PPRA - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
Consórcio Recuperação Ambiental Cantinho do Céu
José n
HISTÓRICO DE REVISÕES
REVISÃO DATA ASSUNTO
01 18/12/2012 > REVISÃO 01: 1ª Revisão (18/12/2012) - Elaboração do PPRA do Consórcio.
02 16/07/2014
> REVISÃO 02: 2ª revisão (16/07/2014)
- Registro Quantitativo das Medições de: “Ruído” e “Poeiras” conforme o LTCAT – Laudo Técnico de Condições Ambientais
- Foram acrescidas as funções de: Arquiteto, Auxiliar Administrativo de Obra, Operador de Betoneira, nos itens: 3.5 - Ordem de serviço; 5.1 - GHEs; 6.4 – Descritivo de Atividades, e 9.1 – Planilha de Cargos e Medições Ambientais.
- Mudança da função de “Apontador” do GHE III para o GHE I - Acrescido a função de Assistente de Contas a Pagar no GHE I;
- Atualização das quantidades de funcionários por função nas
“Planilhas de Medições Ambientais”;
- Acréscimo da função de: Carpinteiro no GHE V - Operacional I (Viário) e das funções de: Pedreiro e Servente no GHE VI – Operacional II (Edificação)
-Inclusão da “Tabela I de Classificação dos Grupos de Riscos” no Item 8.4 letra d;
-Inclusão nas “Planilhas de Medições Ambientais”, os Riscos Ergonômicos ( NR17 ) e de Acidentes ( NR-5 ).
05 01/07/2016 Revisão do GHE 06 01/07/2017 Atualização
07 21/09/2017 Atualização Função e Descrição
08 30/11/2017 Inclusão da Função Estagiário de Engenharia e Estagiário de Arquitetura no GHE 003
09 26/06/2018 Revisão Anual
10 03/08/2018 Inclusão da Função Assessor de Engenharia e Tecnólogo de Edificações no GHE 003
11 17/08/2018 Inclusão de Função e GHE
12 29/08/2018 Inclusão da Função Eng.º Civil, Eng.º Civil I, II, III, Aprendiz Construtor de Edificações no GHE 003
13 06/09/2018 Inclusão da Função Analista Ambiental no GHE 003 14 03/10/2018 Inclusão da Função Aprendiz Eletricista Instalador Predial,
Aprendiz Instalador Hidráulico no GHE 003
José n
REVISÃO DATA ASSUNTO
15 21/01/2019
Inclusão da Função Auxiliar de Eletricista de Baixa Tensão e Ajudante de Eletricista de Baixa Tensão no GHE 031;
Inclusão de Risco no GHE 064;
Inclusão de GHE 058;
Inclusão da Função Supervisor Técnico no GHE 004;
16 01/02/2019 Inclusão de GHE 044 – Demolição
17 01/04/2019
Inclusão de GHE 23 - Fundação 1 Estaca Raiz e Solo Grampeado;
Inclusão do termo “emulação asfáltica” no nome do GHE 028;
Inclusão de GHE 53 – Pavimentação Externa com Concreto Armado;
Inclusão de Risco no GHE 054;
Inclusão das Funções “Auxiliar de Jardinagem e Ajudante de Jardinagem” no GHE 064;
Inclusão de GHE 286 – Central de Argamassa, Concreto e Groute com Silo;
Inclusão de GHE 287 – Controle Tecnológico na obra (Ensaio de Bloco e de Concreto à Compressão em Obra);
Inclusão de GHE 288 – Manutenção de Banheiro Químico;
Inclusão de GHE 289 – Central de Cortes de Blocos;
Inclusão de GHE 290 – Manejo Arbóreo, Supressão e Poda;
Inclusão de GHE 300 – Execução de Gabião;
Inclusão de GHE 301 – Central de Pré-Moldado de Concreto Armado;
Inclusão de GHE 302 – Supervisão Operacional e Técnica II (s/altura);
Inclusão de GHE 303 – Instalações Prediais Hidro-Sanitárias 2 (Tubos de PVC, Cobre e FoFo) com altura.
18 08/04/2019
Inclusão da Função “Auxiliar de Segurança do Trabalho no GHE 004;
Inclusão da Função “Operador de Perfuratriz” no GHE 016;
Ajuste de função “Operador de Máquina/Operador de Equipamento” no GHE 016;
Inclusão da Função “Motorista de Caminhão Espargidor” no GHE 246;
Inclusão da Função “Engenheiro Civil I, Engenheiro Civil II e Engenheiro Civil III e Exclusão da função “Auxiliar de Segurança do Trabalho” no GHE 302;
Inclusão da Função “Ajudante Geral, Servente e Líder encanador no GHE 303;
Inclusão de Risco no GHE 303.
José n
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REVISÃO DATA ASSUNTO
19 27/05/2019
Ajuste de nome GHE 032 - Redes Coletora de Agua e Redes de Esgoto 1;
Ajuste de nome GHE 086 - Revestimento de Argamassa ou Monocapa na Fachada Projetada;
Inclusão da Função “Motorista operador de guindaste” no GHE 017 Inclusão de Risco no GHE 086;
Inclusão de GHE 304 - Serviços Civis em Obras Viárias;
Inclusão de GHE 305 - Estrutura de Concreto Armado I;
Inclusão de GHE 306 - Equipamentos 9;
Exclusão de GHE 014 – Drenagem 1;
Exclusão de GHE 019 – Equipamento 4;
Exclusão de GHE 028 – Fundação 6;
Exclusão de GHE 031 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão Desernegizada e TI;
Exclusão de GHE 034 - Instalações Prediais Hidro-Sanitárias 1;
Exclusão de GHE 040 - Central de Serralheria;
Exclusão de GHE 053 - Pavimentação Externa com Concreto Armado;
Exclusão de GHE 054 - Pavimentação Externa com Intertravados;
Exclusão de GHE 060 - Guias, Sarjetas, Sargentão e Calçadas;
Exclusão de GHE 254 - Redes de Agua e Redes de Esgoto 2;
Exclusão de GHE 267 - Drenagem 4;
Exclusão de GHE 301 - Central de Pré-Moldado de Concreto Armado.
