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MANIFESTO AOS EXPORTADORES E IMPORTADORES

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Academic year: 2022

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Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Santos

MANIFESTO AOS EXPORTADORES E IMPORTADORES

Os órgãos de classe dos despachantes aduaneiros da 8ª. Região Fiscal (Sindicatos), sentem-se no dever de alertar os exportadores e importadores em geral sobre a forma de remuneração desses profissionais e o fazem em razão de alguns aspectos de ordem fiscal e tributária que envolvem a questão, cuja importância ficou revelada por atos baixados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, tais como a Portaria nº 6/2005, da Delegacia da Receita Federal em Uruguaiana e Portaria nº 78/2004, da SRRF-8ª RF e tantas outras normas.

Observa-se de tais atos a imposição de certas obrigações que têm por objetivo o controle fiscal do cumprimento do que dispõe o

§ 2º do artigo 5º do Decreto-lei nº 2.472/1988, combinado com o artigo 719 do Decreto nº 3.000/1999 (Regulamento do

Imposto de Renda), que determinam no sentido de que os honorários dos despachantes aduaneiros devem ser pagos por intermédio de seus órgãos de classe (Sindicatos), os quais retêm o imposto de renda na fonte e os devolve aos profissionais que prestaram os serviços.

A edição desses atos reflete, sem dúvida, o fato de que essa forma legal de pagamento

dos honorários dos despachantes aduaneiros não vem sendo cumprida por muitos

interessados, seja pela má interpretação das normas que regem o assunto, seja pela

nefasta interferência de outras pessoas que muitas vezes, sem a condição de

despachante aduaneiro, intervem no procedimento de despacho aduaneiro, o que fica

evidenciado quando algumas pessoas jurídicas divulgam pela imprensa e outros meios,

que não cobram “SDA” ou que o “SDA é isento”, ou cobram os mesmos por valor vil,

como se esta sigla significasse algum imposto, taxa ou qualquer outro gravame devido

aos sindicatos de classe dos despachantes aduaneiros, e que pudesse assim ser

simplesmente isentado, o que não é verdade. É que das guias pelas quais ditos

honorários são veiculados, constam a sigla de cada um dos sindicatos (SDAS,

SINDASP/CG, etc), vez que se tratam de documentos emitidos por estas entidades

sindicais, numeradas e com códigos de barras, alguns gerados eletronicamente. São

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simples siglas identificativas dos sindicatos. E não se deve esquecer que remuneração justa pressupõe prestação de serviço seguro e de qualidade satisfatória, devendo-se desconfiar sempre de propostas e ofertas de prestação de serviços por preços irrisórios, aquém da realidade, já que o despachante aduaneiro assume graves responsabilidades em firmar um despacho e atuar no procedimento fiscal pertinente.

É de se ver, por outro lado, que a remuneração de outras pessoas que de uma forma ou outra também atuam na área aduaneira, em especial as jurídicas, não se confunde com a remuneração devida a despachante aduaneiro por prestação de serviços que lhe são inerentes e específicos por legislação própria, denominada de honorários (profissão regulada por lei -

Decreto-lei nº 2.472/1988),

a qual está hoje ratificada pelo Governo Federal, a se ver do Regulamento Aduaneiro baixado com o Decreto nº 6.759/2009, mais exatamente pelo seu artigo 809, § 2º, assim:

“...

.

Art. 809. Poderá representar o importador, o exportador ou outro interessado, no exercício das atividades referidas no art. 808, bem assim em outras operações de comércio exterior (Decreto-Lei nº 2.472, de 1988, art. 5º, caput e § 1º): (Vide IN- RFB nº 1288, de 2012 e ADE COANA nº 3, de 2006)

...

§ 2º As operações de importação e exportação dependem de prévia habilitação do responsável legal da pessoa jurídica interessada, bem como do credenciamento das pessoas físicas que atuarão em seu nome no exercício dessas atividades, de conformidade com o estabelecido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.

(Renomeado de único para 2º pelo Decreto nº 7.213, de 2010)

...”

E as mais recentes e importantes medidas adotadas pelo Governo na área aduaneira

indicam nominalmente o Despachante Aduaneiro como sendo a pessoa que deve ser

credenciada como representante legal dos interessados para a prática dos serviços

aduaneiros, além do próprio interessado. É o que assinala, por exemplo, a IN-RFB nº

1.209/2011, IN-RFB nº 1.273/2012 e IN-RFB 1.288/2012, que dispõem sobre o

credenciamento de representantes dos importadores e exportadores, para a prática de

atos relacionados aos despachos aduaneiros, entre tantos outros diplomas legais

existentes que outorgam a esses profissionais as responsabilidades pela execução

dessas tarefas. A Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil na 8ª Região

Fiscal editou a Portaria nº 78/2004, a qual, alterando a de nº 57/1997, reconheceu a

obrigatoriedade de se pagar os honorários de despachantes aduaneiros por intermédio

dos órgãos de classe desses profissionais (Sindicatos), de acordo com a legislação

antes citada.

