• Nenhum resultado encontrado

Renda Fixa BBI Fixed Income Research Sexta-feira, 22 de Março de 2013

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Renda Fixa BBI Fixed Income Research Sexta-feira, 22 de Março de 2013"

Copied!
13
0
0

Texto

(1)

Analistas:

Altair Maurílio Pereira *

[email protected]

55 11 2178 4279

Caio Lombardi

[email protected]

55 11 2178 4225

André Sonnervig

[email protected]

55 11 2178 5318

Renda Fixa Macro Overview

A semana transcorreu com um foco claro nos acontecimentos que

se passavam em Chipre. Parece estranho, quase absurdo, que uma

pequena ilha, cuja PIB é aproximadamente 10X menor que o PIB do

Estado de São Paulo, tenha capacidade de trazer tantas

repercussões para os mercados globais.

O cerne do problema passa

pela possibilidade do abandono do euro por aquele país. Na verdade, o

sistema bancário de Chipre era extremamente alavancado (com

consentimento das autoridades europeias ou não é outra questão) com

depósitos sobre o PIB de mais de 400%. É, mais uma vez, a repetição

dos excessos financeiros que vimos na Grécia, Irlanda, Espanha, etc.

Dívida demais, propiciada pela alavancagem excessiva, nunca acaba

bem. È cedo para dizer, mas o mínimo que pode acontecer é um longo

feriado bancário, confisco de depósitos (sob o nome de imposto),

controle de capitais e restrições às transações em dinheiro por algum

tempo. Interessante são as comparações com o que aconteceu com a

Argentina em 2000/2001 e no Plano Collor em 1990. Diga-se que as

comparações não são nem um pouco descabidas diante do dilema

imposto por uma corrida bancária clássica. No Brasil o impacto maior foi

na cotação do dólar, o que tende ser temporário, caso as autoridades

europeias, de fato, partam para as medidas desagradáveis e

impopulares, mas que minimamente preservem o sistema financeiro

daquela ilha. Cremos, porém, que estamos no começo da resolução dos

problemas é não no fim. A questão que se coloca e se os mercados

entenderão como um episódio isolado. Há uma grande tentação da

mídia global em conduzir esse assunto dessa forma e com esse

significado.

Entendemos que os eventos em Chipre são mais uma

manifestação da necessidade de alterações na arquitetura do

funcionamento do UE caso queria manter o euro da forma que

conhecemos.

Dalton Gardimam –

[email protected]

0,0%

1,0%

2,0%

3,0%

4,0%

5,0%

dez-11

fev-12

abr-12

jun-12

ago-12

out-12

dez-12

fev-13

PréxDI 360 (Deflacionado pela expectativa do IPCA)

Renda Fixa

BBI Fixed Income Research

Sexta-feira, 22 de Março de 2013

S

e

m

Conteúdo

Evolução de Taxas e Ativos

Página

02

Mercado de Dívida Corporativa

03

Análise Setorial e Corporativa

04

Emissões Corporativas no Mercado Externo

08

Rentabilidade de Emissões Externas

09

Ratings

10

Indicativo de Debêntures

11

R

E

N

D

A

F

IX

A

Análise Setorial e Corporativa

Magnesita: resultados 4T12 – Desempenho desfavorável da

indústria siderúrgica, principal cliente da empresa,

especialmente

do

mercado

americano

continuou

impactando

desfavoravelmente

os

indicadores

da

Magnesita. Queda da receita líquida, do Ebitda e maior

volume de recursos destinados a investimentos no

trimestre elevaram marginalmente a dívida líquida e a

alavancagem financeira. Perspectivas desafiadoras para

vendas e geração operacional de caixa em 2013. Mantemos

nosso entendimento da ausência de oportunidade para

ganho no curto prazo nos bonds da Magnesita dada a

expressiva valorização do papel e o novo aumento da

alavancagem financeira no trimestre.

Em nosso comentário

corporativo analisamos os resultados do 4T12 da Magnesita

divulgados na última sexta-feira. Avaliamos as perspectivas para

o ano de 2013, a posição de liquidez da Companhia, e o

potencial de ganhos para os bondholders após a divulgação do

resultado do quarto trimestre do ano tendo em vista os preços e

os yields dos papéis da Companhia negociados no mercado

secundário de dívida internacional.

O comportamento do mercado siderúrgico mundial no 4T12

praticamente manteve a mesma trajetória do terceiro trimestre

do ano, e o mercado norte-americano (segundo maior mercado

de vendas para a Magnesita) se retraiu em relação ao primeiro

semestre do ano.

O difícil mercado siderúrgico no quarto trimestre e no ano de

2012 na maioria dos mercados de refratários reduziu as vendas

da Companhia. No 4T12 as vendas de refratários atingiram 250

mil t. com queda de 1,0% em relação ao 3T12. O quadro de

vendas desfavorável limitou o crescimento da receita da

Magnesita. A receita líquida total da Magnesita no 4T12 subiu

apenas 0,5%, atingindo R$ 611,1 milhões. O lucro bruto recuou

2,8% sobre o realizado no 3T12 (ver mais detalhes do resultado

na pág. 05).

O aumento do investimento, embora módico, e a marginal

redução do Ebitda no período contribuíram para o avanço do

indicador de alavancagem financeira da Companhia. A

Magnesita encerrou o ano de 2012 com uma dívida líquida de

R$ 1.058 milhões e praticamente manteve o patamar do final do

3T12 (R$ 1.074 milhões). A dívida líquida/Ebitda avançou de

2,76x no 3T12 para 2,94x no 4T12. O aumento do

endividamento no ano foi devido a redução de 15,8% do Ebitda,

ao efeito cambial desfavorável e aos investimentos realizados.

Continuamos cautelosos com o desempenho da Magnesita no

curto prazo devido a perspectiva para o mercado siderúrgico.

Entendemos também que o benefício do aumento da geração

operacional de caixa em consequência da produção da primeira

fase do projeto de Brumado demorará um tempo maior para

acontecer,

retardando

a

redução

da

alavancagem.

Considerando esse contexto e a expressiva valorização dos

bonds (gráficos na página 06) desde o mês de maio passado,

não identificamos no momento oportunidades de ganho no curto

prazo.

(Ver comentário na íntegra a partir da pág. 04).

(2)

Curva DI Futuro – BM&F

Dólar Spot – BM&F

6,5 7,0 7,5 8,0 8,5 9,0

abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15

Depósito Interbancário 1 Dia em % - BM&F

22/3/2013 15/3/2013 28/12/2012 29/9/2012 1,50 1,55 1,60 1,65 1,70 1,75 1,80 1,85 1,90 1,95 2,00 2,05 2,10 2,15

dez-10 fev-11 abr-11 jun-11 ago-11out-11 dez-11 fev-12 abr-12 jun-12 ago-12 out-12 dez-12 fev-13

►O mercado de juros nessa semana foi influenciado pelo câmbio, no qual o

real superou o dólar em R$ 2,00 no mercado de balcão. Um dólar mais alto

pode trazer pressão adicional para a inflação, o que fez as taxas dos juros

futuros subirem, em especial entre os vencimentos mais longos, onde os

investidores estrangeiros detém maior posição. Por outro lado, o IPCA-15

divulgado nessa sexta feira foi de 0,49% e ficou abaixo da previsão do

mercado, o que contrabalanceou em parte esse efeito cambial desfavorável

sobre a precificação dos juros. Neste contexto, a curva de juros recuou na

semana.

► A retirada de dólares do mercado brasileiro pelos investidores estrangeiros

sustentou a valorização do dólar ante o real na semana e colaborou para o

Ibovespa atingir o menor nível do ano. Após altas consecutivas, o dólar superou o

patamar dos R$ 2,00 e registrou a maior cotação desde 25 de janeiro. A

insatisfação dos investidores com as frequentes intervenções do governo no

mercado e a maior atratividade de outras economias especialmente a do México

fez com que houvesse um fluxo de saída do dólar. Na semana a moeda

americana encerrou cotada a R$ 2,01 com alta de 1,24% frente a última sexta

feira.

WTI Crude Oil

CRB Commodity Price Index

75 80 85 90 95 100 105 110 115

jan-11 mar-11 mai-11 jul-11 set-11nov-11 jan-12 mar-12 mai-12 jul-12 set-12 nov-12 jan-13 mar-13 265

290 315 340 365

jan-11 abr-11 jun-11 set-11 nov-11 jan-12 abr-12 jun-12 set-12 nov-12 fev-13

► Os contratos futuros de petróleo negociados na New York Mercantile

Exchange (Nymex) recuaram na semana diante da preocupação de que a crise

no Chipre afete o restante da Europa, prejudicando a demanda do continente

por petróleo. Outro motivo do preço ser pressionado para baixo é em virtude do

patamar elevado no estoque de petróleo, alinhado a fraca demanda nos EUA

que é maior consumidor de petróleo do mundo. O petróleo WTI (gráfico acima)

fechou a semana cotada a US$ 93,86 com queda de -1,1% frente à semana

anterior, enquanto que a cotação do petróleo Brent, negociado na bolsa de

Londres, encerrou cotado em US$ 107,7, com queda de -2,2% em uma

semana.

► Os congestionamentos nos portos brasileiros diante da maior necessidade de

escoamento da colheita de soja impactaram os preços futuros da commodity nas

bolsas pelo mundo. Os contratos futuros de soja para maio fecharam em alta de

1,75% nessa semana. O alastramento da crise no Chipre e o possível impacto na

economia de toda a Europa também refletiram no mercado de commodities com a

busca de mais segurança com o aumento da demanda pelo ouro, que atingiu o

maior patamar em três semanas, com uma alta de 2,5% desde o começo de

março. O CRB encerrou a semana com queda de 0,59% em relação a semana

passada.

