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Wcm Mentorindustrial Excellence 2014

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(1)

Eng. Sergio Kimimassa NAGAO

Eng. Sergio Kimimassa NAGAO

World Class Maintenance

World Class Maintenance

est

est

Practices

Practices

Ma

Ma

nut

nut

enç

enç

ão Class

ão Class

Mu

Mu

nd

nd

ial

ial

Me

Me

lh

lh

or

or

es

es

Pr

Pr

át

át

ic

ic

as

as

 –

 –

MSc

MSc

. Poli

. Poli

-

-

USP

USP

Excellence Consulting & Services

Excellence Consulting & Services

T:

T:

(0xx19)

(0xx19)

3213

3213

8100

8100

Cel

Cel

: (019) 98171 5059

: (019) 98171 5059

E

E

-

-

Mail:

Mail:

[email protected]

[email protected]

r

r

www.ExcellenceConsult.com.br

www.ExcellenceConsult.com.br

www.TermovisorBrasil.com.br

www.TermovisorBrasil.com.br

www.ExcellenceLub.com.br

www.ExcellenceLub.com.br

www.RedeManutencao.com.br

www.RedeManutencao.com.br

   E    E    X    X    C    C    E    E    L    L    L    L    E    E    N    N    C    C    E

(2)
(3)

OBJETIVOS E ESCOPO

OBJETIVOS E ESCOPO

OBJETIVOS

OBJETIVOS

Estruturar Conceitos Básicos Manutenção

Estruturar Conceitos Básicos Manutenção

Identificar Melhores Práticas: Processos

Identificar Melhores Práticas: Processos

Gerenciamento, Metodologias e Ferramentas

Gerenciamento, Metodologias e Ferramentas

Experiências Práticas na Implementação

Experiências Práticas na Implementação

Ter Processo Estruturado para Avaliação e

Ter Processo Estruturado para Avaliação e

Diagnóstico Manutenção

Diagnóstico Manutenção

Propor Ações Melhorias

Propor Ações Melhorias

(4)

Evolução Manutenção

Evolução Manutenção

Histórico Manutenção

Histórico Manutenção

  ManutençãoManutenção Acidental Acidental   ManutençãoManutenção Preventiva Preventiva   PlanejamentoPlanejamento e Controle e Controle 

 MainMain FramesFrames

1a. Geração

1a. Geração

3a. Geração

3a. Geração

2a. Geração

2a. Geração

  ManutençãoManutenção Preditiva Preditiva   ConfiabilidadeConfiabilidade   Segurança eSegurança e Meio Ambiente Meio Ambiente   TPMTPM 

 Redes MicrosRedes Micros

  SistemasSistemas Informatização Informatização Manutenção Manutenção   RCMRCM   ManutençãoManutenção Pró Pró--AtivaAtiva 

 RCFARCFA – – AnáliseAnálise Causa Raiz da Causa Raiz da Falha

Falha

 ProPro--Active RCMActive RCM33

 Internet e RedesInternet e Redes

 Gestão EstratégicaGestão Estratégica da Manutenção da Manutenção

 Expert SystemsExpert Systems

 World ClassWorld Class Maintenance Maintenance

4a. Geração

(5)

PRÓ PRÓ AATIVOTIVO REATIVO REATIVO PROACTIVE MAINTENANCE PROACTIVE MAINTENANCE BREAK DOWN:

BREAK DOWN: Pós FalhaPós Falha

Conserto o que quebra

Conserto o que quebra

PREDICTIVE:

PREDICTIVE: Condition BasedCondition Based

Monitoramento

Monitoramento TTendência Falhaendência Falha

DETECTIVE:

DETECTIVE: Hidden FailureHidden Failure

Detecção Falhas Ocultas

Detecção Falhas Ocultas

PREVENTIVE:

PREVENTIVE: Time BasedTime Based

Troco ou recupero antes da quebra

Troco ou recupero antes da quebra

PROACTIVE:

PROACTIVE: Root Causes of FailureRoot Causes of Failure

Eliminação Causa Raiz da Falha

(6)

