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miná
nári
rio
o VI
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JURÍD
RÍDICA
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Questões Questões Questões Questões
1. Pode
1. Pode-se depr-se depreendeender oer o concconceitoeito de renda dide renda diretaretamentmente da Constie da Constituiçtuiçãoão FedeFederal?ral? Caso
Caso issoisso nãonão seja seja posspossívelível, p, poderoderia ia entãentãoo a la leiei compcomplemelementar ntar fixafixar ur um cm conceonceitoito livr
livre de rene de renda ouda ou atriatribuir abuir aoo legilegisladslador ordor ordinárinárioio a sua fia sua fixaçãxação? (Vio? (Vide anede anexoxo I).I). Res
Resposposta:ta: AnAnalialisansandodo-se -se oo artartigoigo 153153, II, III da I da CF, CF, quque ate atribribuiui cocompempetêntência cia dada Uniã
Uniãoo para inpara institstituiçãuiçãoo de impode impostosto sobrsobre a renda, ce a renda, chegahega-se à conc-se à conclusãlusãoo de que nãde que nãoo é po
é possíssívelvel depdepreereendnder der direiretamtamentente oe o conconceiceitoto de rde rendenda doa do textextoto conconstistituctucionional,al, po
poisis fifica nca nítítidida qua que oe o lelegigislsladador dor da Caa Cartrta dea deixixa à caa à cargrgoo dodo lelegigislsladador or infr
infraconaconstitstitucioucionalnal (lei(lei compcomplemelementar e ordinántar e ordinária) a definiçria) a definiçãoão dasdas espeespecificificidacidadesdes do
do tribtributouto. Por ó. Por óbvibvio, a ato, a atuaçãuaçãoo dodo legilegisladslador inor infracofraconstinstitucitucionalonal nãonão é ilié ilimitamitada eda e irr
irrestestritrita, a, umuma va vez ez quque oe oss priprincíncípipiosos e re regegrasras gergeraisais dedeste ste tritribubutoto (ca(capacpacidaidadede cont
contribuributiva ltiva legalegalidadidade, etc)e, etc), como, como de qualde qualquer ouquer outrotro prespresente nente na própra própria CFia CF no
nortrteaearãrãoo a a atatuauaçãçãoo dodo lelegigislsladadoror. . AsAs babasesess dodo coconcnceieitoto lelegagall de de rerendnda a esestãtãoo es
estatabebelelecicidadass nonoss arartitigogoss 4343 e e 4444 dodo CTCTN.N. 2. A
2. A LeiLei ComComplplemeementntar nar n. 10. 104/4/20020011 acracrescescententouou um um parparágrágrafoafo segsegunundodo aoao artartigoigo 43
43 dodo CTCTN, diN, dispsponondodo “qu“que ne naa hihipótpótese ese de de recreceiteitaa ouou de de renrendimdimententoo ororiuniundodoss do do ex
exteteririoror, a, a lelei esi estatabebelelececerárá as cas conondidiçõções e oes e o momomementntoo em qem que sue se dae darárá susua a disp
disponibonibilidilidade, ade, parapara finsfins de de inciincidêncdênciaia dodo impoimposto.sto...” ..” .. Ind
Indagaaga-se-se:: oo regregime ime de tde tribribututaçãaçãoo em bem baseasess ununiveiversarsaisis abrabrangangendendoo asas concontrotroladladasas e co
e coligligadaadass nono extexterierior nor nosos molmoldesdes em qem que pue presrescricritoto pelpela Lea Leii 1212.97.973/3/20120144 estestá deá de acor
acordodo com ocom o ordeordenamenamentonto juríjurídicodico? Consi? Consideraderar em sua respor em sua resposta a manista a manifestfestaçãoação do
do STF STF a resa respeipeitoto dodo temtema. (a. (VidVide ane anexoexoss II e III)II e III).. Re
Respsposostata:: NãNãoo esestá dtá de acoe acordrdoo cocom om o orordedenanamementntoo jujurírídidicoco brbrasasilileieiroro, um, uma vea vezz qu
que, a eqe, a equiuipapararaçãçãoo dodo crcrititérérioio mamateteririalal papara a inra a incicidêdêncncia dia doo imimpopoststoo rerelalatitivovo àsàs su
sucucursrsaiaiss e fie fililiaiaiss cocom om o crcrititérérioio mamateteririalal dadass cocoliligagadadass e coe contntrorolaladadass nono exexteteririor or afro
afronta nta dirediretametamente nte oo ordeordenamenamentonto juríjurídicodico, , poispois inovinovou-sou-se e uma uma prevprevisãoisão legalegall de
de critécritériorio matematerialrial que que nãonão se se realirealizou.zou. Ex
Expliplicitcitanando:do: Em Em relrelaçãaçãoo àsàs filfiliaiiaiss e se sucuucursarsaisis, d, domomiciicililiadaadass nono extexterierior, or, popor sr see trat
tratarem de uarem de uma mesmma mesma pessa pessoa juroa jurídicídica (ficça (ficçãoão juríjurídicadica) em rela) em relaçãoção à matrià matrizz bras
