativa 3

(36)

Custos totais no período de desenvolvimento

Mês Valor

Total(R$) Mês 1 2.035,00 Mês 2 2.035,00 Mês 3 2.035,00 Mês 4 2.035,00

TOTAL 8.140,00

Tabela E17 – Custos totais no período de desenvolvimento da alternativa 3

Período após o desenvolvimento

Treinamento

Abaixo é apresentado o custo necessário para o treinamento dos funcionários. O treinamento dura aproximadamente uma semana e o valor por funcionário é de R$100.

Item Valor

Total(R$)

Treinamento (1 semana)

200,00

TOTAL 200,00

Tabela E18 – Custo de treinamento da alternativa 3

(37)

Despesas Fixas Mensais

Item Qtd Valor unitário Valor Total(R$)

Salário gerenciador 2 200,00 400,00

Aluguel do servidor 1 35,00 35,00

Tabela E19 – Despesas fixas mensais após o período de desenvolvimento da alternativa 3

Custos totais após o período de desenvolvimento

Após o desenvolvimento do sistema, os custos se resumem ao salário dos gerenciadores e ao aluguel do servidor durante o evento.

Mês Valor Total(R$)

Mês 1 435,00 Mês 2 435,00 Mês 3 435,00

TOTAL 1.305,00

Tabela E20 – Custos totais após o período de desenvolvimento da alternativa 3

Custo total

Período Valor(R$) 1º Ano 9.445,00 2º Ano 1.305,00 3º Ano 1.305,00

(38)

4º Ano 1.305,00 5º Ano 1.305,00

TOTAL 14.665,00

Tabela E21 – Custo total da alternativa 3

Análise de retorno de investimento - Valores em Reais (R$)

Categoria Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5

Investimento -8.140,00 - - - -

Custo de operação e

manutenção -1.305,00 -1.305,00 -1.305,00 -1.305,00 -1.305,00

Fator de desconto (6%) 1 0,94 0,88 0,82 0,76

Custos corrigidos -9.445,00 -1.226,70 -1.148,40 -1.070,10 -991,80 Custos acumulados -9.445,00 -10.671,70 -11.820,10 -12.890,20 -13.882,00

Benefícios do sistema 4.070,00 4.070,00 4.070,00 4.070,00 4.070,00

Fator de desconto (6%) 1 0,94 0,88 0,82 0,76

Benefícios corrigidos 4.070,00 3.825,80 3.581,60 3.337,40 3.093,20 Benefícios acumulados 4.070,00 7.895,80 11.477,40 14.814,80 17.908,00

Valor atual líquido -5.375,00 -2.775,90 -342,70 1.924,60 4.026,00

(39)

ROI 29% - - - -

Payback (Anos) 3,22 - - - -

Tabela E22 – Análise de retorno de investimento da alternativa 3

Apêndice F – Documento oficial do ENEEJ 2013

Em anexo o documento oficial do ENEEJ 2013, último evento organizado pela FEJEPE

(40)

Proposta

ENEEJ 2013

(41)

(42)

“A massificação procura baixar a qualidade artística para a altura do gosto médio. Em arte, o gosto médio é mais prejudicial do que o mau gosto…

Nunca vi um gênio com gosto médio.”

Ariano Suassuna, autor nordestino

(43)

4º Encontro Nordestino de Empresas Juniores

Toda transformação global começa localmente. E toda transformação local começa com o conhecimento das forças e necessidades de uma região. O passo seguinte, é claro, é a ação, a luta para empreender a mudança. É assim que construímos o futuro que queremos, podendo começar a sonhar com novos patamares.

E é para construir essa transformação e fazer o MEJ sonhar mais alto que a FEJEPE e a PB Júnior estão propondo a organização do ENEEJ 2013, a quarta edição do Encontro Nordestino de Empresas Juniores.

Mais do que um evento, uma obra de arte coletiva, uma grande xilogravura, na qual todos da equipe assinarão embaixo tendo a certeza de que marcaram para sempre o MEJ e o Nordeste com uma experiência única e transformadora.

