SANEAMENTO AMBIENTAL
EXPERIMENTAL - TH 758
Profª Heloise G. Knapik
Programa de Pós Graduação em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental Departamento de Hidráulica e Saneamento Universidade Federal do Paraná
Objetivos
•
Análise de dados da última prática: DBO e Coliformes
•
Relatórios e instruções para o seminário
•
Parâmetros de validação
•
Propagação de erros e critérios de rejeição
•
Apresentação de dados
Temas Seminários
• ANA CAROLINE (M) – Monitoramento ETE [P + DE]
• ANNA CAROLINA (M) – Redes de distribuição [P + LEG]
• BRUNA VOGT BAR (D) – Análises voltadas a telhados verdes [P + DE] • DANIELA (M) – Monitoramento de wetlands [P + DE]
• JULIANA (M) – Procedimento análise de metais no sedimento [P + DE] • MICHEL (M) – Remoção de fósforo [Frações de fósforo + DE]
• TAIANE (M) – Esgoto em cidades pequenas [P + LEG]
• TÚLIO (M) – Tratamento e reuso de águas cinzas [P + DE] • VICTÓRIA (D) – Pós-tratamento de efluentes [P + DE]
Estrutura do Seminário
•
Tempo: 15 minutos de apresentação + 5 de
perguntas/debate (apenas slides)
•
Conteúdo:
•
Parâmetro
: destacar questões do método, fragilidades e
potencialidades, incertezas, relação com o projeto de
pesquisa.
•
Legislação
: abordar questões atuais, fragilidades, aplicações,
comparações com os limites dos métodos
e incertezas,
relações com o projeto de pesquisa.
•
Delineamento experimental
: para o projeto de pesquisa,
fazer o delineamento necessário para o parâmetro de análise
+ roteiro de coleta/laboratório.
PARÂMETROS DE VALIDAÇÃO
Normatização
Método
normatizado
Desenvolvido por um
organismos de normalização
ABNT, ASTM, APHA
Método não
normatizado
Desenvolvido por qualquer laboratório
Adaptados a partir de métodos normalizados e validados
Publicados em revistas, fabricantes de
equipamentos, kits de leitura
Validação
“A validação deve garantir, através de estudos
experimentais, que o método atenda às exigências das
aplicações analíticas, assegurando a confiabilidade dos
resultados” [Anvisa]
• Métodos não normalizados
• Métodos criados/desenvolvidos pelo próprio laboratório
• Métodos normalizados usados fora dos escopos para os quais foram concebidos
Parâmetros de validação
•
Especificidade e seletividade
•
Faixa de trabalho e faixa linear de trabalho
•
Linearidade
•
Sensibilidade
•
Limite de detecção
•
Limite de quantificação
•
Exatidão e tendência
•
Precisão
•
Robustez
Especificidade e seletividade
•
Método Específico
• Método que produz resposta apenas para um analito
•
Método Seletivo
• Método que produz respostas para vários analitos, mas que pode distinguir a resposta de um analito da de outros
• De acordo com a ANVISA (2003): Capacidade que um método possui de medir exatamente os compostos de interesse em presença de outros componentes tais como impurezas, produtos de degradação e componentes da matriz.
Faixa de trabalho e faixa linear de
trabalho
Faixa de concentrações do analito ou valores da
propriedade (inferior e superior) no qual o método pode
ser aplicado com precisão, exatidão e linearidade
• Limite inferior
• Limites de detecção (LOD) e de quantificação (LOQ)
• Limite superior
• Limites dependem do sistema de resposta do equipamento de medição
• Faixa linear de trabalho
• A resposta do sinal terá uma relação linear com o analito ou valor da propriedade
Faixa de trabalho e faixa linear de
trabalho
Faixa de concentrações do analito ou valores da
propriedade (inferior e superior) no qual o método pode
ser aplicado com precisão, exatidão e linearidade
Faixa de trabalho e faixa linear de
trabalho
Faixa de concentrações do analito ou valores da
propriedade (inferior e superior) no qual o método pode
ser aplicado com precisão, exatidão e linearidade
• A faixa de trabalho deve cobrir a faixa de aplicação para o qual o ensaio será usado
• A concentração mais esperada da amostra deve, preferencialmente, se situar no centro da faixa de trabalho
• Os limites inferiores devem ser iguais ou maiores do que o limite de detecção do método
• Geralmente, 6 ou mais pontos de calibração são usados para determinar a faixa de trabalho
Linearidade
• É a habilidade de um método analítico em produzir resultados que sejam diretamente proporcionais à concentração do analito em amostras, em uma dada faixa de concentração.
