análise comparativa entre os anos de 2007 e 2011

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312 | PÓS EM REVISTA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA 1/2012 - EDIÇÃO 5 - ISSN 2176 7785

PESQUISA DE CONTAMINANTES NOS EFLUENTES DA LAGOA DA PAMPULHA:

análise comparativa entre os anos de 2007 e 2011

Amanda Ferreira da Silva1 Daniela Gonçalves Araújo1 Izabella Branco Santos de Morais1

Izabella Cristina da Silva1 Márcia Santos Hoffman1 Marcus Vinicius Vitoriano e Silva1

Adriana Nascimento de Sousa2

RESUMO: Belo Horizonte (BH) tem como uma de suas principais atrações turísticas, a Lagoa da Pampulha. Apesar de ser um patrimônio importante para a cidade, a lagoa vem sofrendo degradações ambientais devido ao aporte de esgotos domésticos e industriais que ali deságuam. A Prefeitura de BH realizou intervenções, com o propósito de recuperação e melhoria ambiental nesta região. Para constatar se estas ações foram eficazes, usou-se o índice de qualidade da água - IQA, para avaliar a qualidade da água nos períodos de 2007 e 2011. Os testes realizados foram: fosfato total, oxigênio dissolvido, pH, sólidos totais dissolvidos, turbidez e nitrogênio. Os resultados obtidos mostram que as ações da Prefeitura ainda não são totalmente eficazes, visto que parâmetros como fosfato total e oxigênio dissolvido estão piores que os do ano 2007.

PALAVRAS-CHAVE: Contaminação da Lagoa da Pampulha, Qualidade da água, IQA.

INTRODUÇÃO

A lagoa artificial da Pampulha foi construída no inicio de 1938, quando o prefeito era Juscelino Kubitscheck (JK). A bacia da Pampulha compõe a Bacia do Rio das Velhas, que por sua vez integra a Bacia do Rio São Francisco. A área da lagoa é de 97,91 km², dividida entre os municípios de Belo Horizonte e Contagem. Ha 40 córregos que deságuam na lagoa dos quais 19 estão em Belo Horizonte e 21 em Contagem. O volume atual de água no lago é 10 milhões de m³ (RUBENS, 2009).

A Bacia da Pampulha é composta de 8 afluentes: os córre-gos Mergulhão, Tijuco, Ressaca, Sarandi, Água Funda, Braúna, Olhos D’água e AABB. Os córregos Sarandi, Ressaca e Água Funda são os de maior importância, pois são responsáveis pelo aporte de 75% do abastecimento da Lagoa (PREFEITURA DE BELO HORIZONTE).

Na época de sua construção, para compor o entorno, o arquiteto Oscar Niemeyer projetou, a pedido de JK, um con-junto arquitetônico que se tornou referência para a arquitetura moderna brasileira. Fazem parte do conjunto arquitetônico da Pampulha a Igreja São Francisco de Assis, o Museu de Arte, a Casa do Baile e o Iate Tênis Clube. Os jardins de Burle Marx e a pintura de Candido Portinari na Igreja de São Francisco com-pletam o projeto concebido para a lagoa (RUBENS, 2009).

O conjunto arquitetônico e urbanístico original foi

inaugura-do em 1943. A orla da Lagoa da Pampulha concentra várias op-ções de lazer, como o ginásio do Mineirinho, o Jardim Botânico, o Jardim Zoológico, o Centro de Preparação Eqüestre da Lagoa e pistas para ciclismo e caminhada. É onde está também o Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão (RUBENS, 2009).

Esse valioso patrimônio, no entanto, há décadas necessita de ações preservativas, devido à degradação ambiental sofrida pela lagoa. O mau cheiro e a sujeira, percebidos pelos visitantes, são resultados de muitos anos de aporte de esgotos domésticos e in-dustriais, resíduos sólidos e sedimentos carreados pelos córregos que compõem a rede fluviográfica da bacia (COUTINHO, 2004).

O esgoto doméstico contém substâncias que alimentam as algas e as bactérias presentes na água, principais responsá-veis pelo processo de eutrofização (aumento excessivo de mi-croorganismos que causam a diminuição do oxigênio da água). Os dejetos industriais contêm metais pesados, como zinco, cádmio e chumbo, nocivos à saúde humana (RUBENS, 2009).

