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PLANO DE CURSO CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA PARA INTERNET INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO

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Academic year: 2021

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PLANO DE CURSO

CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA PARA INTERNET INTEGRADO AO

ENSINO MÉDIO

Janaúba– MG 2020

(2)

Presidente da República

JAIR MESSIAS BOLSONARO

Ministro da Educação

MILTON RIBEIRO

Secretária de Educação Profissional e Tecnológica

ELINE NEVES BRAGA NASCIMENTO

Reitor

Profª. JOAQUINA APARECIDA NOBRE DA SILVA

Pró-Reitor de Administração e Planejamento

Prof. EDMILSON TADEU CASSANI

Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional

Prof. ALISSON MAGALHÃES CASTRO

Pró-Reitor de Ensino

Prof. RICARDO MAGALHÃES DIAS CARDOSO

Pró-Reitora de Extensão

Profª MARIA ARACI MAGALHÃES

Pró-Reitor de Pesquisa, Inovação Tecnológica e Pós-Graduação

Prof. ROGÉRIO MENDES MURTA

Diretor – Campus Janaúba

Prof. FERNANDO BARRETO RODRIGUES

Diretor Geral de Ensino – Campus Janaúba

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Equipe Organizadora

RÔMULO SILVEIRA RAMOS – Coordenador do Curso

CARLOS MANUEL PEREIRA DA COSTA FILHO – Diretor de Ensino FELIPE CEZAR DE CASTRO ANTUNES – Professor E.B.T.T. HELLEN VIVIAN MOREIRA DOS ANJOS – Professora E.B.T.T.

JUCIELLE MACEDO ALVES – Pedagoga

Equipe Técnica da Pró-Reitoria de Ensino Pró-Reitor de Ensino

Prof. RICARDO MAGALHÃES DIAS CARDOSO

Diretor da Diretoria de Ensino

Prof. WALLAS SIQUEIRA JARDIM

Pesquisador Institucional

THIAGO MACHADO e ANDRADE

Coordenadora do Registro de Diplomas

VERANILDA LOPES MOURA FERNANDES

Coordenadora de Ingresso

AILSE DE CÁSSIA QUADROS

Diretora do Departamento do Ensino Técnico

ANA CECÍLIA MENDES GONÇALVES

Núcleo de Ações Inclusivas

ALINE SILVÂNIA FERREIRA DOS SANTOS

Diretor do Departamento do Ensino Superior

Prof. ROBERTO MARQUES SILVA

Elaboração dos Planos das Unidades Curriculares

Professores responsáveis pelas respectivas disciplinas

Professores da Base Comum Nacional e Professores da Formação Profissional do Campus Janaúba

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SUMÁRIO

1 APRESENTAÇÃO ... 5 1.1 APRESENTAÇÃO GERAL ... 5 1.2 APRESENTAÇÃO DO CAMPUS ... 7 2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ... 7 3 JUSTIFICATIVA ... 8 4 OBJETIVOS ... 10 4.1 Objetivo Geral ... 10 4.2 Objetivos Específicos ... 11

5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA PARA INTERNET ... 11

5.1 Perfil profissional de conclusão do curso ... 11

5.2 Orientações Metodológicas ... 12

5.3 Estratégias Metodológicas para a Integração dos Conhecimentos... 17

5.4 Eixo integrador ... 19

5.4.1 Práticas de Integração Disciplinar ... 20

5.5 Matriz Curricular do Curso ... 22

5.6 Ementas ... 24

5.7 PRÁTICA PROFISSIONAL ... 72

5.7.1 Estágio Curricular ... 73

5.8 Critérios de avaliação da aprendizagem aplicados aos alunos do curso ... 74

5.8.1 Modalidades de avaliação: ... 75

5.8.2 Recuperação Paralela e Parcial ... 76

5.8.3 Recuperação Final ... 77

5.9 Ações Integrativas ... 78

6 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES ... 78

7 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO ... 78

8 PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ENVOLVIDO NO CURSO ... 79

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8.2 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ENVOLVIDO DIRETAMENTE COM O CURSO:

... 79

8.3 CORPO DOCENTE ENVOLVIDO DIRETAMENTE COM O CURSO: ... 80

9 INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS OFERECIDOS AOS PROFESSORES E ALUNOS DO CURSO ... 81

9.1 Ambientes Disponíveis no campus utilizados pelo Curso ... 81

9.2 Infraestrutura de Telecomunicações e Informática ... 81

9.3 Infraestrutura de Laboratórios Específicos do Curso ... 82

9.4 Biblioteca ... 82

9.5 Instalações ... 82

9.6 Equipamento e Mobiliário ... 83

9.7 Recursos Tecnológicos ... 83

10 CERTIFICADOS E DIPLOMAS EXPEDIDOS AOS CONCLUINTES DO CURSO ... 83

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1 APRESENTAÇÃO

1.1 APRESENTAÇÃO GERAL

Em 29 de dezembro de 2008, com a sanção da Lei Federal nº 11.892, que cria no Brasil 38 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, por meio da junção de Escolas Técnicas Federais, CEFETs, Escolas Agrotécnicas e Escolas vinculadas às Universidades, o Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) surge com a relevante missão de promover uma educação pública de excelência por meio da junção indissociável entre ensino, pesquisa e extensão, interagindo pessoas, conhecimento e tecnologia, visando proporcionar a ampliação do desenvolvimento técnico e tecnológico da região norte mineira.

O Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) é uma instituição de educação superior, básica e profissional, pluricurricular, multicampi e descentralizada, especializada na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino, com base na conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos com sua prática pedagógica. Sua área de abrangência é constituída por 126 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Norte de Minas, parte do Noroeste e parte do Jequitinhonha), ocupando uma área total de 184.557,80 Km². A população total é de 2.132.914 habitantes, segundo o Censo Demográfico de 2000 (BRASIL, IBGE, 2000).

Neste contexto, o IFNMG agrega (10) Campi, nos municípios: Almenara, Araçuaí, Arinos, Diamantina, Janaúba, Januária, Montes Claros, Pirapora e Salinas, Teófilo Otoni. Após o anúncio do plano de expansão Fase III da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, o IFNMG passou a atender mais três microrregiões, sendo os municípios de Janaúba, Diamantina, Teófilo Otoni e Porteirinha.

Assim, vimos apresentar o Plano de Curso de Técnico em Informática para Internet, sendo esta sua segunda versão, buscando atender aos anseios das regiões supracitadas, considerando que o curso foi escolhido por meio de formulário eletrônico respondido por 1.072 pessoas e apresentado em audiência pública realizada na cidade de Janaúba.

A construção deste Plano de Curso pautou-se na legislação vigente, no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), no Projeto Político Pedagógico (PPP) e nos princípios democráticos, contando com a participação dos profissionais da área do curso e da equipe pedagógica. A proposta aqui apresentada tem por finalidade retratar a realidade vivenciada pelo campus quanto à atualização, adequação curricular, realidade cultural e social, buscando garantir o interesse, os anseios e a qualificação da clientela atendida, despertando o interesse para o ensino, a pesquisa e a extensão e ainda, ao prosseguimento vertical dos estudos.

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Cita-se a legislação consultada: a Lei Federal nº 9394 de 20/12/96 que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o Decreto nº 5154 de 23/07/04 que regulamenta o parágrafo 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da lei nº 9394/96 e dá outras providências; Parecer CNE/CEB nº 11/2012 que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio; Resolução CNE/CEB nº 6/2012 Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio e Catálogo Nacional de Cursos Técnicos – Resolução CNE/CEB nº1, de 5 de Dezembro de 2014.

É preciso pensar, debater e articular coletivamente os desafios e possibilidades, incluindo aí um olhar crítico, atento para as mudanças e, prioritariamente, para a realidade e expectativa dos edu-candos que se matriculam em nossos cursos, seus anseios e necessidades. Assim, expomos neste do-cumento a estrutura que orientará a nossa prática pedagógica do Curso Técnico em Informática para Internet, entendendo que o presente documento está passível de ser ressignificado e aprimorado sem-pre que se fizer necessário.

1.2 APRESENTAÇÃO DO CAMPUS

O IFNMG – Campus Avançado Janaúba está localizado no Norte de Minas Gerais, no território da Cidadania da Serra Geral – Avenida Brasil, nº 334, Centro, com área de 360 m2. O território da Cidadania da Serra Geral, com uma área de abrangência de 21.711,619 Km2, reúne 17 municípios, com uma população de 293.142 habitantes, sendo que 105.196 vivem na zona rural, correspondendo à, aproximadamente, 35% do total de habitantes. De acordo com informações do Ministério do Desenvolvimento Agrário, possui 19.357 agricultores familiares, 1.793 famílias assentadas e 21 comunidades quilombolas.

