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Draft Mandato 2017/ Conferência de

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Academic year: 2021

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1 Draft

---Mandato 2017/2021 --- ---Conferência de Representantes dos Grupos Municipais --- --- Ata Número Dezassete --- ----Aos dezasseis dias de Julho de dois mil e dezoito reuniram na sala dois das Comissões, sita no edifício da Assembleia Municipal de Lisboa, nos termos dos artigos vigésimo sétimo e vigésimo oitavo do Regimento deste órgão para o mandato dois mil e treze - dois mil e dezassete, ainda em vigor, a Conferência de Representantes dos Grupos Municipais, a qual foi presidida pelo Senhor Presidente em exercício da Assembleia Municipal de Lisboa, Rui Paulo Figueiredo, tendo estado presentes os Deputados Municipais que assinaram a lista de presenças em anexo.--- ----Esteve ainda presente, nos termos do número três do artigo vigésimo sétimo do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, e, em representação da Câmara Municipal de Lisboa, o Vereador João Paulo Saraiva.--- ----Às catorze horas e quarenta e seis minutos, o Presidente em exercício deu início à reunião, com a seguinte ordem de trabalhos:--- ----1. Aprovação das atas n.º 15 de 25.06.2018 e n.º 16 de 02.07.2018 (Doc 1 e Doc 1A)--- ----2. Preparação da reunião plenária de 17.07.2018 (Doc 2)--- ----3. Preparação da reunião plenária de 19.07.2018 (Doc 3)--- ----4. Ajustamento do calendário das reuniões da AML (Doc 4)--- ----5. Lista das propostas e assuntos pendentes de apreciação (Doc 5)--- ----6.Outros assuntos--- Ponto 1. Aprovação das atas n.º 15 de 25.06.2018 e n.º 16 de 02.07.2018 (Doc 1 e Doc 1A)--- ----O Senhor Presidente em exercício colocou à consideração dos presentes as atas nº 15 e 16. Perguntou se alguém tinha alguma objeção às actas. --- --- Não foi apresentada qualquer objeção, pelo que se procedeu à sua votação, tendo as mesmas, sido aprovadas por unanimidade pelos Senhores Representantes que tinham estado presentes nas respetivas reuniões. --- Ponto 2. Preparação da reunião plenária de 17.07.2018 (Doc 2) e Ponto 3 Preparação da reunião plenária de 19.07.2018 (Doc 3) --- ----O Senhor Presidente em exercício deu conta que para a sessão do dia seguinte tinham a Petição 7/2018 que tinha transitado da ordem de trabalhos da reunião anterior, tinham o plano de pormenor do Boavista Poente, já com a correção e especificidade que tinha anunciado no plenário, e nesse caso o relatório da Comissão já estava pronto para a discussão final, apesar da confusão inicial e de o mesmo não ter sido apreciado na generalidade. Sobre a proposta 402/CM/2018, Plano de Pormenor do Casal do Pinto

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2 disse que iriam apreciar na generalidade e depois baixaria à Comissão competente para ser visto na especialidade, que era o que estava previsto pelo Regimento.--- ----O Senhor Deputado Miguel Santos pediu para o relembrar como funcionava essa figura, pois já tinham tido dezenas de propostas da Câmara que chegavam e que eram distribuídas logo às Comissões para apreciação, e portanto, não percebia o que era isso de discutir na generalidade para posteriormente baixar à Comissão para discussão na especialidade.--- ----O Senhor Presidente em exercício explicou que o Regimento da Assembleia Municipal previa a figura da generalidade, da especialidade e da votação final global para planos e demais instrumentos estratégicos, de regulamentos e outras propostas estruturantes, e que de facto com a proposta 736/CM/2017 tinha havido um erro, e acabaram por não aplicar a norma do regimento de uma discussão de duas voltas.--- ----Frisou que existia uma primeira discussão na generalidade, com um debate mais genérico e eventualmente mais curto, se aprovasse a proposta na generalidade, a mesma baixaria à Comissão competente, para fazerem uma discussão mais profunda sobre a matéria. Inclusivamente a Comissão poderia apresentar alterações à proposta, e subiria de novo a plenário, quando a Comissão desse por concluído esse trabalho, para a votação das alterações na especialidade que a Câmara teria, naturalmente, que depois aceitar para retificação, e se assim o entendesse haveria uma votação final global, e isto que tinha acabado de explicar já o tinham feito com vários planos no mandato anterior.--- ----O Senhor Deputado Modesto Navarro perguntou a que Comissão ou Comissões a proposta 402/CM/2018 iria baixar. Acreditava que valeria a pena ter isso em conta e que estivessem em concordância, na Assembleia, para que Comissão ou Comissões deveria baixar.--- ----O Senhor Deputado Miguel Santos disse,apenas para esclarecer, para ver se tinha entendido o que o Senhor Presidente em exercício tinha explicado, portanto, havendo uma votação final global, entretanto eram introduzidas na proposta as alterações que tenham sido suscitadas na Comissão.--- ----O Senhor Presidente em exercício declarou que se as alterações fossem aprovadas na Comissão e se a Câmara depois as aceitasse.--- ----O Senhor Deputado Miguel Santos acrescentou que nesse caso, na proposta 7367CM/2017 não existia, ainda, uma proposta com alterações.--- ----O Senhor Presidente em exercício lembrou que a comissão sobre essa proposta não tinha proposto nada.--- ----O Senhor Deputado Miguel Santos explicou que tinham feito um conjunto de recomendações.---

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3 ----O Senhor Presidente em exercício declarou que eram recomendações e não propostas de alteração ao plano, propriamente dito.--- ----O Senhor Deputado Miguel Santos explicou que uma das recomendações apresentada pela Comissão era que quando fossem realizados os concursos, fossem de novo analisados, pelas entidades adjudicatárias, as condições climáticas do momento, para que os projectos fossem adequados antes de serem executados. E portanto se isso não aparecia nos documentos processuais e concursais desse plano, de que modo os concorrentes iam saber que a Assembleia Municipal tinha recomendado alguma coisa, a sua dúvida era essa.--- ----O Senhor Presidente em exercício disse que não estava a perceber o que o Senhor Deputado estava a defender, mas que poderia falar em tese. Assim existia uma diferença entre as alterações na especialidade ao articulado da proposta e aquilo que eram recomendações que não alteravam o mesmo. No caso das recomendações, essas eram extraídas da proposta de deliberação daquilo que era o relatório e/ou parecer das Comissões, por sua vez as alterações na especialidade, a Comissão acordava que queria mudar os articulados em concreto e as propostas em concreto, e não apenas recomendar.- ----E neste caso em concreto, a Comissão não tinha feito isso, apenas tinha feito recomendações.--- ----Terminou, dizendo que na reunião do próximo dia iriam apreciar a proposta 402/CM/2018 na generalidade e se fosse aprovada, baixaria à Comissão para ser apreciada na especialidade, e era durante essa apreciação que a Comissão se iria pronunciar se apresentavam proposta de alteração ou não, e apenas fazer Recomendações.--- ----O Senhor Deputado Miguel Graça perguntou para que Comissões ou Comissão deviam ser reencaminhadas os plano de pormenor, na sua opinião deveria ser para a 3ª Comissão Permanente, dado a matéria, se fosse da concordância da Conferência de Representantes. No entanto, gostaria de propor que essa Comissão fosse, por excelência, naturalmente, a escolhida para analisar essa matéria de Ordenamento do Território.--- ----O Senhor Deputado Modesto Navarro não discordando do Senhor Deputado Miguel Graça, acrescentou que quando existiam matérias em determinadas propostas que pudessem mexer com outras questões, que não apenas de Ordenamento do Território, discutissem e analisassem caso a caso.--- ----Relembrou que em todo o caso, no momento da apreciação das propostas em plenário, regimentalmente, poderiam apresentar recomendações sobre a matéria em discussão, e serem colocadas à votação.---