Dada a complexidade da atual situação ambiental da Bacia da Pampulha, a Prefeitura de Belo Horizonte tem realizado diver-sas ações para abrandar essa situação: dragagem parcial, retirada de aguapés, educação ambiental, controle de vetores, monitora-mento da qualidade das águas, pavimentação da ciclovia, cria-ção de 11 rotatórias para melhorar o trânsito local, dentre outras. Programas e ações como o Programa de Saneamento Ambiental

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(PROSAM), já concluído, e o Programa Pampulha (PROPAM), em implantação com o apoio do Consórcio de Recuperação da Bacia da Pampulha, evidenciam que o poder público, seja na esfera estadual ou municipal, tem enviado esforços para minimizar os problemas da Bacia. Esses programas propõem ações como despoluição, tratamento de fundos de vales de córregos afluentes, instalação de interceptores e de estação de tratamento de esgotos. (PREFEITURA DE BELO HORIZONTE).

Em 1998 foram realizadas cinco operações de limpeza na Lagoa da Pampulha, aproveitando o rebaixamento do nível das águas para obras de recuperação no sistema de vazão e no corpo da barragem. Entre as mais de 200 toneladas de lixo retiradas do local, foram encontrados objetos como pneus ve-lhos, garrafas, animais mortos (vacas, cavalos e cachorros), sofás, colchões e armários, carcaça de veículos e ainda dois revólveres. Atualmente, o processo de limpeza continua sendo realizado pela Gutierrez, em parceria com a Regional Pampu-lha (BELO HORIZONTE, PREFEITURA).

De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o problema do esgoto industrial já está sendo resolvido, uma vez que todo o esgoto que sai das empresas de Contagem já cai na rede da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) ou é tratado antes de atingir os córregos enquanto o esgoto doméstico que vem das casas de Contagem. Até 2014, a expectativa é de que 90% deste esgoto não caia mais na lagoa. Dessa forma, será possível iniciar o tratamento da água que está lá, como o combate às algas, que deixam o espelho d’água ver-de, porém são estimados cinco anos para que a Lagoa da Pam-pulha consiga atingir um nível de contato direto, possibilitando inclusive a prática de natação (apud RUBENS, 2009).

Neste artigo apresentamos os resultados de testes analíticos utilizados para verificar a qualidade da água da Lagoa da Pampulha

e comparamos as mudanças ocorridas no período de 2007 e 2011. Para isto, utilizamos o Índice de Qualidade da Água (IQA), sendo analisados os seguintes parâmetros: fosfato total, oxigênio dissol-vido, pH, sólidos totais dissolvidos, turbidez e nitrogênio (amônia).

OBJETIVOS

Realizar os testes requeridos para avaliar o Índice de Qua-lidade da Água, da Lagoa da Pampulha, utilizando como parâ-metros analíticos os testes de: fosfato total, oxigênio dissolvido, pH, sólidos totais dissolvidos, turbidez e nitrogênio (amônia).

Comparar os resultados obtidos, em 2011, com os dados obtidos no ano de 2007, os quais também foram obtidos por alunos do 7º período do curso de Farmácia do Centro Univer-sitário Newton Paiva.

DESENVOLVIMENTO

Procurou-se manter as mesmas condições do estudo realiza-do pelos alunos realiza-do 7º períorealiza-do realiza-do curso de Farmácia, realiza-do Centro Universitário Newton Paiva, no ano de 2007, para que a compa-ração desejada neste trabalho pudesse ser realizada. Os méto-dos utilizaméto-dos para as análises foram os parâmetros do IQA, que avaliam a qualidade da água por meio de testes físico-químicos e microbiológicos. Os parâmetros do IQA foram analisados segundo metodologia analítica descrita por Macedo (2005).

Área de estudo

Para identificação de contaminantes na água da Lagoa da Pampulha foram coletadas amostras da água em oito pontos, sendo eles: Córrego Água Funda, Córrego Braúnas, Córrego AABB, Córrego Olhos D’Água, Córrego Sarandi, Cór-rego Tijuca, CórCór-rego Mergulhão e Vertedouro da Pampulha (FIGURA 1).

