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1 AS JORNADAS 2CN-CLAB CULTURA, COOPERAÇÃO E REDES PATRIMÓNIO CULTURAL

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Academic year: 2021

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(1)

CULTURA,

COOPERAÇÃO

E

REDES

P

ATRIMÓNIO

C

ULTURAL

REALIZADO NO ÂMBITO DO PROJETO “REDES DE COOPERAÇÃO CULTURAL TRANSNACIONAIS:PORTUGAL EUROPEU, LUSÓFONO E IBERO-AMERICANO” APOIADO PELA FCT(SFRH/BPD/101985/2014)

S

PEAKERS

C

LÁUDIA

P

ATO

C

ARVALHO

É

INVESTIGADORA DE PÓS

-

DOUTORAMENTO NO

C

ENTRO DE

E

STUDOS

S

OCIAIS NO ÂMBITO DO PROJETO

A

RTÉRIA

,

PROJECTO DE INVESTIGAÇÃO

-

AÇÃO EM COLABORAÇÃO COM

O

T

EATRÃO

(O

FICINA

M

UNICIPAL DO

T

EATRO

,

C

OIMBRA

)

E QUE VISA CRIAR PROJETOS ARTÍSTICOS DE INTERVENÇÃO EM VÁRIAS CIDADES DA REGIÃO CENTRO

.

C

OMPLETOU O

D

OUTORAMENTO EM

S

OCIOLOGIA

,

ESPECIALIZAÇÃO EM

S

OCIOLOGIA DA

C

ULTURA

,

DO

C

ONHECIMENTO E DA

C

OMUNICAÇÃO

,

PELA

F

ACULDADE DE

E

CONOMIA DA

(2)

P

LAIN

,

S

OUTH

E

ND E

S

OMERVILLE

,

EM

B

OSTON

)

FOI REALIZADO NO

C

ENTER FOR

R

EFLECTIVE

C

OMMUNITY

P

RACTICE

(

AGORA

C

OMMMUNITY

I

NNOVATORS

L

AB

,

D

EPARTAMENTO DE

E

STUDOS

U

RBANOS DO

M

ASSACHUSSETS

I

NSTITUTE OF

T

ECHNOLOGY

).

E

STE TRABALHO DE INVESTIGAÇÃO DEDICOU

-

SE

,

POR UM LADO

,

A TENTAR COMPREENDER AS DIFERENTES FORMAS ATRAVÉS DAS QUAIS A CULTURA E AS PRÁTICAS CULTURAIS PODEM PROMOVER A REVIVIFICAÇÃO SOCIAL

,

ECONÓMICA E CULTURAL DOS ESPAÇOS URBANOS

,

DANDO ORIGEM À CRIAÇÃO DE NOVAS CIDADANIAS

.

P

OR OUTRO LADO

,

PRETENDEU IDENTIFICAR ESTRATÉGIAS DE ENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO ATRAVÉS DAS ACTIVIDADES CULTURAIS E ARTÍSTICAS

.

C

O

-

COORDENOU

,

NO

T

EATRÃO

,

O PROJECTO

B

ANDO À

P

ARTE

:

C

ULTURAS

J

UVENIS

,

A

RTE E

I

NSERÇÃO

S

OCIAL

(2010-2016)

E O CBR

:

LINHAS

ART

LAB

(2014-2016),

DOIS PROJECTOS DE FORMAÇÃO ARTÍSTICA PARA JOVENS A DECORRER NO

T

EATRÃO

(O

FICINA

M

UNICIPAL DO

T

EATRO

)

EM

C

OIMBRA

,

PROJETOS APOIADOS PELA

F

UNDAÇÃO

C

ALOUSTE

G

ULBENKIAN

.

E

DUARDO

C

ORREIA

E

DUARDO

C

ORREIA

.

N

ASCIDO EM

1968

É DESDE

2004

DIRETOR ARTÍSTICO DO

T

EATRO DO

M

ONTEMURO DO QUAL É FUNDADOR

.

N

AS INÚMERAS ÁREAS QUE DESENVOLVE

,

DESTACA

-

SE O TRABALHO COMO ATOR

,

TENDO PARTICIPADO PRATICAMENTE EM TODAS AS PRODUÇÕES DA COMPANHIA

,

O QUE LHE PERMITIU UMA VASTA ABORDAGEM A DIFERENTES LINGUAGENS E ESTÉTICAS ARTÍSTICAS

,

PROPORCIONADA TAMBÉM POR UM VASTO LEQUE DE CRIADORES COM QUEM VAI TRABALHANDO AO LONGO DOS ÚLTIMOS

27

ANOS DE ATIVIDADE REGULAR

.