(44)

A equipe que quer levar o ENEEJ 2013 à frente é composta por:

Dante Tomei Coordenador Geral

- Presidente do Conselho da Brasil Júnior (2012) - Presidente da PB Júnior - (2010)

- Coordenador Geral NEGO 2011

- Coordenador Geral Sábado Júnior V, VI e VII

Flavio Vasconcelos Coordenador Geral

- Diretor de Comunicação da Brasil Júnior (2012) - Presidente do Conselho da FEJEPE (2011) - Coordenador Geral EPEEJ 2012

- Coordenador de Comunicação EPEEJ 2010 - Organizador Conectividade V, VI

Suzana Mendes Assessora de Infra- estrutura

- Presidente do Conselho da FEJEPE 2012

- Presidente Institucional do CITi 2011

- Coordenadora de Integração da FEJEPE 2011

- Coordenadora de Infra-estrutura EPEEJ 2012 - Comissão Organizadora do VII e VIII

Conectividade

Geisa Cavalcante Coordenadora de Conteúdo

- Presidente Executiva da PB Júnior (2012) - Presidente do

Conselho da PB Júnior (2011)

- Presidente da UniSigma Consultoria (2010)

- Comissão Organizadora do NEGO 2011 e 2012 e do ISS 2011 e 2012

Igor Castelo Coordenador de Finanças

- Presidente Executivo da FEJEPE (2012)

- Diretor Financeiro da FEJEPE (2011)

- Diretor de Qualidade da FCAP JR Consultoria (2010) e Comissão Organizadora do EPEEJ

Filipe Marques Coordenador de Parcerias

- Diretor Comercial do CITi (2012)

- Coordenador

Institucional da FEJEPE (2012)

- Assessor de Captação do EPEEJ (2012)

(45)

Thaís Cavalcanti Assessora de Conteúdo Experiências:

Diretora de Desenvolvimento da FEJEPE (2012)

Assessora de Informação da Brasil Júnior (2011)

Coordenadora de Qualidade Total da FEJEPE(2010/2011)

Assessora de Qualidade da A.C.E. Consultoria (2010/2011)

Coordenadora de Conteúdo do EPEEJ (2012)

Thaís Cavalcante Assessora de Captação Experiências:

Gestora Comercial do CITi (2012)

Comissão Organizadora do Partner - CITi (2012)

Comissão Organizadora Olimíada Jovem (2012.1 e 2012.2)

Alexandre Cisneiros Assessor de TI

Experiências:

Consultor de TI da Lead Assessoria (2012) Conselheiro do CITi (2012)

Gestor Comercial do CITi (2011/2012)

Assessor de Comunicação / TI do EPEEJ (2012)

Victor Maristane Coordenador de Comunicação Experiências:

Assessor de

Publicidade da Brasil Júnior (2012)

Coordenador de Nascentes FEJEPE (2012)

Presidente Executivo do CITi (2012.2) Gestor de Marketing do CITi (2012.1) Gestor de Projetos do CITi (2011.2)

Assessor de Comunicação do EPEEJ (2012

Ana Paula Leite

Assessora de Conteúdo - Diretora de

Desenvolvimento da PB Júnior (2012)

- Diretora de Recursos Humanos da EJA Consultoria (2011) - Comissão Organizadora do NEGO 2012

Carolina Câmara Assessora de Finanças

- Assessora de Gestão de Pessoas da PB Junior (2012)

- Diretora de Gestão de Pessoas da CAJE (2012) - Comissão organizadora do NEGO 2012

(46)

Anderson Toscano Assessor de Parcerias Presidente do Conselho da PB Júnior (2012) Diretor Presidente da EJA Consultoria (2011.2) Diretor da Qualidade da EJA Consultoria (2011.1) Comissão Organizadora do NEGO 2012

Comissão Organizadora do ISS 2012 Comissão Organizadora ENEAD 2009

Philippe Santos Assessor de Infraestrutura Diretor de Recursos Humanos da Plantur Jr. 2012

Assessor de

Regulamentação da Brasil Júnior 2012.2

Comissão Organizadora da Campus Party Recife 2012

Comissão Organizadora do Diálogos Universitários 2011

Danilo Duarte Coelho Assessor de

Infraestrutura

- Presidente da Plantur Jr. (2012)

- Coordenador de Qualidade Total da FEJEPE (2012) - Comissão

Organizadora do Diálogos Universitários 2011 - Comissão Organizadora do World Water Congress 2011

Dayvison Santos Assessor de Parcerias

- Diretor de Integração da PB Júnior (2012) - Presidente da Unisigma Consultoria (2011)

- Coordenador Geral do NEGO 2012

- Coordenador Geral do ISS 2012

- Comissão Organizadora NEGO e ISS 2011.

Não colocamos a nossa equipe à toa como primeiro tópico desta proposta. Realmente acreditamos que somos capazes de realizações inimagináveis. Cada um, com suas experiências particulares, estão provando a cada dia que são a motriz dessa engenhoca nordestina que mudará os ares do fazer eventos na região.

