18 HORAS
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Formadora: Fátima Nascimento
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Local: Carregueira
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MANUAL DE
MANUAL DE
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RELAÇÕES INTERPESSOAIS
RELAÇÕES INTERPESSOAIS
RELAÇÕES INTERPESSOAIS
RELAÇÕES INTERPESSOAIS
RELAÇÕES INTERPESSOAIS
RELAÇÕES INTERPESSOAIS
RELAÇÕES INTERPESSOAIS
RELAÇÕES INTERPESSOAIS
Fundamentação Fundamentação Objectivos e Conteúdos Objectivos e Conteúdos Introdução Introdução Cognição Social Cognição Social O
Os s ccoommppoorrttaammeennttoos s nnaas s rreell Comportamento Assertivo Comportamento Assertivo Comunicação Comunicação Estilos Comunicacionais Estilos Comunicacionais Benefícios da comunicação Benefícios da comunicação Conflitos Conflitos
Tipologia dos Conflitos Tipologia dos Conflitos Estilos de Gestão de conflit Estilos de Gestão de conflit Anexos Anexos Conclusão Conclusão Bibliografia Bibliografia
Índice
Índice
lações interpessoais lações interpessoais Assertiva Assertiva os os � � 33 44 55 66 88 11 11 13 13 15 15 19 19 21 21 22 22 23 23 30 30 45 45 48 48Fundamentação Fundamentação Objectivos e Conteúdos Objectivos e Conteúdos Introdução Introdução Cognição Social Cognição Social O
Os s ccoommppoorrttaammeennttoos s nnaas s rreell Comportamento Assertivo Comportamento Assertivo Comunicação Comunicação Estilos Comunicacionais Estilos Comunicacionais Benefícios da comunicação Benefícios da comunicação Conflitos Conflitos
Tipologia dos Conflitos Tipologia dos Conflitos Estilos de Gestão de conflit Estilos de Gestão de conflit Anexos Anexos Conclusão Conclusão Bibliografia Bibliografia
Índice
Índice
lações interpessoais lações interpessoais Assertiva Assertiva os os � � 33 44 55 66 88 11 11 13 13 15 15 19 19 21 21 22 22 23 23 30 30 45 45 48 48Curso de Operador/a de Jard Curso de Operador/a de Jard Se
Servrviçiçosos, S., S.A e cA e comomo Eo Entntididaa Toxicodependentes, com o Toxicodependentes, com o programas: programas: DDGGEERRT T ((DDiirreeccççãão o GG PPOOPPH H ((PPrrooggrraamma a OOpp QQRREEN N ((QQuuaaddrro o dde e RR
EU EU (União (União Europeia)Europeia)
Co
Co- fi- finanancnciaiado pdo pelelo FSo FSE (FE (Funun
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S
Suurrggiiu u a a nneecceessssiiddaadde e dda a eellaa ins
instrumtrumentento de apo de apoio e auoio e auxílxílii
Relações Interpessoais Relações Interpessoais papa ob
objejectctivivosos, c, comomo to tamambébém cm coo Os
Os dedeststininatáatáririos os seserãrão po porortatann integrados no projecto acima integrados no projecto acima
��� � ��� ��������������� ���� ���� ���� ���������� ����������� �� ����������� ��� ��������� ������������ Fundamentação Fundamentação
iinanagegem, m, tetendndo co comomo Eo Entntiidadade de FoFormrmadadoorara: C: Comom e Promotora: Nova Fronteira - Associação para e Promotora: Nova Fronteira - Associação para nº de projecto 040701/2010/61, apoiado nº de projecto 040701/2010/61, apoiado
ral de Emprego e Relações do Trabalho) ral de Emprego e Relações do Trabalho) eracional Potencial Humano);
eracional Potencial Humano); ferência Estratégico Nacional); ferência Estratégico Nacional);
do Social Europeu) e Estado Português, do Social Europeu) e Estado Português,
��������� �� ���������� �� ���
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oração
oração deste deste manual, manual, cujo cujo objectivo objectivo passa passa nãonão ao
aos fs forormamandndos os no no dedecocorrrrer er dadas ss sesessõsões es ininereree a aquis
a aquisição de cição de conhecimeonhecimentos e cntos e competêompetênciancia o guia de consulta a posteriori aos destinatários o guia de consulta a posteriori aos destinatários to,
to, formformandandos os cancandiddidatos atos ao ao CurCurso so de de OpeOperadradoo mencionado. mencionado. �� ������ ����� �� ���������� � � ����� �� ������ ����� �� ���������� � � ����� �� ����� � ���������� �������� ���������� �� ����� � ���������� �������� ���������� � � petir, Formação e petir, Formação e a Reabilitação de a Reabilitação de pelos seguintes pelos seguintes
����
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só para servir de só para servir de tes ao módulo de tes ao módulo de enunciados nos enunciados nos do mesmo. do mesmo. /a de Jardinagem /a de Jardinagem ��� ������ ��� ��� ������ ���Salientar a importância das Salientar a importância das promover esta atitude.
promover esta atitude.
Comportamentos co Comportamentos co Aná
Análislise e da da impoimportârtâncinci IInntteerrpprreettaaççãão o ddoos s pprrii IImmppoorrttâânncciia a ddaas s pprriimm Estilos de comunicaç Estilos de comunicaç Atitudes
Atitudes ineficazesineficazes Comunicação asserti Comunicação asserti
Objectivos
Objectivos
rel
relaçõações ies internterpespessoaisoais e fas e facilcilitaitar a cr a comprompreeneenss
Conteúdos
Conteúdos
unicacionais unicacionais
ia dos comportamentos nas relações interpessoa ia dos comportamentos nas relações interpessoa
cípios
cípios gerais gerais de de comportamentoscomportamentos
eiras impressões no relacionamento interpessoal eiras impressões no relacionamento interpessoal ão ão idade idade � � ão de formas de ão de formas de is is
cognitiva que organizam a fo situações, mas sim às interpr
Introdução
As interacções sociais que se dese complexa dos padrões culturais são um d significativos da distância que nos se animais que estão mais próximos de nós. Grande parte da nossa vida desenrola-se contexto de instituições sociais que o comportamento. Para além disso, a interacções sociais são orientadas por f ma como entendemos as situações. Os indivídu etações subjectivas das mesmas.
�
nrolam na rede os exemplos mais ara mesmo dos
e organiza-se no rientam o nosso maior parte das ctores de origem os não reagem às
Conjunto de processos que próprios e à forma como desempenhado por factores modo como os nossos pen afectam o nosso comportame · Impressões;
· Expectativas; · Atitudes;
· Representações sociai
No primeiro contacto que
imagem, uma ideia sobre mais significativos: “Tenho a
impressão é mútua, na me por outro lado, a minha impre o seu comportamento para c Somos condicionados por es que atribuímos são diferente no primeiro encontro. A fo
organiza a informação ace significativa.
Não é possível armazenar t contactamos. Assim sendo consideramos serem as suas Subjacente à impressão está, pessoa em categorias que s primeiro encontro ou a parti
Cognição Social
estão subjacentes ao modo como encaramos interagimos. A cognição social refere-se, ognitivos no nosso comportamento social, procu samentos são afectados pelo contexto social
nto social. Processos de cognição social:
s.
Impressões
emos com alguém que não conhecemos, c
ssa pessoa, seleccionando alguns aspectos q impressão que ela é uma pessoa orgulhosa”. ida em que o outro também produz uma impr ssão é afecta o meu comportamento para com o
migo.
te primeiro encontro e, se mais tarde algumas d , temos tendência a ignorá-las, mantendo a im
mação de impressões é, portanto, o proce rca de outra pessoa de modo a integrá-la
Impressão e Categorização
da a informação referente aos objectos, às pe , reagrupamo-los em diferentes classes a diferenças e semelhanças –categorização. , então, a categorização. No caso das impressõe
o significativas para nós a partir dos dados que de informações que recebemos de outras pe
� os outros, a nós assim, ao papel rando conhecer o imediato e como nstruímos uma ue consideramos . A produção da
ssão sobre mim; outro e, portanto,
as características pressão que ficou so pelo qual se numa categoria
ssoas com quem partir do que
s, classificamos a recolhemos num ssoas. Esta ideia
global vai orientar o nosso pessoa em questão. A catego Pode- se dizer que incluímo de avaliação:
· · · Ins
A forma simplificada como cl na relação interpessoal. Ao através das impressões que um facilitador no processo da
Na base da formação das im a partir de uma grelha de
experiências pessoais:
Indícios Físicos – remete magra/gorda, que podem re
Indícios Verbais – o modo instrução;
Indícios não Verbais – est como indicadores: o modo c nos levam a inferir determina
Indícios Comportamentais
que nos permitem classificá-pessoa para classificá-pessoa e remet que os interpreta. Daí que u indivíduos diferentes.