Ativos

Taxas

11/03 a 15/03 a

R$ Milhões 15/03/2013 22/03/2013 Var.

Títulos Públicos Leilão Tradicional 9.605 6.755

LTN 3.292 5.770 LFT 5.678 NTN-F 985 NTN-B 636 CETIP Estoque1 2.752.552 2.756.525 3.973 CDB 582.381 584.375 1.994 CDI 587.246 583.821 -3.426 Cotas de Fundos 1.070.743 1.074.388 3.645 Debêntures 512.182 513.942 1.760 04/03 a 08/03 11/03 a 15/03

Poupança SBPE Captação Líquida 2.420 -871 n/a

Jan. 13 Fev. 13

BM&F Vol. Negociado # 2.831.995 4.315.901 1.483.906

DI Futuro 1.810.734 3.389.663 1.578.929

FRA 266.286 246.699 -19.587

Câmbio Futuro 671.343 597.075 -74.267

Ibovespa Futuro 83.633 82.464 -1.169

¹ Posição na quinta-feira # Principais Ativos

Proj. 2013(1)

Nacional Semana Mês Ano

SELIC 0,14% 0,44% 8,00%

Inflação IPCA N.A. ² +0,49% 6,20%

BRL/USD (BACEN) 1,91% 1,88% R$ 2,20

CDB - Custo Captação % R$ Milhões 180 dias 180 dias 360 dias

Pequenos 10 104,0 a 108,0 - -Médios 50 - 106,0 a 110,0 -Grandes c/ liquidez 50 - - 90,0 a 100,2 Grandes s/ liquidez 50 - - 93,0 a 102,0 Internacional 15/03/2013 22/03/2013 Var. (bps) CDS BR 5Y (bps) 130,7 140,9 10

10Y US Treasury Genérico (YTM) 2,0 1,9 -11

Libor 6 Meses 0,4 0,4 1

SWAP PRE x DI 8,0 7,9 -4

¹ Projeção Bradesco Corretora Research - Final do Ano ² IPCA-15 - Março

Fonte: STN, Abecip, BMF, Cetip, Bloomberg, Mercado

► Nesta semana o Tesouro Nacional realizou leilão de três títulos tanto

pré-fixados como pós (LTN e NTN-F), sendo que a taxa média das LTNs foi 8,70%,

frente a 8,60% na semana anterior. A desconfiança com o Brasil levou os

investidores a exigirem taxas mais elevadas na aquisição dos títulos. Entre os

ativos cetipados, os destaques foram à alta no estoque de Cotas de Fundos,

que totaliza R$ 1,074 trilhão, com alta de R$ 3,6 bilhões frente à semana

anterior, e a terceira queda consecutiva do estoque de CDI, acumulando perda

de R$ 25,7 bilhões em 21 dias. A poupança apresentou saída líquida de R$871

milhões entre os dias 11/03 e 15/03.

► Os preços dos títulos do Tesouro americano subiram na semana levando a

queda do yield do título de 10 anos em 6 pontos base. Os investidores mostraram

aversão ao risco ao aumentarem a demanda por segurança com os Treasuries

em virtude dos temores relacionados à crise no Chipre. As incertezas que rondam

o mercado europeu também impactaram de forma a elevarem o risco dos países

da América Latina. Em paralelo, a Moody´s rebaixou a nota de crédito de longo

prazo da Caixa econômica Federal e BNDES contribuindo para o aumento do

risco Brasil. O CDS brasileiro subiu 10 pontos base na semana.

(3)

Mercado de Dívida Corporativa

Nesta semana, até o fechamento deste relatório, o pipeline de emissões no mercado corporativo doméstico de

Renda Fixa (CVM/ANBID) registrou a entrada de uma nova operação para análise sob o regime instrução CVM

nº 400. A Comgás está emitindo R$ 400,0 milhões em duas séries com prazos de até oito anos. Sob o regime

instrução CVM nº 476 não foi registrado nenhuma nova operação.

O mercado corporativo e de título soberano brasileiro, até o fechamento deste relatório precificou uma nova

operação no mercado internacional nesta semana. A Cosan emitiu R$ 350,0 milhões a um yield de 8,8%, com

vencimento em 2018. Ver emissões mais recentes nos quadros abaixo.

Emissão de Debênture e NP em Análise – CVM

Emissor

Valor

R$ Milhões

Série / NP

Prazo

(anos)

Venc.

Rating

1ª Série

8,0

15/4/2020

2ª Série

5,0

15/4/2018

1ª Série

7,0

15/10/2020

2ª Série

7,0

15/10/2020

3ª Série

10,0

15/4/2023

1ª Série

3,0

15/1/2016

2ª Série

5,0

15/1/2018

1ª Série

6,0

15/10/2018

2ª Série

10,0

15/10/2022

#Bookbuilding

N/A = Não Aplicável, N/D = Não Disponível, *Bookbuilding

Fonte: CVM / ANBID

Amortização

a partir de

Taxa #

IPCA + 6,3%

IPCA + 6,0%

N/D

Final

Centrais Elétricas Brasileiras

2.000,0

Fitch A+(bra)

Brookfield

Final

CDI + 1,25%

2 anuais de 50%, a partir de 2017

IPCA + 6,1%

300,0

Rodovias das Colinas

850,0

13 semestrais de 7,7%, a partir de 2014

CDI + 3,0%

N/D

7 anuais de 14,3%, a partir de 2014

IPCA + 7,5%

3 anuais de 33%, a partir de 2021

IPCA + 8,0%

Comgás

400,0

3 anuais de 33%, a partir de 2018

CDI + 0,85%

Moody's Baa3

Final

NTN-B 18 + 0,6%

Últimas Emissões Precificadas/Registradas

Emissor

Valor

R$ Milhões

Série

Prazo

(anos)

Venc.

Taxa Final

Registro na

CVM

Rating

410,8

1ª Série

5,0

15/2/2018

CDI + 0,69%

7/3/2013

1.095,5

2ª Série

8,0

15/2/2021

IPCA + 4,7%

7/3/2013

653,3

3ª Série

12,0

15/2/2025

IPCA + 5,1%

7/3/2013

324,0

1ª Série

7,0

15/4/2020

CDI + 2,25%

25/2/2013

367,0

2ª Série

7,0

15/4/2020

IPCA + 5,4%

25/2/2013

400,0

1ª Série

7,0

15/2/2020

CDI + 0,82%

22/2/2013

50,0

2ª Série

8,0

15/2/2021

IPCA + 4,31%

22/2/2013

424,6

1ª Série

5,0

15/1/2018

CDI + 0,75%

20/2/2013

395,2

2ª Série

7,0

15/1/2020

IPCA + 4,5%

20/2/2013

180,0

3ª Série

10,0

15/1/2023

IPCA + 4,75%

20/2/2013

380,0

1ª Série

IPCA + 5,8%

370,0

2ª Série

IPCA + 6,05%

Desenvix

100,0

Série Única

4,0

12/12/2016

CDI + 2,80%

14/12/2012

Moodys Baa1.br

61,4

1ª Série

5,0

15/9/2017

CDI + 1,40%

24/10/2012

232,6

2ª Série

7,0

15/9/2019

IPCA + 6,00%

24/10/2012

665,0

1ª Série

5,0

15/10/2017

CDI + 0,78%

23/10/2012

793,0

2ª Série

8,0

15/10/2020

IPCA + 4,85%

23/10/2012

702,0

3ª Série

12,0

15/10/2024

IPCA + 5,10%

23/10/2012

80,7

1ª Série

5,0

15/10/2017

CDI + 2,3%

22/10/2012

391,8

2ª Série

5,0

15/10/2017

IPCA + 8,2%

22/10/2012

Eletropaulo

750,0

Série Única

6,0

9/10/2018

CDI + 1,24%

18/10/2012

Fitch

BBB-240,0

1ª Série

6,0

15/10/2018

CDI + 0,79%

18/10/2012

160,0

2ª Série

7,0

15/10/2019

IPCA + 5,00%

18/10/2012

400,0

3ª Série

10,0

15/10/2022

IPCA + 5,35%

18/10/2012

Emissor

Prazo

(anos)

Venc.

