• Nenhum resultado encontrado

EDUCACIÓN, TECNOLOGÍA Y SUTENTABILIDAD

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "EDUCACIÓN, TECNOLOGÍA Y SUTENTABILIDAD"

Copied!
23
0
0

Texto

(1)

MERCOSUR

en Revista

EDUCACIÓN, TECNOLOGÍA Y SUTENTABILIDAD

INDICADORES METODOLÓGICOS PARA A PRÁTICA

DE ENSINO E SUAS RELAÇÕES COM A PRÁTICA

EDUCATIVA: PERCEPÇÕES DOS CONCLUINTES DOS

CURSOS DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA NAS

INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR EM BOA VISTA/

RORAIMA/BRASIL.

Eliaquim Barbosa PEREIRA

RESUMO

Este estudo busca investigar os indicadores metodológicos para a Prática de Ensino e suas relações com a Prática de Educativa, diante das percepções dos concluintes dos cursos de Licenciatura em Bio-logia nas Instituições de Ensino Superior em Boa Vista/Roraima/Bra-sil. Através de análises dos Instrumentos de coletas de dados-(ICD), respondidos pelos mesmos, tendo como base as metodologias utili-zadas em sala de aula. Tenta-se resposta à problemática: os indica-dores metodológicos utilizados na prática de ensino nos cursos de Licenciatura em Biologia são condizentes com a prática educativa?. Adotou fundamentos quali – quantitativos e método hermenêutico, por meio de análise de conteúdos e interpretação de dados. Como amostra têm-se 72 graduandos e 20 professores de 5 Instituições de Ensino Superior no ano de 2008. Usou-se 02 ICDs e duas matrizes analíticas, na primeira matriz foram entrevistados graduados que já concluíram, professores e egresos, levando em consideração os in-dicadores metodológicos analisados no ICD 01; na segunda matriz, fez-se uma relação entre os indicadores Metodológicos, relacionan-dos – os com os princípios da Prática Educativa, de Ensino e do perfil profissiográfico. De posse das concepções dos graduandos, pode-se ressaltar que os indicadores metodológicos para a Prática Educativa, representam um avanço significativo na Educação Superior do Esta-do. Pois existem professores capacitados e empenhados na profissão, com condições tanto para o desenvolvimento de metodologias,

(2)

quan-to para o desenvolver de pesquisas e aperfeiçoamenquan-to da qualidade de ensino e aprendizagem.

Palavras–chave: Prática Educativa; Prática de Ensino, Ensino de

Bio-logia, Metodologias

RESUMEN

Este estudio busca investigar los indicadores metodológicos para la Práctica de Enseñanza y sus relaciones con la Práctica de Educativa, frente a las percepciones de los concluyentes de los cursos de Li-cenciatura en Biología en las Instituciones de Enseñanza Superior en Boa Vista / Roraima / Brasil. A través de análisis de los instrumentos de recolección de datos (ICD), respondidos por los mismos, teniendo como base las metodologías utilizadas en el aula. Se intenta respon-der a la problemática: los indicadores metodológicos utilizados en la práctica de enseñanza en los cursos de Licenciatura en Biología son concordantes con la práctica educativa ?. Adoptó fundamentos cua-li - cuantitativos y método hermenéutico, por medio de anácua-lisis de contenidos e interpretación de datos. Como muestra se tienen 72 gra-duados y 20 profesores de 5 Instituciones de Enseñanza Superior en el año 2008. Se utilizó 02 ICDs y dos matrices analíticas, en la primera matriz fueron entrevistados graduados que ya concluyeron, profeso-res y egprofeso-resos, teniendo en cuenta los indicadoprofeso-res metodológicos ana-lizados en el ICD 01; en la segunda matriz, se hizo una relación entre los inicadores Metodológicos, relacionados con los principios de la Práctica Educativa, de Enseñanza y del perfil profético. En posesión de las concepciones de los graduandos, se puede resaltar que los indicadores metodológicos para la Práctica Educativa, representan un avance significativo en la Educación Superior del Estado. Porque existen profesores capacitados y comprometidos en la profesión, con condiciones tanto para el desarrollo de metodologías, como para el desarrollo de investigaciones y perfeccionamiento de la calidad de enseñanza y aprendizaje.

Palabras–claves: práctica de la educación la práctica docente,

enseñanza de la biología, métodos.

1 INTRODUÇÃO

A prática docente exige do professor, inúmeras competências e habilidades, que dependendo de como são praticadas, determinam o perfil profissional do professor. Na Prática de Ensino surgem indica-dores metodológicos que influenciam na prática educativa nos cursos

(3)

de Licenciatura Plena em Biologia em Roraima. Partindo da proble-mática, os indicadores metodológicos para a Prática de Ensino e suas relações com a Prática Educativa nos cursos de Licenciatura Plena em Biologia, são condizentes com a Prática Educativa necessária ao perfil profissiográfico previsto?

Buscando minimizar ou solucionar a problemática prevista na pes-quisa, desenvolveu-se atividades atendendo ao objetivo de investigar os indicadores metodológicos para a Prática de Ensino e suas relações com a Prática Educativa, conhecendo as percepções dos concluintes dos cursos de Biologia e o atendimento ao perfil profissiográfico do Curso de Biologia nas Instituições de Ensino Superior em Boa Vista/ Roraima/Brasil. Diante da necessidade da realização desta pesquisa, foca-se em direção às Instituições de Ensino Superior no Estado de Roraima, que oferecem o curso de Licenciatura Plena em Biologia, levando em consideração alguns aspectos, como:

• a necessidade de divulgação e discussão dos problemas rela-cionados aos indicadores metodológicos no âmbito escolar, proporcionado assim, soluções pertinentes para suas resolu-ções destes problemas;

• a melhoria da qualidade da prática educativa nos cursos Li-cenciatura Plena em Biologia no Estado de Roraima; e

• a importância de se propor sugestões metodológicas que aprimorem cada vez mais a qualidade tanto da prática quanto educativa e prática de ensino.

Desta forma contribui-se e ao mesmo tempo, possibilita mudanças significativas no Ensino de Biologia, no que diz respeito os indicadores metodológicos que atualmente são praticados em sala de aula, na perspectiva da formação eficaz de cidadãos críticos e aptos na cons-trução de ideias e pensamentos significantes ao dia-a-dia.

