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Projeto de Distribuição de Água V4

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Academic year: 2021

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INSTITUTO LATINO-AMERICANO DE TECNOLOGIA,

INSTITUTO LATINO-AMERICANO DE TECNOLOGIA,

INFRAESTRUTURA E TERRITÓRIO

INFRAESTRUTURA E TERRITÓRIO

DISCIPLINA: SANEAMENTO I

DISCIPLINA: SANEAMENTO I

(Docente: He!"n#e M"t"-L$%"& (Docente: He!"n#e M"t"-L$%"&

DIMENSIONAM

DIMENSIONAMENTO DE UMA

ENTO DE UMA REDE DE DISTRI'UIÇÃO

REDE DE DISTRI'UIÇÃO

DE GUA

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(201110250)

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UNILA,

(2)
(3)

'EU$O

'EU$O

O objetivos deste projeto é o dimensionamento de uma rede de Distribuição de Água O objetivos deste projeto é o dimensionamento de uma rede de Distribuição de Água para o abastecimento de uma população de 2500 hab. (no 0! da "idade de #edianeira para o abastecimento de uma população de 2500 hab. (no 0! da "idade de #edianeira e posterior comparação dos resultados obtidos a partir da planilhas $%cel e o programa e posterior comparação dos resultados obtidos a partir da planilhas $%cel e o programa computacional $&'$. )oi reali*ado uma revisão bibliogr+,ica do estado atual do computacional $&'$. )oi reali*ado uma revisão bibliogr+,ica do estado atual do conhecimento sobre dimensionamento de redes de distribuição a modo de discutir as conhecimento sobre dimensionamento de redes de distribuição a modo de discutir as va

vantntagagenens s e e dedesvsvanantatagegens ns dodos s v+v+ririos os mémétotododos-s-tétécncnicicas as e%e%isistetentnteses. . + + papara ra oo desenvolvimento dos c+lculos da rede de distribuição de +gua ,oi calculada a +rea de desenvolvimento dos c+lculos da rede de distribuição de +gua ,oi calculada a +rea de ocupação de acordo com a densidade populacional para posterior traçado das redes ocupação de acordo com a densidade populacional para posterior traçado das redes (redes malhada e rami,icada! com o au%/lio do programa oogle $arth. $m seguida (redes malhada e rami,icada! com o au%/lio do programa oogle $arth. $m seguida com o au%/lio da planilha de c+lculo $%cel desenvolveu1se o dimensionamento da rede com o au%/lio da planilha de c+lculo $%cel desenvolveu1se o dimensionamento da rede veri,icando os critérios de dimensionamento com o método iterativo de ard3 "ross4 veri,icando os critérios de dimensionamento com o método iterativo de ard3 "ross4 logo4 reali*ou1se a simulação no programa $&'$ para posterior comparação dos logo4 reali*ou1se a simulação no programa $&'$ para posterior comparação dos c+

c+lclcululosos. .   momodo do de de cocompmpararaçação ão dodos s reresusultltadadosos4 4 momoststrarararam1m1se se apaproro%i%imamadodoss obedecendo o critério da velocidade (ano 0!4 j+ na veri,icação das presses (ano 60! os obedecendo o critério da velocidade (ano 0!4 j+ na veri,icação das presses (ano 60! os resultados não coincidiam em sua totalidade e ainda não ,oi cumprida a veri,icação das resultados não coincidiam em sua totalidade e ainda não ,oi cumprida a veri,icação das presses m/nimas nalguns trechos solicitando soluçes alternativas.

presses m/nimas nalguns trechos solicitando soluçes alternativas. D$7

D$7"89"89O8O8$7: $7: 8ed8ede e de de disdistritribuiçbuição. ão. #ét#étodo odo de de arard3 d3 "ro"ross. ss. 8ed8edes es #al#alhadhadas.as. 8edes 8ami,icadas.

(4)

N*I+E *E E-O

N*I+E *E E-O

RESUMO...i  RESUMO...i  ÍNDICE DE TEXTO...

ÍNDICE DE TEXTO... ii ii  ÍNDICE DE FIGURAS...

ÍNDICE DE FIGURAS...iii iii  ÍNDICE DE

ÍNDICE DE QUADROS...QUADROS... iv iv  1.

1. IntroduçãoIntrodução...1...1 1.1.

1.1. Tipo Tipo d! d! r!d!.r!d!..." ..."  1.".

1.". C#$C#$i%i&$i%i&$ção dção d$ R!$ R!d! d! d! d! DitrDitri'uiçi'uição d! ão d! ()u$..()u$..." ..."  1.*.

1.*. M+todM+todo d! o d! di,!ndi,!nion$,ion$,!nto d!nto d$ r!$ r!d!..d!...- ...-1.-.

1.-. r)ão r)ão ! !/u! !/uip$,!nip$,!nto to $&!$&!0rio.0rio... ...  1.2.

1.2. Di,!nDi,!nion$,ion$,!nto d! !nto d! u,$ r!u,$ r!d! d! dd! d! ditriitri'uição'uição...3 ...3  ".

". M$t!ri$i ! M$t!ri$i ! ,+tod,+todo...o...4 ...4  *.

*. R!u#t$do R!u#t$do ! ! di&udi&uão.ão...1 ...1  *.1.

*.1. C5#&uC5#&u#o d$ #o d$ popu#popu#$ção $ $ção $ p$rtir p$rtir do 6ordo 6ori7onti7ont! d! p! d! pro8!toro8!to...1 ....1  *.

*.".". C5C5#&#&u#u#o o d$ d$ d!d!nnidid$d$d! ! popopupu#$#$&i&ionon$# $# p$p$r$ r$ $ $ d!d!t!t!r,r,inin$ç$ção ão d$ d$ 5r5r!$ !$ $ $ !!r r  $'$t!&id$ p!#$ r!d! d! ditri'uição 9&id$d! d! M!di$n!ir$:...1  $'$t!&id$ p!#$ r!d! d! ditri'uição 9&id$d! d! M!di$n!ir$:...1  *.*.

