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Aula 01 - PROVAS COMENTADAS ESAF - PESTANA

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AULA 01

AULA 01

Salve, salve!!! Salve, salve!!!

E aí, como foi a aula demonstrativa? Curtiu? Espero que sim. As E aí, como foi a aula demonstrativa? Curtiu? Espero que sim. As provas da ESAF mantêm um padrão muito semelhante ao da ltima prova provas da ESAF mantêm um padrão muito semelhante ao da ltima prova comentada, por isso, desde ", fa#a você suas estatísticas so$re o que cai comentada, por isso, desde ", fa#a você suas estatísticas so$re o que cai mais na prova, $ele%a? E estude em cima desse padrão& isso far" toda a mais na prova, $ele%a? E estude em cima desse padrão& isso far" toda a diferen#a no dia fatídico da pr'(ima prova que você fi%er.

diferen#a no dia fatídico da pr'(ima prova que você fi%er.

Como a vida continua e o mundo )ira... preparado para mais uma Como a vida continua e o mundo )ira... preparado para mais uma prova da *não mais+ temida ESAF? amos nessa!

prova da *não mais+ temida ESAF? amos nessa!

ESAF – MDIC – ANALISTA DE COMÉRICO EXTERIOR – 2012 ESAF – MDIC – ANALISTA DE COMÉRICO EXTERIOR – 2012

- /ara preservar a coerência e a corre#ão )ramatical do te(to, assinale a - /ara preservar a coerência e a corre#ão )ramatical do te(to, assinale a op#ão que corresponde ao termo a que se refere o elemento coesivo op#ão que corresponde ao termo a que se refere o elemento coesivo constituído pelo pronome 0

constituído pelo pronome 0-la-la1 *2. 3+.1 *2. 3+.

A reciprocidade de tratamento 4 tradicional princípio da litur)ia A reciprocidade de tratamento 4 tradicional princípio da litur)ia diplom"tica. Esse pressuposto consa)rado na rela#ão entre as na#5es 6 diplom"tica. Esse pressuposto consa)rado na rela#ão entre as na#5es 6 econ7micas e mi)rat'rias, entre outras

econ7micas e mi)rat'rias, entre outras 6 4 determinante para estimular o6 4 determinante para estimular o equilí$rio e afastar a tensão na convivência entre os países, cola$orando equilí$rio e afastar a tensão na convivência entre os países, cola$orando para mantê

para mantê-la-la em dese"vel harmonia. 8 hipocrisia, por e(emplo, co$rarem dese"vel harmonia. 8 hipocrisia, por e(emplo, co$rar de uma parceria o$ediência a normas de $om trato *ou de acolhimento+ de uma parceria o$ediência a normas de $om trato *ou de acolhimento+ se o outro lado da fronteira não 4 contemplado com o respeito ao se o outro lado da fronteira não 4 contemplado com o respeito ao protocolo da civilidade.

protocolo da civilidade.

**O Globo, 26/3/2012O Globo, 26/3/2012++

a+ 0convivência1 *2.9+ a+ 0convivência1 *2.9+ $+ 0litur)ia1 *2.-+ $+ 0litur)ia1 *2.-+ c+ 0reciprocidade1 *2.-+ c+ 0reciprocidade1 *2.-+ d+ 0tensão1 *2.9+ d+ 0tensão1 *2.9+ e+ 0hipocrisia1 *2.3+ e+ 0hipocrisia1 *2.3+

: Assinale a op#ão que constitui continua#ão coesa, coerente e : Assinale a op#ão que constitui continua#ão coesa, coerente e )ramaticalmente correta para o te(to a$ai(o.

)ramaticalmente correta para o te(to a$ai(o.

; )overno concedeu <= >,@ $ilh5es em $enefícios fiscais a empresas, ; )overno concedeu <= >,@ $ilh5es em $enefícios fiscais a empresas, nos ltimos cinco anos, e adotou de%enas de medidas para conter a nos ltimos cinco anos, e adotou de%enas de medidas para conter a valori%a#ão cam$ial e prote)er a indstria da concorrência estran)eira 6 valori%a#ão cam$ial e prote)er a indstria da concorrência estran)eira 6 mas tudo isso teve resultados insi)nificantes, como demonstra o fraco mas tudo isso teve resultados insi)nificantes, como demonstra o fraco desempenho $rasileiro no mercado internacional de manufaturados. desempenho $rasileiro no mercado internacional de manufaturados. ncapa% de acompanhar o crescimento do mercado interno, a indstria de ncapa% de acompanhar o crescimento do mercado interno, a indstria de

(2)

transforma#ão perdeu espa#o no Brasil para os concorrentes de fora e transforma#ão perdeu espa#o no Brasil para os concorrentes de fora e cresceu em :-- apenas ,-D, ou quase nada.

cresceu em :-- apenas ,-D, ou quase nada.

** Adaptado do Editorial, O Estado de S. Pa Adaptado do Editorial, O Estado de S. Paulo, 29/3/2012ulo, 29/3/2012++

a+ /or isso esse protecionismo sea uma forma de compensar a falta de a+ /or isso esse protecionismo sea uma forma de compensar a falta de uma estrat4)ia minimamente efica%. ; resultado s' poder" ser o uma estrat4)ia minimamente efica%. ; resultado s' poder" ser o desperdício de mais dinheiro, esfor#os e oportunidades.

desperdício de mais dinheiro, esfor#os e oportunidades.

$+ Esses investidores tomam dinheiro $arato na Europa e aplicam no $+ Esses investidores tomam dinheiro $arato na Europa e aplicam no Brasil, em troca de uros altos. A a#ão defensiva, nesse caso, 4 Brasil, em troca de uros altos. A a#ão defensiva, nesse caso, 4  ustific"vel, em$ora pouco efica%.

 ustific"vel, em$ora pouco efica%.

c+ Al4m disso, 4 consenso entre esses empres"rios, administradores e c+ Al4m disso, 4 consenso entre esses empres"rios, administradores e )overnantes que 4 preciso aplicar muito mais dinheiro em m"quinas, )overnantes que 4 preciso aplicar muito mais dinheiro em m"quinas, equipamentos e o$ras de infraestrutura.

equipamentos e o$ras de infraestrutura.

d+ /ortanto, diante desse $om desempenho 4 um erro atri$uir os d+ /ortanto, diante desse $om desempenho 4 um erro atri$uir os pro$lemas nacionais a fatores e(ternos. as 4 preciso responsa$ili%ar os pro$lemas nacionais a fatores e(ternos. as 4 preciso responsa$ili%ar os $ancos centrais do mundo rico por uma parcela importante dos males $ancos centrais do mundo rico por uma parcela importante dos males econ7micos do /aís.

econ7micos do /aís.

e+ Sem competitividade, essa indstria 4 superada pelos produtores e+ Sem competitividade, essa indstria 4 superada pelos produtores instalados nas economias mais dinmicas e mal conse)ue manter, mesmo instalados nas economias mais dinmicas e mal conse)ue manter, mesmo na Am4rica do Sul, posi#5es c

na Am4rica do Sul, posi#5es conquistadas em tempos melhores.onquistadas em tempos melhores.

G Em rela#ão Hs estruturas lin)uísticas do te(to, assinale a op#ão G Em rela#ão Hs estruturas lin)uísticas do te(to, assinale a op#ão incorreta.

incorreta.

A fraque%a da produ#ão manufatureira, nos ltimos meses e anos, A fraque%a da produ#ão manufatureira, nos ltimos meses e anos, aqueceu o de$ate so$re o risco de desindustriali%a#ão no Brasil. Io ano aqueceu o de$ate so$re o risco de desindustriali%a#ão no Brasil. Io ano passado, seu crescimento foi de apenas ,GD, uma ninharia em passado, seu crescimento foi de apenas ,GD, uma ninharia em compara#ão com a alta de J,D no vareo. esmo que se considere um compara#ão com a alta de J,D no vareo. esmo que se considere um período mais lon)o, a

período mais lon)o, a diferen#a continua dram"ticaK a manufatura est" nodiferen#a continua dram"ticaK a manufatura est" no nível do início de :@, contra quase G3D de aumento nas vendas de nível do início de :@, contra quase G3D de aumento nas vendas de vareo.

vareo.

Esperase al)uma retomada para este ano. Lma parte da Esperase al)uma retomada para este ano. Lma parte da desacelera#ão de :-- decorreu da diminui#ão de estoques em al)uns desacelera#ão de :-- decorreu da diminui#ão de estoques em al)uns setores, como o automo$ilístico, pressionados por importa#5es crescentes setores, como o automo$ilístico, pressionados por importa#5es crescentes e vendas internas esta)nadas. Feito um auste, a produ#ão pode retornar e vendas internas esta)nadas. Feito um auste, a produ#ão pode retornar ao nível normal.

ao nível normal.

** Adaptado do Editorial, Folha de S. Paulo,  Adaptado do Editorial, Folha de S. Paulo, 29/3/201229/3/2012++

a+ A su$stitui#ão de 0se considere1 *2.9+ por

a+ A su$stitui#ão de 0se considere1 *2.9+ por  sejam  sejam consideradosconsiderados

mant4m a corre#ão )ramatical do te(to. mant4m a corre#ão )ramatical do te(to.

$+ A su$stitui#ão da e(pressão 0uma ninharia1 *2.G+ por

$+ A su$stitui#ão da e(pressão 0uma ninharia1 *2.G+ por insignificanteinsignificante

respeita as rela#5es de se

respeita as rela#5es de sentido do te(to e conferelhe mais forntido do te(to e conferelhe mais formalidade.malidade. c+ ; pronome 0seu1 *2.G+ retoma o antecedente 0produ#ão manufatureira1 c+ ; pronome 0seu1 *2.G+ retoma o antecedente 0produ#ão manufatureira1 *2.-+.

