Editor de Texto: edição e formatação de textos (operações do menu: Formatar, Inserir tabelas, Exibir -
cabeçalho e rodapé, Arquivo - configurar página e impressão, Ferramentas - ortografia e gramática) ... 1
Microsoft Windows 7 em português: Conhecimentos básicos. Criação de pastas (diretórios), arquivos e atalhos, área de trabalho, área de transferência, manipulação de arquivos e pastas ... 1
Conc eitos de informática, hardware e soft ware.Sistemas operacionais Windows e Linux ... 14
Processador de texto (Word e BrOffice.orgWriter)... 41
Planilhas eletrônicas (Excel e BrOffice.org Calc) ... 66
Editor de Apresentações (P owerPoint e BrOffice. org Impress) ... 98
Conceitos de tecnologias relacionadas à Internet e Intranet, Protocolos Web, World Wide Web, Navegador Internet (Internet Explorer e Mozilla Firefox), busca e pesquisa na Web. Conceitos de tecnologias e ferramentas de colaboração, correio eletrônico, grupos de discussão, fóruns e wikis. Conceitos de proteção e segurança, realização de cópias de segurança (backup), vírus e ataques a computadores. Conceitos de organização e de gerenciamento de informações, arquivos, pastas e programas. Conceitos de educação a distância. Conceitos de acesso a distância a computadores. Conceitos de tecnologias e ferramentas multimídia, de reprodução de áudio e vídeo. Conhecimentos gerais sobre redes sociais (twitter, facebook, linkedin). ...114
Questões ...163
Respostas ...172
Referências ...187
Candidatos ao Concurso Público, O Instituto Maximize Educação disponibiliza o e-mail [email protected] para dúvidas relacionadas ao conteúdo desta apostila como forma de auxiliá-los nos estudos para um bom desempenho na prova. As dúvidas serão encaminhadas para os professores responsáveis pela matéria, portanto, ao entrar em contato, informe: - Apostila (concurso e cargo); - Disciplina (matéria); - Número da página onde se encontra a dúvida; e - Qual a dúvida. Caso existam dúvidas em disciplinas diferentes, por favor, encaminhá-las em e-mails separados. O professor terá até cinco dias úteis para respondê-la.
Editores de texto são programas de computador específicos para trabalhar conteúdos onde o grande foco e maior parte do material trata-se de textos. Exemplos de trabalhos que estes programas podem informatizar são currículos, memorandos, cartas, livros, apostilas e diversos outros tipos de documentos. O edital sugere duas linhas de editores de textos: o Microsoft Word, software comercial de direitos reservados à empresa Microsoft Corporation e o Writer, da LibreOffice, que possui código aberto é gratuito para instalação, utilização, alteração e distribuição.
A edição e formatação de textos (operação do menu: Formatar, Inserir tabelas, Exibir – cabeçalho e rodapé, Arquivo – configurar página e impressão, Ferramentas – ortografia e gramática) será vista em ambos os programas (Word e Writer).
Não houve especificação de versões dos programas no edital o que abre a margem de possibilidades. Iremos tratar das versões mais solicitadas nos concursos.
Para evitar redundâncias, veja todos os itens deste ponto no tópico Processador de texto (Word e BrOffice.orgWriter).
Instalação e Configuração
Antes de iniciarmos os estudos sobre o MS – Windows 7 é importante esclarecermos alguns termos. O Windows é um Sistema Operacional, ou seja, é um software, um programa de computador desenvolvido por programadores através de códigos de programação. Os Sistemas Operacionais, assim como os demais softwares, são considerados como a parte lógica do computador, uma parte não palpável, desenvolvida para ser utilizada apenas quando o computador está em funcionamento. O Sistema Operacional (SO) é um programa especial, pois é o primeiro a ser instalado na máquina.
Quando montamos um computador e o ligamos pela primeira vez, em sua tela serão mostradas apenas algumas rotinas presentes nos chipsets da máquina. Para utilizarmos todos os recursos do computador, com toda a qualidade das placas de som, vídeo, rede, acessarmos a Internet e usufruirmos de toda a potencialidade do hardware, temos que instalar o SO.
Editor de Texto: edição e formatação de textos
(operações do menu: Formatar, Inserir tabelas,
Exibir - cabeçalho e rodapé, Arquivo - configurar
página e impressão, Ferramentas - ortografia e
gramática).
Prof. ª Alessandra Alves Barea
Microsoft Windows 7 em português: Conhecimentos
básicos. Criação de pastas (diretórios), arquivos e
atalhos, área de trabalho, área de transferência,
manipulação de arquivos e pastas.
Após sua instalação é possível configurar as placas para que alcancem seu melhor desempenho e instalar os demais programas, como os softwares aplicativos e utilitários.
O SO gerencia o uso do hardware pelo software e gerencia os demais programas.
Para saber se é possível instalar um determinado Sistema Operacional em um computador é preciso saber de quais requisitos de hardware o sistema precisa para poder funcionar. As peças necessárias para que o Windows 7 funcione em uma máquina são:
- Processador de 1 gigahertz (GHz) ou superior de 32 bits (x86) ou 64 bits (x64) - 1 gigabyte (GB) de RAM (32 bits) ou 2 GB de RAM (64 bits)
- 16 GB de espaço em disco disponível (32 bits) ou 20 GB (64 bits) - Dispositivo gráfico DirectX 9 com driver WDDM 1.0 ou superior
A diferença entre os Sistemas Operacionais de 32 bits e 64 bits está na forma em que o processador do computador trabalha as informações. O Sistema Operacional de 32 bits tem que ser instalado em um computador que tenha o processador de 32 bits, assim como o de 64 bits tem que ser instalado em um computador de 64 bits.
Os Sistemas Operacionais de 64 bits do Windows, segundo o site oficial da Microsoft, podem utilizar mais memória que as versões de 32 bits do Windows. “Isso ajuda a reduzir o tempo despendido na permuta de processos para dentro e para fora da memória, pelo armazenamento de um número maior desses processos na memória de acesso aleatório (RAM) em vez de fazê-lo no disco rígido. Por outro lado, isso pode aumentar o desempenho geral do programa”.
Para saber se o Windows é de 32 ou 64 bits, basta:
1. Clicar no botão Iniciar , clicar com o botão direito em Computador e clique em Propriedades. 2. Em Sistema, é possível exibir o tipo de sistema.
“Para instalar uma versão de 64 bits do Windows 7, você precisará de um processador capaz de executar uma versão de 64 bits do Windows. Os benefícios de um sistema operacional de 64 bits ficam mais claros quando você tem uma grande quantidade de RAM (memória de acesso aleatório) no computador, normalmente 4 GB ou mais. Nesses casos, como um sistema operacional de 64 bits pode processar grandes quantidades de memória com mais eficácia do que um de 32 bits, o sistema de 64 bits poderá responder melhor ao executar vários programas ao mesmo tempo e alternar entre eles com
frequência”.
Uma maneira prática de usar o Windows 7 (Win 7) é reinstalá-lo sobre um SO já utilizado na máquina. Nesse caso, é possível instalar:
- Sobre o Windows XP;
- Uma versão Win 7 32 bits, sobre Windows Vista (Win Vista), também 32 bits; - Win 7 de 64 bits, sobre Win Vista, 32 bits;
- Win 7 de 32 bits, sobre Win Vista, 64 bits; - Win 7 de 64 bits, sobre Win Vista, 64 bits;
- Win 7 em um computador e formatar o HD durante a instalação; - Win 7 em um computador sem SO;
Antes de iniciar a instalação, devemos verificar qual tipo de instalação será feita, encontrar e ter em mãos a chave do produto, que é um código que será solicitado durante a instalação.
Vamos adotar a opção de instalação com formatação de disco rígido, segundo o site oficial da Microsoft Corporation:
- Ligue o seu computador, de forma que o Windows seja inicializado normalmente, insira do disco de instalação do Windows 7 ou a unidade flash USB e desligue o seu computador.
- Reinicie o computador.
- Pressione qualquer tecla, quando solicitado a fazer isso, e siga as instruções exibidas.
