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CONTA DA SEGURANÇA SOCIAL 2004

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CONTA DA SEGURANÇA SOCIAL 2004

Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, IP Departamento de Orçamento e Conta

Secretaria de Estado da Segurança Social

(4)

Presidente do Conselho Directivo José Augusto Antunes Gaspar

Coordenação

Maria Isabel Duarte Barreiros

José Augusto do Carmo Rodrigues Coutinho Maria Alice Hungria

Equipa Técnica Alexandra C. Pessoa Ana V. Ricardo

Carlos Alberto Soares Tolda Filomena Maria F. Gamito Helena Maria M. Alves José H. Correia

Maria Jesus Marques Maria Manuel Vasques Maria Matilde R. Carvalho Pedro M. Oliveira

Samuel Carvalho Cerqueira Soraia Caetano

Editor

Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, IP

Distribuição

Departamento de Organização e Estudos Centro de Documentação Técnica

Avª. Manuel da Maia, n.º 58, r/c.-Dtº.

1049-002 Lisboa Telefone: 218433314

Tiragem 200 exemplares

Periodicidade Anual

Depósito Legal N.º 88 123/95

Ficha Técnica

(5)

ÍNDICE

Índice i

Siglas iii

I – Enquadramento Macroeconómico – Portugal 1

II – Principais alterações legislativas ocorridas no exercício 9

III – Introdução 19

IV – Orçamento e execução orçamental 23

IV.1 – Análise global – Sistema de Segurança Social 23

IV.1.1 – Saldo da gerência anterior – Saldo orçamental inicial - Sistema de Segurança Social 25

IV.1.2 – Receitas - Sistema de Segurança Social 28

IV.1.3 – Despesas - Sistema de Segurança Social 39

IV.1.4 – Saldo orçamental global final - Sistema de Segurança Social 49 IV.1.5 – Saldo orçamental na óptica da Contabilidade Pública - Sistema de Segurança Social 50 IV.1.6 – Saldo orçamental na óptica da Contabilidade Nacional - Sistema de Segurança

Social 53

IV.2 – Análise por Subsistema 54

IV.2.1 – Subsistema Previdencial - Repartição 56

IV.2.2 – Subsistema Previdencial - Capitalização 67

IV.2.3 – Subsistema de Solidariedade 74

IV.2.4 – Subsistema de Protecção Familiar e Políticas Activas de Emprego e Formação

Profissional 80

IV.2.5 – Sistema de Acção Social 91

V – Evolução da execução da receita/despesa 103

V.1 – Receitas e transferências 103

V.2 – Despesas e transferências 110

VI – Análise de algumas das principais rubricas da execução orçamental 113

VI.1 – Pensões 113

VI.2 – Prestações de desemprego 129

VI.3 – Subsídio por doença, por tuberculose e por maternidade 156

VI.3.1 – Subsídio por doença 156

VI.3.2 – Subsídio por tuberculose 165

VI.3.3 – Subsídio por maternidade 170

VI.4 – Prestações familiares 177

VI.5 – Rendimento social de inserção 191

VI.6 – Acção Social 205

VI.7 – PIDDAC 237

(6)

ÍNDICE

VII – Região Autónoma dos Açores e Região Autónoma da Madeira 257

VII.1 – Região Autónoma dos Açores 257

VII.2 – Região Autónoma da Madeira 265

VIII – Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social 273

IX – Balanço e Demonstração de resultados consolidados 285

IX.1 – Balanço consolidado 285

IX.1.1 – Composição do activo 286

IX.1.2 – Composição do passivo 304

IX.1.3 – Composição dos fundos próprios 308

IX.2 – Demonstração de resultados consolidada 312

X – Demonstrações financeiras e orçamentais consolidadas X.1 – Mapas

Balanço consolidado

Demonstração de resultados consolidados Mapa de fluxos de caixa

Mapas de alterações orçamentais Mapas de execução orçamental

Mapas elaborados nos termos da Lei de Enquadramento Orçamental:

Mapa X – Receitas do Sistema de Segurança Social por Classificação Económica Mapa XI – Despesas da Segurança Social por Classificação Funcional

Mapa XII – Despesas da Segurança Social por Classificação Económica

Mapa XIII – Receitas dos Subsistemas Previdencial-Repartição, Protecção Familiar e Políticas Activas de Emprego e Formação Profissional, Solidariedade, Previdencial-Capitalização e Sistema de Acção Social por Classificação Económica

Mapa XIV – Despesas dos Subsistemas Previdencial-Repartição, Protecção Familiar e Políticas Activas de Emprego e Formação Profissional, Solidariedade, Previdencial-Capitalização e Sistema de Acção Social por Classificação Económica

Mapa XXII – Receitas e Despesas da Segurança Social por Classificação Económica Despesas da Segurança Social por Classificação Cruzada – Funcional e Económica Mapas elaborados nos termos da Lei de Bases

Execução Orçamental pelos Subsistemas Previdencial-Repartição, Protecção Familiar e Políticas Activas de Emprego e Formação Profissional, Solidariedade, Previdencial-Capitalização e Sistema de Acção Social

(7)

ÍNDICE

Outros mapas

Mapa IX – Execução Orçamental

Desdobramento dos Saldos Orçamentais Globais de 2004

Decomposição do Saldo Orçamental por Subsistemas na Óptica da Contabilidade Pública Análise Evolutiva dos Saldos – Correntes, Capital e Primário

Pensões

Sistema de Acção Social – Despesa Despesas de Administração

X.2 – Anexos às demonstrações financeiras e orçamentais consolidadas

XI – Caixas não articuladas com o IGFSS – balanço e demonstração de resultados consolidados Balanço consolidado