A partir destes indícios, form uma categoria socioeconómi mesmo conjunto indícios pod
comportamento, porque nos fornece um esbo rização permitesimplificar a complexidade do
a pessoa numa determinada categoria que co
Afectiva – gosta ou não da pessoa;
Moral – considera a pessoa boa ou má;
rumental – se é competente ou incompetente. assificamos a pessoa permite comportarmo-no
esenvolvermos expectativas sobre o comporta ormamos, isso possibilita-nos planear as nossa s interacções sociais.
A Formação das Impressões
pressões está a interpretação, isto é, nós perce
valiação que remete para os nossos conheci
para características como o facto de a pess eter para determinado tipo de personalidade; como a pessoa fala surge como um indicador,
es indícios remetem para elementos, sinais, omo se veste, como gesticula enquanto fala, s
as características;
é o conjunto de comportamentos que se obse la. O modo como os comportamentos são inter m para as experiências passadas, para as nece m mesmo comportamento possa ter significad
amos uma impressão global de uma pessoa, a ca e cultural, um determinado estatuto social. e conduzir a diferentes interpretações.
�
o psicológico da
mundo social. templa três tipos
de forma segura mento dos outros s acções, o que é cionamos o outro entos, valores e oa ser alta/baixa, por exemplo, de ue interpretamos o elementos que vam na pessoa e pretados varia de ssidades daquele s diferentes para quem atribuímos De notar que um
Os Comp
É como os outro
• Passivo • Manipulador • Agressivo • Assertivo Evita o confronto, me Espera que as pesso Muito preocupado co Culpa-se de tudo Evita a abordagem di Justifica-se excessiv Solicita a provação Cede facilmente Gera simpatias
Faz com que as pess
Expressão corporal:
▪ Voz hesitante
▪ Mínimo contacto visual ▪ Quieto
rtamentos nas Relações Interpessoai
“O Homem é um ser em relação”
seres humanos que “aprendemos” a se
Tipos de Comportamentos
O Passivo
smo às custas de si próprio
as compreendam o que ele deseja a opinião dos outros a seu respeito
recta mente
oas se sintam culpadas em pedir-lhe algo
�
s
▪ Discurso confuso
▪ Atitude defensiva ▪ Post
Comportamento mist Ansioso por acertar c Pessoas que querem
Expressão corporal: • Mínimo contacto visu • Lacónico, suspira de • Postura fechada • Exasperado, usa exp • estou a ver/ ouvir” Dá respostas indirect Faz alusões sarcásti
Tem um humor variá Faz acerto de contas
Ansioso por vencer, Muito preocupado co
ura encolhida ▪ Mexendo as mãos, inquieto
O Manipulador
– passividade e agressividade ontas sem correr riscos de confronto
afirmar-se sem terem poder para tanto
al, “olha de lado”, olha mais para a frente do que impaciência
ressões com: “ não posso acreditar no que
as as
el e irritante indirectamente
O Agressivo
esmo à custa dos outros os seus desejos e vontades
�
Deita imediatamente Crítica as pessoas Nunca crítica o seu c Interrompe com frequ Autoritário
Gera conflitos facilme
Usa o sarcasmo, esc Expressão corporal:
• Máximo contacto visu • Voz alta – “Grita” • Postura evasiva • Aperta os dedos e ap
Vontade de defender
outros também tenha
Ouve bastante – proc Trata as pessoas co
Aceita acordos, soluç Vai direito ao assunto
as culpas nos outros
omportamento ência
nte
árnio e crítica destrutiva para ganhar
al
onta – “dedo como uma espada”
O Assertivo
os seus direitos, mas ao mesmo tempo capaz d m os seus
ura entender respeito ões
sem ser áspero
��
Insiste na procura do Expressão corporal :
• Contacto visual sufici • Tom de voz moderad • Postura comedida e • Expressão corporal d
È muito valorizado, cria situa O assertivo sabe o que quer É algo necessário para prom de equipa/grupo.
Assim, podemos definir uma
⇒ Defende as suas ⇒ Sabe ouvir
⇒ Sabe lidar com a ⇒ Respeita os outro ⇒ É confiante
⇒ Tem opiniões ⇒ É frontal
⇒ Sabe o que quer
O nosso cumprimento d com cordialidade/educaç
seu objectivo
ente para dar a entender que se está a ser since o, neutro, mas firme
egura
e acordo com as palavras
O Comportamento Assertivo
ções Ganhar – Ganhar, valoriza os outros. desenvolve a sua auto- estima
over a auto- confiança, além de ser muito impo
essoa assertiva quando: ideias/posições
crítica s
em cada momento
Como Lidar com os outros
ve ser franco e respeitoso, olhando sempre n o, através de um tom de voz adequado, procur
��
ro
rtante no trabalho
s olhos do outro, ndo falar sempre
Procurar os comp realistas em ca desacordo; neg mais na base interesse mútuo na ameaça Estar à vontade na relação face-a-face. Manter com os ou relações assentes na confiança recíp
do que nas relaçõ calculistas ou d
dominação.
de forma clara e ajusta termos a capacidade de
O sabe
Resta-nos um apelo à acçã pessoas. É indispensável p
primeiro aos outros o que
Fátima Nascime Como assumir a atitude assertiva Ser verdadeir eu-mesmo, n dissimular sentimento Contr situ
Fazer jogo cla negociar na ba de objectivo precisos e clara fixados. omissos o de ociar do do que . ros ais oca es e Não permitir que lhe p onham “o pé em cima”.
da, promovendo assim uma atitude positiva aber ouvir.
O saber falar é o dom de muitos. O saber calar é o dom de poucos.
escutar é a generosidade de muitos poucos.
. Não basta ter ideias sobre a melhor maneir r essas ideias em prática, usando a fórmula
ostaríamos que eles nos fizessem.
�� nto , ser ão s s. olar a ção. o, se ente essencialmente, de lidar com as mágica de fazer
Quem toma a iniciativa de da amizades e aumenta o seu relações humanas avança pe
Sem os outros não conseg
A Comunicação é transmissã simples transmissão de info sociedade em geral.
A comunicação é, também, dados.
A comunicação traduz-se n percepção de significado entr
Emissor; (quem emit Receptor; (quem rec Código; (como se tra Canal; (o meio utiliza Mensagem; ( o que s Ruído; ( o que pode i Resposta ou feedbac
r acaba por receber. Quem se interessa pelas p poder de influência positiva sobre os outros. lo caminho mais seguro para o sucesso.
imos viver. Com eles, construímos o “céu” ou o
UM COLHE O QUE SEMEIA.
COMUNICAÇÃO
o de ideias, de sentimentos e de atitudes. Não s rmação, pois possibilita e garante a dinâmica
a transmissão de informações por meio de im
troca de informações entre um emissor e e as pessoas envolvidas no processo.
Elementos da Comunicação
a mensagem) be a mensagem)
smite a mensagem)
do para transmitir a mensagem) e pretende transmitir)
pedir que a mensagem seja emitida com eficác k (reacção á mensagem emitida)
��
essoas conquista uem cultiva boas
inferno”.CADA
e limita a ser uma dos grupos e da
agens, signos ou
m receptor e na
Requ
Clareza
Concisão
Interesse
Obtenção de Feedback
isitos de uma comunicação eficaz
Só uma mensagem clara poderá cumprir o objectivo, que é comunicar com o receptor, entenderá o seu significado.
A par da clareza, a brevidade da mensagem evitará o desinteresse do receptor e a conf do destinatário.