O Evento

O ENEEJ – Encontro Nordestino de Empresas Juniores é o maior evento do Movimento Empresa Júnior nesta região do país. Sua primeira edição foi realizada em Salvador no ano de 2005 – passando por Recife, em 2007 e voltando para Salvador no ano de 2012 novamente. Em 2013 queremos dar prosseguimento com o rodízio e fazer o evento ir para mais uma capital nordestina.

(47)

A FEJEPE e a PB Júnior

As Federações de Empresas Juniores dos estados da Paraíba e Pernambuco se uniram para oferecer o que cada uma tinha de melhor, baseada em suas experiências com eventos, MEJ, regionalismo, qualidade e receptividade.

As práticas bem sucedidas de cada uma foram escolhidas como num processo de fusão empresarial, mantendo no lado mais forte as práticas de feedbacks positivos e descartando as experiências com retorno não agradável.

O resultado é uma equipe com o máximo de experiência na organização de eventos dentro e fora do Movimento, uma bagagem considerável sobre o próprio MEJ e uma vontade inigualável de fazer um evento surpreendente.

Porque queremos fazer o evento?

Queremos um evento verdadeiramente nordestino, com todas as palavras que nossa região pode oferecer. Queremos demonstrar a nossa cultura e a maneira como o Movimento Empresa Júnior funciona por aqui e como aproveita e se relaciona com essas vantagens competitivas.

Essa vontade nos motivou a procurar as melhores pessoas, com as experiências mais variadas possíveis, que aceitariam o desafio de surpreender a todos.

Essas pessoas nos mostraram, apenas na construção da proposta, que poderiam surpreender muito mais do que esperávamos, e conseguiram trazer mudanças tidas como impossíveis anteriormente.

Essas mudanças, tornaram não apenas a si próprias, possíveis como nos motivaram a querer fazer o evento.

(48)

Nosso tema central

Nossa terra, nossa luta, nosso futuro

A proposta do evento é voltada para a valorização da região – nossa terra, respaldado em seu passado, seu povo e o empreendedorismo – nossa luta – e então todas as suas perspectivas – nosso futuro.

A temática foi construída com base no ciclo do storytelling que estrutura o discurso numa lógica plausível e envolvente ao ouvinte – Ambientação, Conflito e Resolução. À estes três estados, é aplicado ao conceito de experimentação por palavras, imagens e sons (o que atinge a todas as pessoas, já que elas se identificam com pelo menos um desses fatores, mas não necessariamente com todos). Dessa maneira, o tema central começa com a Ambientação (Nossa Terra), passa por um conflito (Nossa Luta) e finaliza numa resolução (Nosso Futuro).

Nossa Terra

Qual é o Nordeste que vivemos? Nossos cactos estão cercados de prédios gigantescos do litoral ao sertão. Que ambiente estamos inseridos e que cerca o nosso empreendedorismo, é o que será levado às programações relacionadas a este primeiro eixo.

(49)

Nossa Luta

Empreendedorismo no Nordeste é coisa séria em todos os sentidos.

Como isso se dá? Quais são nossas ideias e como estamos empreendendo nossos esforços e união para o bem de nossa região? A temática de conflito é o contraponto do segundo eixo da temática.

Nosso Futuro

Sabemos onde queremos chegar? Qual é a causa do MEJ do Nordeste?

O terceiro eixo da temática quer trazer termos práticos e implicações diretas para o caminho que estamos percorrendo.

Nossa proposta de programação nessa base

Desenhamos toda uma grade de programação levando em consideração os pilares da proposta descritos acima e todos os detalhamentos em ideias e funções que descrevemos nos tópicos abaixo. O resultado foi uma programação segmentada por tipo, por público, por horário e que permite ao congressista ter o máximo de escolha possível sobre o que ele quer ver com o mínimo ou nenhum prejuízo.

(50)

Um nova forma de se fazer conteúdo em eventos.

Acreditamos que é possível inovar no tradicional. Sempre temos os mesmos problemas nos eventos porque todos os eventos são

sempre iguais. É preciso sair da caixa e não apenas em nomes atrativos para a programação, mas em todo um ambiente propício para proveito do participante.

A equipe de Programação está unida à equipe de infraestrutura para proporcionar salas, auditórios e espaços confortáveis de acordo com cada programação específica, não se limitando ao padrão simplista de apenas cadeiras em enfileiradas.