MANUTENÇÃO PLANEJADA

MANUTENÇÃO PLANEJADA

Atividades da Manutenção

Atividades da Manutenção

Manutenção

Manutenção

Melhorias

Melhorias

Equipamentos

Equipamentos

Preventiva

Preventiva

Sistemática Sistemática (no tempo) (no tempo) Preditiva Preditiva (condição) (condição) Detectiva Detectiva (falhas ocultas) (falhas ocultas) 

 Melhoria ConfiabilidadeMelhoria Confiabilidade

Equipamentos e Processos Equipamentos e Processos

Corretiva

Corretiva

Emergência

Emergência

Programada Programada

(7)
(8)

World Class Maintenance

MANUTENÇÃO: missão

Manter equipamentos e instalações

Consertar

Disponibilizar 

Prevenção: evitar a falha

Confiabilidade

Ações de Melhoria

Pró-atividade: antecipar -se ao problema

(9)

World Class Maintenance

DESAFIOS

Competitividade: Custo

 Adoção Inovações Tecnológicas

Qualidade dos Serviços

Tempo de Atendimento

Disponibilidade Operacional

Flexibilidade

Gestão de Contratação de Serviços

Criatividade e Inovação

(10)

World Class Maintenance

Ser reconhecida como uma área de

Manutenção Classe Mundial, buscando

os melhores níveis de performance no

atendimento às demandas de nossos

clientes:

 Alta Disponibilidade

Rápido Atendimento

Serviços de Alta Qualidade

Custos Competitivos

(11)

Processo de Planejamento para Melhoria de Performance

Análise Sistema

Organizacional

Hipótese de Base

Plano Ação

Metas

Estratégicas

Trabalho Times

Implantação Ações

Medição

Indicadores Chave

Performance

Indicadores Chave

Performance

Gerenciamento

Implementação

PDCA

Indicadores Chave

Performance

(12)

World Class Maintenance

Performance

Tradicional

WCM

Tempo

   S  o   u   r   c   e   :    C  a   r    d  o   s   o   -   R    h  o    d    i  a

(13)

Processo de Mudança

Querer Mudar

Crença

Ação

Nível Atual

Nível Desejado

GAP

Ação

(14)

EXCELÊNCIA EM MANUTENÇÃO

MANUTENÇÃO EXCELÊNCIA

CULTURA ORGANIZACIONAL

M

P

T

P

L

A

N

N

I

N

G

S

T

A

T

E

G

I

C

S

I

G

E

M

A

N

R  E L I A B I L I T Y

T

I

M

E

S

P

E

D

I

T

I

V

A

5

S

(15)

World Class Maintenance

BEST PRACTICES

Políticas e Práticas Gestão:

5 S e Gerenciamento Qualidade Total

Planejamento Estratégico

Indicadores de Performance

Sistema Gerenciamento Manutenção

Programa Inspeção de Equipamentos

Manutenção Preditiva

(16)

World Class Maintenance

BEST PRACTICES...

Lubrificação Avançada

Inovação Tecnológica

 Atendimento e Satisfação Clientes

Gestão Recursos Humanos

Segurança Industrial e Meio Ambiente

Benchmarking

RCM - Manutenção Centrada em

(17)

CRITÉRIOS DE ANÁLISE MANUTENÇÃO

Gestão de Recursos Humanos

Estrutura Organizacional

Infra-Estrutura

Sistema de Gerenciamento de

Manutenção

Recursos Tecnológicos

Políticas de Intervenção

Planejamento, Programação e Controle

Serviços

(18)

CRITÉRIOS DE ANÁLISE MANUTENÇÃO

Gestão de Materiais

Gestão de Contratação de Serviços

Análise do Estado Físico Instalação

Cultura Organizacional

Segurança Industrial e Meio Ambiente

Indicadores de Performance

Entrevistas com Clientes e Equipe

Manutenção

(19)

Metodologia Avaliação Estágios Manutenção

Início: Apresentação Processo

Análise Macro-Grade

Questionário

Campos de Análise

Dados e Indicadores

Benchmarking

Análise Sistema

Organizacional

Metas e Ações

Conclusão e Sugestões

(20)

Dados e Indicadores

Nome Empresa

Setor

Efetivo: Manutenção, Operação, Outros, Efetivo

Manutenção/Total Usina

Prioridades Serviços: Emergências, Urgências e

Serviços Programados

Estoque Manutenção: Valor, No. Ítens, Rotatividade,

Valor Estoque/Custo Manutenção

Tipo Intervenção: Corretiva, Preventiva Sistemática,

Preditiva, Detectiva, Melhorias e Apoio à Produção

Disponibilidade, OEE e OPE

Custo de Manutenção, Custo de Manutenção / Produção,

Custo de manutenção / Faturamento

(21)

Análise Macro- Grade Estágio Manutenção

Característ.