*.*. D!!nD!!n6o d6o d$ $ r!d! r!d! M$#6$dM$#6$d$ $ ! R! R$,i%i$,i%i&$d$.&$d$...13 ...13  *.-.

*.-. C5#&uC5#&u#o d$ #o d$ v$7ãv$7ão ,+o ,+di$ ! di$ ! v$7ão v$7ão d! did! di,!nio,!nion$,!nn$,!nto...to...14 ...14  *.2.

*.2. C5#&uC5#&u#o do #o do ConConu,o p$u,o p$r$ o r$ o $no $no d! ;< d! ;< -; ! -; ! in&=nin&=ndio...dio...1>.1> *..

*.. C5#&uC5#&u#o do ?o#u#o do ?o#u,! d$ To,! d$ Torr! d! @r!rr! d! @r!ão....ão...1>....1> *.3.

*.3. C5#&uC5#&u#o d$ r!d! M$##o d$ r!d! M$#6$d$ ! r$,i6$d$ ! r$,i%i&$d%i&$d$...$..."; ...";  *.4.

*.4. ?5#vu?5#vu#$ $ !r#$ $ !r!, in!, int$#$d$t$#$d$ n$ r!d! n$ r!d!..."- ..."--.

-. Con&#uão.Con&#uão..."2 ..."2   ANEXO 1  REDE DE DISTR

 ANEXO 1  REDE DE DISTRIBUIO COM MIBUIO COM MTI@AS MAAS...TI@AS MAAS..."3 ..."3 

N*I+E *E !IGU'A

(5)

Figura 1. Tipo d! R!d! d! Ditri'uição 9UNAD< ";;>:..."  Figura 2. C#$i%i&$ção r!d! r$,i%i&$d$ 9TutiH$< ";;*>;:... * Figura 3. C#$i%i&$ção R!d! M$#6$d$ 9TutiH$< ";;*>1:...-Figura 4. D!!n6o !, p#$nt$ d$ R!d! d! Ditri'uição 9I,$)!, )!r$d$ $ p$rtir do @ro)r$,$ Goo)#! E$rt6:... 13  Figura 5. R!d! ,$#6$d$ ! r$,i%i&$d$...13  Figura 6. ?!#o&id$d! d$ 5)u$ d!ntro d$ r!d! d! ditri'uição< $no ; 9i,$)!, )!r$d$ no  pro)r$,$ E@ANET:... "1

Figura 7. @r!J! !, &$d$ n0 d$ r!d! d! ditri'uição< $no -; 9i,$)!, )!r$d$ no  pro)r$,$ E@ANET:... "*

Figura 8. @r!J! !, &$d$ n0 d$ r!d! d! ditri'uição 9in&=ndio: 9i,$)!, )!r$d$ no  pro)r$,$ E@ANET:...

"-Figura 9. Tr$ç$do d$ r!d! d! ditri'uição &o, $ r!p!&tiv$ v5#vu#$..."-Figura 10. EK!r&L&io o'r! r!d! d! ditri'uição no pro)r$,$ E@ANET..."3  Figura 11. 9$: @r!ão no n0. 9': C$r)$ 6idr5u#i&$ no n0...*1 Figura 12. 9$: ?$7ão !, &$d$ tr!&6o. 9': ?!#o&id$d! !, &$d$ tr!&6o. 9&: @!rd$ d! &$r)$ d! &$)$ tr!&6o...*" 

(6)

N*I+E *E .UA*'O

Tabela 1. D!%inição ! &#$i%i&$ção d$ r!d! r$,i%i&$d$< ,$#6$d$ ! ,it$ 9E#$'or$ção pr0pri$ $ p$rtir d! TutiH$ ";;*>;:...* Tabela 2. ?$nt$)!n ! in&onv!ni!nt! do tipo d! r!d! d! ditri'uição 9MATAIMA<

";1*1":...-Tabela 3. ?$nt$)!n ! d!v$nt$)!n do ,+todo d! di,!nion$,!nto d! r!d!

9Ro,!ro S!rn$< ";;2-2;-":...2 

Tabela 4. 1r$ Et$p$ Crit+rio d! di,!nion$,!nto...4 

Tabela 5. "d$ Et$p$ C5#&u#o d! r!d! M$#6$d$ p!#o ,+todo d! $rdH Cro...1; 

Tabela 6.C5#&u#o d$ r!d! r$,i%i&$d$...11

Tabela 7.C5#&u#o p$r$ $ v!ri%i&$ção d$ @r!J!...11

Tabela 8. C5#&u#o p$r$ $ v!ri%i&$ção d$ v!#o&id$d!...1"  Tabela 9.C5#&u#o p$r$ o't!nção d$ ?$7ão d! In&=ndio...1*

Tabela 10. Gr$u d! ri&o v ?$7ão ! Di,!tro 9MATAIMA< ";1*3:...1*

Tabela 11. @opu#$ção< &$pit$ção ! t$K$ )!o,+tri&$ d$ !vo#ução d$ popu#$ção...1 

Tabela 12. C5#&u#o d$ @opu#$ção p$r$ o $no ;< "; ! -;...1 

Tabela 13. (r!$ $ !r $'$t!&id$ p!#$ r!d! d! ditri'uição 9$no -;:...1 

Tabela 14. Cot$ do r!!rv$t0rio ! do n0...14 

Tabela 15. C5#&u#o d$ ?$7J! M+di$...14 

Tabela 16. F$tor d! p!rd$ ! %$tor d! pont$ 6or5ri$...14 

Tabela 17. C5#&u#o d$ v$7J! d! di,!nion$,!nto...14 

Tabela 18. C5#&u#o do &onu,o d! &$d$ tr!&6o p$r$ Ano ;...1> Tabela 19. C5#&u#o do &onu,! d! &$d$ tr!&6o p$r$ o Ano -;...1> Tabela 20. C5#&u#o do &onu,o d! &$d$ tr!&6o p$r$ in&=ndio...1> Tabela 21.  C5#&u#o d$ r!d! 9,$#6$d$ ! r$,i%i&$d$: no $no ; p$r$ v!ri%i&$ção d$ v!#o&id$d! &o, EK&!#..."; 

