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Código nacional de ÉtiCa. SindiCal dos

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Academic year: 2021

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FETAGs

STTRs

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Diretoria Executiva da CONTAG

Gestão 2009 a 2013

Presidente:

Alberto Ercílio Broch

Vice-presidente e Secretária de Relações Internacionais:

Alessandra da Costa Lunas

Secretário Geral:

David Wylkerson Rodrigues de Souza

Secretário de Finanças e Administração:

Aristides Veras dos Santos

Secretário de Formação e Organização Sindical:

Juraci Moreira Souto

Secretário de Assalariados e Assalariadas Rurais:

Antônio Lucas Filho

Secretário de Política Agrária:

Willian Clementino da Silva Matias

Secretário de Política Agrícola:

Antoninho Rovaris

Secretário de Políticas Sociais:

José Wilson Gonçalves

Secretária de Meio Ambiente:

Rosicléia dos Santos Azevedo

Secretária de Jovens Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais:

Maria Elenice Anastácio

Secretária de Mulheres Trabalhadoras Rurais:

Carmen Helena Ferreira Foro

Secretário de Terceira Idade:

Natalino Cassaro

Elaboração - CONTAG

Coordenação - Diretoria da CONTAG Revisão de Texto - Assessoria da CONTAG Diagramação - Julia Grassetti

(3)

CAPÍTULO I

DA DENOMINAÇÃO, FINALIDADE E

ABRANGÊNCIA

Art. 1º -

O CÓDIGO NACIONAL DE ÉTICA DO MOVIMENTO SINDICAL DOS TRABA-LHADORES E TRABALHADORAS RURAIS, doravante denominado simplesmente de CÓDIGO, tem por objetivo estabelecer regras de conduta mínimas a serem seguidas por todos os dirigentes do Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Brasil - MSTTR.

§ 1º -

Para efeitos deste CÓDIGO integram o MSTTR a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, doravante denominada de CONTAG, as Federações Es-taduais de Trabalhadores na Agricultura a ela filiadas, doravante denominadas de FE-TAGs, e os Sindicatos filiados às FEFE-TAGs, doravante denominados de STRs.

§ 2º -

Para efeitos deste CÓDIGO, são considerados dirigentes sindicais todos tra-balhadores e trabalhadoras rurais que tenham sido eleitos para integrar a Diretoria, o Conselho Fiscal da CONTAG, das FETAGs e dos STRs; as diretorias ou coordenações das organizações regionais (microrregionais, regionais, pólos, ou qualquer outra de-nominação utilizada) das FETAGs e da CONTAG; e as Delegacias Sindicais dos STRs.

§ 3º -

A entidade poderá ser responsabilizada e punida quando ficar evidente que as suas instâncias deliberativas (assembléia geral, conselhos deliberativos, congressos) não se dispõem a cumprir o estabelecido pelos estatutos e instâncias deliberativas do MSTTR.

CAPÍTULO II

DOS OBJETIVOS DO MSTTR

Art. 2º -

São objetivos do MSTTR, a serem respeitados e implementados por todos os seus dirigentes:

XXI.

organizar, apoiar e desenvolver as ações que visem a conquista de melhores condições de vida e de trabalho para a categoria trabalhadora rural e para o conjunto da classe trabalhadora;

XXII.

defender e lutar pela manutenção e ampliação das liberdades e garantias de-mocráticas como instrumento de defesa dos direitos e conquistas dos trabalhadores, trabalhadoras e de suas organizações sindicais;

XXIII.

lutar por uma organização sindical democrática, autônoma, participativa, autos-sustentada e classista, livre de qualquer tipo de interferência ou intervenção externa;

XXIV.

defender e promover a unidade e solidariedade entre os trabalhadores em nível municipal, estadual, nacional e internacional;

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Códigode ÉtiCado MSttR

4 11º CongReSSo naCionalde tRabalhadoReSe tRabalhadoRaS RuRaiS

CAPÍTULO I

DA DENOMINAÇÃO, FINALIDADE E

ABRANGÊNCIA

Art. 1º -

O CÓDIGO NACIONAL DE ÉTICA DO MOVIMENTO SINDICAL DOS TRABA-LHADORES E TRABALHADORAS RURAIS, doravante denominado simplesmente de CÓDIGO, tem por objetivo estabelecer regras de conduta mínimas a serem seguidas por todos os dirigentes do Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Brasil - MSTTR.