20 08/08/2019
Inclusão da Função “Eletricista Líder de Baixa Tensão” no GHE 058 Inclusão da Função “Operador de Máquina Escavada” no GHE 050 e 306
José n
REVISÃO DATA ASSUNTO
21 12/03/2020
Inclusão da Função “Analista de Licitação” no GHE 003;
Inclusão da Função “Encarregado de Instalação de Porta de Madeira, Analista Ambiental, Supervisor de Obras I, Apropriador IV, Feitor III, Auxiliar Técnico Segurança” no GHE 004;
Inclusão da Função “Aplicador de Juntas, Raspador, Fundidor” no GHE 005;
Inclusão da Função “Operador de Máquina Escavada, Operador de Perfuratriz I” no GHE 016;
Inclusão da Função “Instalador de Porta de Madeira, Auxiliar de Instalação de Esquadria de Madeira, Auxiliar de Instalação de Esquadria de Madeira” no GHE 020;
Inclusão da Função “Auxiliar de Perfuratriz IV, Injetador VII, Operador de Bomba I” no GHE 023;
Inclusão da Função “Lixador” no GHE 047;
Inclusão da Função “Serralheiro e Ajudante de Serralheiro” no GHE 082;
Inclusão da Função “Operador de Bomba” no GHE 086;
Inclusão da Função “Encarregado Jardinagem” no GHE 290;
Inclusão da Função “Gazista” no GHE 303;
Inclusão de Riscos no GHE 082 – Serralheria;
Inclusão de GHE 293 - Operacional 2;
Inclusão de GHE 299 - Execução de Juntas de Dilatação com Elastômerico;
Inclusão de GHE 361 - Colocação de Esquadrias de Alumínio em Contramarco;
Exclusão da Função “Operador de Máquina Escavada” no GHE 050 e 306;
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REVISÃO DATA ASSUNTO
22 14/08/2020
Inclusão da Intensidade / Concentração dos Riscos
Inclusão da Função “Engenheiro Civil Trainee” no GHE 004;
Inclusão da Função “Líder de Limpeza” no GHE 036;
Inclusão de GHE 306 - Equipamentos 10 Compactador e Martelete;
Inclusão de GHE 362 - Fundação 7 Tubulão com escavação mecanizada;
Inclusão de GHE 363 - Equipamentos 11 Navegador MND;
Inclusão de GHE 364 - Espaço Confinado;
Exclusão de GHE 18 - Equipamentos 3 (elevador de carga/guincho, cremalheira);
Exclusão de GHE 20 - Esquadrias de Madeira Assentados com Espuma Expansiva de Poliuretano;
Exclusão de GHE 29 - Impermeabilização com Manta Asfáltica;
Exclusão de GHE 30 - Impermeabilização com Argamassa Polimérica;
Exclusão de GHE 33 - Calhas e Rufos;
Exclusão de GHE 51 - Apoio a Máquinas e Equipamentos: Rigger e Sinaleiro (grua, munck e guindaste);
Exclusão de GHE 86 - Revestimento de Argamassa ou Monocapa na Fachada Projetada;
Exclusão de GHE 286 - Central de Argamassa, Concreto e Groute com Silo;
Exclusão de GHE 299 - Execução de Juntas de Dilatação com Elastomérico;
Exclusão de GHE 300 - Execução de Gabião;
Exclusão de GHE 302 - Supervisão Operacional e Técnica II (s/altura);
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REVISÃO DATA ASSUNTO
23 12/11/2020
Inclusão da Função “Engº Civil Trainee; Encarregado Administrativo I – E e Assistente Social - F” no GHE 03;
Inclusão da Função “Líder de Limpeza, Estagiário de Engenharia, Fiscal de Obra, Encarregado de Instalação, Coordenador de Instalações, Encarregado de Eletricista C, Encarregado de Encanador, Engº de Meio Ambiente Trainee, Arquiteto - F, Engº Civil - F, Engº Civil I - E, Engº Civil III - E, Tecnólogo Edificações – F” no GHE 04;
Inclusão da Função “Eletricista Montador de Linhas Elétricas Desenergizadas - Operador de Cesto Aéreo; Motorista-Operador de Cesto Aéreo” no GHE 17;
Inclusão da Função “Servente” no GHE 21;
Inclusão da Função “Carpinteiro” no GHE 23;
Inclusão da Função “Montador A; Montador C; Montador II; Montador III;
Encarregado de Montagem” no GHE 82;
Inclusão da Função “Operador de Motosserra” no GHE 290;
Inclusão de Risco Químico (Poeira Total) no GHE 4;
Inclusão de Risco Químico (Poeira Total e Poeira madeira - poeiras, todas as outras espécies) no GHE 11;
Inclusão de Risco Químico (Poeira Total) no GHE 36;
Inclusão de Risco Químico (Asfalto (Betume), Fumos como aerossol solúvel em benzeno) no GHE 37;
Inclusão de Risco Químico (Poeira Total) no GHE 44;
Inclusão de Risco Físico (Ruído Intermitente / Lixadeira de Parede e Teto) no GHE 47;
Inclusão de Risco Químico (Poeira Total / Poeira do Canteiro de Obra) no GHE 73;
Inclusão de Risco Químico (Poeira Total) no GHE 75;
Inclusão de Risco Acidente (Atropelamento / Transito de veiculo) no GHE’s 189;
Inclusão de Risco Químico (Asfalto (Betume), Fumos como aerossol solúvel em benzeno / Aplicação de Asfalto) no GHE 246;
Inclusão de Risco Acidente (Picadas e alergias / Animais Peçonhentos e Atropelamento / Transito de veiculo) no GHE 277;
Inclusão da Função “Servente” no GHE 287;
Inclusão de Risco Acidente (Atropelamento / Transito de veiculo) no GHE’s 363;
Inclusão do GHE 051 - Apoio a Máquinas e Equipamentos;
Inclusão do GHE 365 - Instalação de Linhas Elétricas (Rede aérea e subterrânea);
Inclusão do GHE 366 - Piso Granilite Fundido in Loco;
Exclusão da Função “Líder de Limpeza” no GHE 36;
José n
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REVISÃO DATA ASSUNTO
24 29/01/2021
Inclusão da Função “Auxiliar Administrativo; Estagiário Adm/Cont/RH”
no GHE 003;
Inclusão da Função “Estagiário Técnico de Meio Ambiente” no GHE 004;
25 20/07/2021
Inclusão da Função “Estagiário Administrativo” no GHE 03;
Inclusão da Função “Assistente Técnico I e Estagiário Técnico Segurança do Trabalho” no GHE 04;
Inclusão da Função “½ Oficial Soldador” no GHE 12;
Inclusão da Função “Operador de Hélice” no GHE 16, 362 e 367;
Inclusão da Função “Servente” no GHE 32;
Inclusão da Função “Ajudante de Montador” no GHE 82;
Inclusão das Funções “Encarregado de Pavimentação; Manguerista e Rasteleiro” no GHE 246;
Exclusão da Função “Eng.º Coordenador e Eng.º Eletricista” no GHE 04;
Inclusão do GHE 367 – Estaca Hélice;
Inclusão do GHE 368 – Supervisão Operacional e Técnica III;
Inclusão dos EPI’s “Álcool em Gel e Mascara Covid” no anexo 13-3;
26 17/08/2021
Inclusão da Função “Estagiário de Direito” no GHE 03;
Inclusão da Função “Encanador A, Encanador B e Ajudante de Encanador” no GHE 303;
Inclusão de Riscos no GHE 364;
Alteração da Descrição de Função do “Estagiário Técnico Segurança do Trabalho” no Anexo 13-2
27 22/11/2021
Alteração no CNAE;
Inclusão da Função “Auxiliar do Meio Ambiente, Inspetor da Qualidade, Colocador Pleno” no GHE 04;
Inclusão da Função “Estagiário de Enfermagem” no GHE 06;
Inclusão da Função “Operador de Guindauto” no GHE 17;
Inclusão da Função “Auxiliar Técnico de Instrumentação II, Motorista Operador de Munck” no GHE 287;
Inclusão da Função “Injetador III” no GHE 367;
Inclusão do GHE 270 – Vigilância;
Inclusão do GHE 271 – Lixamento em teto e parede de concreto Inclusão do GHE 272 – Píer flutuante;
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Empresa: Consórcio Recuperação Ambiental Obra: 489 - Consórcio Recuperação Ambiental CNPJ: 16.897.714/0001-84
Endereço do Canteiro da Obra Cantinho do Céu:
Rua Carlos Barbosa Santos, 1.239/1501 Bairro: Jardim São Pedro - Grajaú CEP: 04852-320
Cidade/Estado: São Paulo/SP
Empresas Consorciadas
CONSTRUBASE ENGENHARIA LTDA Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 16º andar CEP 01452-910 - Pinheiros - São Paulo/SP CNPJ: 62.445.838/0001-46
CNAE: 42.12-0-00 - Grau de Risco 04
ENGEFORM CONSTRUÇÕES E COMÉRCIO LTDA Av. Brigadeiro Faria Lima, 1931 – 1º andar
CEP 01452-910 – Jardim Paulistano – São Paulo/SP CNPJ: 48.246.920/0001-10
CNAE: 42.99-5-99 – Grau de Risco 03
Tipo de Atividades: Recuperação da Qualidade das Águas em Áreas Degradadas de Manancial Hídrico das Bacias Guarapiranga e Billings, Urbanização de Favelas e Regularização de loteamentos precários.