Demonstração de resultados consolidada

(8)
(9)

_________________________________________

L

ISTA DE SIGLAS UTILIZADAS

ACNUR Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados AFP/FSE Acções de Formação Profissional / Fundo Social Europeu APPC Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral

AS Acção Social

ASEC-CP Apoio Social aos Emigrantes Carenciados das Comunidades Portuguesas ASIC-CP Apoio Social aos Idosos Carenciados das Comunidades Portuguesas ATL Actividades de Tempos Livres

BCE Banco Central Europeu

CAAA Comissão de Análise, Avaliação e Acompanhamento CALB Centro de Apoio Laboral de Benfica

CDSS Centros Distritais de Segurança Social CDSS Centros Distritais de Segurança Social

CE Centros de Emprego

CECA Convenção Europeia do Carvão e Aço CES Complemento Extraordinário de Solidariedade CGA Caixa Geral de Aposentações

CGD Caixa Geral de Depósitos

CIT Certificação de Incapacidades Temporárias

CLA/NLI Comissão Local de Acompanhamento / Núcleo Local de Inserção CLO Centro de Leitura Óptica

CNP Centro Nacional de Pensões

CNPRP Centro Nacional de Protecção contra os Riscos Profissionais CPCJR Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco CPL Casa Pia de Lisboa

CSS Conta da Segurança Social

DAFSE Departamento dos Assuntos do Fundo Social Europeu

DGACCP Direcção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas DGO Direcção-Geral do Orçamento

DGT Direcção-Geral do Tesouro DLD Desempregados de Longa Duração DR Declarações de Remunerações

ESAA Estabelecimentos Sociais com Autonomia Administrativa EUROSTAT Statistical Office of the European Comission

FBCF Formação Bruta de Capital Fixo

FEDER Fundo Europeu Desenvolvimento Regional

FEFSS Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social FGADM Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores FGS Fundo de Garantia Salarial

FSE Fundo Social Europeu FSS Fundo de Socorro Social GOP Grandes Opções do Plano

GR Gestão de Remunerações

GT Gestão de Tesouraria

IEFP Instituto de Emprego e Formação Profissional

IGFCSS Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social

(10)

_________________________________________

IGFSE Instituto de Gestão Fundo Social Europeu IGFSS Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social IHPC Índice Harmonizado de Preços no Consumidor IIES Instituto Informática e Estatística da Solidariedade INATEL Instituto Nacional de Aproveitamento dos Tempos Livres INE Instituto Nacional de Estatística

INOFOR Instituto para a Inovação na Formação IPC Índice de Preços no Consumidor

IPSS Instituições Particulares de Solidariedade Social ISS Instituições de Segurança Social

ISS,IP Instituto de Segurança Social, IP IVA Imposto sobre o Valor Acrescentado ME Ministério da Educação

MÊS Ministério do Equipamento Social MNE Ministério dos Negócios Estrangeiros

MSST Ministério da Solidariedade Social e do Trabalho MTSS Ministério do Trabalho e da Segurança Social OE Orçamento do Estado

OP Orçamento-Programa

OSS Orçamento da Segurança Social PAFAC Programa de Apoio à Família e à Criança PAII Programa de Apoio Integrado a Idosos PAIPS Programa de Apoio à Iniciativa Privada Social PAPI Programa de Apoio à Primeira Infância

PCISS Plano de Contas das Instituições de Segurança Social PEC Procedimento Extrajudicial de Conciliação

PEPT Plano de Educação para Todos PERE Processo Especial de Recuperação PIB Produto Interno Bruto

PIDDAC Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central PILAR Programa de Idosos em Lar

PNDES Plano Nacional de Desenvolvimento Económico e Social

POCISSSS Plano Oficial de Contabilidade das Instituições do Sistema de Solidariedade e de Segurança Social POEFDS Programa Operacional Emprego, Formação e Desenvolvimento Social

POSI Programa Operacional para a Sociedade da Informação QCA Quadro Comunitário de Apoio

R.A. / RA Regiões Autónomas RAA Região Autónoma dos Açores RAM Região Autónoma da Madeira REF Regime Especial dos Ferroviários

RESSAA Regime Especial de Segurança Social das Actividades Agrícolas RGSS Regime Geral de Segurança Social

RMG Rendimento Mínimo Garantido RNAP Reposições Não Abatidas ao Pagamento RNCE Regimes não Contributivos ou Equiparados RSI Rendimento Social de Inserção

RTR Regime Transitório dos Rurais SCML Santa Casa da Misericórdia de Lisboa

(11)

_________________________________________

SD Subsídio de Desemprego SEF Sistema de Execuções Fiscais SGC Sistema de Gestão de Contribuição SIDA Síndroma de Imunodeficiência Adquirida SIF Sistema de Informação Financeira SMN Salário Mínimo Nacional

SNRIPD Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração da Pessoa Deficiente SSD Subsídio Social de Desemprego

UE União Europeia

(12)

_________________________________________

(13)

___________________________________________

I. E

NQUADRAMENTO

M

ACROECONÓMICO

- P

ORTUGAL

Despesa e produção

A economia portuguesa cresceu 1,1% em 2004, recuperando da situação de recessão registada em 2003, ano em que teve um crescimento negativo de 1,2%. Apesar deste crescimento em 2004, de acordo com os dados do INE, a economia portuguesa continuou a divergir negativamente face ao crescimento médio do PIB na zona euro em 0,7 p.p., quando em 2003 esta diferença negativa se situou em 1,9 p.p.