Amortização

do Book

YTM

YTM Atual

do Book

Data

Rating

Cosan

5,0

14/3/2018

Final

8,8%

8,7%

19/3/2013

Moody's Ba2e

Santander

3,0

18/3/2016

Final

8,0%

7,6%

11/3/2013

Fitch BBB

Cosan

10,0

14/3/2023

Final

5,0%

4,9%

7/2/2013

Moody's Ba2

Cosan

5,0

14/3/2018

Final

9,5%

-

7/2/2013

Moody's Ba2e

Gol

10,0

12/2/2023

Final

11,0%

11,1%

7/2/2013

N/A

JBS

10,0

5/2/2023

Final

6,2%

6,1%

29/1/2013

S&P BB

Banco do Brasil

Perpétuo

Call 2024

Final

6,3%

6,4%

24/1/2013

S&P BB

Minerva

10,0

31/1/2023

Final

7,8%

6,7%

17/1/2013

Moody's B1

Tonon Bioenergia

7,0

24/1/2020

Final

9,3%

8,9%

16/1/2013

Fitch Be

Marfrig

4,0

24/7/2017

Final

9,9%

9,5%

16/1/2013

Moody's B2

BTG Pactual

7,0

16/1/2020

Final

4,0%

4,5%

9/1/2013

Moody's Baa3e

Banrisul

10,0

2/2/2022

Final

6,0%

5,9%

26/11/2012

Moody's Ba1

Cielo

10,0

16/11/2022

Final

3,9%

4,3%

9/11/2012

Fitch BBB+

Itau Unibanco

11,0

13/5/2023

Final

5,1%

4,8%

5/11/2012

Fitch BBBe

QGOG Constellation

7,0

9/11/2019

Final

6,3%

5,3%

5/11/2012

Fitch

BB-USJ Açúcar e Álcool

7,0

9/11/2019

Final

9,5%

7,2%

2/11/2012

Fitch

BB-Samarco

10,0

1/11/2022

Final

4,1%

4,4%

26/10/2012

S&P BBB

Caixa Economica Federal

10,0

7/11/2022

Final

3,5%

4,0%

26/10/2012

Moody's Baa1e

Caixa Economica Federal

5,0

6/11/2017

Final

2,4%

2,9%

26/10/2012

Moody's Baa1

Odebrecht

30,0

26/6/2042

Final

5,9%

-

24/10/2012

Moody's Baa3e

BR Malls

Perpétuo

Call 2016

-

7,8%

-

21/10/2012

Moody's Ba1e

Rodopa

5,0

11/10/2017

Final

12,5%

9,3%

11/10/2012

S&P

B-OAS

7,0

10/19/2019

Final

8,3%

-

10/12/2012

S&P

BB-Banco do Brasil

10,0

10/10/2022

Final

3,9%

4,2%

2/10/2012

S&P BBB

N/A = Não Aplicável, N/D = Não Disponível YTM: Yield To Maturity

Fonte: IFR = ifrmarkets; SND = Sistema Nacional de Debêntures; Bloomberg

BRL 350,0

Cemig

Final

Moody's Aa1.br

S&P brAA

4 anuais de 25%, a partir de 2022

Triângulo do Sol Auto-Estradas

7 anuais, a partir de 2014

300,0

275,0

2 anuais, a partir de 2016

500,0

700,0

1.870,0

850,0

600,0

875,0

S&P

BrAA-3 anuais, a partir de 2017

Taesa

3 anuais de 33%, a partir de 2016

Ecorodovias

3 anuais de 33%, a partir de 2016

S&P brAA+

3 anuais de 33%, a partir de 2018

Fitch AAA(bra)

Triunfo

3 anuais, a partir de 2015

Fitch A+(bra)

3 anuais, a partir de 2018

4 anuais, a partir de 2021

3 anuais, a partir de 2015

Moody's A1.br

Fitch AA+(bra)

1.000,0

1.000,0

1.000,0

275,0

2.000,0

100,0

450,0

500,0

1.925,0

500,0

BRL 500,0

500,0

Valor

US$ Milhões

750,0

200,0

175,0

No Exterior (Empresas Brasileiras)

5 semestrais, a partir de 2014

12,0

Amortização do principal

Algar Telecom

Final

3 anuais de 33%, a partir de 2020

Cart - Conc. Auto Raposo Tavares

10 anuais, a partir de 2015

21/12/2012

No Brasil

15/12/2024

2 anuais de 50%, a partir de 2019

Final

Sabesp

3 anuais de 33%, a partir de 2016

S&P brAA+

2 anuais de 50%, a partir de 2019

3 anuais de 33%, a partir de 2021

Iguatemi

(4)

Análise Setorial e Corporativa

Magnesita: resultados 4T12 – Desempenho desfavorável da indústria siderúrgica, principal cliente da

empresa, especialmente do mercado americano continuou impactando desfavoravelmente os indicadores da

Magnesita. Queda da receita líquida, do Ebitda e maior volume de recursos destinados a investimentos no

trimestre elevaram marginalmente a dívida líquida e a alavancagem financeira. Perspectivas desafiadoras para

vendas e geração operacional de caixa em 2013. Mantemos nosso entendimento da ausência de oportunidade

para ganho no curto prazo nos bonds da Magnesita dado a expressiva valorização do papel e o novo aumento

da alavancagem financeira no trimestre.

Em nosso comentário corporativo desta semana analisamos os resultados do quarto trimestre da Magnesita,

divulgado na última sexta-feira, dentro do contexto do ainda difícil mercado siderúrgico. As vendas de produtos

refratários da Magnesita são diretamente ligadas ao comportamento do setor siderúrgico e da produção de aço, que

tem apresentado redução de produção sendo que atualmente a capacidade de instalada global apresenta excesso de

capacidade. As vendas da Companhia recuaram no quarto trimestre em relação ao terceiro trimestre de 2012.

Examinamos a evolução dos principais indicadores operacionais da Magnesita, financeiros e o efeito desses

indicadores no fluxo de caixa e nos resultados da Companhia. Avaliamos as perspectivas para o ano de 2013 para a

posição de liquidez da Companhia, e o potencial de ganhos para os bondholders após a divulgação do resultado do

quarto trimestre do ano tendo em vista os preços e os yields dos papéis da Companhia negociados no mercado

secundário de dívida internacional.

O comportamento do mercado siderúrgico mundial no 4T12 praticamente manteve a mesma trajetória do

terceiro trimestre do ano, e o mercado norte-americano (segundo maior mercado de vendas para a Magnesita)

se retraindo em relação ao primeiro semestre do ano. A produção global (62 países) de aço no 4T12, de acordo

dom a World Steel Association somou 368,4 milhões de t. com queda de 2,0% em relação ao 3T12. A China, maior

consumidor e produtor mundial produziu 174,2 milhões de t; -2,3% sobre o trimestre anterior. Em 2012 a produção de

aço global atingiu 1.548 milhões de t., com alta de 1,2% em relação ao mesmo período de 2011.

A produção de aço da América do Norte bloco, que representou 22% da receita da Magnesita no 4T12, e do bloco da

Europa (27 economias) que representou 18%, no trimestre recuaram 2,6% e 2,0%, respectivamente. O mercado

norte americano que se manteve como o segundo bloco comercial mais relevante na receita da Magnesita a produção

siderúrgica recuou 5,1% em relação ao 3T12. O bom desempenho da produção de aço do primeiro semestre de 2012

do mercado americano arrefeceu no segundo semestre restringindo as perspectivas para o mercado de refratários. A

produção de aço no Brasil no 4T12 somou 8,6 milhões de t. (8,7 milhões de t. no 3T12). No ano de 2012 o total

produzido atingiu 34,7 milhões de t; recuando 1,4% em relação ao ano de 2011.

O difícil mercado siderúrgico no quarto trimestre e no ano de 2012 na maioria dos mercados de refratários

reduziu as vendas da Companhia. No 4T12 as vendas de refratários atingiram 250 mil t. com queda de 1,0% em

relação ao 3T12 (252,5 mil t.) e queda de 8,0% comparativamente ao 4T11. A queda no trimestre reflete a queda de

vendas em diferentes mercados, especialmente na América do Norte. A insegurança nos vários mercados

permaneceu no trimestre, atingindo o segmento de soluções refratárias com as perspectivas de crescimento não

animadoras do setor siderúrgico, condição essa que não deve mudar substancialmente neste ano (ver comentário das

perspectivas mais a frente).

A queda dos volumes de refratários vendidos para o segmento siderúrgico, de 223,8 mil t. no 3T12 para de 217,2 mil t.

no 4T12 foi em parte compensada pela maior venda para o segmento industrial. As vendas para o segmento subiram

de 28,6 mil t. no 3T12 para 32,8 mil t. no 4T12 com o melhor desempenho nos principais mercados, a exceção do

Europeu em que a demanda caiu diante da queda da produção industrial naquele mercado. O volume de produtos

minerais vendidos pela Magnesita no 4T12 somou 123,4 mil t. com retração de 27,1% em relação ao 3T12

basicamente em razão do menor volume de sinter vendido tendo em vista a decisão estratégica da administração da

Companhia em manter sinter em estoque diante do sazonalmente preço baixo para o minério no período.

Esse quadro de mercado de vendas desfavorável limitou o crescimento da receita da Magnesita. A receita

líquida total da Magnesita no 4T12 subiu 0,5% atingindo R$ 611,1 milhões (R$ 608,1 milhões no 3T12 e R$ 638

milhões no 2T12). A queda na receita líquida do segmento de soluções refratárias no trimestre foi de 0,2% enquanto

que o crescimento da receita líquida do segmento de minerais industriais atingiu 32,8% para R$ 40,3 milhões. A

receita do segmento de serviço recuou 13,6% no 4T12 somando R$ 36,9 milhões (R$ 42,7 milhões no 3T12)

basicamente em razão do menor volume de trabalhos esporádicos no período.

O aumento de 6,2% da receita líquida total no ano de 2012 apesar da redução dos volumes vendidos de solução

refratária (88,7% da receita líquida total) reflete basicamente o resultado do efeito da desvalorização do real em

relação ao dólar no período. A cotação R$/USD ao final de 2012 era de R$ 2,04 e a cotação R$/€ era de R$ 2,69, com

valorização de 8,9% e 10,7%, respectivamente. No quarto trimestre do ano a variação do dólar menor foi menor

(+0,6%) praticamente mantendo o resultado financeiro da Companhia. Ver evolução dos volumes vendidos dos três

segmentos de produtos da Magnesita no quadro de indicadores operacionais na página 07.