*2.-+.

d+ ; empre)o da vo% passiva em 0Esperase1 *2.@+ 4 recurso de d+ ; empre)o da vo% passiva em 0Esperase1 *2.@+ 4 recurso de impessoali%a#ão do te(to.

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transforma#ão perdeu espa#o no Brasil para os concorrentes de fora e transforma#ão perdeu espa#o no Brasil para os concorrentes de fora e cresceu em :-- apenas ,-D, ou quase nada.

cresceu em :-- apenas ,-D, ou quase nada.

** Adaptado do Editorial, O Estado de S. Pa Adaptado do Editorial, O Estado de S. Paulo, 29/3/2012ulo, 29/3/2012++

a+ /or isso esse protecionismo sea uma forma de compensar a falta de a+ /or isso esse protecionismo sea uma forma de compensar a falta de uma estrat4)ia minimamente efica%. ; resultado s' poder" ser o uma estrat4)ia minimamente efica%. ; resultado s' poder" ser o desperdício de mais dinheiro, esfor#os e oportunidades.

desperdício de mais dinheiro, esfor#os e oportunidades.

$+ Esses investidores tomam dinheiro $arato na Europa e aplicam no $+ Esses investidores tomam dinheiro $arato na Europa e aplicam no Brasil, em troca de uros altos. A a#ão defensiva, nesse caso, 4 Brasil, em troca de uros altos. A a#ão defensiva, nesse caso, 4  ustific"vel, em$ora pouco efica%.

 ustific"vel, em$ora pouco efica%.

c+ Al4m disso, 4 consenso entre esses empres"rios, administradores e c+ Al4m disso, 4 consenso entre esses empres"rios, administradores e )overnantes que 4 preciso aplicar muito mais dinheiro em m"quinas, )overnantes que 4 preciso aplicar muito mais dinheiro em m"quinas, equipamentos e o$ras de infraestrutura.

equipamentos e o$ras de infraestrutura.

d+ /ortanto, diante desse $om desempenho 4 um erro atri$uir os d+ /ortanto, diante desse $om desempenho 4 um erro atri$uir os pro$lemas nacionais a fatores e(ternos. as 4 preciso responsa$ili%ar os pro$lemas nacionais a fatores e(ternos. as 4 preciso responsa$ili%ar os $ancos centrais do mundo rico por uma parcela importante dos males $ancos centrais do mundo rico por uma parcela importante dos males econ7micos do /aís.

econ7micos do /aís.

e+ Sem competitividade, essa indstria 4 superada pelos produtores e+ Sem competitividade, essa indstria 4 superada pelos produtores instalados nas economias mais dinmicas e mal conse)ue manter, mesmo instalados nas economias mais dinmicas e mal conse)ue manter, mesmo na Am4rica do Sul, posi#5es c

na Am4rica do Sul, posi#5es conquistadas em tempos melhores.onquistadas em tempos melhores.

G Em rela#ão Hs estruturas lin)uísticas do te(to, assinale a op#ão G Em rela#ão Hs estruturas lin)uísticas do te(to, assinale a op#ão incorreta.

incorreta.

A fraque%a da produ#ão manufatureira, nos ltimos meses e anos, A fraque%a da produ#ão manufatureira, nos ltimos meses e anos, aqueceu o de$ate so$re o risco de desindustriali%a#ão no Brasil. Io ano aqueceu o de$ate so$re o risco de desindustriali%a#ão no Brasil. Io ano passado, seu crescimento foi de apenas ,GD, uma ninharia em passado, seu crescimento foi de apenas ,GD, uma ninharia em compara#ão com a alta de J,D no vareo. esmo que se considere um compara#ão com a alta de J,D no vareo. esmo que se considere um período mais lon)o, a

período mais lon)o, a diferen#a continua dram"ticaK a manufatura est" nodiferen#a continua dram"ticaK a manufatura est" no nível do início de :@, contra quase G3D de aumento nas vendas de nível do início de :@, contra quase G3D de aumento nas vendas de vareo.

vareo.

Esperase al)uma retomada para este ano. Lma parte da Esperase al)uma retomada para este ano. Lma parte da desacelera#ão de :-- decorreu da diminui#ão de estoques em al)uns desacelera#ão de :-- decorreu da diminui#ão de estoques em al)uns setores, como o automo$ilístico, pressionados por importa#5es crescentes setores, como o automo$ilístico, pressionados por importa#5es crescentes e vendas internas esta)nadas. Feito um auste, a produ#ão pode retornar e vendas internas esta)nadas. Feito um auste, a produ#ão pode retornar ao nível normal.

ao nível normal.

** Adaptado do Editorial, Folha de S. Paulo,  Adaptado do Editorial, Folha de S. Paulo, 29/3/201229/3/2012++

a+ A su$stitui#ão de 0se considere1 *2.9+ por

a+ A su$stitui#ão de 0se considere1 *2.9+ por  sejam  sejam consideradosconsiderados

mant4m a corre#ão )ramatical do te(to. mant4m a corre#ão )ramatical do te(to.

$+ A su$stitui#ão da e(pressão 0uma ninharia1 *2.G+ por

$+ A su$stitui#ão da e(pressão 0uma ninharia1 *2.G+ por insignificanteinsignificante

respeita as rela#5es de se

respeita as rela#5es de sentido do te(to e conferelhe mais forntido do te(to e conferelhe mais formalidade.malidade. c+ ; pronome 0seu1 *2.G+ retoma o antecedente 0produ#ão manufatureira1 c+ ; pronome 0seu1 *2.G+ retoma o antecedente 0produ#ão manufatureira1 *2.-+.

*2.-+.

d+ ; empre)o da vo% passiva em 0Esperase1 *2.@+ 4 recurso de d+ ; empre)o da vo% passiva em 0Esperase1 *2.@+ 4 recurso de impessoali%a#ão do te(to.

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e+ A forma ver$al 0pressionados1 *2.-+ est" no masculino plural porque e+ A forma ver$al 0pressionados1 *2.-+ est" no masculino plural porque concorda com 0al)uns setores1 *2.> e -+.

concorda com 0al)uns setores1 *2.> e -+.

9 Assinale a op#ão que, na sequência, preenche corretamente as lacunas 9 Assinale a op#ão que, na sequência, preenche corretamente as lacunas do te(to.

do te(to.

Muando a crise financeira eclodiu em :@, uma das amea#as mais Muando a crise financeira eclodiu em :@, uma das amea#as mais temidas foi NN-NN ela trou(esse consi)o o protecionismo )enerali%ado. A temidas foi NN-NN ela trou(esse consi)o o protecionismo )enerali%ado. A crise ainda não aca$ou, as perspectivas pessimistas NN:NN com4rcio crise ainda não aca$ou, as perspectivas pessimistas NN:NN com4rcio mundial não se concreti%aram, e NNGNN Brasil tenta a)ora 4 o$ter sinal mundial não se concreti%aram, e NNGNN Brasil tenta a)ora 4 o$ter sinal verde para fechar por um tempo sua economia, a$rindo caminhos NN9NN verde para fechar por um tempo sua economia, a$rindo caminhos NN9NN outros países em situa#ão semelhante fa#am o mesmo. A ;r)ani%a#ão outros países em situa#ão semelhante fa#am o mesmo. A ;r)ani%a#ão undial do Com4rcio 6 ;C daria então aval a esse protecionismo, undial do Com4rcio 6 ;C daria então aval a esse protecionismo, supondo que ela fosse capa% de esta$elecer NN3NN deveria ser a ta(a de supondo que ela fosse capa% de esta$elecer NN3NN deveria ser a ta(a de cm$io de equilí$rio de seus mem$ros, e o período pelo qual uma ta(a cm$io de equilí$rio de seus mem$ros, e o período pelo qual uma ta(a desalinhada poderia voltar ao seu nível 0normal1, que 4 o que o Brasil desalinhada poderia voltar ao seu nível 0normal1, que 4 o que o Brasil parece supor ao pedir prote#ão tempor"ria. A prote#ão, se concedida ao parece supor ao pedir prote#ão tempor"ria. A prote#ão, se concedida ao Brasil, provavelmente elevaria seus su$stanciais saldos comerciais, Brasil, provavelmente elevaria seus su$stanciais saldos comerciais, valori%ando mais sua moeda, NNJNN esse 4 apenas um dos pro$lemas da valori%ando mais sua moeda, NNJNN esse 4 apenas um dos pro$lemas da proposta.

proposta.

**Editorial, Valor Eo!"#io, 29/3/2012Editorial, Valor Eo!"#io, 29/3/2012++

3 Assinale a op#ão que preenche de forma coesa, coerente e 3 Assinale a op#ão que preenche de forma coesa, coerente e )ramaticalmente correta a lacuna do trecho a se)uir.

)ramaticalmente correta a lacuna do trecho a se)uir.

Brasil, <ssia, Ondia, China e Pfrica do Sul são mais do que cinco Brasil, <ssia, Ondia, China e Pfrica do Sul são mais do que cinco economias emer)entes em e(pansão num mundo em crise. <eunidas so$ economias emer)entes em e(pansão num mundo em crise. <eunidas so$ o acr7nimo Brics, a$ri)am mais de 9D da popula#ão )lo$al e somam o acr7nimo Brics, a$ri)am mais de 9D da popula#ão )lo$al e somam perto de LS= -9 trilh5es de /B, ou sea, quase um quinto das rique%as perto de LS= -9 trilh5es de /B, ou sea, quase um quinto das rique%as produ%idas no planeta. 8 natural que $usquem maior participa#ão no produ%idas no planeta. 8 natural que $usquem maior participa#ão no cen"rio internacional 6 o que seria facilitado por uma atua#ão conunta, cen"rio internacional 6 o que seria facilitado por uma atua#ão conunta, em $loco. em $loco.  NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN  NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN  NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN  NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN A institui#ão permitiria aos países redu%ir a dependência econ7mica em A institui#ão permitiria aos países redu%ir a dependência econ7mica em rela#ão aos Estados Lnidos e H Lnião Europeia, em s4rias dificuldades. rela#ão aos Estados Lnidos e H Lnião Europeia, em s4rias dificuldades.