Em termos intra-anuais, registou-se uma melhoria da actividade económica a partir do terceiro trimestre de 2003, que se prolongou até ao segundo trimestre de 2004, observando-se em seguida uma desaceleração da economia portuguesa no segundo semestre de 2004, como indicia a evolução do indicador coincidente calculado pelo Banco de Portugal e do índice de produção industrial (gráfico seguinte).

Actividade Económica em Portugal Variações homólogas em percentagem

-3,0 -2,0 -1,0 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0

I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV

2000 2001 2002 2003 2004

-3 -2 -1 0 1 2 3 4 5 6

Indicador coincidente (BP) Índice de produção industrial (esc. direita)

Fonte: Banco de Portugal, Indicadores de Conjuntura 3/2006.

Nota: A partir do primeiro trimestre de 2003 foi utilizado o novo índice coincidente mensal (2004).

Esta evolução da economia portuguesa em 2004 foi impulsionada pela expansão, quer da economia internacional com consequente aumento da procura dirigida aos nossos produtos e serviços (nomeadamente, o turismo), quer da procura interna, principalmente do consumo privado.

Despesa (preços constantes de 2000) Taxa de variação homóloga

-15,0 -10,0 -5,0 0,0 5,0 10,0 15,0

I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV

1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004

Consumo privado Consumo Público FBCF

Exportações Importações PIB

Fonte: INE

(14)

___________________________________________

Em 2004, todas as rubricas da procura interna registaram taxas de crescimento positivas, em particular no primeiro semestre, demarcando-se a aquisição de bens de capital fixo que inverte a tendência de decrescimento dos últimos 4 anos (em 2003 tinha sofrido uma quebra de cerca de 10%), atingindo um crescimento de 3,1% no segundo trimestre do ano.

O consumo privado de bens duradouros, particularmente sensível às oscilações cíclicas da economia, apresentou um forte crescimento ao longo de todos os trimestres de 2004 (tinha decrescido 6,7% em 2003), o que dado o peso da sua componente importada concorreu para o crescimento das importações.

Parte deste crescimento ficou a dever-se ao aumento do rendimento disponível das famílias em 2004, que tinha registado uma variação quase nula em 2003, mas também contribuiu para um maior endividamento das famílias portuguesas.

O consumo público, em 2004, apesar de condicionado pela necessidade de cumprimento dos critérios impostos pelo PEC, que obrigavam a proceder-se a uma consolidação orçamental por forma da equilibrar as contas públicas, cresceu a um ritmo superior a 2003, registando ao nível das despesas correntes um acréscimo das transferências para as famílias, nomeadamente, despesas de segurança social e de saúde.

Em relação ao comércio com o exterior deve salientar-se o contributo negativo da procura externa líquida para o crescimento do PIB, apesar do crescimento das exportações (tal como sucedido em 2003) no primeiro semestre de 2004, em resultado de um forte aumento das importações acima do crescimento das exportações, principalmente no segundo semestre.

Preços

A taxa de inflação, medida a partir da variação média anual do IPC, continuou a revelar um comportamento favorável em 2004, cifrando-se em 2,4%, relativamente aos anos anteriores, 3,3% e 3,6%

em 2003 e 2002, respectivamente. Em termos intra-anuais (ver gráfico seguinte), a variação mensal do IPC decresceu de forma continuada desde Junho de 2003 até Outubro de 2004 (descendo dos 3,8% para os 2,3%), fixando-se em Dezembro nos 2,4%. A taxa de variação homóloga do IPC, por seu turno, oscilou no período em análise decrescendo de forma acentuada a partir de Março de 2003 até Fevereiro de 2004 (diminuiu 2,1 p.p. entre Fevereiro de 2003 e Fevereiro de 2004), passando a crescer até Julho (atingindo os 2,8%) e fixando-se nos 2,5% em Dezembro.

Indicadores de inflação

Índice de Preços no Consumidor (IPC, %)

0 1 2 3 4 5 6

200 0

2001 2002 200

3

2004 Taxa de variação homóloga Taxa de variação média

Fonte: Banco de Portugal, Indicadores de Conjuntura, 3/2006.

(15)

___________________________________________

Na base desta evolução poderão ter estado, por um lado, de acordo com o Banco de Portugal, a continuação do efeito da “forte desaceleração dos preços observada em 2003”1 e por outro o menor crescimento do PIB em Portugal relativamente à média dos países da zona euro, cujo desfasamento reduziu a pressão inflacionista provocada pela expansão da economia mundial e pelo aumento do preço do petróleo.

Principais agregados do IHPC Taxa de variação homóloga (%)

-4,0 -2,0 0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 12,0

I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV

2000 2001 2002 2003 2004

Bens (total) Bens alimentares

Bens industriais (inc. energéticos) Bens energéticos Serviços

Fonte: Banco de Portugal, Indicadores de Conjuntura, 2/2005.

Em 2004, os preços dos bens energéticos, tradicionalmente a componente mais volátil, cresceram ao longo de todo o ano, fruto do aumento do preço do petróleo nos mercados internacionais, pressionando o aumento da inflação, contrariada pela desaceleração dos preços dos bens alimentares, que em 2003, tinham sido responsáveis pelo aumento da inflação. Os preços dos serviços subiram no segundo trimestre de 2004, muito por efeito da realização do Campeonato Europeu de Futebol.

De acordo com o IHPC, a taxa de inflação média anual diminuiu 0,8 p.p. em 2004, acentuando o abrandamento do ritmo de crescimento dos preços, já ocorrido em 2002 e 2003, superior ao da zona euro e reduzindo, pelo segundo ano consecutivo, o diferencial de inflação entre Portugal e a zona euro, principalmente a partir do segundo semestre de 2004.

