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PLANO DE CONTINGÊNCIA

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Academic year: 2021

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Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Sanfins do Douro

PLANO DE CONTINGÊNCIA

Coronavírus - COVID-19

Bombeiros Voluntários de Sanfins do Douro

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Registo de Modificações/Alterações

Versão Entrada em Vigor Alterações/Motivos

1/2020 12-03-2020 Reunião de Direção

De acordo com o rápido desenvolvimento da epidemia “COVID-19” em Portugal, o comando dos Bombeiros Voluntários de Sanfins do Douro, estabeleceu um Plano de Contingência alicerçado sob as orientações e normas das autoridades nacionais e internacionais de saúde

Este Plano de Contingência, terá efeitos imediatos em todas as áreas do Quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Sanfins do Douro, tendo sido elaborado pelos elementos de comando do corpo de bombeiros. No mesmo estão explanados um conjunto de medidas, regras e recomendações de atuação, de forma a minimizar os riscos de transmissão e contágio da COVID-19.

O Plano de Contingência ficará disponível no website da Associação (www.bvsd.pt), bem como na rede social da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Sanfins do Douro. O Plano será atualizado quando a evolução da situação assim o obrigar ou quando sejam emanadas novas normas, regras ou procedimentos por parte das Entidades competentes.

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Índice

Introdução ... 4

Objetivos ... 4

Âmbito de aplicação ... 6

OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO DE CONTINGÊNCIA ... 7

Competências ... 8

Ativação do Plano ... 8

Desativação do Plano ... 9

Fases do Plano ... 9

1ª Fase – Fase de Monitorização... 9

2ª Fase – Fase de Alerta ... 11

Área de Isolamento ... 13

3ª Fase – Fase de Recuperação ... 13

Procedimentos nas diversas fases no Plano de Contingência ... 14

Fase 1- Monitorização ... 14

Fase 2- Alerta... 15

MEDIDAS DE PREVENÇÃO E PROTEÇÃO ... 17

DESTINATÁRIOS ... 17 Entrada em Vigor... 17 ANEXO I ... 18 ANEXO II ... 19 ANEXO III ... 20 ANEXO IV ... 21 ANEXO V ... 22 ANEXO VI ... 23

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Introdução

O Plano de Contingência para o COVID-19, apresenta as recomendações estratégicas para a sua implementação no Corpo de Bombeiros Voluntários de Sanfins do Douro.O Coronavírus (CoV) família de vírus comuns em várias espécies animais como, morcegos, gatos e camelos, raramente transmissíveis ao homem , exceto: SARS (2003), MERS (2012) e o 2019-nCoV

Os sinais mais comuns e evidentes de infeção poderão referir alguma sintomatologia, como:

 Febre;

 Tosse;

 Dificuldade respiratória (Dispneia);

Em casos mais graves ou de agudização severa, a infeção poderá causar pneumonia, síndrome respiratória aguda grave, insuficiência renal, podendo em casos extremos levar à morte.

Objetivos

O presente Plano deve ser entendido como um documento suporte que visa de alguma forma antecipar, gerir e promover as medidas de ação a utilizar para fazer face a esta pandemia. Contemplará normas e procedimentos que permitirão gerir o impacto numa situação de contágio que colida diretamente com atividade Operacional do Corpo de Bombeiros Voluntários de Sanfins do Douro, nomeadamente ao que respeita à continuidade da Prestação de Socorro. Terá também como objetivo estratégico garantir, mesmo na pior das situações, a continuidade do planeamento civil de emergência, e ações de proteção e socorro. Assim sendo, assumem-se os seguintes diretrizes operacionais:

1. Enumerar a resposta nas diferentes fases do Plano de Contingência, com o objetivo de manter os serviços essenciais em funcionamento;

2. Definir qual a composição das estruturas de decisão, coordenação e monitorização do CB assegurando desta forma o pleno funcionamento dos serviços mínimos e de execução primária e essencial;

3. Definir como se irá realizar a coordenação com as diversas organizações e entidades externas, nomeadamente, DGS,INEM,ANEPC,SMPC e SNS;

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4. Preparar a resposta nas diferentes fases do plano, para atenuar e diminuir as condições de propagação do vírus;

