Edição 45 11/novembro/2016

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Texto

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COLETA DE RESÍDUOS VETERINÁRIOS

SÃO PAULO

Segundo o Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, a expectativa é de repetir o índice de 99,43% de imunização obtido na primeira etapa da campanha, realizada no primeiro semestre de 2016. “Nós tivemos um indicador importante. Temos certeza de que vamos novamente ter a resposta do produtor, a participação das entidades e vamos repetir esse índice. Assim, completaremos 20 anos sem incidência da febre aftosa no Estado de São Paulo”, afirmou Jardim.

O secretário ainda pontuou alguns cuidados que os produtores devem ter com relação à vacinação. “A vacinação deve ser feita em dias e horários mais frescos. A vacina deve ser mantida em uma temperatura adequada, o ideal é de dois a oito graus, para que não a tenhamos congelada, pois há dificuldade de absorção, e nem em uma temperatura que se eleve e que leve a uma perda de eficácia. Então, o cuidado com a vacina é muito importante. As seringas devem ser sistematicamente trocadas a cada instante e limpas para evitar que sejam fatores de contaminação de algum outro tipo de doença nos animais”, enfatizou.

SANÇÕES - Conforme o coordenador da Defesa Agropecuária de São Paulo, Fernando Gomes Buchala, os proprietários que não realizam a imunização do rebanho sofrem sanções. “Nossa expectativa é de vacinar 99,4%. O residual de 0,6%, que deixa de realizar a vacinação no prazo estipulado, já tem a propriedade interditada para a comercialização dos animais quanto dos produtos, como, por exemplo, o leite. O produtor recebe uma notificação para que se faça a vacinação compulsória dos seus animais, com acompanhamento do serviço oficial, e recebe um auto de infração da ordem de cinco Ufesps, hoje ao redor de R$ 70 a R$ 80, por animal não vacinado", contou.

PARANÁ

No Paraná a campanha deve atingir 9,2 milhões de cabeças, que é o rebanho de bovinos e bubalinos previsto no Estado. A estratégia da Adapar é atingir um índice de vacinação acima de 95% do rebanho e para isso vai intensificar a fiscalização e acompanhamento nas propriedades, explica o gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias.

Para o trabalho de fiscalização nas propriedades e controle da movimentação de animais no Estado, a Adapar vai contar com a colaboração dos Conselhos Municipais de Sanidade Animal (CSAs). SANÇÕES - Quem não vacinar e/ou não comprovar a vacinação será multado de acordo com o número de cabeças não vacinadas, mas com um valor mínimo de 10 UPFs (Unidade Padrão Fiscal do Estado), que equivale a R$ 91,57 cada uma.

Quem tem até 10 cabeças de gado e não vacinar e/ou não comprovar a vacinação no período recomendado será multado em R$ 915,70. Acima de 10 cabeças vai incidir o valor mínimo da multa mais uma UPF por cabeça não vacinada.

FISCALIZAÇÃO - A Adapar conta com equipes de fiscais em 135 unidades espalhadas pelo Estado, com médicos veterinários e assistentes de fiscalização. Segundo Rafael Gonçalves Dias, serão fiscalizadas inicialmente as propriedades com maior risco para o ingresso do vírus da doença, como aquelas que tiveram maior movimentação com entrada ou saída de animais. O controle do trânsito é feito através das GTAs (Guia de Trânsito Animal) e toda essa movimentação é controlada. ”Nenhuma movimentação animal será permitida sem a vacinação e/ou comprovação da vacinação. A exceção será para os animais para abate e os produtores têm 60 dias para envio dos animais para o abate após campanha. Todo esse processo é acompanhado pelos fiscais da Adapar”, explicou Dias. Segundo ele, é feito um acompanhamento por amostragem e uma contagem sobre a relação de animais que foi declarada na campanha passada, considerando a entrada e saída de cabeças da propriedade.

A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa está em andamento em todo o país. Em novembro serão vacinados os animais de todas as idades.

NÃO DEIXE PARA O FINAL DO MÊS. PROCURE UMA LOJA CAPAL E GARANTA

A PROTEÇÃO DO SEU REBANHO. Lembre-se:

Vacinas devem ser retiradas em caixas de isopor ou térmicas, com gelo.

Produtores do Paraná – venda de vacinas somente com apresentação do CARTÃO DO PRODUTOR RURAL.