A análise intra-anual (gráfico seguinte) evidencia que a taxa de inflação trimestral homóloga vem diminuindo desde o primeiro trimestre de 2003, com uma subida no segundo trimestre de 2004 e nova descida no segundo semestre, enquanto na zona euro esse mesma taxa manteve-se estável ao longo dos dois últimos anos.

IHPC - Portugal e Zona Euro Taxa de variação homóloga

-1,0 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0

I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV

2000 2001 2002 2003 2004

Diferencial Portugal Zona Euro

Fonte: Banco de Portugal, Indicadores de Conjuntura 3/2006

1 Banco de Portugal, Relatório anual, 2004.

(16)

___________________________________________

Mercado de trabalho e salários

Em matéria de mercado de trabalho, o ano de 2004 ficou marcado pela estabilização do emprego total (registou um crescimento de 0,1%), bem como por um aumento da taxa de desemprego que atingiu os 6,7% (mais 0,4 p.p. do que em 2003). Uma análise intra-anual (gráfico seguinte) permite observar um aumento continuado da taxa de desemprego desde o quarto trimestre de 2001, ultrapassando os 6,0% no último trimestre de 2002. No primeiro semestre de 2004 dá-se um ligeiro abrandamento relativamente ao quarto trimestre de 2003, para no segundo semestre de 2004 acelerar ultrapassando a barreira dos 7,0%.

Mercado de trabalho - Em prego e desemprego Em % e em variações percentuais homólogas

-2,0 -1,0 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 8,0

I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV

2000 2001 2002 2003 2004 -1,0

-0,5 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5

Taxa de desemprego Emprego total Emprego por conta de outrem (escala da direita)

Fonte: Banco de Portugal, Indicadores de Conjuntura 3/2006

Em 2004, o emprego total praticamente não cresceu, sendo que, em termos de variação homóloga, apresentou taxas de crescimento praticamente nulas em todos os trimestres (mais 0,3% no quarto trimestre). O emprego por conta de outrem inverteu a tendência de queda registada em 2003 e cresceu em todos os trimestres de 2004, atingindo 1,9% no segundo trimestre, principalmente no sector dos serviços.

Esta situação reflecte o processo de terciarização da economia portuguesa, bem como a fraca competitividade de alguns segmentos da indústria que conduziram à deslocalização de empresas industriais mão-de-obra intensivas para mercados com custos salariais mais baixos.

A taxa de actividade para os indivíduos entre os 15 e 64 anos cresceu ligeiramente em 2004, situando-se nos 72,9% (mais 0,1 p.p. do que em 2003). Reflecte a evolução demográfica da população portuguesa nos últimos anos, nomeadamente, a redução do peso da população jovens (entre os 15 e 24 anos) e o aumento da taxa de participação feminina. Em termos intra-anuas a taxa de actividade cresceu em todos os trimestres de 2004, registando o seu valor mais elevado no quarto trimestre com 73,3% (gráfico seguinte).

Mercado de trabalho

Taxa de actividade e desemprego de longa duração

69,5 70,0 70,5 71,0 71,5 72,0 72,5 73,0 73,5

I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV

2000 2001 2002 2003 2004

30,0 32,0 34,0 36,0 38,0 40,0 42,0 44,0 46,0 48,0 50,0

Taxa de actividade 15-64 anos (%, esc. esquerda) Desemp. longa duração (% do desemp. total) Linear (Desemp. longa duração (% do desemp. total))

Fonte: Banco de Portugal, Indicadores de Conjuntura 3/2006

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___________________________________________

Em 2004 o desemprego de longa duração (DLD) em percentagem do desemprego total acentuou a tendência de crescimento iniciada em 2003, crescendo 11,1 p.p. entre o primeiro trimestre de 2003 e o quarto de 2004, a que não será alheio, de acordo com o Banco de Portugal, a maior facilidade na passagem deste tipo de desemprego para a situação de reforma.

Do lado dos salários, as remunerações por trabalhador para o total da economia cresceram 2,9% em 2004, segundo estimativas do Banco de Portugal2, o que em termos de remunerações reais representa um aumento de 0,5% (em 2003 as remunerações reais tinham diminuído 0,7%). Apesar de a produtividade por trabalhador ter aumentado em 2004 e de os custos unitários reais por trabalhador terem crescido menos do que em 2003, a competitividades das empresas portuguesas continuou em quebra.

Taxas de juro

Em 2004 não se registaram alterações nas taxas de juro oficiais mantendo-se a taxa de 2,0% estabelecida pelo BCE em Junho de 2003. Esta estabilidade permitiu a redução das taxas de juro bancárias em operações activas e passivas, principalmente no crédito à habitação (que de acordo com o Banco de Portugal, atingiu o valor médio de 3,8%). Face à inflação registada, as taxas de juro reais (gráfico seguinte) mantiveram alguma estabilidade ao longo do ano.

As taxas Euribor a 3 meses e de depósitos até 2 anos fecharam o ano em -0,2% e -0,4%, respectivamente, e mantiveram-se relativamente estáveis ao longo dos últimos três trimestres. A taxa de juro real dos depósitos a prazo mantém-se negativa desde meados de 20003.

As taxas de juros reais, em geral, mantiveram sensivelmente estáveis ao longo do ano de 2004, depois de terem registado uma trajectória descendente desde o início do ano 2000, reflectindo as quebras sucessivas das taxas de juro nominais do mercado monetário durante os últimos anos.