§ 1º -

Para efeitos deste CÓDIGO integram o MSTTR a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, doravante denominada de CONTAG, as Federações Es-taduais de Trabalhadores na Agricultura a ela filiadas, doravante denominadas de FE-TAGs, e os Sindicatos filiados às FEFE-TAGs, doravante denominados de STRs.

§ 2º -

Para efeitos deste CÓDIGO, são considerados dirigentes sindicais todos tra-balhadores e trabalhadoras rurais que tenham sido eleitos para integrar a Diretoria, o Conselho Fiscal da CONTAG, das FETAGs e dos STRs; as diretorias ou coordenações das organizações regionais (microrregionais, regionais, pólos, ou qualquer outra de-nominação utilizada) das FETAGs e da CONTAG; e as Delegacias Sindicais dos STRs.

§ 3º -

A entidade poderá ser responsabilizada e punida quando ficar evidente que as suas instâncias deliberativas (assembléia geral, conselhos deliberativos, congressos) não se dispõem a cumprir o estabelecido pelos estatutos e instâncias deliberativas do MSTTR.

CAPÍTULO II

DOS OBJETIVOS DO MSTTR

Art. 2º -

São objetivos do MSTTR, a serem respeitados e implementados por todos os seus dirigentes:

XXI.

organizar, apoiar e desenvolver as ações que visem a conquista de melhores condições de vida e de trabalho para a categoria trabalhadora rural e para o conjunto da classe trabalhadora;

XXII.

defender e lutar pela manutenção e ampliação das liberdades e garantias de-mocráticas como instrumento de defesa dos direitos e conquistas dos trabalhadores, trabalhadoras e de suas organizações sindicais;

XXIII.

lutar por uma organização sindical democrática, autônoma, participativa, autos-sustentada e classista, livre de qualquer tipo de interferência ou intervenção externa;

XXIV.

defender e promover a unidade e solidariedade entre os trabalhadores em nível municipal, estadual, nacional e internacional;

(5)

XXV.

promover a formação e educação sindical dos integrantes da categoria traba-lhadora rural, propiciando o aparecimento de novas lideranças;

XXVI.

participar da elaboração construção e implementação do projeto de desenvol-vimento rural sustentável;

XXVII.

lutar por melhores condições de trabalho, de salário, de segurança e de vida digna para os assalariados e assalariadas rurais;

XXVIII.

lutar pela implementação de uma Reforma Agrária ampla, geral e massiva, com a participação dos trabalhadores e trabalhadoras rurais e de suas entidades sin-dicais, que assegure a democratização do acesso á terra;

XXIX.

lutar pela implementação de uma política agrícola diferenciada que promova o fortalecimento e a valorização da agricultura familiar;

XXX.

lutar pelo aprimoramento da Seguridade Social (Previdência Social, Assistência Social e Saúde) pública, universal e solidária, assegurando o acesso de todos os tra-balhadores e trabalhadoras rurais aos seus benefícios;

XXXI.

lutar pelo acesso dos trabalhadores e trabalhadoras rurais a políticas públicas de saúde e de educação gratuitas e de qualidade, que atendam as especificidades do setor rural;

XXXII.

lutar contra qualquer forma de discriminação por motivo de sexo, idade, cor, raça, etnia, filiação partidária, estado civil ou crença religiosa;

XXXIII.

