• Nenhum resultado encontrado

1 HORÁRIO DAS AULAS. Sexta-feira 13:30 14:20 14:20 15:10 15:10 16:00

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "1 HORÁRIO DAS AULAS. Sexta-feira 13:30 14:20 14:20 15:10 15:10 16:00"

Copied!
7
0
0

Texto

(1)

PLANO DE ENSINO

1 HORÁRIO DAS AULAS

DIA DA SEMANA HORÁRIO

Sexta-feira 13:30 – 14:20

14:20 – 15:10 15:10 – 16:00

2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL

Compreender e refletir sobre a atuação profissional no campo da saúde a partir das práticas de promoção da saúde ao indivíduo e coletividades.

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

a) Compreender o modelo da promoção da saúde e as possibilidades de aplicação na APS; b) Problematizar a relação entre o ambiente e a saúde, com vistas a sua promoção;

c) Contextualizar os conceitos de risco e vulnerabilidades em saúde e sua aplicabilidade na prática profissional da enfermagem.

3 EMENTA

Marcos conceituais da promoção da saúde. Relações entre ambiente e sociedade, riscos e vulnerabilidades à saúde. Desenvolvimento, sustentabilidade e promoção da saúde.

CURSO: Mestrado Profissional em Enfermagem na Atenção Primária à Saúde

ANO/SEMESTRE: 2017/2

DISCIPLINA: Promoção da Saúde ao Indivíduo e Coletividades - Optativa

CARGA HORÁRIA: 45 TURNO: M

PROFESSOR (A): Dra Carine Vendruscolo / Dra Elisangela Argenta Zanatta / Dr Arnildo Korb

(2)

4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

- Resgate histórico da Saúde Pública sob a ótica da Promoção da Saúde; - Marcos conceituais da Promoção da Saúde;

- Vulnerabilidades em saúde nos planos individuais, sociais e programático; - Determinantes sociais de saúde e doença;

5 METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas dialogadas, metodologias ativas, seminários, elaboração de projeto de intervenção, sua aplicação e relato.

6 AVALIAÇÃO

- Participação em aula e das atividades propostas;

- Seminário 1 – apresentação do roteiro do projeto de intervenção (50%)

- Seminário 2 – apresentação dos relatos de experiência da aplicação do projeto de intervenção

8 BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA BÁSICA Referências Básicas

AYRES, J. R. C. M. et al. Risco, Vulnerabilidade e Práticas de Prevenção e Promoção da Saúde. In: CAMPOS W. de S. et al. Tratado de Saúde Coletiva. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 2012. p. 399-442. COSTA, D. C.; FREITAS, C. M. de (Org.). Promoção da saúde: conceitos, reflexões, tendências. 2. ed. Rio de Janeiro: Ed. da FIOCRUZ, 2009. 229 p.

LEFF, E. Epistemologia ambiental. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2010. 239 p.

MINAYO, M.C.S. Saúde e ambiente: uma relação necessária. In Tratado de Saúde Coletiva. In: CAMPOS W. de S. et al. Tratado de Saúde Coletiva. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 2012. p. 79-108. SACHS, I; DOWBOR, L; LOPES, C. D. Riscos e oportunidades em tempos de mudanças. São Paulo:

(3)

Instituto Paulo Freire, 2010. Referências complementares

AYRES, J. R. C. M. et al. O conceito de vulnerabilidade e as práticas de saúde: novas perspectivas e desafios. In: CZERESNIA, D.; FREITAS, C.M. Promoção da saúde: conceitos, reflexões tendências. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. p.117-139.

ANTHONY J. MC; MICHAEL, M.B., B.S. Globalization, Climate Change, and Human Health, Engl J Med, 2013; 68:1335-43. DOI: 10.1056/NEJMra1109341

CARVALHO, AI. Determinantes sociais, econômicos e ambientais da saúde. In FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. A saúde no Brasil em 2030 - prospecção estratégica do sistema de saúde brasileiro: população e perfil sanitário [online]. Rio de Janeiro: Fiocruz/Ipea/Ministério da Saúde/Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, 2013. Vol. 2. pp. 19-38. ISBN 978-85-8110-016-6.

DIAS, Ernandes Gonçalves et al. Qualidade de vida no trabalho dos profissionais da saúde de uma Unidade Básica de Saúde. Revista Cubana de Enfermería, [S.l.], v. 32, n. 4, dic. 2016. ISSN 1561-2961.

Silva PFA, Baptista TWF. A National Health Promotion Policy: text and context of a policy. SAÚDE DEBATE | RIO DE JANEIRO, V. 39, N. ESPECIAL, P. 91-104, DEZ 2015

BECK, U. Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. São Paulo: Editora 34, 2010 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de

Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2012.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde: PNPS: revisão da Portaria MS/GM nº 687, de 30 de março de 2006. Brasília: Ministério da Saúde, 2015.

BUSS, P. M. Promoção da saúde e qualidade de vida. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, p. 163-177, 2000.

BUSS, P.M.; PELLEGRINI FILHO, A. A saúde e seus determinantes sociais. PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, v. 17, n.1, p. 77-93, 2007.

CZERESNIA, D.; FREITAS, C.M. Promoção da Saúde: conceitos, reflexões, tendências. 2ª ed. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2009.

EMRICH, C. T.; CUTTER, S.L. Social Vulnerability to Climate-Sensitive Hazards in the Southern United States. Weather, Climate and Society, v.3, n.3, p. 193-208, 2011. Disponível em:

http://journals.ametsoc.org/doi/pdf/10.1175/2011WCAS1092.1 Acesso em: 02 abr 2016.