Os municípios da Serra Geral são: Janaúba, Catuti, Espinosa, Gameleiras, Jaíba, Mamonas, Mato Verde, Matias Cardoso, Monte Azul, Montezuma, Nova Porteirinha, Pai Pedro, Porteirinha, Riacho dos Machados, Santo Antônio do Retiro, Serranópolis de Minas e Verdelândia. O município de Janaúba apresenta-se como o mais populoso da região, com 70.041 habitantes, de acordo com o IBGE (2010). Além disso, fica a uma distância máxima de 150 km dos demais municípios da região, o que o coloca em uma localização privilegiada. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,716, que é maior que o IDH médio da região. A População, em sua maioria, com baixo poder aquisitivo, tem expressiva necessidade de acesso às Ciências da Informação.

Neste contexto, o IFNMG – Campus Avançado Janaúba, instituição pública de ensino gratuito, cuja missão é promover educação de excelência por meio de ensino, pesquisa e extensão, interagindo pessoas, conhecimento e tecnologia e proporcionando o desenvolvimento da região Norte de Minas,

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apresenta, em 2015, o seu primeiro Plano de Curso Técnico em Informática para Internet integrado. Tal projeto foi proposto com base no formulário eletrônico respondido por 1.072 pessoas e apresentado em audiência pública realizada na cidade de Janaúba, considerando ainda, aspectos e tendências da região (APL's e APR's) tendo como base alguns setores econômicos e sua participação no PIB dos municípios da microrregião de Janaúba, onde se destacam os setores de serviços com 64,6%, seguido pelo setor agropecuário com 23% e o setor industrial com 12,4% de acordo com dados do IBGE (2010).

Procuramos, coletivamente, repensar os desafios e possibilidades da área, atentando-se, para a realidade e expectativa dos educandos que se matricularão em nossos cursos.

2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

2.1 DENOMINAÇÃO DO CURSO: Curso Técnico em Informática para Internet Integrado ao Ensino Médio

2.2 EIXO TECNOLÓGICO: Informação e Comunicação 2.3 CARGA HORÁRIA TOTAL:3300 horas

2.4 MODALIDADE: Presencial 2.5 FORMA: Integrada

2.6 ANO DE IMPLANTAÇÃO: 2016

2.7 HABILITAÇÃO: Técnico em Informática para Internet 2.8 TURNO DE OFERTA: Integral

2.9 REGIME DE OFERTA: Anual

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2.11 PERIODICIDADE DE OFERTA DE VAGAS: Anual

2.12 REQUISITOS DE FORMA DE ACESSO: Processo Seletivo 2.13 DURAÇÃO DO CURSO: 03 anos

2.14 AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO: Portaria n° 0882/2015 – Reitor/ 2015 2.15 LOCAL DE OFERTA: IFNMG – Campus Avançado Janaúba. Endereço: Avenida Brasil 334-Centro, Janaúba MG - Cep: 39440-000

3 JUSTIFICATIVA

Vislumbrando uma transformação positiva na vida da comunidade gorutubana e região da Serra Geral, por meio da oferta de uma formação técnica de qualidade, e com a finalidade de atender às exigências da sociedade moderna, que requer profissionais com uma sólida formação, é que o IFNMG – Campus Avançado de Janaúba, oferecerá o Curso Técnico em Informática para Internet Integrado ao Ensino Médio, buscando atender a carência de profissionais desta esfera de conhecimento na região Norte de Minas Gerais e, sobretudo, na microrregião de Janaúba – MG,

A escolha de tal curso se deveu em razão de uma pesquisa realizada pela internet, a qual teve objetivo de consultar a população a respeito de quais cursos atenderia os anseios da região, sendo apresentada em audiência pública realizada no dia 16/05/2014. Nessa pesquisa o curso de informática foi sinalizado como sendo um dos cursos com maiores possibilidades de ser implantado.

Os dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE 2010), revelam que 36% da sua população situa-se na faixa etária de 0-19 anos. Apenas 3.520 alunos estão matriculados no Ensino Médio na cidade (IBGE 2015), o que revela uma grave descontinuidade da educação por parte desses jovens. A situação não é diferente quando se considera as cidades da microrregião da Serra Geral como um todo. Dessa forma, uma formação profissional técnica de iniciativa do governo federal certamente oportunizará qualificação para o mundo do trabalho, devolvendo a essa população a dignidade que só se dá pelo trabalho, na dimensão mais profunda que essa palavra pode alcançar.

Faz-se imprescindível destacar que a localização geográfica e socioeconômica dos municípios atendidos pelo Campus Avançado de Janaúba é um motivo importante para se compreender o relevo que a implantação de um curso Técnico em Informática para Internet terá nesse contexto,

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contribuindo sobremaneira para o desenvolvimento educacional e social de toda a região.

O curso em questão visa atender uma demanda social que exige preparação e qualificação da força de trabalho, capaz de desenvolver e gerar tecnologias para o exercício da cidadania e para o trabalho, no que se refere às exigências do atual período técnico-científico informacional.

A sociedade está altamente baseada nas inovações tecnológicas, então, faz-se relevante repensar atitudes, rever conceitos e superar alguns paradigmas. Nesse contexto, com base nas ideias de Feldmann (2005), sabe-se que o maior desafio imposto à educação em geral encontra-se na compreensão da grande mudança do universo do conhecimento que, potencializado pela revolução tecnológica, tem mudado de maneira significativa as formas de ensinar e de aprender.

Cabe ressaltar que todos os espaços do cenário atual e, mais especificamente, do labor humano, estão sendo invadidos pela informática. As transformações e inovações ocorrem com grande rapidez. Portanto, oferecer o Curso Técnico em Informática para Internet com a preocupação em atualizar e inovar a proposta pedagógica justifica-se significativamente, afinal, o ingresso ou desenvolvimento do indivíduo no mundo da Ciência da Informação é um largo passo para assegurar o exercício da cidadania.

A formação de técnicos em informática para internet, atualizados e capacitados, é para o IFNMG – Campus Avançado de Janaúba, uma importante contribuição a essa cidade e região na democratização desse saber. Assim, o Curso Técnico em Informática para internet encontra justificativa em:

I. Atender a demanda local, para garantir a formação especializada para atuar nos di-versos setores de informática;

II. O conhecimento e uso da tecnologia de informação é uma exigência no meio técnico-científico informacional, podendo colaborar para o planejamento, desenvolvimento e avaliação de projetos e programas de linguagens diversas;

III. Diversificação do campo de trabalho para o profissional de informática, que poderá atuar nos setores públicos e privados;

IV. Oferta de mão de obra qualificada.

Enquanto Instituição Federal de Ensino que oferta Educação Profissional Básica, Técnica e Tecnológica, urge a nossa obrigação social de entender a realidade, para nela atuar com responsabilidade. É a partir deste diagnóstico inicial que o IFNMG – por meio de seu campus avançado na cidade de Janaúba, iniciará o seu trabalho de proporcionar formação de qualidade por

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meio deste curso integrado em informática para internet.

Nesse sentido, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais – Campus Avançado de Janaúba reconhece, como imperativa, a capacitação de profissionais na área de Informática, com formação básica adequada, buscando dotá-los de uma visão crítica, com capacidade plena de avaliação e reavaliação de seu desempenho e de adaptação, com competência, às novas exigências geradas pelo avanço científico e tecnológico e as exigências conjunturais em permanente evolução.

4 OBJETIVOS 4.1 Objetivo Geral

O Curso Técnico em Informática para Internet objetiva capacitar profissionais para o mundo do trabalho, considerando seu dinamismo e ofertando-lhes meios que os qualifiquem a exercer atividades relacionadas ao uso de tecnologias diversas na área da informação e comunicação, melhorando a qualidade dos serviços prestados em informática na região.

