• Nenhum resultado encontrado

Filosofia do Direito

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Filosofia do Direito"

Copied!
6
0
0

Texto

(1)

Filosofia do Direito

Administrativo

Prof. Antônio Marcelo Pacheco

A FILOSOFIA DO DIREITO DESDE A GRÉCIA

AO PERÍODO DA MODERNIDADE

1. Conceito:

Ø A arte do conhecimento, a arte do saber.

1.1 A filosofia do direito no sentido grego: Justiça, Justo e Lei em Sócrates, Platão e Aristó-teles:

Ø Período Pré-Socrático > Rompimento do pensamento do homem naquilo que seria uma dependência do homem em relação aos deuses > Emergência da geração Socrática. Ø Sócrates não escreveu absolutamente nada. O que se conhece de Sócrates foi escrito por

Platão, discípulo de Sócrates.

2. A filosofia do direito na Grécia: 2.1) Fase pré-socrática: 2.2) Os filósofos socráticos:

Ø Sócrates:

§ Método da Maiêutica: Método pelo qual Sócrates elabora todo o sis-tema de filosofia dele. Sempre vai colocar a pessoa na condição da dúvida. Para Sócrates não existe a síntese. Tem a dúvida que permite constantemente refletir sobre as coisas.

§ Busca separar a razão da figura da paixão. Dentro dessa razão se en-contra o espaço da lei, construído por cidadãos num sistema demo-crático. Os cidadãos se reúnem na Eclésia para discussão. Sistema democrático ateniense. Cidadãos: Não são mulheres, não são estran-geiros, não são escravos nem homens com menos de 35 anos. Demo-cracia exclusiva: Exclui boa parte da população; construção de filo-sofia do direito para uma minoria. Desse modo, a lei será extrema-mente perigosa para aqueles que não são cidadãos.

§ Justiça é agir conforme a lei.

§ Justo, só pode se dar a partir do conceito de alteridade: o reconheci-mento do outro. Só quando posso ter a relação com o outro.

§ Lei é o exercício da razão, dos cidadãos num sistema democrático. Sócrates lança as bases o que será o início da compreensão sobre o sistema jurídico, sobre a filosofia do direito.

§ A cobrança do conhecimento era uma ofensa à razão. A razão precisa ser sempre gratuita. Conflito direto com os sofistas. Aquele que é a-migo do conhecimento não pode explorar o próprio conhecimento. § Críton: Sócrates foi acusado de corromper a juventude ateniense e de

tentar introduzir deuses falsos dentro da cidade de Atenas. Foi con-denado à morte por veneno cicuta. Por que ele não escapou da morte, se pode?

ü Ele sabe que é inocente, ele tem certeza que todos sabem que ele é inocente. Contudo, a lei é absolutamente racional e jus-ta. Ele não pode, mesmo sendo inocente, se insurgir contra a lei. Ele não foge primeiro, porque não tem para onde ir. Se-gundo, porque se ele fugir, toda a explicação dele de que a lei é racional, e não fruto da paixão, será meramente uma hi-pocrisia. Ao morrer, ele busca educar os cidadãos.

(2)

Filosofia do Direito

Administrativo

Prof. Antônio Marcelo Pacheco

§ A República: Apresenta todo o seu sistema ideal. Ideia sobre a construção de uma sociedade ideal, a partir de um sistema legal ideal e de constru-ção de pessoas ideais. Vai relacionar a lei com a condiconstru-ção ideal do ser. § A lei só poderia ser compreendida na sua completude na figura do

filóso-fo. Ideal= lei filósofos. A República é essa capacidade que os filósofos têm de reconhecer os ideais e dessa forma compreender o papel da lei. § Mito da caverna: Os homens não conseguem olhar para fora da caverna.

Quando o sol projeta sobre eles, eles têm uma ideia distorcida sobre eles mesmos. A capacidade humana de interpretar a realidade em que vive (diferente de real). Quando aquele que despertou retorna, não é aceito pe-los outros, é isolado e tratado como louco.