Resolução 899 da ANVISA coeficiente de correlação (r) = 0,99
INMETRO valor de r maior que 0,90 é aceitável
Sensibilidade
• A sensibilidade analítica é a razão entre a inclinação da curva de calibração e o desvio padrão do sinal analítico a uma dada concentração do analito
• É fortemente dependente da concentração
• É a capacidade do método em distinguir, com determinado nível de confiança, duas concentrações próximas
• Em um método sensível, uma pequena diferença na concentração do analito causa grande variação no valor do sinal analítico medido
LOD (LD) : Limite de detecção
•
É a
menor quantidade
de analito (concentração) na
amostra que pode ser verdadeiramente distinguida de
zero.
• Existem muitos conceitos diferentes
• Sua estimativa está sujeita à grande variação • É pouco apropriado para inferência estatística
LOD (LD) : Limite de detecção
•
É a
menor quantidade
de analito na amostra que pode
ser detectada, mas não necessariamente quantificada.
Expressa a menor concentração do analito que pode ser
detectada para um dado tipo de amostra, instrumento
ou método.
[SHRIVASTAVA, 2011]
•
É a
menor concentração
que pode ser distinguida com
um certo nível de confiança.
LOD (LD) : Limite de detecção
•
Se uma análise resulta um valor menor do que o LD, a
melhor opção para reportar o resultado é informar que a
concentração
está abaixo do LD
•
Não pode-se afirmar que a amostra
não contém o
analito
= sempre há uma possibilidade te que exista,
mas em concentrações não detectáveis pelo método ou
instrumento.
•
É recomendável calcular sempre o LOD quando for
LOD (LD) : Limite de detecção
•
Sinal do instrumento: interesse em determinar o menor
sinal que seja diferente do ruído do equipamento
(baseline)
• Regra mais aceitável: o sinal deverá ser pelo menos três a cinco
vezes maior que o valor do ruído/sinal
•
Determinações químicas: mínima concentração
necessária para gerar um sinal detectável
• Limite de detecção “medido” (YLOD)
LOD (LD) – métodos de cálculo
•
Definição visual
•
Cálculo pela multiplicação de um fator do nível de ruído
do equipamento (3 ou 2 para LD, 10 para LQ)
•
Cálculo a partir do desvio padrão de repetições do
branco
•
Cálculo a partir da curva de calibração (fator e
inclinação)
LOD (LD) – a partir de repetidas leituras
do branco
•
Cálculo da média e do desvio padrão de múltiplas
leituras na ausência de qualquer analito (20 repetições)
𝑌
𝐿𝑂𝐷= 𝑌
𝑏𝑟𝑎𝑛𝑐𝑜+ 3𝑠
𝑏𝑟𝑎𝑛𝑐𝑜𝑌
𝐿𝑂𝐷= 0 + 3𝑠
𝑏𝑟𝑎𝑛𝑐𝑜LOD (LD) – a partir da curva de calibração
𝐿𝑂𝐷 = 𝐹 ∙
𝑆𝑎𝑏
F : 3 para LD e 10 para LQ)
Sa é o desvio padrão do branco, o desvio padrão do resíduo da curva de regressão ou
o desvio padrão do intercepto com o eixo do Y de, no mínimo, 3 curvas de calibração
b é a inclinação da curva de calibração
0 10 20 30 40 50 0 100 200 300 400 500 LOD = 0.016 mg/L LOQ = 0.053 mg/L R² = 0.99977 Si g n a l Are a Concentration (mg/L)
LOB – Limit of Blank (limite do branco)
•
LOB é definido como a maior concentração aparente do
analito esperada em análises de amostra sem o analito
(branco)
•
LOB é medido a partir de replicatas do branco,
calculado a partir da média e do desvio padrão:
𝐿𝑂𝐵 = 𝜇
𝑏𝑟𝑎𝑛𝑐𝑜+ 1.645𝑠𝑑
𝑏𝑟𝑎𝑛𝑐𝑜LOQ (LQ) : Limite de quantificação
•
É a menor concentração do analito que pode ser
determinada com um nível aceitável de
precisão
e
exatidão