4.2 Objetivos Específicos

• Utilizar a informática como ferramenta de apoio às atividades de qualquer ramo de setor pro-dutivo;

• Ter uma atitude ética, humanística e responsável socialmente;

• Ampliar a utilização de linguagens e códigos próprios da sua área de atuação em situações sociais, de forma reflexiva e argumentativa;

• Conhecer, administrar e operacionalizar sistemas operacionais proprietários/software livre em ambientes gráfico e terminal, bem como a instalação e utilização de softwares aplicativos nesses ambientes;

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• Implantar e administrar sistemas operacionais de redes de computadores, bem como a criação de serviços voltados à internet, como serviços de banco de dados, hospedagem de páginas web e de aplicativos web;

• Criar e manter da estrutura de banco de dados;

• Desenvolver softwares, seguindo as especificações de programação e das linguagens de pro-gramação voltados à Web;

• Desenvolver ambientes com interfaces gráficas seguindo critérios ergonômicos de navegação;

• Implementar e realizar manutenção de sistemas de conteúdos e aplicações para Internet (pá-ginas, sítios e portais).

5 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA PARA INTERNET

5.1 Perfil profissional de conclusão do curso

Nos estudos de demanda profissional da área de Informática, no contexto socioeconômico regional, verifica-se a necessidade mais urgente da formação genérica, uma vez que esta área contempla um conjunto bastante diversificado de atividades produtivas. De acordo com os objetivos estabelecidos neste projeto e com a matriz curricular que nortearão o itinerário formativo, o perfil profissional deverá compreender o desenvolvimento das competências a seguir:

➢ Identificar o funcionamento e relacionamento entre os componentes de computadores e seus periféricos, mantendo e configurando, isolados ou em redes, periféricos e sof-twares;

➢ Instalar, desinstalar, configurar e manipular softwares básicos e aplicativos, assim como analisar e operar os serviços e funções de sistemas operacionais, dando suporte às necessidades do usuário no tocante às aplicações eletrônicas;

➢ Compreender a arquitetura de redes, instalando seus dispositivos, criando uma estru-tura que propicie o funcionamento harmônico entre esses dispositivos;

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➢ Implementar um ambiente de controle e gerenciamento centralizado em uma rede de dados;

➢ Implementar algoritmos e aplicá-los a uma linguagem de programação;

➢ Desenvolver e implantar softwares, utilizando linguagens de programação e banco de dados voltados à WEB, com ferramentas de gerenciamento voltadas para o mercado, seguindo as especificações e paradigmas da lógica de programação;

➢ Realizar procedimentos para operação de Banco de Dados;

Desenvolver Websites, construindo soluções que auxiliam o processo de criação de interfaces e aplicativos empregados no comércio e marketing eletrônicos.

5.2 Orientações Metodológicas

As orientações metodológicas que guiarão o currículo integrador em que este curso está amparado baseiam-se nas ideais de Ramos (2007, p. 14) que acredita que a forma integrada de oferta do ensino médio com a educação profissional obedece a algumas diretrizes ético-políticas, a saber: integração de conhecimentos gerais e específicos; construção do conhecimento pela mediação do trabalho, da ciência e da cultura; utopia de superar a dominação dos trabalhadores e construir a emancipação – formação de dirigentes. Sob esses princípios, é importante compreender que o ensino médio é a etapa da educação básica em que a relação entre ciência e práticas produtivas se evidencia; é a etapa biopsicológica e social de seus estudantes em que ocorre o planejamento e a necessidade de inserção no mundo do trabalho, no mundo adulto. Disto decorre o compromisso com a necessidade dos jovens e adultos de terem a formação profissional mediada pelo conhecimento.

Para o alargamento da compreensão dessa nova escola, unitária e politécnica por natureza, faz-se imperioso considerar os conceitos que são inerentes a uma perspectiva integrada de educação. Para Kuenzer (2005), um primeiro conceito é a politecnia, que significa o domínio intelectual da técnica e a possibilidade de exercer trabalhos flexíveis, recompondo as tarefas de forma criativa; supõe a superação de um conhecimento meramente empírico e de formação apenas técnica, através de formas de pensamento mais abstratas, de crítica, de criação, exigindo autonomia intelectual e ética. Ou seja, para a autora, é mais que a soma de partes fragmentadas; supõe uma rearticulação do conhecido, ultrapassando a aparência dos fenômenos para compreender as relações mais íntimas, a organização peculiar das partes, descortinando novas percepções que passam a configurar uma compreensão nova e superior da totalidade, que não estava dada no ponto de partida. A politecnia cria a possibilidade de construção do novo, permitindo aproximações sucessivas da verdade, que nunca

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se dá a conhecer plenamente; por isto, o conhecimento resulta do processo de construção da totalidade, que nunca se encerra, pois há sempre algo novo para conhecer.

O trabalho como princípio educativo, conceito também ligado à integração. Para Ramos (2007), no seu sentido ontológico, como processo inerente da formação e da realização humana, não é somente a prática econômica de se ganhar a vida vendendo a força de trabalho; antes de o trabalho ser isto – forma específica que se configura na sociedade capitalista – o trabalho é a ação humana de interação com a realidade para a satisfação de necessidades e produção de liberdade. Nesse sentido, trabalho não é emprego, não é ação econômica específica. Trabalho é produção, criação, realização humana. Compreender o trabalho nessa perspectiva é compreender a história da humanidade, as suas lutas e conquistas mediadas pelo conhecimento humano. Para a autora, compreender a relação indissociável entre trabalho, ciência e cultura significa compreender o trabalho como princípio educativo, o que não se confunde com o “aprender fazendo”, nem é sinônimo de formar para o exercício do trabalho. Considerar o trabalho como princípio educativo equivale dizer que o ser humano é produtor de sua realidade e, por isto, se apropria dela e pode transformá-la. Equivale dizer, ainda, que nós somos sujeitos de nossa história e de nossa realidade. Em síntese, o trabalho é a primeira mediação entre o homem e a realidade material e social.

A LDB, em seu artigo 35, inciso IV, ao propor a formação tecnológica básica como eixo do currículo, aponta a síntese entre o conhecimento geral e o específico, determinando novas formas de selecionar, organizar e tratar metodologicamente os conteúdos. (KUENZER, 2009, p. 38). Essa concepção para a autora é correta por tomar o conceito de trabalho como práxis humana, ou seja, o conjunto de ações, materiais, espirituais, que o homem, enquanto indivíduo e humanidade, desenvolve para transformar a natureza, a sociedade, os outros homens e a si próprio com a finalidade de produzir as condições necessárias à sua existência. Desse ponto de vista, toda e qualquer educação sempre será educação para o trabalho.

Outro conceito inerente à integração é o da práxis. Kuenzer (2005) infere que a escola constituiu-se historicamente como uma das formas de materialização da divisão capitalista do trabalho entre indivíduos distintos, ou seja, como o espaço por excelência, do acesso ao saber teórico, divorciado da práxis, representação abstrata feita pelo pensamento humano, e que corresponde a uma forma peculiar de sistematização, elaborada a partir da cultura de uma classe social. E, não por coincidência, é a classe que detém o poder material que possui também os instrumentos materiais para a elaboração do conhecimento. (Marx; Engels, s.d.) Assim a escola, fruto da prática fragmentada, expressa e reproduz esta fragmentação, por meio de seus conteúdos, métodos e formas de organização e gestão. Nesse sentido, a práxis educativa, que é a síntese da teoria e prática, vê-se esvaziada pela

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lógica da polarização das competências. É prática, por ser capaz de transformar a natureza, orientando a ação humana e teórica, na medida em que esta ação é consciente.

A formação omnilateral também está ligada à integração por expressar, de acordo com Ramos (2007) uma concepção de formação humana, com base na integração de todas as dimensões da vida no processo formativo. Este sentido da integração ainda não considera a forma ou se a formação é geral ou profissionalizante. Também pode orientar tanto a educação básica quanto a educação superior. A integração, neste sentido, possibilita a formação omnilateral dos sujeitos, pois implica a integração das dimensões fundamentais da vida que estruturam a prática social. Essas dimensões são o trabalho, a ciência e a cultura. O trabalho compreendido como realização humana inerente ao ser (sentido ontológico) e como prática econômica (sentido histórico associado ao respectivo modo de produção); a ciência compreendida como os conhecimentos produzidos pela humanidade que possibilita o contraditório avanço produtivo; e a cultura, que corresponde aos valores éticos e estéticos que orientam as normas de conduta de uma sociedade.

Para que se entenda como está ocorrendo a integração da educação profissional ao ensino médio a partir dessas concepções é preciso chegar ao chão da escola, com a compreensão que as categorias que norteiam a integração, seja a politecnia, o trabalho como princípio educativo; a formação omnilateral; o trabalho; a ciência e a cultura, estejam expressas no trabalho pedagógico de cada professor, não no trabalho fragmentado das disciplinas que não dialogam entre si, mas pelo diálogo entre elas na construção de uma nova forma, que supere a sobreposição de conhecimentos expressos nos conteúdos.