A

EXPERIÊNCIA ADQUIRIDA ADVÉM DE UM CONTÍNUO TRABALHO PRÁTICO

,

EM PARALELO COM INÚMERAS FORMAÇÕES QUE TEM VINDO A PARTICIPAR ENQUANTO FORMANDO

,

NOMEADAMENTE COMÉDIA

D`

ELL

A

RTE

,

C

LOWN

,

MOVIMENTO

,

INTERPRETAÇÃO

,

ORALIDADE

,

PERCUSSÃO

,

ESCRITA CRIATIVA

,

CARACTERIZAÇÃO

,

LUTAS EM PALCO

,

TEATRO GESTUAL ENTRE OUTRAS

.

T

AMBÉM NA ÁREA DA FORMAÇÃO TEM VINDO A DESENVOLVER AÇÕES EM QUE PARTICIPA COMO FORMADOR

.

T

EVE UMA BREVE PASSAGEM PELO CINEMA COM A ADAPTAÇÃO DA PEÇA

“L

OBO

W

OLF

O

CONHECIMENTO QUE FOI ADQUIRINDO AO LONGO DO TEMPO DESPERTOU

-LHE OUTRAS AMBIÇÕES QUE PAULATINAMENTE VAI ACRESCENTANDO AO SEU TRABALHO

,

ENTRE AS QUAIS

,

O TRABALHO COMO ENCENADOR

,

MAS PRINCIPALMENTE NA ÁREA DA DRAMATURGIA

,

ADAPTANDO HISTÓRIAS PARA DIFERENTES CONTEXTOS

.

C

RIANDO PEÇAS CONTEMPORÂNEAS

,

BASEANDO

-

SE NA UNIVERSALIDADE DAS COISAS PARA DEPOIS TRANSPORTA

-

LAS PARA O SEU PRÓPRIO UNIVERSO E QUE PASSA MUITAS VEZES POR VIAJAR DENTRO DO IMAGINÁRIO POÉTICO DA RURALIDADE E DAS SUAS VICISSITUDES

.

V

ALORIZANDO ASSIM A SINGULARIDADE E DIVERSIDADE DA LÍNGUA

P

ORTUGUESA

.

P

RESERVANDO AS HISTÓRIAS ENQUANTO ATIVO VIVO DO NOSSO PATRIMÓNIO E SALVAGUARDANDO A SONORIDADE DAS PALAVRAS ENQUANTO VEÍCULO NARRATIVO

.

T

EXTOS COMO O

“A

MOR

2005,

“V

IAGEM DOS

S

ENTIDOS

2009,

“P

ERDIDO NO

M

ONTE

2010,

“A

V

OZ QUE NÃO SE OUVE

2012,

OU

“L

ENDAS VIVAS TRADIÇÕES CONTADAS

2014

"

TRAZ

-

U

-M

ANTO

"

2015

"Q

UANDO OS LOBOS DEIXARAM DE UIVAR

"2016

SÃO ALGUMAS DAS OBRAS

(3)

E

MÍLIA

M

ARTINS

L

ICENCIADA EM

D

IREITO PELA

F

ACULDADE DE

D

IREITO DA

U

NIVERSIDADE DE

C

OIMBRA

.

A

DVOGADA COM ESCRITÓRIOS EM

P

ENEDONO E

C

OIMBRA

.

F

EZ PARTE DA DIRECÇÃO DE ALGUMAS ASSOCIAÇÕES COMO O

F

ÓRUM DE

I

NVESTIDORES

”,

I

NVESVITA

S.A

OU

C

LUBE DOS

E

MPRESÁRIOS DE

C

OIMBRA

.

É

CO

-

FUNDADORA DA

O

RQUESTRA DE

C

ÂMARA DE

C

OIMBRA

(

ORQUESTRA PROFISSIONAL

)

EM

2001.

F

EZ PARTE DA DIRECÇÃO DESTA ASSOCIAÇÃO DESDE O INÍCIO COM AS RESPONSABILIDADES DE ADMINISTRAÇÃO

/

GESTÃO

.

