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Reinaldo Arenas: Termina el desfile

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Academic year: 2021

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N U E V A N A R R A T I V A H I S P Â N I C A

S E I X B A R R A L

(2)

R E IN A L D O A R E N A S

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D is e ñ o c u b ie r ta : J o s e p N av as YALE

1

PQISRO

^7S5

■ + P r im e r a e d ic ió n : in a v o d e 1981 © 1981: R e in a ld o A re n a s

D e re c h o s ex clu sis'o s d e e d ic ió n

re s e rv a d o s p a r a to d o s los p a íse s d e h a b la e s p a ñ o la : © 1981: E d ito ria l Seix B a rra l, S. A. T a m b o r d el B ru c, 10 - S a n t J o a n D e sp í (B a rc elo n a)

IS B N : 84 3 2 2 1395 0 D e p ó s ito le g a l: B. 7.4 9 5 - 1981

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C O M IE N Z A E L D E S E IL E

D e t r á s —p e r o casi j u n t o a m í— v ie n e R ig o , s ilb a n ­

d o y h a c ie n d o r e c h in a r sus b o ta s . Y d e sp u é s, las h ija s d e lo s P u p o s , c o n lo s m u c h a c h o s d e la rn a n o , h a b la n d o , c a c a r e a n d o , m u e rta s d e risa , lla m a n d o a R ig o p a r a d e ­ c irle n o sé q u é co sa. Y m á s a trá s v ie n e n lo s E s tra d a s , y R afael R o d ríg u e z , y lo s h ijo s d e B a r to lo A n g u lo y d e P a n c h ita , y W ilfre d o el b izco. Y d e sp u é s, lo s n ie to s d e C á n d id o P a f r o n d a . Y m á s a trá s los h ijo s d e C a rid a d , la d e T a ñ o . Y A r tu r o , el h ijo d e L a V ieja R osa. Y la g e n te d e la L o m a , y d e la P e rre ra , y d e G u a y a c á n . Y d e la n te las m u je re s d e las c a rre ta s , b a r r ig o n a s , y el g r u p o d e r e b e ld e s , y to d o s los m u c h a c h o s del b a r r io . Y m á s a llá la g e n te d e a c a b a llo . Y las b ic icletas, y h a s ta u n c a m ió n . Y N iñ o O c h o a , e n m u le ta s . Y o tr o c a m ió n q u e n o s d a a lc a n c e a l p a s a r El M a ja g u a l. Y n o s o tro s , y n o s o tr o s q u e n o s e c h a m o s a u n c o s ta d o del c a m in o . P a sa el c a m ió n re p le to d e g e n te q u e a g ita los s o m b r e r o s y saca u n a b a n ­ d e ra . Q u é e s c á n d a lo . Y el p o lv o del c a m in o , le v a n tá n d o ­ se, c u b r ié n d o n o s , b a ja n d o o t r a vez covno u n h u m o r a s ­ tre ro , y lu e g o , p o r los casco s d e los c a b a llo s (q u e ya se a c e rc a n , q u e ya e s tá n j u n t o a n o s o tro s , q u e ya v a n d e ­ la n te d e n o s o tro s ), a lz á n d o s e o t r a vez, f o r m a n d o u n a n u ­ b e q u e n o s en v u e lv e y casi m e im p id e v erte . M ás a trá s v ie n e n to d a s a q u e lla s g e n te s q u e n o sé q u ié n e s so n , y q u e p a re c e n c a n ta r. O q u iz á tr a e n u n ra d io . N o sé. E stá n m u y lejos. A lo m e jo r s o la m e n te h a b la n y d e s d e a q u í p a ­ rec e c o m o sí c a n ta r a n . P o r q u e to d o p a re c e c a n ta r. Y h a s ta la voz d e R ig o —q u e ya m e a lc a n z a d e n u e v o , q u e ya va a m i la d o — c u a n d o m e d ice “ H u e lo a c o jó n d e

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o s o ” es c o m o u n c a n to . “ Y y o ta m b ié n ” , d ig o . “ Y y o ” ... Y ya lo s d o s c a m in a m o s j u n to s . Y ya n o s c o n fu n d im o s c o n el b a r u llo q u e se a g r a n d a . Y él se m e p ie r d e e n tre la g e n te ; p e r o m e e sp e ra . Y d e n u e v o c a m in a a m i la d o . Y o tr a vez m e h a b la d e los o lo re s . “ P e ro , q u é b a ñ o —m e d ic e —. Q u é b a ñ o c u a n d o lle g u e p o r fin a c a s a ” . Y yo lo v u e lv o a m ira r, r ié n d o m e . T e m iro . T e v eo c o n ese u n if o r m e d e s h ila c h a d o , c a m in a n d o a m i la d o e n tr e el tro p e l d e la g e n te y los c a b a llo s , e n tr e el tu m u lto . T ú , c o n ese f o r m id a b le u n if o r m e d e s ta r ta la d o q u e se te cae a p e d a z o s ; y la e s c o p e ta al h o m b r o , a m a r r a d a c o n a la m ­ b re s. Y la g e n te q u e se te a c e rc a. Y las P u p o s q u e ya te s a ­ c a n c o n v e rs a c ió n . C o n v e rs a n c o n tig o , c o n v e rs a n p a r a ti. P a r a m í n o , q u é va, a m í d e n in g ú n m o d o . Yo n a d a tr a i­ g o e n c im a . N o q u is e tr a e r n a d a . N o p u d e ... E s ta b a e n el a r r o y o lle n a n d o las la ta s d e a g u a p a r a las tin a ja s d e m i tía O lg a . Allí e s ta b a c u a n d o sen tí el tiro te o . O tr a vez el tiro te o , p e n sé . P e ro d e s p u é s o í risas, y el e s c á n d a lo de “ V iva C u b a lib r e ” (ese g r ito q u e , a u n q u e p a re z c a in ­ c re íb le , a ú n n o se h a g a sta d o ), y e c h é a c o rre r , d e ja n d o las latas e n el m is m o p a s o d el a r r o y o , sin d e s p e d irm e d e m i tía. Así, ja d e a n d o , lle g u é h a s ta el c a m in o real. Ya las P u p o s e s ta b a n e n la ta la n q u e r a . E llas, y la g e n te q u e ib a lle g a n d o , m e d ie r o n la n o tic ia , q u e yo, d e p r o n ­ to , n o p u d e c re e r. E s ta b a e n el a r r o y o lle n a n d o las latas d e a g u a (ya e r a el s e g u n d o viaje), y p e n s a b a ; M a d re m ía, e sto n o tie n e fin ; e sta g e n te n o g a n a r á n u n c a la g u e r ra c o n esas a rm a s d e s ta rta la d a s . S ie m p re e s ta ré a q u í, e s­ c o n d id o , h u y e n d o ; sin v o lv e r ja m á s a H o lg u ín . D u r ­ m ie n d o c o n las ra ta s e n la p r e n s a d e las v ia n d a s. Sin o tr a e s p e ra n z a q u e u n a re c la m a c ió n le ja n a d e u n tío , q u e h a ­ ce sig lo s lav a p la to s y n o s esc rib e . Las canelas, las garro­ chas que se clavan en los lomos de los bueyes. “Caminen, condenados". Los cascos de los caballos: la polvareda que se alza, que asciende, que nos envuelve, que nos cae de

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pron-lo como un gran mosquitero. H asta que tú apareces de nue­ vo, con el uniforme desarrapado, con la escopeta que bam­ boleas, que te ajustas a la espalda, que enarbolas triunfante. “ T ira u n t i r o ” , m e d ijiste . Yo co g í el a r m a y tr a té d e a c u la ta r la e n el p e c h o . “ Así n o ” , d ijiste. Y yo te dev o lv í la e s c o p e ta sin h a c e r el in te n to . P e ro e n to n c e s e s p e r a ­ b a ; a llí, e n el C a m p a m e n to , e s p e ré d u r a n te u n m es y p ic o . E n tre los re b e ld e s , sin h a c e r n a d a ; o y e n d o sus c u e n to s d e re la jo ; e s p a n ta n d o las g u a sa sa s. T o m a n d o , a veces, u n tra g o d e r o n . C o m ie n d o la c a rn e c h a m u s c a d a d e las vacas q u e n o s re g a la b a n , o q u e (se g ú n ellos) c o m ­ p r á b a m o s a c ré d ito . P e ro lleg a la n o tic ia : n o se re c ib e n m ás a lz a d o s si n o tr a e n a rm a s la rg as. Y c o n la n o tic ia lle g a n 48 h o m b r e s y 7 m u je re s q u e h a n sid o re c h a z a d o s d e sd e la S ie rra p o r q u e n o h a y c a b id a p a r a ta n ta g e n te d e s a rm a d a . Y c a d a d ía s o n m á s los q u e q u ie r e n alzarse, sin tr a e r s iq u ie ra u n a p is to la . “ ¡A rm a s la r g a s ! ” “ ¡A rm as la r g a s ! ” “ Si n o tr a e n a rm a s la rg a s n o p o d e m o s a d m i t i r ­ lo s ” . Y e n v e rd a d , q u é p u e d e h a c e r u n e jé rc ito sin a r ­ m as. H a y q u e re g re s a r. P e ro ya es ta rd e . D ejé u n p a p e l e n la c a m a . D e c ía : “ Q u e r id a m a m á , m e voy c o n los r e ­ b e ld e s p o r q u e a q u í n o h a g o n a d a ” . Así d e c ía . Y ta m ­ b ié n : “ N o le d ig a n n a d a a n a d ie ” . Y m i n o m b r e . Y aho­ ra que ya pasamos por el río del Majagual, la caravana se va agrandando, se alarga y se ensancha; y ya se nos acerca la gente de Las Carreteras, las de Perronales y Cuajábales. Todos vienen detrás de nosotros, nos alcanzan y ya se nos adelantan. Gritan, caminan: casi corren. Se confunden en la polvareda. Y tú, con el uniforme, sudando, tan orgulloso; al­

zando la escopeta. Nombrando los diferentes olores de tu cuerpo. “También y o ”..., digo. Y hago .silencio. Y miro para mis manos —tan callosas de cargar las latas de agua. Y luego, casi con pena, miro mi ropa. Y seguimos andando. Tú sin darle cuenta de nú- da, conversando. “Y la vieja, y la jeva, y todo -el mundo es­ perándom e”, dices. El tropel por momentos es ensordecedor.

