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Biomas Brasileiros. Profa. Soélia Cabral

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Academic year: 2022

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Biomas Brasileiros

Profa. Soélia Cabral

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Bioma: conjunto de ecossistemas que funcionam de forma relativamente estável. Em outras palavras, um bioma é uma composição formada por todos os seres vivos de uma determinada região, cuja vegetação tem bastante similaridade e continuidade, com um clima mais ou menos uniforme, tendo uma história comum em sua formação. Por isso toda a sua diversidade biológica também é muito parecida.

O Brasil possui enorme extensão territorial e apresenta climas e solos muito variados. Em função dessas características, há uma evidente diversidade de biomas, definidos sobretudo pelo tipo de cobertura vegetal.

Principais Biomas Brasileiros

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Caatinga

A caatinga, palavra originária do

tupi-guarani, que significa “mata

branca”, é o único sistema ambiental

exclusivamente brasileiro. Possui

extensão territorial de 734.478 km²,

correspondendo a cerca de 10% do

território nacional. Ela está presente

nos estados do Ceará, Rio Grande do

Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe,

Alagoas, Bahia, Piauí e norte de

Minas Gerais.

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As temperaturas médias anuais são elevadas, oscilam entre 25°C e 29°C. O clima é semi-árido; e o solo, raso e pedregoso, é composto por vários tipos diferentes de rochas.

As secas são cíclicas e prolongadas, interferindo de maneira direta na vida de uma população de,

aproximadamente, 25 milhões de habitantes.

As chuvas ocorrem no início do ano e o poder de

recuperação do bioma é muito rápido, surgem pequenas plantas e as árvores ficam cobertas de folhas

.

Caatinga

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Vegetação – As plantas da caatinga são xerófilas, ou seja, adaptadas ao clima seco e à pouca quantidade de água.

Algumas armazenam água, outras possuem raízes

superficiais para captar o máximo de água da chuva. E há as que contam com recursos pra diminuir a transpiração, como espinhos e poucas folhas. A vegetação é formada

por três estratos: o arbóreo, com árvores de 8 a 12 metros de altura; o arbustivo, com vegetação de 2 a 5 metros; e o herbáceo, abaixo de 2 metros. Entre as espécies mais

comuns estão a amburana (umburana), o umbuzeiro e o mandacaru. Algumas dessas plantas podem produzir cera, fibra, óleo vegetal e, principalmente, frutas.

Caatinga

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Caatinga: Vegetação

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A fauna da caatinga é bem diversificada, composta por répteis (principalmente lagartos e serpentes), roedores, insetos, aracnídeos, cachorro-do-mato, arara-azul (ameaçada de extinção), sapo-cururu, asa- branca, cutia, gambá, preá, veado-

catingueiro, tatupeba, sagui-do-nordeste, entre outros animais.

Caatinga: Fauna

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Caatinga: Fauna

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Situada na região norte da América do Sul, a floresta amazônica possui uma extensão de aproximadamente 7 mil quilômetros quadrados, espalhada por territórios do Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. Porém, a maior parte da floresta está presente em território brasileiro (estados do Amazonas, Amapá, Rondônia, Acre, Pará e Roraima).

Amazônia

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É uma floresta tropical fechada, formada em boa parte por árvores de grande porte, situando-se próximas uma das

outras (floresta fechada). O solo desta floresta não é muito rico, pois possui apenas uma fina camada de nutrientes.

Esta é formada pela decomposição de folhas, frutos e

animais mortos. Este rico húmus é matéria essencial para as milhares de espécies de plantas e árvores que se

desenvolvem nesta região. Outra característica importante da floresta amazônica é o perfeito equilíbrio do

ecossistema. Tudo que ela produz é aproveitado de forma eficiente. A grande quantidade de chuvas na região

também colabora para o seu perfeito desenvolvimento.

Amazônia

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Como as árvores crescem muito juntas uma das outras, as espécies da vegetação rasteira estão presentes em pouca quantidade na floresta. Isto ocorre, pois com a chegada de poucos raios solares ao solo, este tipo de vegetação não consegue se desenvolver. O mesmo vale para os animais. A grande maioria das espécies desta floresta vive nas árvores e são de pequeno e médio porte.

Podemos citar como exemplos de animais típicos da floresta amazônica: macacos, serpentes, marsupiais, tucanos, pica-paus, roedores, morcegos, entre outros. Os rios que cortam a floresta amazônica (rio amazonas e seus afluentes) são repletos de diversas espécies de peixes.

Vegetação e Fauna

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Amazônia: Vegetação

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Amazônia: Fauna

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O clima que encontramos na região desta floresta é o equatorial, pois ela está situada próxima à linha do equador. Neste tipo de clima, as temperaturas são elevadas e o índice pluviométrico (quantidade de chuvas) também.

Num dia típico na floresta amazônica, podemos encontrar muito calor durante o dia com chuvas fortes no final da tarde.

Amazônia

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Mata Atlântica

A vegetação da Mata Atlântica é conhecida principalmente por sua exuberância e diversidade, é uma das mais ricas do planeta.

