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LISTA DE MAPAS INTRODUÇÃO... 17

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FICHA TÉCNICA

Título original: The History of the World in Bite-sized Chunks Autora: Emma Marriott

Copyright © Michael O’Mara Books Limited 2012, 2016 Todos os direitos reservados

Tradução © Editorial Presença, Lisboa, 2017 Tradução: Ana Cardoso e João Cardoso Revisão: Carlos Jesus/Editorial Presença Capa: A. Serra

Ilustração da capa: Sérgio Campante

Composição, impressão e acabamento: Multitipo — Artes Gráficas, Lda. Depósito legal n.º 426 657/17

1.ª edição, Lisboa, junho, 2017 Reservados todos os direitos

para a língua portuguesa (exceto Brasil) à EDITORIAL PRESENÇA

Estrada das Palmeiras, 59 Queluz de Baixo 2730-132 Barcarena [email protected] www.presenca.pt

(2)

ÍNDICE

LISTA DE MAPAS ... 15

INTRODUÇÃO ... 17

CAPÍTULO UM – Primeiros Impérios e Civilizações 3500-800 a. C. ... 21

Médio orientee África ... 21

A Suméria ... 21

O Antigo Egito: o Império Antigo ... 22

O Antigo Egito: o Império Médio e o Império Novo ... 23

A Babilónia ... 25

O Império Hitita ... 27

Os Assírios ... 28

Os Fenícios ... 30

extreMo oriente ... 31

A Civilização do Vale do Indo ... 31

A Era Védica e o Hinduísmo ... 32

As Primeiras Civilizações Chinesas ... 33

europa ... 35

A Civilização Minoica ... 35

A Civilização Micénica ... 36

aMéricas ... 37

(3)

CAPÍTULO DOIS – O Mundo Antigo 800 a. C.-450 d. C. ... 39

Médio orientee África ... 39

O Império Aqueménida ... 39

O Império Parto ... 41

O Império Sassânida ... 42

Os Hebreus e o Seu «Deus Único e Verdadeiro» ... 43

O Nascimento do Cristianismo ... 44

O Reino de Cuche ... 45

Os Cartagineses ... 47

extreMo oriente ... 48

O Budismo ... 48

Os Impérios Mauria e Gupta e a Era Dourada da Índia ... 50

As Dinastias Chinesas Qin e Han e Confúcio ... 52

europa ... 53

Os Etruscos e a Fundação de Roma ... 53

A Antiga Grécia e o Berço da Democracia ... 54

Alexandre, o Grande, e o Período Helenístico ... 56

A República Romana ... 57

O Império Romano ... 59

Os Celtas ... 60

aMéricas ... 61

As Culturas Peruanas ... 61

Outras Culturas das Américas ... 62

CAPÍTULO TRÊS – A Idade Média 450-1066 ... 64

Médio orientee África ... 64

Axum, o Império do Gana e a Migração dos Bantos ... 64

O Berço do Islão ... 65

O Califado Abássida ... 66

O Califado Fatímida ... 68

extreMo oriente ... 69

A Era Dourada da China ... 69

As Reformas Taika no Japão ... 70

O Império Gaznávida ... 71

europa ... 72

(4)

As Migrações Bárbaras ... 74

O Crescimento do Cristianismo ... 75

O Império Franco e Carlos Magno ... 77

Os Viquingues ... 79

Os Eslavos e os Magiares ... 80

O Grande Cisma ... 81

aMéricas ... 83

A Cidade Mexicana de Teotihuacán e os Impérios de Huari e Tiahuanaco ... 83

Os Maias ... 84

A Cultura Maia ... 85

Os Toltecas ... 86

CAPÍTULO QUATRO – O Mundo em Mudança 1050-1700 88 Médio orientee África ... 88

Os Impérios Islâmicos Almorávida e Almóada ... 88

Os Impérios do Mali e Songhai da África Ocidental ... 89

Os Reinos da África Ocidental, Grande Zimbabué e a Costa Suaíli ... 90

Os Descobrimentos Portugueses e o Comércio de Escravos no Atlântico ... 92

Os Turcos Seljúcidas ... 93

As Cruzadas ... 94

A Ascensão do Império Otomano ... 95

O Império Otomano: Renascimento e Declínio ... 97

O Império Safávida da Pérsia ... 98

extreMo oriente ... 99

Um Japão Unificado ... 99

O Império Mongol ... 101

A Dinastia Timúrida ... 102

A Peste Negra ... 104

A Dinastia Ming Chinesa ... 106

O Império Mogol na Índia e o Siquismo ... 107

europa ... 109

O Feudalismo e as Conquistas Normandas ... 109

(5)