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Cumpre-nos, portanto, alertar os usuários desses serviços (exportadores e importadores), para a necessidade de procederem de acordo com as normas legais vigentes em relação ao assunto aqui focado, ou seja, pagando os honorários aos despachantes aduaneiros unicamente por intermédio dos sindicatos de classe desses profissionais, quando, evidentemente, houver a intervenção destes nos despachos, que não se confunde, repita-se, com a atuação de outras pessoas que atuam na área do comércio exterior, remuneração essa que não se trata de um honorário ou gravame sindical ou taxa devidos ao Sindicato.

Em complemento às considerações antes expendidas, permitimo-nos agrupar em oito respostas às indagações mais frequentes que ao longo destes anos tem sido formuladas pelos importadores e exportadores:

(1) O DESPACHANTE ADUANEIRO.

É um profissional autônomo, sempre uma pessoa física, cuja profissão está regulada pelos artigos 808 a 810 do Regulamento Aduaneiro baixado com o Decreto nº 6.759/2009 e normas correlatas, que tem como matriz o artigo 5º §§ 1º a 3º do Decreto-lei nº 2.472/1988. É legalmente considerado um Interveniente nas operações de Comércio Exterior (artigo 76, § 2º, da Lei nº 10.833/2003 e artigo 735, § 2º, do Regulamento Aduaneiro). Exerce atividades próprias e especificadas na legislação e para tal recebe senha específica para acesso ao SISCOMEX. O

site do sindicato dispõe de trabalhos

referindo-se de forma mais completa sobre as atividades do Despachante Aduaneiro.

(2) QUEM É O EFETIVO TOMADOR DOS SERVIÇOS ADUANEIROS DO DESPACHANTE?

O tomador dos serviços de Despachante Aduaneiro é o importador, o exportador e o

viajante procedente do exterior em relação à sua bagagem, pois são estes tomadores de

serviços que outorgam poderes específicos, mediante contrato de mandato

(procuração) para a execução dos serviços de despachos aduaneiros e que credenciam

diretamente o Despachante Aduaneiro para acesso ao SISCOMEX, de conformidade

com a IN–RFB nº 1.288/2012. A Solução de Consulta nº 38/2009, da Divtri, da 1

a

RF (DOU-

1 de 18.6.09), confirma que o tomador dos serviços é o importador e o exportador e não

a Comissária de Despachos ou outras empresas e profissionais que atuam no ramo

aduaneiro (Agentes de Carga, Transportadoras Internacionais, etc).

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(3) QUAL É A FORMA DE SE REMUNERAR O DESPACHANTE ADUANEIRO?

De acordo com o artigo 5º, § 2º, do Decreto-lei nº 2.472/1988, o Despachante Aduaneiro tem sua remuneração designada por Honorários, os quais são pagos por intermédio dos sindicatos de classe, que retém o imposto de renda na fonte e devolvem o valor líquido aos profissionais. O artigo 719 do Regulamento do Imposto de Renda, baixado com o Decreto nº 3.000/1999 (RIR/99) regulamenta essa norma legal. A Portaria nº 78/2004, da SRRF-8

a

. RF dispõe que os honorários de despachantes aduaneiros devem ser pagos por intermédio das entidades de classe para fins de retenção do imposto de renda na fonte. Existem outras normas no Brasil dispondo sobre essa forma legal de pagamento da remuneração de Despachante Aduaneiro, como a Solução de Consulta nº 38/2009, antes referida.

(4) AFINAL, O PAGAMENTO DOS HONORÁRIOS DE DESPACHANTE ADUANEIRO É OBRIGATÓRIO?

Todo serviço prestado por um profissional pressupõe o pagamento de uma contraprestação por parte do usuário do mesmo, ou seja, por aquele ao qual os serviços foram efetivamente prestados por força de um contrato, ainda que verbal, mandato ou acordo e que resulta num

