• Nenhum resultado encontrado

CONIC-SEMESP

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "CONIC-SEMESP"

Copied!
9
0
0

Texto

(1)

TÍTULO: LEVANTAMENTO DE CASOS DE LEISHMANIOSE CANINA DIAGNOSTICADOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIFRAN

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE ÁREA:

SUBÁREA: Medicina Veterinária SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO(ÕES): UNIVERSIDADE DE FRANCA - UNIFRAN INSTITUIÇÃO(ÕES):

AUTOR(ES): SIMONE BONATTINI MARTINEZ AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): FERNANDA GOSUEN GONÇALVES DIAS, LUCAS DE FREITAS PEREIRA, DANIEL PAULINO JUNIOR, RAFAEL PARANHOS DE MENDONÇA

(2)

1. RESUMO

A leishmaniose é uma zoonose causada por protozoários do gênero Leishmania e transmitida pela picada de flebótomos. Afeta principalmente os cães, sendo estes os principais reservatórios. Os animais acometidos podem apresentar sinais clínicos diversos e alterações laboratoriais inespecíficas, o que pode confundir com outras doenças, ou então serem portadores assintomáticos, contribuindo para a disseminação da enfermidade. Diante dos comprometimentos sistêmicos ocasionados pela leishmaniose e da importância epidemiológica e de saúde pública desta doença em cães, o presente trabalho objetivou realizar levantamento de casos diagnosticados positivos para leishmaniose nesta espécie animal, atendidos no Hospital Veterinário da Universidade de Franca (UNIFRAN), no ano de 2018 e, não obstante enfatizar os sinais clínicos, meios de diagnóstico e formas terapêuticas. Observou-se que nove animais foram notificados com leishmaniose, todos de um mesmo tutor. Diante da metodologia preconizada e dos dados obtidos, pode-se admitir que a leishmaniose é uma doença multissistêmica e que está sendo comumente diagnosticada em cães adultos. Ademais, o uso de coleiras repelentes nos cães, conscientização e educação em saúde e estudos acerca da vacinação e tratamento dos animais tem relevância como profilaxia e controle desta doença. Palavras-chave: Coleira repelente, Hiperqueratose, Imunossupressão, Lutzomyia longipalpis.

2. INTRODUÇÃO

A leishmaniose canina é uma doença grave, de evolução crônica e relevância epidemiológica, considerada uma zoonose que pode levar a morte se não for tratada corretamente. Pode manifestar-se de duas diferentes formas, sendo a leishmaniose visceral (LV) e a leishmaniose cutânea ou tegumentar (LT) (SILVA, 2007). É causada por protozoários do gênero Leishmania (sendo a Leishmania braziliensis, L. chagasi, L. infantum e L. danovani as mais encontradas) pertencentes à família Trypanosomatidae e transmitidos entre animais silvestres, domésticos e ao homem (hospedeiros definitivos) através de vetores, os mosquitos Lutzomyia longipalpis e Lutzomyia cruzi, denominados flebótomos considerados hospedeiros intermediários (FALQUETO; SESSA, 2005).

(3)

No hospedeiro vertebrado, os protozoários encontram-se no estágio amastigota, quando ingeridos pelo mosquito vão para os intestinos destes e se transformam na forma promastigota as quais, vão se multiplicar por meio de divisão binária e migrar para a probóscida do aparelho bucal do vetor. Quando o inseto pica outro hospedeiro, inocula os protozoários que são fagocitados pelos macrófagos, transformando-se na forma amastigota novamente e se multiplicando de forma assexuada, assim rompem os macrófagos e são liberados em maior quantidade na circulação sanguínea, se disseminando para outros tecidos com tropismo por linfonodos, fígado, baço e medula óssea. A principal fonte de infecção são os cães e nas áreas rurais, as raposas e o gambá. Entretanto, os humanos podem atuar como reservatórios do parasito, o que aumenta ainda mais as chances de transmissão (TAYLOR et al., 2016).