2 MARCO TEÓRICO

De acordo com Ribeiro (2007), pode-se definir a Prática educativa, como um fazer ordenado, voltado para o ato educativo, com introdu-ção de um método na aintrodu-ção humana. Entende-se assim que seja é uma ação que exige ao mesmo tempo: planejamento, interação, avaliação e, sobre tudo uma reflexão crítica em relação ao planejamento dessas ações. Isto se pode concretizar, por meio de diversos aspectos que se relacionam de forma complexa.

(4)

um artista, ao fazer do técnico, a pesquisar do cientista, ao modelar do artesão, ao produzir do operário, ao agir do político. Não se pode falar de prática educativa, sem mencionar a formação profissional docente e de quais metodologias estes professores se utilizam em sala de aula.

De forma esquemática, pode-se mencionar três concepção de Prá-tica Educativa, todas vindo das culturas já existente, estas concepções se associam: a primeira a uma arte; a segunda a uma técnica guiada por valores; e a última por uma interação ( TARDIF, 2007).

Neste sentido a Prática de Ensino e a Prática Educativa deve-se manter interligadas, desta forma os professores podem se utilizarem de saberes diferentes para construir sua prática. Segundo Behrens (2003), existem dois modelos de ensino na prática educativa: conser-vador e emergente. Pode-se definir como prática de ensino, um fazer ordenado, que seja totalmente voltado ao ato educativo, que intro-duza um método na ação humana, ou seja, uma ação eficaz que exige planejamento, interação, avaliação e o re-planejamento adequado dessas ações. Neste sentido, acaba se concretizando por variáveis que se inter-relacionam de forma complexa, expressado no micro sistema da sala de aula, de acordo com (ZABALA, 1998). Como indicadores da

prática educativa pode-se citar:

Segundo Kuenzer (1999), ter um perfil desejado de professor é ser um profissional da educação com amplos conhecimentos educacional, sistemas de ensino e da escola (considerando a realidades do contexto histórico-social).

Se estes conceitos forem postos em prática, teremos um nortea-mento adequado da formação do graduado no curso de Biologia. Desta forma, todos tem o dever de capacitar-se em direção a pesquisa e a divulgação de conhecimentos obtidos. Sendo consciente na qualida-de do ensino e consiqualida-derando a preservação da biodiversidaqualida-de como patrimônio da humanidade.

Na prática de ensino, o ensino de Biologia deve na deve somente repassar conhecimentos ao educando e sim fazê-los capaz de superar as adversidades da vida. Desta forma o professor deve proporcionar atividades educacionais com consciências da realidade da atuação, com total conhecimento de conteúdo e promoção de interação aos graduandos, dando-lhes condições de lidar com as adversidades que venham a ocorrer no desenvolver de sua atividade.

3 MARCO METODOLÓGICO

(5)

segundo Creswell (2007) é caracterizada por não se preocupar ditamente com a generalização dos fatos estudados e nem com a re-presentatividade estatística da amostragem. Fatores não prioritários quando se faz análise de concepções de um dado grupo, ela ocorre em um cenário natural, usa métodos múltiplos que são interativos e humanísticos.

Quanto a pesquisa quantitativa ela é o método de pesquisa que se utiliza de técnicas de estatísticas, implicando na construção de inquérito por questionários, possui caráter exploratório estimulando os entrevistados ao pensamento livre, em relação a um objeto ou conceito, nesta pesquisa geralmente os dados são apresentados em forma de quadros, tabelas e gráficos.

Usou-se também o Método Hermenêutico, integrado à Análise de Conteúdos, que segundo Oaigen (1996) se baseia em “categorias principais que dão origem a categorias específicas, construídas pela interpretação das idéias, presentes nas questões abertas, oferecidas para serem respondidas pela amostra”.

Teve como amostra 72 graduandos de Licenciatura Plena em Biolo-gia, que estudaram em 5 Instituições de Educação Superior no Estado de Roraima (UFRR, UERR, ATUAL, CATEDRAL e UNIVIRR) no ano de 2008 e 20 professores destas mesmas instituições.

4 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS

A seguir são apresentados os dados obtidos durante a aplicação dos ICDs e matrizes aos graduandos.

4.1 ICD – 01 INSTRUMENTO PARA COLETA DOS DADOS EM RELAÇÃO AOS INDICADORES METODOLÓGICOS PARA PRÁTICA

EDUCATIVA E DE ENSINO5 INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NO ESTADO DE RORAIMA.

a) CATEGORIA: MOTIVAÇÃO PARA APRENDIZAGEM

Quanto a esta categoria, 55,5% dos graduandos perceberam a moti-vação para aprendizagem como presente em sala de aula. Isso mostra que há de alguma forma, meios e métodos que desperta nos graduan-dos o interesse pelos conteúgraduan-dos ensinagraduan-dos. Apenas 15,2% assinalaram não terem percebido esta motivação nas aulas.

Neste sentido, cabe também ao Estado atuar no sentido de qualifi-car, capacitar e subsidiar tanto os profissionais da educação quanto a prática pedagógica propriamente dita. Segundo Silva (2008), existem

(6)

duas maneiras de promover maior interesse dos alunos ao processo ensino e aprendizagem: “adequar a teoria à realidade e prática so-cial do educando” e “que a educação e/ou os conteúdos trabalhados tenham uma maior proximidade com a realidade de vida do aluno, utilização de metodologias variadas”.

b) CATEGORIA: FORMAÇÃO DOCENTE

De acordo com 55,5% dos graduandos, a maior parte dos profes-sores possuem Formação docente, isso mostra que os profesprofes-sores se importam com o aprendizado dos graduandos e se preocupam em aperfeiçoamento educacional, visando uma melhor qualidade de ensino aos educandos. Para 34,7% dos graduandos, esta formação existe apenas em parte. Neste sentido, ha necessidade por partes dos educadores, um acompanhamento melhor em relação as tecnologias educacionais, assim como as instituições proporcionarem capacitação aos professores. Só assim teriam condições de seguir as tendências que se evolui cada vez mais.

c) CATEGORIA: CONTEÚDOS DE ENSINO

Para 65,2% dos graduandos, há somente transmissão de conteúdo em sala de aula, o importante é ressaltar que apenas 6% não perce-beram esta prática sendo inserida no contexto escolar. Nota-se que existe certa flexibilidade na mudança de conteúdo. Isto proporciona maior qualidade de ensino, fazendo com que o educador transmita bem o conteúdo ao educando, e conseqüentemente lhe proporcione melhor possibilidades de aprendizagem. Existe por parte dos profes-sores, a preocupação em contextualizar o conteúdo trabalhado para a realidade do aluno.

d) CATEGORIA: METODOLOGIAS ADEQUADAS EM SALAS DE AULA Pode-se afirmar que para 47,2 % dos graduandos as metodologias praticadas nas instituições estão de forma adequada, enquanto que 38,8%, perceberam esta categoria apenas sendo utilizadas em parte, o que importa em dizer que 86% dos graduandos de forma direta ou indireta perceberam esta categoria sendo posta em prática.