O Ensino Médio, desta maneira, precisa formar amplamente o ser humano a fim de fazê-lo verdadeiramente integrado à sociedade. Fazer parte desta sociedade com dignidade significa encontrar o caminho da realização. Por isso, urge a necessidade de se encontrar uma identidade para este nível de ensino, o que poderia apontar importantes indícios para a construção de um ensino forte capaz de responder efetivamente às demandas concretas da juventude.

Uma escola dessa natureza, para Ramos (2007, p. 2) precisa ser politécnica; isto é, uma educação que, ao propiciar aos sujeitos o acesso aos conhecimentos e à cultura construídos pela humanidade, propicie a realização de escolhas e a construção de caminhos para a produção da vida. Esse caminho é o trabalho. O trabalho no seu sentido mais amplo, como realização e produção humana, mas também o trabalho como práxis econômica. Com isso, são apresentados os dois pilares conceituais de uma educação integrada: um tipo de escola que não seja dual, ao contrário, seja unitária, garantindo a todos o direito ao conhecimento; e uma educação politécnica, que possibilita o acesso à cultura, a ciência, ao trabalho, por meio de uma educação básica e profissional.

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dificuldades, mas não a impossibilidade de sua implantação, desde que apoiados por um projeto firme e coerente para sua realização, que supõe: a superação da mentalidade conservadora dos padrões pedagógicos vigentes, assim como de posições políticas adversas ao discurso da formação integrada e da educação emancipatória que tenha base na crítica à sociedade de mercado; gestão e participação democrática nas instituições educacionais; estudo e qualificação conceitual e prática dos professores; envolvimento do quadro docente permanente e transformação dos vínculos precários de trabalho para proporcionar a todos os professores condições materiais (instalações, laboratórios etc.) e condições dignas de trabalho, salariais, de carreira e compromisso com as instituições.

O Curso Técnico em Informática para internet possui uma estrutura curricular dinâmica e flexível, sem pré-requisitos obrigatórios de disciplinas, apesar de estarem organizadas numa matriz curricular. Tem um eixo integrador que articula as várias disciplinas do curso. Importante salientar, ainda, que o conceito de disciplina adotado por essa concepção supera a visão fragmentada que, consequentemente, leva à especialização em detrimento da consideração do todo de que fazem parte. Ao contrário, trata-se de um conjunto de conhecimentos que possuem características próprias, rico na sua especificidade, porém, deverá ser trabalhada no sentido de promover uma apreensão da totalidade do conhecimento.

Visando a uma formação com qualidade, que responda aos interesses da demanda local e regional, suas disciplinas são agrupadas em três eixos temáticos e perpassadas pelo eixo integrador, a saber:

a) Geral: disciplinas embasadas em diversas ciências que contribuem para a formação na área de Informática: (linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas)

b) Parte Diversificada: Inglês e Espanhol

c) Profissional: integra as disciplinas da base de formação técnica em Informática, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do MEC e o perfil profissional desejado. d) Eixo Integrador: Tecnologia e Desenvolvimento Social.

A figura 1 demonstra como as disciplinas são agrupadas nos três eixos temáticos. FIGURA 1 – Divisão das disciplinas por eixos temáticos.

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Fonte: Elaboração Própria

Nota: Disciplinas agrupadas por eixos temáticos.

5.3 Estratégias Metodológicas para a Integração dos Conhecimentos

1) Articulação de conteúdos, objetivos e competências no seio da disciplina/unidade curricular (disciplinaridade) e através da troca de saberes entre disciplinas(interdisciplinaridade);

2) Integração de conteúdos não disciplinares (ex: temas de cidadania geral) em diversas discipli-nas, seja mediante uma ação didática individual, seja mediante uma ação articulada ou nego-ciada com outros docentes;

3) Utilização da pedagogia dos centros de interesses, com a escolha, preferencialmente negoci-ada, de um tema mobilizador, em torno do qual abordar-se-ão conteúdos de natureza especí-fica ou geral;

4) Contextualização da aprendizagem com a introdução de questões do quotidiano local, regional e nacional;

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5) Articulação teoria prática: estudada uma teoria, aos alunos cabem efetivá-la, na prática, ou delinear estratégias, projetos e formas de sua operacionalização, contribuindo para a resolução de problemas concretos;

6) Articulação prática-teoria: a partir de uma atividade prática, cabe aos alunos elaborar uma teoria que explique os fenômenos analisados;

7) Abordagem por projeto: esta abordagem é susceptível de propiciar uma aprendizagem dinâ-mica e motivadora, em que o conhecimento é “descoberto” e ou “aplicado” na perspectiva da concretização de um objetivo relevante;

8) Aprendizagem por pesquisa: dado um tema, questão ou problema, os alunos definem meto-dologias e formas de atuação que lhes permitam encontrar dados, informações ou conheci-mentos que permitem compreender a problemática em estudo;

9) O diálogo e a integração de conhecimentos curriculares: a conjugação de diferentes óticas disciplinares para a compreensão em profundidade de um dado tema, problema, fenômeno ou processo de produção, mediado pelas inúmeras manifestações de linguagem;

10) O esquema abaixo (figura 2), idealizado por Ramos e Ciavatta (2005) quer sugerir que qual-quer processo de produção e/ou fenômeno social possui múltiplas dimensões e a sua compre-ensão exige que nós o vejamos como totalidade.

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Fonte: Ramos e Ciavatta (2005)

Este esquema pressupõe uma outra postura epistemológica que se exige recorrendo a princípios e pressupostos da interdisciplinaridade e da visão totalizante da realidade.

Não se trata de somatório, superposição ou subordinação de conhecimentos uns aos outros, mas sim de sua integração na perspectiva da totalidade. (RAMOS, p. 17).

Isto significa a superação de dicotomias entre ciência/tecnologia, entre teoria/prática; a superação da visão compartimentada de saberes; e a apropriação com maior profundidade do conhecimento, hoje em ritmo cada vez mais acelerado de construção e desconstrução. É esse lidar com a tecnociência, em acelerada superação, que traz para dentro do processo de construção do conhecimento a necessidade de, definitivamente, instalar a pesquisa como princípio educativo, além do científico.

Diante desse universo, não se poderia prescindir do traçado de um novo paradigma pedagógico que ultrapassasse as propostas até então ofertadas. A necessidade é da construção de uma proposta que ultrapasse o rígido limite traçado pelas disciplinas convencionais e que se construa na perspectiva da integração disciplinar e interdisciplinar; um currículo que articule projetos transdisciplinares e ações disciplinares, considerando ainda o modelo rizomático de rede de saberes, como horizonte. Além disso, é necessário fortalecer o sentimento crítico a respeito do lugar e da história que se constrói e que projeto de sociedade se pretende. (concepção e diretrizes, p. 16).

Como síntese de todo conhecimento gerado no decorrer de cada ano letivo, propõe-se, como trabalho final optativo, a geração de um produto tecnológico pelos estudantes. A ideia é que sejam mobilizados todos os conhecimentos adquiridos ao longo do período, e, como síntese de todos esses saberes internalizados, os estudantes sejam capazes de contribuir com algum setor da comunidade: saúde, educação, segurança, economia, etc – por meio da geração de tecnologia para melhoria da qualidade de vida das pessoas.

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5.4 Eixo integrador

O eixo integrador dos conhecimentos que compõem a proposta curricular deste curso é Tecnologia e Desenvolvimento Social.

A LDB, em seu artigo 35, inciso IV, ao propor a formação tecnológica básica como eixo do currículo, aponta a síntese entre o conhecimento geral e o específico, determinando novas formas de selecionar, organizar e tratar metodologicamente os conteúdos. (KUENZER, 2009, p. 38).

Parte-se aqui do pressuposto de que é preciso que a educação ofertada assente-se na tecnologia como integradora do currículo que, consequentemente, gerará desenvolvimento social.

Toma-se, ainda, o conceito de trabalho como eixo integrador, como práxis humana, ou seja, o conjunto de ações, materiais, espirituais, que o homem, enquanto indivíduo e humanidade, desenvolve para transformar a natureza, a sociedade, os outros homens e a si próprio com a finalidade de produzir as condições necessárias à sua existência. Desse ponto de vista, toda e qualquer educação sempre será educação para o trabalho.