credenciamento oficial efetuado pelo próprio

tomador dos serviços perante o SISCOMEX (IN-RBF nº 1.273/2012), com o que se estabelece um vínculo obrigacional do qual decorrem direitos e obrigações de ambas as partes, sobretudo, responsabilidades perante as Aduanas. Ilógico seria admitir que um profissional regulado por lei e normas rígidas, um Interveniente no Comércio Exterior, viesse a representar legalmente o tomador de seus serviços perante o Poder Público, com enormes responsabilidades, sem receber remuneração. Esta remuneração é denominada legalmente de honorários. Portanto, não há necessidade de constar de lei a obrigação de um usuário de serviço ter de remunerar o prestador dos mesmos, dado que isso decorre da própria relação comercial e ou profissional que se estabelece entres as partes envolvidas, como ocorre com qualquer outra profissão, trabalho ou ofício (médico, engenheiro, advogado, etc). É claro que isso é algo bem evidente e lógico e não deveria suscitar dúvida a ninguém, ainda mais diante de um mercado empresarial inteligente e atuante, como é o brasileiro, sendo mesmo absurda a ideia de que algum profissional autônomo ou liberal viesse a prestar serviços graciosamente.

Qual é a razão, então, que leva os empresários a perguntar se esse pagamento é ou não

obrigatório? É pelo fato de os honorários, por força de lei, serem pagos por intermédio

dos sindicatos de classe (artigo 5º, § 2º, do DL nº 2.472/1988), que os empresários

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passaram a pensar que se trataria de pagamento de uma taxa ou qualquer outro tipo de gravame para os sindicatos, conhecido na praça aduaneira como SDA, o que é um entendimento errôneo, daí o questionamento que se faz quanto à obrigatoriedade ou não de se pagar o “SDA”! “SDA” é simples sigla das iniciais das palavras Sindicato dos Despachantes Aduaneiros”, que constam das guias de recolhimento dos honorários.

Uma coisa é uma sigla constante das Guias, outra é a remuneração (honorários) cujo pagamento é veiculado por elas ! A confusão que se faz parece ser PROPOSITAL.

Honorário, portanto, NÃO é imposto, taxa ou qualquer tipo de gravame pago aos sindicatos de classe, mas simplesmente a CONTRAPARTIDA por serviços efetivos REALIZADOS por um profissional, correspondendo à JUSTA REMUNERAÇÃO a que faz jus, sendo a forma de pagamento desta (por intermédio dos sindicatos) exigida apenas para fins de retenção e recolhimento do imposto de renda na fonte, pois os sindicatos passaram à condição de Responsáveis Tributários por essa retenção e recolhimento. É, pois, uma questão de forma e não de essência. Isto está muito claro na lei, na doutrina e na jurisprudência.

(5) O DESPACHANTE ADUANEIRO SE CONFUNDE COM A COMISSÁRIA DE DESPACHOS OU EMPRESAS AFINS (AGENTES DE CARGAS, TRANSPORTADORAS INTERNACIONAIS)?

Não. O Despachante Aduaneiro é sempre uma pessoa física que exerce atividades próprias e personalíssimas, regidas por legislação específica e aquelas empresas realizam outras atividades reguladas por outras legislações, com outros objetos sociais.

(6) O PROFISSIONAL DESPACHANTE ADUANEIRO É UM CONTRIBUINTE INDIVIDUAL PARA FINS PREVIDENCIÁRIOS?

Sim

.

Segundo aquela Solução de Consulta nº 38/2009, o Despachante Aduaneiro é um contribuinte individual para fins de contribuição previdenciária a ser paga ou creditada pelas tomadoras de seus serviços (importadoras ou exportadoras) (aquela contribuição que é devida pelas empresas) e incide sobre o valor mensal dos honorários pagos ou creditados a esse profissional. O mesmo pode ser dito em relação à contribuição previdenciária devida pelo próprio Despachante Aduaneiro, cujo valor deve ser deduzido pelas tomadoras de seus serviços (importadoras ou exportadoras), e por estas recolhidas aos cofres públicos.

(7) O DESPACHANTE NÃO-SINDICALIZADO DEIXA DE SER AUTÔNOMO?

(6)

Não

.

O Despachante Aduaneiro, quando não sindicalizado a sindicato continua sendo um profissional autônomo e, como tal, seus honorários devem ser pagos na condição de um autônomo. É que o artigo 719, Parágrafo único do Decreto nº 3.000/2009 assinala que o pagamento dos honorários do Despachante Aduaneiro não-sindicalizado não está obrigado a ser efetuado pelas entidades de classe, o que levou algumas pessoas a entenderem, erroneamente, que o Despachante Aduaneiro não-sindicalizado não seria um autônomo, podendo, então, ser um empregado de Comissária de Despachos ou de empresas similares e, assim, em não sendo autônomo e sim empregado de Comissária de Despachos, ou empresa afim, deixaria de receber sua remuneração na condição de autônomo. Trata-se, no entanto, de entendimento equivocado. É que o caput do artigo 719 fala expressamente na forma legal de se pagar honorários de Despachante Aduaneiro AUTÔNOMO e o seu Parágrafo único, ao se referir aos Despachantes Aduaneiros não-sindicalizados – que então não precisariam, obrigatoriamente, receber seus honorários por intermédio das entidades de classe, continua a se referir ao Despachante Aduaneiro AUTÔNOMO, pois um parágrafo é simples desmembramento da cabeça do artigo. Logo, o

