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MANUAL DE ACOLHIMENTO E BOAS PRÁTICAS

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Academic year: 2022

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CLUB INTERNACIONAL DE FOOT-BALL

Fundado em 8 de Dezembro de 1902

Departamento de Futebol de Formação 2021/2022

MANUAL DE ACOLHIMENTO E BOAS PRÁTICAS

Instituição De Utilidade Pública Membro Honorário da Ordem de Benemerência Medalha de Bons Serviços Desportivos Medalha de Honra ao Mérito Desportivo

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I INTRODUÇÃO _____________________________________________________ 3 II VISÃO ___________________________________________________________ 4 III MISSÃO __________________________________________________________ 5 IV IDENTIDADE E VALORES _____________________________________________ 6 V OBJETIVOS ________________________________________________________ 7

V.1 As nossas Equipas ____________________________________________________ 7 V.2 O nosso Jogador ______________________________________________________ 7 V.3 O nosso Treinador ____________________________________________________ 7

VI ORGANOGRAMA __________________________________________________ 9 VII PLANTA DO COMPLEXO DESPORTIVO _______________________________ 10 VIII NORMAS DE CONDUTA, DIREITOS E DEVERES _________________________ 11

VIII.1 Atletas __________________________________________________________ 11 VIII.2 Encarregados de Educação __________________________________________ 14 VIII.3 Dirigentes, Treinadores e restante Equipa Técnica _______________________ 15

IX NORMAS DE ACOMPANHAMENTO ___________________________________ 17

IX.1 Acompanhamento Médico ____________________________________________ 17 IX.2 Alimentação / Nutrição _______________________________________________ 17 IX.3 Acompanhamento Escolar ____________________________________________ 21 IX.4 Acompanhamento nos Transportes _____________________________________ 21

X INTEGRIDADE, APOSTAS E MATCH FIXING _____________________________ 23

XI CUSTOS _________________________________________________________ 24

XI.1 Enquadramento _____________________________________________________ 24 XI.2 Inscrição ___________________________________________________________ 24 XI.3 Mensalidade _______________________________________________________ 24 XI.4 Quotas do CIF _______________________________________________________ 24 XI.5 Equipamentos ______________________________________________________ 24 XI.6 Pagamento _________________________________________________________ 25

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I INTRODUÇÃO

Serve o presente documento para dar a conhecer a todos os atletas, encarregados de educação, treinadores, diretores e restantes colaboradores do Club Internacional de Foot-Ball (CIF) as normas essenciais para o bom funcionamento da época desportiva e consequente evolução de todos os envolvidos neste processo de formação.

É fundamental conhecer um pouco da história do clube, fundado a 8 de Dezembro de 1902, o CIF esteve, de forma inequívoca, ligado ao início da prática de futebol em Portugal. O clube sempre deu preferência em preservar o seu ideal olímpico e a defesa do desporto amador, aspetos fundamentais desde a sua fundação. É um clube dos sócios e para os sócios, mantendo sempre o objetivo de promover as melhores condições para a prática das mais diversas modalidades, criando um ambiente positivo e respeitador entre todos os que o frequentam.

Seguindo a visão, missão e objetivos definidos pelo clube, o CIF, através do seu Departamento de Futebol de Formação, concentra-se de forma primordial em proporcionar a todos os jovens atletas uma formação desportiva de qualidade, através da modalidade de futebol, o desenvolvimento cívico e social, bem como promover hábitos de vida saudáveis e o gosto pela prática de atividade física.

O Manual do Acolhimento é do conhecimento de todos os colaboradores do clube, sendo possível a sua consulta através do site do clube e da Coordenação do Departamento de Futebol de Formação.

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II VISÃO

O CIF tem por missão fomentar e desenvolver a pratica de desporto amador, especialmente entre os seus associados, respeitando e garantindo a prática dos ideais

Olímpicos. Criar valor e fazer a diferença.

Neste sentido, no âmbito no âmbito do seu Departamento de Futebol de Formação, o CIF pretende perfilar-se entre as melhores a nível nacional, com reconhecimento de excelência na formação de atletas e simultaneamente no seu enriquecimento em valores de cidadania.