Taxas de juro reais

%, valores médios

-2,0 0,0 2,0 4,0 6,0

Mar Jun Set Dez Mar Jun Set Dez Mar Jun Set Dez Mar Jun Set Dez Mar Jun Set Dez

2000 2001 2002 2003 2004

Euribor a 3 meses OT a taxa fixa - 10 anos

Depósitos e equiparados até 2 anos Empréstimos soc. Não financeiras Empréstimo s particulares para habitação

Fonte: Banco de Portugal, Indicadores de Conjuntura 8/2004 e 3/2006 Nota: A partir de Março de 2003,foram consideradas as taxas de juro referentes a empréstimos a sociedades não financeiras e empréstimos a particulares para habitação.

2 Banco de Portugal, Boletim Económico, Outono de 2005.

3 A taxa de juro referente a depósitos a prazo (181 dias a um ano), foi substituída, a partir de 2003, pela taxa de juro de depósitos e equiparados até 2 anos.

(18)

___________________________________________

Mercado de capitais

Os mercados de capitais portugueses continuaram a revelar um comportamento fortemente dependente da envolvente externa. Assim, assistiu-se em 2004 à consolidação da recuperação dos mercados financeiros internacionais que se iniciou no segundo semestre de 2003, em resultado da redução da incerteza e do crescimento da economia mundial. Ao longo do ano de 2004 verificaram-se ganhos sustentados nos índices accionistas mundiais.

O índice PSI-20 registou durante o ano uma valorização de 12,6% em 2004, seguindo a tendência registada em 2003, atingindo os 7.600,12 pontos no final do ano (gráficos seguintes). Esta valorização seguiu em linha com outros índices internacionais, nomeadamente o Nasdaq e o Nikkei com valorizações de 13,8% e 10,4%, respectivamente.

A volatilidade dos índices bolsistas internacionais continuou a reduzir-se e a tornar-se mais estável na maioria dos mercados internacionais, inclusive no português. Assim, a volatilidade acumulada do PSI-20 em 2004 foi de 10,35%, inferior aos 17,8% observados em 20034.

Índices bolsistas europeus 2001-2004 Valores diários (2.Jan.2001 = 100)

0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 120,0

31-Dec-04

12-Nov-04

24-Sep-04

6-Aug-04

18-Jun-04

30-Apr-04

12-Mar-04

23-Jan-04

5-Dec-03

17-Oct-03

29-Aug-03

11-Jul-03

23-May-03

4-Apr-03

14-Feb-03

27-Dec-02

08-Nov-02

20-Sep-02

2-Aug-02

14-Jun-02

26-Apr-02

08-Mar-02

18-Jan-02

30-Nov-01

12-Oct-01

24-Aug-01

06-Jul-01

18-May-01

30-Mar-01

9-Feb-01

MIBTEL (Milão) CAC-40 (Paris) AEX (Amesterdão)

DAX (Frankfurt) PSI-20 Série6

Fonte: http://finance.yahoo.com.

Índices bolsistas Nova Iorque e Tóquio 2001-2004 Valores diários (2.Jan.2001 = 100)

0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 120,0 140,0

31-Dec-04

08-Nov-04

14-Sep-04

21-Jul-04

27-May-04

2-Apr-04

9-Feb-04

16-Dec-03

22-Oct-03

28-Aug-03

04-Jul-03

12-May-03

18-Mar-03

22-Jan-03

28-Nov-02

4-Oct-02

12-Aug-02

18-Jun-02

24-Apr-02

28-Feb-02

04-Jan-02

12-Nov-01

18-Sep-01

25-Jul-01

31-May-01

6-Apr-01

12-Feb-01

PSI-20 Nasdaq Composite Dow Jones 30 Industrial Nikkei 225 (Tóquio)

Fonte: http://finance.yahoo.com.

4 CMVM, Indicadores Mensais do Mercado de Capitais Português, Dez 2004.

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___________________________________________

Portugal - Síntese de Indicadores

Unidade 2001 2002 2003 2004

Preços, salários e custos unitários de trabalho

Inflação (IPC) (1) tvm em % 4,4 3,6 3,3 2,4

Bens tvm em % 4,2 2,4 2,7 1,6

Serviços tvm em % 4,8 6,0 4,5 3,8

Inflação (IHPC) tvm em % 4,4 3,7 3,3 2,5

Deflator do PIB tv em % 4,3 4,4 2,8 2,4

Remunerações nominais por trabalhador, total da economia (2) tv em % 5,6 3,9 2,6 2,9

Custos unitários de trabalho, total da economia tv em % 3,8 4,1 2,6 1,9

Despesa, rendimento e poupança

Produto interno bruto (PIB) tvr em % 1,7 0,4 -1,2 1,1

Procura interna total tvr em % 1,7 0,1 -2,2 1,9

Consumo privado tvr em % 1,3 1,3 0,0 2,3

Consumo público tvr em % 3,3 2,6 0,7 1,6

Formação bruta de capital fixo tvr em % 1,0 -3,5 -10,0 0,0

Exportações de bens e serviços tvr em % 1,8 1,4 3,7 5,3

Importações de bens e serviços tvr em % 0,9 -0,7 -0,5 7,0

Rendimento disponível dos particulares tvr em % 1,7 0,4 -0,3 1,0

Emprego e desemprego

Emprego total tvm em % 1,7 0,4 -0,4 0,1

Emprego por conta de outrém tvm em % 1,5 0,7 -0,3 1,2

Taxa de desemprego média anual em % 4,0 5,0 6,3 6,7

Balança de Pagamentos

Balança corrente + Balança de capital em % do PIB -8,9 -6,4 -4,0 -5,7

Balança corrente em % do PIB -9,8 -7,8 -5,9 -7,3

Balança de capital em % do PIB 0,9 1,5 1,9 1,6

Taxas de juro

Taxa de juro Euribor a 3 meses em %, Dezembro 3,3 2,9 2,3 2,1

Taxa de rendibilidade das OT a taxa fixa a 10 anos em %, Dezembro 5,0 4,5 4,2 4,1

