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Criptografia

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Academic year: 2021

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Texto

(1)
(2)

Conceito

Do grego, kriptos(secreto) e graphos(escrita)

Surgiu como ciência ou arte de escrever

mensagens de forma codificada

impossibilitando a leitura a terceiros não

autorizados

Permanece a principal ferramenta para

garantir confidencialidade e integridade da

informação

(3)

Definições

Cifra

Conjunto de procedimentos ou técnica usada para

ocultar a mensagem

Cifra de substituição

Os caracteres da mensagem original são

(4)

Definições

Cifra de Transposição

Os caracteres da mensagem original têm sua

(5)

Definições

Cifras monoalfabéticas

Utilizam um único alfabeto para cifrar

Cifras polialfabéticas

Alfabetos da mensagem original e cifrada são

(6)

Definições

Chave

Sequencia de caracteres que funciona como

índice para a cifra determinando seu

funcionamento

A chave passa a ser o segredo ao invés da cifra

Cifras Simétricas x Assimétricas

Simétricos: DES, 3DES, AES, etc

(7)

Serviços criptográficos

● Confidencialidade

– Garante o sigilo das informações ● Autenticação

– Prova a identidade do indivíduo ou computador na outra ponta da comunicação ● Autenticidade

– Assegura que a mensagem foi gerada por quem o indivíduo ou sistema alega ser.

Serve também para garantir a autenticidade de operações realizadas e registradas (ex: assinatura digital)

● Integridade

– Assegura que as informação não foram alteradas de sua forma original desde a sua

geração

● Não-repúdio

– Baseado na autenticidade e integridade, impede que um usuário negue ter realizado

(8)

Ameaças à Segurança na Rede

Captura de Pacotes:

– meio broadcast

– Placas de rede em modo promiscuo lêem todos os pacotes que

passam por elas

– podem ler todos os dados não criptografados (ex. senhas) – ex.: C captura os pacotes de B

A

B

C

(9)

IP Spoofing:

pode gerar pacotes “novos” diretamente da

aplicação, colocando qualquer valor no campo

de endereço IP de origem

receptor não sabe se a fonte foi falsificada

ex.: C finge ser B

A

B

C

org:B dest:A dados

(10)

Negação de Serviço (DOS - Denial of Service):

– inundação de pacotes maliciosamente gerados “afogam” o

receptor

– DOS Distribuído (DDOS): fontes múltiplas e coordenadas

inundam o receptor

– ex., C e um computador remoto atacam A com mensagens SYN

A

B

C

SYN SYN SYN SYN SYN

(11)

A linguagem da criptografia

chave simétrica de crptografia: as chaves do transmissor e do receptor são idênticas

chave pública de criptografia: critografa com chave pública, decriptografa com chave secreta

Figure 7.3 goes here

plaintext plaintext

ciphertext

K

A KB

texto aberto texto aberto

texto cifrado Algoritmo de Criptografia Algoritmo de Decriptografia canal canal

(12)

Criptografia com Chave Simétrica

código de substituição:

substituindo uma coisa por outra

– código monoalfabético: substituir uma letra por outra

texto aberto: abcdefghijklmnopqrstuvwxyz texto cifrado: mnbvcxzasdfghjklpoiuytrewq

texto aberto: bob. i love you. alice texto cifrado: nkn. s gktc wky. mgsbc

Ex.:

Q:

quão difícil é quebrar este código simples?:

•força bruta (quantas tentativas?)

•outro método?

(13)

DES: criptografia com chave simétrica

DES: Data Encryption Standard

Padrão de criptografia dos EUA [NIST 1993]

chave simétrica de 56-bits, 64 bits de texto aberto na entrada

Quão seguro é o padrão DES?

– DES Challenge: uma frase criptografada com chave de 56 bits (“Strong

cryptography makes the world a safer place”) foi decriptografada pelo método da força bruta em 4 meses

– não há ataque mais curto conhecido

tornando o DES mais seguro

– use três chaves em seqüência (3-DES) sobre cada dado – use encadeamento de blocos de códigos

(14)

Criptografia de

chave simétrica:

DES

permutação inicial

16 rodadas idênticas de

função de substituição,

cada uma usando uma

diferente chave de 48

bits

permutação final

(15)

Criptografia com Chave Pública

chave simétrica

● exige que o transmissor e o receptor compartilhem a chave secreta

● Q: como combinar a chave inicialmente (especialmente no caso em que eles nunca se encontram)?

chave pública

❒ abordagem radicalmente

diferente [Diffie-Hellman76, RSA78]

❒ transmissor e receptor não compartilham uma chave secreta

❒ a chave de criptografia é

pública (conhecida por todos)

❒ chave de decriptografia é privada (conhecida somente pelo receptor)

(16)

Criptografia com chave pública

Figure 7.7 goes here

Algoritmo de Criptografia Algoritmo de Decriptografia Mensagem Mensagem aberta, m

aberta, m Mensagem Mensagem aberta, m aberta, m

mensagem cifrada

mensagem cifrada

Chave de criptografia pública

Chave de criptografia pública

Chave de decriptografia privada

(17)

Algoritmos de criptografia com chave pública

necessita d ( ) e e ( ) tal que

d (e (m)) = m

B B

B

B

.