5. Reduzir o risco de contaminação nas diversas áreas que constituem o Quartel Sede;

6. Vigiar e reconhecer o impacto da eventual pandemia sobre os colaboradores;

7. Divulgar Procedimentos/Linhas orientadoras que permitam proteger todos os Operacionais do Corpo de Bombeiros;

8. Garantir a correta e adequada informação, quer ao nível interno, quer externo;

9. Promover uma correto input e output informativo;

Não está contemplado no referido plano, ações de tratamento médico no Quartel Sede. Em situação de sintomatologia relevante e homóloga à referenciada pela DGS o(os) Bombeiro(os) deverá(ão) permanecer no local escolhido para isolamento no referido edificio“Sala de Formação” e realizar contacto com a linha SNS 24 (808 24 24 24).

Desta forma estarão a cumprir as recomendações emanadas pela Direção-Geral de Saúde (DGS) e cooperando sempre com as autoridades competentes não colocando em risco de contágio (terceiros ou circunstantes).

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Âmbito de aplicação

O Plano indica os procedimentos de decisão e coordenação nas ações a realizar no corpo de Bombeiros Voluntários de Sanfins do Douro e o processo de comunicação, interno e externo (agentes de proteção civil, fornecedores e prestadores de serviços). O Plano de contingência do CB de Sanfins do Douro é aprovado pela Direção da Associação e Comando.

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OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO DE CONTINGÊNCIA

GRUPO COORDENADOR DO PLANO (GCP)

São membros permanentes do GCP:

Coordenador do Plano

Presidente da AHBVSD- José Luís Rodrigues Vilela

Adjuntos da Coordenação do Plano Comandante- Bruno Filipe Martinho Girão

Vice-Presidente da AHBVSD- Manuel Eduardo Malheiro Gomes Adjunto de Comando- João Manuel Grácio Rocha

Grupo de Apoio e Acompanhamento

Fernando Pereira dos Santos Maria do Rosário Correia Pereira José Carlos Campeã Pardal Rui Rodrigues dos Santos

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Competências

Compete ao Grupo de coordenador do plano de contingência (GCP): a) Definir a estratégia de atuação face ao evoluir da situação;

b) Coordenar a atuação global;

c) Avaliar a evolução da situação, propor a ativação das diferentes fases do Plano e definir a duração temporal das mesmas, tendo sempre linha orientadora as indicações do Ministério da Saúde (MS) e da Direção Geral da Saúde (DGS);

d) Promover alterações ao Plano quando justificável;

e) Em caso de necessidade informar/notificar as Entidades competentes;

f) Estar atento a todas as informações que possam chegar via email por parte das entidades competentes e divulga-la atempadamente a todos os potenciais interessados (colaboradores sob risco de contágio);

Ativação do Plano

A ativação das diferentes fases do Plano é determinada pelo Presidente da Associação, sempre sob o parecer vinculativo do Grupo de Coordenador do Plano de Contingência.

O Grupo de Coordenação do Plano de Contingência, deverá estar atento a todas as situações, mas de forma particular aos seguintes casos:

1) Alertas enviados pela OMS e recomendações por parte do MS ou DGS;

2) Verificação de vias secundárias de transmissão de forma generalizada em sem controlo a nível nacional;

3) Validação da confirmação do primeiro caso de COVID-19 no Corpo de Bombeiros Voluntários de Sanfins do Douro;

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Desativação do Plano

A desativação do plano é determinada pelo Presidente da Associação, sempre sob o parecer vinculativo do Grupo Coordenador do Plano de Contingência e em consonância com as diretrizes e indicações da DGS.

Fases do Plano

O Plano da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Sanfins do Douro é composto por 3 fases designadamente:

1ª Fase – Fase de Monitorização 2ª Fase – Fase de Alerta

3ª Fase – Fase de Recuperação

1ª Fase – Fase de Monitorização Nesta fase ainda não há registo de Bombeiros com COVID-19.