Estágio de Excelência Manutenção

Tópicos

Conserv. Seguid. Inovad. Líder 

1. Gestão

Seleção

Recursos

Treinam.

Humanos

Desemp.

Remuner.

2. Estrutura Atuação

Organizac. Eng. Manut.

Plan. Progr.

3. Infra-

Máquinas

Estrutura

Teste/calib.

Oficinas

Ferramen.

Org. Limp.

Informatiz.

(22)
(23)

Questionário Campos de Análise

SISTEMA GERENCIAMENTO MANUTENÇÃO

ÍTEM

0%

25%

50%

75%

100%

1. Gestão Equipamentos

2. Planejamento e Programação

3. Módulo Gestão Materiais

4. Gestão de Custos

5. Equipamentos: dados técnicos

6. Histórico Falhas e Confiabilidade

7. Exploração Custos: redução

8. Gerenciamento Lubrificação

9. Procedimentos Intervenção

10. Alocação Automática M. Obra

11. Módulo Parada

12. Integração Módulos

13. Navegabilidade

(24)

Processo de Planejamento para Melhoria de Performance

Análise Sistema

Organizacional

Hipótese de Base

Plano Ação

Metas

Estratégicas

Trabalho Times

Implantação Ações

Medição

Indicadores Chave

Performance

Indicadores Chave

Performance

Gerenciamento

Implementação

PDCA

Indicadores Chave

Performance

(25)

JIPM: Japan Institute of Plant Maintenance

Início Conceitos MPT: Japão - 1971

Maximizar eficiência sistema produtivo

Implementação da Gestão de Manutenção e

de Ativos: Toda Vida Útil Equipamento

Envolvimento da Produção + Manutenção

Utilização da metodologia MPT no chão de

fábrica através de atividade de

equipes

(26)

10 PILARES MPT

MPT - Manufatura Produtiva Total

   M    A    N    U    T    E    N    Ç     Ã   O    P    L    A    N    E    J    A    D    A    M    A    N    U    T    E    N    Ç     Ã   O    A    U    T     Ô   N    O    M    A    M    E    L    H    O    R    I    A    F    O    C    A    D    A    G    E    R    E    N    C    I    A    M    E    N    T    O    Q    U    A    L    I    D    A    D    E    E    D    U    C    A    Ç     Ã   O    E    T    R    E    I    N    A    M    E    N    T    O     Á   R    E    A    A    D    M    I    N    I    S    T    R    A    T    I    V    A    C    O    N    T    R    O    L    E    I    N    I    C    I    A    L    S    E    G    U    R    A    N    Ç    A ,    H    I    G    I    E    N    E    E    M    E    I    O    A    M    B    I    E    N    T    E

CULTURA ORGANIZACIONAL

   C    O    N    F    I    A    B    I    L    I    D    A    D    E    L    O    G     Í   S   T    I    C    A   -   S    U    P    P    L    Y    C    H    A    I    N

(27)
(28)

RENDIMENTO GLOBAL DOS EQUIPAMENTOS

OEE - Overall Equipment Efficiency

OEE = Disponibilidade * Taxa Desempenho * Taxa Produtos Aprovados

Falhas em Equipamentos Set Ups & Ajustes Troca Ferramentas

Acionamento

DISPONIBILIDADE

Tempo de Carga - Tempo de Parada Tempo de Carga    T  e  m   p   o    d  e    C  a   r   g   a    T  e  m   p   o    C  a    l  e  n    d    á  r    i  o    P  a   r   a    d  a   s    P  r  o   g   r   a   m   a    d  a   s

Tempo

de

Operação

Perdas por  Paradas

Tempo

Efetivo de

Operação

Pequenas Paradas Queda Velocidade Perdas de Performance TAXA DE DESEMPENHO

Tempo Padrão * Unidades de Ciclo Processadas

* 100 Tempo de Operação

TAXA PRODUTOS APROVADOS

Unidades _ Unidades Processadas Defeituosas * 100 Unidades Processadas Tempo de Operação C/ Valor Agregado Perda por  Defeitos

(29)
(30)

CONFIABILIDADE

É a probabilidade de que um equipamento

opere com sucesso por um período de tempo

especificado e sob condições de operação

previamente especificados.