A intenção da equipe a este respeito é trazer referências dos melhores eventos do mundo. Não apenas bons exemplos dentro do MEJ como o JEWC (Junior Enterprise World Conference) em 2012, mas eventos externos de sucesso como o TED Talks, Google I/O, Congresso Internacional de Gestão, Project Summit entre outros.

Dessa forma, é possível aprender não só com os erros do passado mas com o que há de melhor sobre o assunto no mundo inteiro, adaptando à nossa realidade e trazendo uma nova forma de se realizar eventos

(51)

O evento começa antes, começa no dia e começa depois

Por que você tem que esperar até o dia do evento pra começar a participar do evento? Apesar de termos as mídias, sites e outras tecnologias à nosso favor isso é pouquíssimo utilizado. Na nossa opinião o evento deve ser uma experiência completa, que começa bem antes da viagem do congressista até o local do hotel.

Antes – nossa ideia é que até mesmo alguns cases sejam apresentados antes do evento, dessa forma, além do conteúdo estar disponível para inúmeras pessoas, todo mundo consegue assistir a todos os casos de sucesso. Além disso, aumenta a quantidade de cases que podem ser apresentados, sobra espaço na programação para mais atividades presenciais e você pode ir ao evento para interagir diretamente com os apresentadores.

Durante – Transmitir as atividades principais do evento via livestream potencializa a participação de todos os congressistas. Sabemos que talvez não seja possível transmitir toda a programação, mas experiências anteriores nos mostraram a importância desse tipo de atividade.

Depois – Temos intenção de dar continuidade a tópicos específicos que serão discutidos no evento, especialmente a atividade “Compromisso do MEJ para o Desenvolvimento do Nordeste” – um fórum de contribuições e acordos de cooperação entre as federações do nordeste e possivelmente as empresas juniores também.

(52)

Sem horários vazios, sem custo de oportunidade alto e com programação segmentada

Sabe quando você quer assistir a dois cases ao mesmo tempo? Ou simplesmente não quer ver cases naquele momento mas não tem outra opção?

Queremos acabar com isso.

Sem horários vazios

Queremos deixar a programação mais inteligente. Porque a programação tem uma hora inteira só com um tipo de programação? E se o congressista não quiser ver aquele tipo no momento?

A solução é proporcionar que as programações ocorram simultaneamente e mais de uma vez. Por exemplo: case, palestra e rodada de discussão no mesmo horário. Isso, é claro, sem esquecer de diminuir o custo de oportunidade alto, descrito abaixo.

(53)

Sem custo de oportunidade alto O objetivo de uma programação mais inteligente é fazer com que o congressista possa aproveitar o máximo possível todos os tipos de programação. Por exemplo: na maioria das vezes nos deparamos com dois cases muito bons, ou duas rodadas que queremos participar mas sempre temos que escolher apenas um.

Isso é o que chamamos de custo de oportunidade alto.

O objetivo é simplesmente fazer com que algumas programações ocorram mais de uma vez.

Cases, rodadas de dicussão e outros tipos de palestras podem ser repetidos durante o dia. Dessa forma, conseguimos reduzir a perda de programação dos congressistas, maximizamos o aproveitamento de palestrantes e potencializamos a disseminação do conhecimento do evento.

Programação segmentada

O congressista não deve escolher a programação pelo nome, mas pelo seu conteúdo. O que encontramos na maioria dos eventos é uma disputa pelo nome mais bonito no case, na palestra ou no workshop.

Queremos proporcionar ao congressista a classficação de toda a

programação, com nossas

recomendações para cada público. Por exemplo: quando se escolhe um case, queremos proporcionar uma análise prévia: para quem se destina a programação, mais informações sobre o conteúdo e sobre o facilitador.

(54)

Quem queremos trazer

Acreditamos que é papel da orgnização do evento se inserir na programação, preparando os facilitadores. Quando o palestrante sabe para quem tá falando, acaba gerando uma conexão com o espectador. Nessa linha, vamos focar nos pós-juniores – conhecem nosso público, sabem que tipo de linguagem utilizar e participam – geralmente – sem cobrar por isso, o que gera um impacto econômico considerável no evento.