São implementadas ações para que todos os colaboradores tomem conhecimento do plano de contingência. Assim sendo O GCP:

1. Articula-se com a DGS para acompanhamento do evoluir da situação;

2. Divulga o Plano a toda a estrutura da Corporação, prestadores de serviços, e visitantes, validando e garantindo que todos tomaram conhecimento do mesmo;

3. Terão o cuidado de registar os casos de todos os colaboradores que se deslocaram ao estrangeiro e ou locais considerados de risco a título particular, em serviço ou representação sendo que, relativamente a este último caso, só deverão acontecer em caso de extrema necessidade;

4. Identificar grupos de risco dentro da estrutura da Corporação;

5. Dotar e capacitar todos os intervenientes dos principais procedimentos a ter nas diferentes fases do Plano;

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6. Validar as atividades prioritárias face ao evoluir da situação, identificando as tarefas que podem ser temporariamente suspensas;

7. Identificar a lista dos colaboradores cuja interrupção da respetiva atividade, poderá originar uma importante perda da operacionalidade da corporação no que diz respeito à segurança e coordenação do socorro;

8. Define o plano para eventual distribuição de equipamentos de proteção individual;

9. Divulga informação sobre medidas de autoproteção, higiene, etiqueta respiratória e comportamental no sentido de evitar os contágios;

10. Identifica os possíveis espaços destinados a isolamento (caso particular da Associação-Sala de Formação);

11. Elaborar estratégias de comunicação internas e externas;

12. Adquirir algum material de proteção individual (através de meios financeiros próprios), como máscaras (FPP2,FPP3), gel desinfetante e de equipamentos de monitorização, como é o caso de termómetros;

13. Caso exista uma elemento confirmado como vitima de COVID-19 deverá existir uma planificação que permita que a função desempenhada pelo contaminado seja desempenhada por um substituto já previamente definido;

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2ª Fase – Fase de Alerta

No momento que se registe o primeiro caso de COVID-19 na Corporação de Sanfins do Douro, é imediatamente acionada a fase de alerta e todos os procedimentos e

mecanismos patentes na mesma. Nesta fase o GCP:

1. É responsável pelo registo do número de casos assinalados na corporação informando a DGS tendo a segunda como obrigatoriedade o acompanhamento constante do evoluir da situação;

2. Procede à criação e implementação de novos horários de trabalho, se possível, em períodos desfasados para evitar contágio entre os colaboradores (por exemplo: turno da manhã, turno da tarde, turno da noite);

3. Procede à distribuição de equipamento de proteção individual aos colaboradores para assegurar o trabalho de forma segura;

4. Implementar medidas de limpeza reforçadas e definir horários e tipologia da limpeza nas instalações consoante a situação e o status da situação verificada; 5. Difundir informação pertinente junto dos seus colaboradores;

6. Acompanhamento da evolução da situação clínica dos colaboradores infetados; 7. Acompanhamento da situação de saúde dos colaboradores que, tendo

contacto com alguém contaminado, que ainda se encontram assintomáticos; 8. Desinfetar todo o material utilizado como: Registo biométrico, teclados, ratos,

monitores, secretárias, cadeiras, telefones, rádios, viaturas entre outros; 9. Higienização e Esterilização em Ambulâncias, conforme as Normas em vigor de

Higienização;

10. Efetuar diariamente uma limpeza às instalações, de preferência nas trocas de turno / fim do horário de trabalho.

11. Inibir o acesso à Corporação a pessoal externo ao serviço;

12. Cancelar as atividades fora das instalações (Reuniões, Vistorias, Exercícios, instruções/Formações);

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14. Identificar a lista de atividades prioritárias;

15. Definir elementos mínimos e necessários afim de garantir a continuidade da prestação de socorro;

16. A possibilidade de constituir uma lista de elementos do quadro ativo que possam substituir colaboradores que estejam a desempenhar ações de proteção e socorro, nomeadamente (Equipas de Pré-Hospitalar);

Se entrarmos numa Fase Critica no Panorama Nacional, o GCP deverá:

1. Cancelar viagens de Serviço;

2. Restrição de visitantes ás instalações;

3. Possibilidade de realizar determinadas ações e funções por teletrabalho de forma a diminuir o número de trabalhadores nas instalações;

4. Transportes de doentes devem apenas efetuar-se em caso de urgência, procedendo-se de seguida à correta Higienização e Esterilização da célula sanitária da ambulância e cockpit;

5. Todos os seminários, workshops, cursos de curta duração deverão ser adiados para uma data a definir após fase de recuperação;

6. Distribuição de equipamento individual de proteção para o atendimento ao público;

7. Vedar completamente a entrada de pessoas na área reservada da Corporação;

8. Os portões de entrada e saída de veículos deverão estar sempre fechados, bem como todas as portas que permitam entrada e saída de pessoal estranho ao serviço;

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Área de Isolamento

A colocação de um trabalhador numa área de “isolamento” visa impedir que os restantes elementos possam ser expostos e cumulativamente infetados.