[INMETRO, 2003]
•
E a característica de desempenho que define a
habilidade
de um processo de medida química
quantificar
um analito adequadamente
LOQ (LQ) : Limite de quantificação
•
Limites de quantificação são definidos
em termos
de um
valor específico de
desvio padrão relativo
•
É interessante declarar uma
concentração
abaixo da
qual o método analítico não pode operar com uma
LOQ (LQ) : Limite de quantificação
•
Métodos:
• Definida arbitrariamente como sendo igual a 10% do desvio padrão
• Definida arbitrariamente como um múltiplo fixo (em geral 2) do
limite de detecção
•
LOQ a partir da regressão linear da curva de calibração
𝐿𝑂𝑄 = 10 ∙
𝑆𝑎𝑏
Sa é o desvio padrão do branco, o desvio padrão do resíduo da curva de regressão ou
o desvio padrão do intercepto com o eixo do Y de, no mínimo, 3 curvas de calibração
Exatidão
• Exatidão do método é definida como sendo a concordância entre o resultado de um ensaio e o valor de referência aceito como convencionalmente verdadeiro.
• A exatidão indica a proximidade da medida do valor verdadeiro, ou aceito, e é expressa pelo erro (erro absoluto e erro relativo)
Erro absoluto: diferença entre o valor medido e o valor verdadeiro
Precisão
•
Precisão é um termo geral para avaliar a
dispersão de
resultados
entre ensaios independentes, repetidos de
uma mesma amostra, amostras semelhantes ou padrões,
em condições definidas.
•
Repetibilidade
: precisão intra-corrida
•
Precisão Intermediária
: precisão inter-corridas
Precisão
INMETRO CV de até 20% ANVISA CV de até 5%
•
Três termos são amplamente empregados para descrever
a precisão de um conjunto de réplicas:
Desvio
padrão
Variância
Coeficiente
de variação
Precisão:
Repetitividade e
Reprodutibilidade
• Repetitividade: é o grau de concordância entre os resultados de medições sucessivas de um mesmo “mensurando”, efetuadas sob as mesmas condições de medição, chamadas de condições de repetitividade:
• Mesmo procedimento de medição
• Mesmo observador
• Mesmo instrumento usado sob mesmas condições
• Mesmo local
• Repetições em um curto espaço de tempo
• Reprodutibilidade: é o grau de concordância entre os resultados das medições de um mesmo “mensurando”, efetuadas sob condições variadas de medição.
Precisão:
Recuperação
• A recuperação do analito pode ser determinada pela análise de
amostras adicionadas com quantidades conhecidas do mesmo.
• Diferentes concentrações: próximas ao LD, próxima à concentração máxima permissível e em uma concentração próxima à média da faixa de uso
𝑅𝑒𝑐𝑢𝑝𝑒𝑟𝑎çã𝑜 % = 𝐶1 − 𝐶2
𝐶3 100
C1: concentração determinada na amostra adicionada
C2: concentração determinada na amostra não adicionada
Robustez
•
A robustez de um método de ensaio
mede a sensibilidade
que
este apresenta face a pequenas variações.
•
Um
método robusto
é praticamente
insensível
a pequenas
variações que possam ocorrer quando está sendo executado.
•
Quanto maior for a robustez de um método, maior será a
PROPAGAÇÃO DE ERROS E
CRITÉRIOS DE REJEIÇÃO
Média
Desvio padrão
Variância
Coeficiente de
variação
Medidas usuais
N é o número de medidas para o conjunto da amostra𝑥 =
𝑥
𝑖 𝑁 𝑖=1𝑁
Descartar dados
sem razão
Resultados questionáveis como OUTLIERS podem ser
devido a um erro grosseiro não identificado.
Critérios para manter ou rejeitar o dado tem seus riscos!!
