Apresentação e Gestão de Sistemas
Utilitários para funcionamento de um
Sistemas Utilitários
Agrupamento de subsistemas que compõem a infraestrutura físico-funcional da instituição: - Água e esgoto; - Climatização; - Sinalética; - Predial; - Elevadores, etc...
Construção do prédio
Basicamente, o projeto arquitetônico de um EAS é baseado na RDC 50/2002;
- Definição de dimensões;
- Detalhes construtivos como piso, parede; - Instalações elétricas;
- Instalações hidráulicas
Sistema Predial
Abriga todas as outras estruturas do prédio:
- Segue no mínimo a RDC 50 e acessibilidade;
- Importantíssima integração entre “cliente” e projetistas;
Sistema Predial
- Procura ser integrado ao meio ambiente local;
- Deve sempre:
- Possuir paredes integras;
- Respeitar fluxo de sujo e limpo; - Permitir fácil acesso;
Sistema Predial
- Deve sempre:
- Possuir paredes lisas,
impermeáveis e resistentes;
(gesso, azulejo, corian, vinílico)
Sistema Predial
- Deve sempre:
- Piso revestido com material liso, impermeável, antiderrapante e resistente;
Gerenciamento de Tecnologias
Regulamentação orientativa sobre o tema encontra-se:
- RDC 02/2010, substituída por:
Gerenciamento de Tecnologias
CONSUMIMOS DIARIAMENTE
445.000 LITROS DE ÁGUA
POR DIA
,
EQUIVALENTE A
A ENERGIA ELÉTRICA CONSUMIDA EM UM
MÊS NO HOSPITAL É O SUFICIENTE PARA
ABASTECER EM TORNO DE
Sistema Elétrico
Fundamental para funcionamento de todos outros subsistemas, composto por:
- Subestação;
- Transformadores;
- Geradores e no-breaks; - Quadros elétricos;
Subestação
É uma instalação elétrica de alta potência, contendo equipamentos para transmissão e distribuição de energia elétrica, além de equipamentos de proteção e controle.
Subestação
Local por onde chega a energia dentro de uma construção;
Dimensão é dada pela Potência elétrica: [kVA] HMV: 1M kVA
Subestação
Fatores mais importantes são: - Quantos alimentadores?
- Quanto mais, melhor!
- Medição de energia feita pela concessionária;
Adesão ao Mercado Livre: - Prazo mínimo de 5 anos; - Economia em torno 30%;
Transformador
Local por onde passa a energia vinda da concessionária e rebaixada até o consumidor: - Geralmente rebaixada de 13,8kV para 127V ou 220V; - Acompanha a potência da subestação;
Gerador
Equipamentos que geram energia elétrica em momentos que o fornecimento pela concessionária é cessado.
- Fundamental em EAS;
- Aspectos mais importantes:
- Regime de trabalho: stand-by ou prime load; - Geralmente funciona por Diesel ou GN;
- Carenado ou abrigado;
Gerador
Stand-by ou prime load:
- Stand-by: fica desligado e funciona apenas quando ocorre a falta de energia;
- Prime load: funciona diariamente em horários de pico, geralmente utilizado para gerar economia de energia;
Qualquer gerador é fabricado para funcionar indefinidamente, desde que receba manutenção adequada;
Gerador
Gerador
Estimativa de valores diesel
- Gerador abrigado: R$ 0,9 X kVA;
- Gerador carenado: Gerador abrigado + R$ 100 mil;
Estimativa de valores GN
- Gerador abrigado: R$ 1,2 X kVA;
No-break
- Equipamentos que fornecem energia de forma ininterrupta “até a entrada do gerador”;
- Instalações com grande oscilação de energia;
- Primordial em áreas de TI (data center, racks de TI e áreas críticas e equipamentos imagem);
- Aspectos mais importantes:
- Autonomia: Tempo médio de 2h;
No-Break
Estimativas:
- No-break: R$ 1.000 X kVA;
- Autonomia: Geralmente 1h ou menor; - Bateria: R$ 1.800/cada;
- Banco de Baterias: R$ 45.000
Quadro Elétrico
Local que recebe energia da subestação e distribui até os pontos de consumo;
Tomadas
- Geralmente definidas pelos usuários, mas fundamental seguir também a RDC 50;
- Fundamental que existam das duas tensões (127 e 220V);
Tomadas
- Sempre que possível, setorizar tomadas para facilitar a gestão;
Iluminação
- Nível de iluminância de acordo com RDC 50 ou com a NBR 5413 – o que for maior;
- Luminárias fechadas, sem acesso ao toque; - Luminárias limpas;
Climatização
Manutenção da temperatura ambiente:
- Utilizada para conforto;
- Necessário para funcionamento de equipamentos médicos;
- Definido por: - NBR 7256;
Climatização
Sistemas existentes:
- Ar de janela ou ACJ; - Splits;
Climatização
Ar de janela:
- Pouco utilizado;
- Alto consumo de energia; - Congelamento em inverno
Climatização
Ar de janela:
Climatização
Devido a renovação de ar...