3. OBJETIVOS

Diante dos comprometimentos sistêmicos ocasionados pela leishmaniose e da importância epidemiológica e de saúde pública desta doença em cães, o presente trabalho objetivou realizar levantamento de casos diagnosticados positivos para leishmaniose nesta espécie animal, atendidos no Hospital Veterinário da Universidade de Franca (UNIFRAN), no ano de 2018 e, não obstante enfatizar os sinais clínicos, meios de diagnóstico e formas terapêuticas.

4. METODOLOGIA E DESENVOLVIMENTO

Foram avaliadas as fichas de atendimento do setor de Clínica Médica de Pequenos Animais da Universidade de Franca (UNIFRAN – SP), ao longo do ano de 2018, para análise dos casos confirmados de leishmaniose canina, diagnosticados por meio de exames complementares específicos.

5. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Observou-se que nove animais foram confirmados com leishmaniose canina, sendo todos de um mesmo tutor, proveniente da zona rural do município de Delfinópolis - MG.

Primeiramente, o tutor levou apenas um animal para o atendimento, o qual era sem raça definida, nove anos de idade, macho, castrado pesando 22Kg, vacinado, desverminado e com controle de ectoparasitas atualizado, por apresentar

(4)

perda de peso progressiva nos últimos trinta dias, além de polifagia, polidipsia seguida de alguns episódios de emese, poliúria e urina de coloração avermelhada.

No exame clínico foram observadas úlceras nas narinas e membros, petéquias na região abdominal, onicogrifose, endoftalmia, mucosas ictéricas, desidratação, linfonodos submandibulares aumentados e na palpação abdominal e no exame ultrassonográfico foram evidenciados hepato e esplenomegalia.

Dentre as análises laboratoriais realizadas no Laboratório Clínico desta mesma Instituição foi possível observar alterações no hemograma (trombocitopenia, linfopenia e aumento de bastonetes) e no bioquímico (a enzima alanina aminotransferase (ALT) aumentada, hipoalbuminemia e aumento de globulinas). Na urinálise notou-se que a urina estava ligeiramente turva, com leve bacteriúria, bilirrubinúria e densidade baixa. Amostras de sangue também foram encaminhadas para exames de leptospirose (sorologia), erliquiose (imunoensaio cromatográfico) e leishmaniose (imunoensaio cromatográfico). Os resultados foram positivos para as duas últimas patologias e o caso foi comunicado a Vigilância Sanitária de Franca. Deste modo, a contraprova (parasitológico e imunocromatografia) para o diagnóstico de leishmaniose foi solicitada pelo mesmo órgão de controle sanitário local.

O resultado da contraprova feito pela vigilância sanitária também foi positivo para leishmaniose.

Com a piora clínica progressiva foram solicitados novos exames laboratoriais que evidenciaram anemia normocítica normocrômica, trombocitopenia, leucocitose por neutrofilia, linfopenia, monócitos e eosinófilos baixos, fosfatase alcalina (FA), creatinina, proteínas totais e ALT elevadas, ureia e albumina abaixo do valor de normalidade. Decorridos 11 dias do diagnóstico, o animal veio a óbito.

O paciente possuía 13 cães contactantes, a maioria deles sem raça definida e com idade variando entre 3 a 16 anos de idade e, imediatamente após o diagnóstico inicial do primeiro, todos os demais receberam coleira impregnada com deltametrina. Em conformidade foi realizado teste rápido (imunocromatografia) e parasitológico em todos eles, e destes, foram identificados sete cães positivos. Após obter todos os resultados das análises laboratoriais confirmatórias (exame parasitológico através de punção aspirativa de linfonodo e medula óssea), a proprietária optou pela eutanásia dos sete cães positivos para leishmaniose, pois, além do cumprimento legislativo, houve piora no quadro clínico de alguns deles.