CNAE: Principal: 42.22-7-01 - Construção de redes de abastecimento de água, coleta de esgoto e construções correlatas, exceto obras de irrigação
Secundário: 41.20-4-00 - Construção de edifícios
42.13-8-00 - Obras de urbanização - ruas, praças e calçadas
Grau de Risco : 4
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SUMÁRIO
ITEM Pagina
1. INTRODUÇÃO 12
2. OBJETIVOS 12
3. LEGISLAÇÃO 12
3.1. Fundamentos Legais 12
3.2. Normas Técnicas Brasileira 12
3.3. Normas Fundacentro 12
3.4. Normas e Procedimentos Internacionais 12
3.5. A Referências 12
4. DEFINIÇÕES 12
5. GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO 12
6. DESENVOLVIMENTO DO PPRA 12
6.1. Antecipação dos Riscos 12
6.2. Reconhecimento dos Riscos 14
6.3. Características dos Ambientes 14
6.4. Descrição das Atividades do Cargo/Função 14
6.5. Avaliação Quantitativa das Exposições aos Agentes Ambientais 14
6.6. Quadro de Tipo de Exposição 14
6.7. Quadro de Criticidades 15
7. METODOLOGIA DE ANÁLISE DOS AGENTES AMBIENTAIS 16
7.1. Ruído 16
7.2. Radiação Não-Ionizante Ultra-Violeta (RNI-UV) 16
7.3. Vibrações 17
7.4. Umidade 17
7.5. Compostos Químicos 17
7.6. Agentes Biológicos José n 19
8.1. Equipamentos de Proteção Individual – EPIs 20
8.2. Exames Médicos 20
8.3. Educação e Treinamento 21
8.4. Recomendações de Ordem Geral 21
9. DO NÍVEL DE AÇÃO E MONITORAMENTO 23
9.1. Forma de Registros de Dados 23
9.2. Forma de Manutenção de Dados 23
9.3. Forma de Divulgação de Dados 23
10. PLANILHAS DE AVALIAÇÕES AMBIENTAIS 24
11. CRONOGRAMA DE AÇÕES 146
12. DISPOSIÇÕES FINAIS 149
12.1. Responsabilidades 149
12.2. Distribuição das Informações 150
12.3. Registro de Dados 150
13. ANEXOS 151
13.1. GHE – Grupo Homogêneo de Exposição ao Risco 152
13.2. Descrição de Funções 153
13.3. Quadro EPI X Cargo/Função 154
13.4. Plano de Ação para Minimizar, Eliminar e/ou Controlar os Riscos Ambientais 155
13.5. FISPQ – Ficha de Instrução de Segurança de Produto Químico 156
José n
1. INTRODUÇÃO
A meta do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) do Consórcio Recuperação Ambiental é preservar a saúde de seus trabalhadores, garantir a sua integridade física e a qualidade do meio ambiente, através da identificação, avaliação e o controle de agentes ou situações existentes ou provocadas nos ambientes de trabalho que possam causar danos à saúde e integridade física dos colaboradores da obra, não obstante, este controle leva em consideração também à proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.
A simples presença do risco no ambiente de trabalho, não significa necessariamente a evolução para uma determinada doença ou dano físico em determinado trabalhador, razão pela qual tomou-se o conhecimento da origem, da intensidade do risco, da probabilidade de exposição do trabalhador ao risco e outros vetores que subsidiaram a tomada de ações de controle.
2. OBJETIVOS
Identificar, avaliar e documentar os níveis de exposição dos trabalhadores aos riscos físicos, químicos,
biológicos, ergonômicos e de acidente.
Determinar e avaliar a eficácia de meios de controle dos riscos no ambiente de trabalho através da
aplicação de técnicas qualitativas e quantitativas disponíveis e testadas por organizações reconhecidas nacional ou internacionalmente, adaptáveis às condições do Consórcio Recuperação Ambiental.
Atingir a eliminação ou neutralização dos possíveis riscos potenciais dos agentes ambientais, dos
acidentes do trabalho e dos agentes estressores; em benefício das relações empregado-empregador e em prol da integridade física e da saúde do trabalhador.
3. LEGISLAÇÃO E REFERÊNCIAS 3.1. Fundamentos Legais
3.1.1 Constituição da República Federativa do Brasil, de 05/10/88;
3.1.2 Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), no seu Titulo II, Capitulo II (Dos Direitos Sociais) e V (Da Segurança e Medicina do Trabalho) segundo vige pela Lei nº 6514 de 22/12/77;
3.1.3 Lei 13.709/2018 LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais;
3.1.4 Normas Regulamentadoras do Capítulo V da C.L.T., Principalmente as que seguem:
NR - 01 Disposições Gerais;
NR - 06 EPI - Equipamento de Proteção Individual;
NR - 07 PCMSO - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional;
NR - 09 PPRA - Programa de Prevenção a Riscos Ambientais;
NR - 15 Atividades e Operações Insalubres;
NR - 16 Atividades e Operações Perigosas;
NR - 17 Ergonomia;
NR - 18 Condições de Segurança e Saúde no Trabalho na Industria da Construção;
NR - 33 Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados;
NR - 35 Trabalho em Altura
3.2. Normas Técnicas Brasileira
NBR 10152 - Níveis de Ruído;
3.3. Normas Fundacentro
NHT - 05 – Norma de Higiene do Trabalho;
NHO - 01 – Avaliação da Exposição Ocupacional ao Ruído;
NHO – 08 - Coleta de Material Particulado Sólido Suspenso no Ar de Ambientes de Trabalho;
3.4. Normas e Procedimentos Internacionais
AIHA (Associação Americana de Higiene Industrial) - Níveis para Exposição Ambiental no Recinto
de Trabalho ( WEEL- Workplace Environment Exposure Limit ) e Limites de Exposição Recomendados ( REL ), e outras normas e métodos internacionalmente aceitos;
José n
4. DEFINIÇÕES
4.1. PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
4.2. GHE - Grupo Homogêneo de Exposição - É o conjunto de trabalhadores que compartilham o mesmo local de trabalho ou as mesmas atividades e estão expostos ao mesmo risco ocupacional de forma muito semelhante. Por definição, qualquer indivíduo do GHE é representativo, de forma que os resultados
para determinado risco com um funcionário servem como amostra para os demais componentes do GHE para o dado risco;4.3. NIOSH – Instituto Nacional dos EUA para Segurança e Saúde no Trabalho;
4.4. OSHA – Administração Nacional dos EUA para Segurança e Saúde no Trabalho;
4.5. ACGIH – Organização dos EUA dedicada aos aspectos técnicos e administrativos da saúde ocupacional e ambiental. A organização edita, anualmente, novos limites de tolerância, baseados nos mais recentes estudos da área;
4.6. LV(C) – Limite de tolerância tipo valor teto, dado pela ACGIH. Não pode ser ultrapassado em nenhum momento durante a jornada de trabalho. Acima deste limite há condição de risco grave e iminente.
4.7. Risco: Probabilidade ou chance de dano ou morte (Sanders e Mc Cormick, 1993, p.575)
4.8. Perigo: É uma condição ou um conjunto de circunstâncias que têm o potencial de causar ou contribuir para uma lesão ou morte (Sanders e Mc Cormick, 1993, p.675)
4.9. LQ: Limite Quantitativo de Exposição do Risco 5. GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO – GHE
Foram adotadas estratégias que possibilitam determinar as exposições potencialmente perigosas à saúde e integridade física dos trabalhadores no seu ambiente laboral, levantando informações sobre o local de trabalho, atividades desenvolvidas, os agentes e substâncias aos quais os trabalhadores estão expostos, e seus meios de exposição e as fontes geradoras.
A partir destes dados foram montados GHEs e, onde aplicável, são programadas monitoramentos ambientais nos trabalhadores.
Os resultados foram então avaliados e, conforme o caso, são arquivados como comprovação da manutenção da condição segura ou são elaborados planos de ação ( Anexo 13.4 ) para implantação das medidas de controle necessárias.
O GHE está descrito no Anexo 13.1 com as respectivas funções envolvidas.
