TERAPIA DO MEDO
PERDENDO O MEDO DE DIRIGIR
+ exercícios
INTRODUÇÃO
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O medo é dirigir é um trauma que atinge
milhares de pessoas, o que deve ser levado
em conta é a pressão que outros motoristas
causam para que você se saia sempre bem.
Mas, vamos combinar, ninguém é perfeito.
Não é mesmo?
Dirigir não é nenhum bicho de 7 cabeças,
tendo isso em mente podemos começar a
falar sobre o assunto Amaxofobia, estudos
que englobam esse trauma tão comum, e
exercícios para adquirir maior confiança no
O medo é algo que nos alerta, uma sensação dos nossos próprios instintos para nos precaver de perigos reais, nos protegendo e nos fazendo recuar, porém a partir do momento em que se torna excessivo, é preciso questioná-lo, trabalhá-lo e se necessário buscar ajuda profissional para uma libertação.
Não desde que primeira devemos esquecer que o medo é um impacto na mente que não é permanente, você pode muda-lo ente, desvende-o.
Muitas pessoas tem medo, seja ele de avião, altura, assaltos, elevador e etc. Um dos tipos de medo mais comum, é o medo de dirigir proveniente da maneira de como pensamos, nossas ideias, e além de tudo, de uma mente que vai fantasiando e construindo situações imaginárias, no caso de dirigir, acabamos por imaginar milhões de coisas e situações terríveis que acabam por tornar a prática de dirigir uma ameaça para nós.
As situações de medo ao volante, podem ser consequência de um trauma após um acidente ou situação perigosas, receio em atropelar alguém ou até mesmo se envolverem em um acidente, seja ele leve ou grave.
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Na grande maioria dos casos, o medo cerca pessoas que já tirou CNH (carteira nacional de habilitação) e que já fez todo o processo e treinamento necessário mas que ainda assim se sente despreparado para ocupar o espaço atrás do volante e estudos da OMS (Organização Mundial da Saúde) comprovam que 6% dos condutores habilitados têm medo de dirigir.
Porém, é possível sim por fim á esse medo, através de exercícios de técnicas cognitiva-comportamental .
Diante situações extremas, todos nós liberamos pensamentos automáticos que irão atrair emoções negativas como medo e angustia e logo depois ter comportamentos que podem agravar ainda mais a situação, como um preparo excessivo, tentar adivinhar o que irá acontecer, imaginar uma catástrofe ou até mesmo, procurar uma forma de controlar aquilo que não tem controle. Nesta terapia, exercícios mudarão em pequenos passos os pensamentos, emoções e comportamentos devendo sempre esperar as mudanças de forma tolerante a cada pessoa.
Na Terapia cognitiva-comportamental, o aluno aprenderá:
Como distinguir pensamentos, sentimento e a própria realidade.
À analisar a veracidade de seus pensamentos automáticos e suposições
À Desenvolver habilidades para perceber, interromper e intervir à nível dos seus pensamentos E muito mais...
No curso existe um módulo exclusivo com exercícios e explicação sobre a amaxofobia. E então, pronto para iniciarmos e deixarmos de lado esse medo?
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PRINCIPAIS
DADOS DO
AMAXOFÓBICO
Existem grupos para diferentes causas de traumas:
Estresse traumático por ter presenciado um
acidente de trânsito, ou até mesmo sofrido um.
Pouca instrução, medo de falhar.
Problemas psicológicos relacionados a ansiedade,
estresse, autoestima, etc.(...) Que afetam na
A Amaxofobia é determinada por um medo irracional de conduzir, diferente da
apreensão inerente à grande circulação diária de veículos, circulação noturna ou mau estado do tempo, circunstâncias capazes de dificultar a condução.
Podemos dizer que amaxofobia evidencia-se quando o trânsito passa a ser percebido como uma ameaça irracional e conduzir gera níveis de ansiedade e stress anormais interferindo no nosso dia a dia.
A ansiedade surge da experiência com eventos adversos que intensificam processos internos, além de suprimir alguns comportamentos operantes.
A sensação de falta de controlo que esta experiência desconfortante produz, seguida por uma série de pensamentos catastróficos a respeito da experiência, causa um choque emocional e um forte receio diante da possibilidade de que a crise se repita e produza realmente um acidente rodoviário.
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De modo geral, os amaxofóbicos costumam reagir de duas maneiras: 1. restringem as estradas pelas quais circulam;
2. deixam de conduzir;
Este comportamento dá-se de forma gradual ou radical, pois o individuo acredita que deixar de conduzir é a solução para o seu problema.
Alguns especialistas afirmam que o comportamento de recusa torna os indivíduos negativos e inflexíveis. Desta forma, comportamentos observados em consultório como atitudes rígidas, perfeccionismo, crenças e expectativas catastróficas na maneira de perceber seu desempenho no trânsito e, sobretudo uma seleção errada dos estímulos relevantes para tomar decisões adaptadas à exigência da situação também são fatores que devem ser explicados. Abordar o tratamento para a amaxofobia é da responsabilidade de um terapeuta comportamental e cabe a este demonstrar a ação dos eventos adversos na vida do cidadão amaxófobo, bem como auxiliá-lo a discriminar como esses eventos adquiriram as funções adversas.
Para os terapeutas, divide-se o processo de extinção em pequenos passos e cria-se uma escala crescente de intensidade registrando quais os estímulos relacionados, que ao conduzir causam maior ou menor medo.