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As amostras coletas nos oito pontos citados anteriormente foram numeradas de 1 a 8 e o aspecto de cada uma pode ser observado na Figura 2. As amostras foram coletadas em frascos plásticos esterilizados e acondicionados sob refrigeração até o momento da análise.

Segundo, Ayer (2011), Brant (2011) e Zuba (2011) a repre-sa da Pampulha e tributários, das nascentes dos cursos d’água contribuintes para a represa até o seu barramento pertence, atu-almente, à Classe 3. Portanto, conforme o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), em sua resolução nº 357 de 17 de março de 2005, a Lagoa da Pampulha pode ser destinada:

a) ao abastecimento para consumo humano, após trata-mento convencional ou avançado;

b) à irrigação de culturas arbóreas, cerealíferas e forra-geiras;

c) à pesca amadora;

d) à recreação de contato secundário; e e) à dessedentação de animais.

Parâmetros analisados

Os parâmetros que representam as características físico-químicas e biológicas da água foram estabelecidos pela Natio-nal Sanitation Foudantion (NSF) nos Estados Unidos, para o de-senvolvimento de um índice que indicasse a qualidade da água - Índice de Qualidade da Água (IQA). Com isso oito parâmetros foram considerados mais representativos, sendo os testes físico-químicos e microbiológicos de: oxigênio dissolvido, coliformes fecais, pH, demanda bioquímica de oxigênio, nitrato, fosfato total, temperatura da água, turbidez e sólidos totais (ALMEIDA; FER-REIRA, 2005).

Para a realização deste estudo foram analisados seis desses parâmetros, sendo eles: oxigênio dissolvido, pH, turbidez, sólidos totais, fosfato total e nitrogênio amoniacal total. Os valores de refe-rência são descritos na resolução nº 357/2005 do CONAMA, para água da classe 3, da qual a Lagoa da Pampulha, atualmente é pertencente.

RESULTADOS E DISCUSSÕES

Os resultados obtidos foram representados em gráficos para facilitar o entendimento dos mesmos. Os gráficos com os resulta-dos obtiresulta-dos para fosfato total, amônia, pH, turbidez, sóliresulta-dos totais e oxigênio dissolvido no ano de 2011 foram comparados com os obtidos em 2007 e são mostrados a seguir. Nos gráficos observa-se o valor obtido em 2007, o valor obtido em 2011 e os valores de referência para cada parâmetro, apresentados na tabela 1.

No trabalho realizado em 2007 pelos alunos do curso de Far-mácia do Centro Universitário Newton Paiva (SOUSA, GOMES, 2011), a Lagoa da Pampulha foi classificada como de classe 2. Atualmente, sabe-se que as águas da Pampulha não são de clas-se 2, e sim de clasclas-se 3 (AYER, BRANT, ZUBA, 2011).

Na Tabela 1 pode-se verificar a diferença entre os limites acei-táveis para os testes utilizados neste estudo referentes à classe 2 e classe 3.

TABELA 1- Padrões de qualidade da água para as classes

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O gráfico que representa os resultados de Fosfato Total (Gráfico 1) permite constatar que apenas os pontos 2 (Córrego Braúnas) e 4 (Córrego AABB) amostrados em 2007, estão de acordo com o limite de aceitação máximo permitido (0,050mg/L P). Percebe-se que em 2011, houve um aumento significativo dos níveis de fosfato, acima do limite máximo de 0,075mg/L P permitido para classe 3, demonstrando redução da qualidade da água de 2007 para 2011.

A análise do Gráfico 2, que avalia o parâmetro Amônia, permite constatar que apenas a água coletada no Córrego Água Funda está limítrofe com o máximo de aceitação, de 2,0 mg/L, enquanto os demais pontos então dentro dos limites. Em 2011, todos os pontos coletados estão de acordo com o limite de aceitação de 5,6 mg/L, além disso, percebe-se uma redução dos níveis de amônia quando comparado com os resultados do ano de 2007.

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Os resultados do parâmetro de Oxigênio Dissolvido apresentados no Gráfico 3, revelam que houve uma diminuição significativa da concentração do oxigênio na água da Lagoa da Pampulha, quando comparamos os valores obtidos em 2011 com os de 2007. Em 2011 todos os pontos estão em desacordo com o limite estabelecido (mínimo 4mg/L O2). Enquanto que em 2007, todos os locais de coleta apresentaram concentrações superiores ao valor mínimo preconizado para classe 2, de 5mg/L O2. Estes resultados revelam uma piora significante na qualidade da água em 2011.