6. DESENVOLVIMENTO DO PPRA 6.1. Antecipação dos Riscos
Visando a prevenção, identificou-se antecipadamente os riscos através da análise de projetos das instalações, métodos ou processos de trabalho, ou ainda da análise de projetos, propostas ou intenções de modificações das já existentes, tudo com o objetivo de identificar os riscos potenciais, ou seja, riscos que ainda não existem, mas poderão surgir em decorrência da implementação das alterações pretendidas.
É importante ressaltar que a antecipação permitiu a promoção do controle durante a fase de projeto que geralmente é mais factível e de custo mais baixo.
A obra estabeleceu critérios internos para garantir que esta etapa do PPRA fosse efetivamente cumprida, visto que seu sucesso pleno depende de uma perfeita harmonização entre os responsáveis pela segurança, higiene e medicina do trabalho, e os responsáveis de outras áreas que possam estar envolvidos, direta ou indiretamente, nos processos de alterações que possam vir ser promovidas na obra.
Foram realizados levantamentos de informações com os setores de produção e de serviços, as atividades
dos trabalhadores, as condições e/ou esforços que geram efeitos adversos à saúde e integridade física. José n
6.2. Reconhecimento dos Riscos
A fase de reconhecimento é caracterizada como a mais importante do programa, pois a partir desse levantamento preliminar dos agentes ambientais é que veremos a abrangência do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA.
Utilizou-se para a elaboração e implementação do PPRA, o item 9.3.3 da NR-9 onde estão estabelecidos os aspectos mínimos que devem ser observados por ocasião dos levantamentos preliminares, dentro de critérios técnicos e científicos da higiene ocupacional.
Os dados obtidos no reconhecimento serviram de subsídios para a definição e programação de avaliações quantitativas, assim como o planejamento e implementação das medidas de controle, sempre que sejam necessárias.
A metodologia empregada para realização desta etapa do programa foi à identificação e reconhecimento de todas as possíveis e diferentes formas com que se apresentam os riscos ambientais presentes nas atividades e operações desenvolvidas no ambiente de trabalho, bem como o conhecimento e levantamento de dados sobre todos os agentes ambientais presentes, aliado ao conhecimento dos processos produtivos desenvolvidos.
Para facilitar o desenvolvimento e interpretação desta fase, foi utilizada uma planilha de levantamentos de campo, onde constam os pontos mencionados no item 9.3.3 da NR-9, incluindo os riscos de acidentes de trabalho e ergonômicos, além de possuir programas específicos, PCMAT e Laudo Ergonômico respectivamente.
6.3. Características dos Ambientes Administração e Almoxarifado
- Paredes realizadas em alvenaria
– administração, QSMS, fiscalização, copa, arquivo morto, coordenação, financeiro, engenharia, medição, gerência, almoxarifado e social.
- Pé direito 2,40m.
- Telhado em fibracimento com estrutura de madeira.
- Iluminação natural e artificial (lâmpadas fluorescentes).
- Ventilação natural e artificial, exceto almoxarifado somente natural.
- Piso cimentado.
Áreas de Vivência (Refeitório, Chuveiros, Banheiros e Área de Lazer)
- Vestiários: paredes de alvenaria.- Pé direito: 2,40m
- Telhado em fibracimento com estrutura de madeira.
- Iluminação natural e artificial (lâmpadas fluorescentes).
- Ventilação natural.
- Piso cerâmico.
6.4. Descrição das Atividades do Cargo/Função
O anexo 13.3, descreve as atividades referente a cada função.
6.5. Avaliação Quantitativa das Exposições aos Agentes Ambientais
A realização de avaliações quantitativas são realizadas conforme os critérios estabelecidos na NR 09 e NR 15 e constam no item 10 - Planilhas de Avaliações Ambientais
6.6. Quadro de Tipo de Exposição
O “Tipo de Exposição” é uma avaliação qualitativa da ordem de grandeza da exposição de trabalhadores aos
agentes riscos presentes no ambiente de trabalho. Este depende, basicamente, da quantidade/intensidade
dos agentes presentes, do tipo de atividade executada, do local e das condições de emissão e dispersão do
agente e das barreiras de contato existentes. Pode variar entre os GHE’s, refletindo a exposição em
condições normais de operação, conforme tabela a seguir: José n
Irrelevante agente durante a execução das atividades é praticamente inexistente ou a níveis irrelevantes.
Ocasional
Em condições normais de trabalho, o contato dos trabalhadores com o agente é esporádico, por curto espaço de tempo e a níveis baixos. Tempo Estimado de Exposição por Jornada menor que 0,5 h.
Intermitente
Em condições normais de trabalho, o contato dos trabalhadores com o agente é frequente e a níveis médios, ou esporádicos e a níveis altos.
Tempo Estimado de Exposição por Jornada entre 0,5 e 4,0 h.
Habitual
Em condições normais de trabalho, o contato dos trabalhadores com o agente é frequente e a níveis altos. O trabalhador permanece a maioria de sua jornada perto das fontes de emissão. Tempo Estimado de Exposição por Jornada entre 4,0 e 6,0 h.
6.7. Quadro de Criticidades
Grau de Risco Categoria do Risco Consideração Técnica da
Exposição Situação da Exposição
1 Trivial Abaixo de 50% do L.T. Irrelevante
2 Tolerável 50% > L.T. < 100% De atenção
3 Substancial Acima de 100% do LT sem
proteção adequada Crítica
4 Intolerável Acima de 100% do LT sem
nenhuma forma controle De Emergência Irrelevante - Controle de Rotina.
Quando o agente não representa risco
potencial de dano à saúde nas condições usuais, ou pode representar apenas um aspecto de desconforto e não de risco.
Quando as condições de trabalho aparentes correspondem ao item anterior.
Quando o agente foi identificado, mas é quantitativamente desprezível frente aos critérios técnicos.
Quando o agente se encontra sob controle técnico e abaixo do nível de ação.
De Atenção - Controle Preferencial/Monitoramento.
Quando o agente representa um risco moderado à saúde nas condições usuais não causando efeitos agudos.
Quando o agente não possui LT (Limite de Tolerância) Valor Teto, e o LT média ponderada é
consideravelmente alto.
Quando não há queixas aparentes relacionadas com o agente.
A exposição se encontra sob controle técnico e acima do nível de ação, porem abaixo do limite de
tolerância.
Crítica - Controle Prioritário.
Quando o agente pode causar efeitos agudos/possui LT valor teto muito baixos.
Quando as práticas operacionais/condições ambientais indicam aparente desconforto de exposição.
Quando há possibilidade de deficiência de oxigênio.
Quando não há proteção cutânea específica no manuseio de substâncias com notação- pele.
Quando há queixas específicas/indicadores de exposição excedidos.
José n
A exposição não se encontra sob controle técnico e está acima do LT médio ponderada, porém baixo do
valor máximo ou valor teto.
De Emergência - Controle de Urgência.
Quando envolver exposição à carcinogênicos.
Nas situações aparentes de risco grave e eminente.
7. METODOLOGIA DE ANÁLISE DOS AGENTES AMBIENTAIS 7.1. Ruído
A avaliação de ruído foi baseada na NR-15, Anexo 1- Ruídos contínuos e/ou intermitentes e Anexo 2 – Ruídos de Impactos.
Os Limites de Tolerância estão definidos na NR – 15 Anexos 1, da Portaria 3214 de 08 de junho de 1978, nos seus aspectos legais e técnicos, os quais por sua natural importância devem ser conhecidos e devidamente interpretados.
Para os valores encontrados de nível de ruído intermediário, será considerada a máxima exposição diária permissível relativa ao nível imediatamente mais elevado.
Se durante a jornada de trabalho ocorrem dois ou mais períodos de exposição a ruídos de diferentes níveis, devem ser considerados os seus efeitos combinados, de forma que, se a soma das seguintes frações:
O valor obtido é denominado DOSE. Se esta somatória exceder a unidade, a exposição estará acima do Limite de Tolerância.