(5)

Nos seis animais remanescentes, realizaram-se testes sorológicos (RIFI e ELISA) para vacinação dos negativos, destes houve um animal reagente, outro inconclusivo e quatro negativos. No animal inconclusivo, a sorologia e o parasitológico foram repetidos após quinze dias e o resultado foi negativo. Todos os cães negativos ao exame foram vacinados e mantidos com coleira impregnada com deltametrina. Já no animal positivo, a proprietária optou pelo tratamento com miltefosina (2mg/kg) e domperidona (1mg/kg BID) ambos por vinte e oito dias consecutivos, ainda assim será feito monitoramento a cada quatro meses para verificação da eficiência medicamentosa, concomitantemente prestado toda a profilaxia cabível.

Os animais residiam no local há um ano e meio, sendo que, anterior a este período encontravam-se em região metropolitana. O fato evidencia a importância do controle inter-regional desta doença onde, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) deveria recomendar exame sorológico negativo para o trânsito de animais domésticos de uma região para outra, principalmente de áreas consideradas endêmicas para áreas livres da doença (THOMAZ-SOCCO et al., 2009). Neste caso, os animais do presente estudo são oriundos da região de Delfinópolis - MG, considerada esta, região endêmica para a doença.

Há relatos que mencionaram determinadas raças como Boxer, Cocker Spaniel, Rottweiler e Pastor Alemão são mais sensíveis para essa doença (FRANCA-SILVA et al., 2003), contudo esta predisposição não foi verificada no presente trabalho, sendo a maioria deles sem raça definida.

No exame clínico dos animais descritos um achado comum na maioria deles foi o aumento de linfonodos, corroborando com Castro et al. (2012) ao avaliarem quarenta animais positivos para leishmania. Esta linfadenomegalia pode ser explicada pela elevada resposta imunológica que a doença expressa. Neste contexto, Xavier et al. (2006) fizeram analises histológicas da pele, baço e linfonodos em cães considerados assintomáticos (sem onicogrifose, linfoadenomegalia, caquexia, anemia e lesões cutâneas) e nos linfonodos foram encontrados inflamação crônica sendo os linfócitos e estruturas foliculares substituídas por proliferação de macrófagos repletos de formas amastigotas de leishmania. Firmado nestas narrativas, Lima et al. (2004) concluíram que além da linfadenite crônica também ocorre hipertrofia e hiperplasia das zonas cortical e medular mas com a

(6)

preservação da arquitetura normal sem áreas de degeneração, e que os linfonodos mais afetados são os da região cervical e poplíteos.

Segundo Ciaramella et al. (1997) é comumente observado em cães com leishmaniose alterações ungueais (onicogrifose) e alterações oculares (epífora, ceratoconjuntivite seca, uveíte, panoftalmite), no entanto nesse relato somente um dos cães positivos apresentou onicogrifose, e em quatro deles haviam alterações oculares. Considerando o crescimento exacerbado das unhas, Toscano et al. (2013) citaram que este não é um sinal clínico tão patognomônico quanto se diz, informações estas harmônicas as observadas neste estudo. De modo semelhante, as informações aqui obtidas mostram que as manifestações oftalmológicas presentes em animais com Leishmaniose visceral canina, podem ocorrer concomitantemente com outros sinais sistêmicos da leishmaniose.

Cabe ressaltar que, fundamentado no decreto da lei número 467/69, a tutora dos cães deste trabalho optou por tratar um dos animais assintomáticos com resultado positivo ao teste de leishmania. Neste, o tratamento baseou-se no uso de miltefosina. No Brasil, o tratamento de animais positivos só é permitido com medicamentos registrados no MAPA, deste modo optou-se pelo uso do Milteforan® registrado recentemente junto ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, respeitando a Portaria Interministerial n° 1426 de 11 de julho de 2008 (Portaria Interministerial n° 1426 de 11 de julho de 2008).