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4 ----O Senhor Presidente em exercício confirmou que a qualquer momento poderiam entregar algum documento para ser apreciado, desde que fosse sobre uma matéria já previamente agendada.--- ----Avançou, dizendo que tinham para apreciação a Petição 20/2017 sobre o Bairro Portugal Novo, e que os peticionários não poderiam estar presentes, mas tinham manifestado a intenção que a petição fosse discutida. Na ordem de trabalho da reunião do dia seguinte, tinham ainda para apreciação a Proposta 411/CM/2018, a Recomendação 31/03 do Relatório do Grupo de Trabalho da Descentralização, a Proposta 455/CM/2018 e finalmente a Proposta 446/CM/2018.--- ----O Senhor Deputado Diogo Moura disse que tendo em conta a matéria do Ponto 6, a Recomendação 31/03 sobre a Descentralização, considerava que o tempo para a discussão do mesmo era pouco, e sugeriu que o tempo de discussão fosse de duas vezes a grelha base.--- --- O Senhor Presidente em exercício concordou com o sugerido pelo Senhor Deputado.--- ---- O Senhor Deputado Miguel Graça sobre o ponto seis, disse que tinha uma dúvida de base, após ter lido o relatório do Grupo de Trabalho, que era o seguinte, o processo de descentralização que era abordado, era um processo que implicava a passagem de competências e meios da administração central para o município e possivelmente também do município para as freguesias, se fosse esse o caso e se viesse a verificar. A sua questão de base com o relatório que era apresentado era que ele apenas se debruçava sobre uma das partes do problema, que era a possível passagem destas competências entre o município e as freguesias, obviamente e naturalmente, decorrente do processo que já tinha acontecido da reforma administrativa de Lisboa.--- ----No entanto, parecia-lhe que faltava uma matéria de reflexão de base a esse grupo de trabalho, sobre que competências do Estado Central seriam transferidas para os Municípios. E, portanto, gostaria de apontar essa questão na Conferência de Representantes, por considerar que faltava essa componente principal ao relatório, apesar de bem elaborado. Entedia a preocupação que tinha existido, face ao processo da reforma administrativa de Lisboa, no entanto julgava que as várias forças políticas, inclusivamente a sua, se tinham centrado muito sobre essa matéria. E após uma análise do conjunto de todas as intervenções do relatório, parecia-lhe que faltava essa componente.--- ----Acrescentou que não sabia muito bem qual poderia ser a solução para o que tinha apresentado, se seria aprovar o presente relatório e estabelecer um novo período de discussão para o Grupo de trabalho, por considerar que era uma componente em falta, ou se valeria a pena não discutirem o relatório e colocar essa questão à reflexão e gostaria de colocar à consideração da Conferência, dado, os fundamentos apresentados.---

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5 ----O Senhor Deputado Modesto Navarro sobre a questão dos peticionários não estarem presentes na sessão do próximo dia queria dizer que não se deviam apreciar petições sem a presença dos peticionários, e que a Assembleia deveria garantir todas as condições para que a sua presença fosse possível.--- ----O Senhor Presidente em exercício explicou que todos os primeiros subscritores tinham sido contactos para o agendamento das respectivas petições, e que lhe tinham sido apresentadas várias data em alternativa para o possível agendamento. No caso concreto da Petição n.º 20/2017 tinham transmitido que não tinham hipótese alguma de estarem presentes e que a Assembleia deveria, ainda assim, agendar a petição para apreciação, e foi isso que tinham feito.--- ----O Senhor Deputado José Leitão sobre a questão do relatório do Grupo de trabalho, e com todo o respeito que tinha pelas considerações do Senhor Deputado Miguel Graça, não poderia deixar de dizer que no momento em que se encontravam não deveriam ter essas questões. Considerava até um pouco despropositado que depois de terem um relatório pronto, dizer que esse relatório deveria ter outra matéria. Considerava pertinente a questão levantada pelo Senhor Deputado Miguel Graça, e poderiam sugerir que continuassem a refletir sobre esse aspecto, contudo tinham questões de urgência das juntas de freguesia, que realmente não deveriam ser atrasadas, independentemente de todas essas reflexões que pudessem ser feitas, e portanto deveriam seguir com o que estava agendado e discutir o relatório.--- ----O Senhor Deputado Diogo Moura disse que concordando com o Senhor Deputado Miguel Graça, considerava que essa questão tinha que voltar a ser vista. No entanto, não lhe parecia que fizesse sentido estarem a adiar a discussão do presente relatório, mas a verdade era que também tinham novos elementos, relativamente aquilo que era a descentralização de serviços do Estado para os Municípios.--- ----Acrescentou que o acordo entre o Estado e a Associação Nacional de Municípios já tinha sido feito, pessoalmente não o considerava muito vantajoso, iriam cair no mesmo erro da reforma administrativa de Lisboa, que era passar competências, sendo que a verba financeira não iria dar resposta suficiente às competências que seriam transferidas. Deu como exemplo, o valor que tinha sido falado pelo Governo ou pela Associação Nacional de Municípios nem sequer chegava para fazer as obras no Parque Escolar que era necessário só no conselho de Lisboa, quanto mais para as restantes competências e por isso considerava que era uma matéria que deveriam voltar a reflectir e a aprofundar. --- ----Finalizou, dizendo que percebia a questão do Relatório, era um relatório muito centrado naquilo que era a realidade local, e nessa mediada deveriam avançar o quanto antes com essas recomendações, se fossem aprovadas, e enviar para quem de direito.--- direito.---direito.--- O Senhor Deputado Luís Newton salientou a necessidade de não se confundir o