Índice de cotações de acções (PSI-Geral) tvh, 31 Dezembro -19,0 -20,7 -7,0 27,5 Finanças Públicas

Saldo global das administrações públicas (3) em % do PIB -4,4 -2,7 -2,9 -3,0

Saldo primário das administrações públicas em % do PIB -1,2 0,3 0,0 -0,3

Dívida pública directa bruta Dezembro, em % do PIB 55,9 58,5 60,0 59,3

Fonte: Banco de Portugal, Boletim económico, Outono 2005 e Indicadores de Conjuntura 2/2006.

Notas:

(1) Total com habitação.

(2) Remunerações por trabalhador por conta de outrém; incluem valores das tabelas salariais, benefícios complementares e contribuições patronais para a Segurança Social; excluem o subsídio do Estado para a Caixa Geral de Aposentações.

(3) De acordo com as regras do Procedimento dos Défices Excessivos.

tvm - Taxa de variação média.

tvr - Taxa de variação real.

tvh - Taxa de variação homóloga.

(20)

___________________________________________

(21)

___________________________________________

II. P

RINCIPAIS

A

LTERAÇÕES

L

EGISLATIVAS OCORRIDAS NO

E

XERCÍCIO

ENQUADRAMENTO E ORÇAMENTO DO ESTADO Lei n.º 107-A/2003

Assembleia da República Grandes Opções do Plano para 2004

I Série A 1.º Supl.

n.º 301 de 31.12.03 Lei n.º 107-B/2003

Assembleia da República Orçamento do Estado para 2004

I Série A 1.º Supl.

n.º 301 de 31.12.03 Lei n.º 48/2004

Assembleia da República Terceira alteração à Lei n.º 91/2001, de 20 de Agosto (Lei de Enquadramento Orçamental)

I Série A n.º 199 24.08.04 Resolução n.º 24/2004

Assembleia da República Revisão do Programa de Estabilidade e Crescimento para 2004-2007

I Série A n.º 48 de 26.02.04 Lei n.º 55-A/2004

Assembleia da República Grandes Opções do Plano para 2005

I Série A 1.º Supl.

n.º 304 de 30.12.04 Lei n.º 55-B/2004

Assembleia da República

Orçamento do Estado para 2005

I Série A 2.º Supl.

n.º 304 de 30.12.04 Decreto-Lei nº. 57/2004

Ministério das Finanças Estabelece normas de execução do Orçamento do Estado para 2004

I Série A nº. 67 de 19.03.04

ESTRATÉGIA NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Resolução do Conselho de

Ministros n.º 180/2004 Presidência do Conselho de Ministros

Aprova os objectivos e vectores estratégicos da proposta da Estratégia Nacional de desenvolvimento Sustentável (ENDS) 2005-2015 e define o processo de elaboração da versão final da ENDS e das respectivas fichas estratégicas.

I Série B n.º 298 de 22.12.04

SALÁRIO MÍNIMO Decreto-Lei n.º 19/2004 Ministério da Segurança Social e do Trabalho

Actualiza os valores do salário mínimo nacional para 2004.

I Série A n.º 16 de 20.01.04 Decreto-Lei n.º 242/2004

Ministério das Actividades Económicas e do Trabalho

Actualiza o valor da retribuição mínima mensal garantida para 2005 e revoga o Decreto-Lei n.º 19/2004, de 20 de Janeiro.

I Série A n.º 305 de 31.12.04

REFORMA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Resolução do Conselho de

Ministros n.º 53/2004 Presidência do Conselho de Ministros

Aprova a operacionalização da reforma da Administração Pública, áreas de actuação e metodologias de aplicação.

I Série B n.º 94 de 21.04.04 Resolução do Conselho de

Ministros n.º 181/2004 Presidência do Conselho de Ministros

Aprova o Guia para as Comunicações na Administração Pública, que fixa os princípios por que se devem reger as comunicações na Administração Pública.

I Série B n.º 298 de 22.12.04

(22)

___________________________________________

CÓDIGO DO TRABALHO

Lei n.º 35/2004

Assembleia da República Regulamenta a Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto, que aprovou o Código do Trabalho.

I Série A nº. 177 de 29.07.04

ACESSO À JUSTIÇA Lei n.º 34/2004 Assembleia da República

Altera o regime de acesso ao direito e aos tribunais e transpõe para a ordem jurídica nacional a Directiva n.º 2003/8/CE, do Conselho, de 27 de Janeiro, relativa à melhoria do acesso à justiça nos litígios transfronteiriços através do estabelecimento de regras mínimas comuns relativas ao apoio judiciário no âmbito desses litígios.

I Série A n.º 177 de 29.07.04

Portaria n.º 1085-A/2004 Ministérios da Justiça e da Segurança Social, da Família e da Criança

Fixa os critérios de prova e de apreciação da insuficiência económica para a concessão da protecção jurídica.

I Série B Supl.

n.º 205 de 31.08.04 Portaria n.º 1085-B/2004

Ministérios da Justiça e da Segurança Social, da Família e da Criança

Aprova os formulários de requerimento de protecção jurídica para pessoas singulares e para pessoas colectivas ou equiparadas. Revoga a Portaria n.º 140/2002, de 12 de Fevereiro.