- Permanece sendo utilizado em hospitais e clínicas; - Muito utilizado em áreas assistenciais, geralmente
quartos de internação; - “Baixo” custo;
Climatização
Splits
- Funcionam em duas partes: - Condensadora;
Climatização
Split
- Baixo ruído; - Baixo custo;
Climatização
Split
- Difícil manutenção;
- Não renova ar (modelo convencional) muito
utilizado em áreas
administrativas ou como backup;
Climatização
Ar central ou Chiller
- Funcionamento por meio de água gelada e fancoils;
Climatização
Ar central ou Chiller
- Renovação de ar; - Baixa manutenção;
Climatização
Ar central ou Chiller
- Grande espaço físico;
- Alto consumo de energia; - Custo elevado;
Climatização
Ar central ou Chiller
Climatização
Ar central ou Chiller
Climatização
Dutos de ar
- Levam o ar do fancoil até o ponto de consumo;
Climatização
Dutos de ar
Climatização
Estimativa de valor
- ACJ: R$ 0,14/BTU, áreas pequenas;
- Split: R$ 0,2/BTU, áreas pequenas e médias;
►INFRA DE CLIMATIZAÇÃO
►12 CHILLERS – 2.300TR – 27,6 M BTU’s;
►250 SPLITS;
►5 AR DE JANELA.
►EQUIVALE A CAPACIDADE DE REFRIGERAÇÃO DE
Gases Medicinais
- Utilizado nas mais diversas terapias no paciente:
- Ar medicinal; - Oxigênio;
- Vácuo;
- Óxido nitroso e Óxido nítrico; - Nitrogênio;
Gases Medicinais
- Ar medicinal: geralmente com equipamentos médicos ou aspiração e nebulização;
- Oxigênio: equipamentos, nebulização, aspiração, cicatrização;
- Vácuo: aspiração e curativos;
- Óxido nitroso e Óxido nítrico: anestesia e CTI Neo para vasodilatação;
Gases Medicinais
Gases Medicinais
Gases Medicinais
Gases Medicinais
Água e Esgoto
Água e Esgoto
Consumo Geral: Recurso oriundo da concessionária e passa apenas pelo sistema de bombeamento
- Banho nos pacientes; - Higienização;
- Preparo na Nutrição; - Consumo em filtros; - PPCI;
Água e Esgoto
Aspectos importantes para o consumo geral:
- Análise da potabilidade (semestral) em pontos aleatórios;
- Limpeza dos reservatórios (semestral);
Água e Esgoto
Água para Hemodiálise:
- Altamente crítico para processos dialíticos convencionais;
- Processo de filtração ativa realizada por uma Osmose Reversa;
Água e Esgoto
Aspectos importantes para água de hemodiálise:
- Análise da qualidade (mensal) em pontos cada fase da osmose;
- Limpeza e desinfecção (mensal) do sistema de osmose e tubulação (diferenciada: polipropileno natural);
- Determinada pela RDC 11/14;
Água e Esgoto
Por ser altamente crítico, é sempre alvo de fiscalização da vigilância sanitária, recebendo 1 visita mensal;
Estimativa de custo:
- Elemento filtrante: R$ 5.000/semestre; - Manutenção: R$ 2.500/mês;
Transporte vertical
Elevadores:
- Primordial para o fluxo de um hospital e muito interligado a estrutura predial; - Pacientes; - Resíduos; - Serviços e pessoas;
Transporte vertical
Monta-carga:
- Objetiva agilizar os serviços os quais interligam;
- Menores que elevadores;
Transporte vertical
Fluxo de passageiros:
- Sem carga: 4 min;
- Carga de mão: 7 min; - Com carrinho: 12 min;
Transporte vertical
Aspectos importantes:
- Casa de máquinas;
- Legislação bem definida e “forte”; - Manutenção;