Onde : C
1= Tempo de Exposição
T
1= Tempo Limite de Tolerância ao ruído de exposição
Conforme NR 17.5.2, nos locais de trabalho onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, tais como: salas de controle, laboratórios, escritórios, salas de desenvolvimento ou análise de projetos, dentre outros, são recomendadas as seguintes condições de conforto:
a) Níveis de ruído de acordo com o estabelecido na NBR 10152, norma brasileira registrada no INMETRO;
conforme a NR - 17.5.2.1, para as atividades que possuam as características definidas no subitem 17.5.2, mas não apresentam equivalência ou correlação com aquelas relacionadas na NBR 10152, o nível de ruído aceitável para efeito desconforto será de até 65 dB (A) e a curva de avaliação de ruído (NC) de valor não superior a 60 dB.
Os parâmetros previstos naquele subitem devem ser medidos nos postos de trabalho, sendo os níveis de ruído determinados próximos à zona auditiva e as demais variáveis na altura do tórax do trabalhador.
Um ambiente barulhento prejudica a capacidade de raciocínio e o equilíbrio psicológico das pessoas, além de problemas de audição, maior incidência de erros e queda na produtividade.
Ainda que os resultados obtidos nos levantamentos de Nível de Pressão Sonora Ambiental apresentaram valores aceitáveis, para operação, ainda que ocasional, de máquinas e equipamentos com ruído individual acima de 80 dB (A), a utilização de proteção auditiva é obrigatória.
7.2. Radiação Não-Ionizante Ultravioleta (RNI-UV)
Embasado na Norma Regulamentadora 15, considera-se radiação não-ionizante as microondas, ultravioletas e laser, tais formas de energia são consideradas como tal porque não têm energia suficiente para provocar ionização, mas conseguem passar os elétrons para um nível energético superior, deixando-os em estado
C1 + C
2 + C
3 ... + C
n
T
1 T
2 T
3 T
n
José n
A radiação ultravioleta (UV) é uma pequena porção da radiação total recebida do sol.
A radiação ultravioleta mais merecedora de cuidados no dia-a-dia é a UV-B que é afetada pela camada de ozônio. Portanto, com a ausência ou diminuição da camada de ozônio não haveria a estratosfera, provocando grandes mudanças na distribuição térmica e na circulação da atmosfera, havendo incidência direta da radiação ultravioleta, que afetaria em muito à vida terrestre.
O sol direto com irradiação prolongada pode resultar em graves queimaduras, que seriam muito agravadas se não fosse à proteção invisível que o ozônio proporciona.
Como boas partes da população brasileira têm pele clara e se expõem ao sol muito e descuidadamente, seja por trabalho, seja por lazer, e o país situa-se geograficamente numa zona de alta incidência de raios ultra- violeta, nada mais previsível e explicável do que a alta ocorrência do câncer de pele entre nós. Para aqueles diretamente expostos é indispensável o uso de protetores oculares e faciais, e conforme as condições, também são necessárias proteger as mãos, braços, tórax, etc., com materiais que refletem ou absorvem o U.V., para evitar doenças de pele.
7.3. Vibrações
De acordo com a NR-15 – Atividades e Operações Insalubres em seu anexo 8 as atividades e operações que exponham os trabalhadores, sem a proteção adequada, às vibrações localizadas ou de corpo inteiro, serão caracterizadas como insalubres, através de perícia realizada no local de trabalho.
Veículos aéreos, terrestres e aquáticos, bem como maquinarias (da indústria ou agricultura) expõem o homem à vibração mecânica, interferindo no seu conforto, na eficiência do seu trabalho e, em algumas situações, na saúde e segurança.
Devido à ampla variedade de possíveis condições e efeitos da exposição humana às vibrações e, devido à escassez de dados seguros, é difícil – atualmente – garantir um guia mais detalhado.
Há, basicamente, três tipos de exposição humana à vibração:
a) Vibrações transmitidas simultaneamente à superfície total do corpo e/ou a partes substanciais dele. Isto acontece quando o corpo está imerso em um meio vibratório. Há circunstâncias em que, isto é, de interesse prático, por exemplo, quando ruídos de alta intensidade no ar ou na água excitam vibrações no corpo;
b) Vibrações transmitidas ao corpo como um todo através de superfícies de sustentação, como os pés de um homem em pé, ou as nádegas de um homem sentado, ou a área de sustentação de um homem recostado;
c) Este tipo de vibração é comum em veículos, em construções em movimento vibratório e nas proximidades de maquinário de trabalho;
d) Vibrações aplicadas a partes específicas do corpo, como cabeça e membros. Exemplos destas vibrações ocorrem por meio de cabos, pedais ou suportes de cabeça, ou por grande variedade de ferramentas e instrumentos manuais.
É também possível reconhecer condições em que o incômodo da vibração indireta seja causado pela vibração de objetos externos (como um painel de instrumentos).
7.4. Umidade
Conforme Norma Regulamentadora 15, anexo nº10, as atividades ou operações executadas em locais alagados ou encharcados, com umidade excessiva, capazes de produzir danos à saúde dos trabalhadores, serão considerados insalubres em decorrência de laudo de inspeção realizada no local de trabalho.
7.5. Compostos Químicos
Os danos físicos relacionados à exposição química incluem, desde irritação na pele olhos, passando por
queimaduras leves, indo até aqueles de maior severidade, causado por incêndio ou explosão. Os danos à
saúde podem advir de exposição de curta e/ou longa duração, relacionadas ao contato com produtos
químicos tóxicos com a pele e olhos, bem como a inalação de seus vapores, resultando em doenças José n
respiratórias crônicas, doenças do sistema nervoso, doenças nos rins e fígado, e até mesmo alguns tipos de câncer.
A Pele é um dos órgãos mais extensos do corpo humano e representa cerca de 10% do peso corpóreo. É um contribuinte importante da função, metabolismo e integridade do organismo como um todo. Tem grande importância como um órgão de interface com o meio externo e constitui uma barreira e uma zona de transição entre o meio interno e o meio externo. Suas principais funções são a proteção e a preservação dos constituintes e composição do conteúdo do organismo.
A Pele é constituída de três camadas principais: a epiderme, a mais externa, composta de tecido epitelial, a derme, constituída de tecido conjuntivo e a hipoderme que é a camada mais interna, de espessura variável contendo tecido adiposo e conectivo.
A Epiderme é a principal barreira da pele para a água, eletrólitos, outras substâncias químicas e resistência elétrica e também proporciona certa resistência mecânica. No nível da derme situam-se os órgãos cutâneos – glândulas sudoríparas, folículos pilosos e poros.
Uma substância química pode entrar em contato com o organismo pela via cutânea e exercer uma ação local (por exemplo, irritação ou necrose) ou ser absorvida e provocar uma resposta geral (sistêmica). Vale lembrar, que o que se entende por absorção é a passagem da substância química do meio exterior para a corrente sangüínea.
Três Grupos de Fatores Condicionam a Penetração da Substância Química pela Pele
1) Fatores ligados à substância química: lipossolubilidade, grau de ionização, peso molecular, volatilidade e viscosidade.
2) Fatores ligados ao indivíduo: região da pele, estado de integridade da pele, vascularização e pilosidade locais.
3) Fatores ligados às condições de trabalho: duração da exposição (tempo de contato), tipo de contato e temperatura local.
4) As reações tóxicas produzidas pelo contato com substâncias químicas são resumidamente as seguintes:
a) Resposta Irritante: o termo “irritante à pele” refere-se, de forma geral, à substância que produz uma resposta inflamatória cutânea local (dermatite) pela ação direta à pele, sem o envolvimento de um mecanismo imunológico.
A Resposta Irritante Pode ser Dividida em:
Irritação aguda: é uma resposta inflamatória cutânea local reversível da pele normal causada pela ação
direta de um único contato com a substância tóxica, sem o envolvimento de um mecanismo imunológico.