Há necessidade, que seja adotada pelas escolas, metodologias diferenciadas em sala de aula, visando um melhor aprendizado do aluno, como brincadeiras e jogos do cotidiano dos alunos, com meios e métodos pertinentes que os proporcionem a estudar.

e) CATEGORIA: EMPREGO DE NOVAS TECNOLOGIAS

(7)

Tecnolo-gias em sala de aula. Quanto aos recursos tecnológicos utilizados em sala de aula, apenas 34,7% relataram a existência em sala de aula. O que chama atenção é o fato de 50% não ter observado esta categoria presente em sala de aula, uma constatação da realidade das Institui-ções de Ensino Superior em Roraima.

De acordo com Sathler, (2003): a tecnologia não soluciona todos os problemas e carências educacionais, mas como instrumento facili-tador para a busca de caminhos. As tecnologias são responsáveis por trazerem novos níveis de complexidade, competitividade e constantes mudanças em todos os níveis de aprendizagem. Mas só terão sentido por mudança de postura pedagógica do professor e com pensamento partindo de sua própria prática, concepção de exploração e represen-tação do mundo.

f) CATEGORIA: TIPO DE AVALIAÇÃO

De acordo com os dados coletados, 28% dos graduandos, a ava-liação se encontra presente nas Instituições. Na divisão entre os in-dicadores, 31,9% informaram ter percebido a ocorrência da avaliação qualitativa, 40,2% da quantitativa, 16,2% a auto-avaliação e 25% a hetero-avaliação. Assim pode-se afirmar que o tipo de avaliação mais utilizada nas Instituições de Ensino Superior de Roraima é de maneira quantitativa.

Segundo os graduandos, a avaliação quantitativa requer menos trabalho ao professor, enquanto que a qualitativa leva a gastar mais tempo lendo e interpretando textos e respostas dados pelos educan-dos nas perguntas abertas aplicadas nas provas, sendo este, para os graduandos, o principal motivo pelo qual os educadores optem pelas avaliações quantitativas.

g) CATEGORIA: PRESENÇA DA COMUNIDADE NA ESCOLA

Para esta categoria, de acordo com 55,5% dos graduandos, a comu-nidade está presente no âmbito escolar, o que mostra que neste caso comunidade e escola vem caminhando juntos, em prol do aprendizado do aluno. Há necessidade de que professores pais, alunos e comu-nidade de uma forma geral, vivenciem com mais responsabilidade o processo de ensino e aprendizagem dentro da comunidade escolar. Existem desafios à serem superados entre eles pode-se citar: a falta de integração entre os profissionais, a baixa estima de alunos e pro-fessores e a pequena participação dos pais no processo de ensino e aprendizagem.

(8)

NECESSIDADES ESPECIAIS

Nesta categoria apenas 35% dos graduandos percebeu que é ofere-cido aos alunos esse tipo de atendimento diferenciado, o que mostra em muitos casos a falta de profissionais capacitados para atender quem está precisando de ajuda. Existem situações em que ter algum tipo de problema ou dificuldade de aprendizagem, é ficar sem nenhum tipo de auxilio educacional em sala de aula.

O impressionante é que 50% dos graduandos, relataram que não possui atendimento diferenciado na sala de aula. Neste sentido, torna--se importante que as instituições de ensino, proporcionem o quanto antes melhores condições de atendimento aos alunos que por qual-quer motivo, precisem de atendimento diferenciado. De acordo com os graduandos, as instituições pesquisadas de uma forma geral estão apropriadas para recebê-los , deixando a desejar apenas em relação ao aspecto pedagógico.

4.2 ICD 02: INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS UTILIZADOS NA PESQUISA, DIRECIONADOS AOS GRADUANDOS, EM

RELAÇÃO AS QUESTÕES ABERTAS.

QUESTÃO – 01: NA SUA OPINIÃO QUAIS SÃO AS METODOLOGIAS DE ENSINO PRATICADAS NAS INSTITUIÇÕES SUPERIORES EM RORAIMA?

Entre as três mais citadas, a que mais se destacou foi a “Muita reprodução de conhecimentos”, com 19% das metodologias citadas, o que mostra que a produção de conhecimento não vem sendo pos-ta em prática como deveria. Reproduzir conhecimento é colocar os graduandos decontra mão ao processo de ensino e aprendizagem, é preciso que se acabe com o método “arcaico” de ensinamento com a antiga metodologia de ensinar somente por questionários, a “decoreb” de matérias, sem o estabelecimento de relações, além de dificultar o aprendizado do aluno.

Depois foi mencionada a Aplicação de conteúdos por aulas total-mente expositivas, com 16% das citações. Em relação às aulas exposi-tivas, há quem as defende e outros que criticam, no entanto se torna importante que se considere os dois lados. Para Godoy (1997), as aulas expositivas têm sido criticadas por estimularem aprendizagens repro-dutivas, já que o conteúdo é apresentado na sua forma final.

Em seguida, surgiu com 14% das citações, o Uso dependente dos livros na aprendizagem. Infelizmente, ainda existem professores que são totalmente dependentes somente dos livros. Segundo Romanatto (2008), a preocupação com os livros didáticos se inicia com a

(9)

Legisla-ção do Livro Didático, “nesse período o livro era uma ferramenta da educação política e ideológica”. Para o autor, os professores faziam a escolha dos livros a partir de uma lista pré-determinada na base dessa regulamentação legal, Art. 208, Inciso VII da Constituição Federal do Brasil.

QUESTÃO 02: CITE 5 EXEMPLOS DE METODOLOGIAS DE ENSINO QUE DEVERIAM SER PRATICADAS NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR EM RORAIMA.