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Iniciaremos na próxima semana o período para indicação de nomes

para Conselho de Administração e Fiscal

Floravac premium - 40g

Floravac 1Kg

Flunamine

50ml

Catosal 100ml

Garanta a qualidade da ração na sua propriedade

Nas lojas Capal, novas opções de silos para armazenagem de ração. Os silos garantem a qualidade do produto por muito mais tempo, além de gerarem economia e praticidade na questão logística.

Os silos são de diferentes modelos com capacidades compatíveis às necessidades de cada produtor. Procure uma das lojas Capal e informe-se.

Consulte as condições especiais de pagamento!

CURIÚVA

Amauri Aparecido Goze Edivaldo Bernardes Antunes Antenor Alves Carneiro Carlos Roberto Dias Cesar Sandoval Scholze Giovan Mateus

José Augusto Nogueira José Carlos Silvério

José Vitaliano de Jesus Siqueira Leomarcos Lofrano Beletati Luiz Carlos Tomaz

Maurílio Barboza Nelson de Melo Silva Paulo Queiroz dos Santos Pedro Fernandes Rodrigues Filho Ronan Lima de Camargo

Wagner Pereira

Wesley Fernando Maciel Wesley Muniz do Nascimento

JOAQUIM TÁVORA

Adilson Toniette Andre Luis Kenke

Dioclides Rodrigues Ponde Gentil Gonçalves da Silva Gumercindo de Moraes José João Marques Ribeiro

Anne Mikaelly Vaz de Lima Antonio Vitor Tikle Bagatin João Batista Calomeno Patricia Bonardi Valle

TAQUARIVAÍ

Carlos Alberto Mattos Plens Rosangela de Fátima Almeida

Elisabeth Lucio dos Santos Juraci Almeida de Oliveira Nelson Alves da Silva Salatiel M de Almeida Junior

TAQUARITUBA

Joaquim Carlos da Silva

ITARARÉ

José Jocimar Bonotto Paula Rabelo Fucks

Maria Joana Silva Sala

CARLÓPOLIS

Reinaldo Nogueira

FARTURA

Leandro Simi Pereira de Souza Pedro Valter Bergamo Boranelli Manuel Benedito de Sousa Palma Marcelo Bagalhi

A Capal dá boas vindas

aos 44 associados admitidos

em outubro.

Nas próximas semanas disponibilizaremos urnas nas filiais e na matriz para indicação de nomes que vão compor a chapa eleitoral a ser votada na AGO em 2017.

NOVOS INTEGRANTES

No Conselho de Administração (gestão 2017/2020) serão renovados dois postos efetivos e dois suplentes. Deixam os cargos efetivos os diretores Jan Noordegraaf Neto e Itavico Dognani.

No Conselho Fiscal (gestão 2017) será renovado um posto efetivo e três suplentes. Deixa o cargo efetivo o diretor Koorstiaan Bronkhorst.

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CLASSIFICADOS

VENDA

Esterco de gado (composto) Fermentação: 14 meses Quantidade: 500 metros³ Contato: (043) 9813-2223 Sítio São Paulo- Pinhalão José Ezequiel Faria

VENDA

TRATOR VOLVO MODELO BM 470 MOTOR BOLINDER DIESEL ANO 1956

TRATAR COM MILTO CIMATTI 14 99654-1938

VENDO

Plantadeira: Semeato, com 5 linhas, plantio direto, ano 1992

Valor: 8.000,00 (faz até em 2 parcelas, sendo metade a vista e a outra metade para 30/04/17)

Informações: José Davi de Toledo (043) 9615-2188 VENDA

Feno aveia e tifton.

Tratar com Leendert J. Kok 43 3557 4490 ou 9979 0540

COMPRO

Vagão forrageiro com misturador. Tratar – Joaquim Rosas Dias 43 9109 6848

Pesquisadores da Fundação ABC participaram de um

giro técnico com assistentes técnicos da Capal

Neste encontro os técnicos das Unidades de São Paulo fizeram visita em três lavouras de feijão. Nesta ocasião foi possível visualizar diferentes cenários de cultivo do feijão, na região Sul do Estado de São Paulo.

Pagamento da sobra

técnica de trigo

R$ 14,00/ton

Apurada a sobra técnica do trigo, das safras 2013 a 2015. O valor equivalente a R$ 14,00 por

tonelada entregue, será creditado na conta movimento em 30 de

novembro.

O principal assunto discutido foi a influência da rotação de culturas na redução das podridões radiculares da cultura. Além disso, foram abordados outros temas como o manejo de pragas e doenças foliares do feijão.

Da Fundação ABC estiveram presentes os pesquisadores Elderson Ruthes, Senio José Napoli Prestes e Paulo Gallo.