(5)

ais do que isso, a e(periência poderia depois ser replicada para dar um ais do que isso, a e(periência poderia depois ser replicada para dar um pontap4 inicial para mudan#as políticas não apenas voltadas ao pontap4 inicial para mudan#as políticas não apenas voltadas ao desenvolvimento sustent"vel, como tam$4m H se)uran#a e H pa% no desenvolvimento sustent"vel, como tam$4m H se)uran#a e H pa% no universo, com um rearrano das re)ras e dos or)anismos internacionais. universo, com um rearrano das re)ras e dos or)anismos internacionais.

** Adaptado do $orreio %ra&ilie!se, 2'/3/2012 Adaptado do $orreio %ra&ilie!se, 2'/3/2012++

a+ aior dos Brics, a China, se)unda potência mundial, tem /B de LS= a+ aior dos Brics, a China, se)unda potência mundial, tem /B de LS= ,9 trilh5es e reservas cam$iais superiores a LS= G trilh5es. Contudo, 4 ,9 trilh5es e reservas cam$iais superiores a LS= G trilh5es. Contudo, 4 uma ditadura que )anha mercados mundo afora com vanta)ens artificiais, uma ditadura que )anha mercados mundo afora com vanta)ens artificiais, como a desvalori%a#ão da moeda, o

como a desvalori%a#ão da moeda, o (ua!(ua!, um calo inclusive para o Brasil,, um calo inclusive para o Brasil, invadido por produtos chineses em condi#5es desfavor"veis de invadido por produtos chineses em condi#5es desfavor"veis de competitividade.

competitividade.

$+ Assim, reconhecer a necessidade de promover corre#5es de rumo $+ Assim, reconhecer a necessidade de promover corre#5es de rumo internas 4 desafio de primeira ordem para os cinco emer)entes. internas 4 desafio de primeira ordem para os cinco emer)entes. Apro(ima#5es $ilaterais, vale lem$rar, tam$4m terminam por fortalecer o Apro(ima#5es $ilaterais, vale lem$rar, tam$4m terminam por fortalecer o quinteto emer)ente.

quinteto emer)ente.

c+ A <ssia, por sua ve%, apresenta desenvolvimento relativo e hoe c+ A <ssia, por sua ve%, apresenta desenvolvimento relativo e hoe consolidase como economia de mercado ainda so$ olhares desconfiados consolidase como economia de mercado ainda so$ olhares desconfiados de parte dos )overnantes de outros países do )lo$o.

de parte dos )overnantes de outros países do )lo$o.

d+ ;s demais países têm a$ismos sociais a superar, pro$lemas de d+ ;s demais países têm a$ismos sociais a superar, pro$lemas de desi)ualdades evidentes, o que dei(a o $loco, formali%ado ou não, desi)ualdades evidentes, o que dei(a o $loco, formali%ado ou não, distante da pose de referência internacional na questão do distante da pose de referência internacional na questão do desenvolvimento humano.

desenvolvimento humano.

e+ Avan#ar na cria#ão de um $anco de desenvolvimento, proposto pelo e+ Avan#ar na cria#ão de um $anco de desenvolvimento, proposto pelo primeiroministro indiano, como alternativa ao Banco undial 6 Bird e ao primeiroministro indiano, como alternativa ao Banco undial 6 Bird e ao Fundo onet"rio nternacional 6 F, " seria

Fundo onet"rio nternacional 6 F, " seria )rande passo.)rande passo.

J ; te(to a$ai(o foi transcrito com adapta#5es. Assinale a op#ão que J ; te(to a$ai(o foi transcrito com adapta#5es. Assinale a op#ão que apresenta erro )ramatical ou de )rafia de palavra que preudica a apresenta erro )ramatical ou de )rafia de palavra que preudica a coerência te(tual.

coerência te(tual. Constata-se

Constata-se *-+ uma discrepncia nas carteiras dos maiores detentores*-+ uma discrepncia nas carteiras dos maiores detentores de dinheiro no mundo ricoK uma pequena fra#ão, menos de -D,

de dinheiro no mundo ricoK uma pequena fra#ão, menos de -D, estáestá inesti!a

inesti!a *:+ nos países emer)entes, que, no entanto,*:+ nos países emer)entes, que, no entanto,  "á  "á #e$#esenta#e$#esenta *G+ mais de 3D do /B )lo$al. Iesse cen"rio o Brasil continuar" a *G+ mais de 3D do /B )lo$al. Iesse cen"rio o Brasil continuar" a conviver com

conviver com %a&i'as%a&i'as *9+ entradas de recursos, que devem manter o*9+ entradas de recursos, que devem manter o real ainda valori%ado. ; )overno precisa favorecer investimentos diretos e real ainda valori%ado. ; )overno precisa favorecer investimentos diretos e conter flu(os mais especulativos. 8 toler"vel desestimular a entrada de conter flu(os mais especulativos. 8 toler"vel desestimular a entrada de capital aventureiro, mas cumpre evitar e(a)eros que

capital aventureiro, mas cumpre evitar e(a)eros que a()*ente%a()*ente% *3+ o*3+ o dinheiro $om.

dinheiro $om.

**Editorial, Folha de S. Paulo, 2)/3/2012Editorial, Folha de S. Paulo, 2)/3/2012++

a+ a+ -$+ : $+ : c+ G c+ G d+ 9 d+ 9

(6)

e+ 3

 Assinale a op#ão que preenche corretamente as lacunas do te(to.

; alto custo da folha de pessoal, NN-NN encar)os e das re)ras rí)idas  NN:NN contrata#ão e demissão, 4 fator decisivo da $ai(a produtividade do tra$alho no Brasil e, NNGNN compara#ão com outros países, seu efeito se torna ainda mais not"vel NN9NN valori%a#ão do cm$io. Qa mesma forma, o peso e(cessivo dos tri$utos e o pre#o elevado da ener)ia, entre outros itens que comp5em os custos industriais, redu%em a competitividade da indstria. Qo lado das empresas, o nível muito $ai(o de investimentos em inova#ão mostra despreocupa#ão ou desaten#ão NN3NN fatores essenciais para a conquista e preserva#ão dos mercados mais promissores da economia contempornea. R" muitas coisas al4m do cm$io nas dificuldades NNJNN passa a indstria no /aís.

*Editorial, O Estado de S. Paulo, 2*/3/2012+

@ Assinale a op#ão em que a reescrita do trecho altera as rela#5es semnticas entre as informa#5es do te(to.

a+ Lm acmulo de fatores mais e menos anti)os conspirou para deprimir a indstria $rasileira, especialmente o se)mento de transforma#ão, nos ltimos anos.

+ A i!dstria brasileira, espeial#e!te o se-#e!to de tra!sor#ao, !os lti#os a!os, oi depri#ida e# deorr!ia de u# a#ulo de atores #ais e #e!os a!ti-os.

$+ nfraestrutura prec"ria, custos elevados de mão de o$ra, car)a tri$ut"ria alta e educa#ão insuficiente são al)uns dos anti)os pro$lemas que afloraram com toda intensidade quando a crise internacional acentuou a tendência de aprecia#ão do real e aumentou a concorrência mundial.

+ ua!do a rise i!ter!aio!al ae!tuou a te!d!ia de apreiao do real e au#e!tou a o!orr!ia #u!dial, a!ti-os proble#as alorara# o#

(7)

toda i!te!sidade, tais o#o i!raestrutura pre4ria, ustos ele5ados de #o de obra, ar-a tribut4ria alta e eduao i!suiie!te.

c+ ; custo da mão de o$ra industrial no Brasil, de LS= -,@ por hora, 4 um ter#o do verificado nos Estados Lnidos e apão, mas 4 maior do que o de países como o 4(ico, cua indstria automo$ilística vem preocupando Brasília, e, naturalmente, do que o da China.

+  u# tero do 5eriiado !os Estados 7!idos e 8apo, ua i!dstria auto#obil:stia 5e# preoupa!do %ras:lia, o usto da #o de obra i!dustrial !o %rasil, de 7S; 10,0< por hora, #as = #aior do >ue o de  pa:ses o#o o ?=@io, e, !atural#e!te, do >ue o da $hi!a.

d+ Iesse espa#o de tempo, o cm$io teve uma valori%a#ão de 9D em termos reais, frente a uma cesta de -3 moedas, o que dei(ou a indstria $rasileira com dificuldades de competir não s' com a China, mas tam$4m com a Alemanha.

+ O #bio te5e u#a 5alori&ao de *0B e# ter#os reais, re!te a u#a esta de 1) #oedas, !esse espao de te#po, o >ue dei@ou a i!dstria brasileira o# diiuldades de o#petir !o sC o# a $hi!a, #as ta#b=# o# a Ale#a!ha.

e+ ;s custos da indstria $rasileira vêm su$indo continuamente. A folha de sal"rios da indstria aumentou :3D desde :3 em reais, " descontada a infla#ão. A ener)ia el4trica, um importante indicador da infraestrutura, ficou :@D mais cara, apesar da a$undncia de recursos hídricos. Com a valori%a#ão do real, os custos tornaramse ainda maiores. + V# subi!do o!ti!ua#e!te os ustos da i!dstria brasileira. Au#e!tou 2)B e# reais desde 200), 4 deso!tada a i!lao, a olha de sal4rios da i!dstria. Fiou 2<B #ais ara, apesar da abu!d!ia de reursos h:drios, a e!er-ia el=tria, u# i#porta!te i!diador da i!raestrutura. Os ustos tor!ara#Dse ai!da #aiores o# a 5alori&ao do real.