§ Figura do papel da lei, a lei é uma ideia de um fato humano que se consti-tui a partir do momento que transforma numa norma. É transformar o re-al em rere-alidade. A lei representa o poder de um determinado grupo sobre a maioria dos homens. Ela distorce o fato na medida em que se justifica. Art. 5, II, CF: Leitura da sombra da palavra todos. A lei é ideologia, um exercício de construção ideológica, do pensamento. A questão do justo: A ideia de que o homem tem daquilo que deve realizar a partir do siste-ma ideal que ele reconhece na lei. A justiça é usiste-ma representação daque-las ideais que os homens optarem para criar o agir justo. Um mundo pla-tônico é um mundo que não se encontra na nossa realidade.

Ø Aristóteles:

§ Aprofundou o tema da figura da lei e da justiça.

§ Ética a Nicômaco: Aristóteles compreendeu que havia um mundo real que não era o mundo ideal de Platão. Trabalha a partir de um método so-ciológico.

§ Justiça universal: justiça ideal, categórica. Na qual, obrigatoriamente, os homens são virtuosos e racionais. O agir justo é inerente de sua própria humanidade. O agir justo é genético. A pena nunca vai ser capaz de res-socializar o homem.

§ Justiça particular: Justiça retributiva: Estabelecer relação de proporciona-lidade. Equilíbrio entre o bem e a figura da pessoa. Reconhece a injustiça quando alguém acaba recebendo mais do que merecia.

§ Justiça corretiva: Condições das sanções penal e civil. Conjunto de leis que vão regulamentar a relação do homem com o homem. Justiça de cor-reção do Estado sobre a sociedade.

§ Justiça de reciprocidade: Busca permitir a construção de um princípio de igualdade entre os homens, na medida em que a base dela será o reco-nhecimento da figura da alteridade. Reciprocidade do agir social.

ü Injustiça: É possível ter alguém que pratica um ato ilegal e mes-mo assim não ser considerado injusto? Para ser classificado co-mo injusto precisa realizar a quebra das justiças particulares. § Paidéia: Educação. Se por um lado a virtude é inata, por outro lado ela é

lapidada. Há necessidade da cidade-estado lapidar a virtude com as idei-as sociais que o Estado tem.

§ Acima da justiça, há o princípio da equidade: Reconhecer a diferença en-tre os homens, mas permitir que os homens possam receber os mesmos meios e, dessa forma, sem deixarem de serem diferentes, terem um espa-ço no qual aquilo que lhes é ofertado, seja exatamente a mesma coisa. Ex: o sorteio.

(3)

Filosofia do Direito

Administrativo

Prof. Antônio Marcelo Pacheco

§ Ideia do justo meio: Escolha racional. Através do meio termo: estratégia pela qual eu não perco a ideia do justo meio. Na medida em que a pessoa possa me pagar, sem obter o lucro.

Ø Transição histórica:

§ A partir da conquista de Alexandre Magno no século IV e da derrota dos gregos frentes aos romanos em 146 A.C., o pensamento jurídico grego vai ser introduzi-do para dentro introduzi-do munintroduzi-do romano;

§ República Romana (509 A.C – 27 A.C.);

§ Fase do Império Romano: Cristianismo: A partir de 27 A.C e queda do Império na parte ocidental em 476 D.C. e na parte oriental em 1.453 D.C. (queda de Constantinopla).

2.1 A filosofia no curso medieval: Patrística x Escolástica: Abordagens jurídico-filosóficas.

Alta idade média: Pensamento filosófico da Patrística (V- XII): Período de formação. Fi-losofia do direito sofre sua grande transformação. A atuação de Paulo de Tarso e Santo Agostinho.

2.1.1 Paulo de tarso e santo agostinho: A mudança na ideia da lei.

§ Paulo de Tarso: A lei deixa de ser razão (como entendiam os gregos) para se transformar em revelação (Deus). No mundo da alta idade média surge o retorno a força do pensamento divino. Não é mais fenomenológica, passa a ser escatológica (revelação de deus aos homens). Aqueles que têm fé, vão re-conhecer a lei, logo, aqueles que não a tem, por conseguinte, não entenderão a norma. Ex: O nome da rosa. Homem como consumidor da lei. Como vem de deus, não cabe discuti-la, revoltar-se contra ela.