Tem como objetivos desenvolver e fomentar a prática do desporto amador e contribuir para a criação de hábitos de vida saudáveis e para o aperfeiçoamento do desempenho do atleta. Fomenta por conseguinte a prática generalizada da modalidade de futebol, o fair play e os ensinamentos desportivos, éticos e cívicos.

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III MISSÃO

Pugnar, em consonância com a tradição centenária do Club, pela consolidação da posição do CIF enquanto referência no universo dos Clubes portugueses que

promovem o desporto amador.

Capitalizar o enriquecimento intelectual dos sócios como elemento valorizador do contexto em que se insere o CIF.

O Departamento de Futebol de Formação está integrado no CIF, clube fundado em 1902 e membro fundador da Associação de Futebol de Lisboa. Nesse enquadramento, e na continuidade de um fim estatuário do clube: “desenvolver e fomentar a prática de desporto amador, especialmente entre os associados” (cf. Estatutos CIF, 1999, cap.1, n.o 2), a sua Missão específica neste âmbito consiste na promoção e desenvolvimento do desporto nos jovens, com forte responsabilidade social, contribuindo assim para o aumento de hábitos de vida saudáveis e aperfeiçoamento do seu desempenho enquanto jogadores.

A sua existência consubstancia-se pela manutenção, junto das camadas jovens, dos princípios do amadorismo e do Ideal Olímpico, na rota do CIF (Instituição de Utilidade Pública, sem fins lucrativos), fomentando a prática da modalidade de futebol, o fair play e os ensinamentos desportivos, éticos e cívicos.

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IV IDENTIDADE E VALORES

O CIF pretende, através de um projeto ambicioso, formar os atletas de uma forma única e objetiva. Fomentar a criação de uma identidade de clube, no sentido de expressar claramente os seus valores, a visão e missão do clube são os pilares que suportam todo o projeto.

A procura da excelência de todos os colaboradores de modo que o cube tenha o maior grau de consecução dos objetivos estipulados é uma constante, sem nunca querer chegar ao sucesso fazendo desaparecer os valores que regem a ética desportiva e o fair-play.

O processo é sempre gerido através de competência, com a transmissão de uma mensagem clara de saber fazer, saber estar e saber ser. Em todos os momentos do processo é atribuída uma importância extrema a toda a transparência e seriedade nos atos e decisões tomadas (Credibilidade).

A inclusão, integração e espírito de grupo também são valores muito apreciados pelo clube e claramente transmitidos a todos os atletas e colaboradores.

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V OBJETIVOS

Formar os atletas, dando prioridade ao desenvolvimento do jogador em todas as suas vertentes técnica, tática, física, mental e social, garantindo que o gosto pela modalidade é sempre cultivado e preservado, adaptando a exigência à etapa que o atleta está a viver. Desejamos o desenvolvimento do atleta de forma integral, não apenas centrados na criação de bons jogadores da modalidade, mas sim apoiar e ajudar nas várias tomadas de decisão para se tornarem bons cidadãos no futuro.

V.1 As nossas Equipas

As equipas do CIF devem ser reconhecidas principalmente pelo seu comportamento exemplar, respeitando sempre todos os intervenientes diretos e indiretos do jogo.

Devem ser claramente identificadas por uma ideia transversal, respeitada em todos os momentos do jogo.

Ter iniciativa em todos os momentos do jogo, revelando sempre a vontade de ter a posse de bola, através de comportamentos dominantes e pressionantes, sendo sempre fiel em qualquer circunstância.

O aspeto competitivo terá que estar sempre presente no pensamento dos atletas e treinadores de modo a tentarem a vitória em todos os jogos, sem nunca colocar em causa os valores éticos desportivos. A ambição e o sentimento de união até ao último momento do jogo devem estar incutidos em cada atleta, expressando sempre um acreditar que tudo é possível através do empenho e dedicação.

V.2 O nosso Jogador

Deve estar incutido o sentimento de compromisso com a equipa e ser representante dos valores e identidade do clube. Ser um atleta equilibrado, centrando-se na sua evolução através de um espírito de superação e procura de melhoria diária. Evitar utilizar desculpas para os momentos de frustração e/ou situações com conotação negativa centrando-se de forma humildade no processo de ensino-aprendizagem e acreditando em todos os agentes envolvidos. Ter um comportamento exemplar e tratar os colegas, adversários, treinadores, árbitros com o máximo de respeito e educação.