(5)

A menor queda dos custos e o aumento das despesas operacionais no 4T12 levou a queda do Ebitda e da

margem Ebitda no período. O lucro bruto recuou 2,8% sobre o realizado no 3T12 em razão do menor volume

vendido. Essa redução da margem bruta ocorreu basicamente pela retração da margem do segmento de soluções

refratárias, tanto para a divisão de refratários (segmentos siderúrgico e industrial) como para o segmento minerais

industriais. O crescimento das despesas administrativas no 4T12 foi devido à parcela realizada do plano de stock

option e das despesas com consultoria (fusões e aquisições). Os aumentos das despesas administrativas

contribuíram para a queda de 1,8% do Ebitda da Companhia para R$ 82,7 milhões (R$ 84,3 milhões no 3T12). A

margem Ebitda da Companhia no quarto trimestre foi de 13,5% (13,9% no 3T12), com ligeira redução.

A Magnesita aumentou o investimento no quarto trimestre do ano destinando a maior parte para manutenção

do parque produtivo. O investimento total no período somou R$ 72,8 milhões, R$ 11,1 milhões acima dos R$ 61,7

milhões do trimestre anterior (R$ 62,4 milhões), e totalizando R$ 257,3 milhões (R$ 126,3 em projetos de expansão)

no ano de 2012. No quarto trimestre R$ 43,8 milhões dos investimentos foram direcionados basicamente em

manutenção. Em projetos de expansão e aumento de produtividade foram direcionados R$ 25,3 milhões e o restante

de R$ 8,3 milhões em projetos de mineração.

O forno HW4, em Brumado, está em plena operação e a estratégia da Magnesita é utilizar essa unidade nas

operações de refratários da América do Sul, reduzindo o custo de aquisição de matéria prima, em reais, ao mesmo

tempo em que processa e vende o produto em dólar. O projeto da mina de grafite (fase 1 de 40 mil t./ano) na cidade

de Almanara, no estado de Minas Gerais, ainda continua em processo de avaliação. Nesta quinta-feira (21/03/2012)

foi anunciada pela Companhia a obtenção da Licença Ambiental de Instalação (“LI”) do projeto. O projeto deverá

passar pelas fases do estudo geológico, do desenho do projeto industrial e da avaliação de rentabilidade final, o que

deverá demorar alguns meses. A Magnesita possui trinta e três novos projetos voltados para o segmento mineral que

estão em fase de discussão de viabilidade econômica. A expectativa de investimento para todos os projetos da

Companhia em 2013 é em torno de R$ 100,0 milhões (não assumindo investimento no projeto de Grafite), abaixo,

portanto do realizado neste ano, aliviando o fluxo de caixa da Magnesita.

O aumento do investimento realizado no 4T12 em relação ao terceiro trimestre do ano, embora módico, e a

marginal redução do Ebitda no período contribuíram para o avanço do indicador de alavancagem financeira

da Companhia. A Magnesita encerrou o ano de 2012 com uma dívida líquida de R$ 1.058 milhões e praticamente

manteve o mesmo patamar do final do 3T12 (R$ 1.074 milhões), com aumento da posição em caixa em R$ 52,3

milhões, para R$ 819,9 milhões. O indicador dívida líquida/Ebitda dos últimos dozes meses avançou de 2,76x ao final

de Setembro para 2,94x do final de Dezembro/2012. O aumento do endividamento da Companhia durante o ano de

2012, conforme mostrado no gráfico abaixo, foi devido à redução de 15,8% do Ebitda no ano, ao efeito cambial

desfavorável sobre a dívida em dólar e aos investimentos realizados, comentado acima, que foram direcionados

especialmente para a conclusão do projeto Brumado.

3,0 x 2,9 x

2,8 x

2,1 x 2,1 x 2,1 x

2,2 x 2,3 x

2,5 x

2,8x

2,9x

0,0 x

0,5 x

1,0 x

1,5 x

2,0 x

2,5 x

3,0 x

3,5 x

200

250

300

350

400

450

500

550

2T10 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12

Evolução Ebitda e Alavancagem

Ebitda 12 Meses (R$ Milhões)

Dívida Líquida/EBITDA

A dívida bruta de R$ 1.878 milhões ao final do 4T12 (R$ 1.842 milhões ao final do 3T12) subiu 2,0% no trimestre.

Dessa dívida, 81,4% é em linhas expostas a variação cambial. Dessa dívida total, os bonds emitidos no mercado de

internacional ao final do 4T12 representavam 57,4%. O cronograma de amortização da dívida até o final de 2015

soma apenas 17,3% do total (ver cronograma de amortização na página 07).

O cenário no curto prazo para o desempenho da Companhia não se alteram em relação ao nosso último

comentário. As perspectivas para vendas da Magnesita continuam abaixo do desejado vis a vis a situação atual para

os vários mercados destinado da Companhia. Continuamos acreditando que a mudança do cenário para a Companhia

e para as indústrias do setor ainda dependerá da atividade econômica na China, maior produtor de aço, indústria que

dita o desempenho para a indústria de refratários. O comportamento dos preços de vendas também não se mostra

(6)

positivas e a Companhia espera no máximo manter a condição de preço real, sem conquistar margens adicionais

neste ano.

Como fazemos periodicamente em nosso trabalho de acompanhamento dos resultados da Magnesita,

analisamos a evolução dos bonds da Companhia no mercado secundário internacional de bonds. Nesta

quarta-feira, o Yield to Maturity (YTM) do MAGGBZ 7

7/8

emitido em 25/10/2010 (vencimento em 30/03/2020 com call

option em 04/4/2015 a 103,32 do valor de face) era negociado a 5,95%, com queda de 32 pontos em relação à

30/11/2012. Desde o início de 2012 a queda é de 180 pontos. O MAGGBZ 8

5/8

perpétuo era precificado a um yield de

8,0%, com queda de 24 pontos desde o final de Novembro. Desde a divulgação dos resultados do quarto trimestre, os

yields dos bonds MAGGBZ 7

7/8

e do

MAGGBZ 8

5/8

praticamente se mantiveram estáveis.

Continuamos mantendo nossa cautela em relação ao desempenho da Companhia no curto prazo tendo em vista a

difícil perspectiva para mercado siderúrgico. Entendemos também que o aumento da geração operacional de caixa em

consequência da produção da primeira fase do projeto de Brumado demorará um tempo maior, retardando a

estratégia da Companhia de reduzir a alavancagem financeira abaixo de 2,5x. A alavancagem se acelerou no 4T12 e

as perspectivas para o ano de 2013 não são animadoras.

Considerando esse contexto e a expressiva valorização do papel desde o mês de maio passado, conforme

demonstrado no gráfico abaixo, não identificamos no momento oportunidades de ganho no curto prazo. Mantemos

nossa indicação de que de que a posição long nos bonds da Companhia (held to maturity) pode proporcionar maior

rentabilidade ao investidor em relação a outras oportunidades de investimentos. Destacamos novamente a evolução

dos preços e yields e o comportamento dos spreads dos bonds de vencimento em 2020 sobre a curva soberana.

Evolução do preço e do yield do

MAGGBZ 7

7/8

5,5

6

6,5

7

7,5

8

8,5

9

9,5

85

90

95

100

105

110

115

120

abr-11

jul-11

out-11

jan-12

abr-12

jul-12

out-12

jan-13

Price

Yield

G-Spreads dos Bonds Perpétuos

BRPRSA 9 10/29/49 GSHPBR 10 11/29/49 BANBRA 8 1/2 10/29/49 BANBRA 9 1/4 10/31/49 CSNABZ 7 09/29/49 BRASKM 7 3/8 10/29/49 MAGGBZ 8 5/8 04/29/49 GLOPAR 6 1/4 07/29/49 ODBR 7 1/2 09/29/49 BANBRA 6.25 PERP

200

300

400

500

600

700

800

900

0

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

G

-S

p

re

a

d

Duration

(7)

Na sequência, listamos os principais indicadores de ativo, resultado, cobertura e o cronograma da dívida

financeira da Magnesita.

Principais Números

Indicadores Operacionais

Produto

1T10

2T10

3T10

4T10

2010

1T11

2T11

3T11

4T11

2011

1T12

2T12

3T12

4T12

4T12/4T11

4T12/3T12

Mil Toneladas

Soluções Refratárias

258

259

256

264

1.037

278

294

263

272

1.107

275

283

252

250

-8,0%

-1,0%

Minerals

170

371

181

161

882

130

146

172

226

674

229

213

169

123

-45,4%

-27,1%

Serviços (R$ Milhões)

31

45

41

43

159

45

37

37

34

153

31

37

43

37

7,7%

-13,6%

Resultado e Posição de Ativo – Consolidado - R$ Milhões

Indicadores de Crédito e Amortização de Dívida - R$ Milhões

Resultado

1T12

2T12

3T12

4T12

Rec. Líquida

607

638

608

611

L. Bruto

182

202

186

180

EBITDA

88

105

84

83

L. Líquido

28

37

11

0

Margem Bruta %

29,9%

31,6%

30,5%

29,5%

Margem EBITDA %

14,4%

16,5%

13,9%

13,5%

Margem Líquida %

4,7%

5,8%

1,8%

0,0%

Posição de Liquidez (R$ Milhões)