- Na página de Instalação Windows , insira seu idioma ou outras preferências e clique em Avançar. - Se a página de Instalação Windows não aparecer e o programa não solicitar que você pressione alguma tecla, talvez seja necessário alterar algumas configurações do sistema. Para obter mais informações sobre como fazer isso, consulte Inicie o seu computador usando um disco de instalação do Windows 7 ou um pen drive USB.
- Na página Leia os termos de licença, se você aceitar os termos de licença, clique em Aceito os termos de licença e em Avançar.
- Na página Que tipo de instalação você deseja? clique em Personalizada.
- Na página Onde deseja instalar Windows? clique em Opções da unidade (avançada).
- Quando a formatação terminar, clique em Avançar.
- Siga as instruções para concluir a instalação do Windows 7, inclusive a nomenclatura do computador e a configuração de uma conta do usuário inicial.
Conceitos de pastas, arquivos e atalhos, manipulação de arquivos e pastas, uso dos menus
Pastas – são estruturas digitais criadas para organizar arquivos, ícones ou outras pastas.
Seu nome é inspirado nas pastas tradicionais que usamos para organizar documentos como contas de água, luz, telefone. Esse é o grande objetivo de uma pasta: guardar arquivos criando separações digitais que facilitem seu acesso e utilização pelo usuário.
Arquivos – são registros digitais criados e salvos através de programas aplicativos. Por exemplo, quando abrimos a Microsoft Word, digitamos uma carta e a salvamos no computador, estamos criando um arquivo.
Ícones – são imagens representativas associadas a programas, arquivos, pastas ou atalhos. As duas figuras mostradas nos itens anteriores são ícones. O primeiro representa uma pasta e o segundo um arquivo criado no programa Excel.
Atalhos – são ícones que indicam um caminho mais curto para abrir um programa, ver um arquivo
ou chegar a um ambiente do computador. Todo ícone que representa um atalho, tem uma setinha no canto esquerdo inferior. Por exemplo, se quisermos acessar a Microsoft Word, na sua versão 2007, no Windows 7, em sua configuração original, clicamos no botão Iniciar → Todos os Programas →
Microsoft Office 2007→ Microsoft Office Word 2007. Ao invés de executar todos esses cliques,
podemos criar um atalho desse caminho na Área de Trabalho do computador e acessar o programa realizando apenas um duplo clique.
Clicando com o botão direito do mouse em um espaço vazio da área de trabalho ou outro apropriado, podemos encontrar a opção pasta. Clicando nesta opção com o botão esquerdo do mouse, temos então uma forma prática de criar uma pasta.
Criamos aqui uma pasta chamada “Trabalho”.
Clicamos duas vezes na pasta “Trabalho” para abri-la e agora criaremos mais duas pastas dentro dela:
A figura acima nos mostra duas coisas: já estão criadas dentro da pasta “Trabalho”, as outras duas pastas “Editora” e “ETEC”. No lado direito da imagem, vemos que existe a possibilidade de exibirmos o conteúdo da pasta trabalho com ícones extra grandes, ícones grandes, ícones médios, ícones pequenos, lista, detalhes, lado a lado e conteúdo.
Na imagem acima, a opção de exibição foi de ícones grandes. Dessa forma concluímos a criação das nossas pastas. Uma pasta que se encontra dentro de outra, pode ser chamada de subpasta.
Arquivos e atalhos
Para criar um arquivo temos antes que ter um programa aberto. Vamos exemplificar agora, com o programa Word Pad.
Em nosso exemplo digitamos uma frase, mas até mesmo um documento vazio pode ser salvo. Clicaremos agora no botão Salvar (com o ícone de um disquete):
Basta escolher o local onde o arquivo será gravado e digitar um nome para este arquivo. Pronto! Criamos um arquivo.
Para criar um atalho existem várias formas. Uma das mais simples é clicar com o botão direito do
mouse sobre o arquivo ou pasta e depois clicar em “Criar atalho”. Depois, este arquivo pode ser copiado
e colado no local onde desejarmos e, quando clicado, abrirá diretamente o arquivo.
A organização e o gerenciamento de informações são a sistemática escolhida pelo usuário e apoiada nas opções de software para manter suas informações no computador de forma organizada, facilitando o acesso e a localização dos programas. O gerenciamento é a maneira como o usuário trabalha essas informações, administrando a organização de ícones de pastas, programas e arquivos.
Organizando ícones
Clicando com o botão direito do mouse sobre um espaço vazio da área de trabalho, temos as seguintes opções de organização:
Organizar ícones
Nome: Organiza os ícones por ordem alfabética de nomes, permanecendo inalterados os ícones padrão da área de trabalho.
Tamanho: Organiza os ícones pelo seu tamanho em bytes, permanecendo inalterados os ícones padrão da área de trabalho.
Tipo: Organiza os ícones em grupos de tipos, por exemplo, todas as pastas ficarão ordenadas em sequência, depois todos os arquivos, e assim por diante, permanecendo inalterados os ícones padrão da área de trabalho.
Modificado em: Organiza os ícones pela data da última alteração, permanecendo inalterados os ícones padrão da área de trabalho.
Organizar automaticamente: Não permite que os ícones sejam colocados em qualquer lugar na área de trabalho. Quando arrastados pelo usuário, ao soltar o botão esquerdo, o ícone voltará ao seu lugar padrão.
Alinhar à grade: estabelece uma grade invisível para alinhamento dos ícones.
Mostrar ícones da área de trabalho: Oculta ou mostra os ícones colocados na área de trabalho, inclusive os ícones padrão, como Lixeira, Meu Computador e Meus Documentos.
Bloquear itens da Web na área de trabalho: Bloqueia recursos da Internet ou baixados em temas da web e usados na área de trabalho.
Executar assistente para limpeza da área de trabalho: Inicia um assis tente para eliminar da área de trabalho ícones que não estão sendo utilizados.
Windows Explorer
Para acessar o Windows Explorer, basta clicar no botão Iniciar, Todos os Programas, Acessórios, Windows Explorer, ou usar a tecla do Windows+E. O Windows Explorer é um ambiente do Windows através do qual podemos realizar o gerenciamento de arquivos e pastas. Nele, temos duas divisões principais: o lado esquerdo, que exibe as pastas e diretórios em esquema de hierarquia, e o lado direito, que exibe o conteúdo das pastas e diretórios selecionados do lado esquerdo.
Quando clicamos, por exemplo, sobre uma pasta com o botão direito do mouse, é exibido um Menu suspenso com diversas opções de ações que podem ser realizadas. Em ambos os lados (esquerdo e direito) esse procedimento ocorre, mas do lado esquerdo não é possível visualizar a opção “Criar
atalho”, como é possível observar nas figuras a seguir:
Windows Explorer – botão direito
A figura acima mostra as opções exibidas no menu suspenso quando clicamos na pasta 2012-03(mar) com o botão direito do mouse, do lado esquerdo do Windows Explorer.
Windows Explorer – botão esquerdo
Figura “Windows Explorer –botão direito”: Mostra as opções exibidas quando clicamos com o botão
direito do mouse na mesma pasta, mas do lado direito da tela do Windows Explorer. Note que nesse
caso, podemos encontrar a opção “Criar Atalho”, que não é visível na figura “Windows Explorer – botão
esquerdo”.
No Windows Explorer podemos realizar facilmente opções de gerenciamento como copiar, recortar, colar e mover, pastas e arquivos.
Copiar e Colar: consiste em criar uma cópia idêntica da pasta, arquivo ou atalho selecionado. Para essa tarefa, podemos adotar os seguintes procedimentos:
1º) Selecione o item desejado;
2º) Clique com o botão direito do mouse e depois com o esquerdo em “copiar”. Se preferir, pode usar
as teclas de atalho CTRL+C. Esses passos criarão uma cópia do arquivo ou pasta na memória RAM do computador, mas a cópia ainda não estará em nenhum lugar visível do sistema operacional.
3º) Clique com o botão direito do mouse no local onde deseja deixar a cópia e depois, com o
esquerdo, clique em “colar”. Também podem ser usadas as teclas CTRL + V, para efetivar o processo
de colagem.
