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CPM
–ASSOCIAÇÃO DOS CENTROS DE PREPARAÇÃO PARA O
MATRIMÓNIO
DIOCESE DO PORTO
FORMAÇÃO DIOCESANA, GONDOMAR – Capela de S. José, 15 DE JANEIRO DE 2012
Objectivo:
Estudo do 1º tema CPM – “Uma Comunidade de Amor”, com destaque para os novos “Guias de Diálogo”;
Destinatários:
Todos os casais CPM da Diocese do Porto;
Metodologia:
Para esta formação, dada a sua especificidade na temática CPM, optou-se pelo método activo. Pretendeu-se aproveitar o manancial de conhecimentos e experiências vividas na acção pelos Casais e Assistentes CPM e a todos envolver num trabalho de estudo e reflexão em casal e em grupo, com partilha comum. A todos foi pedido:
1) Preparação e estudo prévio, nas paróquias, em casal e em equipa, por parte dos casais animadores das Equipas CPM, utilizando o “Manual” e o novo “Guia de Diálogo” relacionados com o 1º tema: “Uma Comunidade de Amor”;
2) Constituição de grupos de trabalho, por Centros e por Região Pastoral, utilizando a temática e as pistas previamente elaboradas e distribuídas pela ERD – Equipa Responsável Diocesana, cabendo aos grupos assim constituídos estudar, globalmente, o novo “GUIA DE DIÁLOGO” e, ainda, especificamente, uma das partes utilizadas no trabalho CPM, a saber: “O ASSISTENTE”; “O
TESTEMUNHO”; “O PLENÁRIO”; “A REVISÃO DE VIDA EM CASAL E EM EQUIPA”; tudo isto sempre na óptica do 1º Tema: “Uma Comunidade de Amor”
e na perspectiva do trabalho com os noivos. As pistas e a matéria de base a tratar por cada grupo de trabalho constam do mapa previamente distribuído, como segue:
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CPM – FORMAÇÃO DIOCESANA, Gondomar – 15 Janeiro 2012
Objectivos para o Trabalho de Grupos - 1º Tema
1 - O GUIA DE DIÁLOGO (sobre o tema: “Uma Comunidade de Amor”) Cor, simbologia, texto introdutório, pistas: (tendo em vista os noivos)
- Motivação para o trabalho de grupo: - do casal animador
- dos noivos
- O casal animador no grupo:
- a sua preparação e intervenção no grupo
- destacar 3 pistas consideradas mais importantes (na óptica dos noivos); Justificar.
- Como preparar a intervenção no plenário
Nota: é aconselhável a leitura do Guia de Diálogo e do Manual CPM: Edição antiga: (pg.25 a 27 e 71 a 79 e.102 a 111). Edição 2005: (pg.25 a 27 e 83 a 91 e 107 a 125)
2 - O ASSISTENTE (sobre o tema “ Uma Comunidade de Amor”) O papel do Assistente:
- na equipa
- com os noivos (nos grupos; no testemunho)
Nota: é aconselhável a leitura do Guia de Diálogo e do Manual CPM: Edição antiga: (pg.85 a 87). Edição 2005: (pg.97 a 100)
3 – O Testemunho (sobre o tema “ Uma Comunidade de Amor”) - Contributos da Revisão de Vida:
- Em casal - Em equipa
- Preparação e análise prévia - Comunicação aos noivos
Nota: é aconselhável a leitura do Guia de Diálogo e do Manual CPM:
Edição antiga: (pg.61 a 63 e 80 a 81 e 112 a 119). Edição 2005: (pg.73 a 75 e 92 a 94 e 126 a 133) TODOS OS CENTROS DEVEM PREPARAR A SER PREPARADO PELOS CENTROS DA ZONA PASTORAL SUL A SER PREPARADO PELOS CENTROS DA ZONA PASTORAL NASCENTE
3 4 - O Plenário (sobre o tema “Uma Comunidade de Amor”)
- Condução - Objectivos
- Intervenções - Conclusões
Nota: é aconselhável a leitura do Guia de Diálogo e do Manual CPM: Edição antiga: (pg.79 e 117 a 119). Edição 2005: (pg.91 e 131 a 133)
5 – A Revisão de Vida em casal e em equipa (sobre o tema “Uma Comunidade de Amor”)
- Em casal (escolher o momento conveniente!) - Quando
- Como - Em equipa
- Pontos principais a abordar no 1º tema (indiquem 4 pontos fortes)
Nota: é aconselhável a leitura do Guia de Diálogo e do Manual CPM:
Edição antiga: (pg.28 a 38). Edição 2005: (pg.28 a 39)
Programa do dia de formação:
14,00h – Acolhimento;
14,15h – Início dos trabalhos: Oração e introdução;
14,30h – Trabalhos de grupos (os grupos serão constituídos por zonas pastorais, sete casais por grupo. No final, do trabalho de grupos, os porta-voz dos grupos, da mesma zona pastoral, reúnem-se para elaborarem um documento único e escolher o respectivo porta-voz, para intervenção no plenário).