Promover a valorização e participação igualitária da mulher trabalhadora rural nas entidades sindicais e na sociedade;

XXXIV.

promover a valorização e assegurar a participação dos trabalhadores e traba-lhadoras da terceira idade e dos jovens nas ações sindicais, encaminhando e defen-dendo as suas reivindicações específicas;

XXXV.

lutar por um meio ambiente saudável e equilibrado, promovendo a sua con-servação e utilização sustentável, visando o bem-estar das gerações atuais e futuras; XXXVI. Lutar pela preservação do patrimônio artístico e cultural;

CAPÍTULO III

DOS DEVERES DO DIRIGENTE SINDICAL

Art. 3º

- São deveres do dirigente sindical:

I.

zelar pelo fiel cumprimento dos estatutos de suas entidades, bem como assegurar que os mesmos estejam de acordo com as deliberações dos Congressos Nacionais de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, dos Congressos Estaduais dos Trabalhado-res e Trabalhadoras Rurais e das Assembléias Gerais dos STRs;

II.

respeitar e fazer respeitar as deliberações das instâncias das entidades, mesmo quando contrárias às suas convicções e posições pessoais e ideológicas;

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Códigode ÉtiCado MSttR

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III.

portar-se com civilidade no exercício de suas funções, respeitando o direito demo-crático daqueles que discordam de suas posições;

IV.

participar e contribuir para a realização e o sucesso das mobilizações e ações de-finidas nas instâncias do MSTTR;

V.

preservar o patrimônio social, financeiro e moral da entidade e do MSTTR;

VI.

não praticar atos incompatíveis com o decoro exigido pelo cargo;

VII.

utilizar-se do seu cargo na defesa dos interesses da categoria, sendo expressa-mente vedada a sua utilização para auferir vantagens pessoais, para si ou para outrem, junto a órgãos públicos e entidades privadas;

VIII.

assegurar o pleno funcionamento e independência da entidade sindical;

IX

. assegurar a clara, total e inequívoca distinção entre o patrimônio da entidade sidin-cal, pertencente a toda a categoria, e os seus bens pessoais;

X.

assegurar a lisura e legitimidade dos pleitos sindicais e da tomada de decisões pelas instâncias deliberativas do MSTTR;

XI.

não permitir a filiação ao STR dos(as) que não são da categoria e encaminhar le-galmente o afastamento dos filiados e filiadas indevidamente;

XII.

denunciar a ação nefasta de todo e qualquer dirigente que saiba estar atuando em desacordo com as regras estabelecidas pelo presente CÓDIGO, prejudicando qual-quer entidade sindical, mesmo que não seja aquela a que seja filiado;

XIII.

preservar a unicidade da organização sindical, não incentivando ou apoiando a criação de outra entidade ou entidade de categoria diferenciada na base territorial em que já exista representação dos trabalhadores e trabalhadoras rurais.

CAPÍTULO IV

DAS INSTÂNCIAS DELIBERATIVAS

Art. 4º -

O Congresso Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais é a instân-cia máxima do MSTTR e as suas deliberações devem ser cumpridas e encaminhadas por todos os dirigentes sindicais.

Art. 5º -

Asseguradas a autonomia financeira e administrativa de cada entidade que compõe o MSTTR, as decisões tomadas em suas instâncias deliberativas obrigam a todos os dirigentes a elas sujeitos.

Art. 6º -

As deliberações das instâncias do MSTTR deverão ser precedidas, obriga-toriamente, de ampla discussão do tema e que favoreça a participação democrática de todos os presentes.

(7)

Art. 7º -

A convocação das reuniões das instâncias deliberativas, além das normas estatutárias, devem assegurar a mais ampla divulgação de sua realização e dos temas a serem discutidos e deliberados, com antecedência suficiente para que todos os par-ticipantes tenham condições de programar e preparar a sua participação.

CAPÍTULO V

DA RELAÇÃO DO DIRIGENTE COM

OS TRABALHADORES E TRABALHADORAS

RURAIS

Art. 8º -

É objetivo central das entidades sindicais dos trabalhadores e trabalhadoras rurais a defesa dos interesses individuais e coletivos da categoria, devendo os seus dirigentes buscarem sempre diligenciar para a solução dos mesmos.

Art. 9º -

É direito dos associados e associadas participarem das entidades sindicais, podendo para tanto reivindicar a criação de departamentos, comissões e outras for-mas organizativas que auxiliem no encaminhamento de suas reivindicações, devendo os dirigentes sindicais atuarem no sentido de assegurarem este direito.