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6 objecto que tinha estado na origem do Grupo de Trabalho, dentro da 1ª Comissão, com aquilo que era a reforma que o Senhor Deputado tinha acabado de referir, que era o mecanismo de descentralização do Estado. E essas eram matérias diferentes e que não deveriam ser misturadas, o que estavam de momento a discutir, e o objeto do relatório incidia sobre os aspectos que importava limar no âmbito do aprofundamento daquilo que tinha sido o mecanismo da reforma administrativa da cidade de Lisboa de 2013. E, portanto, sobre isso o que se fez foi uma análise extensa sobre o que tinha sido a reforma e sobre o que era, do ponto de vista dos autarcas envolvidos, compreender onde existiam insuficiências e onde era que deveriam aprofundar, claro que no âmbito da reforma administrativa da cidade de lisboa e ao fim ao cabo na sequência daquilo que tinham sido os relatórios da reforma administrativa da cidade de Lisboa produzidos e analisados em sede de Assembleia Municipal.--- ----Por outro lado, a componente da descentralização e as suas eventuais consequências quando fosse tempo de nova discussão, fariam uma nova análise e uma nova avaliação sobre o que faria sentido e então depois, a seguir incorporar num modelo seguinte. Mas esta primeira parte estava sobretudo vocacionada para a avaliação e as correcções necessárias que resultavam desse primeiro momento, juntamente com recomendações que eram feitas para alertar para as insuficiências, aquelas que tinham sido as primeiras indefinições e insuficiências desse processo de reforma e que convinha que, tanto a cidade como o país, pudessem ganhar em não repetir. E por isso considerava que deveriam passar à votação da recomendação e se houvesse necessidade mais tarde voltariam ao assunto.--- ----O Senhor Presidente em exercício explicou que a deliberação para a constituição do Grupo de Trabalho fazia uma referência enquadradora ao processo mais vasto da descentralização que estava em discussão na Assembleia da República, mas partia rapidamente para aquilo que outros Senhores Deputados tinham defendido. Ou seja assumia que muitas daquelas coisas já tinham sido feitas em Lisboa, no processo de descentralização, e que importava avaliar o processo de Lisboa à luz daquilo tinha sido a experiência, dos aspectos positivos e os que pudessem ser melhorados e que pudessem ter efeito de eventuais alterações legislativas. Pessoalmente, da leitura do despacho não tirava a conclusão que o Senhor Deputado Miguel Graça tinha traduzido, ou seja não considerava que tivesse sido “encomendado” essa discussão ao Grupo de Trabalho, nem através do despacho, nem que tivesse sido suscitado nas reuniões que o grupo de trabalho tinha realizado. Se a discussão valia a pena, se calhar valia, e por isso talvez para serem pragmáticos, poderiam ter a discussão na reunião do próximo dia, tal como relatório tinha sido apresentado e o relatório ser validado pela Assembleia Municipal. Por outro lado, talvez solicitar ao grupo de trabalho a possibilidade de continuar o seu trabalho,

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7 debruçando-se naquilo que possa ser a transferência de competências do Estado para os municípios, ou o grupo de trabalho, ou a 1ª Comissão, ou ainda, na reunião do próximo dia, algum senhor deputado ou, se existisse consenso, um texto em nome da conferência de representantes a propor encomendarem esse trabalho, considerava era que não deveriam parar o processo.--- ----O Senhor Deputado Miguel Graça declarou que a intenção de levantar problemática na Conferência de Representantes tinha sido para ouvir a outras forças políticas e aliás, quando fez a sua intervenção tinha colocado logo à partida duas hipóteses ou aprovavam o relatório conforme estava e depois continuarem os trabalhos, ou então suspenderem para poderem inserir as questões levantadas. Parecia-lhe que a solução mais consensual era a de aprovarem o relatório conforme estava, e depois continuarem os trabalhos, julgava que essa situação o satisfazia plenamente, mas pedia que o grupo de trabalho ou a Comissão continuasse a discutir essa matéria, no sentido de acautelar o que será o enquadramento das transferências de competências entre o Estado e o Município.-- ----O Senhor Deputado Diogo Moura em relação a esta matéria, disse que o Grupo de Trabalho ao contrário das Comissões eventuais não tinha um término de mandato e portanto poderia continuar o seu trabalho e debruçar-se sobre essa matéria.--- ----O Senhor Deputado José Leitão pensava que tinham que avançar rapidamente com o relatório que tinha sido apresentado. Em relação à continuidade do grupo de trabalho, considerava que o mesmo tinha sido muito marcado com as questões das juntas de freguesia e da sua relação com a Câmara e que a outra questão era mais alargada e que deveria ser a 1ª Comissão a fazer essa reflexão.--- ----Concluiu dizendo que deveriam reflectir sobre o assunto e numa próxima reunião decidirem o que deveriam fazer sobre a continuidade ou não do grupo de trabalho, ou seria a 1ª Comissão a ficar como responsável, uma vez que era matéria da sua competência.--- ----O Senhor Deputado Modesto Navarro lembrou que na altura o PCP tinha defendido que a matéria da descentralização deveria ser acompanhada no âmbito da 1ª Comissão, depois tinham criado o grupo de trabalho, antecipando-se a uma situação que ainda não estava em cima da mesa, de qualquer maneira entedia que o primeiro passo a dar deveria ser no âmbito da 1ª Comissão e depois veriam a forma de acompanhamento.-- ----A Senhora Deputada Isabel Pires declarou que o relatório deveria ser discutido na reunião do próximo dia e que independentemente da sua votação, considerava que a 1ª Comissão deveria analisar o processo de descentralização que viria nas próximas semanas. Depois disso a 1ª Comissão ou o grupo de trabalho fariam essa reflexão sobre a matéria, considerava que a própria Comissão poderia decidir se seria uma matéria a discutir no âmbito da Comissão ou se manteriam o grupo de trabalho.---

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8 ----O Senhor Presidente em exercício sintetizou a discussão sobre este ponto, dizendo que na reunião do próximo dia fariam a apreciação do Relatório do Grupo de Trabalho e votariam a recomendação.--- ----Acrescentou que os Senhores Deputados nas suas intervenções deveriam assinalar, se considerassem que era necessário, a necessidade de aprofundarem a matéria. E concluía que era no âmbito da 1ª Comissão, uma vez que era quem tinha a competência, que a matéria deveria ser acompanhada e que assunto devia aí ser suscitado, ou no modelo do Grupo de trabalho, sem prejuízo de voltarem a ver a questão numa próxima Conferência de Representantes.--- ----Avançou, e sobre a reunião do dia 19 de julho, explicou que através do Senhor Vereador João Paulo Saraiva iam tendo nota de algumas propostas que vinham da Câmara e que foi sinalizando para conhecimento e programação dos trabalhos da Assembleia. Nomeadamente propostas relacionadas com a Operação Integrada de Entrecampos, com as Delegações de Competências e várias outras matérias que vinham vindo e que tinham procurado ajustar com o calendário. Em simultâneo tambem tinham a nota, tirada em Conferência de Representantes, que era para resolverem a matéria do Regimento, e que a Sessão de Perguntas à Câmara e a Sessão de Declarações Políticas também eram para serem feitas.--- ----Fez o ponto de situação sobre esta questão, e explicou que as propostas relativas à Operação Integrada de Entrecampos estavam a ser distribuídas em Câmara, e ao mesmo tempo estavam a ser distribuídas na Assembleia. O grupo de trabalho, criado no âmbito dessa matéria, tem estado a realizar audições, e à medida que as propostas eram aprovadas em Câmara, eram escrutinadas pela Assembleia Municipal.--- ----Sobre as delegações de competências disse que tinha a indicação que já não viriam em julho, e finalmente tinham várias propostas que tinham entrado, que estavam mencionadas na lista de matérias pendentes.--- ----Concluiu explicando que tinha procurado antecipar as Declarações Políticas para 19 de julho, para deixar espaço para o que estava pendente poder ser agendado a 24 de julho, se a Conferência concordasse, senão teriam que fazer novos ajustes.--- ----O Senhor Vereador João Paulo Saraiva explicou que sobre a Operação Integrada de Entrecampos faltava a documentação da hasta pública, mas que deveria chegar ainda no presente dia. Disse que, também, deveria vir a primeira de um conjunto de propostas das delegações de competências do mandato anterior, que encerraria os primeiros seis de vinte e quatro processos, ou melhor o primeiro grupo de seis freguesias de vinte e quatro.- ----Finalizou, dizendo que a proposta tinha a sua complexidade mas tratava exclusivamente os antigos, não juntava novos, o que facilitava a análise uma vez que não era matéria desconhecida.---