caput

do artigo 719, ao dispor sobre o Despachante Aduaneiro AUTÔNOMO, mantém a figura do despachante aduaneiro não-sindicalizado ainda na condição de AUTONOMO. Vale dizer: o fato de o profissional não ser sindicalizado à entidade de classe, não retira sua condição de AUTÔNOMO que de fato ele é, com o que deve receber sua remuneração dos tomadores de serviços na qualidade de AUTÔNOMO (honorários)

(8) QUAL SERIA, ENTÃO, A SITUAÇÃO DO DESPACHANTE ADUANEIRO EMPREGADO?

De acordo com norma positiva emanada da Coordenação-Geral de Administração Aduaneira – COANA, o despachante aduaneiro que mantém vínculo empregatício com uma empresa que atua na área aduaneira (Comissária de Despachos ou empresas afins), será apenas um empregado categorizado, podendo ele exercer funções perante seu empregador como auxiliar de importação ou de exportação, gerente de comércio exterior, por exemplo, recebendo salário. O despachante aduaneiro empregado perde sua AUTONOMIA, pois mantém vínculo empregatício e subordinação hierárquica, o que é incompatível a um profissional que detém senha própria e específica para acessar o SISCOMEX e exerce atividades PERSONALÍSSIMAS.

CONCLUSÕES

(7)

1) O Despachante Aduaneiro é sempre pessoa física, um AUTÔNOMO que exerce atividades profissionais próprias e específicas reguladas por lei, um INTERVENIENTE nas operações de Comércio Exterior, que atua mediante mandato e é CREDENCIADO diretamente pelo tomador de seus serviços (importadores e exportadores), sendo que para tanto recebe senha para acessar o SISCOMEX, que é INDELEGÁVEL e INTRANSFERÍVEL;

2) O efetivo tomador dos serviços de Despachante Aduaneiro é o IMPORTADOR, o EXPORTADOR (e o Viajante), conforme entendimento da RFB (vide Solução de Consulta nº 38/2009, da Divtri da 1

a

RF e não a Comissária de Despachos ou empresas afins;

3) A Lei (Decreto-lei nº 2.472/1988, artigo 5º, § 2º) estabelece que no pagamento de honorários de Despachante Aduaneiro deve ser observada a FORMA por ela estabelecida, ou seja, os mesmos devem ser PAGOS POR INTERMÉDIO DE SEUS SINDICATOS DE CLASSE;

4) Os honorários de Despachante Aduaneiro são contratados entre o tomador dos serviços e o profissional, decorrendo a obrigação do usuário dos serviços remunerar o Despachante Aduaneiro pelo simples fato de os serviços terem sido executados;

5) O Despachante Aduaneiro não se confunde com a Comissária de Despachos ou empresas afins, pois o primeiro é sempre uma pessoa física, ou seja, um profissional que recebe poderes profissionais específicos, previstos na lei, para representar os tomadores de seus serviços (importadores e exportadores), recebendo, para tanto, senha indelegável e intransferível para acessar o SISCOMEX. Suas responsabilidades são específicas. Exerce atividades personalíssimas, de interesse público e são credenciados diretamente pelos tomadores de seus serviços. São profissionais obrigatoriamente INSCRITOS EM REGISTROS DE DESPACHANTES ADUANEIROS existentes na RFB;

6 O Despachante Aduaneiro é considerado um contribuinte individual para fins PREVIDENCIÁRIOS, dizendo a LEI que o responsável pelo pagamento da contribuição previdenciária, no caso do Despachante Aduaneiro, é o tomador de seus serviços (empresas importadoras e exportadoras);

7) O Despachante Aduaneiro não-sindicalizado de que dá conta o Parágrafo único do artigo

719, do Decreto nº 3.000/1999 (RIR/99), é ainda o Despachante Aduaneiro AUTÔNOMO,

visto que a cabeça do artigo a esse entendimento conduz.

(8)

8) O Despachante Aduaneiro, enquanto inscrito no Registro da RFB, credenciado pelo

tomador de seus serviços mediante procuração, e detentor de senha para acessar o

SISCOMEX, tem de ser um profissional AUTÔNOMO, face suas atividades

personalíssimas, que não forma vínculo de emprego enquanto exercente de suas funções

profissionais, sem subordinação hierárquica e empregatícia.

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