A Campanha "Agro é Tech, Agro é Pop, Agro é tudo" da Rede Globo vai até junho de 2018.

A cada 15 dias, um novo tema é apresentado ao público. Até agora, os temas abordados foram frango, café, milho, arroz, laranja e flores. Todos importantes produtos do agronegócio do nosso país. Os vídeos de conceito têm como objetivo tratar a importância dos produtos agrícolas e das coisas do campo para a sociedade brasileira. Os produtos agrícolas estão inseridos no dia-a-dia de todo cidadão urbano. Procuramos também sempre citar quantos empregos aquela atividade agrícola gera e quanto ela movimenta na economia.

Agronegócio é valorizado em campanha

da Rede Globo

Os vídeos mostram como a agricultura faz parte da vida

de todo cidadão

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Informações do mercado

agropecuário

INDICADORES FINANCEIROS

DÓLAR COMERCIAL (venda) POUPANÇA (nova) SELIC TJLP R$ 3,36 – 10/11 0,6608 % a.m. - 09/11 14 % 5,00 % a.a. PARANÁ MILHO Arapoti-Pr Comprador: R$ 34,50 Vendedor: R$ s/indicação W.Braz-Pr Comprador: R$ 34,00 Vendedor: R$ 39,00 SOJA

Disponível CIF Ponta Grossa

R$ 77,50 Entrega abril/2017 e

pagamento maio/2017 - CIF Ponta Grossa/PR

R$ 78,00 TRIGO Superior R$ 620,00 FOB Intermediário R$ 540,00 (T-2) PADRÃO R$ 500,00 (T-2) R$ 480,00 (T-3) SÃO PAULO MILHO Itararé-Sp Comprador: R$ 35,00 Vendedor: R$ 40,00 Taquarituba/Taquarivaí-Sp Comprador: R$ 35,50 Vendedor: R$ 40,00 SOJA

Disponível CIF Santos R$ 80,00 Entrega março/2017 pagame

nto abril/2017 – CIF Guarujá R$ 81,50 Entrega

abril/2017 pagamento maio/2017 – CIF Guarujá

R$ 82,00

TRIGO Superior

R$ 620,00 FOB – SP (falling number mínimo de 250) Intermediário R$ 540,00 (T-2) PADRÃO R$ 500,00 (T-2) R$ 480,00 (T-3) MILHO FUTURO

CIF Guarujá entrega novembro/2016 e pagamento dezembro/2016 Comprador: R$ 32,00 Vendedor: sem indicação CIF Guarujá entrega agosto/2017 e pagamento setembro/2017 Comprador: R$ 32,40 Vendedor: sem indicação CIF Paranaguá entrega novembro/2016 e pagamento dezembro/2016 Comprador: R$ 30,50 Vendedor: sem indicação

FEIJÃO – PREÇOS NA BOLSINHA – SÃO PAULO Variedade 07/11/16 Min. Máx. 08/11/16 Min. Máx. 09/11/16 Min. Máx. 10/11/16 Min. Máx. 11/11/16 Min. Máx. Carioca Dama 9,5 –

10 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot Carioca Dama 9 – 9 S/Cot 235,00 S/Cot 235,00 S/Cot 225,00 S/Cot 220,00 S/Cot 220,00 Carioca Dama 8,5 –

9 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot Carioca Dama 8 – 8 S/Cot 225,00 S/Cot 225,00 S/Cot 215,00 S/Cot 200,00 S/Cot 200,00 Carioca Dama 7,5 –

8 S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot S/Cot Carioca Dama 7 – 7 S/Cot 215,00 S/Cot 215,00 S/Cot 205,00 180,00 185,00 180,00 185,00 Carioca Dama 6,5 –

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INFORMAÇÕES DO

MERCADO AGROPECUÁRIO

Mercado brasileiro com mais uma semana apresentando pouca movimentação de preços tanto para o quilo vivo como para os principais cortes do atacado. Demanda apresentou ligeira melhora nos últimos dias de acordo com alguns frigoríficos, no entanto consumo segue abaixo das expectativas para a primeira quinzena do mês, o que não dá espaço para um movimento de alta expressivo. Apesar da recente queda nos preços do milho, produtor ainda se depara com custo elevado, com o milho ainda muito acima da média se comparado a anos anteriores.