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9 ----O Senhor Presidente em exercício acrescentou que o regulamento do património, que já tinha sido debatido na Assembleia, era adiado, uma vez que a Câmara também tinha adiado.--- ----Solicitou ao Senhor Vereador, que em relação às matérias que eram apenas repartições de encargos, na lógica da antecipação, que enviasse uma lista das propostas dos espaços verdes, de modo a que pudessem cumprir, em tempo, aquilo que era a prática da Assembleia, ou seja as propostas de repartição de encargos eram imediatamente agendadas em plenário, a não ser que algum grupo municipal solicitasse que baixasse à Comissão competente, caso a matéria o justificasse, e por isso convinha que viessem em tempo.--- ----O Senhor Deputado Miguel Santos sobre as Declarações Políticas, disse que no âmbito da programação que faziam dos trabalhos, a sua antecipação fazia toda a diferença, ou seja, preferia e precisava que as Declarações Políticas fossem no dia 24 de Julho, conforme estava previsto, ou ligeiramente depois disso, numa sessão adicional, mas antecipar as mesmas não concordava.--- ----O Senhor Deputado Miguel Graça declarou que a sua questão também se prendia com a data das Declarações Políticas, não relativamente à data uma vez que não via objecções à sua realização a 19 de Julho, mas sim quanto aos prazo de entrega dos documentos, perguntado quais seriam os prazos.--- ----O Presidente em exercício explicou que o Regimento dizia que era na véspera que esses documentos deviam ser entregues.--- ----O Senhor Deputado José Leitão disse que não tinha objeções quanto à antecipação das Declarações Políticas a 19 de julho.--- ----O Senhor Deputado Modesto Navarro declarou que o problema era que se tirassem as Declarações Políticas da Sessão do dia 19 de julho a Ordem de Trabalhos ficava vazia e era francamente insuficiente.--- ----O Senhor Presidente em exercício compreende a preocupação do Senhor Deputado Modesto Navarro, no entanto, acrescentou que não deveriam esgotar a Ordem de Trabalhos da reunião do próximo dia.--- ----O Senhor Deputado Modesto Navarro sugeriu que nesse caso no final da reunião do próximo dia avaliassem se valeria a pena manter a sessão de 19 de julho ou não, e que concordavam que as Declarações Politicas passassem para 24 de Julho.--- ----O Senhor Presidente em exercício disse que se todos tivessem de acordo fariam duas coisas, primeiro viam como corria a sessão do próximo dia, no final fariam uma pequena Conferência de Representantes e ficava indicado, por sugestão de vários Senhores Deputados, que se fosse necessário preferiam fazer uma Sessão no dia 26 de julho.---

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10 ---- O Senhor Coordenador do NUGEF informou que no dia 26 de julho o Fórum estava ocupado com uma conferência.--- ----O Senhor Deputado Miguel Santos reforçou que não concordava que as Declarações Políticas fossem antecipadas para 19 de Julho.--- ----O Senhor Presidente em exercício lembrou que tinha acordado fazer o ponto de situação no final da reunião do próximo dia.--- ----A Senhora Deputada Aline Beuvink sugeriu que se fizessem as Declarações Políticas no dia 19 de julho, o prazo de entrega de documentos fosse alargado até ao final do dia.--- ----O Senhor Deputado Modesto Navarro declarou que seria conveniente que ficasse assente que as Declarações Políticas eram a 24 de Julho.--- ----A Senhora Deputada Isabel Pires sobre esta matéria queria dizer que, de facto, não podiam estar sem saber se as Declarações Políticas eram a 19 ou a 24 de julho, uma vez que era absolutamente inviável para os grupos poderem trabalhar.--- ----A Senhora Deputada Cláudia Madeira pediu a palavra para recordar que havia várias semanas que estava previsto as Declarações políticas serem a 24 de Julho, era verdade que o calendário era meramente indicativo, mas os grupos municipais tinham estado a preparar-se para as Declarações Políticas serem nessa altura. Sobre a entrega dos documentos, se as Declarações Políticas se realizarem na data que estava previsto apenas tinham que cumprir o que estava no Regimento.--- ----Sugeriu que no final da reunião do próximo dia reunissem para verem se se justificava ou não a realização da sessão a 19 de julho, porque se não se justificasse mais valeria passar para outra sessão.--- ----O Senhor Presidente em exercício declarou que fariam então as Declarações Políticas a 24 de julho e que iriam pedir à Câmara que assinalasse as propostas de repartição de encargos, para terem uma noção de quantas eram, e quais eram as mais urgentes. Assim, fariam o ponto de situação no final da Sessão para ver se valeria a pena manter a reunião do dia 19 ou não, consoante o que se debatesse na reunião do dia seguinte.--- ---- Se concluíssem que não tinham matéria, nem agenda não fariam a reunião prevista para 19 de julho, e também iriam revisitar aquilo que eram algumas das coisas que as Comissões estavam a tentar terminar e que eles próprios achavam que já não conseguiam agendar para essas duas sessões, se tivessem abertura e matérias que tivessem concluídas nas comissões e aditariam às ordem de trabalhos.--- Ponto 5. Lista das propostas e assuntos pendentes de apreciação (doc 5)--- ----O Senhor Presidente em exercício passou para o ponto 5 da ordem de trabalhos, apenas para falar de uma proposta em concreto, dado que o presente ponto e o ponto 4