brasileira, a legislileira, a legislaçãoação estabelecia estabelecia que há a que há a disponibdisponibilidade da renda (ocorrênciailidade da renda (ocorrência do
do crcrititérérioio mamateteririalal) ) na na dadata ta dodo babalalançnçoo em em quque e oo lulucrcroo fofoii apapururadadoo nono exexteteririoror.. Nesse
Nesse contextocontexto nãonão haveria haveria a necessa necessidade didade de entrege entrega física.a física. Em rel
a caracterização da disponibilização da renda reside justamente no fato de que, ao contrário das filiais e sucursais, tais empresas são absolutamente distintas da empresa brasileira, e estabelecer como disponibilização da renda a data do balanço em que o lucro foi apurado no exterior seria criar uma hipótese legal de critério material que não se realizou. Isso porque nesse caso, só haveria que se falar em disponibilidade de renda quando essas coligadas ou controladas no exterior efetivamente dispusessem seus lucros para essas empresas brasileiras, pois somente a partir desta data é que seria possível considera-las em seu balanço.
3. Quais as formas de apuração e de recolhimento do IRPJ determinados pelo legislador ordinário? Diferencie-as.
Resposta: As formas de apuração e de recolhimento do IRPJ são: 1 – Lucro Real;
1.1 – Estimado (anual): nesta forma de apuração o contribuinte é obrigado ao recolhimento mensal do tributo, com observância na base de cálculo estimada 1.2 - Trimestral: nesta forma de apuração o lucro é apurado trimestralmente sendo dispensado qualquer ajuste final do exercício, uma vez que a tributação é definitiva em cada período (trimestre)
2 – Lucro Presumido: trata-se de uma forma simplificada de tributação que favorece as pessoas jurídicas que não estão obrigadas ao regime do lucro real. Tem-se nesse regime a presunção da base de cálculo sobre a qual é aplicada uma alíquota fazendo, ou seja, presume-se que para determinada atividade o lucro seria de X por cento (base de cálculo) e a partir disso aplica-se a alíquota prevista para o imposto.
4. A determinação do registro contábil de negócios segundo a primazia da substância econômica sobre a forma jurídica, realizada segundo as regras do IFRS (Lei n. 11.638/2007) tem implicações relevantes na apuração do IRPJ? O advento da Lei n. 12.973/14, a qual extinguiu o RTT (Regime Tributário de Transição), implica a alteração da base de cálculo do IRPJ, para que esta seja tomada a partir dos valores registrados contabilmente e consideradas as alterações em tais lançamentos determinadas pela Lei n. 11.638/2007?
Resposta: Não. As regras de registro contábil não interferem na determinação da natureza jurídica do negócio. O que interessa, para fins de tributação, é o fato jurídico efetivamente praticado, ou seja, aquele em que se tenha consciência entre forma e substância, demonstrados mediante a linguagem das provas.
5. Existe diferença entre a contagem do prazo decadencial para o lançamento de um valor de imposto de renda apurado pelo lucro real trimestral e pelo lucro real anual? E como se dá a contagem decadencial para lançamento de valores de IRRF?
6. Que significa a expressão “preços de transferência” e qual sua função? O que é o princípio “arm’s lenght” aplicado pelo fisco no Brasil? Foi positivado no Brasil pela Lei 9.430/96 e alterações posteriores? Comente sobre a possibilidade de aplicação coercitiva deste conceito. (Vide anexo IV).
Resposta: Trata-se de previsão hipotética de adições à base de cálculo do imposto sobre a renda, decorrente de operações realizadas entre partes vinculadas, em razão de descompassos entre preços ou juros por ela pactuados e aqueles que seriam praticados entre partes não vinculadas.
7. A legislação do imposto de renda prescreve que a compensação dos prejuízos fiscais apurados são limitados à denominada trava de 30%. Por outro lado, regula ainda a forma com que o direito à compensação subsiste, especialmente em face de eventos de cisão, incorporação ou fusão de sociedades. Indaga-se: é cabível a denominada “incorporação reversa” ou “incorporação às avessas”, isto é, a operação em que figura como incorporadora a sociedade detentora de prejuízos fiscais, realizada justamente para que estes não se percam? Dito de outra forma, essa espécie de planejamento é lícita? (Vide anexos V e VI).