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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

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Academic year: 2021

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

(Criada pela Lei nº 13.456 de 16 de abril de 1999, publicada no DOE - GO de 20 de abril de 1999)

UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS

COORDENAÇÃO DO MIELT

Plano de Curso – 2012

Disciplina: Processos pedagógicos, mediações e tecnologias Ano / Período: 2012/1

Professor (a): Mirza Seabra Toschi e Barbra do Rosário Sabota Silva

Código: Carga Horária Semanal: 4 Carga Horária Anual: 60

Nível:Mestrado Acadêmico Obrigatória: Não (OL)

Carga Horária: 60h/r Créditos: 4 Horário – terça-feira, das 14h às 18h 1. EMENTA

Concepções dos processos pedagógicos escolares e não escolares. Processos de mediação. As múltiplas mediações nos processos interativos. As tecnologias como mediadoras dos processos de ensinar e aprender.

2. OBJETIVOS 2.1. Geral

• Compreender, interpretar e avaliar as concepções de educação escolar, identificando sua

manifestação nas práticas pedagógicas, relacionando-as às formas de mediação do processo comunicativo e educativo.

2. 2. Específicos

• Conceituar mediação e sua relação com os processos educativos

• Conhecer e analisar as mediações cognitivas e didáticas

• Identificar as múltiplas mediações nos processos educativos, na perspectiva da comunicação

• A dupla mediação nos processos pedagógicos

5. CONTEÚDO TEÓRICO/PRÁTICO

As tendências pedagógicas na perspectiva de Dermeval Saviani e José Carlos Libâneo O conceito de mediação na comunicação

A mediação cognitiva e mediação didática

As tecnologias como mediadores dos processos de ensinar e aprender

6. PROCEDIMENTOS

As aulas serão expositivas dialogadas, as quais pressupõem a leitura prévia dos textos e apresentação da problematização na perspectiva freiriana. As problematizações serão pontuadas e deverão ser apresentadas no momento inicial dos encontros e a parte escrita deverá ser entregue aos professores da

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

(Criada pela Lei nº 13.456 de 16 de abril de 1999, publicada no DOE - GO de 20 de abril de 1999)

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COORDENAÇÃO DO MIELT

disciplina ao final da aula. Não será aceita a entrega das problematizações com atraso, uma vez que se perde todo sentido didático pedagógico.

7. AVALIAÇÃO

As problematizações comporão a nota final da disciplina, a qual inclui ainda apresentação de textos e entrega de trabalho final escrito, em formato de texto para publicação, em data a ser previamente marcada pelas professoras da disciplina.

8. CRONOGRAMA Encontro 1 – 3 de abril

• Apresentação da disciplina e leitura conjunta do Plano de Ensino.

• Dividir capítulos do livro “Didática em uma sociedade complexa”, em dupla e individual. São 9

textos. Apresentação em 29 de maio de 2012.

• Leitura conjunta da Carta do índio, publicada no livro “O que é educação”, de Carlos Rodrigues

Brandão.

• Dinâmica – Por que ensino da forma como ensino?

• Iniciar leitura conjunta do texto: YOUNG, Michael. O futuro da educação em uma sociedade do

conhecimento: o argumento radical em defesa de um currículo centrado em disciplinas. In: Revista Brasileira de Educação. v. 16 n. 48 set.-dez. 2011. Disponível em <

www.scielo.br/pdf/rbedu/v16n48/v16n48a05.pdf>. Capturado em 08.03.2012.

Encontro 2 – 10 de abril

• Concluir leitura conjunta do texto de Michael Young, se necessário.

• Debater o texto: CUNHA, Luiz Antônio. Contribuições para a análise das interferências

mercadológicas nos currículos escolares. Revista Brasileira de Educação. v. 16 n. 48 set.-dez. 2011.Disponível em: < www.scielo.br/pdf/rbedu/v16n48/v16n48a04.pdf> Capturado em

08.03.2012.

• Debater os conceitos de: interdisciplinar, processo pedagógico, mídias e novas tecnologias,

ensino, aprendizagem (pesquisar em casa e trazer junto com problematização).

Encontro 3 – 17 de abril

DOWBOR, Ladislau. Tecnologias do conhecimento – os desafios da educação. Petrópolis,

RJ:Vozes, 2001.

LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? Novas exigências educacionais e

Profissão docente. 4ª ed., São Paulo: Cortez, 2000.