(4)

Nursing Philosophy, v.14, p.127-138, 2013. Disponível em:

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23480039. Acesso em: 02 abr. 2016.

LEFF, E. Ecologia, capital e cultura: a territorialização da racionalidade ambiental. Petrópolis: Vozes, 2009.

NAKATA, Priscila Tadei et al . Classification of Family Risk in a Family Health Center.Rev. Latino-Am. Enfermagem, Ribeirão Preto , v. 21, n. 5, p. 1088-1095, Oct. 2013 . Available from

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692013000501088&lng=en&nrm=iso

PAIVA, V. Vulnerabilidade e direitos humanos: prevenção e promoção da saúde. Curitiba: Juruá Ed., 2012-2013.

TORRALBA, I.; ROSELLÓ, F. Antropologia do cuidar. Petrópolis: Vozes, 2009.

VAL, Luciane Ferreira do; NICHIATA, Lucia Yasuko Izumi. Comprehensiveness and programmatic vulnerability to stds/hiv/aids in primary care. Rev. esc. enferm. USP, São Paulo , v. 48, n. spe, p. 145-151, Aug. 2014 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Ottawa Charter for Health Promotion. Disponível em: http://www.who.int/hpr/docs/ ottawa.html. Acesso em: [acessado 2016 abr 28].

Health promotion in primary care:

Heidemann ITSB; Wosny AM; Boehs AE. Health promotion in primary care: study based on the Paulo Freire method. Ciência & Saúde Coletiva,19(8):3553-3559, 2014.

_______________________________ _________________________

Professor (a) Professor (a)

_______________________________

(5)

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO E PRÁTICA DE INTERVENÇÃO COM BASE NOS CAMPOS DE AÇÃO PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE

DISCIPLINA: Promoção da Saúde ao Indivíduo e Coletividades

PROFESSORES: Dr. Arnildo Korb, Dra. Carine Vendruscolo; Dra. Elisangela Argenta Zanatta DATA PARA APRESENTAÇÃO DO PROJETO: 22/09/2017

DATA PARA APRESENTAÇÃO DO RELATO DA EXPERIÊNCIA: 27/10/2017 E 10/11/2017

O projeto de intervenção deverá ser uma proposta de prática factível de implementação no local de trabalho do profissional enfermeiro do MPEAPS, com base em uma situação problema e apoio da equipe de saúde.

PROJETO (peso 50%)

1) Tema: Promoção da Saúde

2) Eleger um problema/necessidade de saúde no âmbito do seu local de trabalho, para a qual seja factível um plano de ação centrado em ações de Promoção da Saúde (CARTA DE OTTAWA, 1986);

3) A partir dos 5 (cinco) campos de ação para a Promoção da Saúde (estilos de vida saudáveis, empoderamento da ação comunitária, ambientes favoráveis à saúde, políticas públicas saudáveis, reorientação dos serviços de saúde), eleger um deles e elaborar uma proposta de prática para resolução do problema, contendo:

a) Descrição do problema; b) Objetivo da intervenção;

c) Descrição da prática/intervenção (o que será realizado; local; quando; quem participará; o que se pretende – objetivo; descrição fundamentada da relação com o campo para a PS no nível de atenção à saúde no qual será desenvolvida; valor/custo; forma de validação com a gestão, equipe e comunidade; forma de avaliação; cronograma de execução; possível impacto gerado; referências utilizadas...)

(6)

d) Apresentação para a turma e professores, em forma de seminário, para possíveis considerações/sugestões e posterior entrega do projeto, impresso.

RELATO DA EXPERIÊNCIA (peso: 50%)

Deverá ser elaborado um ensaio de relato de experiência (artigo), a partir de tutoria de um professor da disciplina, com previsão de periódico para o qual será encaminhado. Posterirormente, a partir da avaliação do ensaio, será convidado à co-autoria o orientador e, havendo consenso, o documento será encaminhado à avaliação do periódico escolhido.

Concordância dos mestrandos quanto ao plano de ensino da disciplina Promoção da Saúde ao Indivíduo e Coletividades, ressalva-se que no decorrer da disciplina, caso seja necessário, serão feitos ajustes e alterações que serão acordadas, novamente, com os estudantes.

Nome Matricula Assinatura

_______________________________ ______________________________

(7)

_______________________________

Referências

Documentos relacionados

Tal conclusão sustenta a crítica segundo a qual, salvo mudanças profundas nas estrutura, dimensões e inserção da economia brasileira na economia mundial, a meta inovacionista

Partindo de todo esse contexto, este estudo tem como objetivo principal expor sob a óptica do enfermeiro os sentimentos vivenciados pelos pais diante da situação de ter seu filho

Portanto estudos que relacionem outros fatores geradores de concentração de tensão e deformação na região cervical da estrutura dental, como restaurações

Candidatos autodeclarados pretos, pardos ou indígenas, com renda familiar bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo e que tenham cursado integralmente o ensino médio

termodinâmico como variáveis no cálculo do coeficiente de difusão mútua. Existem alguns modelos para a determinação dos coeficientes de difusão mútua para o caso de uma

• Modelos lineares generalizados mistos (GLMM), no SPSS Advanced Statistics, permite criar modelos mais precisos para prever resultados não-lineares baseados em

O bloco de motor, assim como o de válvula solenoide, controla a ação de um motor e recebe seu retorno, mostrando no objeto e no faceplate suas informações... © Copyright 2020

Diante desse contexto, para as empresas implementarem estratégias voltadas para base da pirâmide, terão de utilizar o processo de cocriação, porém, para isso, elas precisam