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Alguien pasa de mano en mano una botella de Palicruzado. Tomamos. Y ahora, rojos por el ron y el sol, entre la nube de polvo que baja y se levanta, se mece delante de nosotros y luego se empina tapándonos la cara, borrándonos por momentos, se­ guimos avanzando... Tenía yo razón: la gente que viene detrás

cantaba. Está cantando: alguien trae una guitarra. A l pasar por el río Liño, las nsas, los cantos y el tropel de los caballos es tre­ mendo. Casi no te oigo. Me hablas a gñtos. “Q u é”, pregun­ to yo también a gñtos. “Que cómo te fu e , chico, dónde te me­ tiste después que saliste de Velasco”. Y seguimos trotando sudorosos. Tú, con el uniforme que de mojado se le pega a las nalgas. Así, entre la polvareda que sigue levantándose. Dentro de media hora, o antes, entraremos en Holguín. N ada te res­ pondo: pero el cuchillo que tú me regalaste viene aquí, debajo de la camisa. Lo palpo, con pena, pero no le lo enseño. Los dos juntos casi corremos. Huyendo de los caballos sallamos a un costado del camino. Tú sigues hablando. “S í ”, digo. “S í”, aunque ya casi no le oigo entre el tropel. Y de pronto, nada es­ cucho. N ada. N ada oigo aunque .sé que el escándalo es tremendo Alguien me mira, alguien tropieza conmigo y .sigue andando. Las mujeres quizá gritén, quizá lloren de alegría. Q ué sé yo: por­ que ya nada oigo. Es sólo el silencio. Veo, sí: veo que entras en el río. No lo cruzas por el pedregal. Las botas que rechinan se zambullen en el agua revuelta. Yo, detrás, casi a tu lado, tam ­ bién hundo mis pies. E l agua nos refre.sca. Q uizá ya no estamos tan sofocados. Pero las manos me .siguen sudando como .siem­ pre. P o r q u e to d o es in s o p o r ta b le ; p o r q u e e n los ú l­ tim o s m eses h a s ta se f u e r o n las lu ces; la e sc u e la c e rra d a y el p u e b lo b lo q u e a d o p o r lo s re b e ld e s, sin u n a v ia n ­ d a , sin u n a g o ta d e leche. “ V irg e n S a n ta —d ic e a b u e la —, n o s m o r ir e m o s d e h a m b r e ” . Y yo e n la sala, ya sin p o ­ d e r o ir a M ig u el Aceves M ejía. Y yo e n la sala, d á n ­ d o m e silló n , sin s a b e r q u é h a c e r. Y a b u e lo r e g a n d o el flit n o c h e tra s n o c h e ; sin n a d a q u e c o m e r y c o n esta casa lle n a d e m o s q u ito s , d e c u c a ra c h a s y r a to n e s . ¡ R a to ­

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n e s!, c u a lq u ie r d ía v e n d r á n s ilb a n d o h a s ta m i c a m a , m e to m a r á n p o r los p ie s y m e lle v a rá n h a c ia n o sé q u é sitio , a sus cuevas o s c u r a s ; allá , d o n d e te r m in a el m u n d o ... P o r eso, y p o r q u e e s ta b a h a s ta la c o r o n illa d e este p u e ­ b lo m a ld ito q u e n u n c a h a v isto , ni v erá, ja m á s el m a r. P o r q u e ni d e d ía n i d e n o c h e casi se p u e d e s a lir a la calle. Y ya só lo m e q u e d a la sa la (ese h o r n o ) p u e s la c o c in a y el c o m e d o r s o n te r r ito r io s d e a b u e la , a b u e lo y m i m a d re . Y, c o m o si eso fu e ra p o c o , sin u n q u ilo ; p o r ­ q u e la fá b ric a c e r r ó h a c e tie m p o . Así estoy, sin s a b e r q u é h a c e r, o y e n d o el tir o te o . N o c h e tra s n o c h e , n o c h e tras n o c h e o y e n d o el tir o te o . “ E stá n ya e n B a y a m o ” . “ E stá n ya e n C a c o c ú n ” . “ T o m a r o n la C h o m b a ” . “ E n tr a r o n a n o c h e e n la L o m a d e la C ru z ” . A h o r ita to m a n el p u e b lo y yo a q u í, e n este b a la n c e , e n c h o c la d o ; e s c u c h a n d o el z u m b id o del a p a r a to d e Jlil q u e el v ie jo m a n e ja c o n u n a h a b ilid a d in c re íb le . Y la v ieja: “ Ay, q u e n o s m o r im o s d e h a m b r e ” . Y el v ie jo : “ C o m e m ie rd a s , p ie n s a n g a n a r la g u e r r a c o n b a n d e r ita s ” . Y m i m a d r e : “ Q u é d e s tin o , q u é d e s tin o ” . Y L o u r d e s : “ ¿ M e q u ie re s o n o m e qu ieres.^ D ilo d e u n a vez” . Y estas c u c a ra c h a s , y esto s m o s q u ito s in m o rta le s . P o r e so , y p o r este c o n d e n a d o c a lo r (el te c h o d e la casa es d e fib ro c e m e n to ), y p o r este p u e b lo c a lie n te y c e n tra l, sin a c e ra s n i p o r ta le s , casi sin á rb o le s . P o r eso y p o r q u é sé y o c u á n ta s cosas m ás. Y sin u n a p e s e ta p a r a c o m p r a r r o n . N i u n m e d io q u e es lo q u e c u e sta el tra g o m ás b a r a to . Sin p o d e r f a b ric a r a q u e l v in o d e t a ­ m a r in d o s fe rm e n ta d o s ( p o r q u e ta m p o c o os ta m a r in d o s lle g a n a este p u e b lo ). Sé q u e a n d a n cerca. Sé q u e e n la f r o n te r a d e la lo m a p u s ie r o n u n cá rte l q u e d e c ía : “ H a s ­ ta a q u í lle g a n lo s h o m b r e s ” . Sé q u e a H o lg u ín , s e g ú n d i­ cen , le e n v ia ro n u n a c a ja lle n a d e b lú m e re s . P e ro yo n o . Yo n o re sisto m á s este lu g a r e s p a n to s o . Y o... Comienza el tercer cruce del río. Los caballos en el agua, encabritándose. Uno se echa en la corriente. Gran escándalo de mujeres.

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güimos caminando. Tú delante, volviéndote, mirándom'.. Para ti, los elogios; para ti, las miradas de las Pupos. T; ajustas la escopeta al hombro y .sigues conversando. Los dos vamos empapados. Así q u e esa n o c h e , d e s p u é s d e la c o m id a , fui a v e r a T ic o . “ C h ic o , —le d ije — a q u í n o h a c e m o s n a d a , ¿ q u é tú c re e s? ¿ P o r q u é n o n o s a lz a m o s ? ” . P e ro él e s ta b a e n el so fá casi d o r m ita n d o . L os p a d r e s s e n ta ­ d o s e n la sala. “ P a so m a ñ a n a b ie n te m p r a n o a b u s c a r ­ te —le d ije — P o d e rn o s ir a p ie h a s ta V elasco. Allí e stá n los re b e ld e s . Les d e c im o s q u e q u e r e m o s a lz a rn o s, y y a .” “ S í” , d ic e él, y sig u e casi a c o s ta d o e n el sofá. “ H a sta m a ñ a n a ” , le d ig o . Y ahora el tiroteo, el escándalo, las risas y los cantos. Dentro de pocos minutos estaremos en el pueblo. D e n o c h e . El v iejo rie g a d e n u e v o el flil. N o sé q u é es m ás h o r r ib le , si la fu ria d e lo s m o s q u ito s , o ese o lo r a p e tró le o . N o sé. P e ro m a ñ a n a b ie n te m p r a n o e sta ré lejo s. M e voy. A m a n e c ie n d o m e le v a n to ; m e v isto sin h a c e r ’r u id o . (P o r su e rte , los v ie jo s n o h ic ie ro n n a d a esta n o c h e ; o tra s veces n o m e d e ja n p e g a r los o jo s c o n sus esc á n d a lo s). “ Q u e r id a m a m á ” , e s c rib o e n el p a p e l. S al­ g o d e s p a c io . A b ro c o n c u id a d o la p u e r ta . E stoy ya e n la calle. El trotar de los caballos, el escándalo del gentío; ri.sas. Y- más. allá, las carretas. Y ahora pasan las bicicletas, rozán­ dome, revolviendo el- polvo que nos sube a la cara. “Vamos a montarnos en una carreta”, dices. Pero no hacemos ni el intento. Seguimos caminando entre el barullo, sudorosos. Pita un. camión. “Paso”, grita el chófer. El camión se abre paso entre la muchedumbre que salla a los lados. “Paso”, “paso”, .sigue gritando el chófer. “ T ic o ” , d ije n o m u y a lto . “ T ic o ” , d ije o tr a vez. P e ro n o re s p o n d ió . E s ta b a d o r m id o , o ta l vez se h a c ía el d o r m id o . Salí p o r la c a r r e te r a d e G ib a r a ; c a m in é p o r el b o r d e sin peclir b o te lla . V oy so lo h a sta A g u a sc la ra s. Allí m e u n o a u n g r u p o d e m u je re s re c ié n p a rid a s q u e v a n h a s ta V elasco. “ M i p a d r e vive a llá ” , les d ig o . D o y u n n o m b re . Les a y u d o a. lle v ar los m u c h a ­ 12