§ Santo agostinho: Escreveu As confissões, trabalho fundamentalmente teoló-gico, no qual irá refletir sobre a natureza humana, da sociedade e do poder como a grande obra dele, chamada “A cidade de Deus”.

ü Nas duas obras vai falar sobre o livre-arbítrio entregue aos ho-mens. Geram ações/ responsabilidades, em que o próprio homem é obrigado a assumir as consequências. Contudo, admite a figura do arrependimento, o que leva à figura do perdão (deus). Vai a-profundar o pensamento de Tarso. Para reconhecer a lei de deus eu tenho que querer: Livre-arbítrio de me aproximar ou de me afastar de deus. Recuperar a população através de um sentimento fundamentalmente marcado pelo martírio, para que através de minha experiência humana reconheça as condições do retorno daquilo que é o sistema jurídico de deus, aquilo que é a comuni-dade de deus na terra.

ü Precisa reforçar a força jurídica da igreja católica > através do conceito da santíssima trindade. Vai gerar a certeza de que é deus, que tem que ser praticada por aqueles que são tementes a deus.

ALTA ID.MEDIA BAIXA ID. MÉDIA

Pai (Guerreiros): Deus na terra, nos protege dos demônios. > Senhores Feudais Filho (Camponeses, Cristo): Não se revolta, aceita ser sacrificado. > Servos.

Espírito Santo: Igreja > O Direito canônico.

§ O reconhecimento dessas condições na base da fé. A lei, a Igreja consegue compreender a vontade do pai e transforma a norma. Logo, não erra, quem

(4)

Filosofia do Direito

Administrativo

Prof. Antônio Marcelo Pacheco

erra são os homens. A norma precisa do apoio dos guerreiros e precisa que os camponeses trabalhem para ela para poder comer. Mitologia cristã acaba sendo a base do sistema legal. Assim irá se restabelecer as ideias de contra-tos, de casamento, de bens que havia se perdido com a queda do império ro-mano ocidental. O pensamento dele perdurou na baixa idade média.

2.1.2 O direito na Summa Teológica de São Tomás de Aquino:

Baixa idade média: A mudança estará na essência teológica do pensamento de São Tomás de Aquino.

§ Contexto Histórico (Sec. XII- XV): Movimento de Cruzadas: Tentativa de primeira expansão da Europa ocidental; Peste negra (1/3 da população mor-rerá); Expansão ultramarina; nascimento das universidades (Itália- Bologna em 1.086); Mercantilismo x feudalismo; Construção de novo sistema de di-reito: Revolução urbana e crescimento da burguesia.

§ Summa Teológica: Não nega que obrigatoriamente a lei é uma lei de fé. Não tem como encontrar a lei fora de Deus, mas só se pode chegar à lei através da figura da razão. Lei= Fé=Deus=Razão. Vai resgatar a figura do homem mun-dano somado a todos esses elementos, será chamado de Renascimento. § Conceito do individualismo será fundamental para resgatar a ideia do homem

através de Erasmo de Rotterdã e Thomas Mourus. Estes irão representar um rompimento com o pensamento tradicional católico cristão. Crítica ao papel da igreja. Derrota cristã das cruzadas e peste negra= As pessoas começam a questionar a igreja. Em que medida o homem não é capaz de ser senhor de seu próprio destino.

ü Elogio à loucura (Rotterdã) e A utopia (Mourus): Preocupam-se em destacar a figura do homem. A loucura seria o momento em que o homem se torna livre dos absurdos da fé. Vão criticar todo o sistema medieval. Vão influenciar o pensamento não só da Summa Teológica mas o da escolástica.

ü A lei é uma experiência humana. O individualismo leva à razão. Re-cuperação da ideia da razão.

§ Período da modernidade: Após a queda de Constantinopla, o período da modernidade vai se dar com a crise do pensamento jurídico. A partir do sec. XV- XVIII será necessário reconstruir os caminhos do pensamento, já que a ideia da Igreja passa a ser questionada.