Art. 10 -

Os estatutos de todas as entidades integrantes do MSTTR conterão, obriga-toriamente, dispositivo que possibilite a convocação da Assembléia Geral por iniciati-va dos filiados, sendo vedado estabelecer percentual superior a 20%(vinte por cento) para a subscrição da convocação ou estabelecer qualquer outro artigo que, na prática, venha a impedir o exercício deste direito.

Art. 11 -

É vedado ao dirigente sindical:

I.

discriminar qualquer trabalhador ou trabalhadora rural em função da sua opção se-xual, idade, etnia, raça, filiação partidária ou credo religioso;

II.

obrigar, impedir ou dificultar a filiação ao Sindicato de qualquer integrante da cate-goria;

III.

desfiliar qualquer associado ou associada, que esteja no exercício da atividade laboral, a não ser nos casos previstos nos estatutos da entidade, respeitados os trâ-mites ali estabelecidos;

IV.

filiar ou permitir a filiação de pessoa que saiba não ser integrante da categoria tra-balhadora rural;

V.

cobrar pela prestação de atribuições públicas (declaração de aptidão, declaração de comprovação do exercício de atividade rural e outras) que lhe tenham sido

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assina-Códigode ÉtiCado MSttR

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ladas em virtude de lei;

VI.

impedir ou dificultar a realização de Assembléia Geral convocada por solicitação dos associados, nos termos dos estatutos.

CAPITULO VI

DA DEMOCRACIA SINDICAL

Art. 12 -

São instrumentos fundamentais para a construção da democracia interna do MSTTR:

I.

a possibilidade de alternância de poder, com o estabelecimento de mandato máxi-mo de 4 (quatro) anos e vedação a qualquer forma de prorrogação do mandato;

II.

a proibição de mais de uma reeleição de dirigente para o mesmo cargo;

III.

a realização de eleições democráticas e transparentes, que assegurem:

a)

a ampla divulgação da realização das eleições dentro da base territorial da entida-de;

b)

a constituição de uma comissão eleitoral independente, pela Assembléia Geral, no caso dos STRs e pelos Conselhos Deliberativos ou pelo Congresso, no caso das FETAGs e da CONTAG;

c)

prazos suficientes para a constituição e inscrição de chapas que queiram concorrer ao pleito;

d)

prazos suficientes para que sejam realizadas as impugnações cabíveis e o exercício do amplo direito de defesa;

e)

não utilização de recursos ou patrimônio da entidade para a campanha de qualquer das chapas concorrentes;

f)

divulgação prévia dos associados e associadas com direito a voto no pleito;

g)

o voto seja pessoal e secreto;

h)

urnas em quantidade e localização suficientes para assegurar a todos os associa-dos e associaassocia-dos o direito ao voto.

IV.

a participação de, no mínimo, 30% (trinta por cento) de mulheres trabalhadoras rurais nas instâncias deliberativas das entidades (Diretoria, Conselho Fiscal e as res-pectivas suplências, consideradas separadamente, Conselhos Deliberativos e Con-gressos);

CAPÍTULO VII

DA GESTÃO SINDICAL

Art. 13 –

A gestão administrativa e financeira das entidades sindicais devem se nor-tear pelos princípios básicos da democracia, participação, organicidade, transparên-cia, publicidade, eficiência e eficácia dos seus processos gerenciais.

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Art. 14

– É vedado ao dirigente sindical:

I.

deixar de prestar conta, pelo menos uma vez ao ano, da gestão financeira da enti-dade sindical;

II.

deixar de elaborar, anualmente, o planejamento da entidade, estabelecendo plano de metas e previsão financeira, que, obrigatoriamente, deverá ser feito em momento distinto ao de prestação de contas;

III.

delegar os poderes definidos pelo Estatuto para terceiros, sejam ou não da cate-goria, ressalvadas as hipóteses previstas no próprio Estatuto;

IV.

ao final do mandato, deixar de prestar contas de sua gestão financeira, em especial com relação ao patrimônio da entidade sindical;

V.

utilizar os bens e os recursos da entidade em proveito próprio ou de terceiros;

VI.

por ação ou omissão, contribuir para a dilapidação do patrimônio da entidade;

VII.

utilizar o critério de parentesco para justificar a contratação de qualquer funcioná-rio ou funcionária da entidade;

VIII.

apropriar-se de bens ou quantias pertencentes à entidade;

IX

. deixar de repassar as quantias devidas às demais entidades do MSTTR, referentes às contribuições arrecadadas dos filiados e filiadas e dos integrantes da categoria em geral;

§ 1º -

A contratação de parente, em linha direta ou por afinidade, de qualquer dirigen-te, estará condicionada à aprovação da Assembléia Geral, no caso dos STRs e dos respectivos Conselhos Deliberativos, nos casos das FETAGs e da CONTAG.