31/12/12

Dívida Bruta

1.878

Curto Prazo

128

Longo Prazo

1.750

Caixa + Aplicação Financeira

820

Dívida Líquida

1.058

Índices de Cobertura

Div.Líq./ EBITDA *

2T10

3,0 x

3T10

2,9 x

4T10

2,8 x

1T11

2,1 x

2T11

2,1 x

3T11

2,1 x

4T11

2,2 x

1T12

2,3 x

2T12

2,8 x

3T12

2,9 x

4T12

* EBITDA Últimos 12 Meses

Posição Patrimonial

1T12

2T12

3T12

4T12

Ativo Circulante + LP

2.093

2.320

2.280

2.273

. Caixa e Aplicação Financeira

669

813

768

820

. Contas a Receber

509

538

521

516

. Estoques

581

595

633

654

Ativo Permanente

3.133

3.273

3.401

3.411

Passivo Circulante + LP

2.547

2.815

2.814

2.872

. Dívida Total

1.637

1.873

1.842

1.878

. Fornecedor

298

314

319

359

. Impostos e Encargos

100

94

96

95

Patrimônio Líquido

2.678

2.779

2.867

2.811

Ativo Total

5.226

5.594

5.681

5.683

Dívida CP / Dívida Total

0,05 x

0,05 x

0,07 x

0,07 x

Dívida Líquida / Pat. Líquido

0,36 x

0,38 x

0,37 x

0,38 x

Pat. Líquido / Ativo Total

0,51 x

0,50 x

0,50 x

0,49 x

Cronograma de Amortização

R$ Milhões

% Por Ano

Curto Prazo

128

7%

2013

16

1%

2014

101

5%

2015

79

4%

Após 2015

1.554

83%

US$ Milhões

Montante

250,0

400,0

Emissão

1T12

1T2010

Venc. Final

Perpétuo

2020

Juros

Semestral

Semestral

Principal

Call 04/2017

Final

Cupom

8,625%

7,875%

Bonds

(8)

Emissões Corporativas no Mercado Externo

Principais Bonds de empresas brasileiras negociados no mercado externo em Dólar em 22/03/2013