Exemplos de quem transforma e faz a diferença em nossa sociedade e queremos trazer para o evento:

Silvio Meira │Bel Pesce │Marina Silva │Almir Surui │Jessier Quirino

│Ariano Suassuna │ Eduardo Campos

Exemplos de quem transforma aprendizado organizacional em resultados e queremos trazer para o evento:

Porto Digital │Parque Tecnológico de Campina Grande │ Painel com Vencedoras dos Prêmios Estaduais da Qualidade (PB + PE) │ AMBEV │ Itaú │Vitarela

Exemplos de quem já foi júnior e hoje é sucesso sênior:

Marcos Rodrigues │ Bruno Siqueira │Willy Freitas │ Adriana Bastos

│ Adriana Bastos │Diego Nunes│Luana Guimarães

(55)

Tecnologia da Informação

Site

O site do ENEEJ 2013 já foi produzido e já está pronto para ser usado. Ele segue na mesma linha de comunicação apelando para o regionalismo e tem o intuito de ser extremamente direto com o congressista. Neste mesmo site, também será disponibilizado todas as transmissões simultâneas do evento.

Servidor

Para a infraestrutura de servidores web do ENEEJ 2013, optamos por investir na chamada Nuvem de Computação Elástica, ao invés da hospedagem tradicional (seja em servidores compartilhados ou servidores dedicados). Num sistema de hospedagem tradicional, um site possui alocado para si uma quantidade fixa de espaço de armazenamento, largura de banda passante, memória principal e poder de processamento. Caso esses recursos sejam solicitados em quantidade inferior ao necessário, o site irá ficar lento e passará por períodos offline. Caso sejam solicitados em quantidade maior que o preciso, haverá gastos desnecessários, pois estará sendo reservada uma quantidade de recursos que ficará inutilizada (mas precisaser paga).

(56)

Já numa Nuvem de Computação Elástica, todas as variáveis computacionais acima são distribuidas entre diversos servidores separados. Os arquivos estáticos (como imagens) estão em um servidor, o site em si (com seu código) está espalhado e espelhado em uma ou mais máquinas. Quando o acesso está baixo, apenas uma máquina é necessária para servir o site aos usuários. No momento que essa demanda cresce, automaticamente mais máquinas são ativas, e o servidor central inteligentemente distribui o tráfego entre essas máquinas.

Ou seja, dois usuários podem estar interagindo com o mesmo site, mas na verdade cada um está interagindo com uma cópia do site, cada uma rodando numa máquina diferente, sem que esses dois ususários disputem poder computacional, memória e largura de banda passante.

(57)

Os gráficos abaixo exemplificam a diferença de comportamento entre a hospedagem padrão e a Nuvem de Computação Elástica. Enquanto a hospedagem tradicional usualmente passa por alterações grandes de após alto tempo de resposta, a estrutura em nuvem com balanceamento elástico se molda ao tráfego atual da maneira mais veloz possível.

Especificações Técnicas do Servidor

Será utilizado para o ENEEJ 2013 a infraestrutura de nuvem da Amazon Web Services. Reconhecida mundialmente pela qualidade dos serviços prestados, a Amazon conta com clientes como a NASA, Avianca, GOL, Spotify, Toshiba, Foursquare, Ticketmaster, The Washington Post, Peixe Urbano e muitos outros.

Para hospedagem, serão utilizados servidores do Amazon Elastic Compute Cloud (EC2). Estes estarão executados através da plataforma Amazon Elastic Beanstalk, com configuração de servidor Apache + PHP estável e moderna. O tráfego será balanceado com o uso do Amazon Elastic Balance Loader (EBS), que gerenciará as conexões dos usuários com as

(58)

sempre um mínimo de 2 instâncias online, e esse número será expandido para até 10 máquinas quando o tráfego aumentar, sendo reduzido automaticamente após o pico para economizar recursos. As sessões do PHP ficarão armazenadas externamente em Memcached, no Amazon ElastiCache. Assim, não é necessário utilizar sessões grudaveis, permitindo que o usuário seja mudado de servidor, sem saber, para um outro servidor que esteja menos carregado (consequentemente mais rápido).

O banco de dados relacional será MySQL, executando externamente aos servidores, pela plataforma Amazon Relational Database Service (RDS).

Assim, o acesso ao banco de dados não irá competir em poder computacional com a execução do código do site, reduzindo bastante a carga do servidor. O acesso ao banco de dados ocorrerá em regime mestre-escravo, dividindo escritas de leituras, e asssim aumentando o nível de paralelismo e consequentemente a velocidade de acesso às páginas, juntamente com a confiabilidade da informação, que estará armazenada em mais de um servidor.

Em caso de falha do servidor, outro entra no seu lugar automaticamente e os dados são preservados.