15,30h – Intervalo
16,00h – Plenário (partilha do trabalho de grupos a ser apresentado oralmente pelo porta-voz de cada zona pastoral e entrega à mesa do trabalho escrito) e intervenções complementares. 18,00h – Conclusões da responsabilidade da ERD, avaliação e encerramento dos trabalhos A SER PREPARADO PELOS CENTROS DA ZONA PASTORAL NORTE A SER PREPARADO PELOS CENTROS DA ZONA PASTORAL GARNDE PORTO
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Inscrições:
110 Pessoas, sendo: 53 Casais e 4 Assistentes;
Estavam representadas todas as Regiões Pastorais da Diocese, com excepção da Região Pastoral Norte.
Grupos de trabalho constituídos:
9 Grupos de trabalho, com a seguinte distribuição:
A 1+A 2+A 3: O Guia de Diálogo/A Revisão de Vida em Casal e em Equipa; B 1+B 2: O Guia de Diálogo/O Testemunho;
C 1+C 2: O Guia de Diálogo/O Assistente; D 1+D 2: O Guia de Diálogo/O Plenário.
Cada Grupo integrava cerca de seis casais, tendo um deles a função de secretariar e preparar a partilha no Plenário; contudo, no final do trabalho dos grupos, os respectivos porta-vozes reuniram, para elaborar um resumo único por cada tema e designar, então, o seu porta-voz para apresentar as conclusões no Plenário.
Constituição da Mesa para conduzir os trabalhos:
No inicio dos trabalhos, a Mesa foi constituída pelos Casais e pelo Assistente da Equipa Responsável Diocesana.
Após o intervalo e antes do inicio do Plenário, foram chamados para a Mesa mais dois Casais e um Assistente, tendo estes como função, após a apresentação da partilha do trabalho dos grupos pelos respectivos porta-vozes, complementar, reforçar ou realçar os pontos mais relevantes de cada tema.
Funcionamento do Plenário e da partilha das conclusões dos grupos:
- Sobre “O Guia de Diálogo” do 1º Tema: “Uma Comunidade de Amor”:
1) - Conclusões dos Grupos A: Consideram o novo G. D. mais apelativo; realce da simbologia (cor, semente…); o caso apresentado está bem concebido e ajuda a situar o tema; será importante e urgente actualizar o “Manual CPM” para que os casais utilizem uma linguagem semelhante nos trabalhos de Revisão de Vida; não consideram relevante estar a eleger, agora, as 3 pistas mais importantes; entendem que, cada grupo, no decorrer do trabalho concreto com os noivos, deverá fazer essa opção, atendendo à oportunidade e às características dos participantes.
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2) – Conclusões dos Grupos B: cor verde – esperança, é adequada ao 1º tema; simbologia: está bem; as pistas do G. D. são acessíveis à generalidade dos noivos desde que estes as tenham lido e reflectido previamente, como convém; o tempo (45 minutos) é insuficiente; normalmente utilizam uma hora e não chega; é necessário que o casal moderador domine bem todas as questões e esteja atento, para não haver demoras; motivar os casais da equipa sobre o trabalho em grupo, com os noivos, durante as reuniões de RV; quanto aos noivos, a motivação resultará do empenho e da tolerância com que forem acolhidos; em síntese, elegem como mais relevantes três pistas: “Diálogo”;
“Perdão”; “Vocação”.
3) – Conclusões dos Grupos C: o novo G. D. e a cor são atractivos; história do Vasco/Susana está bem e cativa; os noivos aguardam o seguinte para continuar a história…; sendo muitas as pistas, devem ser bem analisadas na reunião de equipa e, no trabalho em grupo, com os noivos, devem auscultar sobre quais aquelas que consideram mais relevantes para serem discutidas; importante o estudo e a preparação prévias do casal moderador; importante a ajuda e a preparação do porta-voz para o plenário; expor o que se passou no grupo e não a opinião pessoal; consideram importante no G. D., a parte sobre “o pensamento de outros”; referem como mais importantes, as pistas sobre:
“Escolha”; “Diálogo”; “Perdão”; “Crescimento”.
4) – Conclusões dos Grupos D: cor verde – esperança, vida feliz… -; simbologia e
fotos são de manter; a história é actual e com interesse; as pistas são bastantes mas interligam-se; motivação do casal animador: desde que bem preparado em casal e em equipa; quando se trate de um casal a participar pela primeira vez, deverá ocorrer uma “simulação” do trabalho em grupo; está tudo no “Manual”, mas nem sempre é lido! Importante estudar as técnicas de condução de grupo; no grupo, os noivos devem ter maior espaço de participação do que o casal moderador; pistas consideradas: “Vocação para o casamento”; “Diálogo”;
“Perdão”.