> Assinale a op#ão que constitui continua#ão coesa, coerente e )ramaticalmente correta para o te(to a$ai(o.

Em um cen"rio internacional ainda inspirando muitos cuidados, com a %ona do euro anestesiada ap's o choque da opera#ão de res)ate da Tr4cia e a preocupa#ão com outros mem$ros doentes como /ortu)al, e a China desacelerando, um sopro de alento vem dos Estados Lnidos.

a+ esmo que a economia americana tenha come#ado a sair da lama em meados de :>, mas escorre)ou v"rias ve%es. Em al)uns momentos pesaram os motivos e(ternos, como a crise da %ona do euro e a alta do pre#o do petr'leo.

$+ /or outro lado, a ta(a de desempre)o saiu dos >D em que permaneceu con)elada por muito tempo e recuou para @,GD. Ieste ano, o nmero de va)as criadas est" rea)indo e as informa#5es indicam que o motivo não 4 que as pessoas se desanimaram e não procuram mais empre)o.

c+ Muando certamente esses entraves mais s4rios estavam no pr'prio mercado dom4stico, onde $ancos cheios de cr4ditos duvidosos

(8)

ne)aceavam cr4dito, e consumidores atolados em dívidas evitavam comprar e tentavam se desalavancar.

d+ /ortanto, essa receita familiar real, ficou est"vel e o acesso ao cr4dito continuou restrito. Al)uns desses pro$lemas aca$aram ou perderam a intensidade. E h" nmeros positivos. ; mais otimista, provavelmente, 4 o nível de empre)o.

e+ A $oa notícia, como destaca reporta)em da mais recente revista 0Uhe Economist1 4 que a recupera#ão da economia americana não 4 ro$usta nem dram"tica, mas 4 real.

- ; te(to a$ai(o foi transcrito com adapta#5es. Assinale a op#ão que corresponde a erro )ramatical ou de )rafia de palavra.

Em al)uns países mais afetados pela crise )lo$al, como os Estados Lnidos, a indstria $uscou aumentar sua competitividade por meio da for#ada redu#ão dos custos de produ#ão, o +)e *-+ implicou demiss5es em massa. esmo com menos tra$alhadores, a indstria manteve ou ampliou a produ#ão, alcan#ando )anhos not"veis de produtividade. esmo que a&eitasse *:+ arcar com um custo social tão alto, dificilmente o Brasil al&an'a#ia *G+ resultados econ7micos tão r"pidos. ; aumento da produtividade do tra$alhador $rasileiro 4 limitado, entre outros fatores, pela !e(a,a*e% *9+ nos investimentos em educa#ão. Com es&asse, *3+ de tra$alhadores qualificados, e(i)idos cada ve% mais pelo mercado de tra$alho, os sal"rios de determinadas fun#5es tendem a su$ir $em mais do que a produtividade m4dia do setor, o que afeta o pre#o dos $ens finais.

*Editorial, O Estado de S. Paulo, 2*/3/2012+

a+ -$+ : c+ G d+ 9 e+ 3

-- ; te(to a$ai(o foi transcrito com adapta#5es. Assinale a op#ão que corresponde a erro )ramatical ou de )rafia de palavra.

/oucos dias depois de esten!e# *-+ a co$ran#a de JD do mposto so$re ;pera#5es Financeiras 6 ;F para os empr4stimos e(ternos de cinco anos *antes eram ta(ados apenas os de três anos+, como parte da )uerrilha que %ant% *:+ para conter a valori%a#ão do real (#ente ao *G+ d'lar, o ministro da Fa%enda não apenas reconheceu que sacrifica sua f4 no cm$io flutuante, como admitiu haver efeitos colaterais da medida que terão de ser %iti*a!os *9+.

Qe fato, o aumento do custo desse tipo de empr4stimo auda o )overno a reeitar o capital oportunista, que aqui vem apenas para tirar vanta)em

(9)

de nossas ta(as de uros elevadas, mas in*eta *3+ pro$lema na veia dos e(portadores que precisam financiar suas opera#5es no e(terior. Ele fe% questão de refor#ar sua disposi#ão de continuar atirando com todas as armas contra o e(cesso de liquide% mundial, provocado pelo tsu!a#i cam$ial promovido pelos $ancos centrais europeu e norteamericano.

*Editorial, $orreio %ra&ilie!se,1)/3/2012+ a+

-$+ : c+ G d+ 9 e+ 3

-: ; te(to a$ai(o foi transcrito com adapta#5es. Assinale a op#ão que manteve o empre)o correto do sinal indicativo de crase.

nteressa . *-+ todo o /aís, por sua importncia para . *:+ produ#ão, . *G+ cria#ão de empre)os e o desenvolvimento, a a)enda levada ao Con)resso pelo presidente da Confedera#ão Iacional da ndstria 6 CI. Ao apresentar uma lista de -G- proetos considerados favor"veis ou preudiciais ao setor, ele co$rou dos parlamentares, como de costume, aten#ão ur)ente .s *9+ quest5es de )rande relevncia para . *3+ economia, especialmente numa fase de crise internacional.

*Editorial, O Estado de S. Paulo, 29/3/2012+

a+ -$+ : c+ G d+ 9 e+ 3

-G ;s trechos a se)uir comp5em um te(to adaptado do Editorial da Folha de S. /aulo de :>VGV:-:.

Assinale a op#ão em que o fra)mento foi transcrito de forma )ramaticalmente correta.

a+ Rouveram muitas mudan#as nas condi#5es e(ternas e internas da economia, que contri$uíram para a esta)na#ão da indstria $rasileira. Qo lado e(terno, os altos pre#os das mat4riasprimas e(portadas pelo Brasil encorpam a entrada de divisas e valori%a o real.

$+ nternamente, a renda do tra$alho ampliada por políticas salariais e previdenci"rias )enerosas, estimula o consumo e o setor de servi#os. ; resultado seria a especiali%a#ão da economia nos setores prim"rio e terci"rio, cua forte )era#ão de empre)o, em troca de menor competitividade industrial.

(10)

c+ A perda de mercado para importa#5es, por sua ve%, não seriam um pro$lema, " que $oa parte delas seria compras de $ens de capital para investimento e moderni%a#ão do parque industrial.

d+ Ião se deve considerar que e(porta#5es de poucos produtos prim"rios seam confi"veis, pois uma inversão de pre#os traria pro$lemas Hs contas e(ternas. Io que se refere Hs importa#5es de $ens de capital, 4 fato que o uso de equipamentos importados melhora a produtividade, mas a perda da $ase de conhecimento 4 uma amea#a para o futuro do país.

e+ 8 temer"rio considerar que, um país de renda m4dia e com $ai(a escolaridade, como o Brasil possa manter tal padrão de crescimento. Servi#os que )eram renda, hoe, são atividades comple(as como desi-! industrial e #areti!-, de alto contedo intelectual.

-9 ; te(to a$ai(o foi transcrito com adapta#5es. Assinale a op#ão que corresponde a erro )ramatical.

ais um setor pede prote#ão &ont#a a *-+ concorrência e(ternaK em resposta a pedido, de ulho de :--, de entidades de produtores de vinhos finos, o inist4rio do Qesenvolvimento, ndstria e Com4rcio E(terior 6 QC a$riu investi)a#ão para decidir se *:+ aplica restri#5es . *G+ importa#ão do produto. ; QC vai apurar os motivos $ela +)al *9+ a entrada do produto estran)eiro quase triplicou desde ::, che)ando a : milh5es de litros em :--. Caso conclua que h" preuí%o )rave . *3+ indstria $rasileira, pode esta$elecer salva)uardas 6 a sa$erK cotas para a entrada de vinhos estran)eiros ou aumento da alíquota do imposto de importa#ão *hoe de :D+.

*Editorial, Folha de S. Paulo, 2</3/2012+

a+ -$+ : c+ G d+ 9 e+ 3

-3 ;s trechos a se)uir comp5em um te(to adaptado do Editorial do alor Econ7mico de :>VGV:-:.

Assinale a op#ão em que o fra)mento foi transcrito de forma )ramaticalmente incorreta.

a+ /arece cada ve% mais claro que a tendência de valori%a#ão do real vai durar um $om tempo. R" demanda futura )arantida para as o##odities que o país e(porta e enormes possi$ilidades de novos ne)'cios.

$+ Uoda a estrutura de defesa comercial deveria ser aperfei#oada e acelerada para $arrar a concorrência desleal. ;s instrumentos disponíveis para isso não têm sido usados intensamente como seria necess"rio. <esta, por4m, a competitividade.

(11)

c+ A $onan#a encontrou o país com uma car)a de impostos maior do que a de competidores emer)entes do mesmo porte, )ar)alos enormes na infraestrutura e, ainda por cima, uma ta(a de uros astron7mica W a conhecida conspira#ão de custos contra as empresas nacionais.

d+ A valori%a#ão a)ravou pro$lemas cr7nicos, em detrimento da indstria. A licen#a para se prote)er que o Brasil pede a)ora " e(iste de al)uma forma e ela deveria se voltar prioritariamente contra a China, cua m")ica de forma#ão dos pre#os dos $ens e(portados 4 poderosa.

e+ ; investimento e(terno direto mudou de patamar. At4 o ano passado eles co$riam praticamente o deiit em conta corrente, ao que limitava o efeito, para e(plica#ão da valori%a#ão da moeda, de tsu!a#is monet"rios e capitais especulativos.