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11 da Ordem de trabalhos já tinham sido discutidos conjuntamente com os pontos anteriores.--- ----Deu conta de que na passada sexta-feira, tinha recebido a proposta 423/CM/2018, sobre uma matéria que já tinha sido debatida amplamente em Câmara e na Assembleia Municipal, relacionada com um pedido do Tribunal de Contas referente a alteração ao contrato de concessão de Serviço Público da CARRIS, que tinha sido aprovado na Assembleia Municipal a 6 de Junho de 2017. Explicou que o Tribunal de Contas tinha solicitado, relativamente ao prazo do contrato, redefinição do termo da concessão até 31 de Dezembro de 2023, com a previsão da respectiva prorrogação de mais cinco anos, até 2018, quando no documento anteriormente aprovado o prazo era até 31 de Dezembro de 2037. Relativamente à compensação pelo cumprimento das obrigações do serviço público da CARRIS tinha sido actualizado o cálculo dos montantes da compensação em função, nomeadamente, no encurtamento do prazo da concessão e finalmente aprovava-se a assunção dos encargos e compromissos plurianuais que ocorriam do contrato até ao termo do mesmo, quando anteriormente apenas tinha sido autorizado o pagamento por conta dos anos de 2017, 2018 e 2019.--- ----Resumiu, explicando que tinham três ajustes, que não alteravam substancialmente a matéria e as posições políticas das diferentes forças políticas, mas que o Tribunal de Contas tinha solicitado que fizessem esses ajustes.--- ----Optou por trazer a questão à Conferencia de Representantes, tendo em conta que a matéria tinha sido amplamente debatida quer na Câmara quer na Assembleia Municipal e mantendo-se as posições políticas, tendo sido até votado em sessão de Câmara sem grande discussão. Perguntou se poderiam agendar a proposta directamente para plenário sem baixar à Comissão.--- ----O Senhor Vereador João Paulo Saraiva explicou que o que estava em causa era a interpretação do Tribunal de Contas, sobre o regulamento comunitário de transportes públicos, no qual tinham uma questão relacionada com os prazos que podiam fazer os contratos e a interpretação da Câmara era diferente da do Tribunal, e portanto tiveram que diminuir o contrato, uma vez que o contrato estava feito até 2037, dado a interpretação da Câmara do referido Regulamento. No entanto o Tribunal não entendia assim, uma vez que se estava aplicar uma norma transitória que já tinha sido aplicada quando se tinha feito o anterior contrato no início do processo de privatização, e portanto, tiveram que se conformar aquilo que era a regra geral, que era de cinco anos mais cinco anos.--- ----Concluiu, dizendo que não tinha sido alterado nenhum plano de investimento, apenas tinha sido alterado a janela temporal da relação entre a Câmara e a empresa.---

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12 ----O Senhor Presidente em exercício tendo e conta as explicações dadas por si e pelo Senhor Vereador, perguntou à Conferência de Representantes se poderiam agendar a proposta 423/CM/2018 para discussão em plenário.--- ----A Conferência concordou que a proposta fosse agendada numa próxima reunião.--- Ponto 6. Outros assuntos--- ----O Senhor Deputado Diogo Moura relativamente às matérias pendentes, e também como secretário da 3ª Comissão queria dizer que a petição número 8/2018 tratava de um assunto importante, e que tinha levantado alguma discussão na opinião pública, e em particular por aqueles que eram afectados sobre essa matéria. Assim sendo, talvez devessem sensibilizar a Câmara, uma vez que a Comissão esperava por uma resposta do Vereador Manuel Salgado, assim como do Senhor Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar e da Paróquia, havia mais de dois meses, sendo que falava de uma matéria que já deviam ter encerrado.--- ----O Senhor Presidente em exercício sobre essa questão disse que tinham revisto todas as matérias pendentes, e a indicação que tinha sobre essa questão era que os pedidos de esclarecimentos não tinham sido formalizados e que o Senhor Presidente da 3ª Comissão ou a 3ª Comissão tinham acabado por não formalizarem os pedidos.--- ----O Senhor Deputado Diogo Moura esclareceu que tinham formalizado os pedidos e que apenas tinha uma resposta verbal por parte do Senhor Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar de um eventual acordo, e portanto para terem a questão formalizada, tinham pedido a pronúncia dessa três entidades e nenhuma delas se tinha pronunciado até à presente data.--- ----O Senhor Presidente em exercício disse que o Senhor Deputado Luís Newton lhe estava a dizer que a 3ª Comissão iria fazer uma audição ao Senhor Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar, no entanto, pensava que iriam solicitar uma pronúncia por escrito, mas devia ter entendido mal.--- ----O Senhor Assessor Pedro Tito informou que a Paróquia tinha enviado um e-mail, no qual dizia ter dado os esclarecimentos à Câmara.--- ----O Senhor Deputado Luís Newton declarou que não fazia sentido nenhum a Paróquia responder à Câmara, uma vez que a Assembleia tinha solicitado os esclarecimentos directamente à Paróquia, e isso não lhe parecia lógico.--- ----O Senhor Deputado Diogo Moura explicou que a questão era muito simples, na prática precisavam de uma resposta da Câmara, e a Câmara tinha a obrigação de responder à Assembleia, até porque era a Câmara que poderia fazer uma proposta de alteração do facto de a Igreja não ser construída naquele terreno e ser noutro, portanto a Câmara acabava por juntar essas vontades todas. Assim, considerava que a Câmara teria que dar uma resposta à Comissão para poderem encerrar o processo.---

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13 ----O Senhor Presidente em exercício declarou que enquanto Deputado não poderia corroborar mais, até porque tinha estado presente nessa reunião, e até tinha aprovado o relatório como estava que estava muito bem, mas depois tinham começado a debater a possibilidade de ouvir o Presidente da Junta e o processo tinha estagnado.--- ----Solicitou ao Senhor Vereador João Paulo Saraiva os melhores ofícios para poderem responder ao solicitado pela 3ª Comissão.--- ----O Senhor Deputado Diogo Moura relativamente à petição que tinha sido entregue na semana anterior, sobre a Operação Integrada de Entrecampos, perguntou por que razão não se encontrava na lista dos pendentes, e que convinha saber qual era a tramitação que iria ter.--- ----O Senhor Presidente em exercício explicou que ainda não tinha a Petição para despacho.--- ----O Senhor Deputado Miguel Santos queria colocar duas questões relativamente ao funcionamento do plenário, uma relacionada com o ruído, que ultimamente era excessivo, nomeadamente nalgumas situações as declarações dos Deputados tinham que ser legendadas e portanto era um assunto que considerava que deviam ter um maior rigor na supressão dos níveis de ruído do plenário.--- ----A segunda questão era sobre a tradução de Língua Gestual Portuguesa que nas duas últimas Sessões não tinha acontecido, perguntava assim qual era a justificação.--- ----O Senhor Presidente em exercício sobre o barulho disse que cabia aos Senhores Representantes a responsabilidade de controlar o barulho provocado pelos Senhores Deputados, começava pelos Líderes dos grupos municipais disciplinar os Senhores Deputados e assessores. Concordava com o Senhor Deputado Miguel Santos, a própria Mesa sentia isso e chamava muitas vezes a atenção do plenário.--- ----O Senhor Coordenador do NUGEF, Paulo Braga explicou que a Língua Gestual Portuguesa tinha sido um projecto piloto com inicio em 2018 e tinha ficado acordado que seria feito nas Sessões Ordinárias, uma vez que não existia orçamento dos Direitos Sociais para pagar todas as Sessões, entretanto o calendário já tinha sido alterado ao longo do ano e portanto poderiam ter alguns desajustes.--- ----Acrescentou que em 2019, já tinham cabimento orçamental, e o departamento de direitos sociais estava a tratar disso, para que existisse tradução em todas as Sessões da Assembleia.--- ----O Senhor Deputado Miguel Santos declarou que estava esclarecido sobre o que tinha acontecido, no entanto queria relembrar que existia uma recomendação à Câmara que definia que isso deveria ser feito, e portanto era necessário conciliar os orçamentos com as recomendações que eram feitas à Câmara.---