E

M

2004

ASSUMIU AS FUNÇÕES DE

P

RESIDENTE DA

D

IRECÇÃO

(

ALTURA EM QUE ESTA ASSOCIAÇÃO ALTEROU A DESIGNAÇÃO PARA

O

RQUESTRA

C

LÁSSICA DO

C

ENTRO

).

F

OI COLABORADORA DA

F

UNDAÇÃO

L

ANDESJUGENDORCHESTER DE

NRW-

A

LEMANHA DE

2006

A

2016

(

DATA DA SUA EXTINÇÃO

).

I

NTEGRA O

C

ONSELHO

E

STRATÉGICO DO

ISCAC.

F

ILIPE

F

ARIA

N

ASCIDO EM

L

ISBOA

,

P

ORTUGAL

,

EM

1976.

M

ÚSICO

,

PRODUTOR CULTURAL

,

DIRECTOR ARTÍSTICO

,

AUTOR

,

CRIATIVO

F

UNDADOR E DIRECTOR DA PRODUTORA CULTURAL

A

RTE DAS

M

USAS

(2002-).

F

UNDADOR E DIRECTOR DA LABEL

MU

(2006-).

M

ÚSICO FREELANCER

(1998-2008).

E

LEMENTO EFECTIVO DO

C

ORO

G

ULBENKIAN

(1998-2012).

F

UNDADOR

,

PRODUTOR E CO

-

DIRECTOR ARTÍSTICO DO CONSORT DE MÚSICA ANTIGA E CONTEMPORÂNEA

S

ETE

L

ÁGRIMAS

(2000-):

12

DISCOS

,

>

350

CONCERTOS EM

12

PAÍSES

:

P

ORTUGAL

,

E

SPANHA

,

F

RANÇA

,

I

TÁLIA

,

M

ALTA

,

B

ULGÁRIA

,

B

ÉLGICA

,

N

ORUEGA

,

S

UÉCIA

,

C

HINA

,

R

EPÚBLICA

C

HECA E

L

UXEMBURGO

.

F

UNDADOR E CO

-

DIRECTOR ARTÍSTICO DE

N

OA

N

OA

(2012-):

3

DISCOS

,

50

CONCERTOS EM

4

PAÍSES

:

P

ORTUGAL

,

F

RANÇA

,

B

ÉLGICA E

J

APÃO

.

F

UNDADOR

,

PRODUTOR E DIRECTOR ARTÍSTICO DO

F

ESTIVAL

T

ERRAS SEM

S

OMBRA

(2003-2010)

NO

A

LENTEJO

(P

ORTUGAL

).

F

UNDADOR

,

PRODUTOR E DIRECTOR ARTÍSTICO DO

F

ESTIVAL

F

ORA DO

L

UGAR

,

F

ESTIVAL

I

NTERNACIONAL DE

M

ÚSICAS

A

NTIGAS

(2012-),

EM

I

DANHA

-

A

-N

OVA

(P

ORTUGAL

).

M

EMBRO DA

C

OMISSÃO

C

ONSULTIVA PARA A CANDIDATURA DE

I

DANHA

-A

-N

OVA À

R

EDE DAS

C

IDADES

C

RIATIVAS DA

M

ÚSICA DA

UNESCO.

P

ROJECT

S

TAKEHOLDER COM

I

DANHA

-

A

-N

OVA

(UNESCO

C

REATIVE

C

ITY OF

M

USIC

)

NA

UCCN

UNESCO

X

TH

A

NNUAL

M

EETING NA

S

UÉCIA

(2016).

A

UTOR DO LIVRO

(

TEXTO E ILUSTRAÇÕES

)

“U

M DIA NORMAL

(MU0115/2015).

P

AI

.

L

UÍS

G

OMES DA

C

OSTA

(

N

.

1968)

É

UM CRIADOR E DOCUMENTARISTA SONORO COM TRÊS LIVROS

/CD

S PUBLICADOS COM ALGUMAS DAS SUAS CRIAÇÕES SONORAS

:

"S

ONATA PARA

C

LARINETE E

N

ODAR

",

"S

ÃO

P

EDRO DO

S

UL

:

N

OVAS

E

SCUTAS

R

URAIS

"

E

“M

EMÓRIA

S

ONORA DA

C

ORTIÇA

E COM MAIS DE UMA VINTENA DE OBRAS APRESENTADAS EM INSTALAÇÕES SONORAS E PROGRAMAS DE RÁDIO UM POUCO POR TODA A

E

UROPA

.

