O Sistema de triagem de Manchester e novos modelos de gestão em serviços de
urgência
“A teoria dos germes de Louis Pasteur é uma ridícula ficção”
(Pierre Pochet, professor de Fisiologia em Toulouse, 1872)
“Quando a Exposição de Paris se encerrar, ninguém mais ouvirá falar em luz elétrica”
(Erasmus Wilson, da Universidade de Oxford, 1879)
“O cinema será encarado por algum tempo como uma curiosidade científica, mas não terá futuro comercial”
(Auguste Lumière, 1895, a respeito de seu próprio invento)
“O Raio-X é uma mistificação”
(Lord Kelvin, físico e presidente da British Royal Society of Science, 1900)
“Recuso-me a acreditar que um submarino faça outra coisa além de afundar no mar e asfixiar sua tripulação”
(H.G.Wells, escritor inglês, 1902)
“O avião é um invento interessante, mas não vejo nele qualquer utilidade militar”
(Marechal Ferdinand Foch, titular de estratégia na Escola Superior de Guerra da França, 1911)
“Até julho sai de moda”
(Revista Variety, sobre o rock’n’roll, março de 1956)
“O cinema sonoro é uma novidade que durará uma temporada”
(Revista American Cinematographer, 1900)
“A televisão não dará certo. As pessoas terão que ficar olhando sua tela, e a família americana média não tem tempo para isso”
(The New York Times, 1939, na apresentação do protótipo de um aparelho de TV)
§ Serviços de urgência (Pronto‐socorros) sempre lotados;
§ Dificuldade de internação dos pacientes;
§ Recusa de recebimento de ambulâncias;
§ Transporte fragmentado e desorganizado;
§ Ausência de atendimento especializado;
§ Atendimento e lotação nos serviços de urgência de pacientes de baixo risco;
§ Sistema despreparado para maxi‐emergências ou aumento da procura.
Uma Crise Mundial
Hospital‐Based Emergency Care: At the Breaking Point http://www.nap.edu/catalog/11621.html
O Crescimento da Demanda?
Fonte: KingsFund
AnnualattendancesatEnglishA&E units: 1987/8 to2013/4
Os Eventos Agudos no Reino Unido
30% Decorrentes de Condições Agudas
70% Decorrentes de Agudizações de Condições Crônicas
Fonte: Singh D. Transforming chronic care: evidence about improving care for people with long‐term conditions.
Birmingham, Health Services Management Centre, 2005
Uso do Serviço de Urgência
(Estados Unidos)
A Situação de Saúde no Brasil
§ As Condições Agudas e Crônicas;
§ A Situação Demográfica;
§ A Mortalidade;
§ A Morbidade;
§ Os Fatores de Risco;
§ A Tripla Carga das Doenças.
Fonte: MENDES, 2010
19,3 43,8
64,4 65,8
40,8
60,9 64,7 50,6
80 60 40 20 0 20 40 60 80
> 60
40 a 59
20 a 39
0 a 19
A POPULAÇÃO DO BRASIL POR FAIXA ETÁRIA (em Milhões)
2010 2030
Fonte: IBGE
Transição Demográfica no Brasil
O Crescimento da Demanda
Fonte:Developing a Regional Health System Strategy‐ McKinsey Quaterly
A Redução nos Serviços
Percepção da Qualidade em Função do Tempo de Espera
Nota: Os tempos estimados de espera, estão baseados nos depoimentos de pacientes dados ao médico, no último ano.
Fonte: Community Tracking Study Household Survey, 1997, 1999 and 2001 Tempo de Espera Atendimento 66%
54%
46%
28%
51%
66%
59%
47%
33%
53%
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100%
15 minutos ou menos
Entre 15 e 30 minutos
Entre 30 e 60 minutos
Acima de 60 minutos
Nº total atendimentos do
S.U.
A qualidade do exame foi boa ou excelente A consulta médica foi boa ou excelente
O que Aumenta a Satisfação do Paciente
§ Empatia / Atitude;
§ Tempo de Espera;
§ Competência Técnica Percebida;
§ Controle da Dor;
§ Informação.