.

necessita chaves pública e privada para d ( ) e e ( )

B B

Duas exigências correlatas:

1

2

(18)

RSA: Escolhendo as chaves

1.

Encontre dois números primos grandes

p, q.

(ex., 1024 bits cada um)

2.

Calcule

n

= pq, z = (p-1)(q-1

)

3.

Escolha

e

(com e<n)

que não tem fatores primos em

comum com z. (

e, z

são “primos entre si”).

4.

Escolha

d

tal que

ed-1

é exatamente divisível por

z

.

(em outras palavras:

ed

mod

z = 1

).

(19)

RSA: Criptografia e Decriptografia

0.

Dado (

n,e

) e (

n,d

) como calculados antes

1.

Para criptografar o padrão de bits,

m

, calcule

c = m mod ne

(i.e., resto quando

m

é dividido por

e

n

)

2.

Para decriptografar o padrão de bits recebidos,

c

,

calcule

m = c mod nd

(i.e., resto quando

c

é dividido

d

n

)

m = (m mod n)e d mod n

Mágica acontece!

(20)

RSA exemplo:

Bob escolhe

p=5, q=7

. Então

n=35, z=24

.

e=5

(assim

e, z

são primos entre si).

d=29

(assim

ed-1

é exatamente divisível por z).

letra

m

me

c = m mod ne

l

12

1524832

17

c

m = c mod nd

17

481968572106750915091411825223072000

12

c d

letra

l

criptografia: decriptografia:

(21)

RSA: Porque:

m = (m mod n)e d mod n

(m mod n)e d mod n = m mod ned

Resultado da teoria dos Números: Se p,q são primos, n = pq, then

xy mod n = x mody mod (p-1)(q-1) n

= m mod ned mod (p-1)(q-1)

= m mod n1

= m

(usando o teorema apresentado acima)

(pois nós escolhemos ed divisível por

(22)

Autenticação

Meta:

Bob quer que Alice “prove” sua

identidade para ele

Protocolo ap1.0:

Alice diz “Eu sou Alice”

Cenário de Falha??

Eu sou Alice

(23)

Autenticação: outra tentativa

Protocolo ap2.0:

Alice diz “Eu sou Alice” e envia seu

endereço IP junto como prova.

Cenário de Falha??

Eu sou Alice

Eu sou Alice

Endereço IP de Alice

(24)

Autenticação: outra tentativa

Protocolo ap3.0:

Alice diz “Eu sou Alice” e envia sua senha

secreta como prova.

Cenário de Falha?

Eu sou Alice,

Eu sou Alice,

senha

(25)

Autenticação: mais uma tentativa

Protocolo ap3.1:

Alice diz “Eu sou Alice” e envia sua senha

secreta

criptografada

para prová-lo.

Cenário de Falha?

I am Alice

(26)

Autenticação: mais uma tentativa

Meta:

evitar ataque de reprodução (playback)

Figure 7.11 goes here

Nonce:

número (R) usado apenas uma vez na vida

ap4.0: para provar que Alice “está ao vivo”, Bob envia a Alice um

nonce, R. Alice deve devolver R, criptografado com a chave secreta comum

Eu sou Alice Eu sou Alice

(27)

Autenticação: ap5.0

ap4.0 exige chave secreta compartilhada

problema: como Bob e Alice combinam a chave

é possível autenticar usando técnicas de chave

pública?

ap5.0:

usar nonce, criptografia de chave pública

Envie-me sua chave pública e

Envie-me sua chave pública eAA

Bob calcula Bob calcula e eAA[d[dAA[R]]=R[R]]=R autenticando autenticando

(28)

Figure 7.14 goes here

ap5.0: falha de segurança

Ataque do homem (mulher) no meio:

Trudy se passa por Alice

(para Bob) e por Bob (para Alice)

(29)

Assinaturas Digitais

Técnica criptográfica análoga

às assinaturas manuais.

● Transmissor(Bob) assina

digitalmente um documento, estabelecendo que ele é o autor/criador.

● Verificável, não-forjável:

receptor (Alice) pode verificar que Bob, e ninguém mais, assinou o documento.

Assinatura digital simples

para mensagem m:

● Bob criptografa m com sua chave privada dB, criando a

mensagem assinada dB(m).

● Bob envia m e d

B(m) para Alice.