(4)

CONTEXTOS RURAIS

,

COMO

"O

NDE NASCE O MEU

P

AIVA

?"

(2011),

“O

BASTÃO DO MENDIGO

”,

(2013),

"I

LDA OU A MORTE DE UMA CASA

(2014),

“A

QUELES AINDA NÃO NASCIDOS

(2015),

“E

NCONTRO COM O

R

IO

A

NGUEIRA

(2015)

OU

“C

AMPANOLOGIAS

B

EIRÃS

(2015-2017).

T

EM

-

SE DEDICADO AINDA ÀS ATIVIDADES DE EDUCADOR EM PAISAGENS SONORAS

(

DESDE CRIANÇAS ATÉ PESQUISADORES UNIVERSITÁRIOS

),

GESTOR CULTURAL

(

ENQUANTO PRESIDENTE DA

D

IREÇÃO DA

B

INAURAL

A

SSOCIAÇÃO

C

ULTURAL DE

N

ODAR

,

A QUAL COORDENA DESDE

2006),

DESIGNER GRÁFICO E ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE PLATAFORMAS WEB DE GESTÃO DE ARQUIVOS AUDIOVISUAIS E DE TEMÁTICAS LIGADAS AO DESENVOLVIMENTO DE TERRITÓRIOS RURAIS ATRAVÉS DA PARTICIPAÇÃO COMUNITÁRIA

.

T

EM

-

SE ESPECIALIZADO ENQUANTO INVESTIGADOR INDEPENDENTE NA ARTICULAÇÃO ENTRE PESQUISA ETNODEMOANTROPOLÓGICA

,

CRIAÇÃO ARTÍSTICA CONTEMPORÂNEA E PROMOÇÃO TERRITORIAL DE TERRITÓRIOS RURAIS DE MONTANHA

(

COMO É A REGIÃO DE

L

AFÕES PARA ONDE REGRESSOU EM

2006

PARA DAR CORPO AO PROJETO CULTURAL DA

B

INAURAL

-A

SSOCIAÇÃO

C

ULTURAL DE

N

ODAR

).

C

OORDENA A PARTICIPAÇÃO DA

B

INAURAL

-

A

SSOCIAÇÃO

C

ULTURAL DE

N

ODAR

,

ENQUANTO CHEFE

-

DE

-

FILA

,

NO PROJETO EUROPEU FINANCIADO PELO PROGRAMA DA

UE

C

ULTURA

2007-2013.

O

PROJETO INTITULOU

-

SE

"T

RAMONTANA

:

R

EDE

E

UROPEIA DE

A

RQUIVOS DE

M

EMÓRIA DE

Z

ONAS DE

M

ONTANHA

E

UROPEIAS

"

E CONSISTE NUM PROGRAMA EXTENSO DE PESQUISA ETNODEMOANTROPOLÓGICA QUE FAZEM PARTE DE UM CONJUNTO DE MAIS DE

2.000

INQUÉRITOS REALIZADOS POR ENTIDADES DE

P

ORTUGAL

,

E

SPANHA

,

I

TÁLIA E

F

RANÇA

)

E DE AÇÕES DE DIFUSÃO DE DOCUMENTOS ASSOCIADOS AO PATRIMÓNIO CULTURAL DE ZONAS RURAIS

(

WORKSHOPS

,

EXPOSIÇÕES

,

PROGRAMAS DE RÁDIO

,

CONCERTOS

,

PUBLICAÇÕES

).

D

A EQUIPA DE PROJETO FAZEM PARTE ANTROPÓLOGOS

,

ETNOMUSICÓLOGOS

,

LINGUISTAS E ARTISTAS QUE CRIARAM EM AMBIENTE MULTIDISCIPLINAR UM CONJUNTO DE REFLEXÕES E PROTÓTIPOS SOBRE MODOS INOVADORES DE DOCUMENTAÇÃO

,

CATALOGAÇÃO E DIFUSÃO DE MATERIAIS CULTURAIS DE TERRITÓRIOS DE MONTANHA

.

