Introdução
Por muito tempo, a educação profissional foi desprezada e considera-da de segunconsidera-da classe. Atualmente, a opção pela formação técnica é festejaconsidera-da, pois alia os conhecimentos do “saber fazer” com a formação geral do “conhe-cer” e do “saber ser”; é a formação integral do estudante.
Este livro didático é uma ferramenta para a formação integral, pois alia o instrumental para aplicação prática com as bases científicas e tecnológicas, ou seja, permite aplicar a ciência em soluções do dia a dia.
Além do livro, compõe esta formação do técnico o preparo do professor e de campo, o estágio, a visita técnica e outras atividades inerentes a cada plano de curso. Dessa forma, o livro, com sua estruturação pedagogicamente elaborada, é uma ferramenta altamente relevante, pois é fio condutor dessas atividades formativas.
Ele está contextualizado com a realidade, as necessidades do mundo do trabalho, os arranjos produtivos, o interesse da inclusão social e a aplicação cotidiana. Essa contextualização elimina a dicotomia entre atividade intelectual e atividade manual, pois não só prepara o profissional para trabalhar em ati-vidades produtivas, mas também com conhecimentos e atitudes, com vistas à atuação política na sociedade. Afinal, é desejo de todo educador formar cidadãos produtivos.
Outro valor pedagógico acompanha esta obra: o fortalecimento mútuo da formação geral e da formação específica (técnica). O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) tem demonstrado que os alunos que estudam em um curso técnico tiram melhores notas, pois ao estudar para resolver um pro-blema prático ele aprimora os conhecimentos da formação geral (química, física, matemática, etc.); e ao contrário, quando estudam uma disciplina geral passam a aprimorar possibilidades da parte técnica.
Pretendemos contribuir para resolver o problema do desemprego, pre-parando os alunos para atuar na área científica, industrial, de transações e comercial, conforme seu interesse. Por outro lado, preparamos os alunos para ser independentes no processo formativo, permitindo que trabalhem durante parte do dia no comércio ou na indústria e prossigam em seus estu-dos superiores no contraturno. Dessa forma, podem constituir seu itinerário formativo e, ao concluir um curso superior, serão robustamente formados em relação a outros, que não tiveram a oportunidade de realizar um curso técnico.
Por fim, este livro pretende ser útil para a economia brasileira, aprimo-rando nossa força produtiva ao mesmo tempo em que dispensa a importação de técnicos estrangeiros para atender às demandas da nossa economia.
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Por que a Formação Técnica de Nível Médio É Importante?
O técnico desempenha papel vital no desenvolvimento do país por meio da criação de recursos humanos qualificados, aumento da produtividade industrial e melhoria da quali-dade de vida.
Alguns benefícios do ensino profissionalizante para o formando:
• Aumento dos salários em comparação com aqueles que têm apenas o Ensino Médio. • Maior estabilidade no emprego.
• Maior rapidez para adentrar ao mercado de trabalho. • Facilidade em conciliar trabalho e estudos.
• Mais de 72% ao se formarem estão empregados.
• Mais de 65% dos concluintes passam a trabalhar naquilo que gostam e em que se
formaram.
Esses dados são oriundos de pesquisas. Uma delas, intitulada “Educação profissional e você no mercado de trabalho”, realizada pela Fundação Getúlio Vargas e o Instituto Votorantim, comprova o acerto do Governo ao colocar, entre os quatro eixos do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), investimentos para a popularização da Educação Profissional. Para as empresas, os cursos oferecidos pelas escolas profissionais atendem de forma mais eficiente às diferentes necessidades dos negócios.
Outra pesquisa, feita em 2009 pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), órgão do Ministério da Educação (MEC), chamada “Pesquisa nacional de egressos”, revelou também que de cada dez alunos, seis recebem salário na média da categoria. O per-centual dos que qualificaram a formação recebida como “boa” e “ótima” foi de 90%.
Ensino Profissionalizante no Brasil e
Necessidade do Livro Didático Técnico
O Decreto Federal nº 5.154/2004 estabelece inúmeras possibilidades de combinar a
formação geral com a formação técnica específica. Os cursos técnicos podem ser ofertados da seguinte forma:
a) Integrado – Ao mesmo tempo em que estuda disciplinas de formação geral o aluno também recebe conteúdos da parte técnica, na mesma escola e no mesmo turno. b) Concomitante – Num turno o aluno estuda numa escola que só oferece Ensino
Médio e num outro turno ou escola recebe a formação técnica.
c) Subsequente – O aluno só vai para as aulas técnicas, no caso de já ter concluído o Ensino Médio.
Com o Decreto Federal nº 5.840/2006, foi criado o programa de profissionalização para a modalidade Jovens e Adultos (Proeja) em Nível Médio, que é uma variante da forma integrada.
Em 2008, após ser aprovado pelo Conselho Nacional de Educação pelo Parecer CNE/CEB nº 11/2008, foi lançado o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, com o fim de orientar a oferta desses cursos em nível nacional.
O Catálogo consolidou diversas nomenclaturas em 185 denominações de cursos. Estes estão organizados em 13 eixos tecnológicos, a saber:
1. Ambiente e Saúde
2. Desenvolvimento Educacional e Social 3. Controle e Processos Industriais 4. Gestão e Negócios
5. Turismo, Hospitalidade e Lazer 6. Informação e Comunicação 7. Infraestrutura
8. Militar
9. Produção Alimentícia 10. Produção Cultural e Design 11. Produção Industrial 12. Recursos Naturais 13. Segurança.
Para cada curso, o Catálogo estabelece carga horária mínima para a parte técnica (de 800 a 1 200 horas), perfil profissional, possibilidades de
temas a serem abordados na formação, possibilidades de atuação e infra-estrutura recomendada para realização do curso. Com isso, passa a ser um
mecanismo de organização e orientação da oferta nacional e tem função indu-tora ao destacar novas ofertas em nichos tecnológicos, culturais, ambientais e produtivos, para formação do técnico de Nível Médio.
Dessa forma, passamos a ter no Brasil uma nova estruturação legal para a oferta destes cursos. Ao mesmo tempo, os governos federal e estaduais pas-saram a investir em novas escolas técnicas, aumentando a oferta de vagas. Dados divulgados pelo Ministério da Educação apontaram que o número de alunos matriculados em educação profissional passou de 993 mil em 2011 para 1,064 milhões em 2012 – um crescimento de 7,10%. Se considerarmos os cursos técnicos integrados ao ensino médio, esse número sobe para 1,3 millhões. A demanda por vagas em cursos técnicos tem tendência a aumentar, tanto devido à nova importância social e legal dada a esses cursos, como também pelo crescimento do Brasil.
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Comparação de Matrículas BrasilComparação de Matrículas da Educação Básica por Etapa e Modalidade – Brasil, 2011 e 2012.