Observe as figuras a seguir, que representam os passos que vimos:
Passos 1 e 2 Passo 3
Dessa forma, teremos o mesmo arquivo ou pasta em mais de um lugar no computador.
Recortar e Colar: Esse procedimento retira um arquivo ou pasta de um determinado lugar e o coloca em outro. É como se recortássemos uma figura de uma revista e a colássemos em um caderno. O que recortarmos ficará apenas em um lugar do computador.
Os passos necessários para recortar e colar, são: 1º) Selecione o item desejado;
2º) Clique com o botão direito do mouse e depois com o esquerdo em “recortar”. Se preferir, pode usar as teclas de atalho CTRL+X. Esses passos criarão uma cópia do arquivo ou pasta na memória RAM do computador, mas a cópia ainda não estará em nenhum lugar visível do sistem a operacional.
3º) Clique com o botão direito do mouse no local onde deseja deixar a cópia e depois, com o
esquerdo, clique em “colar”. Também podem ser usadas as teclas CTRL + V, para efetivar o processo
de colagem.
Outro procedimento que auxilia o gerenciamento de arquivos e pastas e programas é mover o ícone desejado mantendo o botão esquerdo do mouse pressionado sobre ele. Dessa forma, podemos arrastar o ícone para qualquer outro local do computador, como demonstrado a seguir:
Mover
Outra ação facilitada com o uso do Windows Explorer é apagar (excluir) um arquivo ou pasta. Para isso, basta selecionar o ícone da pasta ou arquivo desejado, pressionar o botão direito do mouse sobre
ele e clicar em “excluir”. Podemos também usar a tecla delete para essa finalidade. O mover equivale ao recortar e colar. Ele retira uma pasta ou arquivo de um local e a coloca em outro lugar do computador.
Área de Trabalho
Área de trabalho: A figura mostra a primeira tela que vemos quando o Windows 7 é iniciado. A ela damos o nome de área de trabalho, pois a ideia original é a de que ela servirá como uma prancheta, na qual abriremos nossos livros e documentos para darmos início ou continuidade ao trabalho.
Em especial, na área de trabalho, encontramos a barra de tarefas, que traz uma série de particularidades, como:
Barra de tarefas
1) Botão Iniciar: é por ele que entramos em contato com todos os outros programas instalados, programas que fazem parte do sistema operacional e ambientes de configuração e trabalho. Com um clique nesse botão, abrimos uma lista, chamada Menu Iniciar, que contém opções que nos permitem ver os programas mais acessados, todos os outros programas instalados e os recursos do próprio Windows. Ele funciona como uma via de acesso para todas as opções disponíveis no computador.
Através do botão Iniciar, também podemos:
desligar o computador, procedimento que encerra o Sistema Operacional corretamente e desliga efetivamente a máquina;
colocar o computador em modo de espera, que reduz o consumo de energia enquanto a máquina estiver ociosa, ou seja, sem uso. Muito usado nos casos em que vamos nos ausentar por um breve período de tempo da frente do computador;
reiniciar o computador, que desliga e liga automaticamente o sistema. Usado após a instalação de alguns programas que precisam da reinicialização do sistema para efetivarem sua instalação, durante congelamento de telas ou travamentos da máquina.
realizar o logoff, acessando o mesmo sistema com nome e senha de outro usuário, tendo assim um ambiente com características diferentes para cada usuário do mesmo computador.
Menu Iniciar – Windows 7
Na figura acima temos o menu Iniciar, acessado com um clique no botão Iniciar.
2) Ícones de inicialização rápida: São ícones colocados como atalhos na barra de tarefas para serem acessados com facilidade.
3) Barra de idiomas: Mostra qual a configuração de idioma que está sendo usada pelo teclado. 4) Ícones de inicialização/execução: Esses ícones são configurados para entrarem em ação quando o computador é iniciado. Muitos deles ficam em execução o tempo todo no sistema, como é o caso de ícones de programas antivírus que monitoram constantemente o sistema para verificar se não há invasões ou vírus tentando ser executados.
5) Propriedades de data e hora: Além de mostrar o relógio constantemente na sua tela, clicando duas vezes com o botão esquerdo do mouse nesse ícone, acessamos as Propriedades de data e hora.
Propriedades de data e hora
Nessa janela, é possível configurarmos a data e a hora, determinarmos qual é o fuso horário da nossa região e especificar se o relógio do computador está sincronizado automaticamente com um servidor de horário na Internet.
Este relógio é atualizado pela bateria da placa mãe. Quando ele começa a mostrar um horário diferente do que realmente deveria mostrar, na maioria das vezes, indica que a bateria da placa mãe precisa ser trocada. Esse horário também é sincronizado com o mesmo horário do SETUP.
Lixeira: Contém os arquivos e pastas excluídos pelo usuário.
Para excluirmos arquivos, atalhos e pastas, podemos clicar com o botão direito do mous e sobre eles
e depois usar a opção “Excluir”. Outra forma é clicar uma vez sobre o objeto desejado e depois
pressionar o botão delete, no teclado. Esses dois procedimentos enviarão para lixeira o que foi excluído, sendo possível a restauração, caso haja necessidade. Para restaurar, por exemplo, um arquivo enviado para a lixeira, podemos, após abri-la, restaurar o que desejarmos.
Restauração de arquivos enviados para a lixeira
A restauração de objetos enviados para a lixeira pode ser feita com um clique com o botão direito do
mouse sobre o item desejado e depois outro clique com o esquerdo em “Restaurar”. Isso devolverá
automaticamente o arquivo para seu local de origem.
Outra forma de restaurar é usar a opção “Restaurar este item”, após selecionar o objeto.
Alguns arquivos e pastas, por terem um tamanho muito grande, são excluídos sem irem antes para a Lixeira. Antes que algo seja excluído, aparecerá uma mensagem, ou perguntando se realmente deseja enviar aquele item para a Lixeira, ou avisando que o que foi selecionado será permanentemente excluído. Outra forma de excluir documentos ou pastas sem que eles fiquem armazenados na Lixeira é usar as teclas de atalho Shift+Delete.
A barra de tarefas pode ser posicionada nos quatro cantos da tela para proporcionar melhor visualização de outras janelas abertas. Para isso, basta pressionar o botão esquerdo do mouse em um espaço vazio dessa barra e com ele pressionado, arrastar a barra até o local desejado (canto direito, superior, esquerdo ou inferior da tela).
Para alterar o local da Barra de Tarefas na tela, temos que verificar se a opção “Bloquear a barra de
Barra de tarefas posicionada à direita da tela
Propriedades da barra de tarefas e do menu iniciar: Através do clique com o botão direito do mouse na barra de tarefas e do esquerdo em “Propriedades”, podemos acessar a janela “Propriedades da barra de tarefas e do menu iniciar”.
Propriedades da barra de tarefas e do menu iniciar
Na guia “Barra de Tarefas”, temos, entre outros:
Bloquear a barra de tarefas – que impede que ela seja posicionada em outros cantos da tela que não seja o inferior, ou seja, impede que seja arrastada com o botão esquerdo do mouse pressionado, como vimos na figura.
Ocultar automaticamente a barra de tarefas – oculta (esconde) a barra de tarefas para proporcionar maior aproveitamento da área da tela pelos programas abertos e a exibe quando o mouse é posicionado no canto inferior do monitor.
Guia Menu Iniciar e Personalizar Menu Iniciar
Pela figura acima podemos notar que é possível a aparência e comportamento de links e menus do menu Iniciar.
Barra de Ferramentas
Nas Propriedades da Barra de Tarefas também podemos configurar a barra de ferramentas adicionando itens ou removendo. Na imagem acima foi marcada a opção “Área de Trabalho” para ser incluída na barra de ferramentas da Barra de Tarefas. Após concluir esta janela teremos o seguinte item na Barra de Tarefas:
Botão Área de trabalho Painel de Controle
O Painel de Controle é o local onde podemos alterar configurações do Windows, como aparência, idioma, configurações de mouse e teclado, entre outras. Com ele é possível personalizar o computador às necessidades do usuário.