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14 ----O Senhor Deputado Miguel Graça, no ponto dos outros assuntos, queria colocar uma questão à Conferência de Representantes, que lamentava ter que coloca-la, face ao insólito, a questão estava relacionada com o Grupo Municipal do PCP, e tinha a ver com o facto de terem feito um pedido, de um dos Deputados Municipais do PCP vir referido, quando aparecia no ecrã, como Deputado Municipal Independente.--- ----Acrescentou que tinham analisado a situação, aliás já tinham comunicado à Mesa essa questão, e a sua estranheza, tendo pedido mais informações sobre o assunto, que já lhe tinham sido prestadas. Contudo, gostaria de levantar a questão na Conferência de Representantes, e apresentar um Oficio dirigido ao Senhor Presidente em exercício, uma vez que, segundo o artigo 20º do Regimento da Assembleia Municipal, ainda em vigor, eram Deputados Independentes, os deputados que não integravam qualquer grupo Municipal e que comunicavam o facto ao Presidente da Assembleia, que exerciam o seu mandato como Deputados Independentes. Considerando que essa distinção de estatuto, por assim dizer, derivava dos deputados municipais independentes não integrarem nenhum grupo municipal, consideravam estranho que o Grupo Municipal do PCP tivesse solicitado para que um Deputado em específico, figurasse como deputado municipal independente. E por isso iriam entregar um ofício com dois pontos, um para que fossem tomadas as diligências para que os Deputados Municipais Independentes constassem, quando aparecessem, como Deputado Municipal Independente, e era isso que cumpria o Regimento, uma vez que eram os únicos que exerciam o seu mandato como independentes. E o segundo ponto a pedir, obviamente, para não constar a designação de Deputado Independente, num deputado que não exercia o seu mandato como independente, o que era claramente incompatível com o facto de integrar um grupo municipal.--- ----O Senhor Deputado Modesto Navarro em primeiro lugar sobre a questão do ruído na sala do plenário acreditava que existia um decréscimo de atenção, de participação e de estudo das matérias por parte da generalidade dos Deputados, existia um empobrecimento, de facto, desta Assembleia, na sua intervenção, na sua organização e isso era uma realidade. E quem deveria, efectivamente, cuidar dessa situação, devia ser a Mesa, os Representantes e ainda os Presidentes das próprias Comissões, digamos no envolvimento francamente activo de boa parte, já não dizia da totalidade, dos membros da Assembleia Municipal, porque existiam muitos deputados que vinham, efetivamente, que assinavam a lista de presenças, conversavam, levantavam-se mas que não intervinham, desde logo, por exemplo os Presidentes de Junta, na sua grande maioria e era bom constatarem que de facto havia uma perda de atenção. Disse ainda, que algumas vezes debatia-se, inclusivamente com os seus, para que estivessem atentos ao que estaria a ser dito, porque era a partir do que era dito, fosse por outros deputados, ou vereadores que

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15 eles formavam a sua atenção e intervenção e também a sua capacidade de mudar, alterar se fosse caso disso.--- ----Acrescentou que essa mudança tinha que vir de uma reflexão e de uma atitude por parte da Mesa, obviamente, conversando com os Presidentes das Comissões e tornando clara uma regra de respeito e de atenção em relação à Assembleia Municipal, porque a Mesa podia suspender uma reunião que não estivesse a correr bem, por cinco minutos, para exatamente marcar o mau comportamento, a frágil atenção, o desinteresse.--- ----Quanto à questão levantada pelo Senhor Deputado Miguel Graça, disse que tomavam nota do que tinha sido dito, e pensava que a Mesa deveria procurar informação sobre a questão. Explicou que tinha sido a pedido do próprio que se tinha solicitado que se colocasse a indicação de Deputado Independente, no entanto se existisse matéria que pudesse inibir este tipo de atitude, que fosse clarificada para também poderem analisar, uma vez que queriam encontrar a solução mais justa e mais correcta do ponto de vista legal.--- ----O Senhor Presidente em exercício sobre a matéria suscitada pelo Senhor Deputado Miguel Graça, e como tinha dito o Senhor Deputado Modesto Navarro, explicou que estavam sempre em tempo de eventual reavaliação. No entanto, existia um parecer jurídico e uma decisão sobre essa matéria.--- ----Informou que o pedido tinha sido feito pelo PCP em 22 de novembro de 2017, e esse pedido era simples, era continuar integrado no Grupo Municipal do PCP mas ser identificado, porque assim o era, como independente que tinha sido eleito. E portanto, a única coisa que era pedido, era que a sua identificação nos meios de divulgação institucionais enquanto Deputado Municipal da Assembleia Municipal de Lisboa se passasse a fazer do seguinte modo “Fernando Correia – PCP Independente”. Do ponto de vista daquilo que tinha sido feito, informou que a 24 de Novembro, a Senhora Presidente tinha solicitado um parecer à sua jurista, que tinha feito uma informação, que tinha sido disponibilizada ao senhor Deputado Miguel Graça, e que poderia ser disponibilizada a todos, que tinha enquadrado a decisão, e passava a ler sucintamente: “de acordo com o disposto no art.º 16.º n.º 4 da Lei Eleitoral dos Órgãos das Autarquias Locais, os partidos políticos e as coligações de partidos políticos podem incluir nas suas listas candidatos independentes, desde que como tal declarados.--- ----As coligações para fins eleitorais não constituem individualidade distinta dos partidos e deixam imediatamente de existir logo que for tornado público o resultado definitivo das eleições, salvo se forem transformadas em coligações de partidos políticos, nos termos da lei, de acordo com o estipulado no art.º 17.º n.º 4 da Lei Eleitoral dos Órgãos das Autarquias Locais.---

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16 ----Nas eleições autárquicas do passado dia 1 de outubro, foi eleito para membro da assembleia municipal de Lisboa o cidadão Fernando Correia, candidato efetivo declarado como independente pela coligação democrática unitária (CDU).--- ----O Art.º 46-B da Lei 169/99, de 18 de setembro, na sua redação atual, determina que a constituição de cada grupo municipal efetua-se mediante comunicação dirigida ao presidente da assembleia municipal, assinada pelos membros que o compõem, indicando a sua designação, bem como a respetiva direção (n.º 2) e os membros que não integrem qualquer grupo municipal comunicam o facto ao presidente da assembleia e exercem o seu mandato como independentes (n.º 4).(…)--- ----Conclui-se que o deputado municipal Fernando Correia pretende integrar o Grupo Municipal do PCP, não exercendo o seu mandato como independente.(…)