O emissor deverá despertar o interesse do destinatário para que este assimile a mens do início ao fim, sem lacunas ou omissões. Esta retro-informação é a transmissão de r
�� eu o qual são gem torno
A agressividade observa-se acontecimentos.
O Agressivo prefere submete O Agressivo fala alto, interro exprimem. Ele desgasta psic O Agressivo pensa que é se fosse, não necessitaria de se O Agressivo torna-se cego verdadeira.
A pessoa agressiva que util pessoa reivindicativa face ao Age como se fosse intocável
do receptor para o emissor.
Estilos Comunicacionais
Estilo Agressivo
através de comportamentos de ataque contra
r os outros a fazê-los curvar.
mpe e faz barulho com os seus afazeres enqu logicamente as pessoas que o rodeiam.
mpre ganhador através do seu método, mas nã r agressivo.
no seu meio, porque evitam falar-lhe franca
liza com frequência o estilo agressivo tende outros.
e não tivesse falhas nem cometesse erros.
��
as pessoas e os
anto os outros se
o entende que se
ente e de forma
Estas pessoas têm uma gra isso, são excessivamente crít Na relação com os outros t sentimentos dos outros. Emitem muitas vezes a opini Curiosamente, o agressivo te dos outros, porque tem a con
Dominar os outros Valorizar-se à custa Ignorar e desvaloriza
O manipulador não se implica envolve directamente com as O seu estilo de interacção ca sentimentos dos outros. O patrão manipula o empreg depois de tudo o que fiz por s O manipulador não fala clara É uma pessoa muito teatral. O manipulador considera-se discursos diferentes consoan Dificilmente aceita a informaç Diz com frequência “Podería Apresenta-se quase sempre,
nde necessidade de se mostrarem superiores icos.
rnam-se desumanos ao ponto de desprezare
o de que os outros são estúpidos.
m a consciência de que se deve proteger de po sciência de que é mal compreendido e não ama
O agressivo procura:
os outros
sistematicamente o que os outros fazem e dize
Estilo Manipulador
nas relações interpessoais. Esquiva-se aos enc pessoas, nem nos acontecimentos.
acteriza-se por manobras de distracção ou mani
do a fazer horas extraordinárias dizendo: “Com i?”
ente dos seus objectivos.
hábil nas relações interpessoais, apresenta e os interlocutores a quem se dirige.
ão directa, preferindo fazer interpretações pesso os entender-nos”
como um útil intermediário e considera-se, mes
��
aos outros e, por
os direitos e os ssíveis manobras o. ontros e não se pulação dos pode recusar, do e estudando ais. o, indispensável.
Raramente se assume como Fisicamente, parece, muitas O manipulador nunca aprese
C Apresenta uma relação táctic Tende a desvalorizar o outro denotem inteligência e cultur Exagera e caricatura alguma informação desfigurada e ma Utiliza a simulação como inst Nega factos e inventa história
Fala por meias palavras; é es É mais hábil em criar conflito Tira partido do sistema (das l quem não o faz é estúpido. Oferece os seus talentos em A sua arma preferida é a culp Ele explora as tradições e co Emprega frequentemente o outro”.
Apresenta-se sempre cheio d
responsável.
ezes, um actor de teatro.
ta claramente os seus objectivos mportamentos Típicos do Manipulador a com os outros
através de frases que pretende que sejam humo
partes da informação emitidas pelos outros. Re nipula-a.
umento.
s para mostrar que as coisas não são da sua re
pecialista em rumores e “diz-que-diz-que”
no momento oportuno do que reduzir as tensõe leis e das regras), adapta-o aos seus interesses
presença de públicos difíceis. abilidade.
vicções de cada um; faz chantagem moral. “nós” e não o “eu”; “falemos francamente”, “
e boas atenções. Estilo Passivo �� rísticas e que pete a ponsabilidade. s existentes. e considera que, onfiemos um no
A atitude passiva é uma atitu Em vez de se afirmar tranquil Porque não se afirma, ele tor cabeça com frequência e sofr O passivo não age porque te Tímido e silencioso, ele nada O passivo é, quase sempre, Raramente está em desaco outros.
Tende a ignorar os seus direi Tende a evitar os conflitos a t
Dificilmente diz não, quando l Porém, a curto prazo, não a pode fazer tudo o que diz que
Tem muita dificuldade em sensível às opiniões dos outr Sente-se bloqueado e parali Tem medo de avançar e de d Parece que espera alguma c Tem medo de importunar os Deixa que os outros abusem A sua “cor” é a cor do ambien Ele tende a fundir-se com o g Ele chama a isto realismo e d
e de evitamento perante as pessoas e os acont amente, o passivo afasta-se ou submete-se; não na-se, geralmente, numa pessoa ansiosa que a e de insónias.
medo das decepções. faz.
um explorado e uma vítima.
do e fala, como se nada pudesse fazer por
os e os seus sentimentos. odo o custo
he pedem alguma coisa, porque pretende agrad grada a ninguém porque, como é frequenteme
quer fazer de forma correcta.
dizer não e em afirmar as suas necessidade s.
ado quando lhe apresentam um problema para ecidir porque receia a decepção.
tástrofe. utros dele.
te onde está inserido. rupo, por medo. ecepção. �� cimentos. age. resenta dores de i próprio e pelos r a todos. te solicitado, não porque é muito esolver.
A palavra assertividade vem Uma pessoa assertiva é capa deseja, escolhendo um conju local e o momento.
Respeitar-me a mim próprio ( Ser responsável por mim (pel Reconhecer as minhas neces Dizer frases claras começada Permitir-me dar erros
Mudar de ideias (se e quando Pedir tempo para pensar Pedir o que quero (em vez de Estabelecer limites claros (o Respeitar os outros e o seu d
Portanto, a assertividade po que significa afirmar o qu
O indivíduo assertivo está an de aceitar que as outras pess Tem um tom de voz moder são coerentes com as suas p
Estilo Assertivo
e “assero”, afirmar.
z de expressar o mais directamente possível o q nto de atitudes adequadas para cada situação, d
Como ser assertivo? quem eu sou e o que faço) o que sinto e pelo que faço)
sidades e os meus desejos independentemente s por “eu” (sobre o que penso e sinto)
(reconhecer que às vezes o er
eu decidir)
ficar à espera que alguém note o que eu quero) ue posso/quero ou não fazer)
ireito de ser assertivos
de ser entendida como uma forma comportamen e eu quero, sinto e penso, dando simultaneame
afirmação ao outro. Características do Assertivo
sioso por defender os seus direitos mas, ao me oas também tenham os seus.
do e uma postura comedida, pois as suas exp alavras. �� ue pensa, o que e acordo com o dos outros o é normal) tal de comunicar te espaço de mo tempo, capaz ressões corporais
Ouve bastante, procura ent acordos e soluções.
Mais facilidade e satisfação a Promove menos stress e au credibilidade. Demonstra ex relacionamento.
A técnica dos 5 “EU” fornece Na prática agrupa-se tudo o debaixo de cada uma das 5 p
EU VEJO – Descrevo, se possível, a situação. Refiro o
- EU PENSO – Apresenta a i interlocutores e, por isso, d afirmação como uma opinião
EU SINTO – Permite a expre específica.
EU QUERO – Na comunica satisfação, desagrado ou ou interlocutor interveio.
EU PRETENDO – Quer-se e modo a que o interlocutor vej
nder, tratando as pessoas com respeito e é
Benefícios da assertividade
o lidar com os outros.
menta a confiança, melhorando significativame ressão dos desacordos de modo convincente,
écnica dos 5 “EU” da assertividade
um esquema básico de organização da comunic que se quer transmitir, seja de carácter cogniti osições do EU.
dar opiniões e da maneira mais objectiva que os meus sentidos vêem, ouvem, tocam, pro interpretação da situação. Esta é a interpretaçã eve aparecer sempre com o “EU”, para que e não como uma verdade absoluta e definitiva. ssão do que realmente se está a sentir. Trata- s
ção operativa, quem fala quer sempre algo, n tra emoção, por palavras ou actos, que o afe
primir, deste modo, a finalidade dos actos e do só o que está no diálogo e não crie barreiras à
�� capaz de aceitar te a imagem e a sem prejudicar o ação assertiva. ivo ou emocional, e desapaixonada am e cheiram. de um dos seus o outro tome a de uma emoção mínimo mostrar tam e em que o s sentimentos, de comunicação.
certo que onde há p independentemente das con conflitos.