-J ;s trechos a$ai(o constituem um te(to adaptado do Editorial de ; Tlo$o de :VGV:-:. Assinale a op#ão que respeita as e(i)ências )ramaticais da norma culta na sua transcri#ão.

a+ Em )eral, quando a economia est" em traet'ria de crescimento, multiplicamse as condi#5es para os )anhos de produtividade, pela facilidade de se concreti%arem investimentos. as não 4 al)o que caia do c4u. Sem esfor#o e determina#ão, a produtividade não avan#a.

$+ as h" tam$4m os fatores que não dependem diretamente dos a)entes econ7micos, como o am$iente institucional para a reali%a#ão de ne)'cios, a infraestrutura de uso comum, as prioridades e a e(ecu#ão da política econ7mica, o que se refletem no cr4dito e na car)a tri$ut"ria.

c+ São v"rios os fatores que contri$uem para os saltos de produtividade. Al)uns relacionados do processo produtivo, como H inova#ão, a melhoria da )estão dos recursos disponíveis, a atuali%a#ão tecnol')ica, a motiva#ão dos que produ%em, a utili%a#ão dos insumos *$ens e servi#os+ mais adequados para se che)arem ao resultado final.

d+ Com uma ta(a de investimento relativamente $ai(a cua propor#ão do /roduto nterno Bruto */B+, pouco acima dos ->D, o Brasil conse)uiu avan#ar socialmente sem um crescimento econ7mico tão forte.

e+ A esta$ilidade monet"ria a$riu caminhos para )anhos de produtividade que tornou factíveis tais avan#os, mas 4 preciso definir prioridades claras nos )astos p$licos.

- ;s trechos a se)uir comp5em um te(to adaptado do Editorial de ; Estado de S. /aulo de :>VGV:-:.

Assinale a op#ão em que o fra)mento foi transcrito de forma )ramaticalmente incorreta.

a+ Estão na lista, entre outros, proetos relativos a novas re)ras para licita#5es, a normas de licenciamento am$iental, H redu#ão da ornada de tra$alho, ao fim da contri$ui#ão adicional de -D em caso de demissão inustificada, H re)ulamenta#ão dos contratos de terceiri%a#ão e H condi#ão das a)ências re)uladoras.

(12)

$+ /ara os países da Europa em situa#ão mais complicada, a supera#ão dos pro$lemas depender" de )anhos consider"veis de produtividade e de reformas, em al)uns casos dolorosas, para desemperrar a economia. ; desarrano financeiro e fiscal foi apenas uma das consequências de um desauste mais amplo.

c+ /ara a Confedera#ão Iacional da ndstria 6 CI h" al)uns temas de maior importncia para considera#ão dos parlamentares. Essa pauta mínima inclui de%esseis proetos em tramita#ão no Con)resso, selecionados por seu elevado potencial de impacto positivo ou ne)ativo na atividade empresarial.

d+ Ião se deve contemplar o Brasil como uma ilha de tranquilidade, de esta$ilidade, de equilí$rio, no meio da infind"vel crise internacional. A e(periência europeia mostra os elevados custos de se adiarem constantemente o enfrentamento dos pro$lemas de competitividade.

e+ Al)uns proetos tratam de quest5es tri$ut"rias. ; documento da CI aponta al)uns que, se aprovados, resultarão em maior tri$uta#ão da atividade produtiva, a)ravando uma das mais importantes desvanta)ens competitivas da indstria $rasileira, e outros que trarão $enefícios. Ienhum deles, no entanto, tem a amplitude necess"ria a uma reforma efetiva do sistema de impostos e contri$ui#5es.

-@ ;s trechos a$ai(o constituem um te(to adaptado do Editorial de ; Estado de São /aulo de :9 VGV:-:. Assinale a op#ão que foi transcrita de forma )ramaticalmente correta.

a+ /or tornar mais acentuada a perda de competitividade da indstria $rasileira, a valori%a#ão do real em rela#ão ao d'lar vêm despertando rea#5es cada ve% mais "cidas de diri)entes empresariais, mas est" muito lon)e de ser o nico, ou o principal, pro$lema que preudica o desempenho do setor manufatureiro.

$+ Muest5es estruturais e modelos de )estão empresarial inadequados tem so$re a atividade industrial efeitos ne)ativos muito mais profundos e duradouros e, por isso, mais nocivos do que a ta(a de cm$io.

c+ Sem eliminar essas deficiências, o Brasil ter" cada ve% menos condi#5es de competir com outros países, at4 mesmo com os vi%inhos sulamericanos. 8 preciso considerar que a valori%a#ão do real tam$4m fe% o custo da mão de o$ra na indstria aumentar. (

d+ esmo, por4m, que a questão cam$ial venha a ser superada, a qualidade da atividade industrial continuar" preudicada por deficiências hist'ricas, e por isso muito conhecidas, mas que tem sido toleradas por )overnantes, empres"rios, tra$alhadores e pela sociedade.

e+ /esquisas e estudos recentes não dei(am dvidas quanto aos impactos do cm$io valori%ado so$re a produtividade da indstria $rasileira quando comparadas com a de outros países.

-> ;s trechos a se)uir constituem um te(to adaptado do Editorial de ; Tlo$o de :VGV:-:. Assinale a op#ão correta quanto ao empre)o dos sinais de pontua#ão.

(13)

a+ Estudo recente de uma institui#ão americana, mostra que, em termos da produtividade do tra$alho, estamos atr"s da Ar)entina, do Chile, do 4(ico, do Lru)uai, do /eru e da Col7m$ia, para citar apenas al)umas na#5es sulamericanas. Superamos apenas a Bolívia e Equador.

$+ ; aumento da escolaridade, foi um passo H frente, pois os ovens estarão mais aptos ao aprendi%ado necess"rio, a um $om desempenho em suas profiss5es e atividades do que as )era#5es anteriores.

c+ /or4m, para se nivelar aos parmetros, at4 mesmo, da maioria dos países do continente, o Brasil, ter" de andar $em mais r"pido.

d+ ; país " se encontra em um est")io no qual os saltos de produtividade não ocorrerão sem investimentos mais e(pressivos. Al4m de equipamentos, automa#ão e outras ferramentas da tecnolo)ia, parte desses investimentos precisar" estar voltada para os recursos humanos. e+ 8 recente *menos de vinte anos+ um envolvimento mais vi)oroso do poder p$lico, nesse esfor#o, para qualificar os recursos humanos disponíveis. At4 então, a iniciativa partia de institui#5es privadas ou das empresas, muitas ve%es a)indo de maneira isolada.

: Em rela#ão H pontua#ão do te(to, assinale a op#ão incorreta.

; tempo em que o sistema financeiro apresentava s4rios pro$lemas e em que os clientes dos $ancos sofriam pesadas perdas pertence ao passado. Roe, quando o sistema financeiro mundial passa por )raves pro$lemas, o do Brasil 4 $rilhante e(ce#ão. issão conunta do Fundo onet"rio nternacional 6 F e do Banco undial 6 Bird, depois da avalia#ão do nosso sistema financeiro, concluiu que ele 4 est"vel, com $ai(o nível de riscos e evidente capacidade de amorti%"los numa eventualidade. ; <elat'rio de Esta$ilidade Financeira que o Banco Central 6 BC aca$a de divul)ar ustifica amplamente a avalia#ão dos dois or)anismos internacionais. A e(plica#ão de como nosso sistema evoluiu da fase dos pro$lemas para a esta$ilidade atual deita raí%es, num primeiro momento, numa forte concentra#ão dos esta$elecimentos, que, reunindo recursos importantes e desenvolvendo toda uma en)enharia para atrair mais recursos, puderam atravessar diversas fases delicadas. ; papel do Banco Central foi decisivo.

* Adaptado do Editorial de O Estado de S. Paulo de 23/3/2012+

a+ As vír)ulas ap's 0Roe1 *2.G+ e ap's 0pro$lemas1 *2.G+ isolam ora#ão su$ordinada anteposta H principal.

$+ As vír)ulas ap's 0que1 *2.-:+ e ap's 0recursos1 *2.-9+ isolam ora#ão su$ordinada de )erndio.

c+ A vír)ula ap's 0est"vel1 *2.J+ isola elementos de uma enumera#ão.

d+ As vír)ulas ap's 0raí%es1 *2.--+ e ap's 0momento1 *2. --+ isolam adunto adver$ial intercalado na ora#ão principal.

e+ As vír)ulas ap's 06 Bird1 *2.3+ e ap's 0financeiro1 *2. J+ isolam adunto adver$ial intercalado em ora#ão su$ordinada.

(14)

/AARITO COMENTADO

- /ara preservar a coerência e a corre#ão )ramatical do te(to, assinale a op#ão que corresponde ao termo a que se refere o elemento coesivo constituído pelo pronome 0-la1 *2. 3+.

A reciprocidade de tratamento 4 tradicional princípio da litur)ia diplom"tica. Esse pressuposto consa)rado na rela#ão entre as na#5es 6 econ7micas e mi)rat'rias, entre outras 6 4 determinante para estimular o equilí$rio e afastar a tensão na convivência entre os países, cola$orando para mantê-la em dese"vel harmonia. 8 hipocrisia, por e(emplo, co$rar de uma parceria o$ediência a normas de $om trato *ou de acolhimento+ se o outro lado da fronteira não 4 contemplado com o respeito ao protocolo da civilidade. *O Globo, 26/3/2012+ a+ 0convivência1 *2.9+ $+ 0litur)ia1 *2.-+ c+ 0reciprocidade1 *2.-+ d+ 0tensão1 *2.9+ e+ 0hipocrisia1 *2.3+ C;EIUP<;K

Muestão de coesão referencial.