(…) Em face do exposto, o parecer é que nada obsta, do ponto de vista legal, a que nos meios de divulgação institucionais da Assembleia Municipal de Lisboa conste o nome do deputado municipal Fernando Correia com a indicação de independente no Grupo Municipal do PCP.” --- ----Esse era o parecer jurídico que tinha merecido o despacho da Senhora Presidente, que tinha respondido ao Senhor Deputado e ao grupo Municipal do PCP, no dia 12 de Dezembro de 2017, a informar que do ponto de vista legal não existia nenhuma objeção a que nos meios de divulgação institucionais da Assembleia Municipal constasse o seu nome com a indicação de independente no grupo Municipal do PCP.--- ----Para que entendessem melhor do que estavam a falar, o Deputado Fernando Correia não aparecia como Independente, tout court, como deputado municipal que exercia o mandato como Independente, quando aparecia, por exemplo o nome do Deputado Miguel Graça aparecia com a referência única de Independente, quando aparecia o nome do Deputado Fernando Correia aparecia com a indicação de que era independente mas com o símbolo do PCP, ou seja, ele era um cidadão independente do grupo municipal do PCP, os outros deputados independentes tinham sido eleitos na lista do PS e que exerciam o seu mandato como tal. O parecer jurídico que tinha sido dado e que tinha sido sufragado pela Senhora Presidente, ainda que a todo o tempo pudessem encontrar melhores soluções, era que isto se aplicava a todo e a qualquer cidadão que fosse eleito no mesmo grupo e que quisesse sinalizar que era independente no Grupo Municipal. Diferentes eram os Deputados Municipais que exerciam o seu mandato como independentes, e o Deputado Fernando Correia não exercia o seu mandato como independente, exercia sim o seu mandato integrado no PCP. Assim e por maioria de razão, e considerava que era esse o sentido do teor do parecer, era por esse motivo que quando preenchiam as declarações, para o tribunal, que enquadravam o processo de candidatura, individualmente em cada membro tinha que constar a identificação se eram militantes do partido proponente ou se eram independentes, e portanto se os cidadãos independentes podima ser candidatos nas listas dos partidos e das coligações, e

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17 expressamente a legislação identificava que eles tinham que assim ser identificados, na sua opinião o parecer estava bem dado e concordava com o teor da decisão da Senhora Presidente, ainda que pudessem revisitar o tema, para encontrar sempre boas soluções.---- ----O Senhor Deputado José Leitão declarou que tinha sido a primeira vez que se recordava de ouvir falar sobre o presente parecer, com o qual aliás, genericamente não concordava com o seu teor, e ainda um despacho que ignorava.--- ----Acrescentou que independentemente do Partido não concordaria com o teor do parecer, pois alguma relevância teria a circunstância de os partidos terem que comunicar a composição dos seus grupos parlamentar. Por outro lado, a circunstância de o senhor Deputado figurar numa lista como independente, também só por si não era conclusiva, uma vez que podia figurar como independente e filiar-se no partido posteriormente, desde que não fosse um partido diferente, daquele que tivesse sido eleito, não tinha qualquer irregularidade, como podia ser membro de um partido e constituir-se como independente, desde que não aderisse a outro partido, tambem podia continuar como independente. --- ----Concluiu, dizendo que fazia uma reflexão de carácter geral e que não queria tirar conclusões sobre o presente caso em concreto.--- ----O Senhor Deputado Miguel Graça disse que gostaria de reiterar que essa questão, apesar do entendimento legal e do parecer que tinha sido aqui transmitido, tinha refletido tudo menos o Regimento da Assembleia. Tudo o que tinha sido dito não deixava de ser verdade, no entanto, tinham um regimento que identificava precisamente que os Deputados Municipais que exerciam o seu mandato como Independentes eram os deputados que não estavam inscritos em nenhum grupo municipal, e tinham um estatuto que derivava do artigo 20º do Regimento da Assembleia Municipal, em que eram identificados e referidos por esse estatuto em todas as Sessões Plenárias e todas as reuniões de Comissões e Grupos de Trabalho, e depois gerava confusão um deputado pedir para ser colocado como deputado municipal independente quando aparecia no écran.--- ----O Senhor Presidente em exercício interrompeu o Senhor Deputado para esclarecer que a aparecia o símbolo do PCP, juntamente com a indicação de Deputado Independente.--- ----O Senhor Deputado Miguel Graça esclareceu que não tinha dito que não aparecia o símbolo do partido, mas sim que aparecia a referência a Deputado Independente.--- ----Explicou que tinham solicitado dois pontos no oficio, o primeiro a solicitar que os seus Deputados tivessem a designação de Deputado Municipal Independente, precisamente relacionado com a condição e com o estatuto que tinham no Regimento da Assembleia, e o segundo pedido era que os Deputados que não exerciam o mandato

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18 como independentes não pudessem ter essa designação e que esperavam resposta da Mesa.--- ----O Senhor Deputado Modesto Navarro disse que os presentes sabiam bem que o PCP tinha uma tradição de muitos anos, antes do 25 de Abril até, de integrarem no seu trabalho cidadãos independentes. Deu conta que, o Deputado Fernando Correia pertencia à Intervenção Democrática, ID, que fazia parte do conjunto dos aliados do PCP, e respeitavam muito isso, em qualquer órgão onde estivessem independentes, que tivessem de facto essa afirmação como independentes integrados no grupo do PCP, ou então verdadeiramente como independentes, fosse em que órgão fosse. Desconhecia a análise feita pela Senhora Presidente, mas parecia-lhe francamente claro, e bem diferente que essa afirmação de independente com o símbolo do PCP ao lado esclarecia totalmente que era eleito no âmbito do Grupo Municipal do PCP. Defendeu que na informação que tinha sido apresentada no Tribunal Constitucional constaria, obviamente, a sua situação política de independente, e isso regularizava tudo. O que lhe parecia mais grave, e que já tinha pedido, e iria insistir, era ver a legalidade da resolução tomada, na semana anterior, na discussão do Regimento, que era a introdução de uma coisa que já tinham tentado várias vezes e que actualmente configurava, na sua opinião, numa ilegalidade, e que iriam averigua-la, e essa sim à partida seria ilegal.--- ----Disse que era muito diferente pertencer a uma lista do PS, sair da lista, quererem estar à parte como independentes, eleitos na lista do PS, mas que se separavam dessa coligação. O Caso do PEV era perfeitamente claro, formavam um grupo municipal, e era identificado com tal. Neste caso, falavam de um Deputado que sendo independente, e não tentassem retirar a um homem que não tinha tido opção política por um partido, o direito de realmente afirmar essa não opção, ou seja, assumindo a sua independência pessoal.--- ----Explicou que tinha conversado com o Senhor Deputado, e era nesse sentido, desde sempre que se tinha assumido e que queria continuar a assumir, contudo, não obstavam nada em relação a essa investigação, e análise da situação. --- ----Disse, ainda, que estariam, obviamente, interessados em avaliar o que tinha sido decidido, na opinião do PCP, ilegalmente e em cima mesmo, apesar de uma outra tentativa antes, que tinha sido contrariada e combatida, com quase totalidade da Conferência de Representantes, e também no grupo de trabalho de revisão do Regimento. As situações não tinham comparação e realmente deviam olhar um pouco para dentro, para a consciência, para saberem que não existia comparação nenhuma entre as duas situações.--- ----O Senhor Presidente em exercício disse que queria deixar uma reflexão e que daria a reunião como encerrada, após a sua intervenção.---