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ch o s. P a sa m o s p o r la r e p r e s a ; d e s d e allí n o s lla m a n los c a s q u ito s . A h o r a sí m e h u n d í; p e r o n o . “ Es la m is m a g e n te d e la s e m a n a p a s a d a ” , d ic e n los c a s q u ito s . Y se ­ g u im o s a n d a n d o . D e sp u é s d e tr e in ta k iló m e tr o s d e c a ­ m in a ta e n tr a m o s e n V elasco . Voces, de tan altas, increí­ bles. Otra botella de Paticruzado. “Bebe tú primero", me dices. “No, t ú ’’, digo; pero bebo yo. De nuevo enrojecemos. Q ué calor, qué polvareda. E.stamos pegajosos. Uno al lado del otro .seguimos avanzando. Él me sigue hablando. P e ro n o h a y n i u n re b e ld e e n e ste p u eb lo ." Y los 45 q u ilo s q u e lle v a b a m e lo s c o m í d e p a n q u e q u e s e n c u a n to lle ­ g ué. M e sie n to e n el p a r q u e , d e b a jo d e u n h ig u illo . E s p e ro ; p e r o n o p a s a n i u n a lz a d o . S ó lo h a y u n h o m ­ b r e fre n te a m í, e n el o t r o b a n c o , m ir á n d o m e . H a c e r a to q u e m e m ira . A lo m e jo r es u n c h iv a y m e tie n e fic h a d o . Se p a ra . V ie n e h a s ta m í. T al vez m e lleve a la je fa tu ra , allí m e s a c a rá n los o jo s ... “ Y tú , ¿ d e d ó n d e eres.^” , m e dice. “ S oy d e H o lg u ín ” . Y los d o s h a c e m o s silen cio . Así e s ta m o s u n r a to , sin d e ja r d e m ir a r n o s . “ ¿Y tie n e s fa m ilia a q u í ? ” “ N o ” . Y v o lv e m o s al sile n c io . Él sig u e m ir á n d o m e . P e ro lu e g o , q u iz á ya p o r la ta rd e , d e sp u é s d e m ir a r n o s d u r a n te u n sig lo , vne h a b la e n voz b a ja , p e r o m u y g ru e s a . “ M u c h a c h o —d ic e —, tú v in iste a a lz a rte , ¿ v e r d a d ? ” “ Sí” , d ig o , y p ie n s o q u e a h o r a n o te n d r é e s c a p a to ria , q u e y a... “ D e m is sie te h e r m a n o s —d ic e — el ú n ic o q u e n o e s tá a lz a d o soy yo. A u n q u e ta m ­ b ié n e sto y m e d io a r is c o ” . Y tn e lleva p a r a c a sa d e su m a ­ d re . D e sp u és, al c a m p a m e n to . “ M ire lo q u e m e h ic ie ro n lo s g u a r d ia s c u a n d o e n t r a r o n e n el p u e b lo —m e d ic e la m a d re m ie n tra s m e p a s e a p o r t o d a la ca sa —. L o s m u y m a ld ito s , m e r o m p i e r o n h a s ta los g a rra fo n e s d e m a n te ­ c a ” . P o r la n o c h e , el h o m b r e m e g u ía h a s ta lo s R e b e l­ des, e n ja S ie rra d e G ib a r a . Allí estás tú , a la e n tr a d a . H a c ie n d o la g u a r d ia c o n esa e s c o p e ta d e sv e n c ija d a . “ ¡ A lto !” , dices. El h o m b r e te s a lu d a y te d a la c o n t r a ­ 13

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señ a. “ T r a ig o a e ste m u c h a c h o q u e q u ie r e a lz a rse ” , te d ice y m e señ a la. T ú m e m ir a s ; lu e g o e n c ie n d e s u n c i­ g a r r o y m e b r in d a s u n o . Detrás de las carretas repletas de mujeres barrigonas, el estruendo de los caballos; detrás de los caballos, los camiones pilando; y luego las bicicletas, y des­ pués el gentío de a pie. Y por encima de todo, la gran polva­ reda que sube y baja, se apaga y se alza de nuevo como un esta­ llido, envolviéndonos. Delante y detrás, arriba y abajo, por lodos los sitios, la gran polvareda que levanta el desfile. Y yo seguí a c o m p a ñ á n d o te e n las g u a rd ia s , a u n c ju e m ás n u n c a m e p re s ta s te la e s c o p e ta . H a c ía m o s lo s d o s la m ism a p o s ta , y h a b lá b a m o s . Y así u n d ía . Y e l o tr o . Y el o tro . “ M ire esta fo to —m e d e c ía s—. Es la d e m i m a d re , la p o b r e ” ... “ M ira e sta fo to —m e d e c ía s—. Es la d e m i n o v ia ; la c o g id a q u e le voy a d a r c u a n d o salga. A qui llevo o n c e m eses; im a g ín a te q u é a tr a s o ” ... Delante y arri­ ba. abajo y detrás, la gran polvareda. Y ahora ese canto. Un himno. Que tú también cantas. Y hasta yo abro y cierro la boca, como si cantara; pero sin hacerlo. Sudamos a chorros. S ólo q u e al m es y p ic o d e e s ta r allí lle g a n lo s 48 h o m b r e s y las 7 m u je re s d e la S ie rra . L le g a n e n fa n g a d o s , d e s ­ tru id o s p o r la c a m in a ta . T ú y yo le tra e m o s a g u a en las c a n tim p lo ra s . Y lu e g o , to d o s , e s p e ra m o s la lle g a d a del C a p itá n . Y su d isc u rso . “ H ijo s —d ic e —, n o p o d e m o s a d m itir m á s s o ld a d o s r e b e ld e s q u e só lo c u e n te n c o n la v o lu n ta d . Se n e c e sita n a r m a s la rg a s. Si n o es así n o p o d e m o s a lis ta rlo s ” . ¡A rm a s la rg as! ¡A rm as la rg a s !... D ejas la g u a r d ia p o r u n m o m e n to y b a ja m o s al cocal, d o n d e n o h a c e ta n to sol. N o s a g a c h a m o s . C o g e m o s u n a s m alv as y e m p e z a m o s a c o m é rn o s la s . Así e sta m o s u n ra to . P e ro n o m u c h o ; p o r q u e y a n o p u e d o se g u ir a q u í, y tú tien es q u e v o lv er a la g u a rd ia . “ M e voy, d ig o ” . Y ya c u a n d o e sta m o s d e p ie te m e te s u n a m a n o e n la c a ­ m isa. “ T o m a ” , m e dices. Y m e e n tre g a s u n c u c h illo c o n fu n d a y to d o . “ V ete a H o lg u ín , r a ja u n c a s q u ito , q u íta le 14

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el rifle. Y v en p a r a a c á ” . N o te d ig o n a d a . N o te d o y las g racias. Es ta rd e . B a jo la S ie rra y lle g o a V elasco . Al o s ­ c u re c e r salg o p a r a H o lg u ín . “ Se lo e n tie r r a s ” , d ijiste. Suena un radio portátil en la polvareda, se impone sobre el baru­ llo. La voz del radio; los himnos del radio. Las grandes noticias. Confirmada la huida. La lista de los que se escapan. La lista de los capturados. Gritos de viva. Gran escándalo. Las Pupos que se desmollejan de la risa. Un caballo, encabritándose, amenaza con patear a las mujeres que se apartan chillando. Y ya estamos en el Atejón. Dentro de cinco minutos entraremos en Holguín. E s p e ro a la m e d ia n o c h e p a r a e n t r a r e n el p u e b lo . T o c o a la casa. “ ¿ Q u ié n es.?” , p r e g u n ta a b u e lo e n voz b a ja , d e trá s d e las p e rs ia n a s c e rra d a s . “ Soy yo, —d ig o —. Soy y o ” . Él a b r e la p u e r ta c o n m u ­ c h a c a u te la . “ M u c h a c h o ” , dice. Y d e trá s m i m a d re , e n v u e lta e n u n a s á b a n a ; y a b u e la . Las d o s d a n d o g r i­ to s. Las d o s a b r a z á n d o m e y llo r a n d o . L a s á b a n a d e m i m a d re se c o rre y q u e d a casi d e s n u d a . “ S ile n c io —dice a b u e lo e n voz b a ja —. S ile n c io q u e los v e cin o s se v a n a d a r c u e n ta ” . “ Ay, m u c h a c h o ” , d ice m a m á , y c o n tin ú a a b ra z á n d o m e . L o g r o al fin s e p a r a r m e d e ella. L a a p a r to . Y ya d e pie, e n el c e n tr o d e la sala, e m p ie z o a h a b la r. “ V e n g o a m a ta r u n c a s q u ito p a r a q u ita r le el a r m a y v o l­ v er a la S ie rra ” . Y saco el c u c h illo . Y e n to n c e s , p o r p r i ­ m e ra vez, lo d e s e n f u n d o y lo c o n te m p lo , d e s lu m b r a d o . Es u n c u c h illo c e n te lle a n te ; sin e s tre n a r. C a b o d e ta r r o y filo fo rm id a b le , c o m o u n a n a v a ja . M i m a d r e d a u n g rito y se tir a e n el b a la n c e . “ E stás lo c o —d ic e a b u e l a - crees q u e c o n c a to rc e a ñ o s e re s ya u n h o m b r e . D é ja te de fa in e ra s y e n tr a e n el c u a r to ” . A b u e lo , fa r f u lla n d o , se m e a c e rc a y tr a ta d e q u ita r m e el c u c h illo . P e r o yo m e le e sc a p o d e u n b r in c o . L le g o a la p u e r ta d e la sa la ; salg o casi c o r r ie n d o . “ N o g r ite n —o ig o q u e d ice a b u e lo —, q u e n o s v a n a q u e m a r la casa p o r c u lp a d e ese c o m e b o l a ” . La caravana de las bicicletas que pasa atropellándonos de