Limite rigoroso:
corre-se o risco de
manter um valor
falso
Limite tolerante:
pode-se introduzir
um viés nos
resultados
Não há regra universal!!
Critérios de rejeição de OUTLIERS
Teste Q
𝑄 =
𝑥
𝑞
− 𝑥
𝑝
𝑤
O valor absoluto da diferença entre o resultado
questionável x
qe o seu vizinho mais próximo x
pé dividido
pela faixa w do conjunto inteiro para dar a grandeza Q:
Compara-se com o Q
críttabelado
Se Q > Q
crit: o resultado questionável pode ser rejeitado
Critérios de rejeição de OUTLIERS
Critérios de rejeição de OUTLIERS
Teste Q
Exemplo: Análise da série de sólidos (Aula prática TH758/2017)
Atenção: Para pequenas amostras (menos que 50 dados!) o uso de
testes estatísticos para a rejeição do resultado deve ser feito com
auxílio de bom senso!
A aplicação de uma boa avaliação baseada em ampla experiência com um método analítico é geralmente a abordagem mais segura na análise de que foi cometido um erro grosseiro em um conjunto pequeno de dados (Skoog).
Recomendações para o tratamento de
outliers
• Reexaminar cuidadosamente os dados
[importante ter
um caderno de laboratório!]
• Repita a análise se houver quantidade suficiente de
amostra e tempo disponíveis
[importante não deixar o
cálculo para “depois”]
• Aplique um teste estatístico
[com cautela!]
• Se o teste Q indica manutenção,
considere a possibilidade de empregar
a mediana do conjunto em vez da
média
[a média carrega o peso do
valor suspeito]
APRESENTAÇÃO DE DADOS
Exemplo de gráfico para representação espacial
- Reservatórios
Parâmetro: Oxigênio Dissolvido Local: Reservatório Passaúna, PR Pontos de Monitoramento: 5 Dados: 1 coleta ou médias Softwares:
Origin 8.5 (ou superior) Arcview (contorno) -49,42 -49,40 -49,38 -49,36 -49,34 -49,32 -25,54 -25,52 -25,50 -25,48 -25,46 -25,44 Superfície Fundo L a ti tu d e (º ) Longitude (º) Reservatório Passaúna: OD (mg/L), 14/02/2017 0,000 1,000 2,000 3,000 4,000 5,000 6,000 7,000 8,000 9,000 Superfície Fundo
Exemplo de gráfico para representação espacial
- Reservatórios
Parâmetro: Frações de fósforo Local: Reservatório Passaúna, PR
Pontos de Monitoramento: 6 (1 coleta ou médias) Softwares: Origin 8.5 (ou superior)
Exemplo de gráfico para representação espacial
- Rios
Parâmetro: Oxigênio Dissolvido Local: Rio Iguaçu, PR
Pontos de Monitoramento: 6
Dados: Série de coletas (agrupadas em box-plots) Softwares: Origin 8.5 (ou superior)
IG01 IG02A IG03 IG04 IG05 IG06 0 10 20 30 40 50 60 BOD (mgO 2 /L) IG01 IG02A IG03 IG04 IG05 IG06 0 2 4 6 8 10 Dissolved Oxygen (mgO 2 /L)
Sólidos Totais Sólidos Dissolvidos Sólidos Suspensos Rio Passaúna (BR 277) Fixos Voláteis Sólidos Totais Sólidos Dissolvidos Sólidos Suspensos Fevereiro/2017 Buffer Sólidos Totais Sólidos Dissolvidos Sólidos Suspensos 0 40 80 120 160 200 Captação (sup.) Concentração Sólidos (mg/L) Sólidos Totais Sólidos Dissolvidos Sólidos Suspensos Rio Passaúna (BR 277) Sólidos Totais Sólidos Dissolvidos Sólidos Suspensos Buffer Sólidos Totais Sólidos Dissolvidos Sólidos Suspensos 0 40 80 120 160 200 Captação (sup.) Concentração Sólidos (mg/L) Fixos Voláteis Maio/2017 Sólidos Totais Sólidos Dissolvidos Sólidos Suspensos Rio Passaúna (BR 277) Fevereiro/2016 Sólidos Totais Sólidos Dissolvidos Sólidos Suspensos Buffer Sólidos Totais Sólidos Dissolvidos Sólidos Suspensos 0 40 80 120 160 200 Captação (sup.) Concentração Sólidos (mg/L) Fixos Voláteis