I Série B Supl.

n.º 205 de 31.08.04 Declaração de Rectificação

n.º 91/2004

Presidência do Conselho de Ministros

De ter sido rectificada a Portaria n.º 1085-A/2004, do Ministério da Justiça, que fixa os critérios de prova e de apreciação da insuficiência económica para a concessão da protecção jurídica, publicada no Diário da República, 1.ª Série, n.º 205, de 31 de Agosto de 2004.

I Série B n.º 248 de 21.10.04

EVASÃO FISCAL

Decreto-Lei n.º 92/2004 Ministério da Segurança Social e do Trabalho

No uso da autorização legislativa concedida pela Lei n.º 107-B/2003, de 31 de Dezembro, estabelece a forma, extensão e limites da interconexão de dados entre os serviços da administração fiscal e as instituições da segurança social.

I Série A nº. 93 de 20.04.04

SISTEMADESEGURANÇASOCIAL

FINANCIAMENTO DA SEGURANÇA SOCIAL Portaria n.º 1273/2004

Ministérios das Finanças e da Segurança Social e do Trabalho

Aprova o Regulamento de Gestão do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social. Revoga a Portaria n.º 1557-B/2002, de 30 de Dezembro.

I Série B n.º 236 de 07.10.04

FUNDO DE ESTABILIZAÇÃO FINANCEIRA DA SEGURANÇA SOCIAL Portaria n.º 1273/2004

Ministérios das Finanças e da Segurança Social e do Trabalho

Aprova o Regulamento de Gestão do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social. Revoga a Portaria n.º 1557-B/2002, de 30 de Dezembro.

I Série B n.º 236 de 07.10.04

CONSELHO NACIONAL DE SEGURANÇA SOCIAL Decreto-Lei n.º 48/2004

Ministério da Segurança Social e do Trabalho

Cria o Conselho Nacional de Segurança Social.

I Série A n.º 53 de 03.03.04

MINISTÉRIO DA SEGURANÇA SOCIAL E DO TRABALHO Decreto-Lei n.º 171/2004

Ministério da Segurança Social e do Trabalho

Aprova a orgânica do Ministério da Segurança Social e do Trabalho.

I Série A n.º 167 de 17.07.04

(23)

___________________________________________

INSTITUTO DE GESTÃO FINANCEIRA DA SEGURANÇA SOCIAL Decreto-Lei n.º 112/2004

Ministério da Segurança Social e do Trabalho

Altera os Estatutos do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social e do Instituto de Solidariedade e Segurança Social.

I Série A n.º 112 de 13.05.04

INTER CONEXÃO DE DADOS Decreto-Lei n.º 92/2004

Ministério da Segurança Social e do Trabalho

No uso da autorização legislativa concedida pela Lei n.º 107-B/2003, de 31 de Dezembro, estabelece a forma, extensão e limites da inter conexão de dados entre os serviços da administração fiscal e as instituições da segurança social.

I Série A n.º 93 de 20.04.04

CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO DE SEGURANÇA SOCIAL Declaração de Rectificação

n.º 15/2004

Presidência do Conselho de Ministros

De ter sido rectificada a Portaria n.º 1360/2003, do Ministério da Segurança Social e do Trabalho, que aprova os modelos de cartão de identificação de segurança social – pessoa singular e de cartão de identificação de segurança social – pessoa colectiva, publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 287, de 13 de Dezembro de 2003.

I Série B nº. 21 de 26.01.04

Portaria nº. 1483/2004 Ministério da Segurança Social, da Família e da Criança

Aprova os modelos de cartão de identificação de segurança social – pessoa singular e de cartão de identificação de segurança social – pessoa colectiva.

Revoga a Portaria n.º 1360/2003, de 13 de Dezembro.

I Série B nº. 299 de 23.12.04

CONVENÇÕES DA SEGURANÇA SOCIAL Decreto n.º 32/2004

Ministério dos Negócios Estrangeiros

Aprova a Convenção sobre Segurança Social entre a República Portuguesa e a República de Angola, assinada em Luanda em 27 de Outubro de 2003.

I Série A nº. 255 de 29.10.04

REGIMESDESEGURANÇASOCIAL CONTRIBUIÇÕES

DISPENSA E REDUÇÃO DO PAGAMENTO Declaração de Rectificação

nº. 23/2003

Presidência do Conselho de Ministros

De ter sido rectificada a Portaria n.º 1252/2003, do Ministério da Segurança Social e do Trabalho, que aprova o regulamento que rege a concessão das medidas temporárias de emprego e formação profissional, publicada no Diário da República, I Série B, n.º 253, de 31 de Outubro de 2003.

I Série B nº. 297 de 26.12.03

Portaria nº. 179/2004

Ministério da Segurança Social e do Trabalho

Ajusta o Plano de Intervenção para a Beira Interior (PIBI) e completa o enquadramento jurídico aos trabalhadores que aderiram às acções de reconversão integradas no âmbito do Programa FACE.

I Série B n.º 45 de 23.02.04

DÍVIDAS À SEGURANÇA SOCIAL Decreto-Lei n.º 92/2004

Ministério da Segurança Social e do Trabalho

No uso da autorização legislativa concedida pela Lei n.º 107-B/2003, de 31 de Dezembro, estabelece a forma, extensão e limites da inter conexão de dados entre os serviços da administração fiscal e as instituições da segurança social.