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19 ---Acrescentou que era uma reflexão que já tinha feito várias vezes, quer na Conferência de Representantes, quer no Grupo de trabalho do Regimento, que era o bom senso com que deviam gerir esse tipo de situações, e por isso era preciso que os Senhores Deputados percebessem que tinham criado uma figura nova, no Regimento da Assembleia Municipal, que era uma figura que podia ser questionada do ponto de vista, quer constitucional, quer do ponto de vista da legalidade, que vinham acomodando e gerindo, com o consenso de todos, o dar condições de trabalho a todos os Deputados, a todas as forças, dar direitos para que a Assembleia Municipal de Lisboa fosse exemplar, do ponto de vista do seu funcionamento democrático e que desse cartas no panorama do país. Contudo essas coisas apenas funcionavam enquanto existisse consenso e bom senso, e por isso tinha feito o apelo para que não entrasse na discussão, e tinha distribuído antecipadamente o parecer jurídico, mas já esperava que suscitassem a questão. Temia que acoberto dessas matérias depois alguém suscitasse a legalidade da figura dos deputados municipais que exerciam o seu mandato como independentes, dos diferentes poderes, direitos e apoio, até funcional, que tinham enquanto grupo no seio da Assembleia, ou que também que suscitasse a questão da deliberação, embora a última versão fosse mais “clean”. Explicou que tinha procurado contribuir para que também assim fosse, naquilo que tinha a representatividade e a identificação dos diferentes partidos, e sinceramente não considerava que houvesse confusão nenhuma com a identificação do Senhor Deputado. Considerava que o parecer estava bem dado e cumpria aquilo que era, entre alguém que era independente que se assumia na candidatura e no tribunal como tal, e aparecia claramente identificado como um cidadão independente, que tinha concorrido pelo PCP e que aparecia identificado independente com o símbolo do PCP, com aquilo que eram os deputados independentes, naturalmente que existia um parecer jurídico sobre isso, agora a designação de Deputado Municipal Independente era coisa que não existia, mas sim Deputados Municipais que exerciam o seu mandato como independentes, era o que estava no Regimento. Apresentar aqueles que eram os deputados municipais que exerciam o seu mandato como independentes, apenas como deputado municipal independente, não lhe parecia uma boa designação para ser colocado, e defender que todos os outros não podiam dizer que eram independentes também não lhe parecia adequado. No entanto suscitariam a questão, novamente, do ponto de vista jurídico, e considerava que estavam a perder um pouco o bom senso.--- ----Concluiu, dizendo que estavam a entrar por um caminho perigoso, que poderiam colocar em causa ganhos que tinham sido, consensualmente, dado como adquiridos por todos e a bem de todos e a bem do funcionamento da Assembleia. Sinceramente não entendia qual era a confusão, desde novembro que o Senhor Deputado Fernando Correia estava a ser identificado dessa maneira, e nunca tinha sido confundido.---

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20 ----O Senhor Deputado Modesto Navarro declarou que sempre tiveram uma atitude de abertura em relação à solução da questão dos apoios aos deputados independentes Cidadãos por Lisboa, ao longo dos diferentes mandatos, e sentiam que estavam, efectivamente, a condescender, mas de certa maneira cooperavam para que houvesse condições de trabalho com dignidade e com espaço, e com todos os direitos para esses deputados.--- ----No entanto, ao quererem analisar essa questão do Deputado independente Fernando Correia, que trabalhava com o PCP e que pertencia ao grupo do PCP na Assembleia Municipal, então também iriam requerer que a Mesa investigasse, efectivamente, essa questão dos deputados independentes na mesma situação, se isso avançar iriam nesse sentido, se não existisse bom senso.--- ----O Senhor Deputado Miguel Graça referiu aquilo que já tinha referido e que lhe parecia absolutamente lógico, o Senhor Deputado Municipal Fernando Correia poderia ou não exercer o seu mandato como independente e enquadrado no Regimento da Assembleia Municipal tinha essa possibilidade.--- ----Acrescentou que o grupo municipal do PCP, em sede do grupo de trabalho do Regimento tinha sido extremamente rigoroso nessa matéria, não tinham sido eles, e portanto espantava-os muito terem sido tão rigorosos no grupo de trabalho do regimento e depois quererem vir a utilizar um termo que exactamente vinha causar a confusão. Tinha sido O Grupo Municipal do PCP que pretendia aclarar no Regimento essa matéria, e portanto achavam estranho. Considerava que bom senso era não utilizarem a mesma designação pela qual este conjunto de deputados municipais que estavam na Assembleia Municipal e regimentalmente enquadrados trabalhavam com a designação de Deputados municipais independentes, porque exerciam o seu mandato como tal.--- ----Relativamente ao resto das declarações que tinham sido feitas, não tinham nenhum problema e não precisavam da condescendência, porque os Deputados Municipais Independentes tinham sido eleitos como todos os outros, nesse caso na lista do PS. Tinham estabelecido um acordo com o PS, como faziam sempre antes das eleições no sentido de dizer que esses deputados iriam exercer o seu mandato como independentes, portanto não era nenhuma surpresa e consideravam que não precisavam da condescendência de ninguém da Assembleia. Considerava o termo condescendência infeliz, e considerava que mereciam respeito pelo trabalho que fazia na Assembleia.--- ----O Senhor Presidente em exercício deu a reunião como encerrada.--- ----Durante a reunião foram distribuídos os documentos seguintes que se anexam a esta ata e dela fazem parte integrante:--- -Doc 1 – Draft da Ata n.º 15, 25.06.2018--- -Doc 1A – Draft da Ata n.º 16, 02.07.2018---

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21 -Doc 2 – OT da 31ª Reunião,17.07.2018--- -Doc 3 – Draft OT da 32ª Reunião,19.07.2018--- -Doc 4 – Ajustamento do calendário das reuniões da AML para 2018--- -Doc 5 – Lista das propostas e assuntos pendentes de apreciação--- ----Nada mais havendo a acrescentar, Senhor Presidente em exercício da Assembleia Municipal de Lisboa deu por encerrada a reunião pelas dezasseis horas e trinta e oito minutos, da qual se lavrou a presente ata que depois de lida e aprovada, vai ser assinada pelos membros que compõem a Mesa.--- O Presidente em exercício ________________________________________________ A Primeira Secretária em exercício__________________________________________ A Segunda Secretária ___________________________________________________

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