Tabela 22.  C5#&u#o d$ r!d! 9,$#6$d$ ! r$,i%i&$d$: no $no ; p$r$ v!ri%i&$ção d$ v!#o&id$d! &o, E@ANET..."1 Tabela 23. C5#&u#o d$ pr!J! M5Ki,$ ! MLni,$ $ !r!, r!p!it$d$...""  Tabela 24. C5#&u#o d$ pr!J! &o, $ p#$ni#6$ d! &5#&u#o EK&!#...""  Tabela 25. C5#&u#o d$ pr!J! &o, o pro)r$,$ E@ANET..."*

Tabela 26. ?!ri%i&$ção d$ pr!J! p$r$ $ v$7ão d! in&=ndio 9T$'!#$ )!r$d$ no  pro)r$,$ E@ANET:...

(7)

Tabela 28. @ro&!di,!nto $ !)uir no pro)r$,$ E@ANET p$r$ $ o't!nção d$ v$7J!<  pr!J!< &$r)$ 6idr5u#i&$< v!#o&id$d! ! p!rd$ d! &$r)$..."4  Tabela 29. R!u#t$do d$ i,u#$ção $pr!!nt$do p!#o pro)r$,$ p$r$ &$d$ n0 d$ r!d!. ...*;  Tabela 30. R!u#t$do d$ i,u#$ção $pr!!nt$do p!#o pro)r$,$ p$r$ &$d$ tr!&6o d$ r!d!...*1

(8)

1# IN'O*U/O

  ,alta de +gua de boa ;ualidade di,iculta o desenvolvimento humano provocando doenças ;ue pode levar a morte. 7endo a +gua um dos bens mais imprescind/veis4 o seu consumo deve ser em bom estado o ;ue implica uma +gua sem contaminação. Desse dilema nasce o conceito de rede de distribuição de +gua ;ue tem a ,unção de distribuir a +gua pot+vel as populaçes.

8ede de distribuição de +gua é a parte do sistema de abastecimento constitu/da por  tubulaçes e <rgãos acess<rios4 destinados a colocar +gua pot+vel = disposição dos consumidores4 de ,orma cont/nua4 em ;uantidade4 ;ualidade4 e pressão ade;uadas ($>>$8? &ÁD@4 200A: AB5!.

  rede de distribuição é4 em geral4 o componente de maior custo do sistema de abastecimento de +gua4 compreendendo4 cerca de 50 a C5 do custo total de todas as obras de abastecimento (7@9E4 200A: FGH!.

  denominação rede de distribuição provém da ,orma como as suas tubulaçes são instaladas4 ,ormando rede de condutos interligados entre si e possibilitando diversas derivaçes para a distribuição da +gua pot+vel aos im<veis abastecidos.

  importIncia da rede de distribuição deve1se a duas caracter/sticas de grande relevIncia a ela associadas ($>>$8? &ÁD@4 200A: AB5!:

→ arantir4 como derradeira unidade do sistema de abastecimento de +gua4 ;ue a

+gua produ*ida e veiculada pelas unidades anteriores chegue até os seus consumidores ,inais sem a deterioração de sua ;ualidade e com a ;uantidade4 pressão e continuidade estabelecidas pela boa técnica e pelas normas o,iciais aplic+veis?

→ "onstituir1se4 geralmente4 na mais e%tensa unidade do sistema4 respons+vel4 em

geral4 por mais de 50 do seu custo de implantação.

7egundo eller e &+dua (200A: AB5!4 uma rede de distribuição mal projetada ou mal operada é permanente ,onte de problemas4 mormente no ;ue tange a perdas de +gua4 ao comprometimento da ;ualidade da +gua e a reclamaçes dos usu+rios.

1.1. Tipos de rede

suti3a (200A: FGH! considera dois tipos de canali*ação numa rede de distribuição de +gua4 sendo elas classi,icadas como principal e secund+ria de,inidas a seguir ()igura B!:

(9)

→ &rincipal: designada como conduto tronco ou canali*ação mestra4 são

tubulaçes de maior diImetro ;ue tem por ,inalidade abastecer as canali*açes secundarias?

→ 7ecund+ria: são condutos de menor diImetro e e%ecuta a ,unção de abastecer 

diretamente os pontos de consumo do sistema de abastecimento de +gua.

Figura 1. ipos de 8ede de Distribuição (@'D4 200H!.

1.2. Classificação da Rede de Distribuição de Água

  distribuição de +gua pot+vel a um aglomerado populacional pode ser ,eita por uma s< rede geral ou por v+rias.  solução a adotar depende das caracter/sticas do aglomerado a abastecer4 sendo necess+rio proceder a um estudo cuidadoso das mesmas (@79'O? 'O@$984 20BF: 2C!.

suti3a (200A: FH0! determina ;ue de acordo com a disposição da rede principal e o sentido de escoamento nas tubulaçes secund+rias4 as redes são classi,icadas em:

 8ede 8ami,icada?

 8ede #alhada?

 8ede mista.

  seguinte tabela apresentada mostra a de,inição e classi,icação das redes de distribuição:

(10)

Tabela 1. De,inição e classi,icação das redes rami,icadas4 malhadas e mistas ($laboração pr<pria a partir  de suti3a 200A:FH0!.

Rede Ramificada Malhada Mista

Definição

  rede é classi,icada rami,icada ;uando o abastecimento se ,a* a partir de uma tubulação principal4 alimentada por um reservat<rio ou estação elevat<ria sendo a +gua derivada para as tubulaçes secund+rias.

7ão constitu/das por tubulaçes principais ;ue ,ormam anéis ou blocos4 de modo ;ue4 pode1se abastecer ;ual;uer ponto do sistema por mais de um caminho.