I Série A n.º 93 de 20.04.04

PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES Despacho n.º 24 990/2004

Ministério da Segurança Social, da Família e da Criança Gabinete do Ministro

Aprova e publicita os modelos das declarações comprovativas dos actos respeitantes às entidades contribuintes, designadamente no que se refere à sua situação contributiva e à não aplicação de sanções pelo incumprimento da obrigação de declararem o início de actividade de trabalhador ao seu serviço.

II Série n.º 283 de 3.12.2004

(24)

___________________________________________

PROTECÇÃO GARANTIDA PELOS REGIMES

PRESTAÇÕES DE DOENÇA Decreto-Lei n.º 28/2004 Ministério da Segurança Social e do Trabalho

Estabelece o novo regime jurídico de protecção social na eventualidade doença, no âmbito do subsistema previdencial de segurança social.

I Série A n.º 29 de 04.02.04 Declaração de Rectificação

n.º 29/2004

Presidência do Conselho de Ministros

De ter sido rectificado o Decreto-Lei n.º 28/2004, do Ministério da Segurança Social e do Trabalho, que estabelece o novo regime jurídico de protecção social na eventualidade doença, no âmbito do subsistema previdencial de segurança social, publicado no Diário da República, 1.ª série, n.º 29, de 4 de Fevereiro de 2004.

I Série A n.º 70 de 23.03.04

Portaria n.º 337/2004 Ministérios da Saúde e da Segurança Social e do Trabalho

Regulamenta o Decreto-Lei n.º 28/2004, de 4 de Fevereiro, que estabelece o novo regime jurídico de protecção social na eventualidade doença, no âmbito do subsistema previdencial de segurança social.

I Série B n.º 77 de 31.03.04 Declaração de Rectificação

n.º 36/2004

De ter sido rectificada a Portaria n.º 337/2004, do Ministério da Segurança Social e do Trabalho, que estabelece o novo regime jurídico de protecção social na eventualidade doença, no âmbito do subsistema previdencial de segurança social, publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 77, de 31 de Março de 2004.

I Série B n.º 97 de 24.04.04 Despacho Conjunto n.º 289/2004

Presidência do Conselho de Ministros

Determina o alargamento do âmbito do reconhecimento da legitimidade para a certificação da incapacidade temporária para o trabalho dos trabalhadores dos CTT beneficiários do subsistema previdencial de segurança social, aos médicos que integram a rede de prestadores convencionados da PT-ACS ou aos que prestam serviços de especialidade nos centros clínicos desta Associação.

II Série n.º 107 de 07.05. 04

PRESTAÇÕES POR DOENÇAS PROFISSIONAIS Declaração de Rectificação

n.º 18/2004

Presidência do Conselho de Ministros

De ter sido rectificada a Portaria n.º 1362/2003, do Ministério da Segurança Social e do Trabalho, que actualiza as prestações de invalidez, de velhice e de sobrevivência, bem como as pensões de doença profissional dos subsistemas previdencial e de solidariedade, publicada no Diário da República, 1.ª Série, n.º 288, de 15 de Dezembro de 2003.

I Série B n.º 28 de 03.02.04

Portaria n.º 1475/2004 Ministério da Segurança Social, da Família e da Criança

Actualiza as prestações de invalidez, de velhice e de sobrevivência bem como as pensões de doença profissional dos subsistemas previdencial e de solidariedade.

I Série B n.º 297 de 21.12.04

PRESTAÇÕES FAMILIARES Portaria n.º 40/2004

Ministérios das Finanças e da Segurança Social e do Trabalho

Estabelece os valores e critérios de determinação das comparticipações das famílias na frequência de estabelecimentos de educação especial por crianças e jovens com deficiência, com vista ao cálculo do respectivo subsídio de educação especial. Revoga a Portaria n.º 134/2003, de 6 de Fevereiro.

I Série B n.º 11 de 14.01.04 Portaria n.º 416/2004

Ministérios da Educação e da Segurança Social e do Trabalho

Estabelece os valores máximos e as normas reguladoras das mensalidades a praticar pelas cooperativas e associações de ensino especial para efeitos de atribuição do subsídio de educação especial no âmbito das prestações familiares e da determinação das comparticipações financeiras aos estabelecimentos de educação especial sem fins lucrativos para o exercício da acção educativa.

Revoga a Portaria n.º 52/2003, de 16 de Janeiro.

I Série B n.º 95 de 22.04.04

Portaria n.º 417/2004 Ministérios da Educação e da Segurança Social e do Trabalho

Estabelece os valores máximos e as normas reguladoras dos valores das mensalidades a praticar pelos estabelecimentos de educação especial com fins lucrativos, habitualmente designados por colégios, tutelados pelo Ministério da educação. Revoga a Portaria nº. 51/2003 de 16 de Janeiro.

I Série B n.º 953 de 22.04.04 Portaria n.º 1030/2004

Ministérios das Finanças e da Segurança Social e do Trabalho

Fixa os montantes das prestações definidas para a protecção das crianças e jovens com deficiência ou em situação de dependência, no âmbito do regime geral de segurança social e do regime de protecção social da função pública. Revoga a Portaria n.º 135/2003, de 6 de Fevereiro.

I Série B n.º 187 de 10.08.04 Portaria n.º 1380/2004

Ministérios da Educação e da Segurança Social, da Família e da Criança

Estabelece os valores máximos e as normas reguladoras das mensalidades a praticar pelos estabelecimentos de educação especial com fins lucrativos, habitualmente designados por colégios, tutelados pelo Ministério da Educação.

Revoga a Portaria n.º 417/2004, de 22 de Abril.

I Série B n.º 258 de 03.11.04

Referências

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