O planejamento conjunto por parte da equipe interdisciplinar pode levar à eleição de outros eixos integradores que podem ser um objeto de conhecimento, um projeto de intervenção, o desenvolvimento de metodologias inovadoras. Pode criar ou fortalecer relações de solidariedade entre os envolvidos na experiência, pois a interdisciplinaridade é, também, uma forma de ver e sentir o mundo, uma forma de estar no mundo, uma forma de se relacionar com o mundo e com o outro. (SANTOS, s/d, p.8).

Propõem-se, ainda, interfaces entre as disciplinas. Para isso, ao final de cada ementa, serão discriminadas as conexões existentes entre os saberes, tentando, desta maneira, trabalhar sob a ótica do todo e não das partes; recuperando a visão holística do saber.

5.4.1 Práticas de Integração Disciplinar

O Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrado em Informática para Internet contempla a interdisciplinaridade conforme as possibilidades de articulação entre as disciplinas, integrando as diferentes áreas do conhecimento de acordo com suas características e potencialidades, objetivando o máximo aproveitamento do conhecimento produzido e promovendo a integração dos resultados produzidos. Salienta-se que os interesses próprios de cada disciplina são preservados.

As práticas elaboradas pelos professores compreendem que suas disciplinas convirjam e possam melhor explorar um assunto em conjunto. Desta forma, cria-se um contexto de aplicação de

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diversos conhecimentos, sendo que cada disciplina técnica aborde com mais propriedade os saberes indispensáveis para resolução do problema.

Na disciplina de Fundamentos da Informática integra-se à disciplina de Língua Portuguesa, abordando os conceitos textuais e normas aplicadas às estruturação de trabalhos, elementos pré-textuais, textuais e pós-pré-textuais, bem como as práticas para elaboração dos mais diversos tipos textuais.

Em Linguagem de Programação, o desenvolvimento de algoritmos envolvendo a disciplina de Geografia atuando no processamento de mapas, como definição de distâncias através de algoritmos específicos na determinação de distâncias em mapas geográficos. Assim como na disciplina de Matemática na elaboração de algoritmos envolvendo vários cálculos da disciplina.

Na disciplina de Banco de Dados, juntamente a disciplina de Biologia e Química, a leitura de banco de dados biológicos na análise de sequenciamento genético, comparação entre sequências de DNA de indivíduos já povoados no intuito de determinar o grau de parentesco entre indivíduos e espécies, bem como técnicas de leitura e sequenciamento gênico.

Para as disciplinas de Desenvolvimento de Aplicativos Móveis e Física, tratando do desenvolvimento de softwares para dispositivos que interajam com dispositivos móveis através de uma plataforma de hardware, aplicando os aspectos da física em termologia e mecânica.

Nas disciplinas Desenvolvimento WEB I e II em concomitância às disciplinas de Artes, História e Filosofia, tendo elaboração de sites contendo modelagem gráficas para padronização de sites, bem como o uso da elaboração de imagens utilizando software de edição gráfica, assim como o desenvolvimento de portais com temáticas específicas estudadas no contexto histórico dos estudos práticos da história da humanidade, filosófico e social.

Em Redes e Sistemas Operacionais, Segurança de Redes e da Informação, em consonância com a disciplina Sociologia nos aspectos de convergirem o entendimento das redes de computadores quanto aos protocolos de comunicação análogos as interações sociais do ser humano na formação do pensamento de sociedade e na liberdade e segurança do pensamento humano.

Para as disciplinas de Noções de Administração e Empreendedorismo e Projeto de Sistemas WEB, o tratamento do desenvolvimento de projetos e sua documentação, conforme a criação de um plano de negócio empresarial e constituição de uma empresa.

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5.5 Matriz Curricular do Curso

CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA PARA INTERNET INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO CAMPUS AVANÇADO JANAÚBA

LDB 9.394/96, Art. 24; Resolução nº 6/2012 e Decreto nº 5.154/2004

E IXO INTE GRAD OR: T ec n ologi a e De se n volvi m en to Social Ár eas d o c on h ec ime n to Disciplinas

1ª Série 2ª Série 3ª Série TOTAL

Número de aulas por

se-mana

CH

Anual h/a Anual horas CH

Número de aulas por se-mana CH Anual h/a CH Anual ho-ras Número de aulas por se-mana CH Anual

h/a CH Anual horas CH h/a CH hora

Linguagens Língua Portu-guesa 4 160 133:20:00 4 160 133:20:00 4 160 133:20:00 Arte 0 0 1 40 33:20:00 0 0 Educação Fí-sica 2 80 66:40:00 2 80 66:40:00 2 80 66:40:00 Matemática Matemática 5 200 166:40:00 4 160 133:20:00 4 160 133:20:00 Ciências da na-tureza Biologia 2 80 66:40:00 2 80 66:40:00 2 80 66:40:00 Física 2 80 66:40:00 2 80 66:40:00 3 120 100:00:00 Química 2 80 66:40:00 2 80 66:40:00 2 80 66:40:00 Ciências huma-nas História 2 80 66:40:00 2 80 66:40:00 2 80 66:40:00 Geografia 2 80 66:40:00 2 80 66:40:00 2 80 66:40:00 Filosofia 1 40 33:20:00 1 40 33:20:00 1 40 33:20:00 Sociologia 1 40 33:20:00 1 40 33:20:00 1 40 33:20:00 Parte diversifi-cada Inglês 2 80 66:40:00 2 80 66:40:00 2 80 66:40:00 Espanhol 1 40 33:20:00 1 40 33:20:00 1 40 33:20:00 Total parcial 26 1040 866:40:00 26 1040 866:40:00 26 1040 866:40:00 3120 2600:00:00 Fundamentos da Informática 2 80 66:40:00 Linguagem de Programação 3 120 100:00:00

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For m ão p rofissi on al Desenvolvimento WEB I 2 80 66:40:00 Banco de Dados 2 80 66:40:00

Redes e Sistemas Operacionais 2 80 66:40:00

Desenvolvimento WEB II 3 120 100:00:00

Noções de Administração e

Em-preendedorismo 1 40 33:20:00

Desenvolvimento de

Aplicati-vos Móveis 2 80 66:40:00

Projeto de Sistemas WEB 2 80 66:40:00

Segurança de Redes e da

Infor-mação 2 80 66:40:00

Total parcial 7 280 233:20:00 7 280 233:20:00 7 280 233:20:00 840 700:00:00

Carga

Horá-ria Total 33 1320 1100:00:00 33 1320 1100:00:00 33 1320 1133:20:00 3960 3300:00:00

Resumo da Carga Horária Total

Total base nacional comum e diversificada 2600:00 hrs Total formação profissional 700:00 hrs

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5.6 Ementas

DISCIPLINA: FÍSICA

SÉRIE: 1ª CARGA HORÁRIA Hora aula: 80h/a Hora relógio:66:40:00

EMENTA

INTRODUÇÃO A FÍSICA: Algarismos significativos, notação científica e o sistema internacional de unidades, grandezas físicas escalares e vetoriais. MECÂNICA: cinemática, leis de newton e suas aplicações, leis da conservação da energia e da quantidade de movimento, gravitação universal e hidrostática.

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

Aulas dialogadas numa perspectiva de ensino de física com o enfoque ciência, tecnologia e sociedade. Enfatizando a alfabetização científica para uma formação cidadã do aluno. Serão empregados recursos audiovisuais, programas computacionais para a simulação de fenômenos físicos e atividades experimentais com materiais acessíveis de baixo custo. Também realizaremos a resolução intensiva de exercícios e o estudo dirigido em sala de aula.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BISCUOLA, Gualter José; VILLAS BÔAS, Newton; DOCA, Ricardo H. Física - Volumes 1, 2 e 3. 2º edição 2013. Editora: Saraiva.

XAVIER, Claudio, BARRETO, Benigno. Física aula por aula – Volumes 1, 2 e 3. 2º edição 2013. Editora: FTD.

FUKUI, Ana, DE MELO MOLINA, Madson, SANTIAGO DE OLIVEIRA, Venerando. Ser Protagonista 1º, 2º e 3º Anos - Ensino Médio. 2ª edição 2013. Editora: SM.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALVARENGA, Beatriz, MÁXIMO, Antônio. Física – Contexto & Aplicações - 1º, 2º e 3º Anos - Ensino Médio. 1ª edição 2013. Editora:Scipione.

SOARES, Paulo Toledo, RAMALHO JÚNIOR, Francisco, FERRARO, Nicolau Gilberto. Os Fundamentos da Física - Volumes 1, 2 e 3. Editora: Moderna.