ü Nascimento do movimento protestante, luterano, anglicano, calvinis-ta, huguenotes, puritanos, etc.

ü Crescimento do mercantilismo: Imagem do liberalismo. Nascimento a partir do sec. XVIII da figura do capitalismo.

1.3 A filosofia do direito na modernidade: O jus naturalismo x Estado nacional absolutista:

Esses dois elementos vão marcar uma alteração na formação do direito. O Estado Nacional vai buscar uma nova seria de explicações para poder concentrar o pensa-mento.

1.3.1 o contrato social e a escola jusnaturalista:

(5)

Filosofia do Direito

Administrativo

Prof. Antônio Marcelo Pacheco

§ Discussão com a Igreja a fonte do direito. A lei de deus passa a se constituir na lei do rei. O rei passa a ser o grande fomento que cria as bases do sistema jurídico moderno.

1.3.2 Jean Bodin:

§ A República: É uma homenagem à obra de Platão. Res publicum = aquilo que é público é a figura do rei. O rei passa a ser como o detentor da criação da lei, porque existe um contrato social, na qual o nosso deus reconhece o me-lhor dos homens e portanto os dois estabelecem um contrato social. A lei do rei, a capacidade do rei são oriundas desse processo de dar ao rei a condição sagrada. A igreja perdeu o monopólio do poder e da lei, mas não perdeu o poder de explicar de onde vem a lei.

§ Desenvolve a Teoria dos Reis Taumaturgos: Os reis fazem milagres. Ideia francesa necessária para construir Estado Nacional (absolutista). A descen-dência também é escolhida, ratificada por deus.

1.3.3 Thomas Hobbes:

§ Sec. XVII: Contexto Histórico: Inglaterra em guerra civil, fruto por um lado do conflito do Rei com o parlamento e, por outro, ao mesmo tempo em que o rei recebeu de aliados os lordes, estes entraram em conflito com os bur-gueses.

§ Anglicanos (Rei) X puristas (São os burgueses, também apoiados pelos cal-vinistas). E têm os católicos, ora de um lado ora de outro.

§ Esse momento foi chamado por Hobbes de estado de natureza. O estado de natureza não é um momento temporal, mas qualquer país que viva nas con-dições de conflito em que a lei não consegue mais se justificar e ser concen-trada (Ex: Síria). Estado de natureza é um momento negativo (-), porque o-brigatoriamente o homem não consegue ser feliz. Não há um Estado com poder, então não há também nem a propriedade nem a lei. Logo, essas con-dições definem o momento de todos contra todos. Este acabará com o sur-gimento da figura do contrato social. A razão precisa preponderar, fazer com os homens tomem consciência do que estão desconstruindo, assim, atingem a maturidade para realizarem o contrato social entre os homens e outros ho-mens.

§ Este contrato social tem a natureza de uma renúncia (ato racional), a renún-cia do poder total. Fundam o homem artifirenún-cial = Estado. E este Estado rece-be de todos os homens o poder que eles tinham para que ele passe a ser o ú-nico capaz de exercer o poder. O Estado passa a ter o monopólio da lei atra-vés do conceito chamado de soberania. Concentração dos poderes do ho-mem no estado artificial.

§ Saída estado de natureza para o estado de sociedade civil é consequência do contrato, do monopólio da lei, da soberania do estado.

ü Proteção da propriedade. ü Direito Público.

ü Medo de “Um” (Estado).

§ Mas para atingir a figura da paz social (polo positivo +), somente através do absolutismo. Hobbes não é absolutista, ele defende o absolutismo, porque é único modelo de estado que ele conhece.

§ Hobbes não nos vê como autômatos, homem é sempre capaz de corrom-per aquilo que desejou construir. O homem é lobo de outros homens. Desse modo, o Estado vai ter que ter condições de repressão. A soberania não pode ser compartimentada, tem que ser concentrada na figura

(6)

daque-Filosofia do Direito

Administrativo

Prof. Antônio Marcelo Pacheco

le que representa o Estado para se impor e evitar que o homem se cor-rompa.