T

=

0

T

=

t

Probabilidade de

chegar ao destino

(31)

FALHA

O sistema falha quando o sistema não cumpre a sua missão

MTBF: Tempo médio entre falhas (Mean Time Betwen Failure)

 O cálculo simplificado poderia ser realizado, tomando-se em conta o período

considerado o tempo de operação (por exemplo se o tempo de operação for 700 h), dividido pelo número de falhas no período. Se tivermos 10 falhas neste período, teríamos o MTBF de 70 horas. Isto quer dizer que em média a cada 70 horas tivemos uma parada com perda de produção.

MTTR: Tempo médio para reparos (Mean Time to Repair )

Operação Manut. Operação Man. Operação

(32)

PORTÃO “e”

TOPO

Falha 1

Falha 2

Falha 3

P (Topo) = P (1) * P (2) * P (3)

PORTÃO “e”

(33)

PORTÃO “ou”

TOPO

PORTÃO “ou” 

Falha 1

Falha 2

P (Topo) = P (1) + P (2) - P (1) * P (2)

ÁRVORE DE FALHAS

(34)

HAZOP

Utilização no Projeto ou Alteração Instalações

HAZOP: método para identificar perigos e prevenir

problemas operacionais em uma instalação de processo.

 Avaliação não quantificada de riscos envolvidos.

Oportunidade de liberar imaginação, pensando em todos os

modos pelos quais um evento possa ocorrer ou

um problema operacional possa surgir.

Reflexão sistematizada.

Cada circuito é analisado, linha a linha, para

cada tipo desvio, passível de ocorrer nos

parâmetros funcionamento.

(35)

PALAVRA GUIA DESVIO

Nenhum Ausência de fluxo ou fluxo reverso

Mais Mais, em relação a um parâmetro importante.

Ex: maior vazão, maior temperatura, maior pressão, etc. Menos Menos em relação a um parâmetro importante.

Ex: menor vazão, etc.

Mudança na Alguns componentes em maior ou menor proporção ou Composição faltando.

Componentes Componentes a mais em relação ao que deveria existir. a mais Fase extra, impurezas, contaminação, etc.

Outras Partida, parada, funcionamento pico, meia carga, Condições manutenção, modo alternativo operação, etc.

Operacionais

(36)

Análise “Porque

-

Porque”

Modo Falha

Causa

Causa

Causa

Exemplo: O pistão não opera.

Porque? Resposta Ação

Porque o pistão não opera? A válvula travou Revisar a válvula Porque a válvula travou? O óleo estava sujo Filtrar o óleo

Porque o óleo está sujo? Sujeira entra no tanque Evite entrada sujeira Fornecimento óleo contaminado Aquisição óleo limpo Partículas de desgaste Instalar filtro absoluto Porque a sujeira entra? Entra pelo respiro Instale filtro respiro

Modo Falha

(37)
(38)

PARETO

GRÁFICO PARETO: Estratificação e Priorização

No. Falhas

Tipos de Falhas

Quebra rolamento

Desbalanceamento

Falha lubrificação

Desalinhamento

Quebra acoplamento

(39)

ESPINHA DE PEIXE - ISHIKAWA

Diagrama Causa e Efeito

Man Machine Method

Homem Máquina Método

Material Meio Ambiente Processo

(40)

INTRODUÇÃO

Tivemos grande evolução nos conceitos e técnicas de

manutenção nos últimos anos

Indústria aeronáutica: década de 60, altos custos de

manutenção

Reliability-Centred Maintenance - Stanley Nowlan &

Howard Heap - United Airlines - DEZ/78

RCMII - John Moubray - 1991

RCM

 –

Smith - 1993

Effective RCM: New Approach

 –

RCM

3

- Nagao

Total Plant Reliability Management

MCC

Cons

ideração sistemática funções sistema, modos

falha e critérios priorização para definição de uma

Política de Manutenção.