V.3 O nosso Treinador

Responsabilidade com todos os envolvidos, compromisso com o clube e paixão em tudo o que está envolvido no processo. O treinador deve trabalhar sempre com a ideia de

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jogo do clube presente, através de uma ambição e entusiasmo que contribuam para o desenvolvimento dos atletas a todos os níveis.

Respeitar sempre todos os atletas na sua individualidade e ter a capacidade de perceber que existem vários estágios de desenvolvimento do jovem atleta. Querer retirar o máximo desenvolvimento de cada atleta, cumprindo sempre com o processo ensino- aprendizagem e apresentando elevada compreensão com as fases de desenvolvimento do atleta (transparência e credibilidade).

Revelar comportamentos de compreensão, respeito e fair-play com todos os adversários ao nível social e desportivo.

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VI ORGANOGRAMA

Figura 1 - Organograma

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VII PLANTA DO COMPLEXO DESPORTIVO

Figura 2 - Planta do Complexo do CIF / Futebol

1. Campo Principal 2. Bancada principal

3. Campo Nº2 (Campo Norte) 4. Bancada do Campo Norte 5. Restaurante / Bar de Apoio

6. Secretaria / Sala de Coordenação / Sala de Treinadores / Balneário Árbitros 7. Balneários (1, 2, 3 e 4)

8. Sala de Estudo / Sala de Reuniões

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VIII NORMAS DE CONDUTA, DIREITOS E DEVERES

O objetivo destas normas de conduta é ajudar todos os envolvidos (atletas, treinadores, diretores, encarregados de educação, entre outros) no processo formativo e na promoção dos valores do CIF.

VIII.1 Atletas

VIII.1.a Direitos dos Atletas

- Participar nas atividades promovidas pelo Clube;

- Ser convocado, desde que cumpra com as suas obrigações para com o clube e se o treinador assim o entender;

- Ser reconhecido pela sua formação cívica.

- Beneficiar de um Serviço de Fisioterapia, através de um profissional da área;

- Ter seguro;

- Ser respeitado por todos os colaboradores do clube;

- Ser assistido, de forma pronta e adequada, em caso de lesão, durante um treino e/ou jogo.

VIII.1.b Deveres dos Atletas

- Respeitar e dignificar o Clube;

- Ser assíduos e pontuais, com o dever de comparecer 5 minutos antes à hora marcada, devidamente equipado com o fato de treino do clube;

- Revelar comportamento exemplar, demonstrando respeito mútuo, solidariedade e amizade;

- Respeitar as decisões da coordenação do Clube, de uma forma ordeira e civilizada;

- Apresentar-se devidamente equipado com o equipamento do clube;

- Avisar previamente sempre que haja impossibilidade em comparecer a qualquer atividade disponibilizada pelo clube;

- Valorizar o seu desempenho escolar;

- Respeitar sempre todos os outros intervenientes tanto no treino como no jogo;

- Evitar o conflito, seja com quem for;

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- Apoiar o esforço e o sucesso/fracasso dos colegas de equipa;

- Manter a concentração e disciplina, tanto nos treinos como nos jogos.

VIII.1.c Interdições para os Atletas

- A participação em torneios desportivos ou treinar em outros clubes, sem autorização prévia do CIF;

- A entrada no campo de treinos sem a autorização dos treinadores;

- A utilização de brincos, fios, pulseiras, relógios e outros acessórios;

- Atos de violência de indisciplina;

- É proibido o recurso a alimentos/suplementos não autorizados pelo clube;

- Atitudes de descontentamento, frustração, desinteresse, racismo, xenofobia, ou seja, tudo o que revele falta de controlo emocional e empenho;

- Roubo: em caso de roubo, dentro das instalações do CIF, será instaurado um processo disciplinar interno e comunicado às autoridades de segurança.

- O interesse por elementos extra futebol que possam estar ligados a combinação de resultados ou qualquer outro processo que possa por em causa a integridade competitiva dos campeonatos e do próprio jogo, independentemente do contexto competitivo.