"onsiste na associação de redes rami,icadas com as redes malhadas. Classificaçã o

a. Redes em espinha de peie: utili*ado comumente para o abastecimento de +reas com desenvolvimento linear. endo1se o conduto principal4 deriva1se em ,orma de rami,icaçes os outros condutos principais ()igura 2:a!. b. Redes em grelha! os condutos

principais são paralelos4 ligam1se em uma e%tremidade a um outro conduto principal4 ;ue os alimenta ()igura 2:b!.

a. Rede em an"is!  comumente utili*ado na maioria das cidades4 apresenta um bom ,uncionamento desde ;ue tenha sido criteriosamente dimensionada4 atreves de uma an+lise apropriada da circulação de +gua. b. Rede em blocos!  con,ere maior 

,acilidade para implantação de controle de perdas4 pois as redes internas aos blocos sendo alimentadas apenas por dois pontos4 ,avorecem a medição de va*es e conse;uentemente melhoram o controle de perdas na rede.

1

(11)

Figura #. "lassi,icação 8ede #alhada (suti3a4 200A:FHB!.

  seguir apresenta1se uma tabela sobre as vantagens e inconvenientes dos tipos de rede de distribuição.

Tabela 2. Jantagens e inconvenientes dos tipos de rede de distribuição (#1>9#4 20BF:B12!.

Rede $antagens Des%antagens

Ramificada

1 )acilidade de dimensionamento e optimi*ação?

1 'ecessita de menos acess<rios? 1 DiImetros mais econ<micos.

1 odo o abastecimento é interrompido para jusante no caso de avaria?

1 cumulação de sedimentos nos pontos terminais?

1 &ressão insu,iciente no caso de

variação (aumento! das

necessidades de consumo.

Malhada

1 O escoamento pode ocorrer em mais de um sentido?

1 O abastecimento para jusante não é interrompido em caso de avaria?

1 Kuando ocorrem grandes variaçes de consumo4 os e,eitos são pouco signi,icativos na pressão.

1 O dimensionamento hidr+ulico é muito mais comple%o?

1 #uito mais e%igente no ;ue se re,ere = ;uantidade de tubagens e acess<rios.

1.#. M"todos de dimensionamento das redes

Os métodos dispon/veis para o dimensionamento de redes de distribuição de +gua são apresentados como métodos numéricos de ard3 "ross (e;uaçes das malhas!4 de 'eLton18aphson (e;uaçes dos n<s e das malhas! e eoria >inear (e;uaçes dos trechos!.  seguir apresenta1se uma breve descrição de cada método dispon/vel:

M"todo de &ard' Cross

(12)

$ste método ,oi desenvolvido em BHFA destacando1se pela sua probabilidade de desenvolver manualmente os c+lculos de maneira simples4 além de ser um método provido de signi,icado ,/sico ;ue ,acilita a an+lise dos resultados intermedi+rios. M aplicado para o dimensionamento dos condutos principais de rede de distribuição do tipo malhada (7@9E4 200A: 60H!.

M um processo iterativo de tentativas diretas4 os ajustamentos ,eitos sobre os valores previamente admitidos ou adotados são computados e portanto4 controlados ( N$J$DO '$O4 BHHA: 6HA!.

M"todo de (e)ton*Raphson

  partir de BHAF o método iterativo 'eLton18aphson ,oi usado para resolver problemas de sistemas de distribuição de +gua. aseia1se em achar um novo conjunto de aper,eiçoamentos ou correçes para os valores das inc<gnitas em cada iteração. $ste método tem uma convergPncia ;uadr+tica o ;ual o ,a* di,erente aos demais métodos cuja convergPncia é linear. $ssa convergPncia ;uadr+tica implica menor iteração para a solução do sistema (8O#$8O? 7$8'4 2005:650!.

$ste método pode ser utili*ado para a resolução de ;ual;uer dos grupos de e;uaçes de descrevem as condiçes de e;uil/brio hidr+ulico das redes de distribuição (e.g. e;uaçes dos n<s4 dos trechos ou das malhas! (8O#$8O? 7$8'4 2005:652!.

M"todo da Teoria +inear 

O método da teoria linear est+ baseado na lineari*ação das e;uaçes b+sicas não lineares da hidr+ulica em termos de uma apro%imação inicial4 e pode ser ,ormulado para o c+lculo simultIneo das va*es nas canali*açes ou das energias nos n<s ($"8'94 200C:B0!.

O método da teoria linear é usado na solução de sistemas de e;uaçes onde as va*es são a inc<gnita. $ste sistema de e;uaçes é ,+cil de usar se a rede se orienta a determinar as va*es (8O#$8O? 7$8'4 2005: 6A2!.

1.#.1. $antagens e Des%antagens dos M"todos de Dimensionamento de Redes

  seguir apresenta1se uma tabela identi,icando as vantagens e desvantagens de cada método utili*ado para o dimensionamento de redes de distribuição.

(13)

Tabela #. Jantagens e desvantagens dos métodos de dimensionamento de redes (8omero? 7erna4 2005:65016A2!

M"todos $antagens Des%antagens &ard'

Croos

$sse método é bem desejado para solução a mão e ,acilmente adaptado em microcomputadore.

$rros associados aos resultados

(e)ton Raphson )acilidade de implementação em algoritmos computacionais 'ecessidade de "+lculos comple%os. Teoria +inear 

"onverge relativamente em poucas iteraçes

7eu uso não é recomendado para a solução de e;uaçes de pressão

1.,. -rgãos e euipamentos acess/rios

Os principais <rgãos e e;uipamentos acess<rios das redes de distribuição de +gua são (7@9E4 200A: 6FG166F:

 $0l%ula de manobra! para garantir boa ;ualidade e continuidade de serviços

sem interrupção4 a manobra das redes de distribuição ocupa lugar de desta;ue4 pois pode permitir ;ue em casos de acidentes ou demandas de emergPncia4 seja minimi*ada a +rea de desabastecimento.