Texto criptografado com a chave

pri-vada de Bob Mensagem pronta para transmissão Chave privada de Bob

(30)

Assinaturas Digitais (mais)

● Suponha que Alice recebe a mensagem m, e a assinatura digital dB(m)

Alice verifica que m foi

assinada por Bob aplicando a chave pública de Bob eB a

dB(m) então verifica que

eB(dB(m) ) = m.

Se e

B(dB(m) ) = m, quem quer

que tenha assinado m deve posuir a chave privada de Bob.

Alice verifica então que:

Bob assinou m.

Ninguém mais assinou m.Bob assinou m e não m’.

Não-repúdio:

Alice pode levar m, e a

assinatura dB(m) a um tribunal

(31)

Resumos de Mensagens

Computacionalmente caro

criptografar com chave pública mensagens longas

Meta: assinaturas digitais de comprimento fixo, facilmente computáveis, “impressão digital” ● aplicar função hash H a m, para

obter um resumo de tamanho fixo, H(m).

Propriedades das funções de Hash:

● Muitas-para-1

● Produz um resumo da mensagem

de tamanho fixo (impressão digital)

● Dado um resumo da mensagem x,

é computacionalmente impraticável encontrar m tal que x = H(m)

● computacionalmente impraticável

encontrar duas mensagens m e m’

mensagem mensagem longa longa mensagem mensagem longa longa função de hash função de hash muitas-para-um muitas-para-um resumo da resumo da mensagem, mensagem, tam. fixo tam. fixo

(32)

Assinatura digital = resumo assinado de mensagem

Bob envia mensagem digitalmente

assinada: Alice verifica a asinatura e a integridade da mensagem digitalmente assinada:

(33)

Algoritmos de Funções de Hash

● A soma verificadora da Internet

resulta num resumo de mensagem pobre.

– Muito fácil encontrar duas

mensagens com a mesma soma verificadora.

● O algoritmo MD5 é a função de hash

mais usada.

– Calcula resumo de 128-bits da

mensagem num processo de 4 etapas.

– uma cadeia arbitrária X` cujo hash

de 128 bits obtido pelo MD5 é igual ao hash de um cadeia X parece difícil de construir.

● SHA-1 também é usado.

– padrão do EUA

– resumo de mensagem com

(34)

Intermediários Confiáveis

Problema:

– Como duas entidades

estabelecem uma chave compartilhada secreta sobre uma rede?

Solução: – centro de distribuição de chaves confiável (KDC) atuando como intermediário entre as entidades Problema:

– Quando Alice obtém a chave

pública de Bob (de um web site, e-mail, ou diskette), como ela sabe que é a

chave pública de Bob e não de Trudy?

Solução

– autoridade certificadora

(35)

Centro de Distribuição de Chaves (KDC)

● Alice e Bob necessitam de um chave simétrica compartilhada. ● KDC: servidor compartilha

diferentes chaves secretas com cada usuário registrado.

● Alice e Bob conhecem as

próprias chaves simétricas, K A-KDC KB-KDC , para comunicação

com o KDC.

❒ Alice se comunica com o KDC, obtém

a chave de sessão R1, e KB-KDC(A,R1)

❒ Alice envia a Bob

KB-KDC(A,R1), Bob extraí R1

❒ Alice e Bob agora compartilham a

chave simétrica R1.

Alice conhece

R1

Bob conhece R1

(36)

Autoridades Certificadoras

● Autoridades certificadoras (CA)

associam chaves públicas a uma particular entidade.

● Entidade (pessoa, roteador,

etc.) pode registrar sua chave pública com a CA.

– Entidade fornece “prova de

identidade” à CA.

– CA cria certificado ligando a

entidade à chave pública.

– Certificado é digitalmente

assinado pela CA. ● Quando Alice quer a chave pública de

Bob:

● obtém o certificado de Bob (com Bob ou

em outro local).

● Aplica a chave pública da CA ao

informação de identidade de Bob certificado criptografado de Bob chave pública de Bob Autoridade Certificadora Chave privada da autoridade certificadora

(37)

Exemplo: E-mail seguro

• gera chave simétrica aleatória, KS.

• criptografa mensagem com KS

• também criptografa KS com a chave pública de Bob.

• envia KS(m) e eB(KS) para Bob.

• Alice quer enviar uma mensagem de e-mail secreta, m, para Bob.

Alice envia mensagem de e-mail m

Bob recebe mensagem de e-mail m

(38)

Exemplo: E-mail seguro (continuação)

• Alice quer prover autenticação do transmissor e integridade da mensagem.

• Alice assina digitalmente a mensagem.

• envia a mensagem (em texto aberto) e a assinatura digital.

Alice envia mensagem de e-mail m

Bob recebe mensagem de e-mail m

(39)

Exemplo: E-mail seguro (continuação)

• Alice quer prover privacidade, autenticação do

transmissor e integridade da mensagem.