Para acessar o Painel de Controle, basta clicar no Botão Iniciar e depois em Painel de Controle. Nele encontramos as seguintes opções:
- Sistema e Segurança: “Exibe e altera o status do sistema e da segurança”, permite a realização de backups e restauração das configurações do sistema e de arquivos. Possui ferramentas que permitem a atualização do Sistema Operacional, que exibem a quantidade de memória RAM instalada no computador e a velocidade do processador. Oferece ainda, possibilidades de configuração de Firewall para tornar o computador mais protegido.
- Rede e Internet: mostra o status da rede e possibilita configurações de rede e Internet. É possível também definir preferências para compartilhamento de arquivos e computadores.
- Hardware e Sons: é possível adicionar ou remover hardwares como impressoras, por exemplo. Também permite alterar sons do sistema, reproduzir CDs automaticamente, configurar modo de economia de energia e atualizar drives de dispositivos instalados.
- Programas: através desta opção, podemos realizar a desinstalação de programas ou recursos do Windows.
- Contas de Usuários e Segurança Familiar: aqui alteramos senhas, criamos contas de usuários, determinamos configurações de acesso.
- Aparência: permite a configuração da aparência da área de trabalho, plano de fundo, proteção de tela, menu iniciar e barra de tarefas.
- Relógio, Idioma e Região: usamos esta opção para alterar data, hora, fuso horário, idioma, formatação de números e moedas.
- Facilidade de Acesso: permite adaptarmos o computador às necessidades visuais, auditivas e motoras do usuário.
Computador
Através do “Computador” podemos consultar e acessar unidades de disco e outros dispositivos
conectados ao nosso computador.
Computador
Observe que é possível visualizarmos as unidades de disco, sua capacidade de armazenamento livre e usada. Vemos também informações como o nome do computador, a quantidade de memória e o processador instalado na máquina.
Microcomputadores
Microcomputador é o nome dado a equipamentos eletrônicos capazes de: - receber entrada de dados;
- realizar o processamento de dados; e - realizar saídas de dados.
Antigamente os computadores eram equipamentos tão grandes que chagavam a ocupar salas inteiras. Com o desenvolvimento de circuitos eletrônicos como os transistores e microchips foi possível a criação de computadores pessoais, chamados de microcomputadores devido ao tamanho de seus antecessores.
A entrada de dados é realizada pelos dispositivos ou periféricos de entrada. Como exemplo, podemos citar o teclado, mouse, microfone, pois são peças de computador capazes de transmitir dados externos ao computador, sejam eles caracteres (teclado), comandos (mouse) ou voz (microfone).
O processamento é realizado por uma peça especial chamada Unidade Central de Processamento (UCP) que consiste em um circuito eletrônico integrado (chip) formado por uma placa de silício e vários transistores. Executa programas, cálculos aritméticos e operações lógicas, além de fazer a comunicação de entrada e saída dos dados.
As operações de saída são realizadas pelas peças de computador que transmitem informações ao meio externo de forma que o usuário as entenda. Como exemplos de dispositivos de saída, ou periféricos de saída, temos o monitor, a impressora e as caixas de som.
Tipos de computadores
Conceitos de informática, hardware e software.
Sistemas operacionais Windows e Linux.
O primeiro tipo de computador que estudaremos é o Computador Pessoal (Personal Computer – PC) ou microcomputador. Um computador desse tipo caracteriza uma máquina que dá atendimento às necessidades básicas de um usuário comum. É aquele que pode ser adquirido por uma pessoa para ser colocado em sua casa ou empresa, com peças e softwares que desenvolvem tarefas de um escritório, com editores de textos, planilhas eletrônicas, apresentações, Internet, som, vídeo e outras funções.
Os computadores anteriores a esse termo ocupavam salas inteiras, precisavam de refrigeração adequada, poucas pessoas conseguiriam utilizá-los ou mantê-los e não eram construídos para venda em larga escala.
Com o desenvolvimento tecnológico de hardware e software o computador ganhou proporções e funções que o tornaram uma mercadoria que podia ser levada para casa. Nesse ponto da evolução tecnológica, surgiu o termo Computador Pessoal.
Computador Pessoal
As peças básicas de um computador pessoal são: gabinete, placa mãe, processador, memória, HD, gravador de DVD, monitor, mouse, teclado, caixa de som, microfone, estabilizador e muitas vezes alguns outros periféricos como impressoras, scanners e webcam.
Conheceremos várias peças adicionais, mas as que foram citadas propiciam as funções estritamente necessárias ao PC. Elas podem estar inseridas ao computador de formas diferentes, mas mantém as funções de emitir imagem, capturar caracteres, capturar comandos e envolver várias outras peças que formam o computador.
A flexibilidade de formatos das peças básicas do computador estão presentes em outras divisões. Os PCs têm suas variações. Algumas delas são os desktops, laptops e personal digital assistants.
Desktops, não são projetados para mobilidade e portabilidade, ou seja, são projetados para serem colocados na mesa de um escritório e não para serem carregados pelo usuário para todos os lugares como os seus irmãos portáteis que veremos a seguir. A maioria dos desktops oferece mais poder, mais capacidade de armazenamento e maior versatilidade por menor cus to que os portáteis. Para funcionarem, dependem da conexão contínua à energia elétrica para alimentação de suas peças. Quando a energia é suspensa a máquina é desligada.
Laptops, também chamados notebooks, são computadores portáteis que integram, em um único pacote operado à bateria ou energia elétrica e levemente maior que um livro de capa dura, monitor, teclado e mouse, processador, memória e disco rígido. Uma variação recente dos laptops são os netbooks e os PCs ultramóveis (UMPCs). Todos esses tipos de computadores permitem, se assim constituídos do hardware necessário, acesso à Internet, impressoras e demais periféricos. Os laptops possuem bateria que permite o seu funcionamento, por um determinado tempo, sem a necessidade de estar diretamente ligado à energia elétrica.
Notebook – imagem retirada da Internet
Personal Digital Assistants, possuem tamanho comparado com um livro de bolso. Portáteis, carregados na energia elétrica, mas possuidores de bateria para ser usada durante trajetos móveis. Na maioria das vezes dotados de memória flash em vez de disco rígido para o armazenamento de dados, geralmente sem teclado, mas usando a tecnologia de tela sensível ao toque para entrada de dados. Esse tipo de computador vem ganhando espaço e tendo outras derivações como o tablet.
Personal Digital Assistants
Um termo que especifica um tipo de computador que pode ser encontrado em residências, mas geralmente são montados para fins especializados de trabalhos informatizados, é o Workstation, ou estação de trabalho. Uma Workstation, consiste em computadores desktop otimizados para trabalhar determinadas tarefas. Por exemplo, uma Workstation para trabalhos com imagens de jogos, terá computadores com placas de vídeo e som off board de ótima qualidade, monitores e caixas de som igualmente qualificadas. Uma estação de trabalho pode contar com mais de um computador para dar suporte ao trabalho necessário.
Workstation
Há computadores especialmente projetados para grandes centros de dados, possuidores de grande poder de processamento e armazenagem, geralmente empregados em empresas e ambientes coorporativos. Alguns exemplos são:
de impressão para outros computadores, quanto computadores especialmente projetados para serem servidores de armazenamento de arquivos, backup, Internet, e – mails e outros tipos de serviços que podem oferecer à rede.
Servidores tipo torre – imagem site da Dell
Existem servidores tipo torre, que assemelham-se a gabinetes de desktops e aqueles tipo rack que economizam espaço e são ideais para cloud computing.
Servidores tipo rack – imagem site da Dell
Os servidores são tipos de computadores que oferecem os seus recursos para outros computadores da rede.
Você também já deve ter ouvido falar do tipo de computador denominado Mainframe. Esse termo caiu em desuso em favor dos servidores coorporativos, mas ainda o ouvimos em grandes corporações ou redes bancárias, por exemplo, quando querem se referir a grandes máquinas com alto poder de processamento que processam milhões de informações diariamente. Esse enorme computador, pode conectar-se a vários outros e oferecer uma série de serviços há milhões de usuários.