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nuevo, levantando la tierra reseca; algunas van ponchadas y las llevan en hombros o las depositan en las carretas, estibadas de mujeres y muchachos. Una de las Pupos llama a gritos a su hijo que se le ha extraviado. Se oye el estruendo de la guitarra; .siguen los cantos. El desfile es imponente. La tercera botella de Palicruzado llega a nosotros. Sudoro.sos, seguimos marchando muy juntos. Tu brazo húmedo roza con el mío ya empapado. El c a s q u ito , d e p ie , h a c e la g u a r d ia fre n te a la p la n ta elé c tric a . A veces se m u e v e . C a m in a d e u n o a o tr o e x tr e m o d e la g r a n p o r t e r í a m e tá lic a . El rifle al h o m b r o . El c a s q u ito silb a . El c a s q u ito va y viene. Se q u e d a q u ie to . M ira p a r a to d o s los sitios. Yo m e voy a c e rc a n d o . A veces, c o n d is im u lo , m e p a lp o el c u c h illo p o r e n c im a d e la c a m isa. El c a s q u ito lleva b o ta s r e lu ­ c ie n te s; p a n ta lo n e s d e kaki c e ñ id o s al c u e r p o fu e rte y d e lg a d o . P a re c e ja b a o , a u n q u e e n la o s c u r id a d n o lo p u e d o d is tin g u ir m u y b ie n . M e sig o a c e rc a n d o . Es m u y jo v e n el c a s q u ito . L e c ru z o p o r el fre n te . En la o tr a e s­ q u in a m e p a r o . M iro p a r a a trá s . C re o q u e él ta m b ié n m e m ira . S igo c a m in a n d o . M e d e te n g o . R eg reso . Ya, u n p o c o m ás cerca, m e v u elv o a p a r a r . L o m iro . Él ta m b ié n m e m ira . N o s e s ta m o s m ir a n d o h a c e r a to . A h o ra c a m in a d e u n la d o a o t r o d e la g r a n p o r t e ­ ría . A h o r a m e m ir a y m e d a ja m ó n . A lo m e jo r p ie n ­ sa q u e so y u n m a r ic ó n y le e sto y s a c a n d o fiesta. D a d o s o tres p a s o s m ás, a v a n z a n d o h a c ia m í. S ilba. R e tro c e d e . Se v u elv e d e fre n te , y se ra s c a d e n u e v o . S igue rílb a n - d o . P o r u n r a to m e q u e d o e n la e s q u in a , m ir á n d o lo . L u e g o e c h o a a n d a r r u m b o a la casa. T o c o e n la p u e r ­ ta. Es ya d e m a d r u g a d a . N a d ie m e p r e g u n ta q u ié n soy. L a p u e r ta se a b re , y d e n u e v o m i m a d r e , e n v u e lta e n la s á b a n a , se m e tir a al c u e llo . “ Ay, m u c h a c h o —d ic e —, tú estás lo c o . D a m e a c á ese c u c h illo . N o ves q u e tú eres lo ú n ic o q u e te n g o ” . S ig u e llo r a n d o m ie n tra s m e a b r a ­ za. E n el p a s illo v eo a m is a b u e lo s . Ig u a le s. In m ó v iles.

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M i m a d r e c o n tin ú a h a b lá n d o m e , y yo p ie n s o e n lo r i ­ d ic u la s q u e s u e n a n su s p a la b r a s . Y al v e rla , b a ñ a d a e n lá g rim a s, a b r a z á n d o m e y d ic ié n d o m e ta n ta s to n te ría s , sie n to d e se o s d e d a r le u n a tr o m p a d a . P e r o n o lo h a g o . Y, a u n q u e n o sé p o r q u é , ta m b ié n e m p ie z o a llo r a r . La gente, y después los perros que ladran asustados, que se re­

vuelcan en la polvareda; que gritan cuando alguien los patea desconsideradamente. V luego el rechinar de las carretas, el tropel de los caballos; el ruido de los camiones. Las bicicletas se pierden en el camino polvoriento. Y tú a mi lado, la escopeta al hombro, el uniforme empapado cubierto por el polvo, hablas. Hablas. Hablas. Una mujer se le acerca y te regala una sonrisa desprestigiãda. Sigues hablando y yo trato de escucharte. A v e ­ ces, como .sin querer, me palpo el cuchillo por sobre la camisa. Estamos ya entrando en el pueblo. “Hijo de la Gran P u la ”, le grita una de las Pupos a alguien que le ha pellizcado una n a l­ ga. P a so u n d ía d e b a jo d e la c a m a , e s c o n d id o . “ N o le

fría n h u e v o s —d ic e a b u e lo — q u e el r u id o p u e d e tr a e r s o s p e c h a s ” . P o r la n o c h e , el tío B e n e d ic to d e tie n e su a u to m ó v il fre n te a la casa. M i m a d r e m e tir a u n a to a lla e n los h o m b r o s . A b u e la m e e n c a s q u e ta u n s o m b r e r o v iejo . M a m á y y o m o n ta m o s e n el c a r r o q u e e c h a a a n ­ d a r c o n los fa ro le s a p a g a d o s . L a m á q u in a n o s d e ja e n el A te jó n . “ Es p e lig r o s o s e g u ir e n a u to —d ic e B e n e d ic to —, lo s c a sq u ito s, o lo s r e b e ld e s , n o s p u e d e n p a r a r y h a s ta q u ita r la m á q u in a ” ... Y a h o r a , la a b u r r i d a p e r e g r in a ­ c ió n c o n m i m a d re . A casa d e A rc a d io , á casa d e G ü ilo . P o r to d a s las casas c o n o c id a s . U n d ía a q u í y o t r o allá . En c u a lq u ie r lu g a r d o n d e n o s d e n u n p la to d e c o m id a . H a s ­ ta q u e al Fm, d e s p u é s d e m u c h o s ru e g o s p o r p a r te d e m i m a d r e (q u e yo n u n c a h e a b ie r to la b o c a p a r a p e d ir n a ­ da), lo g ro m e te rm e e n casa d e tía O lg a . Y allí m e q u e d o (m a m á re g re s a p a r a el p u e b lo ) c a r g a n d o a g u a y le ñ a , tr a b a ja n d o d u r a n te to d o el d ía p a r a g a n a r m e la c o m id a ; e s c o n d id o d e lo s g u a rd ia s . Y a lg u n a s veces, m ie n tra s voy 17

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c o n las latas d e a g u a r u m b o al a r r o y o , e m p ie z o a c a n ta r. Y u n d ía m e p u s e a p e s c a r p itise s. Y u n a vez m e c o g ió la n o c h e e n el a rro y o . E n to n c e s s a q u é el c u c h illo q u e m e re g a la ste , y q u e s ie m p re llev o d e b a jo d e la c a m isa , y m e p u s e a m ira rlo . Y lu e g o le p a s é el d e d o p o r el filo —c ó m o — c o r ta b a ... Y así estu v e m u c h o r a to ; p a s á n d o le la m a n o ; s ilb a n d o n o m u y a lto d e b a jo d e los cupeyes, e n el a rro y o . R eg resé m u y ta r d e a la casa. M i tía e s ta b a im ­ p a c ie n te . Ese d ía las tin a ja s se q u e d a r o n a m e d ia s. P e ro al o tr o d ía las llen é. Y al o tr o . Y al o tr o . Y al sig u ie n te . Y s ie m p re así : lle n a n d o lás tin a ja s. A q u í, e n este m o n te in ú til p o r d o n d e n o p a s a n i u n r e b e ld e , y só lo se o y e el tir o te o le ja n o . Y m e p r e g u n to q u é s e rá d e tu v id a e n la S ierra. Y sig o c a r g a n d o a g u a . Y e n d o y v in ie n d o al a r r o ­ yo. Y a lg u n a s veces m e b a ñ o e n el c h a r c o ; y a lg u n a s, p a r a e n tre te n e rm e , p e sc o p itise s; y a lg u n a s m e p o n g o a silb a r. Y a lg u n a s veces c re o q u e lo m e jo r se ría ... Y así esto y , c o n los p a n ta lo n e s a r r e m a n g a d o s , m e tid o e n el a rro y o , p e n s a n d o , c u a n d o o ig o el tir o te o . El tir o te o c e r ­ c a n o . Y d e sp u é s el e s c á n d a lo d e la g e n te , y los g rito s de “ ¡V iv a!” Y d e jo las latas, y e c h o a c o r r e r p o r la sa b a n a , r u m b o al c a m in o real. “ H u y ó B a tis ta ” , m e d ic e n e n la p o r te r ía d e la fin c a las h ija s d e los P u p o s y to d a la g e n te q u e ya v a lle g a n d o . Y y o así, h a r a p ie n to , c o r r o c ó n el g r u p o h a c ia el p u e b lo . Ya d e trá s v ie n e la g e n te d e G u a y a rá n . A p a re c e n las b ic ic le ta s. U n a c a r re ta J l e n a d e m u je re s b a ja p o r la lo m a m u y d e s p a c io , s ig u ié n d o ­ n o s. P a sa m o s p o r L os C u a tr o C a m in o s y allí n o s e n ­ c o n tra m o s c o n el p r im e r g r u p o d e R e b e ld e s. V ie n e a p ie d e sd e V elasco, d is p a r a n d o al a ire , g r ita n d o “ V iva C u b a , c o jo n e s ” y m iles d e co sa s m ás. E n tre ello s estás tú. T e lla m o a voz e n c u e llo . T ú , e n c u a n to m e ves, d ejas el g ru p o . V ienes c o r r ie n d o h a s ta m í. M e tira s el b ra z o p o r la e sp a ld a . Y em p ie z a s a h a b la r m e . Banderas y ban­ deras. Delante y detrás. Arriba y abajo; en las arcadas que de