A Guerra dos Cem Anos ... 111

O Renascimento ... 113

A Reforma Protestante e a Contrarreforma ... 114

As Explorações Europeias e os Impérios Mercantis ... 116

A Monarquia Absoluta: Carlos I e Luís XIV ... 117

aMéricas ... 119

Os Astecas ... 119

Os Incas ... 120

Os Conquistadores Espanhóis ... 122

A Nova França ... 123

As Fixações Europeias na América do Norte ... 124

oceânia ... 126

As Descobertas Europeias nas Ilhas do Pacífico ... 126

CAPÍTULO CINCO – Revoluções e Imperialismo Europeu 1700-1900 ... 128

Médio orientee África ... 128

Os Impérios Oyo e Ashanti ... 128

Os Europeus Exploram o Interior do Continente Africano 129 O Comércio de Escravos e a Abolição da Escravatura ... 130

A Partilha de África ... 132

O Sul de África ... 133

O Xá Nadir Governa a Pérsia ... 135

extreMo oriente ... 136

O Apogeu da China Manchu ... 136

Os Britânicos na Índia ... 137

As Guerras do Ópio e a Rebelião Taiping na China ... 139

A Restauração Meiji no Japão ... 141

europa ... 142

A Ascensão da Rússia ... 142

As Guerras de Setecentos e a Emergência da Prússia ... 144

O Iluminismo ... 145

A Revolução Francesa ... 146

A França Revolucionária, as Guerras Napoleónicas e o Congresso de Viena ... 148

(6)

Sociedade Industrial, Marxismo e Revoltas ... 151

A Questão Oriental e a Guerra da Crimeia ... 152

As Migrações Populacionais ... 153

A Ascensão dos Nacionalismos ... 155

aMéricas ... 156

A Revolução Americana ... 156

As Guerras da Independência na América Latina ... 157

A Expansão Norte-Americana e o «Destino Manifesto» .. 159

A Guerra Civil Americana ... 160

oceânia ... 162

O Capitão James Cook e o Estabelecimento Europeu na Austrália ... 162

A Colonização Europeia da Nova Zelândia e as Ilhas do Pacífico ... 163

CAPÍTULO SEIS – Uma Nova Ordem Mundial 1900-1945 .. 165

Médio orientee África ... 165

A Resistência ao Domínio Colonial Europeu ... 165

A União Sul-Africana e o Império Etíope ... 166

A Dissolução do Império Otomano ... 167

A Palestina e o Movimento Sionista ... 169

extreMo oriente ... 170

A Rebelião dos Boxers e a Revolução Chinesa de 1911 .. 170

A Ascensão do Japão ... 171

A Guerra Civil Chinesa ... 173

A Independência da Índia ... 174

europa ... 175

A Tríplice Entente e a Corrida ao Armamento ... 175

A Eclosão da Primeira Guerra Mundial e a Frente Ocidental ... 177

A Frente Oriental e Outros Palcos da Guerra ... 178

O Fim da Grande Guerra ... 181

A Gripe Espanhola ... 183

O Sufrágio Feminino ... 184

A Revolução Russa e a Ascensão da União Soviética ... 185

(7)

Hitler e a Alemanha Nazi ... 188

A Guerra Civil Espanhola ... 190

A Segunda Guerra Mundial ... 191

O Final da Segunda Guerra Mundial ... 192

A Vitória no Japão e o Holocausto ... 194

aMéricas ... 197

Os Loucos Anos Vinte, a Grande Depressão e o New Deal de Roosevelt ... 197

Os Desenvolvimentos Latino-Americanos ... 199

oceânia ... 200

A Commonwealth da Austrália e o Domínio da Nova Zelândia ... 200

BIBLIOGRAFIA ... 203

(8)

INTRODUÇÃO

Foi nosso propósito condensar cerca de cinco mil anos da

História do mundo num volume tão delgado quanto possível

analisando a nossa vasta e tantas vezes complexa evolução

global num formato simples e acessível, numa sucessão de

breves mosaicos.