- Sobre “A Revisão de Vida em casal e em Equipa” – 1º Tema: “Uma Comunidade de Amor”:
1) - Conclusões dos Grupos A: o “Manual CPM” não está em sintonia com o “Guia de Diálogo” e isso dificulta; R.V. em casal: deve vencer a barreira da falta de diálogo e ser sempre realizada, de novo, pelo casal; utilizar e ler o G. D. e não só o “Manual”; equipas devem rodar e renovar os casais (2 ou 3 casais novos/diferentes); nas R.V. em equipa deverá deixar-se os casais novos para o fim…; reunião zero, em equipa: os casais devem ser bem informados sobre como fazer a R.V. em casal (uso do “Manual” e pistas); como e quando: ao critério do casal; pontos fortes a considerar: “Verdade” (isto também no
6 testemunho); “Humildade”; “Disponibilidade” (para ouvir e falar); “Confiança em grupo” (sigilo).
2) – Intervenção complementar (casal CPM): primeiro: comunhão de vida (casais, assistente – construir equipa -; segundo: só há bom CPM se amarmos o CPM – conhecer e estudar as estruturas -; terceiro: acreditar; importância do acolhimento aos noivos na primeira reunião: simplicidade, alegria de estar, partilha de vida com eles… o que lá se fala, lá fica (sigilo); sobre R.V., é exclusivamente para os casais (não pensam ainda nos noivos); a R.V. é a formação do casal e da equipa; pistas do “Manual”, são só para o casal; escolha e oportunidade da R. V. em casal: invocar o Espírito Santo…; R. V. em equipa: ver, julgar, agir; abertura, verdade, humildade…; a R.V. não é para acusar o outro; não levar para a R.V. em equipa o que não tiver sido tratado em casal; o casal deve pôr-se de acordo; indispensável a presença do Assistente na R.V. em equipa; começar pela oração e reflexão; não acusar ninguém; partilha e intercâmbio com os outros casais; quanto à partilha, em equipa, pelo casal novo: no inicio? no fim? se calhar, no meio…
3) – Intervenção complementar (Assistente Diocesano CPM): há pouco conhecimento sobre o que é a R.V. apesar do “Manual”; R. V. não é contar a vida; em casal e em equipa reflectir a sua vida à luz do Evangelho; mesmo com mais ou menos noivos a R.V. é de grande utilidade para o casal (mais do que aos noivos); a motivação está aqui; o CPM ajuda o casal a crescer; só assim existe revitalização da Equipa CPM; leitura mais aprofundada para aproveitar melhor a R.V. A dimensão espiritual do casal passa por aqui… (sugestão vinda
da Assembleia: ver no site CPM –[email protected]- o documento sobre R.V. da autoria do Pe. Belo (Assistente Nacional).
- Sobre “O testemunho” – 1º Tema: “Uma Comunidade de Amor”
1) – Conclusões dos Grupos B: a R.V. é importante para o testemunho; partilha em equipa: é grande ajuda; preparação: casal com experiência de vida, mais adequado ao tema, embora ainda jovem; fazer preparação com Assistente e Casal Coordenador; simples, claro, sem conselhos…
2) – Intervenção complementar (casal CPM): R.V. em casal e em equipa vai dar mais-valia para o testemunho; conviria casal jovem, comunicativo, alegre… É o 1º tema com os noivos… Tal como a reunião zero, o primeiro testemunho é muito importante. Forma de comunicar o testemunho: não uma lição de vida, mas vivência e dificuldades sentidas (não é um mar de rosas!). É importante a escolha do casal adequado ao 1º tema.
3) – Intervenção complementar (Assistente Diocesano CPM): No testemunho a
autenticidade é chave; genuíno e autêntico. Sem essa condição cai tudo pela base; não como lição. Viver o testemunho que se apresenta; o testemunho que assenta na R.V. é muito mais profundo. Testemunho e Fé: a transmissão
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do testemunho é o melhor para transmitir a Fé. “De que forma Deus passou pela vida do casal…” Incluir no testemunho a caminhada de Fé, com verdade. Testemunho autêntico, com sucessos e fracassos… (sugestão de um casal da
Assembleia: o casal, na apresentação do testemunho aos noivos, deverá respeitar os termos acertados na reunião prévia com o Casal Coordenador e o Assistente).