Irritação cumulativa: é uma irritação reversível resultante de exposições repetidas ou contínuas às
substâncias que por si só não causam irritação aguda.
Corrosão: é uma ação química direta à pele normal que resulta em sua desintegração e alteração
irreversível no local de contato. A corrosão de manifesta pela ulceração e necrose com consequente formação de cicatriz.
Fototoxicidade (foto irritação): irritação resultante de alterações moleculares na estrutura de substâncias
químicas aplicadas à pele, induzida pela luz.
b) Resposta Alérgica: dermatites de contato alérgicas ocorrem como resultado de reações imunológicas. As substâncias aromáticas com pesos moleculares menores que 500 são alergênicos muito potentes.
c) Fotos Sensibilização: resultante da exposição da pele à radiação ultravioleta, no entanto, substâncias químicas absorvidas localmente pela pele ou reagindo com a pele através da circulação sistêmica, também podem ser a causa de reações fotoquímicas da pele, tornando a mesma fotossensível ou alterando os aspectos patológicos da luz.
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e) A Cloro Acne: é um tipo mais específico de erupção em razão da intoxicação por compostos aromáticos halogenados com uma forma molecular específica. Dentre estes, encontram-se os dibenzofuranos polihalogenados, as dibenzodioxinas policloradas, policloronaftalenos e as bifenilas polihalogenadas.
f) Outras Reações Cutâneas: são conhecidos muitos outros tipos de reações tóxicas da pele em razão das alterações na pele serem visíveis. Elas são agrupadas de acordo com a morfologia observada. São as seguintes:
- dermatites físicas;
- urticárias;
- granulomas cutâneos;
- queda ou danos aos cabelos;
- hipopigmentação;
- hiperpigmentação e - câncer de pele.
7.6. Agentes Biológicos
A exposição ocupacional a agentes biológicos decorre da presença desses agentes no ambiente de trabalho, podendo-se distinguir duas categorias de exposição:
a) Exposição derivada da atividade laboral que implique a utilização ou manipulação do agente biológico, que constitui o objeto principal do trabalho. É conhecida também como exposição com intenção deliberada. Nesses casos, na maioria das vezes, a presença do agente já está estabelecida e determinada.
b) O reconhecimento dos riscos será relativamente simples, pois as características do agente são conhecidas e os procedimentos de manipulação estão bem determinados, assim como os riscos de exposição.
c) Exposição que decorre da “Atividade Laboral” sem que essa implique na manipulação direta deliberada do agente biológico como objeto principal do trabalho. Nesses casos a exposição é considerada não-deliberada. Alguns exemplos de atividades: atendimento em saúde, laboratórios clínicos (com exceção do setor de microbiologia), consultórios médicos e odontológicos, limpeza e lavanderia em serviços de saúde.
A diferenciação desses dois tipos de exposição é importante porque condiciona o método de análise dos riscos e consequentemente as medidas de proteção a serem adotadas.
Esses agentes são capazes de provocar danos à saúde humana, podendo causar infecções, efeitos tóxicos, efeitos alergênicos, doenças autoimunes e a formação de neoplasias e malformações. Podem ser assim subdivididos:
1) Microrganismos, formas de vida de dimensões microscópicas, visíveis individualmente apenas ao microscópio - entre aqueles que causam danos à saúde humana, incluem-se bactérias, fungos, alguns parasitas (protozoários) e vírus;
2) Microrganismos geneticamente modificados, que tiveram seu material genético alterado por meio de técnicas de biologia molecular;
3) Culturas de células de organismos multicelulares, o crescimento in vitro de células derivadas de tecidos ou órgãos de organismos multicelulares em meio nutriente e em condições de esterilidade - podem causar danos à saúde humana quando contiverem agentes biológicos patogênicos;
4) Parasitas, organismos que sobrevivem e se desenvolvem às expensas de um hospedeiro, unicelulares ou multicelulares, as parasitoses são causadas por protozoários, helmintos (vermes) e artrópodes (piolhos e pulgas);
José n
5) Toxinas, substâncias secretadas (exotoxinas) ou liberadas (endotoxinas) por alguns microrganismos e que causam danos à saúde humana, podendo até provocar a morte como exemplo de exotoxina, temos a secretada pelo Clostridium tetani, responsável pelo tétano e, de endotoxinas, as liberadas por Meningococcus ou Salmonella;
6) Príons, estruturas proteicas alteradas relacionadas como agentes etiológicos das diversas formas de encefalite espongiforme - exemplo: a forma bovina, vulgarmente conhecida por “mal da vaca louca”, que, atualmente, não é considerada de risco relevante para os trabalhadores dos serviços de saúde.
Não foram incluídos como agentes biológicos os organismos multicelulares, à exceção de parasitas e fungos.
Diversos animais e plantas produzem ainda substâncias alergênicas, irritativas e tóxicas com as quais os trabalhadores entram em contato, como pêlos e pólen, ou por picadas e mordeduras.
O controle de riscos descrito no PPRA tem como objetivo eliminar ou reduzir ao mínimo a exposição dos trabalhadores do serviço de saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde, aos agentes biológicos.
Observação: O Risco de Agentes Biológicos, não se caracterizam
nas atividades e frentes de serviços da obra por não haverem contato permanente com trabalhadores acidentados ou com doenças ocupacionais na obraConsórcio Recuperação Ambiental
, e nas funções de: Enfermeira, Técnica de Enfermagem do Trabalho, Médico do Trabalho e Faxineiro e Auxiliar de Faxina) não há nenhum enquadramento por“Insalubridade” dessas funções de acordo com o Anexo14 da NR15 em conformidade com o LTCAT da obra.
8. MEDIDAS DE CONTROLE
Sempre que os resultados dos monitoramentos quantitativos da exposição dos trabalhos excederem os limites de tolerância previstos na NR 15 ou na ausência destes os valores dos limites de tolerância adotados pelas normas internacionais vigentes, são adotadas medidas de controle (conforme item 9.3.5 - NR 9).
Estas medidas incluem:
Reavaliação qualitativa e quantitativa
Adoção de medidas corretivas
São adotadas medidas de controle também quando nas fases de antecipação e reconhecimento for verificado risco potencial e ou evidente à saúde ou quando o controle médico caracterizar o nexo causal entre os danos à saúde e a situação de trabalho a que os trabalhadores ficam expostos. Neste último caso, monitorações ambientais e de dosimetria são repetidos, para confirmação.
8.1. Equipamentos de Proteção Individual – EPI’s
De acordo com a NR-06 considera-se EPI todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador.
A empresa fornece aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias:
a) Sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças profissionais e do trabalho;
b) Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas e para atender a situações de emergência.
8.2. Exames Médicos
Em saúde ocupacional, para que haja exposição, o contato deve acontecer de maneira, tempo e intensidades suficientes, sem proteção adequada.
Realiza-se exames médicos admissional, periódicos, de retorno ao trabalho após afastamento superior a 30 dias, de mudança de função que implique em mudança de risco e demissional.
O exame médico de saúde ocupacional compreende: avaliação clínica, abrangendo anaminese ocupacional,
exame físico e mental e ainda exames complementares realizados de acordo com a Norma Regulamentadora
NR-7 da Portaria nº 3214 de 08/06/78, com nova redação dada pela Portaria nº 24 de 29/12/94. José n
O exame médico de retorno ao trabalho é realizado, obrigatoriamente, no primeiro dia da volta ao trabalho, do trabalhador ausente por período igual ou superior a 30 dias por motivo de doença ou acidente de natureza ocupacional ou não, ou parto.
O exame médico de mudança de função (alteração de atividade, posto de trabalho ou de setor que implique na exposição do trabalhador a risco diferente daquele a que estava exposto antes da mudança) é realizado, obrigatoriamente, antes da data da mudança, para verificar se há restrições de exposição do trabalhador ao(s) risco(s) a que ficará exposto.