Bond

Empresa

Estoque

Setor

Opção

Cupom

Data de

Emissão

Vencimento Preço Duration YTW Z-spread

Rating

Composto

Variação

Preço (%) 3M

BRFSBZ 7 1/4 01/28/20 BFF INTERNATIONAL LTD 750 Alimentos e Bebidas CALLABLE 7,3 28/1/2010 28/1/2020 118,5 5,5 4,1 276,6 Baa3 -0,98% BRFSBZ 5 7/8 06/06/22 BRF - BRASIL FOODS SA 750 Alimentos e Bebidas CALLABLE 5,9 6/6/2012 6/6/2022 111,5 7,1 4,3 253,9 Baa3 2,23% JBSSBZ 8 1/4 01/29/18 JBS FINANCE II LIMITED 900 Alimentos e Bebidas CALLABLE 8,3 29/7/2010 29/1/2018 109,6 1,7 4,9 446,6 Ba3 6,86% JBSSBZ 8 1/4 02/01/20 JBS USA LLC/JBS USA FINA 700 Alimentos e Bebidas CALLABLE 8,3 30/1/2012 1/2/2020 109,3 3,3 6,0 530,4 Ba3 8,81% JBSSBZ 7 1/4 06/01/21 JBS USA LLC/JBS USA FINA 650 Alimentos e Bebidas CALLABLE 7,3 27/5/2011 1/6/2021 105,0 4,9 6,3 506,4 Ba3 10,87% JBSSBZ 6 1/4 02/05/23 ESAL GMBH 500 Alimentos e Bebidas CALLABLE 6,3 5/2/2013 5/2/2023 101,3 6,1 6,0 448,6 B2 3,38% MRFGBZ 8 3/8 05/09/18 MARFRIG HOLDING EUROPE B 734 Alimentos e Bebidas AT MATURITY 8,4 9/5/2011 9/5/2018 93,9 3,9 9,9 897,4 B2 15,98% MRFGBZ 9 7/8 07/24/17 MARFRIG HOLDING EUROPE B 600 Alimentos e Bebidas CALLABLE 9,9 24/1/2013 24/7/2017 101,0 3,4 9,6 880,3 B1 -1,62% MRFGBZ 9 1/2 05/04/20 MARFRIG OVERSEAS LTD 500 Alimentos e Bebidas CALLABLE 9,5 4/5/2010 4/5/2020 97,8 4,9 9,9 858,4 B1 17,83% MINERV 12 1/4 02/10/22 MINERVA LUXEMBOURG SA 130 Alimentos e Bebidas CALLABLE 12,3 10/2/2012 10/2/2022 125,6 3,2 6,1 545,7 - 7,93% MINERV 7 3/4 01/31/23 MINERVA LUXEMBOURG SA 850 Alimentos e Bebidas CALLABLE 7,8 31/1/2013 31/1/2023 107,7 5,8 6,5 495,0 - 3,68% ELEBRA 7 3/4 11/30/15 CENT ELET BRASILEIRAS SA 300 Elétricas AT MATURITY 7,8 30/11/2005 30/11/2015 114,7 2,4 2,1 157,4 Ba2 -1,57% ELEBRA 6 7/8 07/30/19 CENT ELET BRASILEIRAS SA 1000 Elétricas AT MATURITY 6,9 30/7/2009 30/7/2019 114,9 5,2 4,2 292,6 Ca -3,50% ELEBRA 5 3/4 10/27/21 CENT ELET BRASILEIRAS SA 1750 Elétricas AT MATURITY 5,8 27/10/2011 27/10/2021 107,2 6,7 4,7 300,9 Baa1 -3,26% BANBRA 4 1/2 01/22/15 BANCO DO BRASIL (CAYMAN) 950 Financeiras AT MATURITY 4,5 22/1/2010 22/1/2015 104,4 1,7 2,0 160,1 Baa1 -1,08% BANBRA 6 01/22/20 BANCO DO BRASIL (CAYMAN) 500 Financeiras AT MATURITY 6,0 22/1/2010 22/1/2020 115,2 5,6 3,5 211,5 Baa1 -2,87% BANBRA 5 7/8 01/26/22 BANCO DO BRASIL (CAYMAN) 1500 Financeiras AT MATURITY 5,9 26/5/2011 26/1/2022 107,8 6,9 4,8 303,3 - -0,15% BANBRA 5 7/8 01/19/23 BANCO DO BRASIL (CAYMAN) 750 Financeiras AT MATURITY 5,9 19/6/2012 19/1/2023 108,0 7,4 4,8 294,4 - -0,09% BANBRA 6 1/4 12/29/49 BANCO DO BRASIL (CAYMAN) 2000 Financeiras PERP/CALL 6,3 31/1/2013 PERP 98,8 7,8 6,4 436,2 Baa3 -1,90% BANSAF 6 3/4 01/27/21 BANCO SAFRA S.A.(CAYMAN) 500 Financeiras AT MATURITY 6,8 27/1/2011 27/1/2021 114,6 6,1 4,5 296,3 Baa3 2,56% BANVOR 5 1/4 02/11/16 BANCO VOTORANTIM 1250 Financeiras AT MATURITY 5,3 11/2/2011 11/2/2016 106,7 2,7 2,8 228,5 B1 1,05% BANVOR 7 3/8 01/21/20 BANCO VOTORANTIM 1150 Financeiras AT MATURITY 7,4 20/1/2010 21/1/2020 112,8 5,4 5,1 378,4 B1 -0,72% BCOABC 7 7/8 04/08/20 BANCO ABC-BRASIL SA 400 Financeiras AT MATURITY 7,9 8/4/2010 8/4/2020 112,5 5,3 5,7 431,2 B1 4,50% BNDES 6.369 06/16/18 BANCO NAC DE DESEN ECONO 1000 Financeiras AT MATURITY 6,4 4/6/2008 16/6/2018 117,0 4,5 2,8 184,0 B2 -3,11% BNDES 6 1/2 06/10/19 BANCO NAC DE DESEN ECONO 1000 Financeiras AT MATURITY 6,5 10/6/2009 10/6/2019 119,0 5,1 3,1 188,1 Baa1 -4,03% BNDES 5 1/2 07/12/20 BANCO NAC DE DESEN ECONO 1000 Financeiras AT MATURITY 5,5 12/1/2010 12/7/2020 114,0 6,0 3,3 184,9 Baa1 -4,60% BRADES 4 1/8 05/16/16 BANCO BRADESCO (CAYMAN) 500 Financeiras AT MATURITY 4,1 16/5/2011 16/5/2016 105,4 2,9 2,3 176,4 Baa2 -0,40% BRADES 4 1/2 01/12/17 BANCO BRADESCO (CAYMAN) 800 Financeiras AT MATURITY 4,5 12/1/2012 12/1/2017 107,3 3,5 2,5 179,1 Baa2 0,85% BRADES 6 3/4 09/29/19 BANCO BRADESCO (CAYMAN) 750 Financeiras AT MATURITY 6,8 29/9/2009 29/9/2019 114,5 5,2 4,2 289,1 Ba1 -0,91% BRADES 5.9 01/16/21 BANCO BRADESCO (CAYMAN) 1600 Financeiras AT MATURITY 5,9 16/8/2010 16/1/2021 108,4 6,2 4,6 305,0 Baa3 0,12% BRADES 5 3/4 03/01/22 BANCO BRADESCO (CAYMAN) 1100 Financeiras AT MATURITY 5,8 1/3/2012 1/3/2022 107,5 7,0 4,7 295,3 Baa1 0,01% BRSRBZ 7 3/8 02/02/22 BANCO EST RIO GRANDE SUL 775 Financeiras AT MATURITY 7,4 2/2/2012 2/2/2022 109,6 6,5 6,0 424,9 WR -1,24% BTGPBZ 4 7/8 07/08/16 BANCO BTG PACTUAL/CAYMAN 500 Financeiras CALLABLE 4,9 8/7/2011 8/7/2016 105,2 3,0 3,2 262,2 WR 0,51% BVMFBZ 5 1/2 07/16/20 BM&FBOVESPA SA 612 Financeiras CALLABLE 5,5 16/7/2010 16/7/2020 111,1 6,0 3,7 227,0 WR -2,47% DAYCOV 6 1/4 01/28/16 BANCO DAYCOVAL SA 300 Financeiras AT MATURITY 6,3 28/1/2011 28/1/2016 105,0 2,6 4,4 383,9 Baa3 0,33% HSBC 4 05/11/16 HSBC BANK BRASIL SA 500 Financeiras AT MATURITY 4,0 11/5/2011 11/5/2016 104,8 2,9 2,4 183,2 Baa3 1,69% NORBRA 3 5/8 11/09/15 BANCO DO NORDESTE BRASIL 300 Financeiras AT MATURITY 3,6 9/11/2010 9/11/2015 103,0 2,5 2,4 194,4 Baa1 0,12% NORBRA 4 3/8 05/03/19 BANCO DO NORDESTE BRASIL 300 Financeiras AT MATURITY 4,4 3/5/2012 3/5/2019 103,2 5,2 3,8 256,1 Baa1 -0,11% SANBBZ 4 1/2 04/06/15 BANCO SANTANDER BRASIL 850 Financeiras AT MATURITY 4,5 6/4/2010 6/4/2015 104,0 1,9 2,5 204,7 - 1,16% SANBBZ 4 1/4 01/14/16 BANCO SANTANDER BRASIL 850 Financeiras AT MATURITY 4,3 14/1/2011 14/1/2016 104,5 2,6 2,6 207,1 Ba1 1,84% SANBBZ 4 5/8 02/13/17 BANCO SANTANDER BRASIL 1350 Financeiras AT MATURITY 4,6 13/2/2012 13/2/2017 105,8 3,5 3,0 231,6 Ba1 2,60% CIELBZ 3 3/4 11/16/22 CIELO SA/CIELO USA INC 875 Financeiras AT MATURITY 3,8 16/11/2012 16/11/2022 95,6 7,9 4,3 238,1 Ba1 -3,57% ITAU 5 1/8 05/13/23 ITAU UNIBANCO HLDG SA/KY 1870 Financeiras AT MATURITY 5,1 13/11/2012 13/5/2023 102,9 7,7 4,8 280,5 Ba1 1,66% CAIXBR 2 3/8 11/06/17 CAIXA ECONOMICA FEDERAL 1000 Financeiras AT MATURITY 2,4 5/11/2012 6/11/2017 97,7 4,3 2,9 201,9 Ba1 -2,13% CAIXBR 3 1/2 11/07/22 CAIXA ECONOMICA FEDERAL 500 Financeiras AT MATURITY 3,5 5/11/2012 7/11/2022 96,3 7,9 4,0 203,6 - -4,87% BANBRA 3 7/8 10/10/22 BANCO DO BRASIL (CAYMAN) 1925 Financeiras AT MATURITY 3,9 10/10/2012 10/10/2022 97,4 7,7 4,2 230,4 - -2,73% BTGPBZ 5 3/4 09/28/22 BANCO BTG PACTUAL/CAYMAN 800 Financeiras AT MATURITY 5,8 28/9/2012 28/9/2022 100,5 7,1 5,7 383,9 NR -0,39% ITAU 5 1/2 08/06/22 ITAU UNIBANCO HLDG SA/KY 1375 Financeiras AT MATURITY 5,5 6/8/2012 6/8/2022 104,2 7,3 4,9 309,3 Ba2 0,17% CSNABZ 6 7/8 09/21/19 CSN ISLANDS XI CORP 750 Mineração e Aço AT MATURITY 6,9 21/9/2009 21/9/2019 111,6 5,3 4,8 348,6 - -1,37% CSNABZ 6 1/2 07/21/20 CSN RESOURCES SA 1200 Mineração e Aço CALLABLE 6,5 21/7/2010 21/7/2020 107,6 5,8 5,2 377,5 - -2,13% CSNABZ 7 09/29/49 CSN ISLANDS XII 1000 Mineração e Aço PERP/CALL 7,0 23/9/2010 PERP 101,7 2,3 6,3 580,2 Baa3 0,31% GGBRBZ 7 1/4 10/20/17 GTL TRADE FINANCE INC 1500 Mineração e Aço AT MATURITY 7,3 22/10/2007 20/10/2017 114,2 3,8 3,8 299,1 Baa3 -2,21% GGBRBZ 7 01/20/20 GERDAU HOLDINGS INC 1250 Mineração e Aço AT MATURITY 7,0 24/11/2009 20/1/2020 114,2 5,4 4,5 320,0 Baa3 -1,88% GGBRBZ 5 3/4 01/30/21 GERDAU TRADE INC 1250 Mineração e Aço AT MATURITY 5,8 1/10/2010 30/1/2021 106,6 6,3 4,7 315,6 Baa3 -2,55% USIM 8 1/4 06/14/16 COSIPA COMMERCIAL LTD 200 Mineração e