Etapas/Modalidades de Educação Básica Matrículas / Ano 2011 2012 Diferença 2011-2012 Variação 2011-2012 Educação Básica 62 557 263 62 278 216 –279 047 –0,45 Educação Infantil 6 980 052 7 295 512 315 460 4,52% • Creche 2 298 707 2 540 791 242 084 10,53% • Pré-escola 4 681 345 4 754 721 73 376 1,57% Ensino Fundamental 30 358 640 29 702 498 –656 142 –2,16% Ensino Médio 8 400 689 8 376 852 –23 837 –0,28% Educação Profissional 993 187 1 063 655 70 468 7,10% Educação Especial 752 305 820 433 68 128 9,06% EJA 4 046 169 3 861 877 –184 292 –4,55% • Ensino Fundamental 2 681 776 2 516 013 –165 763 –6,18% • Ensino Médio 1 364 393 1 345 864 –18 529 –1,36%
Fonte: Adaptado de: MEC/Inep/Deed.
No aspecto econômico, há necessidade de expandir a oferta desse tipo de curso, cujo principal objetivo é formar o aluno para atuar no mercado de trabalho, já que falta traba-lhador ou pessoa qualificada para assumir imediatamente as vagas disponíveis. Por conta disso, muitas empresas têm que arcar com o treinamento de seus funcionários, treinamento este que não dá ao funcionário um diploma, ou seja, não é formalmente reconhecido.
Para atender à demanda do setor produtivo e satisfazer a procura dos estudantes, seria necessário mais que triplicar as vagas técnicas existentes hoje.
Podemos observar o crescimento da educação profissional no gráfico a seguir:
Educação Profissional Nº de matrículas* 1 362 200 1 250 900 1 140 388 1 036 945 927 978 780 162 2007 2008 2009 2010 2011 2012
Fonte: Adaptado de: MEC/Inep/Deed. * Inclui matrículas de educação profissional integrada ao ensino médio.
As políticas e ações do MEC nos últimos anos visaram o fortalecimento, a expansão e a melhoria da qualidade da educação profissional no Brasil, obtendo, nesse período, um crescimento de 74,6% no número de matrículas, embora esse número tenda a crescer ainda mais, visto que a experiência internacional tem mostrado que 30% das matrículas da educação secundária correspondem a cursos técnicos; este é o patamar idealizado pelo Ministério da Educação. Se hoje há 1,064 milhões de estudantes matriculados, para atingir essa porcentagem devemos matricular pelo menos 3 milhões de estudantes em cursos técnicos dentro de cinco anos.
Para cada situação pode ser adotada uma modalidade ou forma de Ensino Médio pro-fissionalizante, de forma a atender a demanda crescente. Para os advindos do fluxo regular do Ensino Fundamental, por exemplo, é recomendado o curso técnico integrado ao Ensino Médio. Para aqueles que não tiveram a oportunidade de cursar o Ensino Médio, a oferta do PROEJA estimularia sua volta ao ensino secundário, pois o programa está associado à for-mação profissional. Além disso, o PROEJA considera os conhecimentos adquiridos na vida e no trabalho, diminuindo a carga de formação geral e privilegiando a formação específica. Já para aqueles que possuem o Ensino Médio ou Superior a modalidade recomendada é a subsequente: somente a formação técnica específica.
Para todos eles, com ligeiras adaptações metodológicas e de abordagem do professor, é extremamente útil o uso do livro didático técnico, para maior eficácia da hora/aula do curso, não importando a modalidade do curso e como será ofertado.
Além disso, o conteúdo deste livro didático técnico e a forma como foi concebido refor-ça a formação geral, pois está contextualizado com a prática social do estudante e relaciona permanentemente os conhecimentos da ciência, implicando na melhoria da qualidade da formação geral e das demais disciplinas do Ensino Médio.
Em resumo, há claramente uma nova perspectiva para a formação técnica com base em sua crescente valorização social, na demanda da economia, no aprimoramento de sua regulação e como opção para enfrentar a crise de qualidade e quantidade do Ensino Médio.
O Que É Educação Profissional?
O ensino profissional prepara os alunos para carreiras que estão baseadas em ativi-dades mais práticas. O ensino é menos acadêmico, contudo diretamente relacionado com a inovação tecnológica e os novos modos de organização da produção, por isso a escolari-zação é imprescindível nesse processo.
Elaboração dos Livros Didáticos Técnicos
Devido ao fato do ensino técnico e profissionalizante ter sido renegado a segundo pla-no por muitos apla-nos, a bibliografia para diversas áreas é praticamente inexistente. Muitos docentes se veem obrigados a utilizar e adaptar livros que foram escritos para a graduação. Estes compêndios, às vezes traduções de livros estrangeiros, são usados para vários cursos superiores. Por serem inacessíveis à maioria dos alunos por conta de seu custo, é comum que professores preparem apostilas a partir de alguns de seus capítulos.
Tal problema é agravado quando falamos do Ensino Técnico integrado ao Médio, cujos alunos correspondem à faixa etária entre 14 e 19 anos, em média. Para esta faixa etária é preciso de linguagem e abordagem diferenciadas, para que aprender deixe de ser um sim-ples ato de memorização e ensinar signifique mais do que repassar conteúdos prontos.
Outro público importante corresponde àqueles alunos que estão afastados das salas de aula há muitos anos e veem no Ensino Técnico uma oportunidade de retomar os estudos e ingressar no mercado profissional.
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O Livro Didático Técnico e o Processo
de Avaliação
O termo avaliar tem sido constantemente associado a expressões como: realizar pro-va, fazer exame, atribuir notas, repetir ou passar de ano. Nela a educação é concebida como mera transmissão e memorização de informações prontas e o aluno é visto como um ser passivo e receptivo.
Avaliação educacional é necessária para fins de documentação, geralmente para em-basar objetivamente a decisão do professor ou da escola, para fins de progressão do aluno.
O termo avaliação deriva da palavra valer, que vem do latim vãlêre, e refere-se a ter valor, ser válido. Consequentemente, um processo de avaliação tem por objetivo averiguar o "valor" de determinado indivíduo.
Mas precisamos ir além.
A avaliação deve ser aplicada como instrumento de compreensão do nível de apren-dizagem dos alunos em relação aos conceitos estudados (conhecimento), em relação ao desenvolvimento de criatividade, iniciativa, dedicação e princípios éticos (atitude) e ao processo de ação prática com eficiência e eficácia (habilidades). Este livro didático ajuda, sobretudo para o processo do conhecimento e também como guia para o desenvolvimento de atitudes. As habilidades, em geral, estão associadas a práticas laboratoriais, atividades complementares e estágios.
A avaliação é um ato que necessita ser contínuo, pois o processo de construção de conhecimentos pode oferecer muitos subsídios ao educador para perceber os avanços e dificuldades dos educandos e, assim, rever a sua prática e redirecionar as suas ações, se necessário. Em cada etapa registros são feitos. São os registros feitos ao longo do processo educativo, tendo em vista a compreensão e a descrição dos desempenhos das aprendiza-gens dos estudantes, com possíveis demandas de intervenções, que caracterizam o proces-so avaliativo, formalizando, para efeito legal, os progresproces-sos obtidos.