Considerando as três respostas mais mencionadas, quem mais se destacou foi à Produção de conhecimento, para 13% dos graduandos, é preciso que se adotem mais metodologias que promovam a produ-ção de conhecimento. Vale lembrar que a Produprodu-ção de conhecimento trata-se de uma perspectiva epistemológica e educacional, que se desdobra numa dimensão didático-pedagógica, portanto, em possi-bilidades metodológicas.

O que de fato é um aspecto que realmente precisa que seja dada uma importância relevante para uma formação dos estudantes e o desenvolvimento do Brasil. Neste sentido, Giazza1 ressalta que os investimentos governamentais na área de pesquisa científica, princi-palmente para as instituições de ensino privado, não são suficientes.

Em seguida foi destacada com 11% das citações, as aulas práticas, palestras com especialistas nas disciplinas, seminários x práticas. Neste sentido, a importância do trabalho prático é inquestionável na disciplina de Biologia, no entanto, os aspectos formativos das ativida-des práticas experimentais estão de certa forma negligenciada, muitas vezes, ao caráter superficial, mecânico e repetitivo em detrimentos aos aprendizados teórico-práticos que se mostrem dinâmico, processuais e significativos.

A terceira metodologia mencionada foi o Estudo Dirigido com 10% das citações. Vale ressaltar que os estudos dirigidos, não devem ser considerados como um fato educativo isolado, mas sim, uma con-cepção pedagógica e a continuidade de ações de todo o processo educacional de ensino e aprendizagem.

1 Professor e coordenador do núcleo de pesquisa e Extensão da Univer-sidade de salvador (Unifacs).

(10)

QUESTÃO 03: APRESENTE CINCO SUGESTÕES PARA QUE AS METO-DOLOGIAS DE ENSINO PRATICADAS NAS INSTITUIÇÕES SUPERIORES EM RORAIMA SEJAM REALIZADAS DE FORMA SATISFATÓRIAS.

No que se refere as três que mais foram mencionadas, pode-se mencionar: Trabalhar com mais produção de conhecimento, o que leva nos leva a entender que há necessidade de melhores meios e métodos adequados de produção de conhecimento. No entanto, para Thiecker (2008), a construção de conhecimentos só é possível se as pessoas envolvidas estiverem conscientes de que isso seja um importante passo para transformação da realidade social.

Depois, para com 13% dos graduandos devem se equipar as uni-versidades com laboratórios adequados para pesquisas e análises. O que de fato precisa ser feito com urgência e de forma responsável, até por que, na realidade os laboratórios das instituições pesquisadas e de uma forma geral, estão passando por uma estruturação no que diz respeito tanto as Novas Tecnologias, quantos aos equipamentos laboratoriais para as análises.

Em relação aos conteúdos, para 11% das citações, aparecem o Trabalhar com conteúdos da realidade dos alunos e melhoramento das propostas de trabalho educacionais das instituições. É importante que se trabalhe com conteúdos da realidade dos alunos, eliminando problemas como: falta de comprometimento dos alunos; indisciplina e desmotivação , principalmente entre os alunos que tem mais difi-culdade de aprender.

4.3 MATRIZ ANALÍTICA – INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS 02/08 – ENTREVISTA

Neste instrumento elaborou-se uma entrevista, levando em consi-deração, os indicadores metodológicos mencionados, relacionando-os com os perfis existentes nas Instituições, quanto à formação do gradu-ando. Desta entrevista, participaram os graduados que já concluíram a licenciatura Plena em Biologia, Professores Formadores dos Cursos de licenciatura Plena em Biologia e os graduandos dos Cursos de Li-cenciatura Plena em Biologia.

(11)

MA TRIZ ANALÍTICA Indic ador es da Pr átic a E duc ativ a, Pr átic a de E nsino e do P erfil P rofis sio -gr áfic o OPINIÕE S DOS AL UNOS QUE JÁ C ONCL UÍRAM / PR OFE SSORE S F ORMADORE S/ E GRE SSOS Alunos que já c oncluír am Pr of es sor es F ormador es Alunos E gr es sos O tipo de a va lia -ção pr atic ada em sa la de aul a pel os pr of es sor es do seu cu rs o. Como er a o tipo de a va liaç ão pr atic ada em s al a de aul a pe -los pr of es sor es do seu c ur so ? Que tipo de a va liaç ão v oc ê pr atic a em s al a de aul a? Como é o tipo de a va liaç ão pr atic ada em s al a de aul a pe -los pr of es sor es do seu c ur so ? Seminários e R el at órios - 25 % ; P ro va s escrit as - 20%; P ro va or al - 10%; Ex er cícios a va liati -vos - 10%; Aul as pr átic as - 10%; Resenha s e P esquis as - 10%; Pr ov as Objetiv as e Subjetiv as

- 10%; A maioria por disciplina e/ou c

ont eúdo - 05 % Individuais e ou c ol etiv as – 25 %; Ex er cícios – 1%; T rab alhos e seminários – 20% ; Av aliaç ão escrit a – 15 %; P articip aç ão do aluno em s al a de aul a – 30%. Pr ov as escrit as – 25 %;Seminá -rios – 20%; R el at órios - 15 %; Pr ov a or al – 10%; Aul as pr áti -ca s – 10%; P or meio da int ernet – 10%; R esenha s 5 %; P esqui -sas 5 % . Se os c ont eúdos de ensino apli -cados em s al a de aul a, s ão c on -diz ent es c om a re alidade em que voc ê vivia. Os c ont

eúdos de ensino apli

-cados em s al a de aul a, er am condiz ent es c om a r ea lidade em que v oc ê vivia ? Justifique: Os C ont eúdos de E nsino que voc ê aplic a em s al a de aul a, são c ondiz ent es c om a r ea lida -de dos gr aduandos ? Justifique: Os c ont

eúos de ensino apli

-cados em s al a de aul a, s ão condiz ent es c om a r ea lidade em que v oc ê viv e? Justifique:

(12)

Se os c ont eúdos de ensino apli -cados em s al a de aul a, s ão c on -diz ent es c om a re alidade em que voc ê vivia. Sim. T al ve z por mor ar na Ama -zônia l eg al , muit as disciplina s volt ada s p ar a ár ea t enham um en vol viment o maior , a lém da s disciplina s b ásic as que não f og em muit o do c ont ext o