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pronto se improvisan en las calles; en los postes de telégráfo de la primera avenida; colgando de los laureles; en las puertas y ventanas de todas las casas. Dispersas por el suelo. Amarradas a largas retahilas de cordeles, agitadas por el viento. B an­ deras. Miles y miles de banderas colocadas con urgencia hasta en los más mínimos recovecos. Trapos rojos y trapos negros. Papeles de colores. Papeles, papeles. Trapos. Porque ya es­ tamos entrando en Holguín. Y nosotros debajo de las banderas. Y todos gritando. Soltando vivas. Cantando. Y delante; ban­ deras, amarradas a los palos de las escobas, a los trapeadores, a cualquier cuje, agitándose. Y los carros pitando constante­ mente. Y todos los muchachos' de la loma a un costado de la calle, viéndonos cruzar. “A h í van los rebeldes”, grita alguien. “A h í van los rebeldes”. Y ya todos te rodean, Y las putas de la Chomba y de Pueblo N uevo ya se le acercan. Y una le loca la cara. “Pero qué joven es —dice—; ni siquiera tiene barba”.

Y tú las miras y te echas a reír. Banderas, banderas. Y, d e p r o n to , u n e s tr u e n d o a ú n m a y o r q u e los d e m á s e s­ tru e n d o s , y g rito s d e “ ¡ p a r e d ó n , p a r e d ó n ! ” . “ H a n c o g id o a u n T ig re d e M a n s fe rre r” , g r ita n to d o s y e c h a n a c o r r e r r u m b o al b a r u llo . Los re b e ld e s tr a ta n d e e v ita r q u e m a te n al e s b ir r o ; c o r r e n y ló p r o te g e n c o n los fu ­ siles. U n a v ieja se acerC á y lo g ra d a rle u n g o lp e . El p u e ­ b lo b ra m a . P id e la m u e rte . El e s b ir r o n o d icé n a d a . M ira al fre n te . P a re c e e s ta r e n o tr o m u n d o . Asi s e g u im o s a v a n z a n d o p o r to d a lá a v e n id a re p le ta d e b a n d e r a s . H a sta c|ue s u rg e e n m e d io d e la calle, fre n te a n o s o tro s , u n a m u je r a lta y flaca. C e r r a d a d e n e g ro . Es la m a d r e d e u n a d e las v íctim as del e s b irro . L a m u je r d e tie n e la c o m itiv a . “ P o r D io s —d ic e —, n o lo m a te n , n o lo m a te n . C astíguenlo-, p e r o n o lo m a te n ” . B a ñ a d a e n lá g rim a s si­ g u e h a b la n d o . P e r o u ste d e s, y to d o s n o s o tr o s , e c h a ­ m o s a a n d a r. La m u je r va c ju e d a n d o a trá s , e n el c e n tro d e la ca lle re p le ta d e b a n d e r a s . L le g a m o s al p a rc ju e in ­ fan til. Ya casi es d e n o c h e . A lg u ie n h a a r r e g la d o el 19

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te n d id o e lé c tric o y se e n c ie n d e n las luces. E n to d o s los r a d io s c o m ie n z a n a s o n a r los h im n o s m á s re c ie n te s q u e yo a ú n n o h a b ía o íd o . U n g r u p o d e re b e ld e s lleva al e s b ir r o p a r a el c u a rte l. T ú te q u e d a s e n el p a rq u e , r o d e a d o d e g en te. Las m u je re s d e L a C h o m b a te b r in d a n c ig a rro s. T e llev an p a r a u n b a n c o y e m p ie z a n a h a c e rte p re g u n ta s . T ú h a b la s, s ie m p re s o n r ie n d o ; s ie m ­ p r e m o s tr a n d o la e sc o p e ta ; p e r o si a lg u ie n tr a ta d e t o ­ c a rla , tú n o se lo p e rm ite s. Yo te sig o o b s e rv a n d o . C a d a vez es m ás la g e n te q u e te r o d e a , q u e te h ace p r e g u n ta s , q u e te elo g ia. L e v a n to la m a n o . T r a to d e d e s p e d irm e , d e d e c irte ; “ Ya n o s v e re m o s p o r a h í” . P e ro n o p u e d o a c e rc a rm e . T o d o s te h a n r o d e a d o . Es p o s ib le q u e te llev en a h o m b ro s . A h o r a se o y e n m á s e s tr u e n d o ­ sos lo s h im n o s . A lg u ie n , a voz e n c u e llo , lo s p a r o d ia ju n to a m í. “ V iva, viva” , d ic e n u n o s m u c h a c h o s h a r a ­ p ie n to s p a r a d o s s o b re la fu e n te d e las jico teas. M e voy a b r ie n d o p a s o p o r u n c o s ta d o del p a r q u e , d o n d e el t u ­ m u lto es m e n o r. Es ya d e n o c h e . S u e n a n los p rim e r o s c o h e te s. D e re p e n te , el cielo e s ta lla e n fu e g o s a rtific ia ­ les. T o m o la calle 10 d e O c tu b r e y lle g o a m i b a r r io . T o d o s e s tá n a lb o r o ta d o s ; a lg u n o s v e c in o s m e s a lu d a n e n tu s ia s m a d o s . M e a p u r o y lle g o a la casa. M i m a d r e y m is a b u e lo s e s tá n e n el p o r ta l, e s p e rá n d o m e . Los tre s m e a b ra z a n al m ism o tie m p o . L os tres d ic e n ; “ H ijo ” . Yo e n tr o e n la casa. “ D eb e s e s ta r m u r ié n d o te d e h a m b r e —d ice a b u e la —, q u ie re s q u e te p r e p a r e a lg o ” . “ N o ” , d ig o . Y m e sie n to e n el c o m e d o r. E n ese m o ­ m e n to e n tr a n T ic o y L o u rd e s . “ Y q u é , c a b a lló n ” , m e d ic e T ico . Yo le d o y la m a n o y a b ra z o a L o u rd e s . En el ra d io , q u e m a m á a c a b a d e p r e n d e r , u n a m u je r re c ita u n p o e m a p a trió tic o . E n la c alle s ig u e n r e tu m b a n d o lo s h im n o s . Y a h o r a lleg a a b u e lo , d e s d e la v e n d u ta , c o n u n a b a n d e r a r o ja y n e g ra y u n 26 e n o r m e e n el c e n tro . “ C a ray , m u c h a c h o ” , dice, y m e e n tr e g a la b a n ­ 20

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d e ra . “ Sal a la c a lle c o n e lla —m e d ic e m a m á —, to d o s los v ec in o s te e s tá n e s p e r a n d o ” . P o r u n m o m e n to m e q u e d o d e pie, c o n la b a n d e r a e n la m a n o . “ E sto y c a n ­ s a d o ” , d ig o fin a lm e n te , y tir o la b a n d e r a e n el b a ñ o . P r e n d o la luz. M e sa c o el c u c h illo d e la c a m isa y lo c o ­ lo c o e n el b o r d e del in o d o r o . A n tes d e d e s v e s tirm e c o n te m p lo m i m is e ra b le r o p a d e civil, s u d o r o s a y m u ­ g rie n ta . E n el r a d io , la m u je r sig u e d e c la m a n d o c o n voz a tr o n a n te . E n la ca lle r e tu m b a n los h im n o s y el b u ­ llicio d e to d o el p u e b lo . “ A p ú ra te —d ic e m i m a d r e al o tr o la d o d e la p u e r t a —; te e s ta m o s e s p e r a n d o ” . N o le re s p o n d o . D e s n u d o m e c o lo c o b a jo la d u c h a y a b r o la llave. El a g u a cae s o b r e m i cab eza, r u e d a p o r m i c u e rp o , lleg a al s u e lo c o m p le ta m e n te e n r o je c id a p o r el p o lv o .