Neste processo de aprendizagem deve-se manter a interação entre professor e aluno, promovendo o conhecimento participativo, coletivo e construtivo. A avaliação deve ser um processo natural que acontece para que o professor tenha uma noção dos conteúdos assi-milados pelos alunos, bem como saber se as metodologias de ensino adotadas por ele estão surtindo efeito na aprendizagem dos alunos.
Avaliação deve ser um processo que ocorre dia após dia, visando à correção de er-ros e encaminhando o aluno para aquisição dos objetivos previstos. A esta correção de ru-mos, nós chamamos de avaliação formativa, pois serve para retomar o processo de ensino/ aprendizagem, mas com novos enfoques, métodos e materiais. Ao usar diversos tipos de avaliações combinadas para fim de retroalimentar o ensinar/aprender, de forma dinâmica, concluímos que se trata de um “processo de avaliação”.
O resultado da avaliação deve permitir que o professor e o aluno dialoguem, buscando encontrar e corrigir possíveis erros, redirecionando o aluno e mantendo a motivação para o progresso do educando, sugerindo a ele novas formas de estudo para melhor compreensão dos assuntos abordados.
Se ao fizer avaliações contínuas, percebermos que um aluno tem dificuldade em assimilar conhecimentos, atitudes e habilidades, então devemos mudar o rumo das coi-sas. Quem sabe fazer um reforço da aula, com uma nova abordagem ou com outro colega professor, em um horário alternativo, podendo ser em grupo ou só, assim por diante.
Pode ser ainda que a aprendizagem daquele tema seja facilitada ao aluno fazendo práticas discursivas, escrever textos, uso de ensaios no laboratório, chegando à conclusão que este aluno necessita de um processo de ensi-no/aprendizagem que envolva ouvir, escrever, falar e até mesmo praticar o tema.
Se isso acontecer, a avaliação efetivamente é formativa.
Neste caso, a avaliação está integrada ao processo de ensino/apren-dizagem, e esta, por sua vez, deve envolver o aluno, ter um significado com o seu contexto, para que realmente aconteça. Como a aprendizagem se faz em processo, ela precisa ser acompanhada de retornos avaliativos visando a fornecer os dados para eventuais correções.
Para o uso adequado deste livro recomendamos utilizar diversos tipos de avaliações, cada qual com pesos e frequências de acordo com perfil de docência de cada professor. Podem ser usadas as tradicionais provas e testes, mas, procurar fugir de sua soberania, mesclando com outras criativas formas.
Avaliação e Progressão
Para efeito de progressão do aluno, o docente deve sempre conside-rar os avanços alcançados ao longo do processo e perguntar-se: Este aluno progrediu em relação ao seu patamar anterior? Este aluno progrediu em relação às primeiras avaliações? Respondidas estas questões, volta a per-guntar-se: Este aluno apresentou progresso suficiente para acompanhar a próxima etapa? Com isso o professor e a escola podem embasar o deferi-mento da progressão do estudante.
Com isso, superamos a antiga avaliação conformadora em que eram exigidos padrões iguais para todos os “formandos”.
Nossa proposta significa, conceitualmente, que ao estudante é dado o direito, pela avaliação, de verificar se deu um passo a mais em relação às suas competências. Os diversos estudantes terão desenvolvimentos diferenciados, medidos por um processo avaliativo que incorpora esta pos-sibilidade. Aqueles que acrescentaram progresso em seus conhecimentos, atitudes e habilidades estarão aptos a progredir.
A base para a progressão, neste caso, é o próprio aluno.
Todos têm o direito de dar um passo a mais. Pois um bom processo de avaliação oportuniza justiça, transparência e qualidade.
Tipos de Avaliação
Existem inúmeras técnicas avaliativas, não existe uma mais adequada, o importante é que o docente conheça várias técnicas para poder ter um con-junto de ferramentas a seu dispor e escolher a mais adequada dependendo da turma, faixa etária, perfil entre outros fatores.
Avaliação se torna ainda mais relevante quando os alunos se envol-vem na sua própria avaliação.
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A avaliação pode incluir:1. Observação 2. Ensaios 3. Entrevistas
4. Desempenho nas tarefas 5. Exposições e demonstrações 6. Seminários
7. Portfólio: Conjunto organizado de trabalhos produzidos por um
alu-no ao longo de um período de tempo.
8. Elaboração de jornais e revistas (físicos e digitais) 9. Elaboração de projetos 10. Simulações 11. O pré-teste 12. A avaliação objetiva 13. A avaliação subjetiva 14. Autoavaliação
15. Autoavaliação de dedicação e desempenho 16. Avaliações interativas
17. Prática de exames
18. Participação em sala de aula 19. Participação em atividades
20. Avaliação em conselho pedagógico – que inclui reunião para avaliação
discente pelo grupo de professores.
No livro didático as “atividades”, as “dicas” e outras informações destaca-das poderão resultar em avaliação de atitude, quando cobrado pelo professor em relação ao “desempenho nas tarefas”. Poderão resultar em avaliações se-manais de autoavaliação de desempenho se cobrado oralmente pelo professor para o aluno perante a turma.
Enfim, o livro didático, possibilita ao professor extenuar sua criativida-de em prol criativida-de um processo avaliativo retroalimentador ao processo ensino/ aprendizagem para o desenvolvimento máximo das competências do aluno.
Objetivos da Obra
Além de atender às peculiaridades citadas anteriormente, este livro está de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Busca o desenvolvi-mento das habilidades por meio da construção de atividades práticas, fugin-do da abordagem tradicional de descontextualizafugin-do acúmulo de informações. Está voltado para um ensino contextualizado, mais dinâmico e com o suporte da interdisciplinaridade. Visa também à ressignificação do espaço escolar, tor-nando-o vivo, repleto de interações práticas, aberto ao real e às suas múltiplas dimensões.
Ele está organizado em capítulos, graduando as dificuldades, numa linha da lógica de aprendizagem passo a passo. No final dos capítulos, há exercícios e atividades complemen-tares, úteis e necessárias para o aluno descobrir, fixar, e aprofundar os conhecimentos e as práticas desenvolvidos no capítulo.
A obra apresenta diagramação colorida e diversas ilustrações, de forma a ser agradá-vel e instigante ao aluno. Afinal, livro técnico não precisa ser impresso num sisudo preto--e-branco para ser bom. Ser difícil de manusear e pouco atraente é o mesmo que ter um professor dando aula de cara feia permanentemente. Isso é antididático.
O livro servirá também para a vida profissional pós-escolar, pois o técnico sempre necessitará consultar detalhes, tabelas e outras informações para aplicar em situação real. Nesse sentido, o livro didático técnico passa a ter função de manual operativo ao egresso.
Neste manual do professor apresentamos:
• Respostas e alguns comentários sobre as atividades propostas. • Considerações sobre a metodologia e o projeto didático.
• Sugestões para a gestão da sala de aula. • Uso do livro.
• Atividades em grupo. • Laboratório.
• Projetos.
A seguir, são feitas considerações sobre cada capítulo, com sugestões de atividades suplementares e orientações didáticas. Com uma linguagem clara, o manual contribui para a ampliação e exploração das atividades propostas no livro do aluno. Os comentários sobre as atividades e seus objetivos trazem subsídios à atuação do professor. Além disso, apre-sentam-se diversos instrumentos para uma avaliação coerente com as concepções da obra.