FONTE: Welch, S.J. (2010). Twenty years of patient satisfaction research applied to the emergency department: A qualitative review. American Journal of Medical Quality, 25(1), 64-72.
O Desafio do Sistema de Urgência
§ O recurso certo;
§ Para o paciente certo;
§ No lugar certo;
§ No tempo certo;
§ Com a equipe certa.
Regulação e encaminhamento
O paciente chega no S.U.
Classificação do risco e fluxo de encaminhamento
Avaliação , tratamento e alta no
S.U.
Alojamento no S.U.
de pacientes encaminhados para a
Internação CUIDADO DE
EMERGÊNCIA Pacientes gravemente doentes e lesionados provenientes da comunidade
Encaminhamento de pacientes com condições emergenciais
CUIDADO URGENTE NÃO‐PROGRAMADO Falta de competência para o cuidado não‐programado no sistema de cuidado ambulatorial
Desejo de cuidado imediato (p. ex., conveniência, conflitos com o trabalho, deveres familiares)
CUIDADO DA REDE DE SEGURANÇA
Populações vulneráveis (p.
ex., idosos, pacientes não‐
segurados)
Barreiras ao acesso (p. ex., financeiras, transporte, seguro, carência da fonte usual de cuidado)
Demanda por cuidado no S.U.
Sai sem tratamento
completo
Sistema de cuidado ambulatorial
Transferência para outro local (p. ex.,
enfermagem especializada,
hospital de referência)
Admissão no hospital Carência de leitos
equipados disponíveis na
internação
Falta de acesso ao cuidado continuado
SISTEMA DE CUIDADO AGUDO
E N T R A D A P A S S A G E M S A Í D A
Acomodação do paciente
Fonte: JCAHO
O Ciclo de Vida de uma Visita do Paciente;
O Fluxo de Pacientes e como eles Fluem;
Empurrando e Puxando o Paciente.
• Porta‐Triagem
• Porta‐Médico
• Porta‐Leito
Entrada
• Decisão para Internação/Alta
Passagem
• Alta para
Casa/Internação
Saída
Puxado
Empurrado
FONTE: © Kirk B. Jensen, MD, MBA, FACEP
“O homem que se atreve a desperdiçar uma hora de vida não descobriu o valor da vida ”
Charles Darwin
Mapa do Fluxo de Valor
Pacientes Verdes sem Exames
SENHA TRIAGEM REGISTRO AVAL MÉDICA LABORATÓRI
O. IMAGEM* ALTA MÉDICA
\o/ = \o/ = \o/ = \o/ = \o/ = \o/ = \o/ =
T/C = T/C = T/C = T/C = T/C = T/C = T/C =
TR = TR = TR = TR = TR = TR = TR =
FTQ = FTQ = FTQ = FTQ = FTQ = FTQ = FTQ =
Turnos = Turnos = Turnos = Turnos = Turnos = Turnos = Turnos =
0,0 14,0 5,0 25,0 0,0 0,0 0,0 44,00
1,0 3,5 3,0 10,0 0,0 0,0 0,0 17,50
61,50 FIFO
TI
LAB
TAV:28,5%
Chaves para a Gestão do Fluxo
Adequar a capacidade à demanda;
Monitorar o fluxo dos pacientes em tempo real;
Prever adaptações à demanda;
Gerenciar, reduzir ou eliminar a variabilidade;
Prever a demanda para os serviços;
Modelar e simular processos;
Entender as implicações e a percepção sobre as filas e sobre a “Teoria de Filas“;
Entender as implicações e os aspectos da “Teoria das Restrições”;
Levar sempre em conta que o Serviço de Urgência é parte de um sistema.