Todo ser humano, mesmo consigo mesmo.
Quando se fala em conflito a malefício, assumindo assim u evitado, que é destrutivo e irr Se considerarmos o conflito mecanismos de defesa. O conflito não tem de ser ne crescimento e coesão entre uma maior capacidade de co
CONFLITOS
ssoas reunidas com os mesmos interess dições ou preposições de cada uma, haverá
que inconscientemente, em algum momento
ssocia-se normalmente a uma ideia negativa, d ma certa conotação negativa de algo que a tod
cional.
como algo a evitar ou perigoso, temos ten
cessariamente negativo pois pode representar as pessoas, permitir o desenvolvimento de ca
unicação, bem como de autonomia.
��
s e propósitos, a existência de
e vê em conflito
perigosidade ou o custo deve ser
dência para criar
oportunidade de acidades sociais,
O conflito porque se constitui proporciona a percepção d realidade que se partilha com Não há dúvida de que o co com o mesmo, tendo em vist Os conflitos fazem parte da n Cunha et al (2003a: 42) “há interesses, objectivos e acç então que surge o conflito. Contudo, se bem gerido, o c conflito será encarado como:
Um resultado da diversid para melhorar uma relaç Uma relação que abran necessidades, valores e Incidentes que ajudam a haviam sido considerado Uma confrontação entre positivos.
T
Quanto à sua tipologia, os respeito a um estado que o
Conflitos intrapessoais Conflitos interpessoais Conflitos organizacionais
e se forma a partir de pontos de vista diferente diferentes modos de pensar, diferentes mod os outros, podendo ser também potenciador da flito é inevitável, pelo que devemos estar prep
sempre resultados positivos.
ossa vida pessoal e profissional (Wisinsky, 1994 empre momentos na vida em que os sentiment es de cada um acabam por colidir com os do onflito pode proporcionar um efeito pedagógico.
ade que pode oferecer possibilidades para o cre o;
e não apenas interesses ou metas incompatív ercepções;
clarificar ou redefinir uma relação a partir de el ;
iferentes aspectos que não exclui a existência d
POLOGIA DOS CONFLITOS
conflitos podem ser individuais ou sociais. O orre no indivíduo quando este se vê numa sit
optar entre dois ou mais comportam exclusivos. O segundo caso diz re que ocorrem entre pessoas ou g desencadeiam pela incompatibilidad objectivos, comportamentos comportamentos pretendidos p (expectativas).
De acordo com esta tipologia, encontrar a seguinte classificação:
��
s, se bem gerido, os de abordar a criatividade. arados para lidar
), e como referem os, pensamentos, s outros”. aqui . Neste sentido, o
scimento mútuo e eis, mas também ementos que não e outros aspectos
primeiro caso diz uação de ter que ntos mutuamente speito a conflitos rupos e que se e existente entre actuais ou ara o futuro podemos ainda
Os conflitos intrapessoais sã de dar uma só resposta entr ficar imobilizada entre duas r Os conflitos interpessoais su individuais, limitações de rec As diferenças de idades, sex as pessoas vejam e interpret diferença individual, as situaç Por outro lado, nenhuma o necessita. Os recursos financ A partilha destes recursos sistema possui recursos limit surgem divergências, porque se encontra a unanimidade. Os conflitos interpessoais po ordem a outro. Se a autorida O conflito organizacional é organizações. Numa organiz conflito porque:
Numa organização trabal As diferenças são mais outras, pois existe menos As perspectivas, valores com os diferentes níveis As pessoas têm concepç experimentam comporta Uma organização poss explicitamente pretende i As pessoas que trabalh autonomia, a aumentar o Os conflitos funcionais são in interesses e necessidades e
ESTI
os que ocorrem no interior do indivíduo quando e duas, que se excluem mutuamente. A pesso
spostas, dada a dificuldade da escolha.
gem, de um modo geral, por razões relacionad rsos e diferenciação de papéis.
os, atitudes, crenças, valores e experiências co em as situações de múltiplas. Em situações on ões de conflito são inevitáveis.
ganização, grupo ou família possui todos os eiros, técnicos e humanos são limitados.
or todos os indivíduos é difícil. A competiçã ados: sempre que um grupo resolve fazer uma há pessoa que se consideram sempre prejudi
em também surgir da necessidade em determin e de uma pessoa não é aceite pelo outro, surge
resultado da dinâmica própria de constan ação é a sua própria estrutura que constitui a
ham pessoas que estão integradas em diferente acentuadas quanto mais distantes estão as p
comunicação e menos partilha de informação , interesses e objectivos das pessoas são dife
ue ocupam na organização
ões diferentes do local de trabalho e no decorre entos divergentes na empresa
i uma estrutura com determinadas regras por aos seus colaboradores
m nas organizações, têm vindo a manifestar seu espírito crítico e a revelar uma maior aspira evitáveis. As diferentes partes que constituem
ontos de vista diferentes e, por isso, entram em
OS DE GESTÃO DE CONFLITOS
��
tem necessidade corre o risco de
s com diferenças
tribuem para que e se demarque a
recursos de que
surge porque o partilha equitativa adas, dificilmente
ar quem pode dar o conflito.
e mudança nas fonte principal de
níveis
ssoas umas das rentes de acordo r do seu dia-a-dia ue, implícita ou tendência para a ão profissional organização têm conflito.
As pessoas desenvolvem, as De facto, verifica-se a e comportamentos a adoptar p análise de dois eixos: interes desejos do outro.
Do cruzamento destes eixo interesse em satisfazer os de conflito mais comummente a
1. Evitamento ou recus 2. Competição ou domi 3. Acomodação
4. Colaboração 5. Compromisso
Estas estratégias de gestão situação de conflito. Estas apresentando um conjunto de Por outro lado, para cada u podem representar ganhos e De seguida, será efectuada conflitos.
Esta estratégia passa por s temos as seguintes situações Certo dia o nosso chefe faz-cedo.
Ficamos aborrecidos e, qua lembra é dos dias em que eu pouco mais cedo e vêm logo
da hora que eu digo-lhe” Ou então, quando um dia ch frente de todos os colegas. dar o exemplo, que não era n
sim, diversas estratégias para lidar com um confl istência de uma variedade de estratégias rante o conflito - referidas por vários autores, a se em satisfazer os desejos próprios e interess
s ou variáveis (Interesse em satisfazer os d sejos do outro) resultam cinco estratégias ou es
ontadas pelos autores, nomeadamente:
ação
de conflitos são intenções de autuação estraté representam a forma como as pessoas lida
vantagens e desvantagens, consoante a situaç a das estratégias estão associados resultados perdas (ou ambos) para as partes envolvidas. uma caracterização de cada um dos cinco est
3.1. EVITAMENTO OU RECUSA
implesmente não assumirmos o conflito. Com :
os um comentário desagradável por lhe pedir
do chegamos a casa começamos logo a desa saio mais tarde isso ele não liga, mas basta
as piadas. Há-de pedir-me para fazer mais alg
gamos tarde, contra o nosso hábito, e nos cha ais tarde o nosso chefe vem ter connosco e di ada de pessoal”. �� ito. - soluções ou s quais advêm da em satisfazer os sejos próprios e tilos de gestão do
gica perante uma com o conflito, o em causa. ou soluções, que
ilos de gestão de
exemplos disso
os para sair mais
fabar “ele não se edir para sair um uma coisa depois
am à atenção na que “era só para
Nestes exemplos se por aca pessoas sentem-se incomod interior.