No presente trabalho todos os animais contactantes negativos foram mantidos com coleira impregnada com deltametrina, sendo esta uma das medidas de controle e prevenção da doença preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Deste modo, David et al. (2001) descreveram que esta medida também se faz eficaz contra as espécies neotropicais do mosquito transmissor da leishmaniose como o Lutzomyia longipalpis e Lutzomyia migoneieles, além da espécie Phlebotomus pernicious relatado por Killick-Kendrick et al. (1997). Alguns autores ainda mencionaram que a ação da deltametrina vai além do efeito repelente, sendo capaz de causar a morte do vetor (DAVID et al., 2001). Na maioria dos trabalhos, os autores relataram que a capacidade de proteção das coleiras dura em média oito meses contra insetos, deste modo, minimiza-se o risco de infecção tanto em cães quanto em humanos (MAROLI et al., 2001).

O método da vacinação e monitoramento de cães sorologicamente negativos é recente e ainda requer mais pesquisas, visto que atualmente não existe

(7)

técnica para diferenciação de animais vacinados e infectados. Para que esta opção seja outorgada, é necessário que seu registro e distribuição seja autorizado pelo MAPA e ainda que os animais a serem vacinados sejam sorologicamente negativos e munidos de atestado preenchido por um médico veterinário registrado no conselho regional de classe. Ainda assim, o registro deste procedimento deve ser arquivado durante três anos com informações sobre o produto, bem como identificações pessoais do tutorial e do cão (Portaria Interministerial 31/2008). Respeitadas as condições, os procedimentos cabíveis foram adotados nos animais contactantes com os relatados neste estudo.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A leishmaniose é uma enfermidade grave, possui sintomatologia diversificada e por utilizar-se de diferentes espécies como reservatórios, o vetor é de fundamental importância na cadeia epidemiológica.

Compreende-se à localização geográfica da região descrita dos animais relatados neste estudo como endêmica para a leishmaniose, sendo necessário profissionais tecnicamente treinados e suporte laboratorial adequado para o correto diagnóstico e monitoramento desta zoonose.

O uso de coleiras repelentes, conscientização e educação em saúde e estudos acerca da vacinação e tratamento dos animais tem apreciável relevância como método de profilaxia e controle desta doença.

7. FONTES CONSULTADAS

CASTRO, I. P.; SOUZA, M. V. C.; MAGALHÃES, G. M.; MUNDIM, A. V.; NOLETO, P. G. Perfil hepático e protéico em cães com leishmaniose visceral. Bioscience Journal, v.28, n. 5, p. 799- 804, 2012.

CIARAMELLA, P.; GRADONI, L.; AMBROSIO, R.; CORTESE, L. A.; SCALONE, A.; PERSECHINO, A. A retrospective clinical study of canine leishmaniasis in 150 dogs naturally infected by Leishmania infantum. The Veterinary Record, v. 141, n. 1, p. 539-543, 1997.

DAVID, J. R.; STAMM, L. M.; BEZERRA, H. S.; SOUZA, R. N.; KILICK-KENDRICK, R.; LIMA, J. W. O. Deltamethrin- impregnated dog collars have a potent anti- feeding

(8)

and insecticidal effect on Lutzomyia longipalpis and Lutzomyia migonei. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, v. 96, n. 6, p. 839-847, 2001.

FALQUETO, A.; SESSA, P. A. Leishmaniose tegumentar americana. In: Tratado de Infectologia. São Paulo: Editora Atheneu, 3ª ed., p.1545-1559, 2005.

FRANCA-SILVA, J. C.; COSTA, R. T.; SIQUEIRA, A. M.; MACHADO-COELHO, G. L.; COSTA, C. A.; MAYRINK, W.; VIEIRA, E. P.; COSTA, J. S.; GENARO, O.; NASCIMENTO, E. Epidemiology of canine visceral leishmaniosis in the endemic area of Montes Claros Municipality, Minas Gerais State, Brazil. Veterinary Parasitology, v.111, n. 67, p. 161-173, 2003.