Antigamente, ocupavam salas inteiras, precisavam de ambientes especialmente preparados para refrigerar seus milhões de válvulas e todo esse complexo equipamento processava pouca informação para tanto gasto e trabalho.
Imagem de servidor coorporativo
Existe ainda os supercomputadores, equipamentos robustos, este tipo de computador geralmente custa centenas de milhares ou até milhões de dólares. Embora alguns supercomputadores sejam um sistema de computador único, a maioria abrange múltiplos computadores de alta performance trabalhando em paralelo como um sistema único.
Um exemplo de supercomputador é o Tupã (o deus trovão em tupiguarani), o Cray XT-6 é o supercomputador capaz de realizar até 260 trilhões de cálculos por segundo. Custou R$ 50 milhões e foi financiada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e pela Fapesp. Em 2010, era um dos computadores mais rápidos do mundo. É o terceiro maior do mundo em previsão operacional de tempo e clima sazonal e o oitavo em previsão de mudanças climáticas. Ele é usado no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Supercomputador Tupã Conceitos de Hardware
Hardware é a parte física do computador, ou seja, são as peças que compõem o computador. Periféricos
Os periféricos são todos os equipamentos eletrônicos encaixados ou interligados ao gabinete do computador.
Além da conexão interna de hardwares diversos, a placa mãe também é responsável pela conexão de periféricos como mouse, teclado, caixas de som, impressoras e outros.
A conexão física desses dispositivos é feita como se fosse montado um pequeno quebra cabeça, onde uma peça só se encaixa em seu devido lugar, pois entrada e conector são feitos de maneira que o encaixe equivocado de dispositivos em entradas que não lhes pertençam seja quase impossível.
Placa mãe, vista lateral – encaixes de periféricos Na figura, podemos observar os seguintes conectores:
Conector da porta serial 1: usado para conectar mouses seriais.
Conector da porta serial 2: pode ser usada para conectar outro dispositivo serial, ou configurada para o uso de um modem, por exemplo.
Conector da porta paralela: usado para conectar impressoras com esse tipo de plug.
Conector do mouse e conector do teclado: esses conectores, na imagem, já estão no padrão PS/2, que ocupam menos espaço do que os conectores seriais ou DIM e liberam conectores USB para serem usados por outros equipamentos.
Adaptador de rede: encontrado em placas mãe que já possuem placa de rede on board. Nesse conector é possível conectar um cabo paralelo, com conec tor RJ 45, para incluir seu computador em uma rede.
Conectores USB: esses conectores, por estarem em expansão, merecem um pouco mais de nossa atenção. Conector USB, ou Universal Serial BUS é um barramento com uma entrada (porta-conector) única para diversos tipos de periféricos como teclados, mouses, impressoras e outros. Além de simplificar a vida do usuário na hora de conectar os periféricos, esse padrão utiliza a tecnologia plug and play, que oferece suporte rápido para a configuração do software necessário para o funcionamento do hardware conectado, com poucos ou nenhum clique do usuário.
Detalhes do conector USB
Detalhes do barramento da placa de circuitos.
Conector de vídeo: usado para encaixar o monitor do computador.
Existem periféricos de entrada, ou seja, que possibilitam a inserção de dados no computador, como palavras pelo teclado, som pelo microfone, imagem pela webcam; e periféricos de saída, pelos quais recebemos informações processadas pelo computador, como som pelas caixas de som, impressão de documentos, imagens pelo monitor.
Periféricos de entrada Mouses
Os mouses são dispositivos de entrada de dados. Com eles, entramos com comandos que interferem e executam ações como a abertura de uma pasta (com um duplo clique) ou a seleção de um ícone (com um único clique).
Os mouses também evoluíram com o passar do tempo. Antes seu conector era o serial, depois passou para ser o PS/2 e agora, a maioria deles já usa conectores USB ou dispositivos sem fio.
Outra grande mudança no mouse foi o seu mecanismo de funcionamento. Antes, existia em seu interior uma bolinha revestida de borracha que se movia quando o mouse era arrastado no pad mouse. Ao se mover, ela girava duas engrenagens dentro do aparelho, que coordenavam horizontal e verticalmente. Essas informações eram gravadas pelos codificadores do mouse que as transmitia pelo cabo para o software do mouse. Como resultado aparecida na tela os movimentos do ponteiro.
Hoje, os mouses ópticos emitem a luz infravermelha projetada no pad mouse substituindo o uso do
mecanismo da “bolinha”.
Outro mecanismo adicionado ao mouse, foi o scroll, que consiste em uma roda localizada na parte superior do dispositivo que substitui os cliques nas barras de rolagem dos softwares aplicativos.
Mouse serial aberto e mouse óptico aberto, respectivamente.
O avanço tecnológico do mouse, procura cada vez mais uma anatomia que proporcione menores impactos ao usuário que o utilize por muito tempo e também enquadrá-lo com qualidade aos dispositivos sem fio.
Teclados
Como os mouses, uma das grandes evoluções dos teclados, tem sido sua forma de conexão com o computador. Antes conectado ao conector DIM, depois ao mini dim e agora em USB e dispositivos sem fio.
Outras características da evolução dessa peça são as teclas de função, como volume, favoritos e outras, a ergonomia, e a tecnologia do funcionamento das teclas que antes acionavam molas que entravam em contato com a placa de circuito criando a passagem de microcorrentes elétricas que correspondiam aos comandos das teclas. Há também o teclado de membrana, constituído por dois comandos de membranas e condutores que fazem gerar impulsos elétricos. Por último, temos dispositivos de silicone ou borracha que recebem a pressão das teclas em peças de plástico e carvão e funcionam sobre uma placa de circuito impresso.
Teclado de membrana aberto
Teclado de borracha
Webcam
Por captarem a imagem e a levarem para o computador ou para outros dispositivos eletrônicos, inclusive pela Internet, esses dispositivos são considerados de entrada. Com os mais variados formatos, utilizam preferencialmente conexão USB.
Formatos de webcams Scanners
Os scanners são dispositivos capazes de digitalizar imagens, documentos e objetos em arquivos para o computador. Existem scanners:
- De mesa – próprios para ficarem em superfícies planas, conectados ao computador geralmente por conectores USB.
- De mão – semelhante ao um mouse, deve ser passado sobre o documento ou superfície desejada para realizar a digitalização.
Os microfones para computador captam a voz e o som e transmitem para o computador. Podem ser encontrados avulsos, em conjunto com fones de ouvido, nos monitores ou em webcams.
Microfones para PC Joystick
São periféricos que trazem botões de comandos e manopla próprios para jogos.
Joysticks Periféricos de saída:
Monitores
Os monitores de computador são dispositivos de saída que evoluíram muito com o passar dos anos e hoje existem no mercado tipos variados de monitores.
Monitores CRT
Os tradicionais são os CRT, onde as imagens são formadas através de sinais luminosos emitidos pelo tubo de raios catódicos, lançados na tela, sendo três raios coloridos: um azul, um vermelho e outro verde, que são as cores primárias necessárias para formar todas as outras cores.
Os raios passam por uma tela de filtragem (máscara) e atingem a tela, que é formada por uma séria de pontos de fósforo. Quanto menor a distância desses pontos (dot pitch) melhor a qualidade da imagem
Monitores LCD
Monitores LCD são os de tela de cristal líquido, bem mais leves e finos que os seus antecessores CRT. Segundo Antônio (2009):
Eles constroem a imagem por meio de células retangulares na tela que deixam a luz passar quando recebem sinais elétricos. Essas células são compostas de material líquido que se cristaliza quando recebe alimentação elétrica.
As células dispostas de três em três (nas cores primárias: vermelho, verde e azul) e juntas formam o que chamamos de pixel (embora esse termo seja usado para definir também cada quadradinho que forma a imagem no computador).