Encontro 4 – 24 de abril

Colóquio da PUC-Goiás “Desigualdade educativa e aprendizagem escolar”

Dia todo

Das 8h30min às 11h30min – palestra Marcos Cezar de Freitas

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(Criada pela Lei nº 13.456 de 16 de abril de 1999, publicada no DOE - GO de 20 de abril de 1999)

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COORDENAÇÃO DO MIELT

Encontro 5 – 8 de maio

• D’ÁVILA, Cristina. “Ruim com ele, pior sem ele?” A mediação docente e o uso do livro

didático na sala de aula. Salvador: UFBA, 2002. (tese de doutorado) – formato eletrônico - Ficará disponível no Moodle Mestrado turma 1. Leitura integral.

D’ÁVILA, Cristina. Decifra-me ou te devoro: o que pode o professor frente ao manual escolar?

Disponível em: www.anped.org.br/reunioes/28/textos/gt04/GT04-122--Int.doc. Capturado em 25 de março de 2012.

Encontro 6 – 15 de maio

• LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da escola pública – a pedagogia crítico social dos

conteúdos. São Paulo: Loyola. Texto em formato eletrônico, 37 páginas, que ficará disponível no Moodle.

• Vídeo de breve fala do Libâneo (2:23) – Desafios futuros. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=bERxLjM7G0I&feature=related

• Vídeo Educasul 2011 – vídeo com Libâneo (1:39). Disponível em http://www.youtube.com/watch?v=B67UxhLsLSI

• Vídeo Educasul 2011 – vídeo com Celso Vasconcelos (1:44). Disponível em http://www.youtube.com/watch?v=mjJWVU874eI&feature=relmfu

ALVES, Jorge Luiz. A produção de escola pública contemporânea. 3ª ed. rev., Campinas, SP:

Autores Associados, 2005. Prefácio, Apresentação e Introdução (p. IX a 39) e Conclusão (p. 229 a 267).

Encontro 7 – 22 de maio

• Seminário – cada dupla apresenta um artigo. São nove artigos e alguns textos serão apresentados

individualmente. O ideal é comprar o livro. Produção do CEPED, lançado no IV EDIPE em Goiânia, 2011.

LIBÂNEO, José Carlos e SUANNO, Marilza (orgs.). Didática e escola em uma sociedade

complexa. Goiânia: CEPED/Editora PUC-Goiás, 2011. Encontro 8 – 29 de maio

• Continuação do seminário iniciado no encontro anterior, dia 22 de maio.

LIBÂNEO, José Carlos e SUANNO, Marilza (orgs.). Didática e escola em uma sociedade

complexa. Goiânia: CEPED/Editora PUC-Goiás, 2011.

Encontro 9 – 5 de junho

BARROS, Laan Mendes de. A dimensão pedagógica da comunicação. Revista de Educação do

Cogeime. Ano 9, nº 16, junho 2000. Disponível em www.cogeime.org.br/revista/cap0916.pdf

Capturado em 26 de março de 2012.

CASTRO, Andrea de Farias. Da sala de aula ao ciberespaço – trabalhando por uma nova prática

pedagógica. Disponível em www.letras.ufrj.br/anglo_germanicas/.../cl2831072011castro.pdf Capturado em 23 de março de 2012.

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COORDENAÇÃO DO MIELT

• CORRÊA, Juliane. Novas tecnologias da informação; novas estratégias de ensino/aprendizagem.

In :COSCARELLI, Carla Viana (org.). Novas tecnologias, novos textos, novas formas de pensar. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.

Encontro 10 – 12 de junho

• MARTÍN-BARBERO, Jesús. América Latina e os anos recentes: o estudo da recepção em

comunicação social. In: SOUSA, Mauro Wilton de (org.). Sujeito, o lado oculto do receptor. São Paulo: Brasiliense, 1995. (p. 39 a 68).

• GÓMEZ, Guillermo Orozco. La investigación em comunicación desde la perspectiva cualitativa.

Guadalajara: Universidad Nacional de La PLata: IMDEC, 1997.

Vídeo com Guillermo Orozco Gómez (4:29). Devemos formar audiências críticas y activas.

Disponível em http://www.youtube.com/watch?v=qwsGjiqMsHo

Encontro 11 – 19 de junho

• SILVA, Lídia Oliveira. A Internet – a geração de um novo espaço antropológico. In: LEMOS,

André e Palacios (orgs.). Janel@s do ciberespaço – comunicação e cibercultura. 2ª ed., Porto Alegre: Sulina, 2001. (p. 152 a 172)

• SOUZA e SILVA, Adriana. Do ciber ao híbrido: tecnologias móveis como interfaces de espaços

híbridos. In: ARAÚJO, Denise Correa. Imagem (ir) realidade – Comunicação e cibermídia. Porto Alegre: Sulina, 2006.