1965

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C O N L O S O J O S C E R R A D O S

A U S T E D SÍ se lo v o y a d e c ir, p o r q u e sé q u e si se lo c u e n ­ to a u s te d n o se m e v a a r e ír e n la c a ra n i m e v a a r e g a ­ ñ a r. P e ro a m i m a d r e n o . A m a m á n o le d iré n a d a , p o r ­ q u e d e h a c e rlo n o d e ja r ía d e p e le a rm e y d e r e g a ñ a r m e . Y, a u n q u e es casi s e g u ro q u e e lla te n d r ía la ra z ó n , n o q u ie r o o ír n in g ú n c o n s e jo n i a d v e rte n c ia .

P o r eso. P o r q u e sé q u e u s te d n o m e v a a d e c ir n a d a , se lo d ig o to d o .

Ya q u e s o la m e n te te n g o o c h o a ñ o s voy to d o s los días a la e scu ela. Y a q u í e m p ie z a la tr a g e d ia , p u e s d e b o le ­ v a n ta rm e b ie n te m p r a n o —c u a n d o el p im e o q u e m e re- g a ló la tía G r a n d e A n g e la s ó lo h a d a d o d o s v o ces— p o r ­ q u e la e sc u e la e s tá b a s ta n te lejos.

A e so d e las seis d e la m a ñ a n a e m p ie z a m a m á a p e ­ le a rm e p a r a q u e m e le v a n te y y a a las sie te e sto y s e n ta d o e n la c a m a y e s tr u já n d o m e lo s o jo s. E n to n c e s t o d o lo te n g o q u e h a c e r c o r r ie n d o : p o n e r m e la r o p a c o r r ie n d o , lle g a r c o r r ie n d o h a s ta la e sc u e la y e n tr a r c o r r ie n d o e n la fila p u e s ya h a n to c a d o el tim b r e y la m a e s tra e s tá p a ­ r a d a e n la p u e rta .

P e ro a y e r fu e d if e r e n te y a q u e la tía G r a n d e Á n g e la d e b ía irse p a r a O r ie n te y te n ía q u e c o g e r el tr e n a n te s d e las siete. Y se f o r m ó u n a lb o r o to e n o r m e e n la casa. T o ­ d o s los v e c in o s v in ie r o n a d e s p e d ir la , y m a m á se p u s o ta n n e rv io s a q u e se le cay ó l a o lla c o n el a g u a h irv ie n d o e n el p iso c u a n d o ib a a p a s a r el a g u a p o r el c o la d o r p a r a h a c e r el café, y se le q u e m ó u n pie. C o n a q u e l e s c á n d a lo ta n in s o p o r ta b le n o m e q u e d ó m ás r e m e d io q u e d e s p e r ta r m e . Y, ya q u e e s ta b a d e s ­ p ie rto , p u e s m e d e c id í a le v a n ta rm e . 23

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L a tía G r a n d e Á n g ela , d e s p u é s d e m u c h o s b e so s y a b ra z o s , p u d o m a rc h a rs e . Y y o salí e n s e g u id a p a r a la esc u e la , a u n q u e to d a v ía e ra b a s ta n te te m p r a n o . H o y n o te n g o q u e ir c o r r ie n d o , m e d ije casi s o n ­ rie n te . Y ec h é a a n d a r b a s ta n te d e s p a c io p o r c ie rto . Y c u a n d o fui a c ru z a r la cálle m e tr o p e c é c o n u n g a to q u e e s ta b a a c o s ta d o e n el c o n té n d e la a c e ra . V áy a lu g a r q u e e sc o g iste p a r a d o r m i r —le d ije —, y lo to q u é c o n la p u n ta del pie. P e ro n o se m o v ió . E n to n c e s m e a g a c h é ju n to a él y p u d e c o m p r o b a r q u e e s ta b a m u e r to . El p o b r e , p e n ­ sé, s e g u r a m e n te lo a r r o lló a lg u n a m á q u in a , y a lg u ie n lo tir ó e n ese rin c ó n p a r a q u e n o lo s ig u ie ra n a p la s ta n d o . Q u é lá s tim a , p o r q u e e r a u n g a to g r a n d e y d e c o lo r a m a ­ rillo c]ue s e g u ra m e n te n o te n ía n in g ú n d e se o d e m o ­ rirse . P e ro b u e n o ; y a n ó tie n e r e m e d io . Y seg u í a n ­ d a n d o .

C o m o to d a v ía e r a te m p r a n o m e lle g u é h a s ta la d u l ­ c ería, p o r tju e a u n q u e e stá lejo s d e la e sc u e la , h ay s ie m ­ p r e d u lc e s fresco s y sa b ro s o s . E n e s ta d u lc e r ía h ay ta m - l)ién d o s viejitas d e p ie e n la e n tr a d a , c o n u n a ja b a c a d a u n a , y las m a n o s e x te n d id a s , p id ie n d o lim o s n a s ... U n d ía yo le di u n m e d io a c a d a u n a , y las d o s m e d ije r o n al m is m o tie m p o : “ D io s te h a g a u n s a n to ” . E so m e d io m u c h a ris a y cogí y volví a p o n e r o tr o s d o s m e d io s e n tre acjuellas m a n o s ta n a r r u g a d a s y p e c o sa s. Y ellas v o lv ie­ r o n a r e p e tir “ D ios te h a g a u n s a n to ” , p e r o ya n o te n ía ta n ta s g a n a s d e re írm e . Y d e s d e e n to n c e s , c a d a vez q u e p a s o p o r allí, m e m ir a n c o n sus c a ra s d e p a sas p ic a ra s y n o m e cjueda m ás r e m e d io q u e d a rle s ú n m e d io a c a d a u n a . P e ro a y e r sí q u e n o p o d ía d a r le s n a d a , ya q u e h a s ta la p e s e ta d e la m e r ie n d a la g a sté e n to r ta s d e c h o ­ c o la te . Y p o r eso salí p o r la p u e r ta d e a tr á s , p a r a q u e las v iejitas n o m e v ie ra n .

Y a só lo m e fa lta b a c ru z a r el p u e n te , c a m in a r d o s c u a d ra s y lle g a r a la escu ela.

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E n ese p u e n te m e p a r é u n m o m e n to p o r q u e sentí u n a a lg a ra b ía e n o r m e a llá a b a jo , e n la o r illa del río . M e a r r e g u in d é a lá b a r a n d a y m iré : u n c o r o d e m u c h a c h o s d e to d o s ta m a ñ o s te n ía n a c o r r a la d a u n a r a ta d e a g u a e n u n r in c ó n y la a c o s a b a n c o n g rito s y p e d ra d a s . L a ra ta c o r r ía d e u n e x tr e m o a o t r o del rin c ó n , p e r o n o te n ía e s ­ c a p a to r ia y s o lta b a u n o s c h illid o s e s tre c h o s y d e s e s p e r a ­ do s. P o r fin, u n o d e los m u c h a c h o s c o g ió u n a v a ra d e b a m b ú y g o lp e ó c o n fu e rz a s o b r e el lo m o d e la r a ta , r e ­ v e n tá n d o la . E n to n c e s to d o s los d e m á s c o r r ie r o n h a s ta d o n d e e s ta b a el a n im a l y to m á n d o lo , e n tr e s a lto s y g r i­ to s d e triu n fo , la a r r o j a r o n h a s ta el c e n tr o del río . P e ro la ra ta m u e r ta n o se h u n d ió . S ig u ió f lo ta n d o b o c a r r ib a h a sta p e rd e rs e e n la c o rrie n te . Los m u c h a c h o s se fu e r o n c o n la a lg a r a b ía h a s ta o tr o r in c ó n d el río . Y y o ta m b ié n e ch é a a n d a r . C a r a m b a —m e d ije —, q u é fácil es c a m in a r s o b r e el p u e n te . Se p u e d e h a c e r h a s ta c o n lo s o jo s c e rr a d o s , p u e s a u n la d o te n e m o s las re ja s q u e n o lo d e ja n a u n o c a e r al a g u a , y del o tro , el c o n té n d e la a c e ra q u e n o s a v isa a n te s d e (]ue p ise m o s la calle. Y p a r a c o m p r o b a r lo c e r ré los o jo s y seguí c a m in a n d o . Al p r in c ip io m e s u je ta b a c o n u n a m a n o a la b a r a n d a d e ljD u en te, p e r o lu e g o ya n o fue n e c e sa rio . Y seg u í c a m in a n d o c o n lo s o jo s c e r ra d o s . Y n o se lo vaya u s te d a d e c ir a m i m a d re , p e r o c o n los o jo s c e rra d o s u n o ve m u c h a s cosas, y h a s ta m e jo r q u e si los lle v á ra m o s a b ie r to s ... L o p r im e r o q u e vi fue u n a g r a n n u b e a m a r ille n ta q u e b r illa b a u n a s veces m á s fu e rte q u e o tra s , ig u al q u e el sol c u a n d o se va c a y e n d o e n tr e los á r ­ b o le s. E n to n c e s a p r e té lo s p á r p a d o s b ie n d u r o s y la n u b e ro jiz a se v o lv ió d e c o lo r azul. P e ro n o s o la m e n te azul, sin o v e rd e . V e rd e y m o r a d a . M o r a d a b r illa n te c o m o si fu ese u n a rc o iris d e esos q u e sa le n c u a n d o h a

llo v id o m u c h o y la tie r r a e stá casi a h o g a d a .