– 20%; Uma minoria sim

10%; A maioria sim 35 %; Sim. Os doc ent es sempr e aplic av am os cont eúdos c om a r ea lidade do aluno 25 %; Não . P ouquís simo cont eúdo tinha r el aç ão dir et a com o c otidiano pr ofis siona l ou pes so a do a luno – 10 %. Sim. P ois os c ont eúdos sem -pr e est ão bem pr óximo ao c oti -diano dos a lunos – 50%. Sim. T ent a-se ao máximo est abel ec er r el aç ões entr e o cont eúdo t eóric o e a r ea lidade de c ada a luno – 30%. Sim. E m a lg uns c asos, por quest ões de c urríc ul o, há a lg u-ma s dist or ções - 20%. Sim. C om a lg uma s e xc eç ões de a lg uns t ema s t ot alment e for a do c ont ext o em r el aç ão a nos sa r egião – 20%; Não . Muit os c ont eúdos v olt ados ex clusiv ament e p ar a ár ea da saúde – 5

%; Uma minoria sim,

a maioria não – 10%; A maioria sim, a maioria não – 30%; Sim. Todos os c

ont eúdos de c ert a forma f az em p art e do nos so dia a dia – . 35 %. Quais a s T ecnol o-gia s empr eg ada s pel os pr of es sor es em s al a de aul a. Quais er am a s T ecnol ogia s empr eg ada s pel os pr of es sor es, em s al a de aul a? Quais s ão a s T ecnol ogia s que voc ê utiliz a p ar a l ecionar ? Quais s ão a s T ecnol ogia s empr eg ada s pel os pr of es sor es, em s al a de aul a? Retr opr ojet or - 20%; D at a show e C omput ador – 20%; Micr os -cópios – 10%; V ídeos 20%; Pa lestr as – 10%; Quadr o-giz – 10%; Aul as e xpositiv as – 10%. Dat a show -35 %; F ilmes - 10%; Int ernet – 25 %; labor at ório – 30%. Dat a show – 25; C omput ador – 25; Micr osc ópios - 20% V ídeos – 5 %; Int ernet – 20%; P lat af orma par a c onf er ência - 5 %.

(13)

Tr at ament o aos gr aduandos c om nec es sidades de at endiment os dif er enciados (seja por pr obl ema s de indisciplina, difi -cul dade de apr en -diz ag em, audiç ão , vis ão , c adeir ant e, entr e outr os).

Como a sua Instituiç

ão at endia os gr aduandos c om nec es sida -des de at endiment os dif er en -ciados ?

Como a sua Instituiç

ão at ende os gr aduandos c om nec es sida -des de at endiment os dif er en -ciados ?

Como a sua Instituiç

ão at ende os gr aduandos c om nec es sida -des de at endiment os dif er en -ciados ? Com r el aç ão a s dific ul dades de apr endiz ag em, f azia -se um c a-lendário , cr onogr ama de at en -diment o. Ma s nem sempr e ist o er a c umprido – 25 %; A Institui -ção of er ecia adapt aç ão p ar a os mesmos em t odos os esp aç os – 35; Dentr o do pos sív el e de ac or do c oma r ea lidade indi -vidua l do a luno , at endiment o ac orria de f orma c ondiz ent e a amb as a s p art es – 40%. Instituiç ão c ont a c om ac es so facilit ado (incluindo el ev a-dor es) p ar a c adeir ant es 35 %; Cur so de LIBRA p ar a os pr of es -sor es (incluindo p ar a os a lunos da lic enciatur a em Biol ogia) – 20%; C ur so de c ap acit aç ão p ar a pr ofis sionais que tr ab alham com pes so as c om nec es sida -des especiais. Com f ormaç ão de grupos de estudos p ar a que ha ja int er a-tividade e aut omatic ament e uma melhor c ompr eens ão do c ont eúdo -25 %; P ar a os ca sos especiais é tr ab alhado cada c aso individua lment e, pr opor cionando inclus ão dos alunos c om a Instituiç ão e seus membr os – 35 %; Todos os que têm nec es sidades especiais são at endidos c om r espeit os e dignidade no âmbit o esc o-lar , por pr ofis sionais que s ão cap acit ados. Motiv aç ão p ar a apr endiz ag em dur ant e a s aul as re aliz ada s? Ha via por p art e dos educ ado -res em r el aç ão aos gr aduan -dos, a lg um tipo de motiv aç ão par a apr endiz ag em dur ant e a s aul as r ea liz ada s? Voc ê pr opor ciona aos a lunos, alg um tipo de motiv aç ão p ar a apr endiz ag em dur ant e a s au -la s? Quais ? Há por p art e dos educ ador es em r el aç ão aos gr aduandos, alg um tipo de motiv aç ão p ar a apr endiz ag em dur ant e a s aul as re aliz ada s?

(14)

Motiv aç ão p ar a apr endiz ag em dur ant e a s aul as re aliz ada s? Sim. Apena s c om p al avr as de inc entiv o – 35 %; Sim. C obr anç a na s aul as pr átic as – 25 %; Sim.

Por medo (diz

endo que a dis

-ciplina er a dif ícil , e que muit os poderiam fic ar r epr ov ados) – 25 %; Sim, a s c on vencionais “ se estiv er pr ep ar ado ir á p as sar comig o” . Pr omo vo disc us sões em s al a de aul a e questionament os sobr e det erminado c ont eúdo par a os a lunos r efl etir em em sa la – 30%; Inc entiv o a f al a do aluno – 10%; P rátic as e dinâ -mic as p ar a motiv ar a apr endi -za gem – 20%; P roc ur o mescl ar aul as e xpositiv as c om aul as pr átic as, r esoluç ão de e xer cí -cios – 25 %; Apr esent aç ão de filmes r el acionados ao c ont eú -do aplic ado – 15 %. Sim. Apena s c om p al avr as el ogios – 30%; P ront o apoio ao educ ando c om dific ul dade na apr endiz ag em – 20%; E nvio de mens ag ens inc entiv o – 10%; Equipe de pr of es sor es e pe -da gógic a se dispondo sempr e a a judar em t oda s a s hor as – 40%. Particip aç ão da Comunidade Uni -ver sit ária, no pr o-ces so de ensino e apr endiz ag em ? Como oc orria a p articip aç ão da Comunidade Univ er sit ária, no pr oc es so de ensino e apr endi -za ge m ? Como oc orr e a p articip aç ão da Comunidade Univ er sit ária, no pr oc es so de ensino e apr endi -za ge m ? Como oc orr e a p articip aç ão da Comunidade Univ er sit ária, no pr oc es so de ensino e apr endi -za ge m ?