A pessoa pode, então, adopt
suprimi-lo, abandona
se dormir, fugindo de
refugiar-se no trabalh
acomodar-se, evitand mudar de assunto se
não levar nada a séri
aproxima a situação À priori, esta é considerada se não se tratar o conflito, el condutas cada vez mais interessante revela-se positiv
Os assuntos são pou
Existe falta de infor
revelar-se erradas;
Existe limitação ou fa
A falta de poder qu
consideração;
Precisamos de ganh
Existe um tal grau d
um momento posteri
Optando por esta via, o sujei Só que o faz de maneira agr de onde só podem ocorrer du
A ruptura - as parte
poderão advir
A dominação – uma negativos daí decorre Como exemplo deste estilo te “Sabe, vim agora de um clie estado a pressionar ameaça
so o desagrado é manifesto, não o é à pesso adas pelas acções dos outros e começam a
r várias atitudes para evitar o conflito, como por ndo as situações de conflito, deixando o seu e
casa;
o como meio de fugir a uma situação embaraço o os conflitos, afirmando que está tudo bem;
pre que o assunto é focado;
o e utilizar a farsa, distraindo os outros, quando e conflito
omo uma técnica inadequada para resolver co permanece e aumentam as possibilidades da s onflituantes. Contudo, este estilo apesar d o quando:
co significativos;
ação pelo que não convém tomar certas atit lta de recursos;
temos não nos possibilita que a nossa posi r tempo para analisar o assunto ou adquirir infor
tensão no tratamento do conflito que é mais r para dar tempo a que se acalmem os ânimos
3.2. COMPETIÇÃO / DOMINAÇÃO
o não faz tardar a comunicação da sua divergê ssiva, transformando o conflito num verdadeiro as situações:
cortam definitivamente relações, com todos das partes se sobrepõe à outra pela força, co ntes
mos o seguinte:
nte que esteve a falar consigo e que me disse ndo-o, inclusive, de lhe cortar o crédito. Você
�� em questão. As acumular tensão exemplo: prego, deixando-a;
lgo indica que se flitos, isto porque ua escalada, com parecer pouco
udes que podem
ção seja tida em mações;
portuno procurar
cia à outra parte. “barril de pólvora”
s custos que daí todos os efeitos
que você o tinha julga que eu me
ando aqui a esforçar para ma Não vê que assim, não só n é?
“Olhe”, respondeu o financei interessam à empresa. Eu d lhe agrada, paciência. Eu ta lhe dar qualquer tipo de satis assunto”.
Este tipo de interacção viola uma estratégia motivada outra pessoa a perder. Inde de ganhar sempre. É, por is traduz em perda para a outra Esta estratégia é caracteriza magoar os outros.
A agressividade como forma No primeiro caso, envolve ag fazer ameaças e humilhar, fa Indirectamente, o mesmo sarcásticos, ou mesmo insinu A principal característica dos meios, sem ter em considera as necessidades e expectati do problema.
Dado o tipo de comportamen
Torna-se difícil estab É provável que se de
vingança e ressentim reais à nossa esfera i
Gera tensão e ansie
resto do grupo/organi
nter os clientes para você, com a sua falta de jei o resolve nada como me dificulta a vida a mim
o “falta de jeito terá você que não sabe escolh sempenho o papel para o qual me pagam o o bém não estou cá para lhe agradar. Além dis ações. Se está descontente diga ao seu chefe e
itidamente a esfera individual dos outros.
elo poder, em que o objectivo é dominar o int endentemente da opinião dos outros envolvido so, um jogo de soma zero, no qual o benefício .
da por se recorrer muito aos ataques pessoais,
de comportamento pode ser expressa directa ou ressões verbais como qualificar desagradavelm
endo comentários hostis.
efeito pode ser conseguido quando se fa ações infundadas na ausência da outra parte.
comportamentos agressivos é o tentar os obje ão as consequências que isso pode ter para os as dos seus oponentes. Nunca se chega a um
o adoptado, as consequências do mesmo são p lecer relações de confiança mútua com as outra senvolvam nos outros sentimentos de hostilidad entos que, quando menos se espera se transfor ndividual – “comportamento gera comportament dade entre os intervenientes (com possíveis i zação);
��
to, estragar tudo? E isso que quer,
r os clientes que denado... Se não so não tenho que ele que resolva o
rlocutor, forçar a s, o “ditador” tem de uma parte se
acabando por se
indirectamente. ente o(s) outro(s),
em comentários
tivos sem olhar a outros; ignorando a solução criativa evisíveis: s pessoas; e, sentimentos de am em ameaças ”; plicações para o
É difícil de obter bo
este tipo de comport enfraquecida
Progressivamente, e nas consciencializar-se de que de Pelo que foi dito, a escolha conflito.
No entanto, mesmo parecen onde a sua utilização se revel
A emergência da situ Quando estamos nu resultaram; É necessário tomar elementos As consequências de
Este estilo diferencia-se dos invés do estilo “evitar”, est discussões sobre o assunto. Quem adopta este estilo neg preferível aceitar que a vonta Esta atitude de ceder a favor
Quando os benefício
Quando os problema Quando cedendo, se
Quando for necessári Quando o assunto é
desvios significativos
Quando se sente que
Esta estratégia pressupõe qu obtendo um resultado positiv Assim, na impossibilidade de o relacionamento e alcançar
s resultados a longo prazo; as pessoas que u mento são malvistas pelos que as rodeiam; a a ais variadas posições a parte que deté ve explicar os seus pontos de vista e ajustá-los este método não é aconselhável para resolver
o um método totalmente a reprovar, existem a la benéfica:
ação em que nos encontramos implica uma acç “beco sem saída” e outros estilos foram expe medidas pouco populares que vão contra a p
uma “derrota” são muito elevadas, especialmen
3.3. ACOMODAÇÃO
anteriores pelo seguinte: é o oposto do estilo “ e permite a existência de conflitos mas se
stá patente um comportamento de não confront a os seus próprios interesses para satisfazer os de do outro prevaleça, preferindo evitar situaçõe
do adversário pode ter várias motivações: para o conjunto são maiores que as perdas; s por não ceder trouxerem consequências grave
poderá obter resultados melhores a longo prazo; io manter relações harmoniosas para ambas as
mais importante para a outra parte ou o ass em relação aos objectivos propostos;
o poder que possui não lhe permite outra soluç
3.4. COMPROMISSO
e as partes se disponham a ceder em alguns do e satisfatório para ambas as partes.
satisfazer completamente os objectivos de todo bjectivos parciais.
��
tilizam por norma utoridade é assim o poder deve outra parte. produtivamente o lgumas situações o imediata; rimentados e não sição dos outros e para nós; competição” e ao haver grandes ação. da outra parte. desagradáveis. para o conjunto; artes;
nto não provoca o
s seus interesses
Vejamos o seguinte exemplo: Numa determinada empresa. Por esse f resultados desse neg dois igual ou não gan Neste caso, a diver perca de uma hipóte sair beneficiadas de Se os mesmos adoptassem intermédios – próprios e pelo estratégia deste género, os s que no estilo “acomodação”, aceitar e que seria benéfico p Tende-se a adoptar uma estr
necessária uma sol A existência de um a
Os nossos objectivo
acordo parcial;
Os pontos de vista e Não será possível le
ganhar.
A colaboração procura enc Pretende-se encontrar soluç envolvidas.
uma estratégia de resoluç produz e como encontrar re conflito.
Privilegia-se a comunicação Pode também ser encarado situação em que a “o total po
mpresa (com 2 sócios), um deles trouxe u acto, este julga-se no direito de ter uma maior ócio. O outro reage com uma resposta do estilo: ha nenhum.”