A área de isolamento deve ter as seguintes características; 1. Ventilação natural, ou sistema de ventilação mecânica;

2. Equipada com telefone ou telemóvel, cadeira ou cadeirão (que possibilite o conforto adequado, enquanto o individuo(a) aguarda a validação do caso por parte das entidades competentes e eventual transporte por parte do INEM/CVP) ;

3. Contentor de resíduos (com abertura não manual e saco de plástico com espessura de 50 ou 70 micra) ;

4. Solução antissética de base alcoólica (SABA); 5. Luvas descartáveis;

6. Termómetro, antipiréticos/analgésicos;

A área de isolamento do Quartel Sede da Associação Humanitária dos B.V de Sanfins do Douro será a Sala de Formação;

3ª Fase – Fase de Recuperação

A Fase da Recuperação caracteriza-se pelo término do aparecimento de novos casos e a validação da recuperação dos indivíduos doentes, os quais iniciam o de forma gradual as atividades profissionais.

Nesta fase o GCP mantém registo do número de casos registados na corporação e articula com a DGS para acompanhamento da evolução especificamente. Nesta fase implementam-se as seguintes medidas:

1. Regresso aos locais de trabalho em articulação com as orientações e conivência da DGS;

2. Articula-se um plano de limpeza específico e eficaz às instalações;

3. Analisa-se os procedimentos adotados nas fases anteriores de forma que se possam corrigir hipotéticas falhas e respetiva potenciação do plano no caso de novas necessidades.

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Procedimentos nas diversas fases no Plano de

Contingência

Fase 1- Monitorização

1. Todos os colaboradores devem conhecer os sinais e sintomas da doença, bem como as suas formas de transmissão;

2. Bombeiros que não estejam infetados, que não tenham familiares infetados e que desconheçam ter estado em contato com alguém infetado poderão deslocar-se ao C.B. Devem tomar as precauções universais recomendadas e adotar comportamentos cívicos vincados em diversas circulares em matéria de autoproteção;

3. Bombeiros que por qualquer motivo tenham efetuado deslocações a áreas com transmissão comunitária ativa1 do COVID-19, terão a obrigatoriedade de Comunicar ao CB essas deslocações para efeitos de acompanhamento. Promover como medida preventiva o isolamento social voluntário e a adoção de teletrabalho;

4. Cadeia de Substituição- Deve-se planificar hipotéticas substituições de colaboradores pelos motivos supracitados;

5. Todos os operacionais deverão uniformizar-se no Quartel. No fim de cada turno deverão colocar a sua farda num saco de lixo devidamente com a farda devidamente calafetada no seu interior. Todos os operacionais terão a possibilidade de tomar banho nas instalações (Balneários Masculinos e Femininos) , abandonando as instalações com a sua roupa civil;

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Fase 2- Alerta

1. Os Bombeiros que não estão infetados, mas têm um ou mais familiares infetados ou estiveram em contacto com o vírus, não poderão deslocar-se ao Quartel onde desempenham a sua atividade;

2. Se a sua atividade for imprescindível poderá providenciar-se o recurso ao teletrabalho de modo a que a prestação de serviço seja realizada a partir de casa;

3. Perante uma suspeita ou um caso confirmado de doença num colaborador, devem adotar-se medidas de isolamento a decidir caso a caso, tendo por base a identificação do risco, em estreita articulação com a Autoridade de Saúde local; 4. Colaboradores da Associação infetados

a. Não poderão deslocar-se para as instalações onde desempenham a sua atividade;

b. Devem adotar medidas de proteção individual e cumprir as orientações emanadas das entidades competentes (centros de saúde, Linha SNS 24, etc.) de modo a evitar o risco de contágio;

c. Só poderão regressar após o comprovativo de que não existe perigo de contágio

5. Poderá ser aconselhável, suspender as atividades que não sejam estritamente necessárias. Esta ação pode ser tomada como medida de preventiva afim de diminuir o risco de contaminação;

6. Ações a tomar se existir um caso suspeito nas instalações do Quartel da Associação:

a. Informar o GCP

b. Contactar a linha SNS 24

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7. Os colaboradores/Bombeiros da Associação poderão ficar temporariamente dispensados de se apresentarem no local de trabalho, por indicação do Coordenador do Plano, com o objetivo de diminuir o risco de contágio e consequente propagação do Vírus;

8. Alguns colaboradores/Bombeiros da Associação, de acordo com o seu perfil funcional, poderão vir a ser chamados para substituir outros colaboradores/Bombeiros.

