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ESPECTROSCOPIA INFRAVERMELHO

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Academic year: 2022

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(1)

ESPECTROSCOPIA DE

INFRAVERMELHO

(2)

ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO

> 105

> 3 x 1019

< 10-9

< 0.1 Raios Gama

103 - 105 3 x 1017- 3 x 1019

10-7- 10-9 10 - 0.1

Raios-X

3 - 103 7.5 x 1014- 3 x 1017

4 x 10-5- 10-7 4000 - 10

Ultravioleta

2 - 3 4.3 x 1014- 7.5 x 1014

7 x 10-5- 4 x 10-5 7000 - 4000

Visível

0.01 - 2 3 x 1012- 4.3 x 1014

0.01 - 7 x 10-5 106 - 7000

Infra-vermelho

10-5 - 0.01 3 x 109 - 3 x 1012

10 - 0.01 109 - 106

Micro-ondas

< 10-5

< 3 x 109

> 10

> 109 Rádio

Energia (eV) Frequência

(Hz) Comp. Onda

(centímetros) Comp. Onda

(Angstroms) Região

Espectro de Radiação Eletromagnética

(3)

Raios gama

Raios X

Comprimento de onda (cm) UV

Visivel

IR

Micro-ondas

rádio

(4)

Faixa espectral λ Tipo de Excitação

UV (Vácuo) 100-200 nm Eletrônica UV (Quartzo) 200-350 nm Eletrônica Visível 350-800 nm Eletrônica

INFRAVERMELHO (próximo) 0,8 – 2,0 µm DEFORMAÇÃO INFRAVERMELHO 2,0 - 15 µm DEFORMAÇÃO INFRAVERMELHO (distante) 16,0 – 300 µm DEFORMAÇÃO Microondas 1 cm ROTACIONAL Radiofrequência metros TRANSIÇÕES

(SPIN )

(5)

λ longos λ curtos

vermelho laranja amarelo verde azul violeta

O VISÍVEL

(6)

Espectroscopia no infravermelho se baseia no fato de que as ligações químicas das

substâncias possuem freqüências de vibração específicas, as quais correspondem a níveis de energia da molécula

níveis vibracionais

(7)

Se a molécula receber luz com 'exatamente' a mesma energia de uma dessas vibrações, então a luz será absorvida desde que sejam atendidos a determinadas condições.

Para que uma vibração apareça no espectro IV, a molécula precisa sofrer uma variação no seu momento dipolar durante essa

vibração

(8)

as freqüências de ressonância podem ser em uma primeira aproximação relacionadas ao comprimento da ligação e às massas dos átomos em cada ponta dela.

As ligações podem vibrar de seis modos:

estiramento simétrico, estiramento

assimétrico, tesoura, rotação, wag e twist, que

se encontram representados a seguir:

(9)

ESTIRAMENTO

SIMÉTRICO ESTIRAMENTO

ASSIMÉTRICO TESOURA

+ -

+

+

(10)

E = h ν ν ν ν = hc/λ C = λ ν ν ν ν

ν ν ν

ν = 1/ λ = n. de onda

cm

-1

= 1/µm x 10

4

1 µm = 10

-4

cm

Impressão digital

(11)

Pode-se estimar a

FREQUÊNCIA

VIBRACIONAL das Deformações axiais pela Aplicação da

LEI DE HOOKE

ν ν ν

ν = 1/2 . [k/(m

1

m

2

/(m

1

+ m

2

)]

1/2

ν = freqüência

k = constante de força da ligação

m

1

e m

2

= massa em gramas dos átomos 1 e 2 m

1

. m

2

/ m

1

+ m

2

= massa reduzida do sistema.

2 MASSAS LIGADAS POR UMA MOLA

(12)

EX: ν ν ν ν CH

f = 5 x 10

5

dinas ligação simples m

C =

19,8 x 10

-24

g

m

H =

1,64 X 10

-24

g

ν ν ν

ν CH = 3040 cm

-1

(3,30 µ m)

(13)

-1

670-700 cm-1 (forte) alcenos cis-dissubstituídos

900, 990 cm-1 (ambas fortes) alcenos monosubstituídos

3020 cm-1 (média) C=CH

900 cm-1 (forte) ; 2975, 3080 cm-1 (média) C=CH2

2890 cm-1 (fraca)

metino

1470 cm-1 (forte) ; 2850, 2925 cm-1

metileno

1380 cm-1 (fraca), 1460 cm-1 (forte); 2870, 2960 cm-1

metil

grupos Absorção IR

(14)

800-860 cm-1 (forte benzeno para-

dissubstituído

750-800 cm-1 (forte) and 860-900 cm-1 (forte) benzeno meta-

dissubstituído

750 cm-1 (forte) benzeno orto-

dissubstituído

700-750 cm-1 (forte) and 700±10 cm-1 (forte) benzeno

monossubstituído

3070 cm-1 (fraca) benzeno

(15)