(15)

Particip aç ão da Comunidade Uni -ver sit ária, no pr o-ces so de ensino e apr endiz ag em ? Tant o ac adêmic os quant os doc ent e tinham c ompr omis so em tudo que er a pr opost o – 20%; E st a p articip aç ão oc orria

por meio da int

er aç ão – 35 %; Const ância s de mini-c ur sos – 15; E vent os inf ormativ os – 10%; Divulg aç ão dos c ur sos e congr es sos – 20%. Atr av és da p articip aç ão e int e-ratividade – 25 %; Nos e vent os ac adêmic os pr omo vidos pel as turma s – 35 %; P or meio da r e-aliz aç ão dos c ur sos e c ongr es -sos – 40%.

Por meio do ambient

e de apr endiz ag em na int ernet – 20%; D

ando opiniões e sug

eri -do idéia s no intuit o de f acilit ar o pr oc es so de ensino e apr en -diz ag em – 30%; Muit a int er aç ão entr e t oda s a s p art es – 25 %; Divulg aç ão de seus e vent os, cur sos e c ongr es sos - 25 %. Quais a s Met odo -logia s de E nsino pr atic ada s em s al a de aul a. As Met odol ogia s de E nsino pr atic ada s em s al a de aul a, er am adequada s a pr opor cio -nar aos gr aduandos um ensino de qua lidade ? As Met odol ogia s de E nsino pr atic ada s em s al a de aul a são adequada s a pr opor cionar aos gr aduandos um ensino de qua lidade ? Justifique: As Met odol ogia s de E nsino pr atic ada s em s al a de aul a, são adequada s a pr opor cionar aos gr aduandos um ensino de qua lidade ? Sim. P or que os pr of es sor es tinham o c ompr omis so c om um ensino de qua lidade – 35 %; Às ve zes. Deix ou a desejar por f al -ta de um l abor at ório adequa -do – 20%; E m p art e. Acr edit o que c ondut a dos educ ador es e condiç ões estrutur ais e admi -nistr ativ as dos dep art ament os, ao melhor ar , melhor aria t al adequaç ão – 4 5%. Sim. P roc ur a-se t ornar a aul a dinâmic a e p articip ativ a atr a-vés de disc us sões – 5 5%; Sim. Há r efl ex ões em s al a de aul a, na s aul as e xpositiv as mescl a-da s c om aul as pr átic as e uso de dif er ent es f orma s t ecnol o-gia s – 4 5%. Alg uma s sim, outr as não – 15; Sim. T oda s (dir et a ou indir e-tament e) c ontribuem pr a que is so ac ont eç a – 40%; T oda s não . F alt am aquel as que usem com maior fr eqüência os l abo -rat órios – 20%; E m p art e. Há nec es

sidade de maior quanti

-dade de aul as pr átic a – 25 %.

(16)

Formaç ão doc ent e Quant o a F ormaç ão Doc ent e, os pr ofis

sionais que atua

vam no ensino de Biol ogia, est av am lecionando dentr o de sua ár ea de c onheciment o? Quant o a sua F ormaç ão Doc ent e, v oc ê est á l ecionan -do dentr o da sua ár ea de conheciment o? Quant o a F ormaç ão Doc ent e, os pr ofis

sionais que atuam

no ensino de Biol ogia, est ão lecionando dentr o de sua ár ea de c onheciment o? Sim. P or que a maioria s ão do quadr o ef etiv o da Instituiç ão – 25 %; Sim. Apena s uma mino

-ria que não er

am do quadr o ef etiv o ( os chamados horist as) – 20%; Uma bo a p art e não . P ois muit os só t êm especia liz aç ão e inf elizment e ainda há que só tem gr aduaç ão l ecionando à gr aduandos – 15 %; Sim. T odos est ão dentr o da sua ár ea da atuaç ão – 40%. Sim – 85 % e Não – 15 %. Sim. T odos pos suem gr adua -ção em Biol ogia, a lg uns t êm mestr ado e outr os dout or ados – 40%; Sim. P ar a c ada c adei -ra t em um pr ofis siona l c om especia liz aç ão na ár ea – 25 %; Sim. P or que a maioria s ão do quadr o ef etiv o da Instituiç ão-20%; Na gr

ande maioria. Ainda

há a

lg

uns sem especia

liz aç ão na ár ea - 15 %.

(17)

4.4 MATRIZ – ANALÍTICA INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS–03/08

Matriz Analítica dos Indicadores Metodológicos relacionados com os princípios da Prática Educativa, da Prática de Ensino e do perfil profissiográfico.

Neste instrumento elaborou-se uma Matriz Analítica, considerando os indicadores metodológicos presentes em sala de aula, relacionan-do-os com os princípios da Prática Educativa, da Prática de Ensino e do perfil profissiográfico existente. Este instrumento foi construído a partir das opiniões dos alunos, Professores Formadores e Egressos, contidas na entrevista realizada quando da realização do ICD-02.

(18)

INDICADORE S D A PRÁ TICA EDU -CA TIV A, PRÁ TICA DE ENSINO E DO PERFIL PR OFIS SIO -GRÁFIC O. PRÁ TICA EDUCA TIV A PRÁ TICA DE ENSINO PERFIL DO PR OFE SSOR O tipo de a va lia -ção pr atic ada em sa la de aul a. Av aliaç ões s