Fonte: The Hospital Executive’s Guide to Emergency Department Management
Conhecendo o fluxo e suas
variações(lean e teoria de filas)
• Demanda/capacidade
• A utilização adequada dos servidores
• Reduzindo a variação
• Segmentando e prevendo recursos
• One piece flow
Estudando a demanda‐capacidade
Fonte: H.U. USP
Um caso em Fortaleza
Buscando o melhor resultado
Volume
Demanda
Reajustando a demanda/capacidade
(Capacidade Média)
Capacidade Média
0,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00
Capacidade Média x Taxa Média de Chegadas (λ)
Taxa Média de Chegadas (λ) (Pacientes/ hora)
Capacidade Média (Pacientes/ hora) [ S x 2,5 ]
Reajustando a demanda/capacidade
(Desempenho)
0,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00
0 20 40 60 80 100 120 140
Tempo Médio de Espera (em min.)
Tamanho Médio da Fila
Tempo médio de espera por hora de chegada
Tempo médio de espera do paciente é de 74’
Maiores filas e esperas ocorrem entre 20h e 22h
Hora de Chegada
Taxa Média de Chegadas
(λ) (Pacientes/
hora) Nº Proposto
de Médicos
Tempo Médio de
Espera (em Min.)
Tamanho Médio da Fila
00:00 2,72 2,00 93 6,87
01:00 2,29 2,00 77 5,52
02:00 2,08 2,00 56 4,15
03:00 1,76 2,00 46 3,02
04:00 1,64 2,00 30 2,07
05:00 1,57 2,00 23 1,38
06:00 1,24 2,00 11 0,90
07:00 2,50 2,00 12 0,70
08:00 4,00 2,00 18 0,97
09:00 4,79 2,00 27 1,62
10:00 5,35 2,00 41 2,52
11:00 5,67 2,00 55 3,68
12:00 5,47 2,00 65 4,58
13:00 5,38 2,00 74 5,48
14:00 4,95 2,00 77 5,74
15:00 4,89 2,00 80 5,74
16:00 5,08 2,00 84 6,18
17:00 5,27 2,00 92 6,78
18:00 5,40 2,00 100 7,28
19:00 5,33 2,00 109 7,99
20:00 4,75 2,00 114 8,32
21:00 4,66 2,00 116 8,33
22:00 4,20 2,00 115 8,37
23:00 3,62 2,00 110 7,90
TOTAIS 95,00 48,00 4,84
Pacientes Atendidos / Ano 34.675
Espera Média / Paciente (Min.) 73,76
Reajustando a demanda/capacidade
(Situação)
0,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00
Taxa Média de Chegadas (λ) (Pacientes/ hora)
Capacidade Média (Pacientes/ hora) [ S x 2,5 ]
Capacidade Média
Mas não é onde o problema foi causado
Reajustando a demanda/capacidade
(Resolução)
0,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00
Capacidade Média x Taxa Média de Chegadas (λ)
Taxa Média de Chegadas (λ) (Pacientes/ hora)
Nova Capacidade Média (Pacientes/ hora)
[ S x 2,5 ]
Capacidade Média (Pacientes/ hora) [ S x 2,5 ]
Capacidade Média
Hora Chegada
Taxa Média de Chegadas
(λ) (Pacientes/
hora)
Tempo Médio de Espera
(Wq) (em min.)
Tamanho Médio da Fila (Lq)
00:00 2,71 75 3,01
01:00 2,23 86 3,05
02:00 2,05 93 3,23
03:00 1,66 86 3,12
04:00 1,51 72 2,95
05:00 1,56 66 2,80
06:00 1,75 43 2,67
07:00 2,53 27 1,77
08:00 4,29 26 1,66
09:00 4,89 32 2,32
10:00 5,30 35 3,25
11:00 5,73 28 2,87
12:00 5,23 27 2,52
13:00 5,41 28 2,17
14:00 4,84 40 2,57
15:00 4,74 42 3,16
16:00 5,04 39 3,73
17:00 5,27 30 2,93
18:00 5,21 29 2,49
19:00 5,45 32 2,26
20:00 4,69 46 2,76
21:00 4,67 51 3,37
22:00 4,16 61 3,76
23:00 3,66 65 3,58
Pacientes Atendidos / Ano 34.675 Espera Média / Paciente (Min.) 42,50
Reajustando a demanda/capacidade
(Novo Desempenho)
Tempo médio de espera do paciente é de 43’
0,00 1,00 2,00 3,00 4,00 5,00 6,00 7,00 8,00 9,00
0 20 40 60 80 100 120 140
00:00 01:00 02:00 03:00 04:00 05:00 06:00 07:00 08:00 09:00 10:00 11:00 12:00 13:00 14:00 15:00 16:00 17:00 18:00 19:00 20:00 21:00 22:00 23:00
Tempo Médio de Espera (em min.)