1670 cm-1 (fraca) alcenos tri e tetrasubstituídos

1675 cm-1 (média) alcenos trans-1,2-dissubstituídos

1660 cm-1 (média) alcenos cis-1,2-dissubstituídos

1655 cm-1 (média) alcenos 1,1-dissubstituídos

1645 cm-1 (média) alcenos monossubstituídos

C-C acíclico C-C

2720, 2820 cm-1 (média) Aldeídos C-

H

3300 cm-1 (média) alcinos

(16)

2190-2260 cm-1 (muito fraca, às vezes não visível)

alcinos

dissubstituídos

2100-2140 cm-1 (fraca) alcinos

terminais C-C tripla

1450, 1500, 1580, 1600 cm-1 (fraca a forte) C=C

aromático

1600 cm-1 (forte) com C=O

1625 cm-1 (forte) com anéis

benzênicos 1600, 1650 cm-1 (forte) dienos

C-C conjuga do

(17)

1725 cm-1 (influência da

conjugação como com cetonas) aldeídos

1775 cm-1 cíclica de 4 membros

1750 cm-1 cíclica de 5 membros

1685 cm-1 (também para cetonas terminais)

α,β-insaturada

1720 cm-1 alifática saturada/cíclica

de 6 membros aldeído/

cetona C

= O C=O

(18)

1550-1610 cm-1 (também para zwitterions de aminoácidos) carboxilatos (sais)

1650 cm-1 amidas

1800 cm-1 halogenetos

1760 e 1820 cm-1 anidridos

1735 cm-1 (influência da

conjugação e do tamanho do anel como em cetonas)

ésteres e lactonas

1680-1690 cm-1 ácidos carboxílicos

insaturados e ácidos carboxílicos aromáticos

1710 cm-1 ácidos carboxílicos

saturados

(19)

3500-3560 cm-1 (concentrando as amostras, alarga-se a banda)

ácidos carboxíl icos

3610-3670 cm-1 (concentrando as amostras, alarga-se a banda e se desloca para 3200-3400 cm-1) álcoois,

fenóis O

- H O H

OH

Ácidos

carboxílicos

(20)

banda larga com múltiplos picos entre 2400-3200 cm-1 íons amônio

acima de 3000 cm-1 (fraca a média) aminas secundárias

duplete entre 3400-3500 cm-1 e 1560-1640 cm-1 (forte) aminas primárias

N- H

(21)

1100-1300 cm-1 (duas bandas - distinção das cetonas, que não possuem C-O e sim C=O)

ésteres

1250-1300 cm-1

ácidos carboxílico

1220-1260 cm-1 aromáti

co

1120 cm-1 alifático

éteres

1200 cm-1

fenóis

1150-1200 cm-1 terciário

cerca 1100 cm-1 secundá

rio

1050±10 cm-1 primário

álcoois

C-O

(22)

2165-2110 cm-1 (2140 - 1990 cm-1 for R-N=C=S) isonitrilas (ligação R-

N-C)

2210-2260 cm-1 (não conjugada 2250 cm-1, conjugada 2230 cm-1)

nitrila (ligação C≡N)

1615-1700 cm-1 (efeitos de conjugação similares a C=O) C=N

1020-1220 cm-1 (freqüentemente sobreposta) aminas alifáticas

C- N

(23)

abaixo de 600 cm-1 iodoalcano

abaixo de 600 cm-1 bromoalca

nos

540-760 cm-1 (média a fraca) cloroalcano

s

duas fortes, bandas largas entre 1100- 1200 cm-1

trifluorm etil

1000-1100 cm-1 ordinária

fluoroalcan os

C-X (X=F, Cl, Br, I)

(24)

Usos e aplicações

A espectroscopia no infravermelho é largamente usada tanto na indústria quanto na pesquisa científica pois ela é uma técnica rápida e confiável para medidas, controle de qualidade e análises dinâmicas.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Espectroscopia_de_infravermelho

(25)

Uma referência é usada por duas razões:

Previne as flutuações da energia elétrica da saída da fonte, uma vez que tanto a amostra quanto a referência são afetadas da mesma forma

Por essa mesma razão, também previne a

influência de variações no resultado final, devido

à variação de intensidade de luz da fonte com o

comprimento de onda

(26)

Vibrações de Deformação Axial Vibrações de Deformação Axial

(27)
(28)

Vibrações da água

Vibrações de CO2 3652 cm-1

3756 cm-1

1596 cm-1

ν ν ν

ν

s OH

ν ν

ν ν

ass OH

δ δ δ

δ

s

HOH

(29)

Importante:

A freqüência vibracional de uma ligação deve aumentar com o

aumento da força de ligação

.