ão por meio de

Seminários, R el at órios, R ese -nha s, P esquis as na int ernet , objetiv as e subjetiv as, sendo

a maioria por disciplina e/

ou cont eúdo . Av aliaç ões ac ont ec em por meio de P ro va s escrit as, P ro va s or ais, Ex er cícios a va liativ os e Aul as pr átic as. Quant o ao perfil do pr of es sor , est es tr ab alham a a va liaç ão com seus a lunos de f orma Individuais e ou c ol etiv as, Ex er cícios, T rab alhos e se -minários, Av aliaç ão escrit a e Particip aç ão do a luno em s al a de aul a. Cont eúdos de en -sino aplic ados em sa la de aul a Cont eúdos v olt ados dir et a-ment e ao c ont ext o esc ol ar da re alidade dos a lunos. C on -teúdos sempr e aplic ados de ac or do c om a r ea lidade dos gr aduandos de f orma c ont ex -tua liz ada. Pouquís simos c ont eúdos t êm rel aç ão dir et a c om o c otidiano pr ofis siona l ou pes so al do a lu -no , oc orr em em muit os c asos tema s desc ont extua liz ados com apena s tr ansmis são de conheciment o. Os pr ofis sionais t ent am o máximo est abel ec er r el aç ões entr e o c ont eúdo t eóric o e a r ea lidade de c ada a luno; as maioria s dos c ont eúdos sempr e est ão bem pr óximos ao c otidiano dos a lunos e em alg uns c

asos ( por quest

ões de curríc ul o) há a lg uma s dist or -ções de c ont eúdos.

(19)

Tecnol ogia s em -pr eg ada s pel os pr of es sor es em sa la de aul a Aul as c om D at a-show , C ompu -tador es, Micr osc ópios, V ídeos, Pa lestr as, P lat af orma p ar a conf er ência e P al estr as educ

a-cionais e uso da int

ernet . Na maioria da s aul as e xist e apena s o uso de mat eriais como , R etr opr ojet or , Aul as expositiv as e Quadr o-giz, sem condiç ões t ot alment e f av or áv el à um ensino de qua lidade . A gr ande maioria tr ab alha c om Dat a-show , C omput ador es, Micr osc ópios, V ídeos, P al estr as e P al estr as educ acionais e uso da int ernet . No ent ant o uma minoria us a apena s o R etr o-pr ojet or , Aul as e xpositiv as e Quadr o-giz, c omo f err ament as educ acionais. Tr at ament o aos gr aduandos c om nec es sidades de at endiment os di -fer enciados (seja por pr obl ema s de indisciplina, difi -cul dade de apr en -diz ag em, audiç ão , vis ão , c adeir ant es, entr e outr os). A Instituiç ão of er ec e-os adap -taç ão em t odos os esp aç os, há f ormaç ão de grupos de estudos p ar a que ha ja int er a-tividade e aut omatic ament e uma melhor c ompr eens ão do cont eúdo e t odos s ão at endi -dos c om r espeit o e dignidade no âmbit o esc ol ar . Deix a à desejar em a spect os como em c asos em que os at endiment os não oc orr em de forma s atisf at ória aos gr a-duandos. E c

asos onde não

há nenhum tipo de ac es so f aci -lit ado (incluindo el ev ador es e ramp as) p ar a c adeir ant es. Os pr of es sor es c ont am c om suport e de C ur so de LIBRA (incluindo p ar a os a lunos da li -cenciatur a em Biol ogia); C ur so de c ap acit aç ão p ar a pr ofis sio -nais que tr ab alham c om pes so -as c om nec es sidades especiais e em a lg uns c asos a Instituiç ão cont a c om ac es so f acilit ado (incluindo el ev ador es) p ar a cadeir ant es.

(20)

Motiv aç ão p ar a apr endiz ag em dur ant e a s aul as re aliz ada s? Est a motiv aç ão oc orr e c om pa la vr as de inc entiv o; P ront o apoio do pr of es sor ao edu -cando c om dific ul dade na apr endiz ag em; e t ant o uma de pr of es sor es quant o uma equipe peda gógic a se dispõe à a judar os gr aduandos em toda s a s hor as. A maioria da s motiv aç ões oc orr e apena s c om p al avr as el ogios e inc entiv os; C obr anç a na s aul as pr átic as; P or medo (diz

endo que a disciplina é di

-fícil , e que muit os podem fic ar repr ov ados) e a s c on vencionais “se estiv er em pr ep ar ado ir ão pa ss ar c omig o” . A maioria dos pr ofis sionais pr omo ve: disc us sões em s al a de aul a; Questionament os sobr e det erminado c ont eúdo par a os a lunos r efl etir em em sal a; Inc entiv o à f al a do a luno; P ráti -ca s e dinâmic as p ar a motiv ar a apr endiz ag em; P roc ur am mescl ar aul as e xpositiv as c om aul as pr átic as, r esoluç ão de ex er cícios. Particip aç ão da Comunidade Uni -ver sit ária, no pr o-ces so de ensino e apr endiz ag em ?

Por meio dos c

ompr omis sos pr opost os, int er aç ão , c onst ân -cia s de mini-c ur sos, e vent os inf ormativ os, divulg aç ão dos cur sos e c ongr es sos; Atr av és da p articip aç ão individua l e nem t ão int er ati -vist a nos e vent os ac adêmic os pr omo vidos pel as turma s ou na s r ea liz aç ões dos c ur sos e congr es sos Tr ab alham int er agindo por meio do ambient e de apr en -diz ag em na int ernet , dando opiniões e sug erido idéia s, f a-cilit ando o pr oc es so de ensino e apr endiz ag em. As sim c omo , na s divulg aç ões dos e vent os.

(21)

Met odol ogia s de Ensino pr atic ada s em s al a de aul a. Pr of es sor es c om c ompr omis so de um ensino c om qua lidade , que c om a c ondut a dos educ a-dor es e c ondiç ões estrutur ais e administr ativ as dos dep ar -tament os, melhor ar c ada v ez mais est a met odol ogia s de ensino . Met odol ogia s individua list as, com a f alt a daquel as que se use c om maior fr eqüência os labor at órios. Ou at é mesmo a fa lta de l abor at órios adequa -dos, a ssim c omo a nec es sidade

de maior quantidade de aul

as pr átic a. Pr oc ur am sempr e t ornar a aul a dinâmic a e p articip ativ a, atr av és de disc us sões, c om r e-fle xões em s al a de aul a, aul as expositiv as mescl ada s c om au -la s pr átic as e uso de dif er ent es tecnol ogia s. Formaç ão doc ent e Pr of es sor c omo mediador do conheciment o, c ont extua liz ado e c om c ompr omis so em r el

a-ção ao ensino e apr

endiz ag em Pr of es sor c omo tr ansmis sor e não mediador do c onhecimen -to , desc ont extua liz ado e c om pouc o c ompr omis so em r el

a-ção ao ensino e apr

endiz ag em. O perfil da f ormaç ão doc ent e dos pr ofis sionais s ão c on -diz ent es c om a r ea lidade de ensino , pois de ac or do c om a pesquis a 90% dos pr of es sor es est ão l ecionando dentr o de sua s ár ea s de f ormaç ão , e s ão educ ador es c om c ompr omis so com a qua

lidade de ensino que

é l

ecionado na

s instituiç

(22)