Em simultâneo, pretendemos dar o merecido protagonismo

às primeiras civilizações e aos antigos impérios, bem como

proporcionar uma narrativa que também fosse além dos trilhos

já relativamente bem conhecidos da História da Europa.

Como é evidente, os eventos ocorridos nos continentes

europeu e norte-americano também constam deste volume,

desde as glórias da antiga Grécia e das invasões normandas

até à Guerra da Independência dos Estados Unidos e à quebra

da Bolsa de Wall Street. Mas são também analisados os

acon-tecimentos relacionados com os povos do Extremo Oriente,

de África, do Médio Oriente, da Oceânia, das Américas,

realçando ainda breves e preciosas passagens (de acordo com

a natureza do livro) pela civilização do rio Indo, no

Paquis-tão, pela dinastia Tang da China, pelo reino Cuche do Norte

de África e pelo xá Nadir da Pérsia.

(9)

A HISTÓRIA DO MUNDO PARA PESSOAS COM PRESSA

Os dados são analisados de uma forma contida mas

abrangente, numa sequência lógica em que poderão ser

apre-ciados de uma vez só ou consultados individualmente.

A nossa intenção foi, num único tomo, fazer um apanhado

tão alargado quanto possível, considerando o objetivo da

obra (embora seja sempre difícil decidir o que manter e

aquilo que poderemos prescindir). É ainda introduzido nos

diversos textos um cruzamento de referências que remetem

para outros acontecimentos correlacionados. Quando

aborda-mos a História tudo está inter-relacionado e é decorrente de

factos anteriores.

Começamos pelas primeiras civilizações, das quais

pos-suímos ainda escassos conhecimentos, embora, sem dúvida,

tenham exercido uma grande influência no nosso quotidiano.

(Nas palavras do historiador J. M. Roberts, «a História

dis-tante continua a guiar as nossas vidas e a nossa maneira de

pensar».) Desde então, passaram por nós mais de cinquenta

e quatro séculos da História do mundo até ao ano de 1945,

marcado pelo fim da Segunda Guerra Mundial. Todos os

seguintes capítulos estão subdivididos pelas regiões do

globo: Médio Oriente e África, Europa, Américas, Extremo

Oriente e Oceânia. Em muitas ocasiões, para uma maior

simplicidade e comodidade de consulta, são referidas as

designações atuais de países e cidades, embora se

empre-guem as antigas quando consideradas mais apropriadas e

familiares para o leitor.

O nosso mais profundo desejo é que A História do Mundo

para Pessoas com Pressa ajude a esclarecer pontuais

confu-sões históricas que ainda persistem, colocando um ponto de

ordem nos eventos mais importantes, desde as migrações em

(10)

EMMA MARRIOTT

massa até aos questionáveis ou brilhantes feitos do passado,

percorrendo os inúmeros exemplos da tenacidade humana e

da sua sobrevivência, todos eles continuando a influenciar

a nossa maneira de pensar e tornando-nos naquilo que hoje

somos.

Emma Marriott

Os meus sinceros agradecimentos ao Dr. Hilary Stroh

(Larkin de nascimento), Lindsay Davies, David Woodroffe,

Ana Bježančević, Greg Stevenson, Andrew John, Charlotte

Buchan, Dominique Enright e Glen Saville.

(11)

CAPÍTULO UM

PRIMEIROS IMPÉRIOS E CIVILIZAÇÕES

3500-800 a. C.

MÉDIO ORIENTE E ÁFRICA

A SumériA

Por volta do ano 5000 a. C., uma mão-cheia de

campo-neses instalaram-se nos férteis territórios do Sul da

Mesopo-tâmia (atual Iraque), uma região conhecida por Suméria.