Impressoras
As impressoras já foram consideradas apenas dispositivos de saída de dados, no entanto hoje, com as multifuncionais, o mesmo equipamento pode operar como dispositivo de entrada e saída de dados.
mercado existe tão grande variedade de produtos que para fazermos uma compra adequada temos que nos questionar: - Qual vai ser a minha necessidade de impressão?
Impressoras matriciais: são as impressoras de impacto. Funcionam com a pressão exercida pelos dispositivos responsáveis por formar os caracteres em uma fita de tinta similar a usada nas antigas máquinas de escrever. Consideradas lentas para os trabalhos atuais e barulhentas, são indicadas para impressão de exames, cupons fiscais e outros documentos que utilizem formulário contínuo.
Impressora matricial
Impressoras jato de tinta: funcionam com cartuchos de tinta e borrifam a tinta no papel para colori-lo e criar os caracteres e imagens. Esse tipo de impressora possui uma boa qualidade de impressão, mas é indicada para usuários que imprimem menos que mil folhas por mês, pois o gasto de tinta por página impressa é grande, o que torna sua impressão cara dependendo da quantidade de páginas impressas. Existem impressoras jato de tinta que possuem cabeça de impressão somente para cartucho preto e outro com as cores primárias que formam todas as outras cores. Existem outras, que possuem cabeça de impressão para cartucho preto, amarelo, magenta e ciano. Essa última é mais indicada, pois caso apenas uma das cores estiver precisando ser reposta, não é necessário desperdiçar as outras e podemos trocar apenas o cartucho com a referida cor.
Impressora jato de tinta
Impressoras laser: trabalham com impressão a laser e toners que possuem cores separadas: preto, amarelo, magenta e ciano. As impressoras a laser carregam a imagem a ser impressa em um dispositivo fotorreceptor. O laser descarrega a imagem no cilindro e depois os toners jogam a tinta (que são em forma de pó de espessura finíssima). Depois o papel é puxado e passa por baixo do cilindro para receber a impressão. As impressoras a laser trabalham com cargas negativas e positivas para fazer todo o procedimento de impressão. Por último é utilizado o fusor, que usa de alta temperatura para fixar a impressão no papel.
As impressoras a laser são caras para serem adquiridas e sua manutenção geralmente, também é superior às das impressoras jato de tinta. São indicadas para usuários que imprimem mais de mil folhas por mês, pois nessa quantidade o custo da impressão será drasticamente reduzido.
Antes de adquirir uma impressora é importante vermos algumas particularidades:
Custo dos cartuchos
Se necessitaremos apenas de cartucho preto ou também dos coloridos
Se a impressora tem a função duplex, que possibilita imprimir a folha frente e verso.
Qual o custo dos cartuchos.
Qual o tipo de impressão que necessitaremos.
Se a impressora possui dispositivos de rede sem fio.
Se possui suporte para cartão MS/DUO e outros.
Quantidade de páginas por minuto em impressão preta e colorida.
Outra versão que vem ganhando cada vez mais adeptos no mercado são as impressoras multifuncionais. Tanto a laser quanto jato de tinta, além da função da impressão, possuem scanner, fax e tiram xerox.
Após analisar todos esses requisitos, podemos fazer uma aquisição mais acertada para cada caso em particular.
Caixas de som
As caixas de som para computador permitem a projeção do som para o meio externo. Encontradas em vários formatos, modelos e potência, seu conector mais comum é o USB.
Dispositivos de entrada e de saída
Existem dispositivos que funcionam como entrada e saída, dependendo do uso que fazemos deles a cada momento. Como exemplos, temos o modem, o pendrive e o HD externo.
O modem é considerado dispositivo de entrada quando converte o sinal do telefone para o computador e é considerado de saída quando converte o sinal digital do computador para a linha telefônica.
O pendrive e o HD externo são considerados de entrada quando copiamos algo desses dispositivos para o computador e de saída, quando gravamos algo nessas peças.
Outros componentes de um computador
Os periféricos de entrada e saída são componentes importantes de um computador, mas além deles existem outros:
Gabinete
Duas coisas são de fundamental importância na escolha de um gabinete: o tamanho e o espaço interno afinal, todos os componentes que você desejar colocar no seu computador devem caber dentro desse hardware, com exceção dos periféricos que, apesar de não serem colocados dentro do gabinete, terão que ser conectados a ele, reforçando a necessidade de ser observada a presença de lugares apropriados para a acomodação de conectores.
Os gabinetes são dotados de fontes de alimentação de energia elétrica, botão de ligar e desligar, botão de reset, baias para encaixe de drives de DVD, CD, HD, disquete, saídas de ventilação e painel traseiro com recortes para encaixe de placas como placa mãe, placa de som, vídeo, rede e outras.
Geralmente, o tipo de fonte de alimentação de energia, dita o nome do gabinete, por exemplo: um gabinete AT ou um gabinete ATX. As fontes de alimentação têm a função de converter a corrente elétrica alternada, que sai da tomada, para a corrente contínua, que é usada pelo computador. A fonte AT fornece energia aos circuitos do computador e era usada em computadores antigos com placas mãe menores, com poucos recursos on board (inseridos na própria placa mãe) e que exigissem poucos cabos de distribuição de energia interna. Já as fontes ATX (Advanced Technology Extended) , além de fornecer energia aos circuitos, possuem um conector especial que não pode ser conectado na placa mãe de forma invertida, possui esquema de desligamento por software e voltagens que não eram incluídas no padrão AT.
A placa mãe, ou motherboard, é a peça responsável por interligar todos os outros dispositivos eletrônicos do computador. Dotada de vários tipos de conectores (encaixes) para peças internas como memórias, fonte de alimentação de energia, e externos como teclado e mouse.
Possui circuitos elétricos impressos, que funcionam como trilhas por onde as informações vão percorrer os pontos de origem e destino, usando o hardware necessário para processar informações e resultar em saídas de dados para os usuários ou entradas de dados para o computador.
A seguir, vamos conhecer um modelo de placa mãe para detalharmos seus conectores e funcionamento:
Placa mãe
PCI Slots – Segundo Lacerda (2004): PCI (Peripheral Component Interconnect)
O barramento PCI surgiu como uma opção à baixa velocidade do ISA. Foi inicialmente elaborado para dar suporte às placas de vídeo que exigem taxas de transferência cada vez maiores.
Nesse conector, podemos encaixar não apenas placas de vídeo, mas também de rede e som, por exemplo.
PCI Express x1 slots – Esse conector pode aumentar em até 10 vezes o desempenho de um PCI normal.
Rear I/O panel – Consiste no painel de conectores de dispositivos de entrada e saída como mouse, teclado, caixas de som e outros.
CPU soket – Esse é o soquete para conexão do processador.
8 pin CPU power connector – Esse conector serve para enviar energia da fonte para o processador.
Memory slots – Esses encaixes são utilizados pelas memórias RAM.
24 – pin ATX – Nesse conector, ligamos a fonte ATX na placa mãe.
IDE/PATA connector – Através do cabo flat, interligamos o HD com a placa mãe, usando esse conector.
FDD connector – Conector utilizado para interligar um drive de disquete com a placa mãe.
SATA connector – Esses conectores mantém a mesma velocidade de transmissão interna para componentes externos, como o HD, por exemplo.
Os slots PCI, assim como outros tipos de slots, também são conhecidos como slots de expansão, pois podem ser usados para expandir os recursos do microcomputador possibilitando a adição de placas com os mais variados recursos.
Por exemplo, em uma placa mãe com placa de vídeo on board, em que os recursos de vídeo existente não atendem as necessidades do usuário, podemos acrescentar em um slot PCI uma placa de vídeo de expansão, após desabilitar a placa de vídeo on board.
Para placas de vídeo, em especial, também existe um slot chamado AGP (Accelerated Graphics Port), especialmente desenvolvido para dar suporte a necessidades especiais de placas de vídeo, como o uso de recursos 3D, por exemplo.
Processador
O processador que é uma peça de computador, encaixada na placa mãe, que contém instruções para realizar tarefas lógicas e matemáticas. O processador é encaixado na placa mãe através do socket.