FUKE, Luiz Felipe, YAMAMOTO, Kazuhito. Física para o ensino médio – Volumes 1, 2 e 3. 3ª edição 2013. Editora: Saraiva

HEWITT, Paul G. Física Conceitual–Volume Único. 11ª edição 2011. Editora: Bookman.

SAMPAIO, José Luiz, CALÇADA, Caio Sérgio. Física – Volume Único. 2º edição 2005. Editora Atual.

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DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA

SÉRIE: 1ª CARGA HORÁRIA Hora aula: 160 h/a Hora relógio:133:20:00

EMENTA

Desenvolvimento de técnicas de interpretação e compreensão textual, expressão oral e escrita na modalidade culta e formal do português. Usos da linguagem verbal e não-verbal nas diferentes variações linguísticas, nos tipos e gêneros textuais. Compreensão dos recursos utilizados no processo comunicativo. A língua padrão e seu funcionamento social. Acentuação tônica e gráfica. Sistema ortográfico Estudo das situações fonológicas e morfológicas na produção textual. Visão histórico-social e estudo de temas e obras literárias dos principais autores do Trovadorismo, Humanismo\Classicismo, Quinhentismo, Barroco, Arcadismo/neoclassicismo em diálogo com a produção contemporânea. Texto narrativo\dissertativo oral e escrito, seus gêneros e recursos linguísticos. Elementos coesivos: textual e frasal. Gêneros digitais.

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

A disciplina terá como eixo de articulação as diversas práticas da linguagem numa relação teoria-prática no que concerne aos diversos portadores textuais. Dentro dessa perspectiva, a linguagem em seus múltiplos olhares, será concebida dentro de diálogos entre a produção literária e suas escolas e a relação de tais discursos com a contemporaneidade.

Para tanto, serão realizados seminários de articulação de atualidades, que englobem a diversidade temática e da linguagem, com o objetivo de obter entre produtos dessa prática, a percepção e aprimoramento da oralidade, da abrangência temática e escrita como consequência. Ainda outras atividades a serem desenvolvidas, a saber:

-leitura de obras literárias e não literárias -debates e estudos dirigidos

-apresentações culturais

-exercícios de produção oral e escrita BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BARRETO, Ricardo Gonçalves. Português: ensino médio (Coleção Ser Protagonista). 1. ed. São Paulo: Edições SM, 2010.

BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. 37 ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Orientações Curriculares para o Ensino Médio:

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnológica,

2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 33. ed. São Paulo: Cultrix, 1999

CUNHA, Celso; CINTRA, Luís F. Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2013

GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em prosa moderna: Aprenda a escrever, aprendendo a pensar. Nova Ortografia. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2010.

Kury, Adriano da Gama. Para falar e escrever melhor o português.2.ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2012.

ROCHA LIMA, Carlos Henrique da. Gramática normativa da língua portuguesa. Segundo o Novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro: José Olympio, 2010.

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DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA

SÉRIE: 1ª CARGA HORÁRIA Hora aula:80 h/a Hora relógio:66:40:00

EMENTA

Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal sendo capaz de discerni-las e reinterpretá-las. Reconhecer na convivência e nas práticas pacíficas, maneiras eficazes de crescimento coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre os diversos pontos de vista postos em debates. Estabelecer as diferenças e semelhanças nas modalidades esportivas. Compreender o funcionamento do organismo humano aplicado as atividades corporais.

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

A metodologia tem como base o pensamento crítico-superador, o qual associa a dinâmica da sala de aula á intenção prática do aluno, para uma maior compressão da realidade, vivenciando práticas corporais relacionadas a cultura corporal de movimento por meio de manifestações evidenciadas na forma dos esportes, jogos e brincadeiras, ginasticas, atividades rítmicas e expressivas e lutas. Teremos também uma divisão entre o teórico e o prático, sendo 50% das aulas teóricas e a outra parte prática. Será reservado um espaço de tempo para aprofundamento dos conhecimentos esportivos com um grupo reduzido de alunos visando os jogos internos e o Jemg.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DARIDO Suraya Cristina; CONCEIÇÃO, Irene.Educação Física na escola:implicações para prática pedagógica. São Paulo: Artmed, 2007.

NAHAS, Marcos V. Atividade física, saúde e qualidade de vida: conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo.4. ed. Londrina: Midiograf, 2006.

SOARES, C. Lúcia et. al. (Coletivo de Autores). Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

DAÓLIO, Jocimar. Cultura, Educação Física e Futebol. Campinas: Editora da Unicamp, 1997. GRECO, Pablo Juan; ROMERO, Juan J. Fernandez. Manual de handebol: da iniciação ao alto

nível. São Paulo: Phorte, 2012.

KUNZ, Elenor (Org.). Didática da Educação Física – 1. Ijuí: Unijuí, 1998. MARCELLINO, Nelson. Lazer e Educação. 6. ed. Campinas: Papirus, 2000.

McARDLE, D.Willian; KATCH, Frank I; KATCH, Victor L. Fisiologia do exercício: Energia, nutrição e desempenho humano. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

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DISCIPLINA: MATEMÁTICA

SÉRIE: 1ª CARGA HORÁRIA Hora aula: 200h/a Hora relógio:166:40:00

EMENTA

Revisão: Operações com números naturais, inteiros e racionais. Critérios de divisibilidade. Números primos e compostos. Decomposição de números compostos em fatores primos. Razão proporção, regra de três simples e porcentagem. Produtos notáveis. Equações de 1º e 2º grau. Sistemas de equações com duas variáveis. Unidades de medidas. Áreas de figuras planas.

Conjuntos numéricos. Definição de funções. Funções lineares e afim. Função quadrática. Função Modular. Função exponencial. Função logarítmica. Funções: par, impar, injetora, bijetora, inversa e composta. Progressão Aritmética e Progressão Geométrica.

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

Prioriza-se o processo de formalização do conhecimento matemático e para o desenvolvimento de habilidades essenciais à leitura e interpretação da realidade e de outras áreas do conhecimento, com ênfase na investigação e invenção, situando como linguagem (instrumento de expressão) e raciocínio. O conjunto de competências e habilidades em Matemática deve auxiliar a desenvolver pode ser descrito tendo em vista este relacionamento com as demais áreas do saber, cada uma delas aglutinadora de área correspondente no Ensino Médio.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

IEZZI, Gelsonet. al: Matemática: ciência e aplicações, vol. 2. 6ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2010 IEZZI, Gelson et. al: Matemática: ciência e aplicações, vol. 2. 4ª Ed. São Paulo: Atual, 2006. PAIVA, Manoel : Matemática vol 2. São Paulo: Moderna, 2009

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BARROSO, Juliane Matsubara: Conexões com a Matemática vol1 1ª Ed - São Paulo: Moderna, 2010.

RIBEIRO, Jackson. Matemática: Ciência Linguagem e Tecnologia vol1 1ª Ed - São Paulo: Scipione, 2010

SMOLE, Kátia Cristina Stocco; DINIZ Ignez de Souza Vieira. Matemática Ensino Médio vol1, 6ª Ed – São Paulo: Saraiva, 2010.

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DISCIPLINA: BIOLOGIA

SÉRIE: 1ª CARGA HORÁRIA Hora aula: 80h/a Hora relógio:66:40:00

EMENTA

Bioquímica celular: água, sais minerais, vitaminas, carboidratos, lipídios, proteínas e ácidos nucléicos. Citologia: constituição da célula, membrana, citoplasma, núcleo, cromossomos e divisão celular. Metabolismo celular: respiração celular, fermentação, fotossíntese, quimiossíntese e síntese de proteínas. Histologia animal: tecidos epitelial, conjuntivo, sanguíneo, muscular e nervoso. Reprodução e desenvolvimento embrionário humano.

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

A disciplina será trabalhada com aulas expositivas buscando a interação dos conceitos celulares, embriológicos e ecológicos com a rotina dos alunos. Além disso, serão trabalhados diversos textos, vídeos, debates e experimentos buscando incentivar o pensamento crítico com as relações sócio-ambientais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LINHARES, S; GEWANDSZNAJDER, F. Biologia Hoje. vol.1. 2. ed.São Paulo: Ática, 2013. SILVA JÚNIOR, C.; SASSON, S.; CALDINI JÚNIOR, N. Biologia (Ensino médio). v.1.11. ed.São Paulo: Moderna, 2013.