Aço AT MATURITY 8,3 14/6/2006 14/6/2016 113,4 2,8 3,8 320,2 Baa3 4,19% USIM 7 1/4 01/18/18 USIMINAS COMMERCIAL LTD 400 Mineração e Aço CALLABLE 7,3 18/1/2008 18/1/2018 111,4 4,0 4,6 368,5 Baa3 3,45% SAMMIN 4 1/8 11/01/22 SAMARCO MINERACAO SA 1000 Mineração e Aço CALLABLE 4,1 31/10/2012 1/11/2022 97,5 7,7 4,4 253,8 Caa3 -2,59% VALEBZ 5 5/8 09/11/42 VALE SA 1500 Mineração e Aço CALLABLE 5,6 11/9/2012 11/9/2042 99,8 14,3 5,6 283,8 B1 -1,53% HYPEBZ 6 1/2 04/20/21 HYPERMARCAS SA 750 Outros CALLABLE 6,5 20/4/2011 20/4/2021 108,5 2,7 4,5 396,6 - 3,01% BRASKM 7 1/4 06/05/18 BRASKEM FINANCE LTD 500 Petroquímicas CALLABLE 7,3 5/6/2008 5/6/2018 115,2 4,3 4,0 299,5 Ba1 -1,03% BRASKM 7 05/07/20 BRASKEM FINANCE LTD 750 Petroquímicas CALLABLE 7,0 7/5/2010 7/5/2020 113,2 5,6 4,8 338,5 Ba1 -2,48% BRASKM 5 3/4 04/15/21 BRASKEM FINANCE LTD 1000 Petroquímicas CALLABLE 5,8 15/4/2011 15/4/2021 105,6 6,3 4,9 328,9 Ba2 -1,15% BRASKM 5 3/8 05/02/22 BRASKEM FINANCE LTD 500 Petroquímicas CALLABLE 5,4 2/5/2012 2/5/2022 103,8 7,0 4,8 304,9 Ba1 -0,70% BRASKM 7 1/8 07/22/41 BRASKEM AMERICA FINANCE 750 Petroquímicas CALLABLE 7,1 22/7/2011 22/7/2041 103,3 12,1 6,9 417,7 Ba3 -3,64% BRASKM 7 3/8 10/29/49 BRASKEM FINANCE LTD 700 Petroquímicas PERP/CALL 7,4 4/10/2010 PERP 104,1 2,3 5,6 516,1 Ba3 -1,38% MAGGBZ 7 7/8 03/30/20 REARDEN G HOLDINGS EINS 400 Mineração e Aço CALLABLE 7,9 30/3/2010 30/3/2020 110,6 1,8 4,2 380,7 Baa3 0,11% MAGGBZ 8 5/8 04/29/49 MAGNESITA FINANCE LTD 250 Mineração e Aço PERP/CALL 8,6 5/4/2012 PERP 106,6 3,3 6,7 601,3 Baa3 2,26% OGXPBZ 8 1/2 06/01/18 OGX AUSTRIA GMBH 2563 Óleo e Gás CALLABLE 8,5 3/6/2011 1/6/2018 77,6 3,7 14,8 1387,5 Baa2 -14,83% OGXPBZ 8 3/8 04/01/22 OGX AUSTRIA GMBH 1063 Óleo e Gás CALLABLE 8,4 30/3/2012 1/4/2022 75,0 5,4 13,2 1155,5 - -14,78% QGOGCO 6 1/4 11/09/19 QGOG CONSTELLATION SA 700 Óleo e Gás CALLABLE 6,3 9/11/2012 9/11/2019 105,3 4,6 5,2 406,7 Baa2 5,20% FIBRBZ 7 1/2 05/04/20 FIBRIA OVERSEAS FINANCE 1356 Papel e Celulose CALLABLE 7,5 4/5/2010 4/5/2020 112,0 1,9 3,3 283,2 Baa3 1,24% FIBRBZ 6 3/4 03/03/21 FIBRIA OVERSEAS FINANCE 750 Papel e Celulose CALLABLE 6,8 3/3/2011 3/3/2021 111,3 2,7 3,7 322,0 Baa3 3,41% SUZANO 5 7/8 01/23/21 SUZANO TRADING LTD 650 Papel e Celulose CALLABLE 5,9 23/9/2010 23/1/2021 104,1 6,2 5,2 365,9 - 3,54% BRMLBZ 8 1/2 01/29/49 BR MALLS INTL FINANCE 405 Shoppings PERP/CALL 8,5 21/1/2011 PERP 109,1 2,5 5,0 451,9 B3 -1,05% CSANBZ 7 02/01/17 RAIZEN ENERGY FINANCE 400 Açúcar Etanol e Energia CALLABLE 7,0 26/1/2007 1/2/2017 114,2 3,4 3,0 235,4 B3 -0,97% OIBRBZ 5 3/4 02/10/22 OI SA 1500 Telecomunicações CALLABLE 5,8 10/2/2012 10/2/2022 105,1 6,9 5,0 328,0 Baa3 -0,48% OIBRBZ 5 1/2 10/23/20 TELEMAR NORTE LESTE SA 1787 Telecomunicações CALLABLE 5,5 15/9/2010 23/10/2020 105,0 6,1 4,7 318,2 - -0,71% GOL 9 1/4 07/20/20 GOL FINANCE 300 Transporte CALLABLE 9,3 20/7/2010 20/7/2020 97,5 5,1 9,7 834,0 Baa3 5,54% GOL 8 3/4 04/29/49 GOL FINANCE 200 Transporte PERP/CALL 8,8 5/4/2006 PERP 77,2 8,5 11,4 903,8 - 9,32% TAM 9 1/2 01/29/20 TAM CAPITAL 2 INC 300 Transporte CALLABLE 9,5 29/10/2009 29/1/2020 112,0 1,7 5,1 465,9 - 0,13% TAM 8 3/8 06/03/21 TAM CAPITAL 3 INC 500 Transporte CALLABLE 8,4 3/6/2011 3/6/2021 111,8 2,7 5,5 495,6 Baa3 2,41% ODBR 5 1/8 06/26/22 ODEBRECHT FINANCE LTD 600 Construção CALLABLE 5,1 26/6/2012 26/6/2022 105,8 7,3 4,4 252,3 Baa1 -0,61% ODBR 6 04/05/23 ODEBRECHT FINANCE LTD 729 Construção CALLABLE 6,0 5/4/2011 5/4/2023 112,8 7,5 4,4 248,0 B1 1,09% ODBR 7 1/8 06/26/42 ODEBRECHT FINANCE LTD 850 Construção CALLABLE 7,1 26/6/2012 26/6/2042 114,7 13,0 6,0 330,6 Ba2 2,58% ODBR 7 1/2 09/29/49 ODEBRECHT FINANCE LTD 750 Construção PERP/CALL 7,5 14/9/2010 PERP 106,7 2,2 4,6 412,7 WR 0,04% ODEBRE 6.35 06/30/21 ODEBRECHT DRILL VIII/IX 1425 Construção CALL/SINK 6,4 18/11/2010 30/6/2021 110,8 5,8 4,6 312,7 WR -1,91% OASCBZ 8 1/4 10/19/19 OAS INVESTMENTS GMBH 500 Construção CALLABLE 8,3 19/10/2012 19/10/2019 107,3 4,3 6,7 560,7 WR 4,30% OSXBBZ 9 1/4 03/20/15 OSX 3 LEASING BV 500 Transporte CALLABLE 9,3 20/3/2012 20/3/2015 100,0 1,7 9,6 882,6 - -4,59% SCHAHN 5 7/8 09/25/22 SCHAHIN II FINAN CO SPV 750 Outros CALL/SINK 5,9 28/3/2012 25/9/2022 104,9 7,3 5,2 332,4 Baa2 -0,28% VOTORA 6 5/8 09/25/19 VOTO-VOTORANTIM O/S TRAD 1000 Construção CALLABLE 6,6 25/9/2009 25/9/2019 115,5 5,4 3,9 260,8 Baa2 0,09% VOTORA 7 3/4 06/24/20 VOTORANTIM OVERSEAS IV 400 Construção CALLABLE 7,8 24/6/2005 24/6/2020 120,8 5,6 4,4 293,5 Baa2 0,21% VOTORA 6 3/4 04/05/21 VOTO-VOTORANTIM LTD 750 Construção CALLABLE 6,8 5/4/2010 5/4/2021 116,4 6,2 4,3 271,7 Baa2 -0,09% VOTORA 7 1/4 04/05/41 VOTORANTIM CIMENTOS SA 1250 Construção CALLABLE 7,3 5/4/2011 5/4/2041 110,1 12,2 6,5 376,4 Baa2 1,31% VALEBZ 4 5/8 09/15/20 VALE OVERSEAS LIMITED 1.000 Mineração e Aço CALLABLE 4,6 15/9/2010 15/9/2020 105,9 6,3 3,7 219,4 A3 -0,77% VALEBZ 4 3/8 01/11/22 VALE OVERSEAS LIMITED 2.250 Mineração e Aço CALLABLE 4,4 11/1/2012 11/1/2022 102,8 7,2 4,0 221,3 A3 -1,62% VALEBZ 7.2 09/15/32 VALE INCO LTD 400 Mineração e Aço CALLABLE 7,2 23/9/2002 15/9/2032 123,8 11,3 5,2 265,3 A3 3,70% VALEBZ 8 1/4 01/17/34 VALE OVERSEAS LIMITED 800 Mineração e Aço AT MATURITY 8,3 15/1/2004 17/1/2034 129,3 11,0 5,8 322,5 A3 -0,34% VALEBZ 6 7/8 11/21/36 VALE OVERSEAS LIMITED 2.500 Mineração e Aço CALLABLE 6,9 21/11/2006 21/11/2036 114,7 12,1 5,7 305,6 Ba2 -1,23% VALEBZ 6 7/8 11/10/39 VALE OVERSEAS LIMITED 1.750 Mineração e Aço CALLABLE 6,9 10/11/2009 10/11/2039 115,5 12,8 5,7 300,8 Baa3 -1,22% PETBRA 5 7/8 03/01/18 PETROBRAS INTL FIN CO 1.750 Óleo e Gás CALLABLE 5,9 1/11/2007 1/3/2018 112,2 4,3 3,2 223,8 Baa2 -1,45% PETBRA 8 3/8 12/10/18 PETROBRAS INTL FIN CO 577 Óleo e Gás AT MATURITY 8,4 10/12/2003 10/12/2018 124,7 4,6 3,5 245,0 Baa2 -1,96% PETBRA 7 7/8 03/15/19 PETROBRAS INTL FIN CO 2.750 Óleo e Gás CALLABLE 7,9 11/2/2009 15/3/2019 122,1 4,9 3,7 254,9 Baa2 -2,87% PETBRA 5 3/4 01/20/20 PETROBRAS INTL FIN CO 2.500 Óleo e Gás CALLABLE 5,8 30/10/2009 20/1/2020 110,5 5,6 4,0 261,2 Baa2 -2,87% PETBRA 5 3/8 01/27/21 PETROBRAS INTL FIN CO 5.250 Óleo e Gás CALLABLE 5,4 27/1/2011 27/1/2021 108,3 6,4 4,1 254,3 Baa2 -3,47% PETBRA 6 7/8 01/20/40 PETROBRAS INTL FIN CO 1.500 Óleo e Gás CALLABLE 6,9 30/10/2009 20/1/2040 115,5 13,0 5,7 300,5 Baa2 -7,96% PETBRA 6 3/4 01/27/41 PETROBRAS INTL FIN CO 2.250 Óleo e Gás CALLABLE 6,8 27/1/2011 27/1/2041 114,2 13,3 5,7 297,6 Baa2 -8,28% EMBRBZ 6 3/8 01/24/17 EMBRAER OVERSEAS LTD 376 Transporte CALLABLE 6,4 18/5/2007 24/1/2017 113,2 3,4 2,7 204,0 Baa2 -0,25% EMBRBZ 6 3/8 01/15/20 EMBRAER OVERSEAS LTD 500 Transporte CALLABLE 6,4 8/10/2009 15/1/2020 116,0 5,5 3,7 233,7 Baa2 1,06% EMBRBZ 5.15 06/15/22 EMPRESA BRAS DE AERONAU 500 Transporte CALLABLE 5,2 15/6/2012 15/6/2022 109,4 7,3 3,9 210,3 Baa2 1,55% BNDES 6.369 06/16/18 BANCO NAC DE DESEN ECONO 1.000 Financeira AT MATURITY 6,4 4/6/2008 16/6/2018 117,0 4,5 2,8 184,0 Baa2 -3,11% BNDES 6 1/2 06/10/19 BANCO NAC DE DESEN ECONO 1.000 Financeira AT MATURITY 6,5 10/6/2009 10/6/2019 119,0 5,1 3,1 188,1 Baa2 -4,03% BNDES 5 1/2 07/12/20 BANCO NAC DE DESEN ECONO 1.000 Financeira AT MATURITY 5,5 12/1/2010 12/7/2020 114,0 6,0 3,3 184,9 Baa2 -4,60%