Processador
O processador pode ser conhecido como UCP (unidade central de processamento) ou CPU (Central Processing Unit). Possui:
- ULA (Unidade Lógica e Aritmética) responsável por interpretar e executar operações lógicas como comparações de maior que, menor que, igual, diferente. Ela soma, subtrai, divide, determina se um número é positivo ou negativo ou se é zero. A ULA pode executar funções lógicas com letras e com números.
- UC (Unidade Central) é a unidade que armazena a posição de memória que contém a instrução que o computador está executando em determinado momento.
É comum ouvirmos falar em processador de 32 ou 64 bits que referem-se a quantidade de dados ou instruções que o processador consegue trabalhar por operação.
Atualmente, os processadores possuem quantidades de memórias conhecidas como memória cache. Uma pequena quantidade de memória volátil muito rápida que armazena as instruções mais usadas pelo processador.
Outros termos comuns aos processadores são: - Single-core: apenas um núcleo de processamento. - Multi-core: vários núcleos de processamento.
Basicamente esta característica indica a quantidade de núcleos de processamento que um processador pode ter, podendo variar de apenas um núcleo até mais de oito núcleos. Quanto maior o número de cores, maior é a capacidade de processar tarefas simultaneamente e acelerar as aplicações do PC.
Além do número de núcleos existe o número de threads que é uma forma de um processo dividir a si mesmo em duas ou mais tarefas que podem ser executadas concorrentemente.
Características dos principais processadores do mercado
Os processadores mais disputados no mercado são os da marca Intel e AMD. Observe a relação do fabricante com seus processadores a seguir:
Fabricante Intel Intel Celeron Número do processador Cache Velocidad e do clock No. de núcleos/Nº. de threads TDP/Potênci a máx. Tipos de memória Intel® Celeron® Processor N2808 (1M Cache, up to 2.25 GHz) 1.0 MB 1.58 GHz 2 / 2 DDR3 L-1333 Intel® Celeron® Processor N2840 (1M Cache, up to 1.0 MB 2.16 GHz 2 / 2 DDR3 L-1333
2.58 GHz) Intel® Celeron® Processor N2940 (2M Cache, up to 2.25 GHz) 2.0 MB 1.83 GHz 4 / 4 DDR3 L-1333 Intel® Celeron® Processor G1850 (2M Cache, 2.90 GHz) 2.0 MB 2.90 GHz 2 / 2 53 DDR3 -1333 Intel® Celeron® Processor G1840 (2M Cache, 2.80 GHz) 2.0 MB 2.80 GHz 2 / 2 53 DDR3 -1333 Intel® Celeron® Processor G1840T (2M Cache, 2.50 GHz) 2.0 MB 2.50 GHz 2 / 2 35 DDR3 -1333
Fonte: http://w w w.intel.com.br/content/w ww/br/pt/processors/celeron/celeron-processor.html Intel Core Número do processador Cache Velocidad e do clock No. de núcleos/Nº. de threads TDP/Potênc ia máx. Tipos de memória Intel® Core™
i7-4790K Processor (8M Cache, up to 4.40 GHz) 8.0 MB 4.00 GHz 4 / 8 88 DDR3-1333/1600
Intel® Core™ i7-4790 Processor (8M Cache, up to 4.00 GHz) 8.0 MB 3.60 GHz 4 / 8 84 DDR3-1333/1600
Intel® Core™ i7-4790S Processor (8M Cache, up to 4.00 GHz) 8.0 MB 3.20 GHz 4 / 8 65 DDR3-1333/1600
Intel® Core™ i7-4790T Processor (8M Cache, up to 3.90 GHz) 8.0 MB 2.70 GHz 4 / 8 45 DDR3-1333/1600
Intel® Core™ i7-4785T Processor (8M Cache, up to 3.20 GHz) 8.0 MB 2.20 GHz 4 / 8 35 DDR3-1333/1600
Intel® Core™ i7-4760HQ Processor (6M Cache, up to 3.30 GHz) 6.0 MB 2.10 GHz 4 / 8 47 DDR3L-1333,1600
Intel® Core™ i7-4710HQ Processor (6M Cache, up to 3.50 GHz) 6.0 MB 2.50 GHz 4 / 8 47 DDR3L-1333,1600
Intel® Core™ i7-4710MQ Processor (6M Cache, up to 3.50 GHz) 6.0 MB 2.50 GHz 4 / 8 47 DDR3L-1333,1600
Fonte:http://w w w.intel.com.br/content/w ww/br/pt/processors/core/core-i7-processor.html?w apkw =processador Intel Pentium Número do processador Cache Velocidad e do clock Nº de núcleos/ Nº. de threads TDP/Potênci a Nmáx. Intel® Pentium® Processor G3258 (3M Cache, 3.20 GHz) 3.0 MB 3.20 GHz 2 / 2 53 Intel® Pentium® Processor N3540 (2M Cache, up to 2.66 GHz) 2.0 MB 2.16 GHz 4 / 4 Intel® Pentium® Processor G3450 (3M Cache, 3.40 GHz) 3.0 MB 3.40 GHz 2 / 2 53 Intel® Pentium® Processor G3440 (3M Cache, 3.30 GHz) 3.0 MB 3.30 GHz 2 / 2 53 Intel® Pentium® Processor G3440T (3M Cache, 2.80 GHz) 3.0 MB 2.80 GHz 2 / 2 35 Fabricante AMD FX AMD
Número de modelo Frequência Cachê L2 total Cachê L3
FX 9590 4.7/5.0 GHz 8MB 8MB FX 9370 4.4/4.7 GHz 8MB 8MB FX 8350 4.0/4.2 GHz 8MB 8MB FX 8320 3.5/4.0 GHz 8MB 8MB FX 6350 3.9/4.2 GHz 6MB 8MB FX 6300 3.5/4.1 GHz 6MB 8MB
FX 6100 3.3/3.9 GHz 6MB 8MB
FX 4350 4.2/4.3 GHz 4MB 4MB
FX 4300 3.8/4.0 GHz 4MB 4MB
FX 4130 3.8/3.9 Ghz 4MB 4MB
FX 4100 3.6/3.8 Ghz 4MB 8MB
AMD ATHLON™ II X4 QUAD-CORE
Número do modelo Frequência L2 Cache Total
651 3.0 GHz 4MB 645 3.1 GHz 2MB 641 2.8 GHz 4MB 640 3.0 GHz 2MB 638 2.7 GHz 4MB 631 2.6 GHz 4MB Fonte: http://w w w.amd.com/pt-br/products/processors/desktop Memória RAM
Randon Acess Memory, ou Memória de Acesso Randômico, são peças encaixadas na placa mãe, capazes de armazenar temporariamente informações que aguardarão para serem usadas pelo processador. Essa peça é conectada na placa mãe através dos slots. São memórias voláteis, ou seja, perdem a informação quando o computador é desligado ou há interrupção na alimentação de energia elétrica por algum outro motivo. São memórias de gravação e leitura, podendo ter dados armazenados temporariamente (gravação) e usados pelo processador (leitura).
Memória RAM Memória ROM
Read Only Memory, ou Memória de Somente Leitura, ou seja, seus dados não podem ser alterados pelo, mas sim lidos. É uma memória não volátil, ou seja, que não perde seus dados se houver interrupção de energia e está presente principalmente em um chip fixado à placa mãe. Esse chip traz informações gravadas de fábrica que não podem ser alteradas pelo usuário, chamado BIOS que é a sigla do termo Basic Input/Output System, ou Sistema Básico de Entrada/Saída.
Disco rígido ou HD
Hardware de grande capacidade de armazenamento e é conectado na placa mãe através de um cabo que tem uma de suas pontas encaixadas no HD e outra no conector da placa mãe. É uma memória não volátil, ou seja, mantém os dados armazenados mesmo com a interrupção da energia eltétrica.
IDE é a sigla para Integrated Drive Eletronics, que representa o padrão mais antigo de controladoras de HDs e refere-se aos cabos utilizados para conectar o HD, drive de DVD ou CD na placa mãe. Esses cabos fazem as transferência das informações em blocos paralelos.