VIII.1.d Normas de conduta em treino

- O treino inicia no momento em que entra nas instalações do CIF e termina quando sai das mesmas;

- Não se deve tocar nas bolas nos períodos que medeiam os exercícios do treino;

- Os horários estipulados devem ser cumpridos, tempo de tolerância para um atraso ao treino é de 15 minutos após o seu início, como tal deve-se avisar sempre o treinador em caso de precisão de atraso;

- Sempre que não possa comparecer ao treino, por lesão, doença ou outro motivo deve informar o treinador e/ou coordenador com a maior antecedência possível;

- Sempre que rematem/chutem a bola para fora do campo, deverão seguir a sua trajectória, para de seguida ir buscá-la;

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- É proibido o uso de brincos, pulseiras ou outros objetos que possam por em causa a sua integridade e a dos seus colegas.

VIII.1.e Normas de conduta em competição

- Deve comparecer no local e à hora marcada para a concentração;

- O uso do telemóvel só é permitido até à hora da concentração para o jogo e após o término do mesmo;

- O uso da camisola por dentro do calção é condição obrigatória;

- O uso de caneleiras é obrigatório;

- No decorrer dos jogos, apenas o capitão poderá, de uma forma ordeira e civilizada, dirigir-se directamente ao árbitro e apresentar qualquer tipo de reclamação;

- Após uma substituição, o jogador deve cumprimentar os treinadores, colegas, fisioterapeuta e demais responsáveis e sentar-se no banco de suplentes, a menos que o treinador principal decida o contrário;

- No final de cada jogo, os jogadores estão obrigados a agradecer a todo o público presente no jogo;

- Os suplentes devem respeitar a decisão do treinador, apoiando os seus colegas e estar disponíveis para aquecer e entrar em jogo a qualquer momento.

VIII.1.f Normas de conduta na escola

Todos os atletas do CIF devem frequentar o meio escolar e proceder em consonância com as seguintes normas de conduta:

- Respeitar os professores e o pessoal não docente, bem como as suas instruções e orientações definidas pela escola;

- Respeitar os outros alunos e promover um bom ambiente na escola;

- Ser assíduo e pontual em todas as atividades letivas;

- Zelar pela preservação, conservação e asseio das instalações, material didático, mobiliário e outros espaços da escola;

- Realizar atempadamente as suas tarefas escolares.

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VIII.1.g Infrações e Quadro Disciplinar

i Irregularidades disciplinares

- Desavenças graves - sanção a aplicar pelo Treinador / Coordenador;

- Falta de respeito e indisciplina sobre qualquer interveniente do treino ou colaborador do clube - sanção a aplicar pelo Treinador / Coordenador;

- Não cumprimentos das normas internas - sanção a aplicar pelo Treinador / Coordenador.

ii Sanções a aplicar

- Cada atleta deve justificar as suas faltas aos treinos, se possível com antecedência, caso falte mais do que uma vez de forma injustificada, a não convocação para o jogo seguinte deve ser ponderada.

- A falta a um jogo de forma injustificada leva à exclusão do jogo seguinte.

- Faltas de respeito para com os treinadores, elementos internos da equipa, ou responsáveis do clube, deve levar a sanção aplicada pelo coordenador em consonância com os diretores e após consulta do treinador, podendo passar pela exclusão de jogos ou treinos mediante a gravidade.

A ordem das sanções a aplicar, consoante a gravidade da situação, é pela ordem numérica apresentada.

Importante referir que todos os atletas têm o direito de ser ouvidos antes da aplicação da sanção.

- Advertência / repreensão verbal e/ou escrita;

- Suspensão de treinos ou jogos;

- Exclusão.

VIII.2 Encarregados de Educação VIII.2.a Normas de Conduta

As normas que apresentamos, esperamos claramente que sejam compreendidas e implementadas pelos Encarregados de Educação dos nossos atletas.

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- Encorajar os filhos a ter um estilo de vida equilibrado entre desporto, educação e cultura;

- Elogiar e valorizar o esforço do filho e os progressos alcançados, valorizando mais estes momentos do que o ganhar a qualquer custo;

- Encorajar o filho a respeitar as regras e o espírito desportivo e não valorizar de forma excessiva os resultados desportivos (positivos ou negativos);

- Promover um ambiente de união entre toda a comunidade envolvida e acima de tudo elogiar a equipa como um todo;

- Evitar pressionar o filho sobre ganhar, perder ou atingir feitos individuais.