§ 2º -

A prestação de contas deverá ser feita de maneira simples e acessível aos membros da categoria, comparada com o planejamento para o mesmo período, para que todos possam votar pela sua aprovação ou rejeição com plena consciência.

CAPÍTULO VIII

DO DIREITO DE DEFESA

Art. 15 –

A toda pessoa ou entidade acusada da prática de alguma irregularidade é assegurado à adoção de procedimentos previamente estabelecidos para a aplicação de qualquer punição e o mais amplo direito de defesa, que poderá ser exercido pes-soalmente ou através de advogado.

Art. 16 –

Das punições aplicadas pela Diretoria da Entidade caberão, obrigatoria-mente, recursos para a Assembléia Geral, no caso dos STRs, e para os respectivos Conselhos Deliberativos, nos casos das FETAGs e da CONTAG.

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CAPÍTULO IX

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E

TRANSITÓRIAS

Art. 17 -

Constitui violação deste CÓDIGO o dirigente sindical, por ação ou omissão, prejudicar ou obstaculizar a consecução de qualquer de seus dispositivos.

Art. 18 -

No caso de punição à entidade, esta deverá ser decidida pelo Conselho Deliberativo da Federação, no caso do Sindicato, e pelo Conselho Deliberativo da CONTAG, no caso da FETAG e da CONTAG.

Art. 19 –

Até a realização do 9º Congresso Nacional de Trabalhadores e Trabalhado-ras Rurais, este Código poderá ser modificado, no todo ou em parte, pelo Conselho Deliberativo da CONTAG, em Assembléia Geral convocada especificamente para este fim, a partir de iniciativa:

I –

da Comissão Nacional de Ética;

II –

da Diretoria Executiva da CONTAG;

III –

das Diretorias Executivas de 3(três) ou mais FETAGs.

Art. 20 –

O presente CÓDIGO será objeto de revisão, no todo ou em parte, no 9º Congresso Nacional de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, devendo ser discutido por todos os delegados e delegadas.

Art. 21 –

O Conselho Deliberativo da CONTAG decidirá sobre os casos omissos e questões controversas do presente CÓDIGO.

Art. 22 -

Este CÓDIGO entrará em vigor em 10 de março de 2003.

GUILHERME PEDRO NETO

Presidente da Comissão Nacional de Ética

MANOEL JOSÉ DOS SANTOS

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GUILHERME PEDRO NETO

Presidente da Comissão Nacional de Ética

Amarildo Carvalho de Souza Anna Carolina C. B. Teixeira Antenor Martins de Lima FIlho Antônia Lúcia Flávia de Lima Antonio Gilberto Viegas Da Silva Antonio Ricardo Farani C. Matos Armando Santos Neto

Carlos Eduardo C. Silva Cléia Anice da M. Porto Décio Lauri Sieb

Eliene Novaes Rocha Eliziário Noé Boeira Toledo Érika Danyelle S. Galindo Evandro José Morello Givanilson Porfirio Da Silva Iara Duarte Llins

Ivaneck Perez Alves José Arnaldo de Brito Jose Lourenco Cadona Julia Grassetti

Luismar Ribeiro Pinto Luiz Vicente Facco

Marcos Pereira dos Santos Margarita Salinas

Maria Aparecida Silva De Sousa Maria Cavalcante Vicente Maria José Costa Arruda

Maria do Carmo de Andrade Lima Maria do Socorro Cerqueira Simas Maria do Socorro Souza

Marleide B. de Sousa Rios Paulo Jarbas de Caldas Osório Paulo de Oliveira Poleze Raimunda Oliveira SIlva Ronaldo Ramos

Referências

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