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Academic year: 2021

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Apresentação e Gestão de Sistemas

Utilitários para funcionamento de um

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Sistemas Utilitários

Agrupamento de subsistemas que compõem a infraestrutura físico-funcional da instituição: - Água e esgoto; - Climatização; - Sinalética; - Predial; - Elevadores, etc...

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Construção do prédio

Basicamente, o projeto arquitetônico de um EAS é baseado na RDC 50/2002;

- Definição de dimensões;

- Detalhes construtivos como piso, parede; - Instalações elétricas;

- Instalações hidráulicas

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Sistema Predial

Abriga todas as outras estruturas do prédio:

- Segue no mínimo a RDC 50 e acessibilidade;

- Importantíssima integração entre “cliente” e projetistas;

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Sistema Predial

- Procura ser integrado ao meio ambiente local;

- Deve sempre:

- Possuir paredes integras;

- Respeitar fluxo de sujo e limpo; - Permitir fácil acesso;

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Sistema Predial

- Deve sempre:

- Possuir paredes lisas,

impermeáveis e resistentes;

(gesso, azulejo, corian, vinílico)

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Sistema Predial

- Deve sempre:

- Piso revestido com material liso, impermeável, antiderrapante e resistente;

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Gerenciamento de Tecnologias

Regulamentação orientativa sobre o tema encontra-se:

- RDC 02/2010, substituída por:

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Gerenciamento de Tecnologias

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CONSUMIMOS DIARIAMENTE

445.000 LITROS DE ÁGUA

POR DIA

,

EQUIVALENTE A

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A ENERGIA ELÉTRICA CONSUMIDA EM UM

MÊS NO HOSPITAL É O SUFICIENTE PARA

ABASTECER EM TORNO DE

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Sistema Elétrico

Fundamental para funcionamento de todos outros subsistemas, composto por:

- Subestação;

- Transformadores;

- Geradores e no-breaks; - Quadros elétricos;

(20)

Subestação

É uma instalação elétrica de alta potência, contendo equipamentos para transmissão e distribuição de energia elétrica, além de equipamentos de proteção e controle.

(21)

Subestação

Local por onde chega a energia dentro de uma construção;

Dimensão é dada pela Potência elétrica: [kVA] HMV: 1M kVA

(22)

Subestação

Fatores mais importantes são: - Quantos alimentadores?

- Quanto mais, melhor!

- Medição de energia feita pela concessionária;

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Adesão ao Mercado Livre: - Prazo mínimo de 5 anos; - Economia em torno 30%;

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Transformador

Local por onde passa a energia vinda da concessionária e rebaixada até o consumidor: - Geralmente rebaixada de 13,8kV para 127V ou 220V; - Acompanha a potência da subestação;

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Gerador

Equipamentos que geram energia elétrica em momentos que o fornecimento pela concessionária é cessado.

- Fundamental em EAS;

- Aspectos mais importantes:

- Regime de trabalho: stand-by ou prime load; - Geralmente funciona por Diesel ou GN;

- Carenado ou abrigado;

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Gerador

Stand-by ou prime load:

- Stand-by: fica desligado e funciona apenas quando ocorre a falta de energia;

- Prime load: funciona diariamente em horários de pico, geralmente utilizado para gerar economia de energia;

Qualquer gerador é fabricado para funcionar indefinidamente, desde que receba manutenção adequada;

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Gerador

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Gerador

Estimativa de valores diesel

- Gerador abrigado: R$ 0,9 X kVA;

- Gerador carenado: Gerador abrigado + R$ 100 mil;

Estimativa de valores GN

- Gerador abrigado: R$ 1,2 X kVA;

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No-break

- Equipamentos que fornecem energia de forma ininterrupta “até a entrada do gerador”;

- Instalações com grande oscilação de energia;

- Primordial em áreas de TI (data center, racks de TI e áreas críticas e equipamentos imagem);

- Aspectos mais importantes:

- Autonomia: Tempo médio de 2h;

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No-Break

Estimativas:

- No-break: R$ 1.000 X kVA;

- Autonomia: Geralmente 1h ou menor; - Bateria: R$ 1.800/cada;

- Banco de Baterias: R$ 45.000

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Quadro Elétrico

Local que recebe energia da subestação e distribui até os pontos de consumo;

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Tomadas

- Geralmente definidas pelos usuários, mas fundamental seguir também a RDC 50;

- Fundamental que existam das duas tensões (127 e 220V);

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Tomadas

- Sempre que possível, setorizar tomadas para facilitar a gestão;

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Iluminação

- Nível de iluminância de acordo com RDC 50 ou com a NBR 5413 – o que for maior;

- Luminárias fechadas, sem acesso ao toque; - Luminárias limpas;

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Climatização

Manutenção da temperatura ambiente:

- Utilizada para conforto;

- Necessário para funcionamento de equipamentos médicos;

- Definido por: - NBR 7256;

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Climatização

Sistemas existentes:

- Ar de janela ou ACJ; - Splits;

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Climatização

Ar de janela:

- Pouco utilizado;

- Alto consumo de energia; - Congelamento em inverno

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Climatização

Ar de janela:

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Climatização

Devido a renovação de ar...