A freqüência vibracional de uma ligação deve aumentar com a

diminuição da massa reduzida do sistema.

logo, para um

MESMO TIPO DE VIBRAÇÃO

, a

freqüência de vibração para as ligações simples, duplas e triplas aumenta neste sentido:

C= C > C = C > C – C

C= N > C = N > C – N

(30)

No espectro de IV, o número de bandas normalmente é diferente do esperado devido a:

(i) Freqüências fundamentais não observadas porque são muito fracas, ou caem fora da faixa espectral examinada (4000 a 400 cm

-1

),

(ii) Diferenças entre os vários níveis de energia (ou ν ν ν ν) que são

pequenas para serem resolvidas pelo espectrômetro,

(31)

(

iii) Presença no espectro de bandas de combinação e de ressonância de Fermi. Ex: o CHCl

3

tem uma banda fraca em 4217 cm

-1

combinação entre as bandas de estiramento e deformação da ligação C-H, em 3019 cm

-1

e 1216 cm

-1

, respectivamente.

Vibrações fundamentais, simultaneamente excitadas:

em 800 cm

-1

, 2000 e 2500 cm

-1

(32)

32

FUNDAMENTAL 1000 cm-1

(forte)

1º overtone 2000 cm-1 (fraca)

2º overtone 3000 cm-1 (+ fraca)

OVERTONES - SOBRETONS

(33)

Observa-se um “duplete” para a vibração de estiramento fundamental em 800 cm

-1

com uma banda mais fraca de combinação ou overtone (1600 cm

-1

):

RESSONÂNCIA DE FERMI

(34)

Fatores que influenciam as freqüências vibracionais

Diversos fatores influenciam a frequencia vibracional de certos grupos Ex: C = O em uma cetona é menor que C = O

em um cloreto da ácido que pode ser devido:

Diferença de massa entre CH3 e Cl

Efeito indutivo ou mesomérico do Cl sobre a ligação C = O.

Efeitos estéricos (de volume) que afetam os ângulos de ligação .

Acoplamento vibracional entre as ligações C = O e C – Cl.

http://www.iqsc.usp.br/iqsc/grupos_pesquisa/dfq/qopn/IV-1a.pdf

(35)

Efeitos Eletrônicos

Efeitos indutivos Þ eletronegatividade

Efeitos mesoméricosÞ presença de pares de e- desemparelhados.

a) Conjugação diminui a freqüência de estiramento C = O em compostos carbonílicos

Ex.:

(36)
(37)

C O

Forte 1700-1680

5,88-5,95 Estiramento em

Forte 1685-1665

5,93-6,00 Estiramento em

α,β não saturadas

Forte 1725-1705

5,80-5,86 Estiramento

Intensidade cm-1

µm

GRUPO VIBRAÇÃO

C O

CARBONILAS - CETONAS

(38)
(39)

Forte 3250-3450

3,07-2,90 O-H

Associado

Forte 3620-3640

2,76-2,74 O-H

Livre

Forte 1050-1200

9,5-8,3 C-O

Tensão

Forte 3200-3600

3,1-2,7 O-H

Tensão

Intensidade cm-1

µ µ µµm GRUPO

VIBRACÃO

(40)

modo simétrico los tres se estiran y contraen en fase

H H H C

modo asimétrico dos se estiran y uno se contrae

H H H C

2962 cm-1 2872 cm-1

Modo assimétrico 2962 cm-1

Modo simétrico 28726 cm-1

Vibração do grupo metila e metileno

modo simétrico modo asimétrico

H H H

H C C

2926 cm -1 2853 cm -1

Modo assimétrico 2926 cm-1

http://mazinger.sisib.uchile.cl/repositorio/ap/ciencias_quimicas_y_farmaceuticas/

(41)

Além disso, grupos substituídos em posições meta ou para doadores de elétrons diminuem ainda mais a freqüência de estiramento C = O.

(42)
(43)
(44)
(45)
(46)

LACTONAS

(47)

LACTONAS

(48)
(49)

ESPECTROFOTÔMETRO TÍPICO – DISPERSÃO

DUPLO FEIXE

(50)

Sistema ótico – IR de duplo feixe

(51)

Um feixe de luz infravermelha é produzido e dividido em dois raios separados.

Um passa pela a amostra, e o outro por uma referência que é normalmente a substância na qual a mostra está dissolvida ou misturada (ou ar)

Ambos os feixes são refletidos de volta ao detector, porém primeiro eles passam por um divisor de feixes que

rapidamente alterna qual dos dois raios entra no detector.

Os dois sinais são comparados

(52)

Espectrômetros:

fonte de luz infravermelha monocromador

Detector

Fontes: filamento de várias composições:

“Nernst: óxidos de Zr, Y, Ce

“globar”: carbeto de silício – 1000 a 1800

0

C filamento de cerâmica.