ência entre os dois sócios poderá acarretar p e de efectuar um bom negócio, onde ambas as cordo com a sua participação.
o estilo compromisso, procurariam a partilha p s outros – uma situação do tipo “toma lá, dá cá ujeitos abdicariam mais do que no estilo “compe uma vez que implica encontrar um meio-termo ara todas as partes envolvidas.
tégia de compromisso quando: lução rápida;
ordo é preferível a este não existir;
são moderamente importantes e podem ser istentes são muito diferentes;
ar avante a nossa posição pois sabemos que n
3.5. COLABORAÇÃO
ntrar soluções para o conflito em que todos ões que satisfaçam as necessidades e inter
o de problemas, que implica entender porque é sultados que eliminem ou minimizem as fonte
o alcance de soluções benéficas e criativas. como uma situação de resolução do problema
e ser maior que a soma das partes”
�� negócio para a participação nos “ou ganhamos os ara a empresa a partes pudessem erante interesses . Adoptando uma tição” e menos do ue todos possam atisfeitos por um
ão nos é possível
saem a ganhar. sses das partes
que o conflito se s da situação do
É o método mais integrador as partes e identifica com cla de confiança, de compreensã apresentado de seguida u e o financeiro a propósito das “É bastante constrangedor q telefone após ter falado co porque o estão a pressionar crise passageira. E mais, dis precisa, mas para o ajudar saber o que dizer ao homem. “Eu compreendo o seu probl não a origino por mal. Sabe, prazo médio de recebimento cá...” disse o financeiro. “Ouça”, respondeu o comerc muito para cobrar. Eu comp seguinte: se você vir que o problema o mais rápido po intervém. Assim, não só você já estará a contar com essa i
Note, eu estou do seu lado. como sabe, eu só recebo a c
“Claro que sim... Ne E continuou “a sua id já agora, a propósito, Ao ficarem claramente expr aberto ao encontro de uma s Não são necessárias cartas Há que respeitar a outra par qual não comporta obstácul problemas, gerando valor ac criatividade, empatia e autent
e resolução de problemas, já que aceita os int reza os seus motivos e objectivos. Permite, ass o e de respeito mútuo por todos os implicados n exemplo de como poderia ter sido a conversa exigências dos pagamentos:
ando chego a um cliente e ele me diz que aind a contabilidade da empresa e que está ba para pagar e não compreendem que ele está se que pensa que a nossa empresa só quer s em momentos difíceis nunca estão disponíveis ”
ma. É deveras aborrecido esse tipo de situaçõ é que ainda a semana passada fui pressionad s estar mais elevado do que devia. E sabe co
ial “mas a fazermos muitas destas arriscamo-n reendo o seu problema mas... olhe lá, e se cliente está a ultrapassar o limite, diz-me e e sível. Se não conseguir, por algum motivo, a
estará mais bem informado sobre o que se pas sistência.”
Para a empresa só há venda depois da cobran missão depois de se receber o dinheiro...”
estava a pôr isso em causa” respondeu o finan eia parece-me boa... vamos experimentar e ver analise a situação dos seguintes clientes...”
ssas as opiniões e sentimentos das partes, lução em que as partes fiquem a ganhar. a manga, nem exigir cem para se obter dez . e e exigir respeito. o caminho do comportam os como o conflito, antes procura desafios co rescentado. Este comportamento exige, assim, icidade no tratamento do conflito.
��
resses de ambas im, criar um clima
conflito.
entre o comercial
agora desligou o stante aborrecido a atravessar uma aber dele quando . Olhe fiquei sem
es e acredite que o pelo facto de o o são as coisas s a deixar de ter ombinássemos o tento resolver o í digo-lhe e você a, como o cliente
ça. E além disso,
eiro. o que dá... Olhe, stará o caminho ento adequado, o mo resolução de amadurecimento,
O conflito resolve-se porque outra relação que modifica o partes envolvidas – reforça-s Esta estratégia encara a reso Ser assertivo é, tal como se defesa das nossas esferas in Deste modo, o importante n considerar os sentimentos d resolução do conflito.
as partes envolvidas modificam o seu compo significado da situação conflitual (a unidade d ).
lução do conflito adoptando uma posição asserti rá definido adiante, saber comunicar adequada dividuais.
ão é o simples acto de concordar, mas sim a a outra pessoa, existindo vontade mútua de c
�� rtamento e criam o grupo – ou das a. mente quando da eitar, entender e egar à raiz e de
As palavras
mais importantes nas Relações Huma
As seis palavras mais importantes. ADMITO QUE O ERRO FOI MEU As cinco palavras mais importantes.
VOCÊ FEZ UM BOM TRABALHO As quatro palavras mais importantes.
QUAL A SUA OPINIÃO As três palavras mais importantes.
FAÇA O FAVOR
��
CUMPRIMENTE AS PESSO afectuoso.
SORRIA – São necessários CHAME AS PESSOAS PEL qualquer pessoa é o som d SEJA AMIGO E COOPERA
As duas palavras mais importantes. MUITO OBRIGADO
A palavra mais importante NÓS
A palavra menos importante. EU
S – Não há coisa mais agradável que um cu 72 músculos para franzir a testa e somente 1
SEU NOME - a música mais agradável para seu próprio nome.
OR – se deseja ter amigos tome a iniciativa
��
primento para sorrir. ouvido de
SEJA CORDIAL – fale e act realmente um prazer
INTERESSE-SE PELAS OU pondo o seu egoísmo de p SEJA GENEROSO E MODE sentido
SEJA PONDERADO – será SEJA CUIDADOSO NAS SU opinião, a dos outros e a c ESTEJA PRONTO PARA AJ outros
SEJA VERDADEIRO – não f CONTROLE-SE – perante si
O vagabundo, de mãos no abaixo.
Cerca de cinquenta anos, at remendos. Sobre a esbura demasiado grande, caía-lhe costas ao ritmo lento da pass à mostra as canelas, nuas, cambados2. Caído para a nu auréola alvacenta. [...]
e como se cada coisa que você faz pelos ou RAS PESSOAS – você pode ser agradável a rte.
ADO – as suas opiniões e críticas poderão c preciado se tiver em conta os sentimentos d AS OPINIÕES – há 3 factores para uma discu
rrecta
UDAR - o que mais conta na vida é o que faz aça com que percam a confiança que merece tuações delicadas pense 10 vezes no que vai
O VAGABUNDO NA ESPLANADA (Reflexão)
s bolsos das calças, vinha, despreocupadam
arracado, magro, tudo nele era limpo, mas vel ada camisola interior, o casaco, puído1 nos
dos ombros em largas pregas, que ondulav ada. Desfiadas nos joelhos, muito curtas, as cal inas de osso e nervo, saídas como duas ripa ca, copa achatada, aba às ondas, o chapéu se
�� ros seja oda a gente ontribuir nesse os outros são: a sua emos pelos fazer. nte, avenida o e cheio de cotovelos e m atrás das ças deixavam dos sapatos melhava uma
Junto dos Restauradores3, trás, pálpebras baixas, catou Com o dedo esticado, separ passagem, e saiu da sombra A meio da esplanada havia u o homem sentou-se. Após ac tirou os pés dos sapatos, es rugas abriram lhe no rosto cu Mas o fato e os modos da s mulheres e homens, uma tur semelhante atrevimento suce Ausente, o homem entrega inesperado golpe de vento e canelas. O homem apanhou-Céptico5, mas curioso, pôs-s O facto, de si tão discreto Franzidos, empertigaram-se, um empregado que venha desorbitado7 melindre8, havia homem mal vestido e tranquil
Um rapaz aproximou-se. Cas Mas, ao reparar no rosto do h – Não pode...
E calou-se. O homem olhava – Disse?
– reservado o direito de ad Depois de ler o dístico, o h dispõe a aprender mais um d – Que direito vem a ser esse
esplanada atraiu-lhe a atenção. De cabeça i pelos bolsos umas tantas moedas, que pôs na p
u-as, contando-as conscienciosamente. Aguar dos prédios para o Sol da tarde quente de Verã ma mesa livre. Com o à-vontade de um frequent omodar-se o melhor que o feitio da cadeira de fe palmou-os contra a frescura do empedrado, s rtido4 pelas soalheiras um sorriso de bem-estar. a chegada haviam despertado nos ocupantes ulência de expressões desaprovadoras. Ao des dera a indignação.
a-se ao prazer de refrescar os pés cansado rgueu do chão a folha inteira de um jornal, e e a, abriu-a. Estendeu as pernas, cruzou um pé
a ler.