VIII.2.b Infrações e Quadro Disciplinar

Todas as ações dos Encarregados de Educação que sejam consideradas inapropriadas são objeto de análise pelo Coordenador e Diretor do CIF com o pelouro do Futebol de Formação. Acreditamos que todos têm consciência da importância das suas ações para o desenvolvimento correto dos atletas, confiando plenamente no bom senso de todos os intervenientes neste processo de ensino-aprendizagem.

VIII.3 Dirigentes, Treinadores e restante Equipa Técnica

Representar o CIF acarreta a responsabilidade de uma representação digna de um Clube centenário, da sua história, identidade e valores.

VIII.3.a Normas de Conduta

- Ser um exemplo para todos;

- Manter uma postura correta dentro e fora do campo;

- Incutir nos atletas gosto pela modalidade e transmitir uma constante ideia de querer ser cada vez melhor;

- Abster-se de consumir bebidas alcoólicas e principalmente de fumar na presença de qualquer atleta;

- Ter atenção com fotografias ou comentários expostos nas redes sociais;

- Não utilizar nem permitir que seja utilizada linguagem imprópria;

- Chegar antecipadamente aos treinos e jogos.

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VIII.3.b Principais Responsabilidades

- Garantir o cumprimentos dos princípios decorrentes do estabelecido na Missão e Visão do CIF, com especial ênfase nos valores associados ao Ideal Olímpico e à Ética Desportiva;

- Planear, realizar e avaliar o treino de acordo com os ideais do Clube e com o respetivo escalão etário;

- Assegurar o registo de toda a informação associada aos treinos e jogos na plataforma de suporte;

- Atribuir e delegar funções no(s) seu(s) Treinador(es) Adjunto(s);

- Indicar ao Coordenador qual o material necessário para a concretização do treino;

- Implementar regras para o bom funcionamento do grupo, mas normalizada a todas as equipas do Clube;

- Articular com o staff administrativo do escalão a hora de concentração para o jogo;

- Elaborar a convocatória para o jogo e entregá-la Coordenador Técnico;

- Ceder atletas da equipa que lidera, sempre que o Coordenador Técnico lhe proponha, para serem utilizados noutras equipas do Clube;

- Apresentar-se nas reuniões formais do Clube, quando solicitado;

- Participar nas atividades promovidas pelo Clube.

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IX NORMAS DE ACOMPANHAMENTO

IX.1 Acompanhamento Médico IX.1.a Plano de Emergência Médica

IX.1.b Acompanhamento nos Jogos

Todos os jogos (casa e fora) terão acompanhamento por parte de um profissional de saúde, sendo que, este irá decidir qual o melhor procedimento para salvaguardar o bem estar do atleta. Todas as ocorrências serão comunicadas aos encarregados de educação e será explicado o procedimento adotado.

IX.2 Alimentação / Nutrição

São vários os fatores que influenciam o sucesso desportivo no desporto em geral, como a gestão dos tempos de treino e descanso, a predisposição genética de cada indivíduo, a motivação (e todos os aspetos psicológicos associados à prática da modalidade e a alimentação/nutrição.

Concretamente no futebol, existem vários fatores muito próprios que influenciam o sucesso desportivo. Os aspetos fisiológicos, táticos, técnicos, cognitivos e sociais apresentam uma influência muito elevada e direta sobre o sucesso desportivo de um futebolista. Qual o papel da alimentação/nutrição nesse sucesso? Esta é uma pergunta que procuramos responder, informando e sensibilizando todos os nossos Encarregados de Educação e Alunos/Atletas.

PLANO DE EMERGÊNCIA MÉDICA

1 –Primeiro socorro dado pelo Treinador / Coordenador;

2 –Informar o gabinete de fisioterapia / profissional de saúde de serviço;

3 –Triagem feita pelo gabinete de fisioterapia / profissional de saúde de serviço.