(40)

Pretty good privacy (PGP)

● Esquema de criptografia de e-mail da Internet, um padrão de fato.

● Usa criptografia de chave

simétrica, criptografia de chave pública, função de hash e

assinatura digital, como descrito.

● Oferece privacidade,

autenticação do transmissor e integridade.

● O inventor, Phil Zimmerman, foi alvo de uma investigação

federal durante três anos.

---BEGIN PGP SIGNED MESSAGE---Hash: SHA1

Bob:My husband is out of town

tonight.Passionately yours, Alice ---BEGIN PGP SIGNATURE---Version: PGP 5.0 Charset: noconv yhHJRHhGJGhgg/12EpJ+lo8gE4vB3mqJhFEv ZP9t6n7G6m5Gw2 ---END PGP

(41)

Secure sockets layer (SSL)

● PGP oferece segurança para uma

aplicação de rede específica.

● SSL opera na camada de

transporte. Fornece segurança para qualquer aplicação baseada no TCP que usa os serviços da SSL.

● SSL: usada entre clientes WWW e

servidores de comércio eletrônico (shttp).

● Serviços de segurança da SSL: – autenticação do servidor

– criptografia dos dados

– autenticação do cliente (opcional)

● Autenticação do Servidor: – clientes com SSL habilitado

incluem chaves públicas para CA’s confiáveis.

– Cliente solicita o certificado do

servidor, originado pela entidade certificadora confiável.

– Cliente usa a chave pública da CA

para extrair a chave pública do servidor do certificado.

● Visite o menu de segurança do seu

browser para examinar suas

(42)

SSL (continuação)

Sessão SSL criptografada:

● Cliente gera uma chave de sessão

simétrica e a criptografa com a chave pública do servidor, envia a chave simétrica criptografada ao servidor.

● Usando sua chave privada, o

servidor decriptografa a chave.

● Cliente e o servidor negociam que

as futuras mensagens serão criptografadas.

● Todos os dados enviados na porta

TCP (pelo cliente ou pelo servidor) são criptografados com a chave de sessão.

● SSL: base do mecanismo

Transport Layer Security (TLS) do IETF.

● SSL pode ser usado por aplicações que não usam a Web, por exemplo, IMAP.

● Autenticação do cliente pode ser feita com certificados do cliente.

(43)

Secure electronic transactions (SET)

● projetado pra transações de

pagamento de cartões de crédito sobre a Internet.

● oferece serviços de segurança

envolvendo três partes:

– cliente

– comerciante

– banco do vendedor

Todos devem ter certificados.

● SET especifica o valor legal dos

certificados.

– divisão das responsabilidades

pelas transações

● Número do cartão do cliente é

enviado ao banco do vendedor sem que o vendedor veja o número

aberto em nenhum momento.

– Previne que os vededores

possam furtar e repassar

números de cartões de crédito.

● Três componentes de software:

– Carteira do browser

– Servidor do comerciante – Gateway do adquirente

● Veja o texto do livro para a descrição

(44)

Ipsec: Segurança na Camada de Rede

● Segurança na Camada de Rede:

– o host transmissor criptografa os

dados no datagrama IP

– Segmentos TCP e UDP; ICMP e

mensagens SNMP.

● Autenticação na Camada de Rede

– host destino pode autenticar o

endereço IP da origem

● Dois protocolos principais:

– protocolo de autenticação de

cabeçalho (AH - Authentication Header)

– protocolo de encapsulamento

seguro de dados (ESP -

Encapsulation Secure Payload)

● Tanto para o AH como para o ESP,

exige negociação entre a fonte e o destino:

– cria canal lógico de camada de

rede chamado de “acordo de serviço” (SA)

● Cada SA é unidirecional.

● Unicamente determinado por:

– protocolo de segurança (AH ou

ESP)

– endereço IP da origem

(45)

Protocolo ESP

● Oferece privacidade, autenticação de host e integridade dos dados.

● Dados e trailer ESP são criptografados.

● Campo de próximo cabeçalho está no trailer ESP.

● campo de autenticação do ESP é similar ao campo de

autenticação do AH. ● Protocolo = 50.

Autenticado

(46)

Protocolo de Autenticação de Cabeçalho (AH)

● Oferece autenticação do host

originador, integridade de dados, mas não privacidade dos dados.

● Cabeçalho AH é inserido entre o

cabeçalho IP e o campo de dados do IP.

● Campo de Protocolo = 51. ● Roteadores intermediários

processam o datagrama na forma usual.

cabeçalho AH inclui:

● identificador de conexão

● dados de autenticação: mensagem

assinada e resumo da mensagem são calculados sobre o datagrama IP

original, provendo autenticação da fonte e integridade dos dados.

● Campo próximo cabeçalho: especifica

Referências

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