/ara resolver esse tipo de questão, 4 preciso reconhecer os pronomes e seus reere!tes, ou sea, os termos aos quais os pronomes se referem. ; o$etivo desse tipo de coesão 4 evitar a repeti#ão de palavras.

ma)ine se o te(to estivesse escrito assimK 0A reciprocidade de tratamento 4 tradicional princípio da litur)ia diplom"tica. Esse pressuposto consa)rado na rela#ão entre as na#5es 6 econ7micas e mi)rat'rias, entre outras 6 4 determinante para estimular o equilí$rio e aastar a te!so !a convivência  e!tre os pa:ses, olabora!do para

#a!ter a convivência e# dese45el har#o!ia. 8 hipocrisia, por e(emplo,

co$rar de uma parceria o$ediência a normas de $om trato *ou de acolhimento+ se o outro lado da fronteira não 4 contemplado com o respeito ao protocolo da civilidade.1

/erce$e que a repeti#ão da palavra 0convivência1 4 desnecess"ria? E 4 desnecess"ria porque e(istem pronomes na lín)ua que e(ercem fun#5es de retomada de termos. /or isso o uso do pronome o$líquo "tono 0la1 no lu)ar de 0convivência1, ustamente para evitar a repeti#ão e tornar o

(15)

te(to mais polidoK 0... aastar a te!so !a convivência e!tre os pa:ses,

olabora!do para #a!tDla e# dese45el har#o!ia.1

QicaK normalmente, o elemento coesivo *pronome+ e o seu referente estão dentro do mesmo período, por isso a nica op#ão possível seria a Q,  0tensão1& no entanto, tal palavra, pelo sentido, não ca$e no conte(to.

Safo?!

TABA<U;K A.

: Assinale a op#ão que constitui continua#ão coesa, coerente e )ramaticalmente correta para o te(to a$ai(o.

; )overno concedeu <= >,@ $ilh5es em $enefícios fiscais a empresas, nos ltimos cinco anos, e adotou de%enas de medidas para conter a valori%a#ão cam$ial e prote)er a indstria da concorrência estran)eira 6 mas tudo isso teve resultados insi)nificantes, como demonstra o fraco desempenho $rasileiro no mercado internacional de manufaturados. ncapa% de acompanhar o crescimento do mercado interno, a indstria de transforma#ão perdeu espa#o no Brasil para os concorrentes de fora e cresceu em :-- apenas ,-D, ou quase nada.

* Adaptado do Editorial, O Estado de S. Paulo, 29/3/2012+

a+ /or isso esse protecionismo sea uma forma de compensar a falta de uma estrat4)ia minimamente efica%. ; resultado s' poder" ser o desperdício de mais dinheiro, esfor#os e oportunidades.

$+ Esses investidores tomam dinheiro $arato na Europa e aplicam no Brasil, em troca de uros altos. A a#ão defensiva, nesse caso, 4  ustific"vel, em$ora pouco efica%.

c+ Al4m disso, 4 consenso entre esses empres"rios, administradores e )overnantes que 4 preciso aplicar muito mais dinheiro em m"quinas, equipamentos e o$ras de infraestrutura.

d+ /ortanto, diante desse $om desempenho 4 um erro atri$uir os pro$lemas nacionais a fatores e(ternos. as 4 preciso responsa$ili%ar os $ancos centrais do mundo rico por uma parcela importante dos males econ7micos do /aís.

e+ Sem competitividade, essa indstria 4 superada pelos produtores instalados nas economias mais dinmicas e mal conse)ue manter, mesmo na Am4rica do Sul, posi#5es conquistadas em tempos melhores.

C;EIUP<;K

Muestão de continua#ão te(tual com corre#ão )ramatical.

/ara resolver esse tipo de questão, 4 preciso perce$er se h" uma rela#ão correta entre o trecho inicial e os trechos das alternativas. /or isso, 4

(16)

muito importante se dar conta de dois aspectosK coesão *uso correto de elementos coesivos, como pronomes e conun#5es+ e coerência *manuten#ão e harmonia de sentido entre as partes que comp5em o te(to+. Al4m disso, o enunciado fala so$re corre#ão )ramatical, por isso você precisa estar atento a possíveis desvios de orto)rafia, pontua#ão, concordncia, re)ência, crase, etc.

amos H questão em siK

; )overno concedeu <= >,@ $ilh5es em $enefícios fiscais a empresas, nos ltimos cinco anos, e adotou de%enas de medidas para conter a valori%a#ão cam$ial e prote)er a indstria da concorrência estran)eira 6 mas tudo isso teve resultados insi)nificantes, como demonstra o fraco desempenho $rasileiro no mercado internacional de manufaturados. ncapa% de acompanhar o crescimento do mercado interno, a indstria de transforma#ão perdeu espa#o no Brasil para os concorrentes de fora e cresceu em :-- apenas ,-D, ou quase nada.

a+ /or isso esse protecionismo sea uma forma de compensar a falta de uma estrat4)ia minimamente efica%. ; resultado s' poder" ser o desperdício de mais dinheiro, esfor#os e oportunidades.

Pela leitura do te@to, se o proteio!is#o !o u!io!ou, haa 5ista o resultado de 2011 0,1B ou >uase !adaHI, ele !o pode ser u#a or#a de o#pe!sar a alta de u#a estrat=-ia #i!i#a#e!te eia&H. Al=# disso, h4 u#a ideia de erte&a prese!te !a o!luso i!iiada por Por issoHI, lo-o a or#a 5erbal de subu!ti5o seaH seria #ais be# substitu:da por =H. Ja5e!do ou !o essa #uda!a !a estrutura 5erbal, h4 i!oer!ia e!tre o o!tedo do te@to e o treho da opo. $erta#e!te esta opo

não o!stitui o!ti!uao oere!te para o te@to.

$+ Esses investidores tomam dinheiro $arato na Europa e aplicam no Brasil, em troca de uros altos. A a#ão defensiva, nesse caso, 4  ustific"vel, em$ora pouco efica%.

Esses i!5estidores to#a#...KH ue i!5estidoresKL A e@presso Esses i!5estidoresH !o reto#a ter#o al-u# !o te@to, lo-o esta opo não

o!stitui o!ti!uao oesa !e# oere!te para o te@to. Fi>ue esperto !o uso de pro!o#es pessoais e de#o!strati5os se# reere!tes !o te@to.

c+ Al4m disso, 4 consenso entre esses empres"rios, administradores e )overnantes que 4 preciso aplicar muito mais dinheiro em m"quinas, equipamentos e o$ras de infraestrutura.

O!de est4 esrito isto !o te@to ... esses e#pres4rios, ad#i!istradores e -o5er!a!tes...HK Mo h4 !e!hu# reere!te res-atado pelo pro!o#e de#o!strati5o essesH. Mo aia !essa, hei!L No-o, esta opo não

(17)

d+ /ortanto, diante desse $om desempenho 4 um erro atri$uir os pro$lemas nacionais a fatores e(ternos. as 4 preciso responsa$ili%ar os $ancos centrais do mundo rico por uma parcela importante dos males econ7micos do /aís.

%o# dese#pe!hoHKL 0,1BKLKL ... Preiso o#e!tar #ais al-u#a oisaK Esta opo não o!stitui o!ti!uao oere!te para o te@to.

e+ Sem competitividade, essa indstria 4 superada pelos produtores instalados nas economias mais dinmicas e mal conse)ue manter, mesmo na Am4rica do Sul, posi#5es conquistadas em tempos melhores.

 A e@presso Se# o#petiti5idadeH reto#a a ideia do se-ui!te treho do te@to !apa& de ao#pa!har o resi#e!to do #erado i!ter!o, a i!dstria de tra!sor#ao perdeu espao !o %rasil para os o!orre!tes de oraH, ou sea, por ausa da i!apaidade de ao#pa!har o resi#e!to do #erado i!ter!o, essa i!dstriaH a i!dstria de tra!sor#aoI = superada pelos produtores i!stalados !as eo!o#ias #ais di!#ias e #al o!se-ue #a!ter, #es#o !a A#=ria do Sul,  posiQes o!>uistadas e# te#pos #elhoresH.

 Assi#, pode#os di&er >ue esta opo o!stitui, si#, o!ti!uao oesa, oere!te e -ra#atial#e!te orreta para o te@to.

TABA<U;K E.

G Em rela#ão Hs estruturas lin)uísticas do te(to, assinale a op#ão incorreta.

A fraque%a da produ#ão manufatureira, nos ltimos meses e anos, aqueceu o de$ate so$re o risco de desindustriali%a#ão no Brasil. Io ano passado, seu crescimento foi de apenas ,GD, uma ninharia em compara#ão com a alta de J,D no vareo. esmo que se considere um período mais lon)o, a diferen#a continua dram"ticaK a manufatura est" no nível do início de :@, contra quase G3D de aumento nas vendas de vareo.

Esperase al)uma retomada para este ano. Lma parte da desacelera#ão de :-- decorreu da diminui#ão de estoques em al)uns setores, como o automo$ilístico, pressionados por importa#5es crescentes e vendas internas esta)nadas. Feito um auste, a produ#ão pode retornar ao nível normal.

* Adaptado do Editorial, Folha de S. Paulo, 29/3/2012+

a+ A su$stitui#ão de 0se considere1 *2.9+ por  sejam considerados

mant4m a corre#ão )ramatical do te(to.