 $0l%ula de descarga! são colocados nos pontos bai%os da rede4 para esva*iar 

totalmente a tubulação. 'ormalmente4 as v+lvulas de descarga ,icam pr<%imas do c<rregos ou galerias de aguas pluviais4 ;ue permitem o escoamento da +gua veiculada através de tubos4 porem devidamente protegidos para evitar contato com +gua contaminadas4 principalmente ;uando a tubulação não estiver  pressuri*ada.

 $entosas! são peças de ,uncionamento autom+tico ;ue permitem a sa/da e

entrada de ar nas tubulaçes4 no caso de redes de distribuição de +gua4 as torneiras as casas a serem abastecidas ,uncionam como ventosas.

 $0l%ula redutora de pressão! é uma v+lvula de controle autom+tica projetada

para redu*ir a pressão de montante a uma pressão constante a jusante4 independente da variação de va*ão e pressão do sistema.

 $0l%ula sustentadora de pressão! é projetada para sustentar presses

m/nimas a montante4 independentemente da variação de va*ão e pressão do sistema. $sse tipo de v+lvula pode ser utili*ado em situaçes nos ;uais4 uma demanda não previa4 poderia resultar em presses inade;uadas na rede.

(14)

 idrantes (bocas de incPndio e marcos de +gua!: garantem os caudais para

combate a incPndios.

1.. Dimensionamento de uma rede de distribuição

  construção de um sistema de abastecimento de +gua re;uer an+lises apro,undados sobre seu planejamento e e%ecução. 7ão de,inidos os hori*ontes de projetos para os posteriores c+lculos das velocidades4 perdas de carga4 va*es4 presses dentro outros parImetros de dimensionamento.

"om base nessas in,ormaçes de,inidas o presente trabalho tem como objetivo principal o dimensionamento de uma rede de distribuição de +gua de uma "idade do $stado do &aran+ (#edianeira!.

 dotando critérios técnicos com restrição ao hori*onte de projeto compara1se os resultados obtidos iterativamente por meio do #étodo de ard3 "ross na planilha de $%cel e no &rograma "omputacional $&'$.

(15)

2# $AE'IAI E $O*O

'o desenvolvimentos dos c+lculo da rede de distribuição de +gua utili*a1se a ,erramenta de c+lculo $%cel. &ara a obtenção de dados como: implantação das redes malhadas e rami,icadas4 comprimento das redes e cota do terreno utili*a1se o programa oogle $arth4 a seguir considera1se as seguintes etapas para o c+lculo das redes:

1ra T343. "ritério de dimensionamento de redes (#alhadas e 8ami,icadas!4 segue1se

os c+lculos apresentados na abela 6.

Tabela ,. Bra $tapa: "ritérios de dimensionamento.

M"todo uação (5

. Termos da uação Coment0rio

Font e "+lculo da &opulaçã o  Pn= P0

(

1+tg

)

n 617  Pn   Q população no ano n (hab.!?  P0   Q população no ano *ero (hab.!?

"alcula1se a população de projeto a partir do hori*onte de projeto4 com o conhecimento

da o ula ão no ano    M

   3    T    3  *    +    8    M    3 raçado das redes malhada s e  A= Pop  D pop 627

 A   Q +rea a ser  abastecida (RmS!?  D pop  Qdensidade populacional &es;uisa1se a densidade populacional da região a ser   abastecida para o c+lculo da +rea do    &        +    +        R     Ja*ão média di+ria ( Qmed !

Qmed= Pop ×Cap

1000 6#7 Qmed Q va*ão média (mT-dia!?  Pop Q população (hab.!? Cap  Q capitação di+ria (l-hab.dia!.

"alculada para o ano *ero e o hori*onte de projeto4 se ,a* uma estimação da capitação a partir do aglomerado populacional.    M   3    T    3  *    +    8    M    3    6    2    9    9    #    7 )ator de perdas ( f  perdas !

 perdas=1,1 6,7 1  ssumisse geralmente o valor de B4B )ator de ponta ( f  ph ! f  ph n =2,0+ 70

√ 

 Pop 67 f ph n Q )ator de &onta oraria para nU0460?  Pop Q &opulação no ano 0 e 60. 1 Ja*ão de dimensio namento Qdim n = f phf   perdasQmed n 6;7 Qdimn  Q va*ão de dimensionamento no ano n (mT-s!? f  ph Q ,ator de ponta hor+ria? f  perdas   1 ,ator de "alcula1se a partir do hori*onte de projeto.

(16)

perdas? Qmed n Q va*ão média no ano n (mT-s!. "omprim ento

,ict/cio  Lfic= Lreal∗ K  6<7

 Lfic Q comprimento ,ict/cio (m!?  Lreal Q comprimento real (m!?  K  Q ,ator de locali*ação do consumo do percurso. Jalores de V: 1040: se não houve consumo no trecho? 1 045: se houve consumo apenas num dos lados do trecho? 1 B40 se houve consumo nos dois lados do trecho.    M    3    T    3  *    +    8    M    3    6    2    9    9    #    7 "onsum o unit+rio de percurso ("@&4 mT-s.m! CUP= Qdim n

 Lfic 6=7 Qdim n  Q Ja*ão de dimensionamento (mT-s!?  Lfic Q "omprimento ,ict/cio (m!. 1 "onsum o de cada trecho ("i! C i=CUP Lific 6>7  Lfic Q "omprimento ,ict/cio (m!? CUP  Q consumo de cada trecho. 1 "+lculo do Jolume da orre de &ressão ∀TP=10× Qdim n 6197TP  Q volume da torre de pressão (mT!? Qdimn  Q va*ão de dimensionamento (mT-min!.   torre de pressão encarrega1se de garantir a pressão necess+ria na rede de distribuição. ssume1 se4 como regra geral4 ;ue o volume da torre de pressão deve ser  cerca de B0 ve*es superior a va*ão de bombeamento

2da T343. "+lculo de 8ede #alhada (#étodo de ard3 "ross!

 inda com a utili*ação da ,erramenta de planilha $%cel ,a*1se o c+lculo da rede #alhada pelo método de ard3 "ross seguindo o procedimentos descrito a seguir:

→ "omeça1se por arbitrar a va*ão para depois e,etuar uma distribuição inicial de

va*es ;ue obedeça a regra da continuidade nos n<s em cada malha. Depois de arbitrar a va*ão determina1se o diImetro a adoptar de acordo com a e;uação (H! para o c+lculo do D considera1se o K m/nimo.