L

UÍS

F

ERNANDES

É

MÚSICO E PROGRAMADOR CULTURAL

,

SENDO ACTUALMENTE O

D

IRECTOR

C

RIATIVO DA D

’O

RFEU

AC,

ESTRUTURA ARTÍSTICA SEDIADA EM

Á

GUEDA

.

N

ELA DESENVOLVE

,

A PAR DE UMA GRANDE EXPERIÊNCIA NA GESTÃO E PROGRAMAÇÃO EM REDE

,

UMA INTENSA ACTIVIDADE CRIATIVA COM CIRCULAÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL

,

COM DESTAQUE PARA A SEU TRABALHO DE RECRIAÇÃO DAS MÚSICAS DE RAIZ E TAMBÉM

,

MAIS RECENTEMENTE

,

PARA A FUSÃO MÚSICO

-

TEATRAL

.

(5)

M

IGUEL

T

ORRES

A

NIMADOR CULTURAL NA

ACERT

DESDE

1987,

RESPONSÁVEL DE PROJECTOS DE LIGAÇÃO COMUNITÁRIA

,

COORDENADOR DE

C

OMUM

R

EDE

C

ULTURAL

,

PRESIDENTE DA

A

NIMAR

-

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL ENTRE

2004

E

2006;

C

OORDENADOR DE PROJECTOS

EQUAL,

ERASMUS+,

G

RUNDTVIG

,

C

OORDENADOR DO PROJECTO

T

ONDELA

+10,

A

VALIADOR DE PROJECTOS DA

F

UNDAÇÃO

C

ULTURAL

E

UROPEIA ENTRE

2005

E

2007.

A

NIMADOR E

G

ESTOR CULTURAL DESDE

1986,

DESENVOLVE A SUA ACTIVIDADE NA

ACERT

A

SSOCIAÇÃO

C

ULTURAL E

R

ECREATIVA DE

T

ONDELA

.

D

IPLOMA

E

UROPEU EM

G

ESTÃO DE

P

ROJECTOS

C

ULTURAIS

F

UNDAÇÃO

M

ARCEL

H

ICTER E

C

ONCELHO DA

E

UROPA

;

P

ARTE CURRICULAR DO

M

ESTRADO EM

C

IDADES E

C

ULTURAS

U

RBANAS DA

F

ACULDADE DE

E

CONOMIA DA

U

NIVERSIDADE DE

C

OIMBRA

.

C

ONSULTOR DE PROJECTOS DA

F

UNDAÇÃO

C

ULTURA

E

UROPEIA

2006/2008.

C

OORDENADOR DA

R

EDE PORTUGUESA DA

F

UNDAÇÃO

A

NNA

L

INDH PARA O

D

IÁLOGO

I

NTERCULTURAL DESDE

M

ARÇO DE

2012

ATÉ

2014.

P

AULA

G

ARCIA

O

SEU PERCURSO DENTRO DO

T

EATRO

V

IRIATO INICIOU

-

SE EM

1998

E DESDE ENTÃO TEM COLABORADO

,

ATIVAMENTE NA DEFINIÇÃO DA ESTRATÉGIA DE PROGRAMAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

;

NA CRIAÇÃO

/

CONSOLIDAÇÃO DE RELAÇÕES DE PARCERIA NACIONAIS E INTERNACIONAIS

;

BEM COMO NO DESENVOLVIMENTO DE CONCEITOS E CONTEÚDOS ARTÍSTICOS QUE TÊM ALICERÇADO PROJETOS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA DO

T

EATRO

V

IRIATO

.

O

SEU NOME É RESPONSÁVEL PELA CONCEPÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE PROJECTOS ARTÍSTICOS DE EXTROVERSÃO E COM FORTE IMPACTO AO NÍVEL NACIONAL

.

N

OS ÚLTIMOS ANOS TEM SIDO CONVIDADA PARA PROFERIR COMUNICAÇÕES EM CONFERÊNCIAS

/

ENCONTROS DE ÂMBITO NACIONAL E INTERNACIONAL

.

E

M DEZEMBRO DE

2016

FOI NOMEADA

D

IRECTORA

G

ERAL E DE

P

ROGRAMAÇÃO DO

T

EATRO

V

IRIATO

,

EM SUBSTITUIÇÃO DO COREÓGRAFO

P

AULO

R

IBEIRO

.

P

AULO

T

RINCÃO

Referências

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