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Limites, derivadas e integrais - Formulário e exemplos

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Academic year: 2022

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(1)

Limites, derivadas e integrais - Formulário e exemplos

(2)

Caro leito r,

Este b re ve trab alho te m a finalid ad e d e uxiliá-lo c o m a te o ria e n- vo lve nd o limite s, d e rivad as e inte grais, e p ara isso ap re se nta d ive rsas ta- b e las q ue fac ilitarão o s c álc ulo s e a me mo rizaç ão d e fó rmulas. O b ras mais e xte nsas há p ub lic ad as ( v. re f . [ 7 ] ), p o ré m e stão d irigid as mais ao p ro fe sso r o u ao mate mátic o e sp e c ializad o e p o r isso se to rnam às ve ze s p o uc o p ráti- c as p ara c o nsultas ráp id as.

A fim d e e nriq ue c e r o mate rial ap re se ntad o , intro d uzi um c ap ítulo c o nte nd o e xe mp lo s d e e xe rc íc io s re so lvid o s, uma ve z q ue ap e nas a fo rmu- laç ão te ó ric a não se ria sufic ie nte me nte c lara ( v. p . e x . a f o rm u laç ão d o m é to d o d e

in te g r aç ão p o r p ar te s n o c ap ítu lo T é c n ic as d e I n te g r aç ão e a m an e ir a c o m o o m é to d o é ap lic ad o n o s e x e m p lo s ). A lguns d o s e xe mp lo s fo ram e xtraíd o s d as o b ras c o nsultad as, mas a maio ria fo i e lab o rad a p o r mim, lo go , q ualq ue r e rro p e ç o ao le ito r q ue m

H

ind iq ue p ara q ue uma ve rsão c o rrigid a p o ssa se r ap re se ntad a. A s- sim, to d o s o s c o me ntário s e suge stõ e s visand o ap e rfe iç o á-lo e e nriq ue c ê -lo se rão b e m-vind o s.

Finalizand o , ac re sc e nto q ue não so u mate mátic o ne m p ro fe sso r d e mate mátic a, mas ap e nas um c urio so q ue go sta d o s núme ro s.

Gil Cle b e r gilc c arvalho @ ig. c o m. b r www. gilc le b e r. c o m. b r

(3)

- 1 -

L i m i t e s

Propriedades Sendolim ( )

x a f x L

= e lim ( )

x g x M

¥ = , então:

Infinito

 Limites infinitos 1) lim

x a

c c

= 5) lim[( )( )] lim ( ) lim ( )

x a x a

x a

f g x f x g x L M

⋅ = ⋅ = ⋅

2) lim[ ( )] lim ( )

x a x a

c f x c f x c L

⋅ = ⋅ = ⋅

6) lim[( ) ( )] lim ( )

n

n n

x a x a

f x f x L

é ù

=êë úû =

3) lim[( )( )] lim ( ) lim ( )

x a x a

x a

f g x f x g x L M

+ = + = + lim ( )

7) lim ( ) ( 0)

lim ( )

x a

x a x a

f f x L

x M

g g x M

éæ ö÷çêç ÷÷ ùú = = ¹ êç ÷çè ø ú

ê ú

ë û

4) lim[( )( )] lim ( ) lim ( )

x a x a

x a

f g x f x g x L M

- = - = - 8) lim ( ) lim ( )

( * e 0, ou n é ímpar e 0)

n n n

x a x a

f x f x L

n L L

= =

Î ³ £

( ) ( ) ( )( )

lim , lim lim

x a f x x ag x x a f g x

= ¥ = ¥  + = ¥

( ) ( )

0

( )( )

00

lim , lim lim

x a x a x a

f x g x b f g x b

b

ìï+¥  >

= +¥ = ¹  ⋅ = íïï-¥  <ïî

( ) ( )

0

( )( )

00

lim , lim lim

x a x a x a

f x g x b f g x b

b

ìï-¥  >

= -¥ = ¹  ⋅ = íïï+¥  <ïî

( ) ( ) ( )( )

lim , lim lim .

x a f x x ag x x a f g x

= ¥ = ¥  = +¥

( ) ( ) ( )( )

lim , lim lim .

x a f x x ag x x a f g x

= +¥ = -¥  = -¥

( ) ( )

1 0

lim lim

x a f x x a

= ¥  f x =

( )

0

( )

1

lim lim

x a f x x a

=  f x = +¥

(4)

Não se estabelece lei para os seguintes casos:

 Limites no infinito Todas as propriedades valem tanto para lim

x+¥ quanto para lim

x-¥.