ü Forma legal e legítima de romper o contrato: O homem não pode-rá jamais no estado de sociedade civil ser forçado a colocar a própria vida em risco. A primeira lei da natureza não pode ser ameaçada nem mesmo pelo Estado que nos protege. Quando os homens fizeram o contrato, este homem artificial foi mal esco-lhido, assim, os homens podem quebrar contrato e refazer um novo homem que vai deter condições de concentrar e de impedir que o homem se corrompa.

ü A figura da governamentalidade: Permite ao Estado desenvolver políticas públicas capazes de atender aos anseios da sociedade. Chamam-se ações afirmativas e permitem aos estados se legiti-marem frente a sociedade. Quando não há mais como sustentar as políticas públicas para a sociedade, quebra-se a governamen-talidade, e, por conseguinte, a própria capacidade de imposição do estado e sua soberania. Isso significa dizer que se poderá também por este caminho refazer o contrato e reestruturar um novo Estado.

1.3.4 Jean Jacques Rousseau (sec. XVIII): § Crise do absolutismo.

§ Todos os homens partem de um estado de natureza (+), um polo po-sitivo, pois o homem é livre e feliz (bom selvagem). Exatamente por-que nesse estado de natureza não tem o estado, não tem o direito e não tem a presença da propriedade.

§ Para o Rousseau, vai se abandonar o estado de natureza quando nele surgir a origem da desigualdade entre os homens. O estado de socie-dade civil construído em Rousseau pela propriesocie-dade é negativo, dife-rentemente de Hobbes. Há estado, há lei, há propriedade = o homem é infeliz pela desigualdade.

§ Rousseau vai colocar a presença do contrato social não como Hob-bes, do primeiro para o segundo momento a presença do contrato so-cial, mas sim, do segundo para o terceiro momento. É um exercício fenomenológico. Através do contrato social, estabelece-se contrato do homem com o homem. Volta aí o estado de sociedade civil a ter polaridade positiva. No estado civil, tem o direito, mas a propriedade passa desenvolver mecanismos de equidade. Ou seja, O estado civil não nega as condições do estado anterior, mas define para aquilo que é a grande consequência do contrato, a presença da vontade geral. § Rompe-se com o monopólio do Estado Absolutista. Contrato tem a

ver com compartilhar o espaço da decisão e retira essa ideia do mo-delo de estado ateniense. Diminuição do espaço político, no qual os cidadãos podem tomar decisões conjuntamente. Aí se tem o estado civil no qual a vontade geral passa a controlar o espírito da socieda-de, a produção da lei e a produção do poder político.

§ Rousseau não segue as teorias democráticas; para ele não importa o respeito à minoria e sim a decisão da maioria, em detrimento da mi-noria. Votar não é o que ele imaginava como sinônimo de vontade geral. A lei sempre será o resultado da vontade geral e não será dis-cutida. Aqui gesta a figura do estado de direito.

Referências

Documentos relacionados

titular ou seu suplente Centro Tecnológico, de Ciências Exatas e. Educação

As mulheres travam uma história de luta por reconhecimento no decorrer do tempo sistematicamente o gênero masculino dominava o feminino, onde prevalecia a hierarquização do sexo

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS. 42 Ramon Matheus dos

Tendo em consideração que os valores de temperatura mensal média têm vindo a diminuir entre o ano 2005 e o ano 2016 (conforme visível no gráfico anterior), será razoável e

Workshop em que cada participante terá oportunidade de pôr em pratica o caso que preparou e aprender como melhorar.. Os participantes continuarão a ser apoiados através de

Este subsídio é para aqueles que forem reformar a casa usando os serviços de alguma construtora que possua endereço na cidade de Hikone.. Informações Setor de Promoção da

Desta forma, dada sua importância e impacto econômico como doença da esfera da reprodução, além da carência de informações atuais sobre leptospirose em suínos

Modeladora  –   Equipamento profissional para indústria alimentícia destinado à. modelar massas pela sua passagem entre