Tamanho Médio da Fila
Tempo médio de espera por hora de chegada
A Física de uma Simples Fila
Servidor
Fila de Espera
Taxa de Serviço (μ) Taxa de
Chegada (λ)
Quantidade Média na Fila (Lq)
Tempo Médio de Espera na Fila (Wq)
Chegada de Clientes
Saída de Clientes
Pessoa (paciente, ligação, etc.) ou
Objeto (amostra lab., apto a limpar, bandeja a recolher, etc.) Pessoa (médico, enfermeiro, técnico, empregado, etc.) ou recurso (cama, scanner, equipamento, etc.)
Estratégias para redução de filas
• Descarregar (redes)
• Reduzir a variação dos tempos de chegadas
• Reduzir o tempo médio do serviço
• Reduzir a variação do serviço
• Alinhar
• Agrupar
Exemplo#1 – Suponha que tenhamos um processo de triagem realizado por uma única enfermeira (S=1).
Pacientes chegam e aguardam em uma sala de espera, se a enfermeira estiver ocupada com outro paciente.
Quando um paciente é visto pela enfermeira da triagem, a atividade de triagem ocorre em um único encontro.
Os dados foram apurados e, na média, 6 pacientes chegam por hora (λ=6). O tempo médio para realização da triagem é de 12 minutos/paciente, ou seja, a taxa de serviço (μ) é de 5 pacientes/hora (μ=5).
Haverá alguma espera?
Processo de Triagem
(Exemplo#1)
Com certeza!
Exemplo#2 (Situação#1) – Suponha que tenhamos um processo de triagem realizado por uma única enfermeira (S=1). Pacientes chegam e aguardam em uma sala de espera, se a enfermeira estiver ocupada com outro paciente.
Quando um paciente é visto pela enfermeira da triagem, a atividade de triagem ocorre em um único encontro.
Os dados foram apurados e, na média, 4 pacientes chegam por hora (λ=4). O tempo médio para realização da triagem é de 12 minutos/paciente, ou seja, a taxa de serviço (μ) é de 5 pacientes/hora (μ=5).
Haverá alguma espera?
Processo de Triagem
(Exemplo#2)
Depende...
Processo de Triagem
(Exemplo#2)
0 60 120 180 240 300 360 420 480
Tempo entre Chegadas (λ=4)
0 60 120 180 240 300 360 420 480
Tempo entre Chegadas (λ=4)
0 60 120 180 240 300 360 420 480
Tempo entre Chegadas (λ=4)
Podemos usar fórmulas de estado estacionário para determinadas interfaces de enfileiramento. Por exemplo, em casos de chegadas de Poisson, os tempos de serviço distribuídos exponencialmente, e um (1) servidor, o tempo de espera estimado em frente à triagem pode ser calculada usando a fórmula:
Wq = λ / μ ( μ – λ )
Alternativamente, poderíamos usar qualquer um de uma série de pacotes de simulação de computador;
ou, podemos usar uma planilha como a QueueCalc.xls que usa as fórmulas de estado estacionário.
Como estimar a Espera?