(41)

MCC - Falhas em Aeronaves (1978)

A

B

C

D

E

F

4 %

2 %

5 %

7 %

14 %

68 %

(42)

DIAGRAMA MCC SIMPLIFICADO

 Adaptação

Falha é oculta? Segurança ou Produção ou

(Não é evidente Meio Ambiente Qualidade para o operador )

Tarefa sob Sim

Condição Não

Reprojeto

Mandatório Nenhuma ManutençãoProgramada

Reprojeto deve

Não Não Não

Sim Sim Sim

CONSEQÜÊNCIAS CONSEQÜÊNCIAS CONSEQÜÊNCIAS FALHA OCULTA SEGURANÇA E MEIO OPERACIONAIS NÃO

 AMBIENTE OPERACIONAIS Tarefa Sim Preventiva Não    A    N     Á   L    I    S    E    D    A    C    A    U    S    A    R    A    I    Z    D    A    F    A    L    H    A    E    l    i  m    i  n   e   a   s    C  a   u   s   a   s    R  a    i  z    d  a    F  a    l    h  a  . Tarefa Sim Detectiva Não Tarefa Sim Preditiva Não F1: FILTRO DETECTIVO

Tarefas de Detecção de Falhas Ocultas

F2: FILTRO PREDITIVO

Tarefas de Manutenção sob Condição

F3: FILTRO PREVENTIVO

Tarefa Preventiva de Recuperação ou de Descarte

Tarefa Sim

Detectiva Não Tarefa Detectiva Sim Não

Tarefa Sim

Preventiva Não Preventiva Tarefa Sim Não

   T    A    X    A    D    E    F    A    L    H    A    /    R    I    S    C    O     É   A    C    E    I    T     Á   V    E    L    ?    S  e   n    ã  o   :   r   e   p   r   o    j  e    t  o  . Tarefa Sim

Preditiva Não Tarefa Preditiva Sim Não

Conseqüências Não Operacionais

(43)
(44)

MCC - Manutenção Centrada em Confiabilidade

PLAN- A Processo: Transfer. Propano Planilha No.: 01A Coord: Nagao Data: Planilha de Sistema: Bombeamento Revisão: 0 Equipe: 21/03/2000

 Análise Equipamento: Bomba BA01 Folha: 1/3

MCC

FUNÇÃO FALHA FUNCIONAL MODO FALHA

I Bombear A Nenhuma Vazão 1 Falha Sistema Não bombeamento N N S Propano com Acionam. Elétrico propano.

vazão mín. a) Falta energia Não preenchimento N N S 25 t/h e b) Curto cabo reservatório

pressão aliment. Elétr. Imtermediário

mínima de c) Falha Caixa Falta produto N N S

20 bar. Conexão no cliente.

d) Queima fusível e) Atuação Relé

Proteção f) Curto Painel

2 Falha no Motor Idem acima N N S a) Queima estator 1. Sobrecarga a. excesso partida. b. Sub dimens. 2. Verniz Envelhecido. b) Quebra barra rotor

Descrição do Ítem: O sistema de transferência do Propano consiste em transferir o propano do reservatório de propano mantido a - 45oC 50 cm H20 para o reservatório intermediário a 15 km. Ele é bombeado e aquecido

por um sistema de trocador de glicol para evitar temperaturas criogênicas na tubulação transferência.

CONSEQÜÊNCIA DA FALHA Descrição S MA O

(45)
(46)

MCC - Manutenção Centrada em Confiabilidade

PLAN-B

Planilha de Processo:Transfer. Propano Planilha No.: 01B Coord: Nagao Data:

Decisão MCC Equipamento: Bomba - BA01 Folha:01/03

Referência

Informação Tarefa Proposta Freqüência

Respon-da sável

F FF MF Tarefa

I A 1a N N N N 1 8 8 Falta energia elétrica -Será analisada a parte.

1b N S N N 1 8 8 Verificar condição cabo. Sem. Elét. 1c N S N N 1 8 8 Verificar condição caixa. Anual Elétr. 1d N N N N 1 8 8 Queima fusível

-se aleatória. Nada fazer.

N N N S 2 8 16 Se mal dimensionamento Ação Elétr. redimensionar/substituir única

1e N N N N 2 8 16 Se fora calibração, Ação Elétr. recalibrar. corretiva

S N N N 2 8 16 Verificar calibração Anual Elétr. 1f N S N N 3 8 24 Termografia Semestral Elétr.