O exame médico demissional é realizado, obrigatoriamente, dentro de 15 dias anteriores ao desligamento definitivo do trabalhador.
8.3. Educação e Treinamento
As ações de educação e treinamento são realizadas independentemente da utilização de outras medidas de controle.
Realiza-se treinamento sistemático a todos os empregados abordando assuntos pertinentes aos riscos inerentes às atividades em desenvolvimento, orientando e acompanhando a implantação e implementação dos programas de prevenção de acidentes.
8.4. Recomendações de Ordem Geral
a) Para prevenir doenças ou problemas de ordem fisiológica (dores nas costas ou coluna, lesões de esforços e de movimentos repetitivos,...) e psicológicos (stress, fadiga, alterações de ânimo,...) são recomendadas, a partir da “Análise Ergonômica” de acordo com a norma NR-17, em todas as áreas de trabalho, medidas para controlar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.
b) Para isso, será observado e minimizado as seguintes situações: levantamento, transporte e descarga individual de materiais; postura, visualização, movimentos corporais; sobrecarga muscular estática ou dinâmica do pescoço, ombros, dorso e membros superiores e inferiores; esforço físico excessivo;
condições de operação de máquinas, equipamentos, ferramentas e veículos; ritmo de trabalho;
organização do trabalho; condições de iluminação; jornada de trabalho; conflitos, etc.
c) Para prevenir acidentes de trabalho relacionados com arranjo físico, máquinas e equipamentos:
ferramentas manuais, instalações elétricas, incêndios, movimentação de materiais, ausência de treinamentos e instruções técnicas, ausência de EPIs, é implementado uma série de medidas organizadas para minimizar as condições inseguras dos locais de trabalho, bem como, as atitudes inadequadas ou inseguras dos trabalhadores e de outras pessoas que adentram nestes ambientes. Ver anexo 13.4 - Plano de Ação para Minimizar, Eliminar e/ou Controlar os Riscos Ambientais.
d) Procedimentos e normas de segurança, treinamentos frequentes, campanhas permanentes, são recomendadas, a partir do “Mapa de Risco” de acordo com a Legislação Complementar elaborada pelo TST-Tribunal Superior do Trabalho e estabelecida na Portaria 25 de 29/12/2004 da Norma 3214/78 em conformidade com o Anexo IV-NR-5 da “Tabela I da Classificação dos Grupos de Riscos”, conforme as etapas de execução dos serviços da obra em todas as áreas de trabalho, com as medidas para controlar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente, conforme tabela a seguir:
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Tabela I - Classificação dos Grupos de Riscos
Grupos
1 2 3 4 5Tipo de Risco
Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos AcidentesCor
Verde Vermelho Marrom Amarelo AzulAgentes Causadores
Ruídos
Poeiras (Respirável;
Madeira e Total)
Vírus e ou Bactérias Esforço físico Arranjo físico (Lay-out)
Vibrações (Corpo Inteiro)
Fumos metálicos
e Vapores Protozoários
Levantamento e transporte manual
de peso
Máquinas e Equipamentos
Vibração (Mão e Braço)
Radiações ionizantes
Solventes Orgânicos (Processos de
Pintura)
Fungos
Postura do corpo em relação ao
posto de trabalho
Uso de Ferramentas
Radiações não ionizantes
Neblinas e Nevoas
em geral Parasitas e Bacilos Rotina de
Trabalho Iluminação
Ar rarefeito e ou vácuo
Gases asfixiantes H, He, N eCO2
Lixo doméstico e de animais
Falta de Orientação e treinamento
Eletricidade (choque elétrico)
Pressões
Compostos Voláteis de Piche ( Aplicação de
Asfalto ou Impermeabilizante
Esgoto, sujeira, dejetos
Jornada de Trabalho
Probabilidade de Incêndio ou
explosão
Frio Contatos com
Produtos Químicos Objetos de Trabalho Movimentos de trabalho
Armazenamento inadequado de
Materiais
Calor (Aplicação de Asfalto)
Ácidos, bases, sais,
alcoóis, éters, etc Ar e/ou insetos Situações de Trabalho
Queda de mesmo nível ou diferente,
Lesões por impacto de objetos
Umidade Reações químicas
Contaminação por Resíduos Infectantes (Ambulatório)
Equipamentos e Ferramentas
Içamento de Cargas e transportes
em geral
Aerodispersóides no ambiente (poeiras de vegetais
e minerais)
Por vegetais Fatores psicológicos
Picadas de animais( cães, insetos,répteis,
roedores, aracnídeos, etc
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fungos, insetos, roedores e outros animais de pequeno porte, que podem deteriorar os alimentos a serem servidos. Desta forma, tem-se o máximo cuidado na higienização e conservação destas instalações.
9. DO NÍVEL DE AÇÃO E MONITORAMENTO
Considera-se nível de ação o valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição.
As ações devem incluem o monitoramento periódico da exposição, a informação aos trabalhadores e o controle médico.
São controladas sistematicamente as situações que apresentarem exposições ocupacionais acima dos níveis de ação como segue:
a) Para Agentes Químicos, a metade dos Limites de Exposição Ocupacional (item 9.3.5.1 da NR-9);
b) Para o Ruído, a dose de 0,5 (dose superior a 50 %), conforme critério estabelecido na NR-15, Anexo I e item 6.
9.1. Forma de Registros de Dados
Todos os dados são mantidos arquivados no mínimo 20 anos, constituindo-se no banco de dados com o histórico administrativo e técnico do desenvolvimento do PPRA.
9.2. Forma de Manutenção de Dados O PPRA é:
- Avaliado periodicamente pelo SESMET, responsável Técnico e Coordenador da Implantação para verificar o andamento dos trabalhos e o cumprimento das metas estabelecidas no cronograma;
- Atualizado sempre que houver mudanças importantes ou dados relevantes a acrescentar;
- Revisto e atualizado no mínimo uma vez por ano.
9.3. Forma de Divulgação de Dados
Todos os dados estão à disposição dos empregados, seus representantes legais e órgãos competentes.
As informações sobre o PPRA são fornecidas aos trabalhadores através de palestras e outros meios de comunicação da empresa, bem como na respectiva Ordem de Serviço
Observação:
Para o monitoramento da exposição dos trabalhadores e das medidas de controle, são realizadas avaliações sistemáticas e repetitiva da exposição a um dado risco, visando à introdução ou modificação das medidas de controle, sempre que necessário.