Conhecendo a utilização dos servidores
Fator de Utilização dos Servidores (Leitos e Profissionais)
00:00 1,40 01:00 1,40 02:00 0,40 03:00 0,40 04:00 1,00 05:00 0,60 06:00 3,20 07:00 5,60 08:00 8,80 09:00 10,00 10:00 10,80 11:00 7,80 12:00 8,00 13:00 9,80 14:00 8,40 15:00 10,60 16:00 7,20 17:00 7,40 18:00 6,00 19:00 5,00 20:00 5,40 21:00 3,80 22:00 3,00 23:00 2,40
60% 50% 42%
49% 41% 34%
31% 39% 65%
24% 31% 51%
41% 25% 85%
44% 55% 92%
15% 15%
53% 53%
54% 54%
39% 39%
40% 40%
49% 49%
42% 42%
30%
36% 36%
37% 37%
30%
57%
88% 73% 61%
68% 34% 48%
80% 40% 56%
64% 32% 44%
65% 33% 45%
86% 43% 60%
59%
46% 57% 32%
72% 90% 50%
26% 65%
49% 41%
81% 68%
0%
3% 0%
16%
50%
28% 28%
44% 44%
50%
Taxa
Chegada Triagem Serviço de Urgência
Leito Enfermeiro Médico
7%
7%
8% 20% 17%
5% 12% 10%
11% 29%
3% 8%
3% 8%
2% 0%
2% 0%
0% 11% 29% 24%
7%
Horas do Dia
Leito Enfermeiro
7% 0%
0%
24%
54%
12% 12%
25% 25%
27% 27%
19% 19%
5%
Zona operacional confortável Atenção, significativas filas Utilização > 100%, zona perigosa
20% 24% 41%
Prevendo a chegada?
Ritmização de Fila
Ritmização de Fila
Segmentação e Fluxo
Segmentação “anti‐agrupamento”. Ou seja, vai piorar as coisas se as tarefas e os processos forem semelhantes.
Segmentação de Pacientes em Sequência de Filas
Assumindo variação máxima em chegadas e tempos de serviço (CV=1).
Wq = 22,0’ Wq = 48,0’
S1 S2 λa=4 μa=5
λb=4 μb=5
S1
S2 λ=4 μ=5
Como fazer melhor?
1) Melhorar significativamente a taxa de serviço.
Segmentação de Pacientes em Sequência de Filas
Assumindo variação máxima em chegadas e tempos de serviço (CV=1).
S1
S2 S1
S2 λa=4 μa=5
Wq = 22,0’ Wq = 11,4’
λb=4 μb=5
μa=7
μb=7
Como fazer melhor?
2) Melhorar a taxa de serviço e reduzir as variações.
Segmentação de Pacientes em Sequência de Filas
S1
S2 S1
S2 λa=4 μa=5
Wq = 22,0’ Wq = 12,5’
λb=4 μb=5
μa=6
μb=6
Como fazer melhor?
3) Se os segmentos são radicalmente diferentes.
Segmentação de Pacientes em Sequência de Filas
S1
S2 S1
S2 λa=1 μa=1,1
Wq = 70,0’ Wq = 49,0’
λb=10 μb=11
Wa=270’
Wb=27’
Resultado dos Modelos Univariados de Regressão Logística para cada Prioridade do Protocolo de
Manchester
Mapa do Fluxo de Valor
Pacientes Verdes sem Exames
SENHA TRIAGEM REGISTRO AVAL MÉDICA LABORATÓRI
O. IMAGEM* ALTA MÉDICA
\o/ = \o/ = \o/ = \o/ = \o/ = \o/ = \o/ =
T/C = T/C = T/C = T/C = T/C = T/C = T/C =
TR = TR = TR = TR = TR = TR = TR =
FTQ = FTQ = FTQ = FTQ = FTQ = FTQ = FTQ =
Turnos = Turnos = Turnos = Turnos = Turnos = Turnos = Turnos =
0,0 14,0 5,0 25,0 0,0 0,0 0,0 44,00
1,0 3,5 3,0 10,0 0,0 0,0 0,0 17,50
TI
LAB
LEAN
HMD Contorno
Modelagem e Simulação de Processos
que simular?
simulação melhora o ndimento de como a instalação ra, modela variabilidades do do real, reduz os custos de e, e minimiza o risco de erros na antação de planos ou anças.