Referências Bibliográficas Gerais
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
FRIGOTTO, G. (Org.). Educação e trabalho: dilemas na educação do trabalhador. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2005.
BRASIL. LDB 9394/96. Disponível em: <http://www.mec.gov.br>. Acesso em: 23 maio 2009. LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem na escola: reelaborando conceitos e recriando a prática. Salvador: Malabares Comunicação e Eventos, 2003.
PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens – entre duas lógi-cas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.
ÁLVAREZ MÉNDEZ, J. M. Avaliar para conhecer: examinar para excluir. Porto Alegre: Artmed, 2002.
SHEPARD, L. A. The role of assessment in a learning culture. Paper presented at the Annual Meeting of the American Educational Research Association. Available at: <http://www.aera. net/meeting/am2000/wrap/praddr01.htm>.
Objetivos gerais
O livro Sistemas construtivos aborda alguns sistemas usados na construção ci-vil e busca de forma simples apresentar suas características, detalhes técnicos rele-vantes e vantagens e desvantagem de cada um deles.
A linguagem usada é simples e foi ilustrado para facilitar o entendimento, além de ser uma contribuição para profissionais e estudantes da área, que buscam informações e atualizações. A obra apresenta alguns sistemas construtivos, suas ca-racterísticas e, também a forma fazer comparações dos fatores mais relevantes.
O primeiro capítulo trata do conceito de sistemas construtivo, como vários sistemas para a mesma obra, limitações e a escolha do melhor sistema. Quanto ao segundo é sobre sistema de alvenaria convencional, as suas vantagens e desvan-tagens, materiais e detalhes construtivos. O terceiro é o sistema alvenaria
estru-tural, bem como, conceito de materiais, modulação, projeto integrado, necessidade
de treinamento e a durabilidade de obras. O quarto capítulo trata do sistema
pré--moldado em concreto e as suas vantagens e desvantagens. O quinto é sobre
siste-ma paredes de concreto in loco e todo o conceito, controles adicionais e concretos usados. O sexto, sétimo e oitavo são sobre sistemas drywall; wood frame e stell
framing, bem como o conceito de cada um; vantagens e desvantagens, materiais;
diferenças e outras considerações. Quanto ao nono capítulo é o passo a passo para
selecionar os sistemas construtivos. Já o décimo é sobre as considerações finais
de comparativo entre os sistemas construtivos.
O livro apresenta, ainda, uma sugestão de roteiro para orientar os profissio-nais na escolha do sistema construtivo mais adequado ao seu projeto ou empreen-dimento.
Objetivos do material didático
• Apresentar diferentes sistemas construtivos. • Mostrar as características de cada sistema.
• Apresentar vantagens e desvantagens dos sistemas construtivos. • Auxiliar na seleção de sistemas construtivos para cada projeto. • Fazer comparação entre sistemas, considerando alguns parâmetros.
• Servir de material de apoio aos componentes curriculares relacionadas à cons-trução civil.
• Apresentar normas atualizadas referentes aos assuntos tratados.
Princípios pedagógicos
O livro aborda os assuntos de forma clara e prática, buscando situações reais que podem ser abordadas com o auxílio das imagens. A linguagem usada é a do
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Existe no final de cada capítulo atividades que foram elaboradas em for-ma de questões que podem ser respondidas de forfor-ma individual ou em grupo.
A definição e a apresentação de características de cada sistema são a base do conteúdo de componentes curriculares como construção civil e tecno-logia da construção, por exemplo.
Os detalhes técnicos executivo relacionam-se com o conteúdo abordado em componentes curriculares como prática das construções. Quanto à par-te dedicada à seleção e comparação dos sispar-temas construtivos fazem conexão com gerenciamento, planejamento e orçamento de obras.
Atividades complementares
Considera-se importante para a complementação do aprendizado e para melhorar a fixação dos conteúdos apresentados, que o professor realize visi-tas técnicas em obras similares às apresentadas ou que utilizem os sistemas citados.
O uso de pesquisa no ambiente de internet, também pode ser estimula-do, pois irá possibilitar uma maior abrangência de conteúdo e imagens.
Finalmente, considera-se relevante o estímulo de seminário em grupo para que os alunos possam discutir os sistemas construtivos ou outro tema que faça referência ao assunto.
Sugestão de leitura
ACKER, A. V. Manual de sistemas pré-fabricados de concreto. FERREIRA, M. de A. (Trad.). [S.l.]: ABIC, 2003.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10822 − Fabricação de tijolo maciço de solo-cimento com a utilização de prensa manual - Procedi-mento. Rio de Janeiro: ABNT, 1983.
AZEREDO, H. A. O edifício e seu acabamento. São Paulo: Blucher, 1987.
BAUER, L. A. F. Materiais de construção: novos materiais para construção civil. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
CAMACHO, J. S. Projeto de edifícios de alvenaria estrutural. Ilha Solteira: UNESP, 2006.
MELO, C. E. E. Tipologia de obras de pré-fabricado e impacto da nova norma nos projetos. Disponível em: <http://www.abcp.org.br/comunidades/recife3/ PDFs/ Apresentacao_Carlos_Melo_Prefabricados.pdf>. Acesso em: 8 fev. 2017. ROSSIGNOLO, J. A. Concreto leve estrutural: produção, propriedades, microes-truturas e aplicações. São Paulo: PINI, 2009.
Sugestão de planejamento
Este manual foi elaborado para dar suporte ao livro Sistemas construtivos, e ser utilizado pelo professor em sala de aula. A sugestão é que o conteúdo seja apresentado em quatro bimestres e que o professor aplique seus conhecimen-tos de maneira criativa em favor do processo educativo.
Semestre 1
Primeiro bimestre
Capítulo 1 – Sistemas construtivos
Capítulo 2 – Sistema alvenaria convencional: sem função estrutural
Capítulo 3 – Sistema alvenaria estrutural
Objetivos
• Apresentar o conceito de sistemas construtivo. • Conhecer vários sistemas para a mesma obra. • Saber sobre as limitações de sistemas.
• Escolher o melhor sistema.
• Conhecer materiais; modulação; projeto integrado. • Saber o que é reforço; marcação e alinhamento. • Entender sobre a necessidade de treinamento. • Abordar durabilidade das obras.
Atividades
Na elaboração dos capítulos, foram estabelecidos critérios de seleção de conteúdos formativo e informativo, dando ênfase aos conceitos básicos, de modo que se possibilite ao aluno o conhecimento das estruturas de sis-temas e demais conhecimentos relacionados. Por meio de questionamentos, por exemplo, levar ao aluno o critério de sustentabilidade que, na hipótese de demolição, possam ter os materiais resultantes aproveitados em outras construções, e que também o trabalho de demolição ou desconstrução possa consumir o mínimo de energia, além de gerar o mínimo possível de poluição. O questionamento pode ser aplicado em todos os capítulos, pois a estratégia é apresentar questões sugestivas e interessantes, que irão construir a linha de raciocínio em que o aluno seja capaz de contextualizar e aplicar os conheci-mentos apresentados.