Encontro 12 – 26 de junho

• MOREIRA, A. F., ALVES, M. P. C. e GARCIA, R. L. Currículo, cotidiano e tecnologias.

Araraquara, SP: Junqueira&Marin, 2006. Três capítulos:

- COSTA, Marisa Vorraber. Quem são? Que querem? Que fazer com eles? Eis que chegam às nossas escolas as crianças e jovens do século XXI. (p. 93 a 110)

- VARGAS, Sonia De. Educação de jovens e adultos: discutindo princípios pedagógicos. (p. 181 a 196)

- KRAMER, Sonia. Infância e currículo: paradoxos, mudanças e riscos. (p. 197 a 214).

Encontro 13 – 03 de julho

• CORACINI, M. J., Uyeno, E.Y. e MASCIA, M.A. A. Da letra ao pixel e do pixel à letra – uma

análise discursiva do e sobre o virtual. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2011. Três capítulos: - CORACINI, Maria José R.F. Os blogs escolares e a escrita de si: entre a redação escolar e os diários virtuais. (p. 27 a 46).

- AMARANTE, Maria de Fátima S. Transposição didática no ciberespaço: uma nova ordem do discurso pedagógico. (p. 137 a 176).

- AMARANTE, Maria de Fátima S. Leitura interpretativa no ciberespaço: o discurso dos aprendizes. (p. 195 a 220).

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COORDENAÇÃO DO MIELT

Encontro 14 – 10 de julho

Reserva – para o percurso das discussões nos encontros anteriores.

Encontro 15 – 17 de julho

Reserva – avaliação da disciplina.

9. BIBLIOGRAFIA 9.1 Básica Bibliografia:

ALVES, Gilberto Luiz. A produção da escola pública contemporânea. Campinas, SP: Autores Associados, 2005.

D’ÁVILA, Cristina. Ruim com ele, pior sem ele? Mediação docente e o uso do livro didático na sala de

aula. Salvador: UFBA, 2010. Tese de doutorado. Disponível em:

www.didateca.org/Tese%20de%20Cristina%20D'Avila.pdf.

LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia, pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez,2005.

LIBÂNEO, José Carlos e SUANNO, Marilza (orgs.). Didática e escola em uma sociedade complexa. Goiânia: CEPED/Editora PUC-Goiás, 2011.

MOREIRA, Antonio Flavio, ALVES, Maria Palmira e GARCIA, Regina Leite (orgs.). Currículo, cotidiano e tecnologias. Araraquara: Junqueira &

Marin, 2006.

SANCHO, Juana e HERNÀNDEZ, Fernando e colaboradores. Tecnologias para transformar a educação. Tradução Valério Campos. Porto Alegre: Artmed, 2006.

OROZCO, Guillermo. Recepción y mediaciones. Buenos Aires: Grupo Editorial Norma, 2002.

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAR AS PROBLEMATIZAÇÕES

Fazer problematizações das leituras durante as aulas é uma forma instigante de mobilizar os alunos para verbalizarem suas opiniões e irem construindo a tão desejada autonomia de pensamento e rigor de argumentação.

A problematização pode ser feita de várias maneiras. Vale destacar que a problematização é diferente de fazer um resumo do texto. Ela pressupõe a compreensão das ideias trabalhadas pelo autor e avança além delas, uma vez que traz as percepções, questões e considerações do texto pelo leitor.

A seguir estão elencadas algumas diferentes maneiras de problematizar uma leitura:

a) levantar questões sobre as ideias desenvolvidas pelo autor do texto estudado;

b) destacar as concordâncias com as ideias apresentadas pelo autor;

c) destacar as discordâncias com as ideias apresentadas pelo autor;

d) contribuir com acréscimos às ideias desenvolvidas pelo autor;

e) apresentar as dúvidas/questões suscitadas pelas leituras;

f) descrever as sensações e compreensões suscitadas pela leitura do texto;

g) fazer indicações de outras autores e textos que tratam das mesmas questões;

h) elaborar mapas conceituais indicando como os temas abordados nos textos se relacionam;

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COORDENAÇÃO DO MIELT

Como as problematizações sistematizadas poderão servir de embasamento teórico para a construção do artigo final da disciplina é interessante que, durante a elaboração, as referências completas sejam incuídas, bem como a indicação de páginas ao longo do texto/fichamento/tópicos levantados.

Referências

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