$+ A su$stitui#ão da e(pressão 0uma ninharia1 *2.G+ por insignificante

(18)

c+ ; pronome 0seu1 *2.G+ retoma o antecedente 0produ#ão manufatureira1 *2.-+.

d+ ; empre)o da vo% passiva em 0Esperase1 *2.@+ 4 recurso de impessoali%a#ão do te(to.

e+ A forma ver$al 0pressionados1 *2.-+ est" no masculino plural porque concorda com 0al)uns setores1 *2.> e -+.

C;EIUP<;K

Muestão de vo% ver$alVconcordncia *a+, semntica *$+, coesão *c+, vo% ver$al *d+ e concordncia *e+.

a+ esmo que se o!sidere  um período mais lon)o X mesmo que sea o!siderado um período mais lon)o.

Ia passa)em de vo% passiva sint4tica para vo% passiva analítica, 4 preciso manter o ver$o no mesmo tempo e modo. Al4m disso, 4 preciso atentar para a concordncia ver$al e nominal. Se o sueito do ver$o 0considerar1 *se considereVsea considerado+ 4 0um período mais lon)o1, o ver$o precisa ficar na GY pessoa do sin)ular. Como o ncleo do sueito 4 masculino sin)ular, o ver$o principal no particípio *considerado+ deve ficar no masculino sin)ular para haver concordncia correta.

Qessa forma, este 4 o )a$arito, pois a su$stitui#ão de 0se considere1 por  0seam considerados1  não mant4m a corre#ão )ramatical do te(to.

$+ Qe fato, a su$stitui#ão da e(pressão 0uma ninharia1 *e(pressão $astante informal, senão uma )íria+ por 0insi)nificante1 respeita as rela#5es de sentido do te(to, pois o contedo semntico de am$as as e(press5es 4 semelhante& al4m disso, confere ao te(to mais formalidade, pois 0insi)nificante1 4 uma palavra pr'pria do re)istro culto, formal.

c+ /ara sa$er se a retomada est" adequada ao conte(to, $asta su$stituir o pronome 0seu1 por seu referente anterior 0produ#ão manufatureira1K  0Io ano passado, o crescimento !a $#o!)'o %an)(at)#ei#a  foi de

apenas ,GD...1.

d+ Qe fato, o empre)o da vo% passiva em 0Esperase1 4 recurso de impessoali%a#ão do te(to. Esta afirma#ão, inclusive, 4 uma dica para quem fa% provas de reda#ão. Muanto mais o te(to se encontra na GY pessoa, cercado de vo% passiva sint4tica e formas de indetermina#ão do sueito com a partícula 0se1, menos o te(to tem pessoalidade e mais impessoalidade.

e+ ; pr'prio conte(to corro$ora a concordncia correta entre a forma ver$al 0pressionados1 e 0al)uns setores1& veaK 0Lma parte da desacelera#ão de :-- decorreu da diminui#ão de estoques em al*)ns

(19)

seto#es, como o automo$ilístico, $#essiona!os  por importa#5es crescentes e vendas internas esta)nadas.1

/ara visuali%ar melhor a rela#ão entre pressionados e al)uns setores,  0apa)ue1 o termo separado por vír)ulas entre elesK 0Lma parte da desacelera#ão de :-- decorreu da diminui#ão de estoques em al*)ns seto#es $#essiona!os  por importa#5es crescentes e vendas internas esta)nadas.1

A)ora ficou claro como ")ua! ; particípio est" no masculino plural para concordar com o ncleo 0setores1.

TABA<U;K A.

9 Assinale a op#ão que, na sequência, preenche corretamente as lacunas do te(to.

Muando a crise financeira eclodiu em :@, uma das amea#as mais temidas foi NN-NN ela trou(esse consi)o o protecionismo )enerali%ado. A crise ainda não aca$ou, as perspectivas pessimistas NN:NN com4rcio mundial não se concreti%aram, e NNGNN Brasil tenta a)ora 4 o$ter sinal verde para fechar por um tempo sua economia, a$rindo caminhos NN9NN outros países em situa#ão semelhante fa#am o mesmo. A ;r)ani%a#ão undial do Com4rcio 6 ;C daria então aval a esse protecionismo, supondo que ela fosse capa% de esta$elecer NN3NN deveria ser a ta(a de cm$io de equilí$rio de seus mem$ros, e o período pelo qual uma ta(a desalinhada poderia voltar ao seu nível 0normal1, que 4 o que o Brasil parece supor ao pedir prote#ão tempor"ria. A prote#ão, se concedida ao Brasil, provavelmente elevaria seus su$stanciais saldos comerciais, valori%ando mais sua moeda, NNJNN esse 4 apenas um dos pro$lemas da proposta.

*Editorial, Valor Eo!"#io, 29/3/2012+

(20)

Muestão de continua#ão te(tual com preenchimento de lacunas. Lm cl"ssico da ESAF.

8 preciso perce$er a rela#ão correta entre as partes do te(to, quanto H coesão, coerência e corre#ão.

ma)inese no dia da prova... querendo otimi%ar seu tempo... aí você $ate o olho nesse quadro cheio de e(press5es e lacunas... o que você fa%? Eu tenho uma su)estãoK fa#a por elimina#ão. ;$serve a letra A e o raciocínio em cima delaK

a+ ea que o trecho, com a lacuna preenchida, fica incoeso e incoerenteK  0Muando a crise financeira eclodiu em :@, uma das amea#as mais temidas foi o !e +)e...1. ; certo seria 0... uma das amea#as mais temidas foi a a%ea'a3 !e +)e...1 ou 0... uma das amea#as mais temidas foi +)e...1.

/or isso, s' nos restam as op#5es B, C e Q. " 4 al)uma coisa, não? Afinal, eliminamos as op#5es A e E.

eamos a BK

$+ As lacunas : e G podem ser preenchidas, respectivamente, por 0do1 e  0o1, pois não haver" preuí%o )ramatical nem incoerência no trecho. Io entanto, a rela#ão de finalidade no trecho a se)uir não pode ser indicada pela e(pressão 0de que1, mas sim 0para que1K 0... a$rindo caminhos !e +)e *???+ outros países em situa#ão semelhante fa#am o mesmo.1

A essa altura do campeonato, s' nos falta ver a Q, que cai por terra na lacuna G. ;$serve como ficariaK 0A crise ainda não aca$ou, as

perspectivas pessimistas so4#e o  com4rcio mundial não se

concreti%aram, e +)e o Brasil tenta a)ora 4 o$ter sinal verde para fechar por um tempo sua economia...1. ; pronome relativo 0que1 em 0que o1 precisa de um antecedente, mas onde est" ele? Em lu)ar nenhum, lo)o a constru#ão 0... e +)e o  Brasil tenta...1 não est" adequada do ponto de vista coesivo e )ramatical.

Sendo assim, a nica op#ão correta, por elimina#ão, 4 a C. ea como o te(to e suas lacunas ficam corretamente preenchidas pelas e(press5es e termos da op#ão CK

 0Muando a crise financeira eclodiu em :@, uma das amea#as mais temidas foi a !e +)e ela trou(esse consi)o o protecionismo )enerali%ado. A crise ainda não aca$ou, as perspectivas pessimistas a #es$eito !o com4rcio mundial não se concreti%aram, e o +)e o Brasil tenta a)ora 4 o$ter sinal verde para fechar por um tempo sua economia, a$rindo caminhos $a#a +)e  outros países em situa#ão semelhante fa#am o mesmo. A ;r)ani%a#ão undial do Com4rcio 6 ;C daria então aval a

(21)

esse protecionismo, supondo que ela fosse capa% de esta$elecer +)al deveria ser a ta(a de cm$io de equilí$rio de seus mem$ros, e o período pelo qual uma ta(a desalinhada poderia voltar ao seu nível 0normal1, que 4 o que o Brasil parece supor ao pedir prote#ão tempor"ria. A prote#ão, se concedida ao Brasil, provavelmente elevaria seus su$stanciais saldos comerciais, valori%ando mais sua moeda, %as  esse 4 apenas um dos pro$lemas da proposta.1

/ara melhorar ainda mais seu entendimento das e(press5es, sai$a que - 0a de que1 equivale a 0aquela de que1, pois o 0a1 4 um pronome demonstrativo, para a maioria dos )ram"ticos& por sua ve%, vale di%er que o )ram"tico Evanildo Bechara, muito considerado pela $anca ESAF entende que em 0a de que1, o 0a1 4 um arti)o que vem sucedido do su$stantivo implícito 0amea#a1, como se estivesse escritoK 0a amea#a de que1&

: 0a respeito do1 4 uma locu#ão prepositiva com valor semntico de assunto, por isso equivale a 0so$re1, 0acerca de1, etc.&

G 0o que o1 equivale a 0aquilo que o1, pois o 0o1 antes do pronome relativo 0que1 4 um pronome demonstrativo& como não h" nenhum termo implícito ap's o 0o1, Bechara não se op5e H classifica#ão de pronome demonstrativo&

9 0para que1 4 uma locu#ão conuntiva que indica finalidade& 3 0qual1 4 um pronome interro)ativo&

J 0mas1 4 uma conun#ão adversativa que esta$elece uma rela#ão de oposi#ão entre a ora#ão anterior e a posterior& poderia ser su$stituída por qualquer conun#ão adversativa, como por4m, no entanto, entretanto, todavia, não o$stante, etc.

Sendo você uma pessoa mais ansiosa que eu, " teria marcado a letra C lo)o de cara, não 4? Afinal, a letra A iria 0dar a dica1, na lacuna -, de que o certo seria 0a !e +)e1, estrutura apenas encontrada na letra C.

TABA<U;K C.