Suínos

Milho

As principais posições do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram a sessão em alta, sob efeito da notória valorização da divisa americana frente as principais cestas de moedas do mundo. Apesar de não terem compensado a derrocada dos preços do dia anterior, os derivativos com vencimento em dezembro/2016 apresentaram valorização de 0,81%. Sob a perspectiva das vendas externas, esperava-se a continuidade do movimento baixista como compensação do encarecimento originado pela valorização do dólar dos contratos no exterior. Na ótica da dinâmica interna, a elevação do dia pode ser explicada pelo aumento da pressão inflacionária, com o ingresso de dólares na economia americana, decorrente da vitória de Donald Trump.

Entre as exportações brasileiras de carne in natura em outubro, apenas a carne suína teve crescimento tanto em volume quanto em receita, sustentada pela abertura de novos mercados. Já as vendas externas de carne suína in natura totalizaram 53,3 mil toneladas, 21,1% mais que as 44 mil toneladas embarcadas em outubro de 2015, mas 15,4% abaixo das 63 mil toneladas de setembro/2016. A receita somou US$ 133,1 milhões, alta de 23% ante os US$ 108,2 milhões registrados em igual mês do ano passado, mas recuo de 13,4% ante os US$ 153,7 milhões de setembro. No mês passado, o preço médio da tonelada ficou em US$ 2.498,40, ante US$ 2.439,00 em setembro e US$ 2.458,00 em outubro de 2015. Também no acumulado do ano, o faturamento com as exportações de carne suína in natura avançou 12,64%, atingindo US$ 1,098 bilhão ante US$ 974,765 milhões em 2015. Em volume, o avanço foi de 39%, passando de 379.840 toneladas para 527.275 toneladas.

Como, em termos de volume, os negócios internos são quase 8 vezes maiores do que as exportações, o fator inflação se sobrepôs à comercialização externa do grão e à reação do mercado ao aumento da projeção do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) para a oferta total do milho nos EUA. As principais posições do mercado futuro negociadas na BM&FBovespa reagiram as sucessivas quedas do mês de novembro, sob influência da pronunciada valorização cambial. Os ativos com vencimento em janeiro/2017 registraram apreciação de 0,29%, cotados a R$38,51/saca. De maneira similar, os títulos a serem liquidados em março/2017 tiveram alta de 0,82%, cotados a R$36,80/saca. Mesmo com a folga na paridade com o milho americano, a ascensão das cotações foi limitada pela falta de liquidez do mercado spot do cereal. A valorização cambial agiu apenas como termômetro do ambiente de negócios no primeiro semestre de 2017. Mesmo com a efervescência do mercado financeiro e alta volatilidade dos derivativos do milho, o mercado nacional permaneceu com raras negociações. O comportamento das cotações foi predominantemente de baixa, o que reflete a precificação restrita ao âmbito interno da commodity. A posição de retração do comprador tende a ser reforçada e, diante das boas condições climáticas, as cotações da commodity vão, gradualmente, cedendo a expectativa de oferta recorde do grão em 2017. Ajustado a esta perspectiva, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) manteve a projeção para produção de milho brasileira em 83,5 milhões de toneladas e exportações na casa dos 25 milhões. Dada as circunstâncias, as cotações do grão devem permanecer pressionadas enquanto perdurar a retração compradora ou os estoques comercializáveis terminarem.

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INFORMAÇÕES DO

MERCADO AGROPECUÁRIO

Os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) registraram valorização, sob influência da incessante demanda pela oleaginosa americana. Apesar de ainda ser impactada, simultaneamente, pela valorização do dólar e por compras técnicas, foram as vendas externas que impulsionaram as cotações. Apesar das exportações referentes a semana do dia 3 de novembro terem frustrado o mercado, uma vez que esperavam vendas, em média, 42% maiores; a demanda permanece robusta e precifica a commodity. O volume de exportações acumulado para o ano já é 27,4% superior ao mesmo período do ano passado.

Soja

Além do relatado, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) divulgou, nesta quinta-feira, a venda de mais 266 mil toneladas de soja para Arábia Saudita e China. No Brasil, uma combinação de fatores promoveu uma disparada nos preços da soja para lotes da nova safra nesta quinta-feira. No dia, o dólar atingiu a maior alta diária em mais de seis anos que, associada a firmeza dos preços da oleaginosa na bolsa norte-americana, desencadearam um forte impacto positivo sobre a formação dos preços envolvendo vendas antecipadas. Durante o melhor momento da sessão, as indicações de compra chegaram a registrar, em média, ganhos superiores a 6% frente ao dia anterior. Desta forma, foi possível verificar uma significativa mudança de patamares entre as indicações de compra e venda a qual criou algumas oportunidades, porém, ainda de forma insuficiente para mudar significativamente o andamento dos negócios. Além de focados na conclusão do plantio, os produtores não buscam realizar novos negócios neste momento, uma vez que já venderam boa parte de sua safra antecipadamente, mesmo em um ritmo mais lento em relação aos anos anteriores e com preços bem mais atrativos que os atuais. Já em relação ao mercado spot, o comportamento dos preços e da movimentação continua a depender da necessidade pontual entre alguns agentes, o que ausenta os efeitos da paridade sobre as cotações.