(9)

Indicativo de Rentabilidade de Emissões Externas

 Yields x Duration

Apresentamos nesta seção o quadro dos principais bonds (sovereign e corporativos) negociados atualmente no

mercado externo. Os gráficos apresentam os yields (fonte: Bloomberg, em 22/03/2013) segmentados por rating: BBB,

BBB-, BBB+, BB, B e os Sovereign Bonds.

VALEBZ 5 5/8 09/15/19 VALEBZ 4 3/8 01/11/22 VALEBZ 8 1/4 01/17/34 VALEBZ 6 7/8 11/10/39 ITAU 10 1/2 11/23/15 VALEBZ 6 1/4 01/11/16 VALEBZ 6 1/4 01/23/17 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 8,0 0 2 4 6 8 10 12 14

Y

ie

ld

t

o

W

o

rs

t

%

Duration

BBB+

BANBRA 4 1/2 01/22/15 BANBRA 6 01/22/20 BNDES 6 1/2 06/10/19 BNDES 5 1/2 07/12/20 BRADES 0 05/16/14 BRADES 4 1/8 05/16/16 BRADES 6 3/4 09/29/19 BRADES 5.9 01/16/21 BRADES 5 3/4 03/01/22 HSBC 4 05/11/16 NORBRA 4 3/8 05/03/19 SANBBZ 4 1/2 04/06/15 SANBBZ 4 5/8 02/13/17 VOTORA 6 5/8 09/25/19 PETBRA 6 1/8 10/06/16 PETBRA 8 3/8 12/10/18 PETBRA 5 3/8 01/27/21 CAIXBR 2 3/8 11/06/17 CAIXBR 3 1/2 11/07/22 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 3,5 4,0 4,5 5,0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9

Y

ie

ld

t

o

W

o

rs

t

%

Duration

BBB

BRASKM 7 05/07/20 BRASKM 5 3/4 04/15/21 BRASKM 7 3/8 10/29/49 CSANBZ 7 02/01/17 OIBRBZ 5 3/4 02/10/22 BRFSBZ 7 1/4 01/28/20 BTGPBZ 4 7/8 07/08/16 GGBRBZ 7 01/20/20 GGBRBZ 5 3/4 01/30/21 ODBR 5 1/8 06/26/22 OIBRBZ 9 3/4 09/15/16 SCHAHN 5 7/8 09/25/22 BANSAF 10 1/4 08/08/16 CEEB 11 3/4 04/27/16 2 3 4 5 6 7 8 9 10 2 3 4 5 6 7 8 9

Y

ie

ld

t

o

W

o

rs

t

%

Duration

BBB-ELEBRA 6 7/8 07/30/19 ELEBRA 5 3/4 10/27/21 CSNABZ 9 3/4 12/16/13 CSNABZ 10 01/15/15 CSNABZ 6 1/2 07/21/20 CSNABZ 7 09/29/49 SBSPBZ 6 1/4 12/16/20 JBSSBZ 10 1/2 08/04/16 JBSSBZ 8 1/4 02/01/20 HYPEBZ 6 1/2 04/20/21 MAGGBZ 7 7/8 03/30/20 SUZANO 5 7/8 01/23/21 TAM 9 1/2 01/29/20 FIBRBZ 7 1/2 05/04/20 BTGPBZ 5 3/4 09/28/22 USJACU 9 7/8 11/09/19 1 2 3 4 5 6 7 8 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9

Y

ie

ld

t

o

W

o

rs

t

%

Duration

BB+ / BB /

BB-OASCBZ 8 1/4 10/19/19 MINERV 7 3/4 01/31/23 GOL 8 3/4 04/29/49 GVOBR 10 1/2 01/28/18 GVOBR 11 3/4 02/09/22 GOL 7 1/2 04/03/17 GOL 10 3/4 02/12/23 MRFGBZ 9 5/8 11/16/16 MRFGBZ 8 3/8 05/09/18MRFGBZ 9 1/2 05/04/20 BCOBMG 9.15 01/15/16 OGXPBZ 8 3/8 04/01/22 CIMTUP 9 3/4 05/11/18 MRFGBZ 9 7/8 07/24/17 OSXBBZ 9 1/4 03/20/15 6 7 8 9 10 11 12 13 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Y

ie

ld

t

o

W

o

rs

t

%

Duration

B- / B / B+

BCOBMG 9.95 11/05/19 BCOBMG 8 7/8 08/05/20 LUPABZ 9 7/8 07/29/49 REDEM 11 1/8 04/29/49 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Y

ie

ld

t

o

W

o

rs

t

%

Duration

CCC- / C+

(10)

Ratings Corporativos

Mudança de Rating - Período 15/03/2013 a 22/03/2013

Atual

Anterior

Outlook

Bertin

22/03/2013

Moody's

Dívida Sênior s/ Garantia

Ba3

B1

22/03/2013

Moody's

Estável

JBS

22/03/2013

Moody's

Dívida Sênior s/ Garantia

Ba3

B1

22/03/2013

Moody's

Rating Corporativo LP

Ba3

B1

22/03/2013

Moody's

Estável

BR Properties

21/03/2013

Fitch

Estável

21/03/2013

Fitch

Default ML LP

BB

BB-

21/03/2013

Fitch Nacional

Nacional LP

AA-(bra)

A(bra)

21/03/2013

Fitch

Default ME LP

BB

BB-

21/03/2013

Fitch

Dívida Sênior s/ Garantia

BB

BB-

Caixa Economica Federal

21/03/2013

Moody's

Força Financeira Bancária

D

D+

21/03/2013

Moody's

Dívida Sênior s/ Garantia

Baa2

Baa1

21/03/2013

Moody's

Depósitos Bancários ML LP

Baa2

A3

Estável

21/03/2013

Moody's

Positivo

BNDES

20/03/2013

Moody's

Positivo

20/03/2013

Moody's

Rating ML

Baa2

A3

20/03/2013

Moody's

Dívida ME LP

Baa2

Baa1

BNDES Participacões

20/03/2013

Moody's

Dívida Sênior s/ Garantia

Baa2

A3

20/03/2013

Moody's

Rating LP

Baa2

20/03/2013

Moody's

Rating ML

Baa2

A3

20/03/2013

Moody's

Positivo

Fibria Celulose

15/03/2013

S&P

Estável

15/03/2013

S&P

Crédito ML LP

BB+

BB

15/03/2013

S&P

Crédito ME LP

BB+

BB

Fonte: Bloomberg

Empresa

Data

Agência

Escala

(11)

Indicativo de Taxas de Debêntures

 Taxas e Prazos das Debêntures no Mercado

Apresentamos nesta seção o quadro das principais emissões de debêntures que estão atualmente no mercado. Os

gráficos apresentam os preços indicativos (informados pelas instituições financeiras contribuidoras e apuradas pela

ANDIMA) classificados por indexador (DI, IGPM e IPCA) e o respectivo duration (Fonte: ANDIMA - dados em

22/03/2013). Adicionalmente, comparamos o preço indicativo das emissões em DI com o equivalente em % do DI e DI

+ spread.

BRML21 TRAC12 TNLE25 CCRD25 AVIA21 CEAR22 CVIA21 BNDP24 CMTR22 HYPE33 TAES21 ALLG28 AMLP43 BRML22 BRTO29 BNDP36 BNDS35 CBAN11 CBAN21 CMTR33 JHSP13 UNDA22 VIAN21 CMTR23

2,0%

3,0%

4,0%

5,0%

6,0%

7,0%

8,0%

0,5

1,5

2,5

3,5

4,5

5,5

6,5

IP

C

A

+

%

Duration

Debêntures indexadas pelo IPCA + %

ANHB11 ANHB21 ECOV31 SUZB13 ECOV21

5,0%

5,6%

6,2%

6,8%

7,4%

8,0%

8,6%

9,2%

9,8%

10,4%

0,0

0,5

1,0

1,5

2,0

2,5

3,0

IG

P

M

+

%

Duration

Debêntures indexadas pelo IGPM

ALLG15 ALLG16 AMPL33 BESA11 CVRD27 LRNE14 SBSPA5 TNLE15 ABNB11 GEPA11 MRVE11 VIAN11 BISA12 BISA13 GFSA18 IGTA12

0,0%

0,5%

1,0%

1,5%

2,0%

2,5%

3,0%

0,0

0,5

1,0

1,5

2,0

2,5

3,0

D

I +

%

Duration

Debêntures indexadas CDI + %

ALLG15 ALLG16 AMPL33 BESA11 CVRD27 LRNE14 TNLE15 ABNB11 GEPA11 MRVE11 VIAN11 BISA12 BISA13 GFSA18 HYPE23 SBSPA5

100%

105%

110%

115%

120%

125%

130%

135%

140%

0,0

0,5

1,0

1,5

2,0

2,5

3,0

3,5

E

m

%

d

o

D

I

Duration

Debêntures indexadas em % do CDI

BPAR23 BPAR23 VOES14 CROD12 CCHOA6 VIVO24 CEPE14 ESCE12 ANHB14 IGTA11 NATU14 MILS11 CCHOA2 ITAP13 ITSA11 LAME13 LORT15 LORTA4 AMLP14 LAME26

102%

104%

106%

108%

110%

112%

114%

0,0

0,5

1,0

1,5

2,0

2,5

3,0

3,5

4,0

E

m

%

d

o

D

I

Duration

Debêntures indexadas % do CDI

BPAR23 BPAR23 VOES14 CROD12 CCHOA6 VIVO24 CEPE14 ESCE12 ANHB14 IGTA11 NATU14 MILS11 CCHOA2 ITAP13 ITSA11 LAME13 LORT15 LORTA4 AMLP14 LAME26

0,2%

0,4%

0,6%

0,8%

1,0%

1,2%

0,0

0,5

1,0

1,5

2,0

2,5

3,0

3,5

4,0

D

I +

%

Duration

Referências

Documentos relacionados

Our contributions are: a set of guidelines that provide meaning to the different modelling elements of SysML used during the design of systems; the individual formal semantics for

(essencialmente toalhas adamascadas, damasquilho de linho e algodão, panos de linho e lenços de linho e algodão, desenvolvidos essencialmente em 17 freguesias do concelho

ed è una delle cause della permanente ostilità contro il potere da parte dell’opinione pubblica. 2) Oggi non basta più il semplice decentramento amministrativo.

O objetivo do curso foi oportunizar aos participantes, um contato direto com as plantas nativas do Cerrado para identificação de espécies com potencial

esta espécie foi encontrada em borda de mata ciliar, savana graminosa, savana parque e área de transição mata ciliar e savana.. Observações: Esta espécie ocorre

O valor da reputação dos pseudônimos é igual a 0,8 devido aos fal- sos positivos do mecanismo auxiliar, que acabam por fazer com que a reputação mesmo dos usuários que enviam

servidores, software, equipamento de rede, etc, clientes da IaaS essencialmente alugam estes recursos como um serviço terceirizado completo...

Reginaldo diz-lh Reginaldo diz-lhe, então, que esse e, então, que esse reino já não existe, que fora reino já não existe, que fora dividido dividido em dois e oferecidos às