CONSIDERAÇÕES FINAIS

De acordo com os dados analisados pode-se afirmar que os pro-fessores demonstram, em suas práticas pedagógicas, possuírem uma forma particular de organização de seus conhecimentos em relação formação acadêmica e profissional, suas experiências e implementa-ções de políticas públicas para a educação. No entanto, há necessidade de se apropriar e produzir conhecimentos por meio das pesquisas, enquanto meio ativo para este processo em todos os níveis escolares, desta forma, amplia a capacidade de compreensão dos professores quanto à relação entre educação e sociedade.

Pode-se neste caso, responder a questão norteadora da pesqui-sa, assim, e tendo por base as concepções dos graduandos pode-se afirmar que:

a) os indicadores metodológicos praticados nas Instituições de Ensino Superior em Roraima vêm sendo introduzidos de for-ma significativa. É necessário, portanto, for-mais incentivo e res-ponsabilidade tanto de autoridades competentes quanto dos educadores, quanto a proporcionar aos graduandos, metodo-logias que lhes oportunizem melhor qualidade de ensino. b) há necessidade de maior investimento das instituições e

pro-fessores em relação à formação continuada, assim todos es-tariam empenhados por melhorias na construção do saber no desenvolvimento do educando;

c) apesar dos problemas existentes, ainda existe educadores competentes, qualificados e prontos a oferecer condições de ensino e aprendizagem cada vez melhor aos educandos, com consciência de seus papeis na educação e que estão preocu-pados com a qualidade de ensino utilizados nas escolas; d) existe o desenvolvimento de pesquisas, assim como produção

de conhecimentos. Com necessidade de avanço metodológico desta produção cada vez melhor,

e) ficou claro que ha um índice elevado de reprodução de co-nhecimento.

Em relação às percepções dos graduandos dos cursos de Biologia, diante dos indicadores metodológicos da prática educativa e prática de ensino, existe em sala de aula a transmissão de conteúdo. No entanto, ainda é baixo índice de metodologias que proporcionem a produção de conhecimento, o que acontece infelizmente na maior parte das universidades é ainda a mera reprodução de conhecimento.

(23)

É valido mencionar que os indicadores existentes hoje nas ins-tituições condizentes com a prática educativa. Visto que a maioria contribui para uma melhor qualidade de ensino, no entanto, ainda deixam a desejar em relação aos métodos como são aplicados em sala de aula. Pode-se dizer que o Ensino de Biologia tem uma base sólida baseada nos princípios e teorias da Biologia. Sendo capaz de lidar tanto em nível técnico quanto experimental, na elaboração e execução dos projetos, assim como relacionar ciência, tecnologia e sociedade. Levando em consideração que este perfil está estruturado nos aspectos epistemológicos, metodológicos, filosóficos, sociológicos.

REFERÊNCIAS

BEHRENS, Marilda Aparecida. O paradigma emergente e a prática pedagógica. Curi-tiba: Champgnat, 2003.

CRESWELL, J. C. Projeto de Pesquisa: métodos qualitativa, quantitativo e misto. 2 ed Porto Alegre: Artmed, 2007.

GODOY, Arilda Schmidt. Revendo a Aula Expositiva. In: MOREIRA, D. A. (org.), Didá-tica do ensino superior: técnicas e tendências, São Paulo, Pioneira, 1997

KUENZER, A. Z. . O Ensino Médio Agora é para a Vida: entre o pretendido, o dito e o

feito. In: 22ª Reunião Anual da ANPED, 1999, Curitiba – PR

OAIGEN, Edson Roberto. Atividades extraclasse e não-formais: uma política para formação do Pesquisador. Chapecó: Grifos, 1996.

RIBEIRO, Marinalva Lopes. SOARES, Sandra Regina. A prática educativa nas

repre-sentações de docentes de cursos de licenciatura. Sitientibus, Feira de Santana, n.37,

p.173-193, jul./dez. 2007

ROMANATTO, Mauro Carlos. O Livro Didático: alcances e limites. Disponível em http://www.sbempaulista.org.br/epem/anais/mesas_redondas/mr19-Mauro.doc. Acesso em 10/04/2008.

SATHLER, L. Gestão de novas tecnologias no contexto educacional. In BARIAN SILVA, Geenes Alves da. motivação: em busca do conhecimento. Aluno do 4º ano do Curso de História da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras do Centro Universitário de Patos de Minas – UNIPAM/FEPAM, 2008.

TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 4ª ed. Petrópolis: Vozes. 2002.

Referências

Documentos relacionados

•   O  material  a  seguir  consiste  de  adaptações  e  extensões  dos  originais  gentilmente  cedidos  pelo 

A Tabela 3 apresenta os resultados de resistência ao impacto Izod e as caracterizações térmicas apresentadas em função dos ensaios de HDT, temperatura Vicat e a taxa de queima do

Deste modo, o adequado zoneamento e sua observância são fundamentais para a conciliação da preservação ou conservação de espécies, hábitats e paisagens dentre outras e

§ 4º Após o pagamento da jóia, toda vez que houver solicitação de nova alteração de cônjuge ou companheiro(a) será feita avaliação atuarial para apurar se existe

5.13 Para a 3ª Etapa – Entrevista, serão convocados os 3 (três) candidatos com maior pontuação, para cada vaga, ou todos se em menor número, e desde que não eliminados, que

O expediente eleitoral, contendo uma via da Ata da Eleição, do Quadro de Obreiros, da Lista de Votantes e as cédulas eleitorais para eleição da Administração da Loja e para

17 CORTE IDH. Caso Castañeda Gutman vs.. restrição ao lançamento de uma candidatura a cargo político pode demandar o enfrentamento de temas de ordem histórica, social e política

O enfermeiro, como integrante da equipe multidisciplinar em saúde, possui respaldo ético legal e técnico cientifico para atuar junto ao paciente portador de feridas, da avaliação