(17)

→ De,ine1se o sentido positivo de va*es em cada malha coincidindo com o

sentido hor+rio. >ogo procede1se a reali*ação dos c+lculos apresentados na abela 5.

Tabela . 2da $tapa: "+lculo de rede #alhada pelo método de ard3 "ross.

M"todo uação (5

. Termos da uação Coment0rio

Font e Jeri,icação da ade;uação da distribuição de va*es da malha

|

∆ H i

|

≤ EF  6117  EF  1 $rro de )echo. eralmente considera1se4 para e,eitos pr+ticos um valor de 040B m? ∆ H i  Q perda de carga (m!.   distribuição considera1se correta ;uando aplica1se essa e;uação.    M    3    T    3  *    +    8    M    3    6    2    9    9    #    7 &erda de "arga ∆ H i= i× Li×h L 6127  i Q perda de carga unit+ria (m-m!? h L Q perda de carga locali*ada (m!?  Li Q "omprimento total do trecho (m!. 1 &erda de "arga unit+ria ($;uação de Darc3!

(

f   D2g A2

)

2 × Qe×

|

Q 61#7 f   Q ,ator de atrito (1!?  D  Q diImetro do conduto (m!?  A Q +rea da seção do conduto. Qe Q va*ão e;uivalente (mT-s!. 1 "orreção de va*es em cada malha ∆ Qmalhai= −

∆ H  2

(

 ∆ H  Qe 61,7 ∆ H i  Q perda de carga (m!? Qe Q va*ão e;uivalente (mT-s!. 7e não se veri,icar a condição dada pela $;uação (BB! é necess+rio introdu*ir uma correção de va*es em cada malha. 9sto deve ser ,eito para todas as malhas (i U B4 24 F4 ... n!.

(18)

Ja*ão em

cada recho Qtrecho ! no"o = Qtrecho ! antigo + ∆ Q 617 Qtrech o ! no"o Q 'ovo Ja*ão (mT-s!?

Qtrech o !antigo  Q antiga va*ão (mT-s!? ∆ Qmalhai Q correção da va*ão.   va*ão de cada trecho da malha i vem e%presso por  essa $;uação.    M    3    T    3  *    +    8    M    3    6    2    9    9    #    7 rechos comuns a duas malhas adjacentes (&ara malha 9!

Qtrecho !no"o =Qtrecho !antigo +∆ Q 61;7

∆ Qmalha1 Q correção da va*ão da malha B? ∆ Qmalha2 Q correção da va*ão da malha 2. 1 rechos comuns a duas malhas adjacentes (&ara malha 99! Qtrecho ! no"o = Qtrecho ! antigo + ∆ Q 61<7 ∆ Qmalha1 Q correção da va*ão da malha B? ∆ Qmalha2 Q correção da va*ão da malha 2.  p<s a correção das va*oes veri,ica1se novamente se é satis,eita a condição dada pela $;uação (BB!. $ste processo iterativo continua até ;ue se satis,aça a condiçã da $;uaçao (BB!. #ra T343. "+lculo de 8ede 8ami,icada

Tabela ;. "+lculo da rede rami,icada.

M"todo uação (5

. Termos da uação Coment0rio

Font e Ja*ão da montante Qmontante i = Qi !#sante+i 61=7 Qmontantei  Q va*ão da montante (mT-s!? Q !#santei Q va*ão  jusante (mT-s!? C i Q consumo em casa trecho (mT-s!. 1    M    3    T    3  *    +    8    M    3    6    2    9    9    #    7 Ja*ão $;uivalente Qe=Q !#sante i + 0.55∗C i Qe=Qmontantei −0.45∗C  61>7 Qmontantei  Q va*ão da montante (mT-s!? Q !#sante i Q va*ão  jusante (mT-s!? C i Q consumo em casa trecho (mT-s!. 1

,ta T343. Jeri,icação das &resses.

(19)

M"todo uação (5 .

Termos da

uação Coment0rio Fonte

"ota &ie*omét rica #+%ima  H m$%=60mc&a& 6297  H m$ % 1 "ota medida acima do n/vel do solo (mc.a.!.

&ermite evitar roturas4 ,ugas (W

B5!. 7e a pressão m+%ima ,or superior a A0

m c.a. deve1se bai%ar o    M   3

   T    3  *    +    8    M    3    6    2    9    9    #    7 "ota &ie*omét rica #/nima  H min=10+4n 6217  H min   Q "ota m/nima (mc.a.!? n Q (nXmero de pisos (do edi,/cio! acima do solo!.

Kuando não se veri,icam as presses m/nimas deve1se aumentar a altura da torre (reservat<rio! ou aumentar o diImetro em alguns trechos com D Y 6 m (;uando os trechos possuem comprimento igual ou superior a B00 m!.    M    3    T    3  *    +    8    M    3    6    2    9    9    #    7 "ota do conduto  ' cond#to= 'terreno−1 6227  'cond#to  Q cota do conduto (mc.a.!  'terreno   Q cota do terreno (mc.a.! 1 &ressão m+%ima  Pm$% (  = Hm$%− 'cond 62#7  Pm $ % (  Q pressão m+%ima (mc.a.!?  Hm $ % Q n/vel de +gua do reservat<rio (mc.a!?  'cond#to  Q cota do conduto (mc.a!.

em ;ue ser Z A0 mc.a.