- Permanece sendo utilizado em hospitais e clínicas; - Muito utilizado em áreas assistenciais, geralmente

quartos de internação; - “Baixo” custo;

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Climatização

Splits

- Funcionam em duas partes: - Condensadora;

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Climatização

Split

- Baixo ruído; - Baixo custo;

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Climatização

Split

- Difícil manutenção;

- Não renova ar (modelo convencional) muito

utilizado em áreas

administrativas ou como backup;

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Climatização

Ar central ou Chiller

- Funcionamento por meio de água gelada e fancoils;

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Climatização

Ar central ou Chiller

- Renovação de ar; - Baixa manutenção;

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Climatização

Ar central ou Chiller

- Grande espaço físico;

- Alto consumo de energia; - Custo elevado;

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Climatização

Ar central ou Chiller

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Climatização

Ar central ou Chiller

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Climatização

Dutos de ar

- Levam o ar do fancoil até o ponto de consumo;

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Climatização

Dutos de ar

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Climatização

Estimativa de valor

- ACJ: R$ 0,14/BTU, áreas pequenas;

- Split: R$ 0,2/BTU, áreas pequenas e médias;

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►INFRA DE CLIMATIZAÇÃO

►12 CHILLERS – 2.300TR – 27,6 M BTU’s;

►250 SPLITS;

►5 AR DE JANELA.

►EQUIVALE A CAPACIDADE DE REFRIGERAÇÃO DE

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Gases Medicinais

- Utilizado nas mais diversas terapias no paciente:

- Ar medicinal; - Oxigênio;

- Vácuo;

- Óxido nitroso e Óxido nítrico; - Nitrogênio;

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Gases Medicinais

- Ar medicinal: geralmente com equipamentos médicos ou aspiração e nebulização;

- Oxigênio: equipamentos, nebulização, aspiração, cicatrização;

- Vácuo: aspiração e curativos;

- Óxido nitroso e Óxido nítrico: anestesia e CTI Neo para vasodilatação;

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Gases Medicinais

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Gases Medicinais

(63)

Gases Medicinais

(64)

Gases Medicinais

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Água e Esgoto

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Água e Esgoto

Consumo Geral: Recurso oriundo da concessionária e passa apenas pelo sistema de bombeamento

- Banho nos pacientes; - Higienização;

- Preparo na Nutrição; - Consumo em filtros; - PPCI;

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Água e Esgoto

Aspectos importantes para o consumo geral:

- Análise da potabilidade (semestral) em pontos aleatórios;

- Limpeza dos reservatórios (semestral);

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Água e Esgoto

Água para Hemodiálise:

- Altamente crítico para processos dialíticos convencionais;

- Processo de filtração ativa realizada por uma Osmose Reversa;

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Água e Esgoto

Aspectos importantes para água de hemodiálise:

- Análise da qualidade (mensal) em pontos cada fase da osmose;

- Limpeza e desinfecção (mensal) do sistema de osmose e tubulação (diferenciada: polipropileno natural);

- Determinada pela RDC 11/14;

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Água e Esgoto

Por ser altamente crítico, é sempre alvo de fiscalização da vigilância sanitária, recebendo 1 visita mensal;

Estimativa de custo:

- Elemento filtrante: R$ 5.000/semestre; - Manutenção: R$ 2.500/mês;

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Transporte vertical

Elevadores:

- Primordial para o fluxo de um hospital e muito interligado a estrutura predial; - Pacientes; - Resíduos; - Serviços e pessoas;

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Transporte vertical

Monta-carga:

- Objetiva agilizar os serviços os quais interligam;

- Menores que elevadores;

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Transporte vertical

Fluxo de passageiros:

- Sem carga: 4 min;

- Carga de mão: 7 min; - Com carrinho: 12 min;

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Transporte vertical

Aspectos importantes:

- Casa de máquinas;

- Legislação bem definida e “forte”; - Manutenção;

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Referências

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