Lesão Ligeira

Realiza tratamento no gabinete de fisioterapia

Lesão Moderada

Encaminhar para médico / seguro desportivo

Lesão Grave

Encaminhar para hospital através de ambulância / Encarregado de educação

* Todas as ocorrências devem ser do conhecimento dos encarregados de educação

Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa - 213 422 222

Polícia de Segurança Pública -213619626 Hospital Francisco Xavier -21 043 10 00

112

Coordenador Técnico -914840422 Resp. Fisioterapia -938556404

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O futebol é uma modalidade de intensidade intermitente, com predominância aeróbia, apesar de em determinados momentos do jogo o metabolismo anaeróbio é altamente recrutado, levando a fases de cansaço elevado.

A fadiga pode ocorrer durante o jogo, mas também após o término do jogo (dores musculares e cansaço normalmente associado ao processo de recuperação), podendo levar até, aproximadamente, 72 horas para realizar a recuperação total.

Esta fadiga leva a uma necessidade nutricional elevada e rica em hidratos de carbono, uma vez que o dispêndio energético é elevado. A utilização dos hidratos de carbono consumidos através da nossa alimentação é variada e fundamental para várias estruturas que contribuem para o rendimento do atleta como é visível na ilustração 1.

Figura 3 - Utilização dos Hidratos de Carbono pelo nosso corpo

O Plano alimentar apresentado neste documento é uma base para uma alimentação saudável e equilibrada, contudo é necessário realizar adaptações aos escalões etários e necessidades individuais de cada atleta. Essas adaptações são feitas em colaboração com o departamento médico e o coordenador do clube.

A alimentação é um processo fundamental para o desenvolvimento, rendimento e recuperação de um atleta, deixando aqui uma sugestão de como “comer bem” e escolher os alimentos mais adequados para cada fase/momento do dia. Estas

Hidratos de Carbono

Substrato Energético preponderante para o

cérebro/músculo

Retarda a fadiga (Ingestão prévia e durante)

Aumento da performance (elevada disponibilidade)

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Através das próximas ilustrações vamos deixar claro quais os alimentos que devem ser consumidos e os que devemos evitar.

Figura 4 - Saber escolher os alimentos

Aconselhamos, como exemplo a seguinte dieta para um jogador da formação do clube:

Pequeno Almoço

Pão integral (cereais ou centeio), uma peça de fruta, um iogurte e um copo de sumo ou leite (meio gordo ou magro)

Almoço Salada (varias os vegetais), um ovo, carne ou peixe grelhado acompanhado de uma quantidade ajustada de hidratos de carbono (arroz, massa, batata ou batata doce). Para beber água ou sumos naturais. Não beber sumos com gás e com alto teor de açúcar.

Jantar Salada (vários vegetais), carne ou peixe grelhado acompanhando com uma quantidade de hidratos menor à do almoço. Para beber água ou sumos naturais. Evitar comer açúcares à sobremesa.

Lanches Uma peça de fruta, pão com geleia, mel ou doce com baixo teor de açúcares adicionados, barra de cereais e sumo natural.

IX.2.a Depois do treino e competição

Dar preferência a alimentos com alto índice glicémico para promover o processo de recuperação (a todos os níveis) de forma mais eficaz. Alguns exemplos de alimentos com índice glicémico elevado são as bolachas de arroz, pão branco, melancia, melão e uvas (servem como exemplo).

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Figura 4 – O que comer após o treino/competição

IX.2.b Antes do Treino e Competição

Antes do treino ou competição é importante comer hidratos de carbono, sendo estes a principal fonte de energia dos nossos grupos musculares. Dar preferência a hidratos de carbono de cereais integrais, frutas ou legumes.

Figura 5 - O que comer antes do treino/competição

É necessário fazer um bom equilíbrio entre a proteína e gordura que ingerimos antes do treino ou competição. Dar preferência a gorduras saudáveis como ovos, manteiga de

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IX.2.c Considerações Finais

Para lá do controlo sobre o que comemos, é fundamental perceber a importância de ingerir no mínimo 1,5 a 2 litros de água de forma diária.

É fundamental ter uma dieta saudável e equilibrada durante toda a nossa vida, não só quando somos praticantes de atividade física desportiva regular. Uma dieta com hidratos de carbono, gorduras saudáveis e proteína para manter o corpo a funcionar ao seu melhor nível, não só os grupos musculares mas também o cérebro e sistema nervoso.