José n
10. PLANILHAS DE AVALIAÇÕES AMBIENTAIS
DESCRIÇÃO DA FUNÇÃO: VIDE ANEXO 13.2
AGENTE RISCOS MEIOS DE
PROPAGAÇÃO
FONTE GERADORA
INTENSIDADE / CONCENTRAÇÃO
VALOR ATENUADO
LIMITE DE TOLERÂNCIA
(LTCAT)
CRITICIDADE METODOLOGIA EPI EPC TIPO DE EXPOSIÇÃO
Físico Ruído de fundo Ondas sonoras pelo ar
Administração (ruído do ambiente/obra)
67,2 dBA 52,2 dBA 85 dBA 2 Ver LTCAT A NA Intermitente
Químico
SROE (SEM RISCO OCUPACIONAL ESPECÍFICO) Biológico
Ergonômico DORT NA Postura de
trabalho NA NA NA 1 NR-17 NA NA Irrelevante
Acidente Quedas de mesmo
nível NA
Piso de trabalho
NA NA NA 1 NR-18 NA NA Irrelevante
Arranjo físico
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES MEDIDAS DE CONTROLE PROPOSTAS
EPI Ver Anexo 13.3 – Quadro de EPI x GHE EPI Ver Plano de Ação
EPC Ver PCMAT EPC Ver PCMAT
OUTRAS
Ver Plano de Ação para Minimizar, Manter o Grau de Risco ou Eliminar o Risco - Anexo 13-4 DDSGI – Palestra diária de conscientização antes do início do serviço
TES - Treinamento Específico de Segurança
LEGENDAS EPI = Equipamento de Proteção Individual
EPC = Equipamento de Proteção Coletiva
CRITICIDADE: 1 – Trivial / 2 – Tolerável / 3 – Substancial / 4 – Intolerável
A = Aplicável NA = Não Aplicável
DDSGI- Diálogo Diário do Sistema de Gestão Integrada
SETOR: Cantinho do Céu GHE: 003 - Administrativo 3 NÚMERO DE EXPOSTOS: Conforme Cronograma de Execução
FUNÇÃO:
Assistente de Engenharia; Assistente Administrativo de Obra; Supervisor Administrativo Obra I, II, III; Recepcionista; Assistente Contas a Pagar; Comprador I, II, III; Comprador Técnico I, II, III; Auxiliar Administrativo de Obra; Arquiteto I, II, III; Advogado I,II,III; Analista Administrativo de Obra; Supervisor Equipes de Obra; Analista Financeiro; Assistente Administrativo Pessoal de Obra; Assistente Social; Auxiliar Administrativo Pessoal de Obra; Coordenador Administrativo de Obra I, II, III; Coordenador de Projetos Sociais; Encarregado Administrativo Obra I, II, III; Assistente de Projetos Sociais; Aprendiz Administrativo, Estagiário de Engenharia; Estagiário de Arquitetura, Assessor de Engenharia, Tecnólogo de Edificações, Eng.º Civil; Eng.º Civil I, II, III, Aprendiz Construtor de Edificações; Analista Ambiental, Aprendiz Eletricista Instalador Predial, Aprendiz Instalador Hidráulico, Analista de Licitação, Engº Civil Trainee, Encarregado Administrativo I – E, Assistente Social - F, Auxiliar Administrativo, Estagiário Adm/Cont/RH, Estagiário Administrativo, Estagiário de Direito
DESCRIÇÃO DA FUNÇÃO: VIDE ANEXO 13.2
AGENTE RISCOS MEIOS DE
PROPAGAÇÃO
FONTE GERADORA
INTENSIDADE / CONCENTRAÇÃO
VALOR ATENUADO
LIMITE DE TOLERÂNCIA
(LTCAT)
CRITICIDADE METODOLOGIA EPI EPC TIPO DE EXPOSIÇÃO Físico Ruído de fundo Ondas sonoras pelo
ar
Administração e obra (ruído do ambiente /obra)
85 dBA Ver LTCAT A NA
QUÍMICO
SROE (SEM RISCO OCUPACIONAL ESPECÍFICO) BIOLÓGICO
Ergonômico DORT NA Postura de
trabalho NA NA NA 1 NR-17 NA NA Irrelevante
Acidente
Corte nas mãos NA
Materiais cortante (Tesoura, estilete e
guilhotina)
NA NA NA 1 NR-18 NA NA Irrelevante
Quedas de mesmo
nível NA Piso de trabalho
NA NA NA 1 NR-18 NA A Irrelevante
Arranjo físico
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES MEDIDAS DE CONTROLE PROPOSTAS
EPI Ver Anexo 13.3 – Quadro de EPI x GHE EPI Ver Plano de Ação
EPC Ver PCMAT EPC Ver PCMAT
OUTRAS
Ver Plano de Ação para Minimizar, Manter o Grau de Risco ou Eliminar o Risco - Anexo 13-4 DDSGI – Palestra diária de conscientização antes do início do serviço
CRITICIDADE: 1 – Trivial / 2 – Tolerável / 3 – Substancial / 4 – Intolerável DDSGI- Diálogo Diário do Sistema de Gestão Integrada
SETOR: Cantinho do Céu GHE: 004 - Supervisão Operacional e Técnica NÚMERO DE EXPOSTOS: Conforme Cronograma de Execução
FUNÇÃO:
Apontador; Auxiliar de Apontador; Eng.º Civil; Eng.º Civil I, II, III; Auxiliar Técnico; Técnico de Edificações; Técnico de Edificações I, II, III; Tecnólogo Edificações; Téc. Segurança do Trabalho; Téc. Segurança do Trabalho I, II, III; Arquiteto; Arquiteto I, II, III; Contra Mestre; Eng.º Segurança Trabalho;
Encarregado de Armador; Encarregado de Armador I, II, III; Encarregado de Obras; Encarregado de Carpinteiro; Encarregado de Carpinteiro I, II, III;
Encarregado Hidráulica; Encarregado Hidráulica I, II, III; Encarregado de Pedreiro; Encarregado de Pedreiro I, II, III; Encarregado Eletricista; Encarregado Eletricista I, II, III; Assistente de Engenharia; Encarregado de Pintor; Encarregado de Pintor I, II, III; Mestre de Obra; Mestre de Obra I, II, III; Supervisor Técnico; Auxiliar de Segurança do Trabalho; Encarregado de Instalação de Porta de Madeira; Analista Ambiental, Supervisor de Obras I, Apropriador IV, Feitor III, Auxiliar Técnico Segurança, Engenheiro Civil Trainee, Líder de Limpeza, Estagiário de Engenharia, Fiscal de Obra, Encarregado de Instalação, Coordenador de Instalações, Encarregado de Eletricista C, Encarregado de Encanador, Engº de Meio Ambiente Trainee, Arquiteto - F, Engº Civil - F, Engº Civil I - E, Engº Civil III - E, Tecnólogo Edificações - F, Estagiário Técnico de Meio Ambiente, Assistente Técnico I, Estagiário Técnico Segurança do Trabalho, Auxiliar do Meio Ambiente, Inspetor da Qualidade, Colocador Pleno
DESCRIÇÃO DA FUNÇÃO: VIDE ANEXO 13.2
AGENTE RISCOS MEIOS DE
PROPAGAÇÃO FONTE GERADORA INTENSIDADE / CONCENTRAÇÃO
VALOR ATENUADO
LIMITE DE TOLERÂNCIA
(LTCAT)
CRITICIDADE METODOLOGIA EPI EPC TIPO DE EXPOSIÇÃO
Físico
Ruído de fundo Ondas sonoras pelo ar
Canteiro de obra
(ruído do amb./obra) 80,6 dBA 65,6 dBA 85 dBA 2 Ver LTCAT A NA Intermitente
Radiação não
ionizante Pelo ar Radiação solar NA - NA 2 - A NA Intermitente
Químico
Poeira Total Pelo ar Suspenção de
particulados de construção – sílica
0,16667 mg/m³ 7,9668 mg/m³ 1 Ver LTCAT A NA Inrelevante
Poeira Sílica
Livre Cristalizada Pelo ar < LQ - 0,025 mg/m³ 1 Ver LTCAT A NA Inrelevante
BIOLÓGICO SROE (SEM RISCO OCUPACIONAL ESPECÍFICO)
Ergonômico DORT NA Postura de
Trabalho NA NA NA 1 NR-17 NA NA Irrelevante
Acidente
Quedas de nível
diferente NA
Trabalho em altura igual ou superior 2m
(trab. Altura)
NA NA NA 2 NR-18 / NR-35 A A Eventual
Quedas de
mesmo nível NA Piso de trabalho
NA NA NA 2 NR-18 NA A Eventual
Arranjo físico
OUTRAS
Ver Plano de Ação para Minimizar, Manter o Grau de Risco ou Eliminar o Risco - Anexo 13-4 DDSGI – Palestra diária de conscientização antes do início do serviço
TES - Treinamento Específico de Segurança
LEGENDAS EPI = Equipamento de Proteção Individual
EPC = Equipamento de Proteção Coletiva
CRITICIDADE: 1 – Trivial / 2 – Tolerável / 3 – Substancial / 4 – Intolerável
A = Aplicável NA = Não Aplicável
DDSGI- Diálogo Diário do Sistema de Gestão Integrada