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(1)

FACULDADE DE DIREITO DO RECIFE CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

sociologia do direito

Artur Stamford da Silva Prof. Associado da UFPE

(2)

Karl Marx

Émile Durkheim

Max Weber

Potencial humano – consciência Trabalho

Alienação

Estrutura da sociedade capitalista Consciência de classe

Ideologia – formas ideológicas

Direito – capitalismo / comunismo

Fato social Símbolos Consciência coletiva Solidariedade Anomia Normal/crime - direito Ação social Tipos ideais Racionalidade Dominação Legitimidade Burocracia

Norma - ordem jurídica

Funcionalismo

Teoria Crítica

Condutivismo

Interacionismo

Ar tu r St amf o rd d a Sil va P ro f. As so ci ad o d a UF PE

(3)

Karl Marx 1818-1883 G. W. F. Hegel

1770-1831

1807 - Fenomenologia do Espírito

1817-1830 - Elementos da Filosofia do Direito

1846 – A ideologia alemã 1848 – Manifesto Comunista

1859 – Para a crítica da economia política 1867 – O Capital (1º vol.) 1885 - O Capital (2º vol.) 1894 - O Capital (3º vol.) F. Engel 1820-1895 1846 – A ideologia alemã 1848 – Manifesto comunista

1871 – Discurso sobre a ação política da classe operária 1884/1892 - A origem da família, da propriedade privada e do estado

1888 – O papel da violência na história

1890 - O socialismo utópico ao socialismo científico

1894 - A questão camponesa em França e na Alemanha

Ar tu r St amf o rd d a Sil va P ro f. As so ci ad o d a UF PE

(4)

Rosa de Luxemburgo 1871-1919

György Lukács 1885-1971

1923 – história e consciência

1940 - O jovem Hegel e os problemas da sociedade capitalista 1947 - Literatura e democracia

- A crise da filosofia burguesa

- Esboço de uma estética marxista 1948 - Por uma nova cultura magiar

- Problemas de realismo

- Existencialismo ou marxismo?

1899 – Reforma Social ou Revolução? 1913 - A Acumulação do Capital

1922 - A Revolução Russa

1928 - Sindicatos e greve de massas

Antonio Gramsci 1891-1937

1926/37 - Cartas do cárcere

1929/35 - Cadernos do Cárcere (33 cadernos) Ar

tu r St amf o rd d a Sil va P ro f. As so ci ad o d a UF PE

(5)

Escola de Frankfurt

Instituto de investigação social de Frankfurt

/ 1924

Programa

= ampliação interdisciplinar do marxismo

Teoria Crítica da sociedade

1932

(Horkheimer)

Bases:

Criticismo kantiano

Evolucionismo filosofia histórica

Dialética idelismo/Hegel

materialismo histórico/Marx

Como se produzem os mecanismos mentais que tornam

possível a tensão entre classes sociais, empuradas ao

conflito por causa da situação econômica, possam

permanecer latente?

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(6)

Instituto de investigação social

Max Horkheimer (sociólogo)

Theodor Adorno (musicólogo)

Herbert Marcuse (filósofo)

Friedrich Pollock (economista)

Walter Benjamim (crítico literário)

Erik Fromm (psicanalista)

Artu

r St amf o rd d a Sil va P ro f. As so ci ad o d a UF PE

(7)

Max Horkheimer 1895-1973 H. Marcuse 1898-1979 T. Adorno 1903-1969 Friedrich Pollock 1894-1970 1933 – Materialismo e Moral

1970 – Teoria crítica ontem e hoje

1941 – Razão e revolução

1964 - Ideologia da sociedade industrial 1968 - Psicoanálises e política 1973 - Contra-revolução e revolta 1933 – Kierkegaard: a construção do estético 1945 - Minima moralia 1947 - Dialética do esclarecimento 1966 - Dialética negativa 1968 - Teoria estética 1926 – refutação ao Marxismo

1941 – Estado Capitalista: possibilidades e limites 1973 – Possibilidades e limites do

planejamento social no capitalismo

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(8)

O programa de pesquisa

TRABALHO SOCIAL - análise econômica

SOCIALIZAÇÃO dos indivíduos – psicologia social

DOMINAÇÃO Social – teoria da cultura

Interdisicplinariedade = economia política = mediadora da filosofia da história com a demais ciências