Y, c o n los o jo s c e rra d o s , m e p u s e a p e n s a r e n las ca-25

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lies y e n las co sas; sin d e ja r d e a n d a r . Y vi a m i tía G r a n d e Á n g e la s a lie n d o d e la casa. P e ro n o c o n el ves­ tid o d e b o la s ro ja s q u e es el q u e s ie m p re sé p o n e c u a n d o va p a r a O r ie n te , sin o c o n u n v e s tid o la rg o y b la n c o . Y d e ta n a lta q u e es p a re c ía u n p a lo d e te lé fo n o e n v u e lto en u n a s á b a n a . P e ro se veía b ie n .

Y seg u í a n d a n d o . Y m e tr o p e c é d e n u e v o c o n el g a to e n e l c o n té n . P e ro e sta vez, c u a n d o lo r o c é c o n la p u n ta del p ie , d io u n s a lto y sa lió c o r r ie n d o ; S alió c o r r ie n d o el g a to a m a r illo b r illa n te p o r q u e e s ta b a vivo y se a su stó c u a n d o lo d e s p e rté . Y yo m e re í m u c h ís im o c u a n d o lo vi d e s a p a re c e r, d e s m a n d a d o y c o n el lo m o e riz a d o q u e p a ­ re c ía s o lta r ch isp as.

S eguí c a m in a n d o , c o n los o jo s d e s d e lu e g o b ie n ce­ r ra d o s . Y así fue c o m o lle g u é d e n u e v o a la d u lc e ría . P e ro c o m o n o p o d ía c o m p r a r m e n in g ú n d u lc e p u e s ya m e h a b ía g a s ta d o h a s ta la ú ltim a p e s e ta d e la m e rie n d a , m e c o n f o r m é c o n m ira rlo s a trav é s d e la v id rie ra . Y e s ­ ta b a así, m ir á n d o lo s , c u a n d o o ig o d o s voces d e trá s del m o s tr a d o r q u e m e d ic e n : “ ¿ N o q u ie re s c o m e rte a lg ú n d u lce.?” Y c u a n d o alcé la c a b eza vi q u e las d e p e n d ie n te s e r a n las d o s viejitas q u e s ie m p r e e s ta b a n p id ie n d o lim o s­ n as a la e n tr a d a d e la d u lc e ría . N o s u p e q u é d e c ir. P e ro ellas p a re c e q u e a d iv in a r o n m is d e se o s y s a c a ro n , s o n ­ rie n te s, u n a to r ta g r a n d e y casi c o lo r a d a h e c h a d e c h o ­ c o la te y d e a lm e n d ra s . Y m e la p u s ie r o n e n las m a n o s.

Y yo m e volví lo c o d e a le g ría c o n a q u e lla to r ta ta n g r a n d e y salí a la calle. C u a n d o ib a p o r el p u e n te c o n la t o r ta e n tr e las m a ­ n o s, o í d e n u e v o el e s c á n d a lo d e los m u c h a h o s . Y (co n lo s o jo s c e rra d o s ) m e a s o m é p o r la b a r a n d a del p u e n te y lo s vi a llá a b a jo , n a d a n d o a p r e s u r a d o s h a s ta el c e n tro del río p a r a sa lv ar u n a r a ta d e a g u a , p u e s la p o b r e p a ­ rece q u e e s ta b a e n fe rm a y n o p o d ía n a d a r. L os m u c h a c h o s s a c a ro n la r a ta te m b lo r o s a del a g u a 26

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y la d e p o s ita r o n s o b r e u n a p ie d r a del a re n a l p a r a q u e se o r e a r a c o n el sol. E n to n c e s los fui a lla m a r p a r a q u e v i­ n ie ra n h a s ta d o n d e yo e s ta b a y c o m e rn o s to d o s ju n to s la to r ta d e c h o c o la te , p u e s y o s o lo n o ib a a p o d e r c o ­ m e rm e a q u e lla t o r ta ta n g ra n d e .

P a la b r a q u e lo s ib a a lla m a r. Y h a s ta le v a n té las m a ­ n o s c o n la to r ta y to d o e n c im a p a r a q u e la v ie ra n y n o fu e ra n a c re e r q u e e r a m e n tir a lo q u e . les ib a a d e c ir, y v in ie ro n c o r r ie n d o . P e ro e n to n c e s , “ p u c h ” , m e p a s ó el c a m ió n casi p o r a r r i b a e n m e d io d e la calle q u e e ra d o n d e , sin d a r m e c u e n ta , m e h a b ía p a r a d o .

Y a q u í m e ve u s te d : c o n las p ie rn a s b la n c a s p o r el e s­ p a r a d r a p o y el yeso. T a n b la n c a s c o m o las p a r e d e s d e este c u a rto , d o n d e só lo e n tr a n m u je re s v e stid a s d e b la n c o p a r a d a r m e u n p in c h a z o o u n a p a s tilla ta m b ié n b la n c a .

Y n o c re a q u e lo q u e le h e c o n ta d o es m e n tira . N o vaya a p e n s a r q u e p o r q u e te n g o u n p o c o d e fie b re y a c a d a r a to m e q u e jo del d o lo r e n las p ie rn a s , e sto y d i ­ c ie n d o m e n tira s , p o r q u e n o es asi. Y si u s te d q u ie r e c o m p r o b a r si fu e v e rd a d , vay a al p u e n te , q u e s e g u r a ­ m e n te d e b e e s ta r to d a v ía , to d a d e s p a r r a m a d a s o b r e el a sfa lto , la to r ta g r a n d e y casi c o lo r a d a , h e c h a d e c h o c o ­ la te y a lm e n d ra s , q u e m e r e g a la r o n s o n rie n te s las d o s viejecitas d e la d u lc e ría .

1964

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LA V IE JA R O S A

Po r ú l t i m o sa lió al p a tio , casi e n v u e lta e n las lla m a s,

se r e c o s tó a la m a ta d e t a m a r in d o q u e ya n o flo re c ía , y e m p e z ó a llo r a r e n tal fo r m a q u e él lla n to p a r e c ía n o h a b e r c o m e n z a d o n u n c a , sin o e s ta r allí d e s d e s ie m ­ p r e , b a ñ a n d o sus o jo s, p r o d u c ie n d o ese r u id o c o m o d e c ru jid o s , ig u a l a l d e la ca sa e n el m o m e n to e n q u e las llam as h ic ie ro n ta m b a le a r los tro n c o s m ás fu e rte s, y a q u e l a n d a m ia je c e n te lle a n te v in iese a b a jo e n tr e u n e n o r m e c h is p o r r o te o q u e a tra v e s ó la n o c h e c o m o u n a e x p lo s ió n d e fu e g o s a rtific ia le s. S eg u ía llo r a n d o , y el ro s tr o , c u b ie r to p o r u n a a u r e o la ro jiza, p a re c ía , p o r m o m e n to s , el d e u n a n i ñ a d e s o r ie n ta d a e n m e d io d e esas to r m e n ta s q u e s o la m e n te s u c e d e n e n las ilu s ­ tra c io n e s alu cin an tes d e los c u e n to s d e b r u ja s y o tra s f a n ­ ta s m a g o ría s q u e e lla n u n c a h a b ía le íd o . P e ro a veces, c u a n d o las lla m a s e s ta lla b a n casi d e la n te d e su s o jo s, c h a m u s c á n d o le las p e s ta ñ a s , su c a ra se d e s lu m b r a b a c o n to d a s las c a ra c te rís tic a s q u e el tie m p o se h a b ía e n c a r g a d o d e e n s a r ta r le . E n to n c e s se v eía, c la ra m e n te , q u e se tr a ta b a d e u n a v ieja. Y d e h a b e r p a s a d o a l ­ g u ie n del b a r r io , h a b r ía c o n f ir m a d o q u e a q u e lla m u je r ñ o p o d ía ser o tr a q u e L a V ie ja R o sa. L o s tizo n e s, a ú n lla m e a n te s , s a lta b a n p o r los a ire s y c a ía n s o b r e las a lta s y e rb a s del p a tio . El fu e g o se m u ltip lic a b a , a lz á n d o s e d e p r o n t o p o r to d o s lo s sitio s y a m e n a z a n d o c o n f u l­ m in a r a la m u je r, a la q u e se le h a c ía c a d a vez m á s d i ­ fícil la re s p ira c ió n . E s ta b a r o d e a d a p o r las lla m a s, y d e h a b e r g r ita d o p o s ib le m e n te n a d ie h u b ie s e o íd o su lla ­ m a d a , c o n f u n d id a c o n el c r e p ita r d e las y e rb a s y el e sta -29