AMABIS, J. M.; MARTHO, G. R. Biologia em contexto. v.1.1. ed.São Paulo: Moderna, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

LINHARES, S; GEWANDSZNAJDER, F. Biologia Hoje. vol.2. 2. ed.São Paulo: Ática, 2013. LINHARES, S; GEWANDSZNAJDER, F. Biologia Hoje. vol.3. 2. ed.São Paulo: Ática, 2013. SILVA JÚNIOR, C.; SASSON, S.; CALDINI JÚNIOR, N. Biologia (Ensino médio). v.2.11. ed.São Paulo: Moderna, 2013.

SILVA JÚNIOR, C.; SASSON, S.; CALDINI JÚNIOR, N. Biologia (Ensino médio). v.3.11. ed.São Paulo: Moderna, 2013.

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DISCIPLINA: QUÍMICA

SÉRIE: 1ª CARGA HORÁRIA Hora aula: 80 h/a Hora relógio: 66:40:00

EMENTA

Propriedades gerais, funcionais e específicas da matéria com ênfase na importância biológica da densidade, solubilidade e calor específico. Estados físicos da matéria. Mudanças de estado físico, a energia envolvida e o ciclo hidrológico. Identificação de materiais e substâncias. Métodos de separação de misturas e suas aplicações na obtenção de matérias primas para a indústria e agricultura. A teoria atômica e a constituição da matéria. Identificação do átomo (número atômico, número de massa e isótopos). Tabela e propriedades periódicas dos elementos químicos... Abordagem qualitativa de pH. Reações químicas. Grandezas químicas (Massa atômica, massa molecular, mol e massa molar). Tipos de fórmulas químicas. Volume molar dos gases. Cálculos químicos. Radioatividade e tipos de Radiação. Fusão, Fissão nuclear e produção de energia. Aplicações da radioatividade. Aspectos ambientais do uso de processos nucleares.

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

Os conteúdos terão desenvolvimento, com foco numa visão experiencial cotidiana e do conhecimento científico. D e s s e m o d o , a c o m p r e e n s ão do mundo no qual a química é parte integrante, por meio de resolução de problemas, fenômenos, que podem ser descritos por seus modelos com compreensão e utilização da linguagem química. Outras atividades a serem desenvolvidas, a saber: Aulas expositivas dialogadas; Pesquisas em livros, materiais impressos e virtuais; Estímulo a grupos de estudo e discussão; Exercícios sobre os conteúdos trabalhados; Ler textos de diferentes gêneros e participação de debates.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

KOTZ, J.C.; TREICHEL, P.M.; WEAVER, G.C. QUÍMICA GERAL: e reações químicas. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 1v.

PERUZZO, F.M.; CANTO, E.L. QUÍMICA: na abordagem do cotidiano. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2007.

USBERCO, J & SALVADOR, E. Química. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ROZENBERG, I.M. Química geral. São Paulo: Blucher, 2002.

LEMBO, Antônio; Groto, Robson . Química - Vol 1,2 e .3 Editora AtuaL, 2008 FONSECA, Martha Reis Marques.Química Integral - Vol. único. Editora FTD, 2008.

MORTIMER, Eduardo Fleury; MACHADO, Andréia Horta. Química Para o Ensino Médio.Editora. Scipione, 2009.

PERUZZO, F.M.; CANTO, E.L. QUÍMICA na abordagem do cotidiano. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2006. 3v.

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DISCIPLINA: HISTÓRIA

SÉRIE: 1ª CARGA HORÁRIA Hora aula: 80 h/a Hora relógio: 66:40:00

EMENTA

Introdução à história. Interpretações sobre as origens da humanidade. As primeiras sociedades. Povos da Antiguidade. Povos ameríndios e africanos. O mundo medieval. Nascimento e expansão do islã. Transição feudo-capitalista e nascimento do mundo moderno. Absolutismo e mercantilismo. Renascimento cultural e reformas religiosas. Expansão marítimo-comercial europeia. América e África nos tempos do colonialismo. Elementos culturais africanos, ameríndios, afro-brasileiros e de outras etnias na formação da sociedade brasileira.

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

O estudo de temas históricos promove habilidades e competências como criticidade, reflexão, contextualização, noções de temporalidade e autonomia intelectual. Incentiva o reconhecimento e respeito à diversidade étnica e cultural, valorizando as culturas africanas, notadamente as afro-brasileiras, dentre outras. Realiza-se por meio de metodologias diversas e estratégias interdisciplinares. Entre estas, destacam-se: aulas expositivas e dialogadas; leituras, análise de fontes históricas; produção escrita e seminários e projetos temáticos integrados a outros componentes curriculares. Por fim, na busca de um melhor aproveitamento das temáticas abordadas, as explanações dos conteúdos deverão associar-se a múltiplas linguagens, tais como a musical, dramatúrgica e telemática, ora agregadas como fontes de pesquisa, ora estimuladas como produção discente.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CHAUI, Marilena de Souza. Convite a filosofia. São Paulo: Ática, 2012.

FAUSTO, Boris. História do Brasil. 14ª ed. São Paulo: USP, 2012 (Didática; 1).

VAINFAS, Ronaldo et. al. História 1: das sociedades sem Estado às monarquias absolutistas. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRASIL. Ciências Humanas e Suas Tecnologias. Brasília: Ministério da Educação; Secretaria de Educação Básica, 2006 (Orientações Curriculares para o Ensino Médio; v. 3).

MICELI, Paulo. O feudalismo. São Paulo: Atual, 2011.

PINSKY, Jaime. As primeiras civilizações. São Paulo: Contexto, 2011. PINSKY, Jaime. 100 textos de história antiga. São Paulo: Contexto, 2012. SOUZA, Marina de Mello e. África e Brasil africano. São Paulo: Ática, 2007.

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DISCIPLINA: GEOGRAFIA

SÉRIE: 1ª CARGA HORÁRIA Hora aula: 80h/a Hora relógio: 66:40:00

EMENTA

Histórico da Geografia como ciência. Conceitos científicos básicos: paisagem, lugar, espaço, território, redes e região. Cartografia: localização e orientação, os mapas, representação gráficas, tecnologias modernas aplicadas à cartografia. Geografia Física e Meio Ambiente: estrutura geológica, as estruturas e formas do relevo, clima, solo, hidrografia, biomas e formações vegetais (classificação e situação atual). Dinâmica das populações humanas e suas influências dentro dos meios social, econômico e cultural. Formação das zonas urbanas, os seus crescimentos e problemas, especialmente os ambientais e sociais.

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

Neste sentido utilizaremos de aulas expositivas dialogada, recursos visuais como data show e vídeos com o objetivo de oportunizar a visualização de figuras e/ou elementos representativos na Geografia, instigando no aluno o interesse em compreender, analisar e interpretar os códigos específicos da Geografia (mapas, gráficos, tabelas, etc.), considerando-os como elementos de representação de fatos e fenômenos espaciais e/ou espacializados; como os fenômenos físicos, econômicos, sociais e políticos se materializam no espaço geográfico e o constituem. Em síntese, para uma otimização da aprendizagem serão utilizadas diversas técnicas de ensino, quais sejam: Aula expositiva dialogada, aula expositiva, estudo de texto, resumos, estudo dirigido, aulas orientadas, uso da informática, filmes, solução de problemas, resolução de exercícios, simulados, ensino em pequenos grupos, estudo de caso, palestras, entrevistas, fórum, estudo do meio, ensino com pesquisa, visitas e ensino individualizado.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MARINA, Lúcia; TÉRCIO. Geografia, série novo ensino médio. 3ª ed., São Paulo, Ática, 2007. MOREIRA, J. C.; SENE, E. Geografia geral e do Brasil, espaço geográfico e globalização. 3ª ed., São Paulo: Scipione, 2008.

SENE, Eustáquio de. Geografia: para o ensino médio. Vol. único. Rio de Janeiro: Scipione, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

DIAS, Leila Christina. Redes: emergência e organização. In: CASTRO, Iná Elias de; GOMES, Paulo Cesar da Costa; CORRÊA, Roberto Lobato (Org). Geografia: conceitos e temas. 12.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. p.143-162.

ROSS, Jurandyr Luciano Sanches. Ecogeografia do Brasil: subsídios para planejamento

ambiental. Oficina de Textos, São Paulo, 2009.

SANTOS, Milton. Por uma geografia das redes. In: SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e

tempo, razão e emoção. 4.ed. São Paulo: EDUSP, 2006. p.261-279.