Imagens, scripts e arquivos estáticos em geral serão armazenados fora das instâncias EC2 onde estará hospedado o site. Esse conteúdo ficará em containers do Amazon Simple Storage Service (S3). Com esse conteúdo localizado fora dos servidores do site, as imagens e arquivos estáticos não serão puxadas do servidor do site, e sim dos servidores do S3. Isso diminuirá drasticamente a carga nos servidores do site, aumentando a velocidade e gastando menos poder de processamento.

Todos os serviços relacionados acima (EC2, EBS, RDS, E3, ElastiCache) serão utilizados da maneira mais otimizada possível. O sistema está sendo construido de maneira a aproveitar-se dessa infraestrutura de nuvem, de maneira que muito do uso dela cairá no Free Usage Tier, ou seja, boa parte do nosso uso não será cobrado. Isso deve ocorrer nos momentos em que não há maiores eventos no site, como inscrição, escolha de programação e quartos, entre outros. Nos momentos de pico, o uso ultrapassará bastante esse tier, mas os servidores serão controlados de maneira a escalarem de maneira eficiente para suprir a demanda sem exagerar no crescimento, mantendo os gastos no previsto. Toda esta estrutura já foi contrata e testada e já está à disposição da Comissão. O endereço que será utilizado será o www.eneej2013.com.br que também já foi comprado.

(59)

Quando será?

Nossa ideia é que o evento seja realizado em novembro de 2013, a prosseguir com o calendário padrão. Ainda que haja outros eventos na época, consideramos que este tempo é necessário para a organização fornecer o evento com a qualidade a que se propõe.

Sugerimos que as Federações do Nordeste realizem seus eventos no primeiro semestre para facilitar o acesso de seus juniores ao ENEEJ 2013.

Onde será?

Trabalhamos com 3 possibilidades únicas de hotéis e duas outras possibilidades de disposição do evento que são: realização da programação em hotel e hospedagem em pousadas; e alojamento e realização da programação em hotel. O fator que definirá a estrutura final é o fator financeiro e qualidade para o congressista.

Abaixo são descritas as opções de hoteis que a comissão trabalha no momento.

Golden Tulip Recife Palace

Localização: bairro de Boa Viagem Capacidade: 297 quartos

Restaurantes: 3

Centro de Conveções: + 1000 pessoas

Mais informações em:

http://www.goldentuliprecifepalace.com/

(60)

Tropical Hotel Tambaú João Pessoa

Capacidade: 173 quartos

Restaurantes: 2 Centro de

Convenções: até 1500 Mais informações em:

http://www.tropicaltamba u.com.br/portuguese/

Hotel Armação Porto de Galinhas

Capacidade: 188 apartamentos Restaurantes: 2 Centro de

Convenções: 2500 pessoas

Mais informações:

http://www.hotelar macao.com.br/201 2/pt/

Outras opções

Atualmente a equipe está levantando uma série de pousadas ao redor do hotel Armação em Porto de Galinhas para viabilizar uma estrutura semelhante ao que já foi feito em outros eventos do MEJ. Também estão sendo levantados os custos para se montar um alojamento que viabilize a participação do máximo de congressistas possível.

Referências

Documentos relacionados

As metodologias empregadas para a análise de malwares são duas: a metodologia de análise dinâmica, onde são empregadas várias ferramentas capazes de executar o arquivo malicioso de

Este estudo tem por objetivo determinar até que ponto os acontecimentos da vida são entendidos como indutores de stress e os níveis de burnout e de satisfação com

As cadeias laterais variam em certo nível entre as diferentes formas de clorofila encontradas em diferentes organismos, mas todas possuem uma cadeia fitol (um terpeno ) ligada

Após a colheita, normalmente é necessário aguar- dar alguns dias, cerca de 10 a 15 dias dependendo da cultivar e das condições meteorológicas, para que a pele dos tubérculos continue

Para preparar a pimenta branca, as espigas são colhidas quando os frutos apresentam a coloração amarelada ou vermelha. As espigas são colocadas em sacos de plástico trançado sem

A placa EXPRECIUM-II possui duas entradas de linhas telefônicas, uma entrada para uma bateria externa de 12 Volt DC e uma saída paralela para uma impressora escrava da placa, para

(32) O trabalho realizado pela força elétrica do campo elétrico para deslocar uma carga entre dois pontos pertencentes à mesma linha de força é nulo.. (64) Potencial

Trong đó:  V : tốc độ gió thiết kế m/s  At : diện tích của kết cấu hay cấu kiện phải tính tải trọng gió ngang m2  Cd : hệ số cản được quy định