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Segundo bimestre
Capítulo 4 – Sistema pré-moldado em concreto
Capítulo 5 – Sistema paredes de concreto moldadas in loco
Capítulo 6 – Sistema drywall
Objetivos
• Saber as vantagens e desvantagens do sistema pré-moldado em concreto.
• Ver projetos de paredes de concreto no sistema paredes de concreto moldadas in loco. • Conhecer painéis.
• Conhecer controles do sistema. • Abordar sustentabilidade.
• Apresentar as instalações embutidas de sistema drywall.
• Distinguir os componentes do sistema e cuidados na montagem. • Saber as vantagens e desvantagens do sistema drywall.
Semestre 2
Primeiro bimestre
Capítulo 7 – Sistema wood frame
Capítulo 8 – Sistema steel framing
Objetivos
• Apresentar conceitos do sistema wood frame e sistema steel framing. • Conhecer fundações do sistema wood frame.
• Saber sobre as vantagens e desvantagens do sistema wood frame. • Diferenciar wood frame do drywall com placas de madeira.
• Diferenciar steel framing do drywall com placas de madeira.
• Conhecer outras considerações sobre o sitema steel framing.
Atividades
Para os capítulos finas, além de abordar os conceitos dos termos é de suma impor-tância aplicar aulas práticas, fazer visitas em obras, sugerir pesquisas sobre normas, por exemplo, normas referentes ao sistema drywall, também é importante o conhecimento das especificações dos fabricantes dos produtos quanto à aplicação, às garantias e ao suporte técnico. Para tanto, indicar sites que venham completar o estudo.
Segundo bimestre
Capítulo 9 – Selecionando os sistemas construtivos
Capítulo 10 – Comparativo entre os sistemas construtivos
Objetivos
• Aplicar o passo a passo para selecionar o sistema.
• Fechar com as considerações finais sobre o sistema construtivo.
Orientações didáticas e respostas das
atividades
Capítulo 1
Orientações
As aulas deverão ser teóricas, porém o método de pesquisa deve ser incluído já no primeiro capítulo, para que o aluno tenha meios de aprofundar o conceito de sistemas cons-trutivos.
Respostas – páginas 12-13
1) Um sistema construtivo é a união de várias partes como projetos, técnicas de execu-ção, equipamentos e materiais específicos usados com a finalidade de construir uma edificação ou obra.
2) Pré-moldados, alvenaria convencional; alvenaria estrutural; paredes de concreto mol-dadas in loco, etc.
3) Basicamente as partes consideradas num sistemas são: materiais específicos, técnica de construção específica, equipamento específicos e, principalmente, projeto específi-co para cada sistema.
4) Sim, é possível, e essa responsabilidade é dos profissionais da empresa, desde a parte de projetos até a parte especifica de construção. Deve-se fazer um estudo completo considerando prazos e custos e, ainda os impactos ambientais. Dessa forma, um siste-ma de destacará como o melhor para o tipo de construção desejada.
5) Paredes de concreto: limitações quanto ao canteiro de obras, espaço para transporte e necessidade de equipamentos para montagem.
Pré-moldados: limitação de altura e também de projeto arquitetônico.
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6) Os profissionais responsáveis são geralmente os engenheiros, tecnólogos e arqui-tetos da empresa, pois estes são responsáveis pelas execuções e setores de projeto. Outros profissionais como técnicos de edificações também participam da equipe de estudos e em algumas situações baseados no seu conhecimento e experiência de execução de algum sistema pode defini-lo como apropriado para determinada obra.
7) • prazo de execução;
• custo total da obra, ou por metro quadrado;
• disponibilidade de materiais e equipamentos específicos; • capacidade técnica e mão de obra treinada;
• limitações técnicas, tais como capacidade de carga, número de pavimentos ou arquitetônica.
8) O parâmetro relacionado ao custo é um dos mais importantes e deve sempre ser determinante quando os outros parâmetros não forem decisivos ou tiverem pou-ca relevância. Entre as opções com variáveis técnipou-cas e financeiras parecidas, as de menor prazo de execução são mais aconselhadas. Deve-se ter cuidado, pois em algumas construções o prazo é imposto e então será o fator mais importante na execução. 9) Resposta pessoal. 10) Resposta pessoal. 11) Resposta pessoal. 12) a. Falso. b. Verdadeiro. c. Falso. d. Falso. e. Verdadeiro. f. Falso.
Professor, peça aos alunos que justifique as afirmações falsas com os conceitos
corretos.
Capítulo 2
Orientações
Fazer uma explanação geral sobre materiais de sistema alvenaria convencional – sem função estrutural (tipos de materiais, como tijolos maciços, comuns especiais; blo-cos cerâmiblo-cos, bloblo-cos de concreto, de sílico-calcário; pedras; formas de assentamento e detalhes construtivos). Aplicar pesquisa referente à recomendação da NBR sobre reco-mendações de ligação entre paredes de alvenaria e pilares de concreto.
Respostas – página 31
1) Vantagens:
• Técnica consolidada e de fácil aprendizado.
• Disponibilidade de materiais em todas as regiões e locais. • Uso de ferramentas simples e baratas.
• Possibilidade de correção de erros e falhas.
• Possibilidade de alteração de projeto, mesmo após a execução de paredes, que podem, em alguns dos casos, serem, inclusive, removidas.
• Não necessita de projetos detalhados durante a execução, pois permite adaptações.
Desvantagens:
• Pouca racionalização na maioria dos casos que causa desperdício de mate-riais como blocos, tijolos e argamassa de assentamento.
• Geração de resíduo de construção em quantidade maior do que nos siste-mas mais racionalizados, devido à abertura de passagens para tubulações hidráulicas e elétricas, por exemplo.
• Execução, em muitos casos, por profissionais que não são devidamente capacitados.
• Surgimento de defeitos de construção com maior frequência pela não atenção a detalhes de execução importantes.
2) Tijolos maciços:
• Deve possuir todas as faces plenas de material, podendo apresentar rebai-xos de fabricação em uma das faces de maior área.
• Devem apresentar resistência de acordo com a NBR 7170.
Categoria Resistência à Compressão
A 1,5 MPa
B 2,5 MPa
C 4,0 MPa
Blocos cerâmicos: podem ser usados com furos na horizontal e na vertical. • Devem ser identificados:
a. identificação da empresa;
b. dimensões de fabricação em centímetros, na sequência largura (L), altura (H) e comprimento (C), na forma (L x H x C).
A resistência à compressão mínima, para alvenaria de vedação deve ser 1,5 MPa para blocos com furos na horizontal e 3,0 MPa para blocos usados com furos na vertical e absorção de água deve estar entre 8 e 22%.