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Ilid o d e lo s á rb o le s q u e al m o m e n to se d is p e r s a b a n e n el a ire c o n v e rtid o s e n b rev es r e m o lin o s d e ceniza. E sta b a r o d e a d a p o r el fu e g o , y e n o tr o s tie m p o s h u b ie s e d ic h o a te r r a d a , o, p o r lo m e n o s , lo h u b ie s e im a g in a d o : Dios mío, he aquí el infierno. Y a u n c u a n d o se sin tiese p e r d id a h u b ie s e c o m e n z a d o a rezar. P e ro a h o r a n o re z a b a , ni lla m a b a , ni s iq u ie ra veia el fu e g o q u e y a s a lta b a i n tr a n ­ q u ilo h a s ta su fa ld a . V eía, e so sí, o tr a s re a lid a d e s a ú n m ás im p o r ta n te s p a r a ella. A su la d o n o h a b ia llam as, ni y e rb a s, n i c ru jid o s , ni s iq u ie ra los re sto s d e la casa a b r a s á n d o s e ; y e lla e ra s o la m e n te R o sa, p u e s a n a ­ d ie se le h u b ie s e o c u r r id o a g r e g a r le a esa m u je r ta n j o ­ v en (c o n a q u e lla s p ie rn a s f o rm id a b le s q u e n a d ie sa b ia c ó m o p o d ía c o n se rv a rla s sin u n ra s g u ñ o ), el calificativ o d e la vieja. E ra s o la m e n te R o sa. R o sa la h ija d e T a ñ o ; R o sa, la m á s c h iq u ita de la fa m ilia ; R o sa, la q u e h a b ía a l­ c a n z a d o a o ír los ra d io s d e p ila s ; R o sa , la d e las p ie rn a s sin n á ñ a ra s . R o sa la d e P a b lo . Y P a b lo lleg ó , c o m o t o ­ d o s los d o m in g o s , y se d ir ig ió a la casa, s o n a n d o las e sp u e la s, s ilb a n d o , c a m in a n d o c o n ese a n d a r d e p o tr ic o jo v e n q u e s u p e r a b a al del c a b a llo e n el q u e se ib a ya el a ta rd e c e r, d e sp u é s d e h a b e r h a b la d o d u r a n te u n r a to c o n el v iejo , d e s p u é s d e h a b e r le c o g id o las m a n o s a ella, y d e h a b e r le d ic h o q u e lo d e ja r a s e n ta r e n el sofá, a su la ­ d o , p u e s m u y p r o n t o s e ría la b o d a . P e ro ella, c o m o s ie m p re , n o s o la m e n te le p r o h ib ió s e n ta rs e a su la d o , sin o q u e ta m b ié n r e tir ó la m a n o y m e n c io n ó la p a la ­ b r a honor, y fam ilia, y respeto. Y P a b lo se m o v ió in q u ie to e n la silla, y c u a n d o lle g ó la h o r a d e m a rc h a rs e se p u s o d e p ie m u y se rio , c o n las m a n o s e n los b o lsillo s. Y a h o ­ ra , el e s ta llid o d e los ú ltim o s h o r c o n e s d e la casa c o in c i­ d ió c o n el e s ta llid o d e los p o lle r o s y el d e la m a ta d e a n o n c illo s , y u n g r u p o d e p á ja ro s , e n tr e c h illid o s, caye­ r o n c h a m u s c a d o s d e la n te d e sus o jo s q u e n o v ie ro n n a ­ d a. L a m a ta d e ta m a r in d o re s p la n d e c ió ro jiz a y las r a ­

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m as m ás b a ja s c r u jie r o n s u a v e m e n te al se r to c a d a s p o r las p r im e ra s lla m as. E ra el d ía d e la b o d a , y e lla fue, c o m o s ie m p re , a d a r le el m aíz a las g a llin a s, y te n tó a las q u e e s ta b a n p o r p o n e r , y m a tó d e u n a p e d r a d a a u n r a tó n q u e se c o m ía los p o llo s re c ié n n a c id o s ; lu e g o fu e al p o z o , c a rg ó u n c u b o d e a g u a fría y se b a ñ ó e n el e x c u sa d o , d e trá s d e la p r e n s a d e las c a la b a za s y el m aíz. L os in v ita d o s f u e r o n lle g a n d o y e lla lo s s a lu d ó a to d o s , y les b r i n d ó tu r r o n e s d e c o ç o , y u n p o n c h e b a s ta n te a g u a d o , casi u n a lim o n a d a . Y la casa se fue lle n a n d o d e g e n te y h a s ta e s ta b a n allí las h ija s d e los P u p o s. Las muy putas, p e n s ó . Y se p u s o fu rio s a . Y le d ijo a la ín a d r e q u e las b o t a r a d e la casa o n o h a b r ía b o d a . P e ro e n ese m o m e n to v e n ía P a b lo del m a n g a l; h a b ía a m a r r a d o el c a b a llo y e s ta b a ya e n el c o r r e d o r . E n tr ó el n o v io , y u ñ b a r u llo e n o r m e se alzó e n tr e los in v ita d o s ; los m ás jóvenes f u e r o n a s a lu d a r lo , y le d ie r o n p a lm a - d ita s e n la e s p a ld a , y le h a b la r o n , s o n r ie n d o , a lo s o íd o s. Q u é d ic h o s a eres, se a tre v ió a d e c irle u n a d e las P u p o s , c o n voz m a lic io s a y m ir a n d o h a c ia P a b lo . P e ro e lla n o le c o n te s tó ; v iró lo s o jo s, le d io la e s p a ld a y fue h a s ta la c o c in a d o n d e la m a d r e y o tr a s viejas d el b a r r io p r e p a r a b a n la c o m id a y los d u lces. L os tu r r o n e s d e c o c o n o v an a a lc a n z a r, d ijo . Al p o c o r a to se vio b a ja r u n a u to m ó v il p o r la s a b a n a . T o d o s lo s m u c h a c h o s s a ­ lie ro n al c o r r e d o r . A hí v ie n e el c u ra , g r ita r o n . Y fu e r o n h a s ta la ta la n q u e r a , y c o n te m p la r o n s o le m n e s c ó m o a q u e l h o m b r e p r o m in e n te , v e stid o c o n u n a b a t a n e ­ g ra y s a n d a lia s, b a ja b a del a u to , los s a lu d a b a y e c h a ­ b a a a n d a r h a c ia la casa. E n tró el c u ra e n la sa la y to d o s se p u s ie r o n d e p ie ; a lg u ñ o s h o m b r e s se p e r s ig n a r o n y las m u je re s le lle v a ro n lo s n iñ o s d e b ra z o p a r a q u e les d iese la b e n d ic ió n . El c u ra a v e rig u ó c u á n to s n iñ o s e s ta b a n sin b a u tiz a r y p r o p u s o u n b a u tiz o c o le c tiv o p a r a la s e m a n a sig u ie n te . L u e g o c o m e n z ó la b o d a . R o sa

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se v io r o d e a d a p o r las luces d e las a lta s velas, re f u lg ie n ­ d o e n tr e las a re c a s q u e la m a d r e h a b ia c o lo c a d o e n el im p ro v is a d o a lta r ; m iró a P a b lo q u e a h o r a , m u y serio , c o n te m p la b a c ó m o el c u r a e s p a rc ía la b e n d ic ió n le ­ v a n ta n d o u n a m a n o , m á s a llá o b s e r v ó las cabezas in c lin a d a s d e lo s in v ita d o s , lo s m u c h a c h o s e n c a r a ­ m a d o s e n las v e n ta n a s , las viejas llo ro s a s s o n á n d o s e la n a riz e n los rin c o n e s , las h ija s d e los P u p o s , tristes, m ir á n d o la a ella d e s d e el c e n tr o d e la sala d o n d e el r e s p la n d o r d e la ta r d e e n tr a b a p o r la p u e r ta y las b a ­ ñ a b a a ra u d a le s , d á n d o le s u n a ire d e c o m p le ta d e s o la ­ c ió n . E n to n c e s, e lla las m ir ó fija m e n te , c o m o r e tá n ­ d o la s, y se s o n rió . A m e d ia n o c h e s a lie ro n los d o s, e lla y P a b lo , d e la casa; él d e la n te , s o b r e la m o n tu r a del c a b a llo ; e lla e n las a n c a s, s u je tá n d o s e a la c in tu r a del h o m b r e . El c a b a llo d io u n re s p in g o , P a b lo lo e s p o le ó ; y los tres se p e r d ie r o n p o r la s a b a n a . L u e g o c o g ie ro n el c a m in o real. Al lle g a r a u n re c o d o d e á r b o le s q u e b o r ­ d e a b a n u n a r ro y o , P a b lo d e tu v o el c a b a llo ; b a jó d e u n s a lto ; la to m ó a e lla p o r la c in tu r a y la se n tó s o b r e los a lto s yerb azales. N o p u e d o lle g a r h a s ta la casa, d ijo él. V a m o s a q u e d a r n o s a q u í y d e s p u é s s e g u im o s. R o sa, ya e s ta m o s c a sa d o s, sig u ió d ic ie n d o . Y r e s p ir a b a c o n fu e r ­ za. Y la voz le sa lia m u y r o n c a y b a ja . E lla, to d a v ia a t u r ­ d id a p o r la c a r r e r a a c a b a llo , n o s a b ía q u é d e c ir. F alta m u c h ís im o , d ijo él, y la a b ra z ó . Y e lla s in tió c o m o o tr o b ra z o p o te n te q u e le r o z a b a los m u slo s. Y d e p r o n ­ to se zafó del h o m b r e , lo m ir o casi a te r r a d a , le d io u n a b o f e ta d a y e c h ó a c o r r e r r u m b o al c a b a llo q u e se c o ­ m ía im p a s ib le las m a rg a rita s d el a r r o y o . M u y serio s s ig u ie ro n c a m in a n d o , y ya d e m a d r u g a d a lle g a ro n a la casa. El c o m e n z ó a p r e p a r a r el café, y e lla m ie n tra s se q u ita b a los z a p a to s, o y ó c a n ta r los g rillo s y p e n ­ só, c o n a le g ría , q u e p r o n to se ría d e m a ñ a n a . L u e g o e n ­ t r a r o n al c u a r to . U n ra m a l d e fu e g o c ru z ó p o r e n tr e los

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