Dólar

Os efeitos da vitória de Donald Trump no pleito presidencial dos EUA puderam ser melhor dimensionados nesta quinta-feira. Os movimentos do mercado foram ditados pela aversão ao risco e busca de liquidez, frente as incertezas relativas ao posicionamento dos países na divisão internacional do trabalho. Além da reação ao aumento do risco de mercado, as oscilações da divisa americana também foram orientadas pela clara predileção do presidente eleito pela elevação da taxa de juros americana. No Brasil, o fator de influência sobre o câmbio continuou dentro da esfera política. A suspeita de pagamento de propina para chapa Dilma-Temer em 2014 é o centro da análise de um pedido de cassação protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). o intuito de esperar por cotações ainda mais baixas, ou por meio de leilões de PEPRO, os quais são esperados pela cadeia tritícola brasileira para o decorrer deste mês. Em relação a evolução da colheita no Paraná, os trabalhos atingem 85% da área plantada no estado, com 86% das lavouras restantes em boas condições e 14% em condições regulares. No Rio Grande do Sul, segunda a EMATER/RS, a colheita apresenta ritmo acelerado, possibilitado por condições climáticas favoráveis, além da necessidade de abrir áreas para o plantio da soja. Apesar das perdas de qualidade nas últimas semanas, as produtividades têm se mantido elevadas.

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou as operações de hoje com preços mais baixos. O mercado reverteu o movimento de recuperação e fechou no território negativo. Apesar das boas vendas norte-americanas, a ampla oferta global, conforme apontado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), pressiona os preços. O mercado brasileiro com a forte elevação do dólar no decorrer dos últimos dois dias, elevou consideravelmente os custos de importação do trigo, favorecendo o produto interno, e ampliando a possibilidade de elevação da liquidez, tendo em vista que os agentes do lado da demanda no âmbito doméstico buscavam postergar ao máximo a compra do cereal nacional, com

Trigo

Caso a denúncia tenha desdobramentos, a situação pode ter dificuldades para aprovar as reformas propostas na Câmara e no Senado. Diante desse cenário, o dólar comercial foi cotado a R$3,3690 na venda, com expressiva valorização de 4,97%. A apreciação da divisa americana foi provocada pela procura dos investidores por títulos mais seguros no mercado mundial. A lista é liderada pelos papéis do Tesouro Nacional dos EUA, o que pode ter redirecionado investimentos lotados em países emergentes para grupo de ativos norte-americanos, valorizando o dólar no cenário mundial. Tamanha valorização cambial e ingresso de recursos já desperta dúvidas sobre a alteração dos juros pelo Federal Reserve em dezembro.

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INFORMAÇÕES DO

MERCADO AGROPECUÁRIO

Leite

Fonte: Milkpoint Mercado Preços recebidos pela indústria - 1ª Semana de novembro/16

Leite UHT com estabilidade nessa semana. Algumas empresas reportaram tentativas de alta nos preços, mas volume de vendas continua fraco.

Mercado de leite em pó continua sem grandes movimentações no mercado. Forte alta do leilão GDT ainda não apresentou nenhum reflexo no mercado interno, mas pode causar diminuição do volume importado nos próximos meses.

Preços médios de Leite Spot 1ª Quinzena de novembro/16

Leite spot com leve queda de 1 centavo na média Brasil. Mercado segue sem grande força compradora devido às baixas vendas de leite UHT. No entanto, como crescimento da oferta em Minas Gerais e Goiás ainda não foi significativo e, ao mesmo tempo, volumes do Sul já recuam, de forma geral mercado spot ficou estável.

Na região Sul, houve estabilidade nos preços do Rio Grande do Sul e altas no Paraná (+3 centavos) e Santa Catarina (+2 centavos). Produção nestes estados já começou a cair e ajudou a equilibrar a oferta devido aos aumentos na produção em Minas Gerais e Goiás.

Para a próxima quinzena, o cenário indica que deve haver um maior crescimento da produção devido às chuvas em Minas Gerias e Goiás. Por outro lado, as fortes quedas recentes no preço pago ao produtor podem limitar este efeito.

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Referências

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