Figura 6 - Exemplo de uma refeição equilibrada

IX.3 Acompanhamento Escolar

Os treinadores de cada escalão devem estar sempre atentos ao desempenho escolar de cada atleta. No final de cada período, é solicitada uma cópia do registo de avaliação final de cada período letivo e mantido um arquivo centralizada na aplicação de suporte.

O Clube disponibiliza uma Sala de Estudo para os seus atletas a funcionar dentro do horário das 17h30 às 20h. A sala está capacitada de mesas, cadeiras e iluminação adequada para estudar ou realizar trabalhos individuais ou em grupo.

IX.4 Acompanhamento nos Transportes

O clube não fornece transporte ao longo do ano, contudo para os torneios fora de Lisboa, sempre que possível, é alugado um serviço de transporte para as deslocações alocadas à participação no evento.

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Os treinadores acompanham sempre as equipas durante as viagens e tem de ser respeitado o rácio máximo de 1 treinador para cada 10 atletas. Os treinadores têm de, obrigatoriamente, fazer-se acompanhar do cartão de cidadão válido, cédula de treinador de desporto e registo criminal.

Os atletas têm de obedecer a todas as normas implementadas pelos treinadores que os acompanham no autocarro. As normas podem variar entre escalões e são apresentadas aos Encarregados de Educação e atletas na reunião de preparação do evento.

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X INTEGRIDADE, APOSTAS E MATCH FIXING

A iniciativa de integridade assenta em cinco pilares principais:

• Prevenção,

• Deteção,

• Recolha de informações,

• Investigação

• Sanções.

O objetivo será sempre o de adquirir o conhecimento e as capacidades necessárias para combater a manipulação de resultados a nível nacional e apoiar a implementação de uma série de medidas preventivas, bem como adotar abordagens sustentáveis de longo prazo sobre questões de ética e integridade.

Nesta perspetiva, adotamos o seguinte código de conduta:

• Nunca combines o resultado de um evento;

• Conta a alguém que te tentaram subornar;

• Conhece as regras;

• Nunca apostes no teu próprio desporto.

Adotando estes comportamos, ficamos todos mais aptos a reconhecer, resistir e reportar esta ameaça.

Simultaneamente é apresentada a todos os atletas e encarregados de educação a iniciativa “Anti Match Fixing - http://antimatchfixing.sjogadores.pt”, entregando bastante importância ao código de conduta estabelecido pela iniciativa.

O objetivo da apresentação desta iniciativa é promover a verdade desportiva e a integridade das competições.

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XI CUSTOS

XI.1 Enquadramento

A época desportiva compreende o período de Setembro a Junho.

XI.2 Inscrição

No ato de inscrição de um novo atleta devem ser entregues 2 fotos tipo passe do atleta e cópia do Cartão de Cidadão do atleta e de quem autoriza a inscrição (pai, mãe, tutor).

A inscrição, ou reinscrição, tem um custo de 47 euros.

XI.3 Mensalidade

A época desportiva compreende o período de Setembro a Junho e a mensalidade tem o valor de 57,50 euros.

O pagamento do mês de Junho é efetuado em 2 tranches:

• ½ com o mês de Dezembro;

• ½ com o mês de Janeiro.

Os exames médicos são realizados no Gabinete Médico, em dia e hora a definir, tendo um custo de 18€. Caso pretendam, os atletas podem efetuar o exame médico externamente.

XI.4 Quotas do CIF

Os atletas do CIF devem ser sócios do clube, aplicando-se a seguinte tabela de quotas trimestrais:

• Dos 0 aos 13 anos: 7 euros

• Dos 14 aos 23 anos: 11 euros

As quotas vencem-se no final do 1º mês de cada trimestre.

No ato de inscrição deve efetuar-se o pagamento de 1 trimestre + 5 euros de despesas de inscrição.

XI.5 Equipamentos

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XI.6 Pagamento

O pagamentos dos valores apresentados pode ser efetuado em numerário, cheque, referência multibanco, débito em conta ou transferência bancária e deve ser efetuado até ao dia 8 de cada mês.

A mensalidade do mês de Junho é liquidada em Dezembro (50%) e Janeiro (50%).

Referências

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