ANÁLISE ECONÔMICA DO CAPITALISMO PÓSLIBERAL

viabiliza pesquisar a força integradora irracional que evita a classe trabalhadora percebam seus verdadeiros interesses – ideologia + alienação

ANÁLISE PSICO-SOCIAL DA INTEGRAÇÃO SOCIAL

viabiliza pesquisar as condições culturais em que têm lugar a socialização individual no capitalismo avançado ANÁLISE DO FUNCIONAMENTO DA CULTURA DE MASSA

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(9)

bases das pesquisas

Economia planificada

Caráter psicosexual

Integração social

Economia planificada

– capitalismo e comunismo

administração centralizada / burocratizada / regras de mercado garantindo o poder das elites (POLLOCK)

TEORIA GLOBAL DO CAPITALISMO PÓS-LIBERAL - HORKHEIMER

Caráter psicosexual

– o capitalismo gerou uma mudança na família burguesa / perda da autoridade patriarcal / o filho

perde a referência para seu desenvolvimento pessoal (FROMM) TEORIA DA PERSONALIDADE AUTORITATIA - HORKHEIMER

Integração social

– cutura = meios e aparatos que mediam entre as exigências de condutas sociais e a psique individual

(ADORNO) / “costumes morais” e “estilos de vida” expressam a praxis comunicativa cotidiana dos grupos sociais = cada individuo participa ativamente da sociedade por interpretar o processo de integração social

TEORIA INSTITUCIONALISTA DA CULTURA - HORKHEIMER

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primeira fase

A vida social

exercício centralizado de dominação, controle cultural e conformidade individual

Historicismo

– processo de desenvolvimento da racionalidade instrumental = controle instrumental do ser humano sobre os

objetos naturais

PROCESSOS SOCIAIS

reprodução e expansão do trabalho social

Filosofia da consciência / conhecimento /relação sujeito-objeto Racionalidade = faculdade intelectual de controle dos objetos da natureza

anos 30 trabalho emancipação social

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segunda fase

Fascismo

lógica da desintegração

Processo de reificação

– racionalidade instrumental – disciplinamento dos instintos = empobrecimento das capacidades sensitivas dando lugar à formação das relações sociais de

dominação (LUKÁCS)

anos 50 trabalho desagregação social

Historicismo

– processo de desenvolvimento da racionalidade instrumental = explica a origem e a dinâmica do processo de

desintegração do social

dialética da ilustração

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direito

Franz Neumann

1900-1954

Capitalismo de Estado

– tese negada por eles, pois o fascismo não anulou as leis funcionais do mercado capitalista, apenas as manteve sob controle do totalitarismo

mecanismo de controle da sociedade burguesa

Otto Kirchheimer

1936 - O Estado de Direito: Teoria Política e do Sistema Legal na sociedade moderna.

1905-1965

1930 – Limites da Desapropriação 1939 -Punição e Estrutura Social 1960 - Justiça Política

1964 - Política e Constituição

Direito

– acordo das classes sociais = Estado Constitucional = compromisso generalizado e consensuado entre forças políticas = resulta de comunicações entre grupos sociais (Legitimação)

compromisso social

ordem social

O frágil compromisso que se manifesta na constituição

institucional de uma sociedade surge do processo

comunicativo em que diferentes grupos sociais

negociam entre se os interesses utilizando seus

respectivos potenciais de poder

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teoria crítica

emancipação

. diagnóstico de época ancora

do

a) na investigação

histórica

da lógica de fun

cionamento

e reprodução do

capitalismo

;

a) que

lança luz

sobre as determinações contraditórias do

sistema (criando intrinsecamente formas de patologia

social);

b) que retira dos pressupostos do desenvolvimento do próprio

sistema as condições sociais de sua superação, ou seja, da

emancipação social

.

o capitalismo não cumpre o que promete

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teoria crítica

emancipação

Princípios

a) orientação para a emancipação (o teórico se vê na teoria);

b) Comportamento crítico quanto ao conhecimento produzido

sob condições sociais capitalistas e à realidade social que

esse comportamento pretende apreender

Ar

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teoria crítica

crítica social autoreflexiva

A crítica é imanente ao seu objeto social

Ela está baseada no caráter contraditório da sociedade capitalista, o qual aponta para a possibilidade de sua negação histórica

revisitada

deixam de ser porto seguro não apenas o proletariado como portador da emancipação, mas também algumas conquistas da modernidade que, em um momento posterior da renovação do diagnóstico, serão

paradoxalmente esvaziadas de seu sentido crítico.