Para o parâmetro pH, as amostras apresentaram-se adequadas tanto no ano de 2007 quanto em 2011 (Gráfico 4), mantendo os valores entre 6,0 e 9,0. No Córrego AABB houve redução do pH, enquanto que no Córrego Mergulhão houve um aumento deste parâmetro, porém mantiveram-se dentro dos valores aceitáveis, quando comparados os anos de 2007 e 2011.

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O Gráfico 5 mostra que todas as amostras coletadas em 2007 e 2011, se encontraram dentro do limite de aceitação para o teste de Turbidez (máximo 100 UNT). Em 2007 os maiores valores ocorreram nos Córregos Olhos D’água e Tijuca. No entan-to, os mesmos apresentaram diminuição no valor de turbidez em 2011, enquanto que nos Córregos Água Funda, Braúnas, e Mergulhão houve aumento da turbidez.

Os resultados apresentados no Gráfico 6 mostram que todos os pontos apresentam valores adequados, ou seja, inferior a 500 mg/L, para o parâmetro de sólidos totais dissolvidos tanto no ano 2007 quanto no ano de 2011. No entanto, os resultados atuais (2011) indicam aumento da concentração de sólidos dissolvidos, em relação a 2007, em quatro pontos de coleta (córregos Água Funda, Braúnas, Olhos D’Água e Mergulhão), e redução nos outros quatro pontos, sendo córregos AABB, Sarandi, Tijuca e Vertedouro.

CONCLUSÃO

No ano de 2007 foram realizados testes físico-químicos para avaliar a qualidade da água da Lagoa da Pampulha, utilizando-se amostras dos oito afluentes que deságuam na mesma. Deste pe-ríodo até 2011 a Prefeitura de Belo Horizonte propôs intervenções para despoluição, como retirada de aguapés, tratamento de fundos de vales de córregos afluentes, instalação de interceptores e de es-tação de tratamento de esgotos e educação ambiental, para recu-peração e melhoria ambiental deste patrimônio turístico da cidade. Neste artigo repetiram-se os mesmos testes realizados na água da Lagoa da Pampulha no ano de 2007, com o objetivo de

comparar a qualidade da água com o ano de 2011 e verificar se as intervenções, propostas pela Prefeitura, realmente provocaram mudanças significativas.

De acordo com os Gráficos apresentados, pode-se concluir que as ações propostas pela Prefeitura ainda não estão sendo to-talmente eficazes, visto que parâmetros como o de fosfato total e oxigênio dissolvido se mostraram piores que os do ano 2007. En-tretanto, sabe-se que esse é o caminho para tentar a recuperação e preservação da fauna e flora da bacia da Pampulha, já que muitos testes apresentaram melhoras significativas em determinados pon-tos de coleta, como o de pH no córrego AABB, turbidez nos

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cór-318 | PÓS EM REVISTA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA 1/2012 - EDIÇÃO 5 - ISSN 2176 7785 regos AABB, Olhos D’água, Sarandi e Vertedouro e sólidos totais

dissolvidos nos córregos AABB, Sarandi, Tijuca e Vertedouro. Em relação aos níveis de amônia percebe-se uma melhora significativa na maioria dos pontos de coleta (Água Funda, Braúnas, Sarandi, Tijuca, Mergulhão e Vertedouro) quando comparados ao ano de 2007.

Dessa forma, é perceptível que as ações desempenhadas pela Prefeitura têm demonstrado resultados positivos para alguns parâ-metros. Porém estas ações devem ser intensificadas para que seja atingida a qualidade adequada da água, principalmente referente ao lançamento de esgotos domésticos e industriais, já que são as principais fontes responsáveis pela presença dos contaminantes ainda presentes na água da Lagoa da Pampulha.

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NOTAS DE RODAPÉ

1 Discentes do Curso de Farmácia do Centro Universitário Newton Paiva. 2 Docente do Curso de Farmácia do Centro Universitário Newton Paiva.

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