&ressão m/nima  Pm)n (  = Hm∈− 'cond# 62,7  Pm) n (  Q pressão m/nima (mc.a.!?  Hm) n Q cota m/nima (mc.a!?  'cond#to  Q cota do conduto (mc.a!.

em ;ue ser [ 22 mc.a.

Jariação-,lutação

de pressão

∆ p ≤30m c & a & 627 ,lutação ∆ p de1 pressão (mc.a!.

1

ta T343. Jeri,icação das Jelocidades

(20)

M"todo uação (5 . Termos da uação Coment0rio Font e Jelocidade

m/nima U min=3m/s 62#7

min Q velocidade m/nima do escoamento de ponta no ano 0 (m-s!.

7e por algum motivo não ,or  poss/vel4 de maneira nenhuma4 cumprir este re;uisito devem considerar1se dispositivos ;ue permitam e,etuar descargas peri<dicas. Kuando não se cumpre o critério da velocidade m/nima pode ocorrer a degradação da ;ualidade da +gua devido a deposição-acumulação de sedimentos e também a deterioração do cloro.    M    3    T    3  *    +    8    M    3    6    2    9    9    #    7 Jelocidade m+%ima m $ %=0,127∗ 62,7 U m$ % Q velocidade m+%ima (m-s!?  D Q diImetro (mm!.   @m+%  do escoamento para a va*ão de ponta no hori*onte de projeto não deve e%ceder o valor dado por essa e;uação.

"+lculo do diImetro 0,127∗ D0,4= Q *  627  D Q diImetro (mm!? Qdim n Q Ja*ão de dimensionament o (mT-s!. 1

;ta T343. "+lculo da Ja*ão de 9ncPndio.

Tabela >. "+lculos para obtenção da Ja*ão de 9ncPndio

M"todo uação (5 . Termos da uação Coment0rio Font e Ja*ão de

9ncPndio Qdim+inc=Qmed 40 +Qinc 62;7 Qdim+inc Q Ja*ão de incPndio (l-s!? Qmed40 Q Ja*ão

\ 'ão e%istem4 para situaçes de incPndio4 limites de velocidade? \  pressão em todos os n<s tem de ser [ 5 m. e    M   3    T    3  *    +    8    M    3    7

Tabela 19. rau de risco v Ja*ão e DiImetro (#1>9#4 20BF:C!.

?rau $a@ão 6lAs7 DiBmetro

6mm7 B B5 G0 2 2245 H0 F F0 B00 6 65 B25 5 de,inir [B50

(21)
(22)

# 'EULA*O

E

*I+UO

Os c+lculos ,eitos a partir da metodologia descrita acima deram

os seguintes resultados:

#.1. C0lculo da população a partir do hori@onte de

proEeto

#ostra1se na tabela seguinte os dados das populaçes no ano 04

capitaçes e ta%a geométrica da evolução da população:

Tabela 11. &opulação4 capitação e ta%a geométrica da evolução da população.

"om esses dados calcula1se a população (hab.! a partir do

hori*onte de projeto:

Tabela 12. "+lculo da &opulação para os anos 04 20 e 60.

#.2. C0lculo da densidade populacional para a

determinação da 0rea a ser abastecida pela rede

de distribuição 6cidade de Medianeira7.

Tabela 1#. Área a ser abastecida pela rede de distribuição (ano 60!.

#.#. Desenho das redes Malhadas e Ramificada

)a*1se o traçado das redes em planta com o au%ilio do programa oogle

(23)

Figura ,. Desenho em planta da 8ede de Distribuição (9magem gerada a partir do &rograma oogle $arth!   seguir mostra1se a dimensão das redes malhadas e rami,icadas4 a ubicação dos n<s

e dos trechos e a posição dos reservot<rio de +gua ()igura5!.

Figura . 8edes malhadas e rami,icada

  partir do programa oogle $arth ,oi obtido as cotas de cada n< e do reservat<rio4 apresentados na seguinte tabela:

(24)

#.,. C0lculo da %a@ão m"dia e %a@ão de dimensionamento

'a seguinte tabela mostra1se os resultados das va*es médias calculadas a partir da $;uação (F!:

Tabela 1. "+lculo das Ja*es #édias.

>ogo com a $;uação (A!4 calcula1se a va*ão de dimensionamento utili*ando os ,atores abotados (, perda! e calculados (, p! da abela (BA!:

Tabela 1;. )ator de perda e ,ator de ponta hor+ria.

(25)

1.1. C0lculo do Consumo para os anos de 9 ,9 e incGndio.

  seguir mostra1se a tabela com o c+lculo do consumo unitario do percurso ("@&! e o consumo de cada trecho ("i! para os ano 04 60 e para incPndio.

Tabela 1=. "+lculo do consumo de cada trecho para no 0.

Tabela 1>. "+lculo do consume de cada trecho para o no 60.

Tabela 29. "+lculo do consumo de cada trecho para incPndio.

#.. C0lculo do $olume da Torre de 4ressão

(26)

∀TP=10×1,2556m 3

/s=12,56m³

#.;. C0lculo da rede Malhada e ramificadas

"om o au%/lio da ,erramenta $%cel e,etua1se os c+lculos iterativos utili*ando a $tapas 2 e F descrita na metodologia para os anos 04 60 e para o incPndio.

 lguns dos procedimentos citados a seguir terão ;ue ser respeitados:

 O dimensionamento da rede deve ser ,eito para o ano 60 (Kdim!?

   veri,icação do caudal de incPndio é ,eita para o ano 60 (Kmedio!?    veri,icação das velocidades m/nimas é ,eita para o ano 0 (Kdim!?

   veri,icação das presses m+%imas e m/nimas é ,eita para o ano 60 (Kdim!.

  seguir mostra1se os resultados obtidos na planilha $%cel e $&'$ e a comparação entre elas.

3( HR! %erificação das %elocidades

• #ostra1se nas abelas 2B e 22 as velocidades obtidas nas iteraçes com a

planilha $%cel e o programa $&'$ respectivamente.

Tabela 21. "+lculo das rede (malhada e rami,icada! no ano 0 para veri,icação das velocidades com $%cel.