SANTOS, Milton e SILVEIRA, Maria Laura. Cap. XII: As diferenciações no território e Cap. XIII: Urbanização: cidades médias e grandes. In: O Brasil: território e sociedade no início do século

XXI. 12 ed. Rio de Janeiro: Record, 2008. p.259-287.

TEIXEIRA, Wilson et al (Orgs.). Decifrando a Terra. 2. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009.

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DISCIPLINA: FILOSOFIA

SÉRIE: 1ª CARGA HORÁRIA Hora aula: 40 h/a Hora relógio:33:20:00

EMENTA

Descobrindo a Filosofia; A Experiência Filosófica; As Origens da Filosofia; Natureza e Cultura; O trabalho Humano; Linguagem, pensamento e cultura; O Conhecimento: Formas de conhecer, O conhecimento mítico, filosófico e científico; Mito e religião; Os Sofistas; Sócrates e os Sofistas; A política: Platão e a Política; O pensamento político de Aristóteles; Cidadania; Ética e Moral; Responsabilidade, dever e liberdade.

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

Analisar, refletir e debater acerca do papel da filosofia, enfatizando o homem e suas múltiplas dimensões. Neste sentido utilizaremos de aulas expositivas dialogada a história da filosofia antiga e suas implicações para o mundo contemporâneo. Serão avaliadas a questão do conhecimento a partir de suas consequências, possibilidades e a expressão de cada alunado, por meio da fala e da escrita, seu posicionamento diante de questões sociais e políticas no mundo contemporâneo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARANHA, Maia Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: Introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

COTRIM, Gilberto. Fundamentos da Filosofia: história e grandes temas. São Paulo: Saraiva, 2006. CHAUÍ, Marilena. Filosofia: série novo ensino médio. São Paulo: Ática, 2001.

(33)

DISCIPLINA: SOCIOLOGIA

SÉRIE: 1ª CARGA HORÁRIA Hora aula: 40 h/a Hora relógio:33:20:00

EMENTA

O que é Sociologia; O nascimento da Sociologia; O que é Sociedade; Os Tempos Modernos; O Comércio e as Cidades; O Século das Luzes; As Grandes Revoluções Modernas; A Indústria; A Razão; Os Clássicos da Sociologia: O Pensamento de Émile Durkheim: solidariedade e coesão, direito e anomia, ética e mercado; O Pensamento de Max Weber: os caminhos da racionalidade, mudanças e resistências, o protestantismo e o "espírito" do Capitalismo, o mundo desencantado. O Pensamento de Karl Marx: da cooperação à propriedade privada, as classes sociais, teoria e prática. Cultura. Ideologia, alienação; anomia, racionalização e desencantamento do mundo.

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

Utilizaremos de aulas expositivas dialogada sobre a sociedade, sua gênese e transformação como um processo aberto, ainda que historicamente condicionado e os múltiplos fatores que nelas intervém, como produtos das contradições que alimentam a ação humana a si mesmo como protagonista agente social; e os processos sociais como orientadores da dinâmica da conflitualidade dos interesses dos diferentes grupos sociais. Serão avaliadas a questão do conhecimento a partir de suas consequências, possibilidades e a expressão de cada alunado, por meio da fala e da escrita, seu posicionamento diante de questões sociais e políticas no mundo contemporâneo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOMENY, Helena; MEDEIROS Bianca Freire. Tempos modernos, tempos de Sociologia. Ensino médio: volume único. 1° ed. São Paulo: Editora do Brasil, 2010.

MACHADO, José de Renó (et al). Sociologia Hoje. 1ª ed. Editora Ática, 2013. SILVA, Afrânio (et al). Sociologia em Movimento. 1ª ed. São Paulo. Moderna, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CARVALHO, Débora Cristina de. FARONI, Alexandre. Ser protagonista – Sociologia, ensino médio. Volume único. 1°ed. São Paulo: Edições SM, 2010.

DIMENSTEIN, Gilberto. Dez lições de Sociologia para um Brasil cidadão. Volume único. São Paulo:FTD, 2008.

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DISCIPLINA: LÍNGUA INGLESA

SÉRIE: 1ª CARGA HORÁRIA Hora aula: 80hh/a Hora relógio:66:40:00

EMENTA

Desenvolvimento da competência sócio-comunicativa do aluno no uso da Língua Inglesa no Ensino Médio. Trabalho contextualizado abordando os temas: identidade, meio ambiente, saúde, pluralidade cultural, entretenimento, esportes, lazer, etc. Conhecimento léxico-sistêmico da Língua Inglesa. Utilização de linguagem técnica na escrita; a linguagem técnica na comunicação oral. Técnicas de leitura. Os conteúdos previstos para o ensino de Língua Inglesa têm em vista o eixo temático “recepção e produção de textos orais e escritos de gêneros textuais variados em Língua Estrangeira”, sendo que o texto é o elemento-chave em torno do qual as diversas atividades de aprendizagem são organizadas.

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

Observando a importância de se ensinar/aprender a Língua Inglesa a partir de textos orais e escritos do cotidiano do aluno, bem como a partir de textos técnicos que apresentam termos específicos da área da Informática, serão aplicadas diferentes metodologias como TBLT – Task-BasedLanguageTeaching (Ensino de Língua Baseado em Tarefas) e PBLT – Problem-BasedLanguageTeaching (Ensino de Língua Baseado em Problemas), as quais são orientadas pela perspectiva da Abordagem Comunicativa. Nesse sentido, ressalta-se a necessidade de se trabalhar com os alunos a aplicação da língua estrangeira na realização de tarefas para a interação em contextos específicos de comunicação/interação, sempre observando a resolução de problemas e a negociação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DIAS, Reinildes; JUCÁ, Leina; FARIA, Raquel. High Up – Inglês para o Ensino Médio. Editora Macmillan. 1ª Edição. São Paulo, 2013.

LONGMAN – Gramática Escolar da Língua Inglesa (Gramática de referência com exercícios e respostas). São Paulo: Longman, 2004.

LONGMAN – Dicionário Escolar Inglês-Português/Português-Inglês para estudantes

brasileiros.São Paulo: Longman, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MURPHY, Raymond. Grammar in use intermediate: with answers. Cambridge, 2001.

TORRES, N. Gramática Prática da Língua Inglesa: o inglês descomplicado. São Paulo: Saraiva, 2002.

DIAS, Reinildes. Prime 3. São Paulo: Macmillan, 2010.

SWAN, Michael & WALTER, Catherine. How English Works: a grammar practice book. Oxford: Oxford University Press, 1997.

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DISCIPLINA: LÍNGUA ESPANHOLA

SÉRIE: 1ª CARGA HORÁRIA Hora aula: 40 h/a Hora relógio:33:20:00

EMENTA

Diferentes sons da língua espanhola e representação gráfica. Expressões básicas de saludos. Registro formal e familiar. Artigos definidos e indefinidos. Substantivos, adjetivos e suas flexões. Presente de indicativo: verbos regulares e irregulares. Numerais. Relatos curtos. Pretéritos: Indefinido, Perfecto e imperfecto. Futuro e perífrases. Apócope.

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS

A disciplina será trabalhada em aulas expositivas/dialogadas pelo método comunicativo, dando ênfase para a compreensão escrita e aspectos gramaticais. Podem ser utilizados recursos multimídia para trabalhar compreensão oral de vídeos e músicas. Também serão utilizadas estratégias como trabalhos em grupo e apresentação de seminários, inclusive em conjunto com outras disciplinas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CABO, M. R.; MORENO, M. R. G. Comunicando, comunicando: Funciones comunicativas en situaciones cotidianas. Madrid: Editorial Edinumen, 1999.

COIMBRA, Ludmila. Cercanía joven: espanhol, 1º ano: ensino médio. São Paulo: Edições SM, 2013.

GRETEL, E. F. Atividades lúdicas para a aula de língua estrangeira: espanhol: considerações teóricas e propostas didáticas. São Paulo: IBEP, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAPTISTA, Lívia Rádis. Espanol esencial. São Paulo: Moderna, 2009. DICIONÁRIO Collins São Paulo: Martins Fontes, 2004.

GRAMÁTICA de espanhol para brasileiros São Paulo: Saraiva, 2006

MARTIN, A. D.; HERMIRA, S. E. Etapas 1. Madrid: Editorial Edinumen, 2011. MARTIN, A. D.; HERMIRA, S. E. Etapas 2. Madrid: Editorial Edinumen, 2011.

Referências

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