Não se estabelece uma lei para os seguintes casos:

( ) ( ) ( )( )

lim , lim lim ?

x a x a x a

f x g x f g x

= ¥ = ¥  - =

( ) ( ) ( )( )

lim , lim lim ?

x a f x x ag x x a f g x

= +¥ = -¥  + =

( ) ( )

0

( )( )

lim , lim lim . ?

x a f x x ag x x a f g x

= ¥ =  =

( ) ( ) ( )

lim , lim lim ?

x a x a x a

f x g x f x

g

æ ö÷ç ÷

= ¥ = ¥  ç ÷ç ÷çè ø =

( ) ( ) ( )( )

lim , lim lim

x x x

f x g x f g x

¥ = ¥ ¥ = ¥  ¥ + = ¥

( ) ( )

0

( )( )

00

lim , lim lim

x x x

f x g x b f g x b

b

¥ ¥ ¥

ìï+¥  >

= +¥ = ¹  ⋅ = íïï-¥  <ïî

( ) ( )

0

( )( )

00

lim , lim lim

x x x

f x g x b f g x b

b

¥ ¥ ¥

ìï-¥  >

= -¥ = ¹  ⋅ = íïï+¥  <ïî

( ) ( ) ( )( )

lim , lim lim .

x f x x x x f g x

¥ = ¥ ¥ = ¥  ¥ = ¥

( ) ( ) ( )( )

lim , lim lim

x x x

f x x f g x

¥ = +¥ ¥ = -¥  ¥ + = -¥

( ) ( )

1 0

lim lim

x f x x

¥ = ¥  ¥f x =

( )

0

( )

1

lim lim

x f x x

¥ =  ¥f x = +¥

( ) ( ) ( )( )

lim , lim lim ?

x f x x g x x f g x

¥ = ¥ ¥ = ¥  ¥ - =

( ) ( ) ( )( )

lim , lim lim ?

x f x x g x x f g x

¥ = +¥ ¥ = -¥  ¥ + =

( ) ( )

0

( )( )

lim , lim lim . ?

x f x x g x x f g x

¥ = ¥ ¥ =  ¥ =

( ) ( ) ( )

lim , lim lim ?

x x x

f x g x f x

¥ = ¥ ¥ = ¥  ¥g =

(5)

- 3 -

Limites trigonométricos

 Limite trigonométrico fundamental

0

limsen 1

x

x

x =

Limite de uma função polinomial Seja f x( )=a0 +a x1 +a x2 2 ++a xn n

( ) ( )

limx a f x f a

=

 Função racional:

( )

1 11 1 0 *+

1 1 0

lim , ,

m m

m m

n n

x

n n

a x a x a x a

f x m n

b x b x b x b

- -

¥ -

-

+ + + +

= Î

+ + + +

 

( ) ( ) ( )

, lim , lim

, lim 0

am

x bn

x x

m n f x

m n f x

m n f x

¥

¥

¥

ìï = =

ïïïï > = ¥ íïïï < = ïïî

Esses limites são fundamentados no fato de que lim 0

x

a

¥x = (v. ex. 1, 2 e 3).

Limites exponenciais e logarítmicos

 Limites exponenciais

 Limite exponencial fundamental lim sen sen

x a x a

= lim cos cos

x a x a

=

lim tg tg

x a x a

= lim sec sec

x a x a

=

lim0 x 1

x a

 lim x b

x ba a

lim x , 1

x a a

    lim x 0, 1

x a a

  

lim x 0, 0 1

x a a

    lim x , 0 1

x a a

    

  com e

 

lim f x , 0 1 lim

x ba c a x b f x c

  

lim 1 , 1 0

2, 7182818284...

x n x

n e x e x

x e



 

    

 

 

 

1

lim 10 x , 1 0

x x e x

    

(6)

 Limites logarítmicos

Regra de L’ Hôpital

Cálculo de limites nos casos indeterminados: , ¥, ⋅¥ ¥-¥, , , ¥ ¥

¥

0 0

0 0 0 1

0 e .