A primeira grande civilização ganhou forma a partir desta

humilde base. Estabelecendo-se ao longo das margens dos

rios Tigre e Eufrates (em grego, Mesopotâmia significa

«entre dois rios»), os agricultores sumérios conseguiram

fazer brotar da terra uma abundância de cereais e de outras

colheitas, cujos excedentes iam permitindo-lhes permanecer

no mesmo local. Os Sumérios também trocavam estes

exce-dentes alimentares por metais e ferramentas com povos de

regiões tão longínquas como as dos atuais Paquistão e

Afe-ganistão. Além disso, também moldavam a terra com redes

de diques, canais, bem como sistemas de drenagem nas suas

terras férteis e muito propensas a inundações.

Aproximadamente no ano 3000 a. C., a Suméria assistiu

ao aparecimento de uma quantidade de cidades-estados,

(12)

A HISTÓRIA DO MUNDO PARA PESSOAS COM PRESSA

sendo Ur a maior de todas elas com uma população de

qua-renta mil habitantes. O primeiro sistema de escrita que

conhecemos tem origem na Suméria: numa primeira fase

pictográfica, adquirindo gradualmente uma série de signos

simples em forma de cunha, desenhados com recurso a

peda-ços de canas em placas de argila (este tipo de escrita viria a

ser designado por cuneiforme, o que, em latim, significa «em

forma de cunha»). O povo sumério também concebeu um

complexo sistema administrativo e legal, veículos com rodas

e a roda de oleiro, construindo também grandes zigurates e

edificações dotadas de colunas e abóbadas.

Cerca de 2350 a. C., Sargão, rei da Acádia (um antigo

reino a norte da Suméria), estabeleceu o primeiro grande

império da Suméria. Todas as cidades desta região

unifica-ram-se sob o seu controlo e este estendia-se da Síria até ao

golfo Pérsico. Por volta do ano 2200 a. C., esta dinastia foi

aniquilada, embora, depois de 2150 a. C., os reis de Ur

tenham restabelecido a autoridade suméria na região e ainda

conquistaram a Acádia. Após a invasão dos Elamitas e do

saque de Ur, aproximadamente pelo ano 2000 a. C., a

Sumé-ria sucumbiu ao domínio dos Amoritas, de onde emergiu a

enorme cidade-estado da Babilónia (consultar a página 25).

O AntigO EgitO: O impériO AntigO

Cerca do ano 5000 a. C., a primeira grande civilização do

continente africano foi iniciada com a ocupação do vale

do rio Nilo, a noroeste do mesmo. Nos nossos dias, pensa-se

que estes primeiros ocupantes eram originários do deserto do

Sara, onde, aproximadamente dois mil anos mais cedo,

haviam fundado as primeiras sociedades agrícolas antes de

(13)

EMMA MARRIOTT

as alterações climáticas terem transformado o Sara num

deserto. No entanto, estas mesmas alterações do clima

seca-riam também os pântanos do vale do Nilo, tornando esta

região num local muito apetecível para este povo agrícola.

Por meados do quarto milénio antes de Cristo, o vale do

Nilo era densamente povoado, os aglomerados populacionais

cresciam, tendo a região sido dividida em dois reinos

egíp-cios. A cronologia tradicional egípcia diz-nos que, em

3200 a. C., o faraó Menés unificou ambos os reinos, criando

uma única nação. Esta foi a base de uma civilização que se

prolongaria por três mil anos, marcada pela construção de

monumentais edifícios-mausoléu e pelo florescimento da sua

cultura.

O período inicial do antigo Egito, conhecido por Império

Antigo (c. 2575-2130 a. C.), foi assinalado pela governação

de inúmeros faraós poderosos, tendo assistido a grandes

avanços tecnológicos, artísticos e arquitetónicos. Ao longo

desta época, foi desenvolvida a escrita hieroglífica, tendo

sido construídas a Grande Esfinge e as pirâmides de Gizé

(em cujos trabalhos viriam a morrer milhares de

trabalhado-res egípcios). As pirâmides tinham o objetivo de velar pelo

faraó na sua vida após a morte, estando bastante associadas

ao culto do deus Rá — as suas formas evocam os raios

sola-res e ofereciam postumamente ao soberano uma subida até

aos deuses.

O AntigO EgitO: O impériO médiOEO impériO nOvO

O Império Médio (c. 1938-1630 a. C.) assinalou um

período de estabilidade no Egito, seguido por um século de

grave seca, fome e colapso da governação.