Infrared Mensal    P  r   e    d    i    t    i  v  a    P  r   e   v   e   n    t    i  v  a    R  e   p   r   o    j  e    t  o    D  e    t  e   c    t    i  v  a    F  r   e   q    ü    ê  n   c    i  a    F  a    l    h  a    C  o   n   s   e   q .    R    i  s  c   o

(47)
(48)

Lubrificação de Alta Performance

CAUSA DE FALHA DE ROLAMENTOS

   E    X    C    E    L    L    E    N    C    E

LUB

Lubrificação Inadequada

34,4 %

Contaminação

19,6 %

Erros de Montagem

17,7 %

Sobrecarga

6,9 %

Erros Estocagem

& Manuseio

2,8 %

Outros

18,6 %

Falhas Lubrificação

54,0 %

(49)

LUBRIFICANTES 3 ª

.

GERAÇÃO

Lubrificantes de altíssima performance

Tecnologia engenharia superfície: aditivos

1

o

Passo: Formação película protetora

2

o

Passo: Compressão película protetora

3

o

Passo: Alisamento superfície com nivelamento picos e vales

superfície metálica

Redução dos níveis atrito dinâmico até 78%

Redução temperatura de até 10

o

C

 Acréscimo de 80 % superfície contato

 Aumento vida útil equipamento com

redução

custos manutenção

Lubrificação de Alta Performance

   E    X    C    E    L    L    E    N    C    E

LUB

(50)

CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE

 Alto Coeficiente de Filme

Teste Carga ASTM D-2782 Timkem O.K.

Lubrificação de Alta Performance

   E    X    C    E    L    L    E    N    C    E

LUB

Óleo

Óleo

Royal

Sintético

Mineral

Purple

A resistência de filme da Royal Purple é 400 por cento maior que

outros óleos minerais ou sintéticos, o que diminui em muito o

desgaste e aumenta a vida útil do equipamento.

Carga

Tinkem

O.K.

Libras

0 20 40 60 80 100

(51)

CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE

 Alto Poder Separação da Água

 ASTM D-1401 - Teste Demulsividade

Lubrificação de Alta Performance

   E    X    C    E    L    L    E    N    C    E

LUB

Início Óleo Óleo Royal Teste Mineral Sintético Purple 80 _

60 _ 40 _ 20 _

O Óleo Sintético Royal Purple com Synerlec separa rapidamente da água. Óleos sem umidade estendem a vida do rolamento. A água é facilmente

drenada do dreno do cárter. A contaminação com água oxida o lubrificante, diminuindo a vida útil dos rolamentos, mancais e engrenagens.

Mililitros Emulsão Óleo/Águ

Água Óleo Royal Purple    E  m   u    l  s    ã  o     Ó   l  e   o    /     Á  g   u   a    A  p    ó  s    6    0  m    i  n  u    t  o  s    A  p    ó  s    6    0  m    i  n  u    t  o  s    A  p    ó  s   s   o   m   e   n    t  e    2    0   m    i  n  u    t  o  s

(52)

Lubrificação de Alta Performance

EFEITO DA UMIDADE NA VIDA DA MÁQUINA

   E    X    C    E    L    L    E    N    C    E

LUB

Nível de umidade no óleo ppm

2x 3x 4x 5x 6x 7x 8x 9x 10x 50.000 12.500 6.500 4.500 3.125 2.500 2.000 1.500 1.000 782 25.000 6.250 3.250 2.250 1.563 1.250 1.000 750 500 391 10.000 2.500 1.300 900 635 500 400 300 200 156 2.500 625 325 225 156 125 100 75 50 39 5.000 1.200 650 450 313 250 200 150 100 78 1.000 250 130 90 63 50 40 30 20 16 250 63 33 23 16 13 10 8 5 4 100 25 13 9 6 5 4 3 2 2 500 125 65 45 31 25 20 15 10 8

Fator de Extensão de Vida (LEV)

(53)

CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE

 Vida Longa da Vida Óleo

US Bureau Standards “TFOUT” 

Teste de Oxidação Severa a 182

o

C

Lubrificação de Alta Performance

   E    X    C    E    L    L    E    N    C    E

LUB

Royal Purple é 10 vezes mais estável à oxidação neste teste. No teste laboratório na

US/Steel - ASTM D-2893, tem um intervalo de troca

equivalente a 20 anos em

serviço ( 271dias de teste com 0 % alteração de viscosidade). Desprezando a contaminação do óleo, a oxidação é o

parâmetro da vida do óleo. Clientes também no Brasil comprovam uso de mais de 4 anos sem troca de óleo.