 Casos 00, ¥¥

Derivam-se independentemente o numerador e o denominador da função, até obter um caso de limite calculável pelas técnicas conheci- das, com o numerador ou o denominador, ou ambos, diferentes de 0 ou de ¥. (v. ex. 4)

 Caso 0⋅¥

( ) ( )

lim

x af x g x

⋅ caso em que lim

( )

x a f x

= ¥ e lim

( )

x ag x

=0

Faz-se

( )

( ) 1 f x

g x

ou

( )

( ) 1 g x

f x

, o que tornar os cálculos mais simples reduzindo-se ao caso 0 0 ou

¥

¥. (v. ex. 5)

 Caso ¥-¥

( ) ( )

limx af x g x

- caso em que limxaf x

( )

= ¥ e limxag x

( )

= ¥

Escreve-se f x

( )

-g x

( )

como ( ) ( )

( ) ( )

1 1

1 g x f x

f x g x -

, quociente que assume a forma do caso 0

0, e se procede como nesse caso. (v. ex. 6)

 Casos 00, ¥0 e 1¥

Tem-se f x

( )

g x( ), sendo que

( )

( ) ( )

lim lim lim

0

x a 0

x a x a

f x f x g x

ì =

ïïï  =

íï = ¥

ïïî ; ou lim

( )

1

x af x

= com o lim

( )

x ag x

= ¥: Nos três casos, deve-se calcular lim

( )

g x( ) lim

( )

log

( )

x af x x ag x f x

= ⋅ , aplicar a técnica utilizada na forma 0⋅¥ e fazer

( )

( ) lim ( )log ( )

lim f x

g x

= e

g x f x

0

lim 1 ln , 0

x x

a a a

x

   lim lnx0 x  , 0  x 1

 

lim log1 a 0

x x

lim logx b

ax

log , 0ab a 1,b 0

   

lim loga , 1

x x a

   

0

lim loga , 1

x

x a

  

lim loga , 0 1

x x a

    

0

lim loga , 0 1

x

x a

   

   

lim loga 0, com 0 1 e lim 1

x b f x a x b f x

  

lim ln0 , 0 1

x x x

   

   

lim loga , com 0 1 e lim

x b f x c a x b f x c

  

(7)

- 5 -

D e r i v a d a s

Derivadas de operações entre funções — propriedades Dadas duas funções f x

( ) ( )

e g x , temos:

Seja yu u2, u x

 

:

Seja yu u3, u x

 

:

 Conseqüências das propriedades Seja a função f x

 

:

   

f x g x

f x

   

g x

f x

   

g x

f x g x

       

f x g’ x

c f x

  

 c f x

 

f g x

    

’ = f’

 

g x

 

g x

 

           

 

2

f’ g’

f x x g x f x x

g x g x

  

  

 

 

dy 2 du

dxudx d y22 d

 

2 du 2 d du 2 du 2 2 d u22

u u u

dx dx dx dx dx dx dx

 

   

        

2 2 2

. 2 3

dy du du du

u u u u u u

dx dx dx dx

 

    

2 2 2

2

2 6 3 2

d y du d u

u u

dx dx dx

 

 

     

 

f x

 

k k f x

   

k1 f x

 

   

 

  loga

 

f x

 

  f x

 

1lna f x

 

    ln

 

f x f x

a a a f x

    

 

  sen

 

f x

 

  cos

 

f x

 

f x

 

         

cos f x ’ sen f x f x

    

  tg

 

f x

 

  sec2

 

f x

 

f x

 

   

   

2

 

1 1

arc cos f xf x

f x

    

 

   

   

2

 

1 1

arc ens f xf x

f x

   

 

   

 

1

 

2

 

1

arc tg f xf x

f x

   

 

f x

 

g x  f x

 

g x g x

 

.lnf x

 

(8)

Sobre essa última derivada, tendo-se em vista que

 

ax ax lna, então

Derivadas de algumas funções elementares

 

g x 

 

g x 

 