, pareceu constituir a máxima ofensa para circunvagando os olhos6, como se gritassem: expulsar daqui este tipo!» Nas caras, desco
o que quer que fosse de recalcada, hedionda9 o, que lia o jornal na esplanada.
aco branco, bandeja sob o braço, muito senhor omem, tartamudeou10:
o com atenta benevolência.
issão – tornou o rapaz, hesitando. – Está além omem, com a placidez11 de quem, por mera os confusos costumes da cidade, perguntou:
�� nclinada para alma da mão. ou o sinal de . ador habitual, rro consentia, b o toldo. As a esplanada, assossego de , quando um rolou-lha nas obre o outro. s presentes. «Pois não há postas pelo raiva contra o do seu dever. escrito. istracção, se
– Bem... – volveu o empreg pessoas.
– E é a mim que vem dizer is O homem estava deveras s um sacrifício, deu uma mira embaciou- se-Ihe.
– Talvez que a gerência tenh nós, também me não parece O empregado nem podia fala Conciliador, já a preparar-s moedas sobre a mesa, e pedi – Traga-me uma cerveja fres
não me importo.
Manuel da Fonse
GLOSSÁRIO
11 puído – gasto pelo u 12 cambados – tortos; i 13 Restauradores – no 14 curtido – ressequido 15 Céptico – em atitud 16 circunvagando os ol 17 desorbitado – exces
ado. – A gerência não admite... Não podem v
o?
rpreendido. Encolhendo os ombros, como que da pelas caras dos circunstantes12. O azul-cl
a razão – concluiu ele, em tom baixo e magoad lá grande coisa.
r.
para continuar a leitura do jornal, o home iu, delicadamente:
a, se faz favor. E diga à gerência que os deixe f
ca, «O Vagabundo na Esplanada», Tempo de S
so.
nclinados para um lado. e de uma praça de Lisboa. ; queimado.
de dúvida.
hos – olhando em volta. sivo; exagerado. �� ir aqui certas se presta a ro dos olhos . – Aqui para colocou as
icar. Por mim,
lidão, Lisboa, Arcádia, 1973
18 melindre – ofensa. 19 hedionda – horrível. 10 tartamudeou – gagu 11 placidez – calma. 12 circunstantes – pes
Uma mulher, que acabou de sentou-se numa mesa em fr sentado na mesma mesa. De Assim que começou a comer, Paralisada de raiva, silêncio fazer depois. Será que imagi fazer isso novamente? Final
ejou.
oas presentes.
O Enigma das Bolachas
comprar uma chávena de café e cinco bolac ente à loja, de frente para um homem desconh
pois de provar o café, tirou uma bolacha do pac , o homem pegou no pacote e tirou uma bolacha.
descrença, a mulher comeu a primeira bolacha inou o que ela tem a certeza de ter visto? Teri
ente quando a curiosidade passou, tirou uma
��
as de chocolate, ecido que estava te.
.
e pensou no que ele coragem de segunda bolacha
do pacote. Confiante, o home rosto, enquanto comia. Só a contra este ladrão de bolach parecia um mendigo, vestido Já que sobrava apenas uma ele foi mais rápido. Com um sobrava ao meio e ofereceu-levantou-se, pegou na sua g deixou escapar uma pequen Os seus dedos encontraram,
A mulher sofreu uma muda extensão do seu engano na uma série de julgamentos er qual medimos o comportame Assim como a mulher necessariamente correctos, j acontecimento, as pessoas vi
Só podemos co A Relação Interpessoal é pos Apenas comunicamos atravé Comunicamos sempre de mo
m também tirou outra bolacha, estampando um certeza de ter um autocontrole impecável a im
s. Afinal, a arrogância deste homem era extrao de fato e gravata.
bolacha, ela engoliu a que tinha e foi novamen sorriso radiante, e ainda nenhuma palavra, par
à mulher. Totalmente descontente, com um ol rande mala e foi rapidamente em direcção ao c
ofensa dos seus lábios, enquanto procurava a ao lado das chaves, o seu pacote de bolachas f
Comentário:
ça abrupta na visão de seu próprio comporta situação das bolachas. A sua interpretação, ne ados. A base sobre a qual fazemos julgamento
to humano, é o nosso modelo.
esta história descobriu, os nossos parad á que são possíveis diferentes pontos de vist vem de acordo com modelos individuais.
EXERCÍCIO 1 - COMUNICAÇÃO
ASSINALE V ou F
unicar se soubermos o significado do que comu sível sem comunicação;
da linguagem falada ou escrita;____________ do consciente;_______________
��
sorriso enorme no ediu de protestar dinária, e ele não
e ao pacote. Mas tiu a bolacha que ar de indignação, arro. No carro até chaves na mala. chado!
ento, como uma ste caso, levou a s, o ideal sobre o
igmas não são sobre o mesmo
icamos;
Na Relação Interpessoal é i nossa comunicação;_______ As pessoas mais reservadas
A comunicação é um process É fácil comunicar._________
1) Imagine que se Entretanto, receb fala há muito tem a) Pede desculp b) Atende e de c) Diz que se e d) Diz que está
mportante atendermos ao significado que os ________
comunicam muito pouco;______________
o bastante simples;________________ ______
EXERCÍCIO 2 - COMUNICAÇÃO
encontra numa reunião importante do serviç e uma chamada telefónica de uma pessoa ami po. O que faz?
a e diz que tem de desligar ora o tempo necessário
contra em reunião e pede para ligar mais tarde em reunião e que lhe liga logo que possível
��
utros atribuem à
o onde trabalha. a com quem não
2) Imagine que está no emprego que camisa e verific minutos. O que fa a) Pede para adi b) Vai imediatam c) Decide que a entrevista sem se pre
d) Pede para adia 3) A pessoa respo trabalhado na ins a) Agradece b) Agradece e r c) Agradece e e EXE
O João, ao receber o teste Francisco, e este tem uma no Seguem-se quatro reacções Indique qual o estilo usado e
pronto(a) para uma importante entrevista que l deseja. Entretanto, ao aproximar-se do local,
que tem uma grande nódoa. A entrevista s z?
r a entrevista
nte comprar uma camisa nova
nódoa não é muito significativa como se possa ocupar.
r a entrevista devido a um imprevisto.
nsável pelo seu serviço, elogiou-o(a) pela tituição. O que faz?
tribui com algo simbólico mpenha-se cada vez mais
CÍCIO 3 – ESTILOS DE COMUNICAÇÃO
Situação
de Química verifica que tem mais respostas ta superior à dele.
ue correspondem a quatro estilos de comunica cada uma, pelo João.
��
lhe permite entrar olha para a sua erá daí a quinze
imaginar e vai à
orma como tem
certas do que o
a) Não diz nada à profe R: Comunicação_______ b) Protesta frontalmente R: Comunicação_______ c) Diz imediatamente à R: Comunicação_______ d) Dirige-se à professor adiantando que espe
R: Comunicação_______
Questionário:
Responda espontaneamente, na primeira, assinalada por V atitude mais frequente ou qua não reproduza a sua forma d casos inversos.
sora, embora sinta alguma injustiça.
______________________________
com a professora.
______________________________
professora que, vai dar conhecimento à Director
______________________________
a e pede-lhe, por favor, para rever a pontuaçã rava uma nota melhor.
______________________________
PERFIL COMUNICACIONAL
colocando uma cruz na coluna correspondente, (verdadeiro), colocará uma cruz sempre que es ndo estiver de acordo com a afirmação produzid
agir. Na coluna assinalada com F (falso), marc
��
a.
dos dois alunos,
atendendo que, a for a sua
a, ainda que esta a cruz nos
1- Digo frequentemente sim q 2- Defendo os meus direitos 3- Prefiro esconder o que pen 4- Sou, muitas vezes, autoritá 5- , geralmente, mais fácil e 6- Não receio criticar ou dizer 7- Não ouso recusar certas ta competência
8- Não receio dar a minha opi hostis
9- Quando me encontro num como as coisas vão evoluir 10- Acusam-me, por vezes, d 11- Tenho dificuldade em ouv 12- Faço por estar no “segred 13- Sou considerado, geralm com os outros
14- Estabeleço com os outro controle ou no cálculo
15- Prefiro não pedir ajuda a competente
16- Sou tímido e sinto-me blo pouco habitual
17- “Fervo em pouca água”; e 18- Sinto-me à vontade nos c 19- Faço, frequentemente, “te objectivos?