Evitando a contaminação, o óleo sintético da Royal Purple tem uma vida muito longa.

Óleo Óleo Royal Mineral Sintético Purple

25 _  20 _  15 _  10 _  5 _ 

Horas

para

Falha

(54)

CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE

Economiza Energia

Reduz o Atrito:

Teste Atrito Falex No. 1

Royal Purple x Óleo Premium

Lubrificação de Alta Performance

   E    X    C    E    L    L    E    N    C    E

LUB

Óleo Sintético Royal Purple com Synerlec reduz o atrito dinâmico

em até 78,7 %, economizando energia e dinheiro. Economia de

energia somente paga o investimento no óleo.

Atrito Estático (Início Teste) 5 _  4 _  3 _  2 _  1 _  Atrito Estático Libras - 17,5 % 5 _  4 _  3 _  2 _  1 _  Atrito Dinâmico Libras - 78,7 %

(55)

CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE

Proteção Superior à Corrosão

Teste Corrosão Cobre ASTM D-130 (98,8

o

C)

Lubrificação de Alta Performance

   E    X    C    E    L    L    E    N    C    E

LUB

Requerido Royal 3 horas teste Purple

200 _  160 _  120 _  80 _  40 _ 

O Óleo Sintético Royal Purple com Synerlec oferece uma proteção

superior à corrosão para metais ferrosos e não ferrosos. Protege durante a operação e age como um óleo preservativo nos intervalos de paradas, devido características de alta adesividade a superfícies metálicas.

Horas

Teste

(56)

CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE

Reduz a Vibração nos Equipamentos

Lubrificação de Alta Performance

   E    X    C    E    L    L    E    N    C    E

LUB

O Óleo Sintético Royal Purple com

Synerlec tem teste de performance

comprovado na redução de

vibrações nos equipamentos

rotativos e alternativos.

Devido à propriedade de

micro-polimento, ele diminui a rugosidade

superficial do metal, diminuindo a

vibração e gerando também menos

partículas de desgaste.

(57)

CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE

Propriedade de “Micro

-

Polimento” da Superfície

Lubrificação de Alta Performance

   E    X    C    E    L    L    E    N    C    E

LUB

Superfície nova da pista do rolamento com aumento de 1.500 x

O aditivo especial Synerlec da Royal Purple faz um micro-polimento da superfície metálica, eliminando as irregularidades superficiais do material, reduzindo o atrito superficial (as irregularidades da superfície do rolamento evitam a separação plena dos componentes pelo filme lubrificante,

provocando o desgaste).

A mesma superfície do rolamento desgastada após a utilização de um óleo

sintético de um concorrente.

A mesma superfície do rolamento após micro por Synerlec da Royal Purple

(58)

Lubrificação de Alta Performance

IMPACTO DA REDUÇÃO DO NÍVEL DE VIBRAÇÃO NA

 VIDA ÚTIL DO ROLAMENTO

 Assumindo que a carga dinâmica é o maior componente de força

   E    X    C    E    L    L    E    N    C    E

LUB

% de Redução

de Vibração

% de Aumento de Vida Útil

do Rolamento

Rolamento Tipo

Esfera

Outros Tipos de

Rolamentos

5 17 19 10 37 42 15 63 72 20 95 110 25 137 161 30 192 228 40 363 449

(59)
(60)

CARACTERÍSTICAS PERFORMANCE

 Alto Nível de Limpeza do Óleo

Lubrificação de Alta Performance

   E    X    C    E    L    L    E    N    C    E

LUB

Os lubrificantes sintéticos industriais da Royal Purple líder em venda são filtrados a um nível de 150 a 200 vezes mais limpos que os óleos

lubrificantes convencionais. Óleos limpos reduzem em muito o desgaste e aumentam a vida útil dos componentes e dos equipamentos.