.ln

 

’ =

 

g x 

 

ln

       

1

f x f x g x f x f x g x f x g x f x

f x

 

       

   

   

' '

 

g x 

 

ln

     

g x  1

 

f x g x f x g x f x f x

 '  '

’ 0 c

 

xk kxk1

 

lnx x1

 

ax axlna

 

ex ex

log

1 log

ln

a a

x e

x a x

 

( )

k xn = nxknk-1

*, par

k Î+ k  f é derivável em (0,+¥)

*, ímpar

k Î+ k  f é derivável em -{ }0

(

ax2 +bx +c

) (

= 2 ax2ax2 ++bxb+c

)

Ver exemplo 10.

De um modo geral, temos:

( ) ( )

m

( ) ( )

mn

( ) ( )

m nn

n m

f x f x f x f x

n é ù -

é ù ê ú

ê ú = ê ú = ⋅

ê ú ê ú

ë û ë û

senx

cosx

sen2x

2sen cosx x

cosx

 senx

cos2x

 2sen cosx x

 

tgx sec2x

 

2 2

2tg tg ’

cos x x

x

cot ’x

 cos sec2x

2

2

2cotg cotg ’

sen x x

x

 

sec ’x

sec tgx x

2

3 2

2sin 2

sec ’ tg sec

cos

x x x x

x

cossecx

 cossec cotx x

2

3 2

2cos 2

cossec ’ cotg cossec

sen

x x x x

  x   1 cosx ’ senx

 

   

 

cosx

 2senx

cosx

 sen x

( )

( )

( )

( )

( )

( )

2

2

senh senh ’ cosh

2

cosh cosh ’ senh

2

tgh tgh ’ sech

cotgh cotgh ’ cosech

sech 2 sech ’ sech tgh

cosech 2 cosech ’ cosech cotgh

x x

x x

x x

x x

x x

x x

x x

e e

x x x

e e

x x x

e e

x x x

e e

e e

x x x

e e

x x x x

e e

x x x x

-

-

- -

- -

-

= -  =

= +  =

= -  =

++

=  = -

-

=  = -

+

=  = -

(9)

- 7 -

 

1 2

1 arc senx

x

 

 

1 2

1 arccosx

x

 

 

2

1 arc tgx ’ 1

x

 

2

1 arcctgx ’ 1

x

 

 

12

1 arcsecx

x x

 

 

12

1 arccossecx

x x

 

( )

( )

( )

( )

( )

( )

2

2

2

2

2

2

arg senh ’ 1

1 arg cosh ’ 1

1 arg tgh ’ 1

1 1

arg cotgh ’ 1 arg sech ’ 1

1 arg cosech ’ 1

1

x

x x

x

x x

x x

x

x x

x

x x

= +

= -

= -

= +

= -

= +

(10)

T é c n i c a s d e I n t e g r a ç ã o

A Integral Indefinida

 Identidades importantes para a resolução de alguns tipos de integrais I) 1 sen 2xcos2x

II) 1 tg 2x sec2xtg2x sec2x1

III) sen 2

sen 2 2(sen cos ) sen cos

2 xx xx xx

IV)

 

 

2 2

2 2

2

2

2 2

2

2

2 2

1 1

cos cos

cos 2 cos sen

cos 1 cos cos 2

2 cos 1 cos 2 2 2 2

1 1

sen cos 2

cos sen cos 2

1 sen sen cos 2

2 sen 1 s 2

2 o

2 c

x x x

x x x

x x

x x x

x x x

x x

x x

x x

e:

 

   

  





    

   

 

 

  





Donde decorrem as identidades V, VI, VII e VIII V)

2 1 cos 2

sen 2

x = - x

VI)

2 1 cos 2

cos 2

2 x = + x

VII) 2

2

1 1

cos cos 2

2 2

1 cos cos 2 2 2

x x

x x

 

  

VIII)

2

2

1 1

sen cos 2

2 2

1 cos sen 2 2 2

x x

x x

 

  

IX) 2 2

cos cos sen

2 2

x x

x  

X) 2 senaxcosbx sen

a b x

sen

a b x

XI) 2 cosaxcosbx cos

a b x

cos

a b x

Referências

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