3 Assinale a op#ão que preenche de forma coesa, coerente e )ramaticalmente correta a lacuna do trecho a se)uir.

Brasil, <ssia, Ondia, China e Pfrica do Sul são mais do que cinco economias emer)entes em e(pansão num mundo em crise. <eunidas so$ o acr7nimo Brics, a$ri)am mais de 9D da popula#ão )lo$al e somam perto de LS= -9 trilh5es de /B, ou sea, quase um quinto das rique%as produ%idas no planeta. 8 natural que $usquem maior participa#ão no

(22)

cen"rio internacional 6 o que seria facilitado por uma atua#ão conunta, em $loco.

 NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN  NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN A institui#ão permitiria aos países redu%ir a dependência econ7mica em rela#ão aos Estados Lnidos e H Lnião Europeia, em s4rias dificuldades. ais do que isso, a e(periência poderia depois ser replicada para dar um pontap4 inicial para mudan#as políticas não apenas voltadas ao desenvolvimento sustent"vel, como tam$4m H se)uran#a e H pa% no universo, com um rearrano das re)ras e dos or)anismos internacionais.

* Adaptado do $orreio %ra&ilie!se, 2'/3/2012+

a+ aior dos Brics, a China, se)unda potência mundial, tem /B de LS= ,9 trilh5es e reservas cam$iais superiores a LS= G trilh5es. Contudo, 4 uma ditadura que )anha mercados mundo afora com vanta)ens artificiais, como a desvalori%a#ão da moeda, o (ua!, um calo inclusive para o Brasil, invadido por produtos chineses em condi#5es desfavor"veis de competitividade.

$+ Assim, reconhecer a necessidade de promover corre#5es de rumo internas 4 desafio de primeira ordem para os cinco emer)entes. Apro(ima#5es $ilaterais, vale lem$rar, tam$4m terminam por fortalecer o quinteto emer)ente.

c+ A <ssia, por sua ve%, apresenta desenvolvimento relativo e hoe consolidase como economia de mercado ainda so$ olhares desconfiados de parte dos )overnantes de outros países do )lo$o.

d+ ;s demais países têm a$ismos sociais a superar, pro$lemas de desi)ualdades evidentes, o que dei(a o $loco, formali%ado ou não, distante da pose de referência internacional na questão do desenvolvimento humano.

e+ Avan#ar na cria#ão de um $anco de desenvolvimento, proposto pelo primeiroministro indiano, como alternativa ao Banco undial 6 Bird e ao Fundo onet"rio nternacional 6 F, " seria )rande passo.

C;EIUP<;K

Muestão de continua#ão te(tual.

Ieste tipo de questão, perce$a a rela#ão entre o se)mento a ser acrescido no trecho e o par")rafo se)uinte e a rela#ão entre o se)mento a ser acrescido no trecho e o par")rafo anterior.

Iote que, no primeiro par")rafo, foi citado o se)mento 0uma atua#ão conunta, em $loco1. " no terceiro par")rafo do te(to, h" coesão referencial a uma 0institui#ão1, ou sea, 4 necess"rio que haa um referencial anterior no te(to. Este 4 o foco!

(23)

8 preciso marcar a op#ão que di% respeito a uma 0institui#ão1, oZ?! Analisando as op#5es, perce$emos que apenas a letra E apresenta os elementos de coesão necess"rios e menciona uma esp4cie de  0institui#ão1, qual sea, 0$anco de desenvolvimento1, sendo e(emplificado

com o 0Bird1 e o 0F1.

Muanto Hs demais, vea os pro$lemasK

a+ A China não 4 uma institui#ão, al4m disso, no terceiro par")rafo se di%  0A institui#ão permitiria aos países...1, sendo um desses países *mencionados no primeiro par")rafo+ a China, lo)o ela não pode ser uma institui#ão e um desses países ao mesmo tempo.

$+ Ião se esclarece que 0institui#ão1 4. c+ dem H op#ão A.

d+ Ião se esclarece que 0institui#ão1 4. TABA<U;K E.

J ; te(to a$ai(o foi transcrito com adapta#5es. Assinale a op#ão que apresenta erro )ramatical ou de )rafia de palavra que preudica a coerência te(tual.

Constata-se *-+ uma discrepncia nas carteiras dos maiores detentores de dinheiro no mundo ricoK uma pequena fra#ão, menos de -D, está inesti!a *:+ nos países emer)entes, que, no entanto,  "á #e$#esenta *G+ mais de 3D do /B )lo$al. Iesse cen"rio o Brasil continuar" a conviver com %a&i'as *9+ entradas de recursos, que devem manter o real ainda valori%ado. ; )overno precisa favorecer investimentos diretos e conter flu(os mais especulativos. 8 toler"vel desestimular a entrada de capital aventureiro, mas cumpre evitar e(a)eros que a()*ente% *3+ o dinheiro $om.

*Editorial, Folha de S. Paulo, 2)/3/2012+

a+ -$+ : c+ G d+ 9 e+ 3 C;EIUP<;K

Esse tipo de questão 4 um cl"ssico na ESAF, em que normalmente se tra$alha orto)rafia, concordncia, re)ência ou crase. Fique atento!

(24)

a+ Iote que, em 0Constata-se *-+ uma discrepncia1, o ver$o est" na vo% passiva *o [se\ 4 uma partícula apassivadora+ e no sin)ular, para concordar com o ncleo do sueito [discrepncia\. Lm bi&u para não mais errar questão de vo% passiva com concordnciaK coloque o ver$o na vo% passiva analítica. E(emploK endemse casas X Casas são vendidas. ]o)o... Constatase uma discrepncia X Lma discrepncia 4 constatada. Iote que o ver$o com [se\ apassivador se transforma na locu#ão ver$al  [ser ^ particípio\, mantendo o mesmo tempo e modo ver$al!!!

$+ Iote que, em 0uma pequena fra#ão, menos de -D, está inesti!a *:+1, os ver$os da locu#ão ver$al esta$elecem concordncia ver$al *est"+ e concordncia nominal *investida+ corretas com o ncleo do sueito  [fra#ão\.

c+ Iote que, em 0nos países emer)entes, que, no entanto,  "á #e$#esenta *G+1, h" um erro de concordncia, pois o ver$o [representar\ deve concordar no plural com o antecedente do pronome relativo [países emer)entes\. ]o)o, o certo seriaK 0nos países emer)entes, que, no entanto, "á #e$#esenta%1.

d+ Iote que, em 0%a&i'as *9+ entradas1, o adetivo concorda em )ênero e nmero com o su$stantivo [entradas\. Al4m disso, tal adetivo est" escrito corretamente.

e+ Iote que, em 0e(a)eros que a()*ente% *3+1, o ver$o concorda, corretamente, em nmero e pessoa com o antecedente do pronome relativo *e(a)eros+.

TABA<U;K C.

 Assinale a op#ão que preenche corretamente as lacunas do te(to.

; alto custo da folha de pessoal, NN-NN encar)os e das re)ras rí)idas  NN:NN contrata#ão e demissão, 4 fator decisivo da $ai(a produtividade do tra$alho no Brasil e, NNGNN compara#ão com outros países, seu efeito se torna ainda mais not"vel NN9NN valori%a#ão do cm$io. Qa mesma forma, o peso e(cessivo dos tri$utos e o pre#o elevado da ener)ia, entre outros itens que comp5em os custos industriais, redu%em a competitividade da indstria. Qo lado das empresas, o nível muito $ai(o de investimentos em inova#ão mostra despreocupa#ão ou desaten#ão NN3NN fatores essenciais para a conquista e preserva#ão dos mercados mais promissores da economia contempornea. R" muitas coisas al4m do cm$io nas dificuldades NNJNN passa a indstria no /aís.

(25)

C;EIUP<;K

Muestão 0preencha as lacunas1. ais um cl"ssico Esaia!o. uito semelhante H questão 9.

Uodas as op#5es estão corretas at4 a lacuna G, pois todas as locu#5es prepositivas de - esta$elecem rela#ão causal. Em :, todas as preposi#5es são possíveis no conte(to. Ao che)armos H lacuna G, perce$emos que a e(pressão correta 4 0e% compara#ão com1 ou 0na *em ^ a+ compara#ão com1. Aí você me per)untaK 0/or quê?1 Aí eu respondoK 0Uratase de uma locu#ão prepositiva fi(a, cristali%ada na lín)ua portu)uesa.1

Sendo assim, ficamos entre a op#ão A e a op#ão B. Qepois de preenchidas as lacunas 9 *locu#5es prepositivas causais+ e 3 *re)ência correta do su$stantivo [desaten#ão\ *com++, a J resolve nossa vida. ; ver$o [passar\ e(i)e a preposi#ão [por\, que fica o$ri)atoriamente antes do pronome relativo [as quais\. ]o)o, por ^ as quais X pelas quais. ma)ine se você não sou$esse a re)ência do ver$o [passar\?

Sendo assim, o te(to, todo $onitinho, fica assimK

; alto custo da folha de pessoal, e% #a,o !os  encar)os e das re)ras rí)idas $a#a  contrata#ão e demissão, 4 fator decisivo da $ai(a produtividade do tra$alho no Brasil e, na compara#ão com outros países, seu efeito se torna ainda mais not"vel $o# &a)sa !a  valori%a#ão do cm$io. Qa mesma forma, o peso e(cessivo dos tri$utos e o pre#o elevado da ener)ia, entre outros itens que comp5em os custos industriais, redu%em a competitividade da indstria. Qo lado das empresas, o nível muito $ai(o de investimentos em inova#ão mostra despreocupa#ão ou desaten#ão &o% )% !os  fatores essenciais para a conquista e

preserva#ão dos mercados mais promissores da economia

contempornea. R" muitas coisas al4m do cm$io nas dificuldades $elas +)ais passa a indstria no /aís.

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