Monocromadores: prismas e “pentes”: Prismas de NaCl, CsI, ThBr + ThI

(rede de difração)

Detectores: de termopar e bolômetro

Termopar- Produz uma força eletromotriz proporcional ao aquecimento Bolômetro- Variação de resistência com o aquecimento

(53)

JANELAS OU CÉLULAS

AgCl, NaCl, KBr, KCl, CaF

2

, CsI, KRS-5

(TlBr e TlI

), ZnSe em discos ou retangulares

EXAME DE SÓLIDOS e LÍQUIDOS IR

Células desmontáveis para líquidos ou soluções

A célula desmontável para líquidos é composta por um suporte em chapa, um suporte em alumínio, onde é feita a injeção do líquido, duas janelas,

espaçadores para a separação das janelas, juntas para fixação das janelas e suportes e tampões em Teflon.

Células seladas para líquidos

(54)

Células desmontáveis para materiais viscosos

Células para gases

Células para gases

(55)

suportes magnéticos

Filmes poliméricos

-Casting -fusão

(56)

http://www.novanalitica.com.br

Prensa hidráulica Almofariz e pistilo

Cristais de KBr

2 a 5 mg de amostra para 150-200 mg de KBr

(57)

2800-3200 600-750

TOLUENO

900-1100 DMSO

2800-3000 1100-1850

ACETONA

1200-1300 600-820

CH2Cl2

3000-3100 600-750

C6H6 benzeno

750-950 C2Cl4

1175-1250 600-820

CHCl3

Faixa útil ( cm-1) Faixa não útil ( cm-1)

SOLVENTE

(58)

FTIR

(59)
(60)
(61)
(62)
(63)
(64)
(65)
(66)

O interferograma e a distribuição espectral da radiação são transformações cossenoidais O interferograma pode ser descrito como:

I (δδδδ) = B(νννν) cos (2ππππ δδδδ νννν) (1)

I (δδδδ) = intensidade do sinal no detector como função de δδδδ B(νννν) = intensidade da fonte como função da frequência

Matematicamente, define-se o interferograma como a soma de ondas de cosseno de todas as frequênciaspresentes na fonte

I (δδδδ) =∈ B(νννν) cos (2ππππ δδδδ νννi)ν (2) I (δδδδ) = ∫∫∫∫ +∞ B(ννν) cos (2πν πππ δδδδ ννννi)dνννν (3) A expressão para o espectro é

B(νννν) = ∫∫∫∫ +∞I (δδδδ) cos (2ππππ δδδδ ννννi) d δδδδ (4) Eq 3 e 4 - Fourier

O interferograma

(67)

Dificuldades experimentais Movimento do espelho

λλλ menores – mais difícil conhecer com precisão o deslocamento do espelho λλλ maiores – mais fácil medir

Resolução

Qualidade óptica do interferômetro Planaridade dos espelhos

b) Desvios do paralelismo

c) O comprimento de varredura do espelho

(68)

Vantagens do FT-IR 1) Fellgett –

resolução

Ex: 4000 a 400 cm-1 Resolução de 4cm-1 Vantagem = 30

Perturbações: eficiência do divisor de feixe, frequência da resposta do detector

2) Jacquinot – Capacidade de coletar uma grande quantidade de energia com alta resolução

(69)
(70)
(71)
(72)

INDENO Feixe único

(73)
(74)
(75)
(76)
(77)
(78)
(79)
(80)

ÁGUA – FTIR (absorbância)

(81)

ATR – REFLETÂNCIA TOTAL ATENUADA

Cristal- ZnSe, ZnS, Si, Ge ou KRS-5

Penetração: 0,2 a 2 um Pressão para

sólido ou filme

Prisma ZnSe 45o

Acessório ATR

(82)

Refletância difusa

DRIFT

I- luz incidente

S: reflexão Especular D: reflexão Difusa Modelo de difusão de luz em pó de amostra

(83)

Manipulações espectrais

Normalização: remover diferenças contidas nas intensidades das bandas, entre espectros adquiridos sob diferentes condições

experimentais.

Correção da linha base: converte a mesma em linha plana

Alisamento de espectro – para reduzir o nível de ruído e

(84)

Subtração de espectro- Amostra – referência X (fator de subtração) = resultante

Derivada espectral – 2ª derivada mais usada – o n. de ondas do pico corresponde ao valor da frequencia

vibracional no espectro original

(85)

Desconvolução- aumenta a resolução espectral, é usado numa faixa onde há bandas superpostas

(86)

Ajuste de curva – o ajuste de curva decompõe a banda larga superposta em um conjunto de bandas individuais,

considerando o número de ondas, largura, altura, posição e forma das bandas individuais

Referências

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