O nível de limpeza típico dos lubrificantes Royal Purple é 14 / 13 / 11.

Nível de limpeza convencional dos

lubrificantes do mercado: ISO 20/18/16

Nível de limpeza dos lubrificantes da Royal Purple: ISO 14/13/11

Aumento

de 100 x

(61)

Efeito do Nível de Limpeza na Vida de Sistemas Hidráulicos

Lubrificação de Alta Performance

   E    X    C    E    L    L    E    N    C    E

LUB

Nível de Limpeza do Óleo ISO 4406

Fator de Extensão de Vida

Aumentando o Nível de Limpeza ISO 4406:99 de um Óleo Hidráulico de 20/17 para 13/11 aumentará a vida do sistema hidráulico em 6 vezes (500 por cento).

2x 3x 4x 5x 6x 7x 8x 9x 10x

23/20 20/17 19/16 18/15 17/14 17/13 16/13 16/12 15/12 15/11

22/19 19/16 18/15 17/14 16/13 16/12 15/12 14/11 14/10 14/10

21/18 18/15 17/14 16/13 15/12 15/11 14/11 14/10 14/10 13/10

(62)

Lubrificação de Alta Performance

O RESULTADO

Mesmo uma pequena redução de ganhos em energia pode mostrar

ganhos surpreendentes. A seguinte tabela em artigo publicado na

revista

Machinery Lubrication

 , ilustra este ponto.

   E    X    C    E    L    L    E    N    C    E

LUB

Empresa Tipo Óleo Custo Custo % Ganhos

Localização Compressor HP Anterior Elétrico Operacional Ganhos por Kwh 1.000 h 1.000 hs

(US$) (US$) (US$)

Cold Storage

Plant Georgia Parafuso 75 Mineral 0,05 3.108,38 9,2 285,97 Food Plant Parafuso 300 Sintético 0,04 9.946,80 7,9 785,80  Arkansas

Food Plant Alternativo 300 Sintético 0,04 9.946,80 9,2 914,11  Arkansas

Food Plant Parafuso 400 Mineral 0,055 18.235,80 11,5 2.093,47 Iowa

(63)
(64)

Lubrificação de Alta Performance

RELATOS DOS USUÁRIOS

Neste compressor de ar conseguimos

uma redução de consumo de energia

de 6 % e redução de 12 % na temperatura de operação. A

economia média foi de 2,5 % o que pagou a diferença do

preço do óleo em 19 dias.

Desde 1991 que iniciamos a sua utilização, não tivemos que

trocar o seu óleo... que monitoramos pelo programa de

análise de óleo. Não tivemos nenhuma falha em rolamentos

há 35.000 horas operação.

Tínhamos em média 8 a 10 falhas de redutores / ano, com

custo unitário de US$ 10.000/cada. Após a substituição com

o óleo Royal Purple, tivemos somente 1 quebra no último

ano.

(65)

CONCLUSÃO

Tendências e Visão de Futuro

Utilização maior monitoração on line: preditiva

Maior integração entre equipe produção e manutenção

Polivalência operacional

Lubrificação de Alta Performance

Crescimento Utilização de Trabalhos em Times com

equipes multidisciplinares : TPM, Confiabilidade, Análise

de Falhas

Tecnologia da informação: coletores portáteis com coleta

de dados e consulta on-line

Equipamentos e sistemas experts

(66)

CONCLUSÃO

Estas propostas de melhoria tem que nascer

de uma visão comum da equipe através

planejamento estratégico.

Ter a participação e apoio da alta direção.

Precisamos ter a confiança de que a nossa

tripulação tem a competência para enfrentar

tempestades e alcançar o porto de destino.

Isto nos dá a certeza de estarmos em um

barco vencedor.

(67)

EXCELLENCE CONSULTING & SERVICES

 AGRADECIMENTOS

Muito obrigado pela atenção de todos!!!!

Consultoria:

 Análise, Diagnóstico e Propostas de Melhoria Manutenção

Planejamento Estratégico

5 S e MPT: Manutenção Produtiva Total

World Class Maintenance: Workshop & Coaching

RCM: Manutenção Centrada em Confiabilidade

Planejamento e Engenharia Manutenção

Manutenção Preditiva

Referências

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