A teoria crítica pretende superar as verdades incrustadas no liberalismo, ao afirmar que as concepções morais e políticas dos indivíduos, sua

autonomia moral etc. resultam antes de uma sociedade de sujeitos econômicos independentes. Ar tu r St amf o rd d a Sil va P ro f. As so ci ad o d a UF PE

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Randall Collins

1941

A. Honneth

1949 1929-2009

1959 – As classes e seus conflitos na sociedade industrial 1967 - Sociedade e democracia na Alemanha

1988 – O conflito social moderno

1990 - Reflections on the Revolution in Europe 1988 - Social Action and Human Nature

1993 - The Critique of Power: Reflective Stages in a Critical Social Theory

1995 - The Fragmented World of the Social: Essays in Social and Political Philosophy

1996 - The Struggle for Recognition: The Moral Grammar of Social Conflicts

1997 - Recognition or Redistribution?

2007 - Disrespect: The Normative Foundations of Critical Theory

Ralf

Dahrendorf

1975 – Sociologia do conflito 1979 – A sociedade creencial

1985 - Sociology of Marriage and Family: Gender, Love and Property

2004 - Interaction Ritual Chains

2008. Violence: A Micro-Sociological Theory

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Ralf Dahrendorf

A crítica de Marx ao capitalismo não é capaz de explicar a

sociedade moderna após a industrialização do séc. XXI

O estrutural-funcionalismo de Parsons é incapaz de lidar

com a realidade social por o conflito não ter lugar na teoria

O conflito é funcional = é o motor transformador da história

no conflito, na mudança e na multiformidade da

realidade social repousam a incerteza, caráter

intrínseco ao ser humano

a desigualdade sempre existiu e

permanecerá nas sociedades

Ar tu r St amf o rd d a Sil va P ro f. As so ci ad o d a UF PE

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Ralf Dahrendorf

a desigualdade sempre existiu e

permanecerá nas sociedades

1988

A sociedade se mantém coesa porque:

a) enfoque utópico = coesão por consenso

b) enfoque racionalista = coesão por coerção

Teoria da integração

Teoria da dominação

T.I. = 1) sociedade = estrutura de elementos estáveis (tese da estabilidade); 2)

integrados (tese do equilíbrio); 3) todo elemento tem uma função de manutenção (tese do funcionalismo); 4) a estrutura social é baseada no consenso de valores (tese do consenso).

T.I. = 1) sociedade = estrutura de elementos estáveis (tese da estabilidade); 2)

integrados (tese do equilíbrio); 3) todo elemento tem uma função de manutenção (tese do funcionalismo); 4) a estrutura social é baseada no consenso de valores (tese do consenso).

Teoria Coercitiva = 1) sociedade, a cada momento, está sujeita à mudança (tese da historicidade); 2) a cada momento há dissensão e conflito, o conflito social é ubíquo (tese da explosividade); 3) todo elemento de uma sociedade contribui para sua

desintegração e mudança (tese da disfuncionalidade e produtividade); 4) a sociedade é baseada na coerção dentre membros (tese da coação - dominação).

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Ralf Dahrendorf

Teoria do conflito

1988

1º) conflito entre papéis sociais = assimetria de interesses e

expectativas (médico e paciente);

2º) conflitos entre grupos sociais = disputa de poder numa

associação, sindicato;

3º) conflitos dentre instituições = grupos de interesses nas

sociedades;

4º) conflitos ideológicos = discussões políticas entre dois

partidos, nacionais ou internacionais

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Ralf Dahrendorf

etapas do conflito

1988

1º) pré-conflito

2º) o conflito

3º) grupos em conflito

causas = características estruturais

cristalização do conflito (quase grupo e grupo)

formação dos grupos – identidades

organizadas de interesses

não há classes sociais (blocos homogeneamente orientados)

As múltiplas demandas = “grupos de conflito gerados pela

distribuição diferenciada de autoridade em associações

imperativamente coordenadas”

sociedade “pós-capitalista”

Ar tu r St amf o rd d a Sil va P ro f. As so ci ad o d a UF PE

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1988

O conflito nas sociedades industriais

avançadas estão pautados “na desigualdade

social fundamental da autoridade”

sociedade “pós-capitalista”

1º) legitimidade da outra parte, ainda que não se considere justa a

substância da reivindicação = ambas as partes reconheçam a necessidade e a realidade da situação de conflito, e, neste sentido, a justeza fundamental da causa do oponente.