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Blocos de concreto:
Características conforme a tabela:
Classe Resistência Característica f
bk(mpa)
Absorção média %
Agregado normal Agregado leve
A ≥ 6,0 ≤ 10,0 ≤ 13,0 B ≥ 4,0 (média) C ≥ 3,0 ≤ 16,0 D ≥ 2,0 (individual) Blocos sílico-calcário:
• São classificados conforme NBR 14974-1/2003 da classe A (resistência 4,5 MPa) até classe J (resistência 35 MPa) e absorção d’água deve ficar entre 10 e 18%. Blocos de solo cimento:
• São fabricados no sistema artesanal ou em escala industrial utilizando equipamen-tos e moldes próprios.
• Utilização de materiais recicláveis como resíduos de construção na sua composi-ção, tornando-se um material classificado como sustentável.
3) • Paredes de cutelo: busca aproveitar o máximo do rendimento dos tijolos ou blocos, porque eles são assentados aproveitando a maior dimensão, ou seja, o comprimen-to. A parede nessa forma de assentamento fica mais fina e então é recomendado para paredes internas ou execução de muro, por exemplo.
• Paredes de meia vez: o tijolo ou bloco aproveita a sua maior espessura e compri-mento, o tijolo fica deitado então a parede fica um pouco mais espessa que a parede de cutelo isso trás benefícios como maior isolamento acústico e térmico, porém gasta um pouco mais de tijolo.
• Parede de uma vez: os tijolos são assentados “atravessados” com relação ao alinha-mento fiadas, também são chamadas de paredes duplas. Esse sistema é o mais tra-balhoso para os pedreiros e também consome mais tijolos e argamassas e, portanto é mais caro.
4) Colher de pedreiro, escantilhão, trena, nível de bolha, mangueira de nível, linha de
nylon, prumo.
5) Com o uso de vergas e contra-vergas. São elementos de concreto usados para proteger e podem se executados no local (vão) ou ainda pré-moldado na obra ou centrais de pré-moldados.
As vergas são executadas na parte superior dos vãos e as contra vergas na parte infe-rior, que nesse caso são exclusivas para janelas.
6) É o ponto de contato da alvenaria com o elemento estrutural, geralmente vigas e lajes. Deve-se ter um tratamento especial para evitar o esmagamento das alvenarias nessa região.
7) Pode ser considerado como a última camada da alvenaria. Pode-se optar pelo menos duas técnicas de execução de respaldo:
• Com tijolos maciços inclinados a 45°.
• Preenchimento de camada de aproximadamente a 2 cm com argamassa ex-pansiva.
8) Podem ser executadas com empregos de barras de aço (ferro cabelo) com diâ-metros entre 5 e 10 mm, distanciadas entre si pelo menos 60 cm e devem ter comprimento mínimo de 60 cm e também chapiscar as faces da estrutura que ficarão em contato com a alvenaria.
9) Resposta pessoal. 10) Resposta pessoal. 11) Resposta pessoal.
Capítulo 3
Orientações
Trata-se de assuntos sobre alvenaria estrutural, portanto enfatizar que não se deve executar com tijolos comuns ou blocos, ou seja, com materiais que não atendam as especificações das normas.
Professor, aproveitar para pedir aos alunos que pesquisem a respeito dessas
normas.
Respostas – página 42
1) O processo construtivo na qual, os elementos que desempenham a função estru-tural são de alvenaria.
2) • Bloco cerâmico estrutural: componente da alvenaria estrutural que possui furos prismáticos perpendiculares às faces que os contêm e são produzidos para serem assentados com furos na vertical.
• Bloco cerâmico estrutural de paredes vazadas: resistência. Conforme NBR 15270-1 a resistência característica à compressão (fbk) deve ser con-siderada a partir de 3,0 MPa, referida à área bruta, e deve atender ao valor especificado pelo projetista estrutural.
3) • Blocos de vedação: podem ser usados com furos na horizontal ou na vertical
e devem atender à resistência conforme quadro:
Blocos Cerâmicos
Posição dos furos fb(MPa)
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• Blocos estruturais: são usados sempre com furos na vertical e devem atender à norma NBR 6136/2007 (Blocos vazados de concreto simples para alvenaria – Requisitos) e NBR 12270-2/2005 (Componentes cerâmicos – Parte 2: Blocos cerâ-micos para alvenaria estrutural – Terminologia e requisitos) respectivamente. 4) • O módulo é uma unidade e no caso da alvenaria estrutural consideramos o módulo
como a soma da altura e espessura da junta de assentamento para o valor na ver-tical e na horizontal a soma comprimento do bloco e a junta de assentamento dos blocos.
• Modulação é a disposição dos diferentes blocos para se chegar ao final da parede usando apenas blocos inteiros sem necessidade de quebrar blocos, ou seja, modu-lação é projetar usando módulos.
5) Família são tipos de blocos (bloco principal e especiais), que são agrupados pelo
comprimento do bloco principal. As famílias mais comuns são a 29 e a 39, embora a
norma especifique ainda os blocos com 24 cm. 6) Vantagens:
• Sistema com maior controle de qualidade dos materias e técnica de execução. • Dispensa o uso de estrutura de concreto.
• Reduz a geração de resíduo da construção. • Aumenta a velocidade de execução da obra.
• Evita o retrabalho de quebrar paredes para executar as intalações. Desvantagens:
• Necessita mão de obra treinada.
• Necessita de projetos integrados de instalações. • Limita o projetista na parte arquitetônica.
• Limita reformas e modificações que impliquem em remoção de paredes.
7) Porque no projeto das paredes são indicados a posição e os tipos de blocos para cada fiada e cada parede para facilitar a execução com os blocos corretos e na posição cor-reta.
8) Não, pois elas são elementos estruturais e se forem removidas podem causar até o desabamento do prédio. Caso seja inevitável, deve-se consultar o projetista estrutural e realizar serviços complementares de reforço e escoramento.
9) • Shaft – Espécie de armário, local onde descem as tubulações que não passam por
dentro dos blocos (maior diâmetro como esgoto e pluvial).
• Graute – É um concreto na consistência líquida, usado para preencher os furos dos blocos em determinadas posições, marcadas no projeto. E servem para reforçar as paredes contra concentrações de tensões em pontos específicos.
10) O projeto de alvenaria estrutural prevê a execução de todos os projetos e principal-mente das instalações executados em harmonia com a execução das paredes. As insta-lações são embutidas nos furos dos blocos e sem a necessidade de quebras. Também se deve prever a execução de shafts para conter tubulações de maior diâmetro.
11) Resposta pessoal. 12) Resposta pessoal.
Capítulo 4
Orientações
No Capítulo 4 é visto o sistema pré-moldado em concreto. A orientação mais impor-tante é a diferença de projeto e execução de estruturas de concreto moldado e
pré--fabricado e o fator vantagens e desvantagens de cada um.
Professor, se possível fazer com os alunos uma visita em uma fábrica de elementos
pré-moldados em concreto.
Respostas – página 51
1) São elementos executados fora do local definitivo de utilização, sem controle rigoroso de qualidade e sem a necessidade de instalações, laboratórios ou pessoal especializa-dos. Exemplos: vigas, pilares, lajes, paredes, estacas.