A Serra do Mar (SP) contém mais de 800 espécies de árvores, sem falar nas plantas não arbóreas, como as trepadeiras, ervas e gramíneas.

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A floresta pode ser dividida em extratos. O extrato superior é chamado de dossel (20-30m), que é composto pelas árvores mais altas, adultas, que recebem toda a intensidade da luz solar que chega na superfície do planeta. As copas destas árvores formam uma espécie de mosaico, devido à diversidade de espécies. Aí estão as canelas, as leguminosas (anjicos e jacarandás), os ipês, o manacá-da-serra, o guapuruvú, entre muitas outras. As árvores do interior da mata fazem parte do extrato arbustivo, formado por espécies arbóreas que vivem toda a sua vida sombreadas pelas árvores do dossel. Entre elas estão as jabuticabeiras, o palmito Jussara e as begônias, por exemplo. O extrato herbáceo é formado por plantas de pequeno porte que vivem próximas ao solo, como é o caso de arbustos, ervas, gramíneas, musgos, selaginelas e plantas jovens que irão compor os outros extratos quando atingirem a fase adulta.

Mata Atlântica

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Existem plantas que crescem sobre outras, utilizando troncos e folhas como substrato de fixação: as epífitas (epi= sobre / fito=

planta) e as lianas. As primeiras são as bromélias, orquídeas, cactáceas, entre outras, que não retiram seus nutrientes do solo.

As lianas, são as trepadeiras, que se fixam no solo, mas utilizam outras plantas para apoiarem-se na tentativa de alcançar o dossel. Muitas destas plantas tiveram que adaptar-se a períodos de seca, pois contam apenas com as chuvas e a umidade do ar para obtenção de água, já que não estão ligadas ao solo. Estas adaptações dizem respeito ao armazenamento de água em suas folhas ou, como no caso das bromélias, a formação de um reservatório de água no centro da planta, que também serve de moradia e local para alimentação e reprodução de muitos animais.

Mata Atlântica

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A luminosidade é pouca no interior da mata, por ser filtrada pelo dossel.

As plantas dos extratos inferiores normalmente possuem folhas maiores, para aumentar a superfície de captação de luz. Ocorre a perda de folhas, dirigindo um maior gasto de energia para o crescimento do caule e este, sendo fino e longo, também parece ser uma estratégia para a planta alcançar o dossel e consequentemente, mais luz.

A interação entre animais e plantas na Mata Atlântica se dá através de um processo de co-evolução. Pode-se observar especializações extremamente singulares, onde apenas uma espécie de inseto tem a capacidade de polinizar uma determinada espécie de planta. Insetos, aves e mamíferos são os principais polinizadores e dispersores de sementes, mas também existe a dispersão pelo vento (eólica) e pela água, como é o caso dos musgos e algumas plantas com sementes capazes de boiar.

Mata Atlântica

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Mata Atlântica: vegetação

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Mata Atlântica: Fauna

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O cerrado brasileiro, também conhecido como savana brasileira, está localizado predominantemente no Planalto Central do Brasil.

O cerrado é o segundo maior bioma do país, depois da floresta Amazônica. Ocupa cerca de 20 a 25% do território nacional ou 2 milhões de quilômetros quadrados e compreende os Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Piauí, o Distrito Federal, Tocantins e parte dos Estados da Bahia, Ceará, Maranhão, São Paulo, Paraná e Rondônia. Ocorre também em outras áreas nos Estados de Roraima, Pará, Amapá e Amazonas.

Cerrado

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Área de distribuição original do cerrado

O cerrado é uma formação mista: com árvores, arbustos e vegetação rasteira associados. As árvores apresentam galhos e troncos retorcidos, raízes profundas, casca grossa, formas que lembram uma vegetação adaptada a falta de água (pseudoxerófita, mas o fator limitante do crescimento não é a falta de água e sim a acidez dos solos tropicais).

O Cerrado brasileiro é reconhecido como a savana mais rica do mundo em biodiversidade com a presença de diversos ecossistemas, riquíssima flora com mais de 10.000 espécies de plantas, sendo 4.400 endêmicas desse bioma, caducifólia ou decídua (as folhas caem durante a estação seca do ano).

Solos ácidos e queimadas naturais

Cerrado

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Os galhos retorcidos, característicos desta formação, estão relacionados, segundo alguns pesquisadores, à presença de solos ácidos e/ou à ação de queimadas naturais relacionadas ao acúmulo de matéria orgânica seca sobre o solo que, ao se incendiar, acaba queimando os brotos das árvores e provocando o aparecimento de novos brotos laterais (algumas sementes do cerrado só germinam depois de queimadas e algumas flores só florescem depois de queimadas) e/ou à variação de períodos secos e chuvosos (característico do clima semi-úmido) e/ou da dificuldade de se obter água de áreas mais profundas do solo (a tortuosidade dos galhos facilitaria esta tarefa).

Em caso de queimadas frequentes (geralmente provocadas pela ação humana) o dano é inevitável pois não permite a recuperação da vegetação

.