Regulação dos conflitos: requisitos

2º) organização de grupos de interesse = não haver pautas substancialmente difusas

3º) regras formais de jogo destinadas a fornecer o arcabouço de suas

relações: ex.: o locus da disputa; procedimentos de execução; mecanismos decisórios; sanções pertinentes; dinâmica das regras, etc.

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Axel Honneth

1992

Hegel

Mead

esferas do reconhecimento

“amor” / “direito” / “eticidade”

dedicação emotiva / relações amorosas

e das amizades / reconhecimento

jurídico e “assentimento solidário”

Max

Scheler

comunidade de vida

sociedade

comunidade de pessoas = solidariedade

Helmuth

Plessner

graus de confiança intersubjetiva:

ligações primárias de relacionamento social

comunidade objetiva

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Axel Honneth

dependência absoluta

desenvolvimento infantil

1992

Dependência completa

Relativa independência – 6 meses

Honneth

reconhecimento recíproco

Mãe = aprender a aceitar o amadurecimento do bebê Bebê = desenvolve destruição e transição

Ambos vivenciam amor recíproco sem regredir ao estado simbiótico

Winnicott

a experiência do amor

o amor de si mesmo

a autoconfiança

esferas do reconhecimento

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Axel Honneth

Princípios do primeiro nível de reconhecimento

autoconfiança

criança experimenta confiança no cuidado paciencioso e duradouro da mãe

autoconfiança

criança experimenta confiança no cuidado paciencioso e duradouro da mãe

autorespeito

autonomia

desenvolvimento da personalidade Para participar da vida pública

reconhecimento do amor é o núcleo

fundamental de toda a moralidade

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(25)

Axel Honneth

modernidade

sociedades tradicionais

ao sistema jurídico não é mais

permitido atribuir exceções e

privilégios às pessoas da sociedade

em função do seu status.

sociedades modernas

status

Sujeitos de direito = condições de desenvolver autonomia

capacidade para decidir racionalmente questões morais

luta por reconhecimento

pressão para permanentemente novas condições de participação ocorrem na formação pública da vontade

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Reconhecimento jurídico

desenvolvimento das leis acompanha

a evolução da consciência dos direitos

Mead

= do “outro generalizado”

Hegel

= igualdade e liberdade de todos

Honneth

respeito universal - liberdade de vontade da

pessoa

qualidades e realizações individuais –

aquelas socialmente relevantes

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direito subjetivo

os atores sociais só conseguem desenvolver a consciência de

que são pessoas de direito e agir, consequentemente, no

momento em que surge historicamente uma forma de proteção

jurídica contra a invasão da esfera da liberdade que proteja a

chance de participação na formação pública da vontade e que

garanta um mínimo de bens materiais para a sobrevivência

Estima social o reconhecimento jurídico cria as condições que permitem

ao sujeito desenvolver auto-respeito

O conceito de “solidariedade” se aplica especialmente às relações de grupo que se originam na experiência de circunstâncias difíceis, negativas.

Em situações de resistência – há um horizonte intersubjetivo de valores, no qual cada um aprende a reconhecer, na mesma medida, o significado das capacidades e propriedades do outro.

SOLIDARIEDADE

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SOLIDARIEDADE

nas condições das sociedades modernas

solidariedade se liga ao pressuposto de relações sociais

de estima simétrica entre sujeitos individualizados (e

autônomos).

Estimar-se simetricamente = considerar-se reciprocamente

à luz de valores que fazem as capacidades do outro

parecer significativas para a ação comum.

Solidárias

= ações que despertam a tolerância ante a

particularidade individual de outra pessoa + pelo interesse por

essa particularidade

na medida em que cuido ativamente das capacidades do outro,

cuido que aquelas suas propriedades possam desenvolver-se;

logo, nossos objetivos comuns passam a ser realizáveis.

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Referências

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