2) Vantagens:
• Possibilidade de maior controle dos elementos estruturais desde a etapa de pro-dução até a sua aplicação no local definitivo, o que inclusive permite a rejeição de elementos defeituosos.
• O uso de formas padronizadas e reaproveitáveis (normalmente metálicas) possibi-lita uniformidade nas dimensões dos elementos pré-moldados, fator este difícil de ser obter em estruturas moldadas in loco (no local).
• Especialidade da empresa em produzir os elementos, nesse caso existe uma evo-lução da técnica e do controle de qualidade uma vez que a equipe de funcionários trabalha como um sistema fabril.
Desvantagens:
• Causa algumas limitações arquitetônicas ou estruturais, porém este fator pode ser compensado pela criatividade dos projetistas.
• Necessidade de espaço para o transporte dos elementos e a manobra dos equipa-mentos de instalação (guinchos, gruas, etc.).
• O custo dos elementos estrutural se analisado de forma isolada é maior que ele-mentos moldados in loco, mas se considerados todos os fatores como: redução de mão de obra, redução de resíduos, velocidade de execução, redução de equipes de trabalho, etc., o custo passa a ser competitivo e até menor que em outros sistemas. 3) Projetos simples de obras comerciais (galpões, armazéns, etc.), industriais (fábricas,
depósitos), escolas e residenciais de baixo custo são exemplos de pré-moldados. 4) No caso de prédios acima de 4 andares deve ser feita uma análise de custo benefício
geral-23
5) Aquela em que a estrutura é composta por elementos lineares de diferentes dimen-sões e formatos que quando combinados formam pórticos. Exemplos: construções in-dustriais, shopping centers e centros comerciais.
6) O pré-moldado é produzido fora do local, na qual será definitivamente empregado, o controle de qualidade acerca desse concreto é menos rigoroso, devendo ser ins-pecionado por pessoal capacitado do próprio construtor ou proprietário. Quanto ao concreto pré-fabricado, que também é definido por um material confeccionado ex-ternamente, mas de forma industrial, atende a padrões mais rigorosos de controle de qualidade, sendo avaliado em várias etapas de sua fabricação, além de armazenamen-to, transporte e utilização final.
7) É recomendada principalmente por possibilitar o aumento da capacidade de carga que os elementos estruturais são submetidos e, nesse sentido, pode-se ter elementos estruturais com menores dimensões reduzindo o peso próprio da estrutura e, tam-bém no caso de lajes (até) eliminando uso de vigas de sustentação. Deve-se considerar que a protensão propicia o aumento do vão de laje e vigas sem apoio, resultando em opções mais adequadas para projetos arquitetônicos mais arrojados.
8) A possibilidade de reaproveitamento dos elementos estruturais como vigas, lajes e pilares, em caso do desmonte da obra, é um critério que coloca essa técnica adequada para parâmetros sustentáveis. A produção em formato industrializado também pos-sibilita racionalidade do uso de matéria-prima, reaproveitamento de forma que, nor-malmente, são metálicas e também reduzem muito a emissão de poluentes e geração de ruído na obra, pois os elementos chegam prontos e demandam apenas moldagem. 9) Resposta pessoal.
10) Resposta pessoal.
Capítulo 5
Orientações
Professor, o conteúdo desse capítulo tem como objetivo despertar o interesse do
aluno quanto à importância detalhada de paredes de concreto moldadas in loco. Portanto, sugerir que façam uma pesquisa mais elaborada a respeito das vantagens e desvantagens desse sistema.
Respostas – página 62
1) Paredes de divisão e vedação executadas em concreto e executadas (concretadas)
in loco (no local).
2) Vantagem:
• Rapidez na execução.
• Reaproveitamento de materiais.
• Maior controle tecnológico e de qualidade. • Redução do espaço em canteiro de obras.
Desvantagens:
• Necessidade de equipe treinada.
• Custo com investimentos em formas, escoramentos e acessórios específicos.
• Necessidade de controle tecnológico eficiente dos materiais e também do processo de montagem e concretagem, além da cura eficiente.
• Restrições em reformas: não é possível destruir paredes mesmo que parcialmente. 3) As instalações elétricas e hidráulicas são previamente executadas e ficam embutidas
dentro do concreto das paredes, da mesma forma como procedemos na concretagem de uma laje.
4) • Sistema estrutural adequado à função desejada para a edificação. • Combinação de ações compatíveis e representativas.
• Dimensionamento e verificação de todos os elementos estruturais presentes. • Especificação de materiais apropriados.
5) Pode ser aplicado concreto convencional, concreto auto adensável, concreto celular ou concreto espumoso. Formas metálicas, formas plásticas, formas de EPs.
6) Usando formas de EPs o reaproveitamento, estes painéis servirão de elemento de iso-lamento térmico e acústico e ficarão incorporados ao concreto.
7) Obras residências de baixo custo (habitação popular), prédios até 5 pavimentos, re-servatórios, cofres, etc.
8) Sim, pois é possível a padronização da construção e, dessa forma, realizar obras em série, barateando assim o custo e aumentando a velocidade de execução.
9) Maior resistência contra choques, maior resistência ao intemperismo, e possibilidade de padronização das dimensões com maior precisão.
10) Resposta pessoal.
11) Resposta pessoal mediante pesquisa local.
Capítulo 6
Orientações
Direciona para os saberes da importância de estrutura de drywall. Professor, sugerir aos alunos que façam um painel com imagens de estrutura drywall e a descrição de uso desse sistema.
Respostas – página 73
1) Significa parede seca, denomina-se sistema drywall ou simplesmente drywall ao siste-ma constituído por placas (painéis) de gesso e pelos componentes de enrijecimento, fixação e cobre juntas. Também é utilizado para divisão de dependências, construção
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2) Vantagens:
• Todos os materiais são totalmente industrializados, não possuin-do grandes variações de medidas e qualidades nos produtos. • Bom isolante termoacústica.
• Paredes de menor espessura, ganho de área útil. • Custo vantajoso devido à alta produtividade. • Evita o acúmulo de restos nas obras.
Desvantagens:
• Paredes menos rígidas que podem ser quebradas facilmente com choques em acidentes.
• Não podem ser usadas para elementos portantes (suportar carga) • Não tem versatilidade para ambientes úmidos, devendo usar
pla-cas especiais e revestimentos.
• Necessita de acessórios especiais para fixação de ganchos ou fixar um quadro na parede, por exemplo.
3) As instalações são feitas embutidas entre os painéis e podem ser con-duzidas também por dentro dos perfis metálicos.
4) Placas de gesso arcartonado, estrutura em madeira, perfis metálicos, isolamento termoacústico em lã de vidro.
5) Paredes divisórias e de preferência internas.
6) • Parafusos auto atarrachantes, fosfatizados para fixação das chapas de gesso e fixação perfil.
• Fita de papel micro perfuradas empregadas nas juntas entre chapas. • Fita de papel com reforço metálico para acabamento e proteção
das chapas nos cantos de paredes e bordas cortadas.
• Cantoneiras zincadas, perfuradas para acabamento e proteção de canos externos de paredes.