Cerrado

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Esta variação entre períodos secos e chuvosos resulta na formação de solos lixiviados (quando os nutrientes e material mais fino do solo são retirados pela água das chuvas) o que reduz a fertilidade natural e provoca a formação de uma camada de ferro e alumínio acumulados lentamente. Este fenômeno é chamado de laterização e resulta na formação da crosta laterítica ou ferruginosa.

Ele ocorre durante o período das chuvas, quando o ferro e o alumínio são dissolvidos e levados pela água, e durante a seca, quando a menor velocidade de escoamento e da percolação da água no solo faz o ferro e o alumínio se acumularem nestas

camadas ou crosta. Como resultado da formação desta crosta

relativamente impermeável, a água das chuvas não se infiltra tão profundamente e acelera a lixiviação, tornando os solos ácidos

.

Cerrado

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Cerrado: Vegetação

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Cerrado: Fauna

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O Pantanal sugere animais, rios, peixes, matas e qualquer coisa ainda parecida com o Paraíso.É um bioma geologicamente novo. O leito do rio Paraguai ainda está em formação. “O Pantanal é a maior planície inundável do mundo e apresenta uma das maiores concentrações de vida silvestre da Terra. Situado no coração da América do Sul, o Pantanal se estende pelo Brasil, Bolívia e Paraguai com uma área total de 210,000 km2. Aproximadamente 70% de sua extensão encontra-se em território brasileiro, nos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul”.

Pantanal

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Pantanal:Vegetação

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Pantanal: Fauna

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A Mata dos Pinhais, também conhecida como Mata das Araucárias, é uma floresta subtropical e pode ser encontrada na região Sul do Brasil (estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Esta formação florestal é típica de uma região de clima subtropical.

Mata das Araucárias

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Características principais da Mata dos Pinhais:

- Predominância dos pinheiros;

- O pinheiro típico e mais presente na Mata dos Pinhais é a Araucaria augustifolia.

- Trata-se de uma formação fechada e densa, com grande quantidade de árvores.

- As árvores são altas, possuindo, em média, de 20 a 30 metros de altura.

- As folhas dos pinheiros possuem o formato de agulha, são ácidas e quando caem deixam o solo também ácido o que inviabiliza o

desenvolvimento de muitas outras espécies vegetais.

- O pólen das araucárias é levado pelo vento, o que caracteriza a polinização anemófila.

Mata das Araucárias

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.

Alguns animais como a gralha azul (ave) e a cotia (roedor)

possuem uma relação importante no processo de disseminação das sementes

Mata das Araucárias

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Manguezais

O mangue é uma formação litorânea que se estende do Amapá até o Sul do Brasil e aparece em desaguadouros bastante planos de rios, junto à foz, apresentando um trecho meândrico característico (são rios sinuosos). Ele é comum nas reentrâncias da costa brasileira, como em baias e estuários.

No mangue, o relevo baixo e plano favorece a entrada de água salgada. Quando a maré está baixa a água doce do rio prevalece,

mas quando a maré sobe a água do mar se mistura com a água doce tornando-a salobra.

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P

or causa dessa dinâmica, a vegetação é chamada de halófila, que nada mais é do que plantas que se adaptam à variação de sal na água e no solo. Neste ecossistema também encontramos grande número de pneumatóforas (plantas que respiram pelas raízes).

As áreas planas do mangue acumulam muitos sedimentos orgânicos e a presença de oxigênio é pequena, resultando na eliminação de um cheiro característico para a atmosfera, que possui um odor, às vezes, forte. Este cheiro incomoda algumas pessoas que vêem no mangue um lugar inadequado para viverem, transformado-os em lixões ou aterrando-os.

Manguezais

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O solo lodoso dificulta a fixação das plantas (árvores e arbustos), por isso elas apresentam raízes-escoras ou aéreas. Características do mangue vermelho, as raízes se aprofundam na lama até conseguirem se firmar para suportar a

entrada das marés altas e as enxurradas dos rios e se prolongam até o ponto um pouco superior ao alcance da maré alta, o que permite a respiração pelas raízes.

Importância

Por causa das suas raízes aéreas, o manguezal absorve o impacto das ondas

maiores e impedindo que ocorra a retirada de solo e ajudando a evitar a erosão marinha. Além disso, reduz a velocidade das águas fluviais o que aumenta a deposição de sedimentos.

Vários peixes e crustáceos marinhos desovam no mangue, pois é um ambiente seguro de predadores (as raízes protegem os animais menores) e com muito alimento, por isso é considerado um verdadeiro berçário marinho. Existem ainda várias espécies de plantas e animais endêmicas dos mangues.

Manguezais

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Manguezais: vegetação

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Manguezais: Fauna

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Manguezais

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Campos sulinos/Pampas

O Pampa gaúcho é bastante diferente dos demais biomas brasileiros. Dominado por gramíneas, com poucas árvores, sempre foi considerado mais apropriado para a criação do gado.

Entretanto, em 2004 foi reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente como um bioma. Na verdade, sua biodiversidade havia sido ignorada por quase trezentos anos.

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Mata dos Cocais

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Mata dos Cocais:Vegetação

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Mata dos Cocais

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Mata dos Cocais

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Mata dos Cocais: Fauna

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Bom Dia!

Referências

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