O padrão SATA, sigla para Serial Advanced Technology Attachment, é um padrão mais recente. Faz a transferência das informações em série, através de dois canais separados (um envia e outro recebe dados), o que reduz problemas de interferência, sincronização e aumenta a velocidade da transferência.
HD Gravador de DVD
Hardware que possibilita a visualização do conteúdo de um DVD ou a gravação de informações no mesmo dispositivo. Ele é conectado na placa mãe da mesma forma que o HD. Se a placa mãe tiver apenas um slot, o cabo flat terá que ter três pontas conectoras.
Cabo Flat
Gravador de DVD Drives de CD, DVD e Blu-ray
CD é a sigla para Compact Disc, que pode ser um CD-R (Compact Disc Recordable) e CD-RW (Compact Disc Recordable Rewritable),respectivamente gravado uma única vez e depois apenas lido e gravado e regravado.
Os drives de CD são conectados na placa mãe por cabos flat, dependendo do padrão de controladora que sua placa mãe seguir.
DVD é a sigla para Digital Versatile Disc, em português, Disco Digital Versátil. Possui maior capacidade de armazenamento que o CD além de tecnologia que permite maior compressão de dados.
Os DVDs também se dividem entre não regraváveis, ou seja, que podem ser gravados uma única vez e depois apenas lidos. Nesse caso são conhecidos como DVD – R. Existem também os DVD - R DL, que são DVDs não regraváveis com a tecnologia dual-layer, que permite a gravação em dupla camada o que aumenta a capacidade de armazenamento de informações.
Os DVDs regraváveis são conhecidos pela sigla DVD – RW, que indicam que ele permite gravar, apagar e regravar. Como os não regraváveis, ele também pode oferecer duas camadas de gravação, o que duplica sua capacidade de armazenamento.
Esses dois dispositivos (CDs e DVDs) são utilizados em drives apropriados para leitura e gravação. Os drives de DVD geralmente são compatíveis com a leitura de CDs, mas o inverso não ocorre.
Veja a seguir a imagem dos dois dispositivos de hardware:
Apresentação do drive de CD e DVD
Apesar da aparência dos dois drives ser quase idêntica, a tecnologia aplicada é o que difere seu funcionamento.
O próximo objeto de nossos estudos é o Bly-ray. Segundo Martins (2007):
Blu-ray: vem se consagrando como o formato de disco óptico da nova geração para uso de vídeo de alta definição e grande volume de armazenamento de dados. O blu-ray utiliza o laser azul para leitura e gravação o que permite armazenar mais dados que um DVD ou um CD. Os discos para esse formato são de BD, existindo os modelos BD – ROM, disco de somente leitura, o BR – R, disco gravável e o BD – RW disco regravável. Os discos BDs suportam camadas única 23,3 / 25 /27 GB ou em camada dupla 46,6 / 50 / 54 GB.
Disco Blu-ray camada simples, capacidade 25 GB.
Drive Blu Ray On board x Off board
Com o passar do tempo e a evolução tecnológica, diversos dispositivos começaram a ser instalados diretamente na placa mãe através de chipsets, que integravam funções de placas inteiras como placas de vídeo e som, diretamente na placa mãe. Essa integração de componentes diretamente na placa deu origem as placas mãe on board, deixando as anteriores, ou seja, as que tinham conectores para encaixe de placas de som, vídeo, rede, conhecidas como off board.
Os chipsets são nativamente instalados na placa mãe. Consistem em placas, geralmente de silício, que já vem soldadas, contendo informações sobre as placas de vídeo, som e diversas outras.
Chipsets
Estabilizadores e Nobreaks
Os estabilizadores são equipamentos responsáveis por corrigir a tensão de energia elétrica que chega ao computador. Ele estabiliza a energia para que ela passe ao computador de forma contínua, evitando sobretensão e subtensão. Além dessa função, ele agrega várias entradas para tomadas que são usadas pelo cabo de força do computador e dos seus periféricos como monitor, impressora e outros. Proporciona também, na maioria dos modelos, a opção de converter a energia de 220v para 110v, que é mais segura para os equipamentos eletrônicos.
Os nobreaks, além das funções descritas para os estabilizadores, possuem a vantagem de servirem como bateria, caso haja queda no fornecimento de energia, evitando o desligamento incorreto do equipamento. Com um computador ligado a um nobreak, caso haja a interrupção do fornecimento de energia, o usuário do computador pode salvar seus arquivos e desligá-lo de maneira correta, evitando perda de informações ou danos ao sistema operacional e às peças da máquina.
Estabilizador e nobreak, respectivamente Conceitos de Software
Software consiste na parte lógica do computador, a parte não tátil, criada por linhas de programação que formam um código fonte capaz de interpretar os comandos passados pelo usuário na linguagem do computador, e devolver na linguagem do usuário algo inteligível.
Algumas das categorias de softwares são:
- Os Sistemas Operacionais (SO) são softwares especiais que permitem a configuração do hardware instalado na sua melhor qualidade; permitem a instalação de outros softwares, chamados softwares aplicativos, específicos para várias finalidades como conectar a Internet, trabalhar com textos
apenas montamos um computador e o ligamos pela primeira vez, são executadas algumas rotinas presentes nos próprios chips do hardware. Para utilizar toda a potencialidade das peças do nosso computador é necessário instalar o Sistema Operacional, que é o primeiro software a ser instalado no computador.
Como exemplos de Sistemas Operacionais, podemos citar o Windows e o Linux.
- Os Softwares (Programas) Aplicativos são programas de computador criados para atender necessidades específicas do usuário. São instalados após o SO e permitem, por exemplo, a criação e edição de textos, planilhas eletrônicas e apresentações.
Como exemplos de Softwares Aplicativos, podemos citar o Word, o Excel e o Power Point.
- Os Softwares (Programas) Utilitários que são aqueles utilizados para realizar pequenas tarefas como compactar ou descompactar um arquivo, realizar a limpeza em disco dos arquivos que podem ser descartados do computador sem alterar o seu funcionamento.
Como exemplos de Softwares Utilitários, podemos citar o CCleaner, o WinZip e o WinRAR.
Conhecemos a respeito do Sistema Operacional Windows no tópico: Microsoft Windows 7 em português: Conhecimentos básicos. Criação de pastas (diretórios), arquivos e atalhos, área de trabalho, área de transferência, manipulação de arquivos e pastas. Passaremos a estudar o Sistema Operacional Linux:
Ambiente Linux
O Linux é um sistema operacional inicialmente baseado em comandos, mas que vem desenvolvendo ambientes gráficos de estruturas e uso similares ao do Windows. Apesar desses ambientes gráficos serem cada vez mais adotados, os comandos do Linux ainda são largamente empregados, sendo importante seu conhecimento e estudo.
Outro termo muito usado quando tratamos do Linux é o kernel, que é uma parte do sistema operacional que faz a ligação entre software e máquina, é a camada de software mais próxima do hardware, considerado o núcleo do sistema. O Linux teve início com o desenvolvimento de um pequeno kernel, desenvolvido por Linus Torvalds, em 1991, quando era apenas um estudante finlandês. Ao kernel que Linus desenvolveu, deu o nome de Linux. Como o kernel é capaz de fazer gerenciamentos primários básicos e essenciais para o funcionamento da máquina, foi necessário desenvolver módulos específicos para atender várias necessidades, como por exemplo um módulo capaz de utilizar uma placa de rede ou de vídeo lançada no mercado ou até uma interface gráfica como a que usamos no Windows.
Uma forma de atender a necessidade de comunicação entre kernel e aplicativo é a chamada do sistema (System Call), que é uma interface entre um aplicativo de espaço de usuário e um serviço que o kernel fornece. Como o serviço é fornecido no kernel, uma chamada direta não pode ser executada; em vez disso, você deve utilizar um processo de cruzamento do limite de espaço do usuário/kernel.
No Linux também existem diferentes run levels de operação. O run level de uma inicialização padrão é o de número 2.
No Linux os run levels são numerados de 0 a 6. No nível 0 o sistema está parado, nenhum processo é executado. Este modo entra em ação quando desligamos o sistema via software.