7) Existem painéis específicos para ambientes úmidos (placas verdes) e também é possível, ainda, fazer revestimento com materiais cerâmi-cos colados na superfície para a preservação dos painéis.
8) Sim, desde que se use as placas específicas para ambientes úmidos e também se faça o revestimento e pintura adequados para a preserva-ção destas.
9) Resposta pessoal. 10) Resposta pessoal.
Capítulo 7
Orientações
Os termos wood e frame, do inglês, significam madeira e estrutura. Utilizando-se des-ses termos, enfatizar aos alunos a importância dos benefícios da construção sustentável, como:
• Redução do impacto ambiental
– Redução das emissões gasosas, de fluentes. – Redução dos custos operacionais.
• Eficiência na implantação e operação de edifícios – Eficiência energética, do uso da água, de materiais.
– Minimização de resíduos provenientes de canteiro de obras. – Satisfação do usuário.
– Aumento da produtividade. – Conscientização.
O AQUA é o sistema francês Haute Qualité Environnementale (DQE), de certificação adaptado para o Brasil, ou seja, trata-se de processo de gestão de projeto visando à ob-tenção da qualidade ambiental de um empreendimento de construção ou de reabilitação. Atualmente, o sistema é representado pela Fundação Vanzolini da Universidade de São Paulo (USP).
Professor, pedir aos alunos que pesquisem quais são as avaliações das três fases do
empreendimento do selo AQUA. Lembrando que essas fases são: programa, concepção e realização.
Respostas – página 80
1) O termo wood framing refere-se a uma técnica de construção de edifícios muito usada em diversos países do mundo, em especial no continente americano e norte--europeu.
2) Vantagens: • Flexibilidade.
• Rapidez de execução. • Facilidade de construção.
• Economia geral na obra construída.
• Resistência aos esforços para pequenas construções. Desvantagens:
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• Variação de volume, pela variação de teor de umidade de acordo com as intempé-ries (chuva e sol).
• Necessita de materiais disponíveis como painéis e acessórios que não são facilmen-te achados no mercado.
• A mão de obra deve ser treinada.
3) As instalações são feitas internamente aos painéis de vedação assim como no sistema
drywall.
4) Estruturas em perfis de madeira, placas de gesso, painéis em OSB, isolamento termoa-cústico em lã de vidro ou isopor.
5) A cobertura mais usada são os telhados tipo shingle – por ser mais leve e de fácil mon-tagem.
6) Obras residenciais como casas térreas ou com mais pavimentos, prédios de pequeno porte e com uso que não provoca muita sobrecarga.
7) O tipo radier é a mais adequada, pois facilita o processo de montagem e fixação da estrutura e também por ser rápido e prático de executar e se adapta perfeitamente ao peso da obra.
8) O drywall é mais adequado para uso em divisórias, pois seu perfis não são resistentes
o suficiente para suportar lajes de pavimento superiores e nem mesmo a carga de telhados e nesses casos, as estruturas adequadas são as em wood frame que possuem maior resistência e se adaptam a esse tipo de demanda.
9) Resposta pessoal. 10) Resposta pessoal.
Capítulo 8
Orientações
Professor, há uma norma restritiva da Caixa Econômica Federal a respeito de
finan-ciamento de edificações com o sistema steel framing, que limita em até quatro o número de pavimentos. Sugerir aos alunos que façam um relatório com essas especificações.
Respostas – página 88
1) O termo light significa leve; steel significa aço e frame ou framing significa estrutura. Sistema construtivo que utiliza o aço galvanizado como principal elemento estrutural, moldados ou enformados a frio.
2) Vantagens:
• Durabilidade dos perfis galvanizados. • Não está sujeita à deformação lenta. • Livre de ataques de insetos.
Desvantagens:
• Necessidade de materiais e acessórios específicos (placas, perfis, parafuso, etc.). • Necessidade de mão de obra treinada.
• Menor rigidez e peso, portanto suscetível a maiores danos em caso de choques (com veículos, por exemplo).
• O mercado brasileiro ainda não tem uma indústria que dê suporte de materiais e acessórios de forma adequada.
3) A condição termoacústica é garantida pela câmara de ar interna das paredes, e, de acordo com as necessidades indicadas em projeto: mantas térmicas, impermeabili-zantes e grelhas de ventilação da cobertura.
4) • Placa de gesso acartonado para paredes internas.
• Tela expandida de aço zincado com argamassa projetada, para paredes internas e externas.
• Chapa de OSB com barreira de vapor e tela de poliéster aplicadas sobre ela, e reves-tida com argamassa projetada, para paredes internas e externas.
• Placa cimentícia revestida com argamassa projetada ou outros.
5) Telhado feito com estrutura metálica e painéis em OSB revestido com telhas tipo shingle.
6) Obras residenciais e comerciais com necessidade de velocidade de execução e espaço reduzido no canteiro de obras. Obras com bom desempenho termoacústicas.
7) Considera-se um sistema sustentável, pois o metais são recicláveis e também é possí-vel desmontar a construção e aproveitar partes em outra obra, preservando o uso de matérias-primas (naturais).
8) Não, pelo contrário é um sistema de grande durabilidade desde que se use materiais apropriados com tratamento anticorrosivos o que, nesse caso, a durabilidade é garan-tida. 9) Resposta pessoal. 10) Resposta pessoal. 11) Resposta pessoal.
Capítulo 9
Orientações
Se houver a possibilidade, o professor deve realizar juntamente com os alunos um levantamento sobre mão de obra, ou seja, que tipo de mão de obra especializada o sistema construtivo exige.
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Respostas – página 96
1) Custo da obra, prazo de execução e impactos ambientais.
2) Sistemas pré-moldados ou sistemas baseados em montagem, como
wood frame e stell frame.
3) Nem sempre, pois alguns projetos específicos possuem prazos rígidos de execução e nesse caso um sistema deve se adaptar ao prazo; outras limitações como espaço físico para obras, também podem ser deter-minantes para escolha de um sistema, embora possam elevar o custo da obra.
4) Paredes de concreto, pré-moldados, wood frame, steel frame, drywall. 5) Steel Frame, wood frame, paredes de concreto e pré-moldados,
alvena-ria de concreto.
6) Steel Frame, wood frame, paredes de concreto e pré-moldados, alvena-ria estrutural, paredes de concreto, drywall.
7) Steel Frame, wood frame, drywall.
8) • Tomar conhecimento dos sistemas construtivos disponíveis: verifi-car se podem ser adaptados para o projeto, suas limitações, neces-sidade de equipe treinada e equipamentos especializados.
• Verificar prazos de entrega de materiais ou elementos pré-fabrica-dos. Isto é de vital importância, pois se optarmos por um sistema construtivo baseado nas suas inúmeras vantagens quando compa-rados com outros sistemas, mesmo assim não poderemos efetiva-mente aplicá-lo caso os matérias não possam ser entregues dentro dos prazos que desejamos ou então as fábricas ou indústrias não possam nos atender dentro do cronograma.
9) Resposta pessoal. 10) Resposta pessoal.
Capítulo 10
Orientações
Professor, finalizando o livro, é recomendável que os alunos façam