9. Poderão ser adotados procedimentos de flexibilização de horários de trabalho (ex. turnos).

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MEDIDAS DE PREVENÇÃO E PROTEÇÃO

 De acordo com as orientações emanadas pela OMS e DGS:

 Lavagem frequente das mãos com água e sabão ou com soluções à base de álcool (SABA);

 Cumprimento das regras de etiqueta respiratória:

 Cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir;

 Utilizar um toalhete/Lenço de mão de uso único para conter as secreções respiratórias, o qual deve ser prontamente eliminado num contentor de resíduos próximo;

 Em alternativa poderá tossir ou espirrar para o braço/manga evitando a dispersão de partículas, e a consequente contaminação das mãos;

 Higienizar as mãos após contacto com secreções respiratórias;

 Evitar tocar nas mucosas dos olhos, boca ou nariz.

 Evitar contacto com pessoas com infeção respiratória;

 Evitar partilha de objetos de uso pessoal e comida;

 Sempre que um colaborador/ Bombeiro da Associação apresente sintomas de tosse, febre ou dificuldade respiratória conjugado com regresso recente de áreas com transmissão comunitária ativa do COVID-19 ou contacto com um doente infetado, deve ligar para a Linha SNS 24 – 808 24 24 24, informando os seus superiores hierárquicos;

 Manter pelo menos 2 metros de distância em relação a outras pessoas, principalmente daquelas que apresentam sintomas de tosse ou febre.

DESTINATÁRIOS

São destinatários da informação todos os dirigentes, colaboradores e Bombeiros da Associação de Bombeiros Voluntários Sanfins do Douro. O Plano também deverá ser divulgado a conhecer aos prestadores de serviços, fornecedores e visitantes/utentes da referida corporação.

Entrada em Vigor

Este Plano de Contingência entra em vigor imediatamente e deve ser amplamente divulgado internamente e externamente.

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ANEXO I

ANEPC – Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil AHBVSD - Associação Humanitária dos B.V de Sanfins do Douro C.B - Corpo de Bombeiros

DGS - Direção Geral de Saúde

GCP - Grupo Coordenador do Plano de Contingência MS - Ministério da Saúde

OMS - Organização Mundial de Saúde SNS - Serviço Nacional de Saúde

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ANEXO II

Nome Função Contato

Luís Vilela Coordenador do Plano 938471017

Bruno Girão Adjuntos do Coordenador 969941945 Manuel Gomes Adjuntos do Coordenador 965038065 João Rocha Adjuntos do Coordenador 969220395 Fernando Santos Grupo de Acompanhamento 962990193 Maria Pereira Grupo de Acompanhamento 969220388 José Pardal Grupo de Acompanhamento 927862895 Rui Santos Grupo de Acompanhamento 935856173

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ANEXO III

Equipamento de proteção individual (EPI) a utilizar pelos bombeiros, perante a

existência de doentes com suspeita de Coronavírus, no nível de cuidados não invasivos prestados a menos de um metro de distância, definido pela DGS (de acordo com a Orientação 03/2020 de 30 de janeiro da DGS):

 Bata – Com abertura atrás, de uso único e impermeável;

 Máscara – Preferencialmente FFP2;

 Proteção Ocular – Usar óculos de proteção em todos os casos de suspeição de nCoV;

 Luvas – De uso único, não esterilizadas.

Procedimentos que devem ser adotados pelos bombeiros ao nível da desinfeção dos veículos dos Corpos de Bombeiros:

 Todos os habituais procedimentos de desinfeção de uma ambulância devem ser realizados, preferencialmente no final de cada serviço realizado;

 Utilizar equipamento de limpeza dedicado ou descartável, que deve ser descontaminado após utilização;

 Utilizar desinfetantes desengordurantes (o Coronavírus apresenta membrana lipídica que é destruída pela maioria dos desinfetantes);

 Dar especial atenção às superfícies com maior manipulação, para efeitos de limpeza.

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Referências

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