KILLICK- KENDRICK, R.; KILLICK-KENDRICK, M.; FOCHEUX, C.; DEREURE, J.; PUECH, M-P.; CADIERGUES, M. C. Protection of dogs from bites of phlebotomine sandflies by deltamethrin collars for control of canine leishmaniasis. Medical and Veterinay Entomology, v. 11, n. 5, p. 105-111, 1997.

LIMA, W. G.; MICHALICK, M. S. M.; MELO, M. N.; TAFURI, W. L.; TAFURI, W. L. Canine visceral leishmaniasis: a histopathological study of lymph nodes. Acta Tropica, v. 92, n.23, p. 43-53, 2004.

MAROLI, V.; MIZZONI, V.; SIRAGUSA, C.; D’ORAZI, A.; GRADONI, L. Evidence for an impact on the incidence of canine leishmaniasis by the mass use of deltamethrin-impregnated dog collars in southern Italy. Medical and Veterinary Entomology, v.15, n. 5, p. 358-363, 2001.

SILVA, F. S. Patologia e patogênese da leishmaniose visceral canina. Revista Trópica- Ciências Agrárias e Biológicas, v. 1, n. 1, p. 20-31, 2007.

TAYLOR, M. A; COOP, R. L; WALL, R. L. Protozoologia Veterinária In: Parasitologia Veterinária, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Ed. 4, p. 479- 666, 2016.

THOMAZ-SOCCOL, V.; CASTRO, E. A.; NAVARRO, I. T.; FARIAS, M. R.; SOUZA, L. M.; CARVALHO, Y.; BISPO, S.; MEMBRIVE, N. A.; MINOZZO, J. C.; TRUPPEL,

(9)

J.; BUENO, W.; LUZ, E. Casos alóctones de leishmaniose visceral canina no Paraná, Brasil: implicações epidemiológicas. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, v. 18, n. 3, p. 46-51, 2009.

TOSCANO, C. P.; ROSSI, C. N.; RIBEIRO, V. M.; LAURENTI, M. D.; LARSSON, C. E. Caracterização clínica e epidemiológica das leishmanioses em cães no Estado de São Paulo. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, v. 50, n. 2, p. 121-128, 2013.

XAVIER, S. C.; CHIARELLI, I. M.; LIMA, W. G.; GONÇALVES, R.; TAFURI, W. L. Canine visceral leishmaniasis: a remarkable histopathological picture of one asymptomatic animal reported from Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, v. 58, n. 6, p. 994-1000, 2006.

Referências

Documentos relacionados

Diante dos avanços teórico-metodológicos na área de educação matemática, principalmente relacionados ao conteúdo SND, é possível perceber que, ao usar as atividades desse livro

Os tópicos anteriores demonstraram a modificação do olhar estatal frente à infância e adolescência. Pontuamos não apenas o aspecto de punição destes sujeitos, no caso

 Meninges  Cérebro  Medula  Raízes Nervosas  Nervos Periféricos  Junção Neuro-Muscular  Músculos MANIFESTAÇÕES NEUROLÓGICAS. Manifestações clínicas decorrentes da

a Parte III o d cimo cap tulo Experiências atuais em al a eti ação para a in ncia e Educação para odos o caso do PIBID Pedagogia da UFBA apresenta os o eti os e o contexto

• Proposta de Valor Única: Qual é o slogan do seu produto ou a principal característica que torna o seu produto diferente e merecedor do dinheiro dos clientes?. • Solução: Qual é

Nesta representação, todas as linhas paralelas entre si que não sejam também paralelas a um plano perpendi- cular frontal à visão do observador, linhas que quando ampliadas

2.2.3.1 O cadastramento dos beneficiários é realizado pelo envio de arquivo, no layout padrão definido pela CAIXA, e o processamento ocorre em D+1 da data de

VENDEDOR: ADILSON MANDONI TOBIAS BARBOSA FAZENDA JATIUCA - SÃO JOSÉ DO RIO PARDO - SP.. LOTE 62 – 01 VACA