20- Sou um grande conversa dar conta
21- Sou ambicioso e estou pr meus objectivos
22- Sei, normalmente, o que vencer
23- Em caso de desacordo, p interesses mútuos
24- Prefiro “por as cartas na 25- Tenho tendência para faz 26- Deixo, frequentemente, u 27- Apresento-me, geralment sentimentos
28- è necessário muito para 29- Intimidar é, frequentemen 30- Quando alguém me “peg 31- Quando se critica alguém próprios princípios
32- Sei tirar partido do sistem 33- Sou capaz de ser eu mes 34- Quando não estou de ac fazendo-me entender
35-Ttenho a preocupação de 36- Tenho dificuldade em ass 37- Não gosto de ser a única caso prefiro calar-me
38- Não tenho medo de falar 39- A vida não é mais que u 40- Não tenho medo de enfre 41- Criar conflitos pode ser m 42- Ser franco é uma boa for 43- Sei ouvir os outros e não 44- Levo até ao fim o que me 45- Não tenho medo de expri 46- Sei levar os outros ás mi 47- Lisonjear é, ainda, um bo 48- Tenho dificuldade em con 49- Sei manejar a ironia mord 50- Sou disponível e de fácil 51- Gosto mais de observar d 52- Prefiro estar a trás do qu 53- Não acredito que a manip 54- Não é necessário anunci ineficaz
55- Choco frequentemente o 56- Prefiro ser lobo que corde 57- Manipular os outros é, m pretende
58- Geralmente sou capaz de agressividade
59- Penso que os problemas conhecer as causas profunda
uando quereria dizer não
em por em causa os dos outros
so ou sinto, se não conheço bem o outro rio e decidido
hábil agir por interposta pessoa aos outros aquilo que penso
refas que, manifestamente, não são da minha inião, mesmo em presença de interlocutores
debate, prefiro aguardar antes de intervir e ver e ter espírito de contradição
ir os outros
o dos deuses”, isso já me foi muito útil
nte, esperto e hábil nas relações que estabeleç relações assentes mais na confiança que no um colega; poderia pensar que não sou
queado quando tenho de realizar uma acção nervo-me e os outros riem-se
ontactos “face-a-face”
atro”; existe outra forma de alcançar os
or e, muitas vezes, interrompo os outros sem m onto a fazer o que for necessário para atingir os
necessário ver e quando ver; é importante para rocuro compromissos realistas na base de
esa”
er amanhã o que posso fazer hoje m trabalho a meio sem o terminar
e, tal e qual como sou, sem disfarçar os meus e intimidar
te, um bom meio para vencer
uma”, sei vingar-me na ocasião certa
é eficaz mostrar-lhe que não se segue os seus a: sou um “desenrascado”
mo, continuando a ser socialmente aceite rdo, ouso afirmá-lo sem arrebatamento e não incomodar os outros
umir posições e em saber escolher
pessoa a defender uma ideia num grupo: nesse em público
a relação de força e luta
ntar desafios perigosos e arriscados ais eficaz do que reduzir tensões
a de ganhar confiança interrompo quando falam
decido a fazer mir o que sinto has posições
m meio de se obter o que se quer trolar o meu tempo de palavra az
onvivência; por vezes, deixo-me mesmo explor o que de participar
na primeira fila
ulação seja uma solução eficaz
r demasiado depressa as suas intenções; é outros com os meus propósitos
iro
itas vezes, a única forma de se obter o que se protestar com eficácia e sem excessiva
não podem ser completamente resolvidos sem s s �� V F e r e
Assinale com uma cruz as pe tendência para a atitude indic 60- Não gosto de ficar mal vi
ATITUDE DE FUGA
PASSIVA ATITATA
AGR 1 4 7 6 15 10 16 11 17 20 25 21 26 28 35 29 36 30 37 39 50 40 51 48 52 49 59 55 60 56 TOTAL TOT CORRECÇÃO DO QUESTIONÁRIO
rguntas a que deu V. O total de pontos indicará ada to UDE DE QUE ESSIVO ATITUDE DE MANIPULAÇÃO ATIAS 3 2 5 8 9 14 12 18 13 23 19 24 22 27 31 33 32 34 41 38 42 43 46 44 47 45 54 53 57 58 L TOTAL TO �� grau de UDE ERTIVA AL
Era uma vez uma raposa e u — Ó comadre vamos caçar u — Vamos, vamos! Por acaso 0 Lobo e a raposa foram caç inclinação e que tinha um rio saberem onde o tinham enter — Diga compadre!
— Então vamos comer o borr — Hoje não posso.
— Então porquê?
— Vou ter um baptizado. — Ahhhh, estou a ver! E o be — Chama-se Comeceite. — Então olhe fica para a pró No dia seguinte:
— comadre! Vamos lá hoje
Leia o texto que se segue. A raposa e o lobo
lobo. Um dia, o lobo convidou a raposa para ir m borrego?
até estou com fome.
r o tal borrego. Decidiram enterrá-lo num monte a passar no vale. Mas deixaram o rabo do bor rado. No dia seguinte: - Ó comadre!
ego?
bé? Como se chama ele?
ima.
?
��
caçar com ele:
com uma grande rego de fora para
— Hoje tenho imensa pena, isso hoje é impossível.
— Ahhh! Estou a ver, estou a — Chama-se Mieite.
A história voltou-se a repetir. lobo decidiu ir ter com a rapo — Comadre raposa, como é? — Desculpe Iá compadre. ainda bem que já acabaram Quando chegaram ao local o no rabo. Fazia variadas car fazer uma força tremenda. Vi — Ó compadre! Tente Iá vo de fazer bastante força.
0 lobo a pensar que a rapo do borrego e, num puxão, f parando só no rio. A raposa g - Faz bom proveito com o ra
A raposa fugiu e nunca mais
• Em grupos de X, ref o Advogado de acusa o Advogado de defes o Testemunhas de ac o Testemunhas de de o Jurados o Juiz • Apresente os result
mas tenho outro baptizado e eu até sou a madri
ver. Mas por curiosidade....como se chama o be
Dessa vez o nome do bebé era Acabeite. Farto a no dia seguinte e disse-Ihe:
Vamos lá comer o borrego ou não?!
as com esta coisa dos baptizados não tenho or, isso hoje pode ir.
nde tinham enterrado o borrego, a raposa apre tas e jeitos que davam a impressão de que a ando-se para o lobo disse:
cê porque eu não consigo desenterrá-lo. Mas a
a não conseguia mesmo, porque não tinha forç icou com o rabo na mão, começando a rebol ritou-lhe:
o, que o resto já cá está dentro! Ah ah ah ah ah apareceu naquela aldeia.
licta sobre a história e depois apresente o po
ção sação esa
dos à turma.
��
inha do bebé. Por
bé?
da história toda o
tido tempo. Mas
ssou-se a agarrar mesma estava a
viso-o já que tem
a, agarrou o rabo ar monte abaixo,
ah!
Viver em sociedade significa com o nosso semelhante.
interpessoais, estas emerge outro.
Atracção positiva quando q
Atracção negativa quando q Os relacionamentos entre os Mas para que os relacioname nos a nós próprios.
Lugar comum ou não, é um com os outros, pois que assi
gostamos que nos façam a
Atracção
Os teóricos explicam acomportamental (concreta
- Aatracçã
que um sujeito tem presente nos mesmo
Conclusão
não viver só, o que implica, por isso mesmo, c Ou seja, viver em sociedade gere as ch ntes daatracção, positiva ou negativa,que u
er ou desejamos obem-estar do outro. ueremos ou desejamos omal-estar do outro.
sujeitos visam, sobretudo, o bem-estar pesso ntos sejam salutares e equilibrados, há que pri
facto de que quanto melhor nos conhecermos, evitaremos, certamente,não fazer aos outro nós (Confúcio).
a atracção interpessoal sob dua ) e aemocional (abstracta).
enquanto comportamento revela-se através para com o outro que pretende atrair, como p
espaços geográficos que o sujeito alvo se enc
��
nviver e interagir amadas relações
sujeito sente por
l e o dos outros. eiro
conhecermo-melhor lidaremos
s aquilo que não
perspectivas:
as acções físicas or exemplo: estar