- Sobre “O Plenário”: - 1º Tema: “Uma Comunidade de Amor”
1) – Conclusões dos grupos D: Fazer preparação prévia para evitar dispersões e demoras; evitar repetição de assuntos. Proposta: Grupo 1 prepara o porta-voz e apresenta o 1º. Tema…; Grupo 2 prepara o porta-voz e apresenta o 2º. Tema…, ou seja, só um Grupo apresenta no Plenário, em cada tema, com um único porta-voz (sugestão complementar: poderá manter-se um porta-voz em
cada grupo, reunindo todos, no intervalo, para acertarem os termos de uma partilha comum, que corresponda ao sentir dos vários Grupos, mantendo-se o porta-voz único, no Plenário, pela ordem dos Grupos. O Assistente e o Casal que vai dar o testemunho, podem ser os moderadores do Plenário, com intervenções complementares, se o acharem oportuno). Animação no Plenário:
um cântico adequado ao tema anima e cria ambiente…
2) Intervenções complementares – a) Presidente Diocesano CPM: o cântico dispõe bem, ao entrar na sala; registar, por escrito, as principais frases do que foi apresentado no Plenário, sobre o trabalho dos Grupos; não discurso… Quem orienta o Plenário olha as pessoas, escreve as frases… - b) Assistente Diocesano CPM: a intervenção no Plenário deve ser simples, sucinta e breve. Os casos mais delicados que apareçam devem ser tratados directamente com o Casal Coordenador ou, se necessário, em privado com o Assistente.
- Sobre “O Assistente”: - 1º Tema: “Uma Comunidade de Amor”
1) – Conclusões dos Grupos C: A presença e apoio do Assistente tanto na R.V. como no testemunho são importantes para os casais; deve criar-se, entre todos, um bom ambiente. O Assistente não deverá interromper o testemunho do casal para evitar que este se perca; deve passar pelos Grupos de noivos para criar um relacionamento mais próximo (ter em conta que muitos noivos já não vão à igreja desde a Profissão de Fé). Não está para repreender mas como amigo. Há noivos que, no CPM, formam uma ideia boa e positiva quer do sacerdote quer da igreja; quando os noivos gostam, saem mais abertos. É importante saber acolher os noivos mesmo nas suas faltas.
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2) – Intervenção complementar (Assistente de Equipa CPM - Centro de S. João da Madeira): O Assistente não pode ser simplesmente assistente. Responsável mas não condutor do CPM; tem de estar lá, plenamente; não apenas dar um recado. O CPM é uma forma excelente de catequese familiar, do que é ser igreja. Trabalho com a equipa; apoio na preparação do testemunho. O testemunho não tem de ser apenas “coisas pessoais”; pode ser reforçado pelas experiências da equipa. O casal pode não abarcar todas as experiências ligadas ao tema; nesse caso, usa as de outros casais da equipa. Presença do Assistente no acolhimento aos noivos quer individual quer em grupo; visitar os Grupos ou participar neles. Não é altura de fazer grandes discursos. Após o casal e seu testemunho, não deve existir o “testemunho do padre”. É mais fácil falar da doutrina do que da vivência cristã… Realçar o casamento como comunidade de amor. O acolhimento aos noivos, pelo pároco, para o casamento, deve ocorrer quanto mais cedo melhor. Conhecer e preparar os noivos conforme o seu estado catequetico. Preparação da Celebração Matrimonial e dos Sacramentos: isto é indispensável e deve ser preocupação do pároco no acolhimento.
3) – Intervenção complementar – (Assistente Diocesano CPM): Não há CPM sem Assistente: na escolha dos casais, na preparação da equipa… Presença dos Diáconos: apoiam, reforçam, mas não substituem os padres. Fala o casal e depois fala o Assistente; nada de interrupções. Faz bem aos padres saber ouvir: os casais e os noivos.
Nota: A Assembleia propôs que o resumo deste trabalho de formação fosse colocado no site do CPM da Diocese do Porto: www.cpmporto.pt.
- Notas finais e encerramento dos trabalhos:
a) - Presidente Diocesano do CPM PORTO: Todos devem fazer uma avaliação deste trabalho. Façam chegar as vossas opiniões. Partilhem entre Regiões Pastorais, Vigararias e Paróquias. Um agradecimento para todos…
b) – Assistente Diocesano do CPM PORTO – Comentário final: Comunidade de Amor; Comunidade/ casamento: onde se faz comunidade; criar comunidade: construção, projecto… Abertura ao outro = Comunidade.
Amor: em muitas culturas (orientais, africanas…) o casamento ainda não é de amor; o casamento deve ser a expressão do amor. O casamento por amor é muito mais débil; precisa de atenção e renovação permanente.
O CPM também deve ser uma comunidade. Uma equipa é uma família; é uma expressão da Igreja. Assim, também, o CPM. É no CPM que muitos noivos reencontram a Igreja: “Comunidade de Amor” sempre em construção e em família.
(documento elaborado pelo casal da ERD – FORMAÇÃO, com base nos apontamentos próprios recolhidos durante a sessão de formação e nos contributos entretanto recebidos).