(14)

A HISTÓRIA DO MUNDO PARA PESSOAS COM PRESSA

Os faraós que se seguiram restauraram a prosperidade e

a estabilidade do território, assegurando as suas fronteiras,

incrementando a produção agrícola e adquirindo vastas

riquezas minerais (em parte pela reconquista dos terrenos da

Baixa Núbia, rica em pedreiras e minas de ouro). Este

período caracteriza-se pelos trabalhos de joalharia e de

ouri-vesaria. O culto de Osíris, deus da morte e da vida no Além,

estendeu-se a todo o Egito, tornando-se no culto dominante,

induzindo a crença de que todos, e não apenas os faraós,

seriam bem recebidos pelos deuses após a morte.

Edificações demasiado ambiciosas e projetos de

mine-ração, em conjunto com as grandes inundações do Nilo,

levaram a um enfraquecimento do poder dos faraós,

permi-tindo que ocupantes estrangeiros (principalmente os Hicsos,

com origem provável na Palestina) assumissem o controlo.

A passagem de uma economia baseada no bronze para uma

outra baseada no ferro também contribuiu para este

declí-nio. A esta fase seguiu-se o período do Império Novo

(c. 1539-1075 a. C.), quando os faraós restabeleceram a sua

soberania, tendo a influência egípcia sido alargada até à

Síria, a toda a região da Núbia e ao Médio Oriente.

Consi-derado um dos mais gloriosos capítulos da História do

Egito, nesta época foram edificados grandiosos templos,

como os túmulos decorados com pinturas do Vale dos Reis.

Este tempo consagrou ainda os faraós mais conhecidos do

Egito, tal como a soberana Hatshepsut e o rei-menino

Tutankhamon.

Após a morte do último grande faraó, Ramsés III, no ano

1070 a. C., a civilização egípcia entrou num lento declínio,

levando ao aparecimento de diversos pequenos reinos. Cerca

(15)

EMMA MARRIOTT

de 719 a. C., os Cuchitas (consultar a página 45)

conquista-ram o Egito e governaconquista-ram como faraós até terem sido

expul-sos, em 656 a. C., das suas fronteiras pelos Assírios.

À governação assíria seguiu-se a conquista persa de 525 a. C.,

a invasão de Alexandre, o Grande, em 332 a. C. e,

final-mente, no ano 30 a. C., a ocupação romana.

A BABilóniA

Na Mesopotâmia, o poder político acabaria por

deslocar--se mais para norte, para a cidade da Babilónia, na Acádia.

Desta forma, toda aquela planície ficaria conhecida por

Babi-lónia. A sua primeira grande dinastia perdurou

aproximada-mente trezentos anos, desde o ano 1894 a. C., atingindo o

ponto alto da sua influência sob a governação do rei

Hamu-rabi (c. 1795-1750 a. C.).

Ao longo do reinado de Hamurabi, o Império da

Babiló-nia expandiu-se e viria a abranger todo o Sul da

Mesopotâ-mia (incluindo a Suméria) e parte da Assíria, a norte. Este

soberano ficou conhecido por ter instituído o primeiro

con-junto de leis (o Código de Hamurabi) e por ter, também,

impulsionado a ciência e o ensino.

Com a sua morte, o Império da Babilónia entrou em

declínio e, desde 1595 a. C., foi dominado pelos Hititas

(con-sultar a página 27) e pelos Cassitas (povo montanhoso da

Babilónia Oriental), que estabeleceram uma dinastia de

qua-trocentos anos. Durante este período, a Assíria separou-se da

Babilónia e seguiram-se, por alguns séculos, confrontos pela

posse desta. Entre o século

ix

e o final do século

vii

a. C., os

reis assírios governaram a Babilónia até à queda do seu

pró-prio império.

(16)

A HISTÓRIA DO MUNDO PARA PESSOAS COM PRESSA

MAP

A 1 – Os

Antigos Impérios:

África e Médio Oriente,

c. 3500-60 a. C. 0 500 1000 km Impér io Egípcio 1200 a. C. Impér io P ar to 60 a. C. Impér io Assír io 670 a. C. Car tag o Impér io A queménida 500 a. C. Sumér ia Babiló nia Fenícia Axum Reino de Cuc he Impér io Hitita 1000 km Gana e a migr aç

ão dos Bantos

Impér

io

Sassânida 226 d.

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