Gráfico estilo colunas com desvio padrão da
análise
Parâmetro: Frações de sólidos Local: Reservatório Passaúna, PR
Pontos de Monitoramento: 3 com 3 períodos de amostragem Softwares: Origin 8.5 (ou superior)
0 2 4 6 8 10 0 1 2 3 P eaks B , T2 an d T1 (r .u.) DOC (mg/L) (T2) (B) (T1)
Exemplo de gráfico para representação espacial
- Rios
Parâmetros: Carbono orgânico dissolvido e intensidade das bandas de
fluorescência
Local: Rio Iguaçu, PR – 1 ponto de monitoramento
Dados: Sequência de dados de experimento de biodegradação Softwares: Origin 8.5 (ou superior)
Exemplo de tabela para representação de dados
Parâmetros: Vários (comparativo)
Local: Rio Iguaçu, PR – 6 pontos de monitoramento
Dados: Valores mínimos, máximos, média e número de amostras para
cada parâmetro
DESENHOS E ESQUEMAS PARA
APRESENTAÇÕES/ARTIGOS
APHA (1998). Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater. 20. ed. Washington: APHA.
Sólidos Totais
Sólidos Suspensos Totais Sólidos Dissolvidos Totais
Sólidos Suspensos Voláteis Sólidos Suspensos Fixos Sólidos Dissolvidos Voláteis Sólidos Dissolvidos Fixos
Sólidos Voláteis Totais Sólidos Fixos Totais
Exemplo de fluxograma – Série de sólidos
Objetivo: Representação do método de sólidos, procedimento do
Standar Methods (APHA, 1998)
20 C BOD Exp. B Exp. A Nutrients Sample BOD (Oxitop) Experiment A (Open system) Dilution water Experiment B (Closed system)
Exemplo de etapas de procedimento
experimental
Objetivo: Representação de experimento de biodegradação Software utilizado: ChemWin (ou similares)
Carbono orgânico dissolvido Absorbância no ultravioleta visível Espectroscopia de emissão-excitação de fluorescência 200 300 400 500 600 300 400 500 600
Matéria orgânica lábil: T1, T2 (triptofano), B (tirosina)
Matéria orgânica refratária: A e C (substâncias húmicas)
B T
1
Rio Passaúna, maio/2017
Excitação (nm) Emi ssão (n m) 0,00 0,04 0,08 0,12 0,16 0,20 0,24 0,28 0,32 0,36 0,40 A C T 2
IG01 IG02A IG03IG04IG05IG06 0 10 20 30 40 DOC TOC POC Con c en tr at ion ( m g/ L)
IG01IG02AIG03IG04IG05IG06 IG01IG02AIG03IG04 IG05IG06
Exemplo de técnicas utilizadas em uma
análise química
Exemplo de etapas de processos
Objetivo: Representação de processos físicos, químicos e biológicos na
circulação/degradação/produção de matéria orgânica na água
Exemplo de etapas de procedimento de
pesquisa
Objetivo: Representação das etapas de um projeto de pesquisa Software utilizado: PowerPoint!
Exemplo de resumo gráfico para artigo
Objetivo: Representação gráfica da
contribuição de um artigo científico (exigido por algumas revistas)
Software utilizado: PowerPoint +
Agradecimentos:
Próxima semana (laboratório!!!):
• Determinação da concentração de um analito
• Objetivos de aprendizado: curva de calibração, determinação da concentração de ortofosfato, diluição e concentração de amostras
Prática no laboratório:
Elaboração da curva de calibração
Determinação da concentração de ortofosfato em amostras ambientais
Próxima semana (laboratório!!!):
• Atividades preparatórias para a próxima semana:
– Leitura dos procedimentos:
Método 4500 P do Standard Methods (versão digital ou cópia do Labeam) POP 12 – Série de Fósforo - Ortofosfato
– Organização de um fluxograma para a análise:
Fazer um fluxograma em uma folha A4 com os procedimentos para a análise de ortofosfato na água, a partir do método do manual do Labeam.