   2    ;    5    8    T        R    3    I     J    #alh a recho DiImetro (mm! Ja*ão (mT-s! Jm+%. (m-s! Jelocidade calculada (m-s! Jm/n. (m-s! Obs.    M    3    +    &    3    8

1*2 BB64A 1A406$1F 04G6A 045H 04F $ncontra1se

dentro do limite

2*, BB64A 1645G$1F 04G6A 0466 04F $ncontra1se

dentro do limite

1*# BB64A 54GA$1F 04G6A 045C 04F $ncontra1se

dentro do limite #*, C64A B462$1F 04CBF 04F2 04F $ncontra1se dentro do limite    M    3    +    &    3    8    8 #*, C64A 1B462$1F 04CBF 04F2 04F $ncontra1se dentro do limite ,*; H64A 124CC$1F 04CG6 04FH 04F $ncontra1se dentro do limite

#* H64A 24A2$1F 04CG6 04FC 04F $ncontra1se

dentro do limite *; C64A B40G$1F 04CBF 04FF 04F $ncontra1se dentro do limite 1    R    3    M    8    F    8  *    3

;*< A64A 04HC$1F 04ACF 04F 04F $ncontra1se

dentro do limite

Tabela 22. "+lculo das rede (malhada e rami,icada! no ano 0 para veri,icação das velocidades com $&'$.

(27)

Os resultados deram apro%imados sendo o traçado ade;uado para o dimensionamento da rede com respeito ao critério das velocidades.  seguir mostra1se uma ,igura com o traçado reali*ado no programa $&'$ com a legenda das velocidades:

Figura ;. Jelocidade da +gua dentro da rede de distribuição4 ano 0 (imagem gerada no programa $&'$! 3( ,9! $erificação das pressKes

 #ostra1se nas abelas 26 e 25 as presses obtidas nas iteraçes com a planilha

$%cel e o programa $&'$ respectivamente.

(28)

Tabela 2,. "+lculo das presses com a planilha de c+lculo $%cel    1    #    5    8    T        T    3    I     J    #alha '< "ota (m! "onsumo (l-s! &erda de carga ] (m! "arga idr+ulica (mc.a! &ressão Obs.    M    3    +    &    3    8 1 60540 0 B40B 65A46H 5B46H 'o cumpre com o m/n. 2 FHH40 245AB C4FB 6504BH 5B4BH 'o cumpre com o m/n. # 6024F F4BHH G4AC 66C4G2 65452 OV , 60240 54AGC H4CG 66A4CB 664CB OV    M    3    +    &    3    8    8 # 6024F F4BHH G4AC 66C4G2 65452 OV , 60240 54AGC H4CG 66A4CB 664CB OV  60B40 24CB6 64FG 66F466 62466 OV

; FHH45 5405G H4A5 6FC40A FC45A OV

1    R    3    M    8    F    8  *    3 < FHC40 B4C0C B4G5 6FA422 FH422 OV

(29)

Os calculos deram consideravelmente parecidos entre o da planilha $%cel e o $&'$. Observa1se ;ue nos n<s B e 2 não cumpre com a pressão m/nima e%igida4 ;uando não se veri,icam as presses m/nimas deve1se aumentar a altura da torre (reservat<rio! ou aumentar o diImetro nesses trechos.  seguir mostra1se uma ,igura com o traçado da rede no programa $&'$.

Figura <. &resses em cada n< da rede de distribuição4 ano 60 (imagem gerada no programa $&'$! 8(CL(C8 6ano ,97! $erificação das pressKes

'ão e%istem4 para situaçes de incPndio4 limites de velocidade então e ,eita a veri,icação somente das presses.  pressão em todos os n<s tem de ser [ 5 metros e in,erior a B00 mc.a como se veri,ica na abela 2A.

(30)

Figura =. &resses em cada n< da rede de distribuição (incPndio! (imagem gerada no programa $&'$!

#.<. $0l%ulas a serem instaladas na rede

  seguinte ,igura mostra o sistema de distribuição de +gua com as tubulaçes correspondentes e v+lvulas a serem instaladas:

(31)

3# +ON+LUO

  utili*ação de métodos iterativos de apro%imaçes sucessivas4 como o método de ard3 "ross4 para dimensionamento de redes de distribuição de +gua4 apresenta um nXmero elevado de vari+veis a serem determinadas. #uitas ve*es uma solução algébrica da rede torna1se complicada4 por conse;uPncia é preciso utili*ar ,erramentas de c+lculo bem estruturados e com o menor erro poss/vel. )a*endo a comparação entre as ,erramentas utili*adas para as soluçes neste trabalho (planilha $%cel e $&'$!4 encontra1se v+rias di,iculdades para atingir o valor e%ato do dimensionamento ;ue obedeçam os critérios de dimensionamento e%igidos (critério das velocidades e presses!.

  modo de comparação dos resultados4 da planilha $%cel e do programa $&'$ mostraram1se apro%imados obedecendo o critério da velocidade (ano 0!4 mas na veri,icação das presses os resultados não coincidiam e ainda não ,oi cumprida a veri,icação das presses m/nimas nalguns trechos solicitando soluçes alternativas como elevação do reservat<rio ou aumento do diImetro da tubulação.

Os erros associados a planilha $%cel não permitiram a obtenção de um resultado ;ue encai%e com os critérios mencionados. $ntre tanto o so,tLare $&'$ é um e%celente programa para a simulação de redes de distribuição de +gua4 pois4 conta com uma ampla gama de ,erramentas ;ue permitem a modelação dos aspectos da rede de modo real disponibili*ando uma visuali*ação mais ,+cil do comportamento da rede.

(32)

REFER)NCIAS 'I'LIOGRFICAS

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7@9E4 #.. (200A!. 3bastecimento de Água. F^. $dição. 7ão &aulo: $ditora &oli1

(33)

ANE-O 1 – 'E*E *E *I'I4UI/O +O$ $LI6LA $AL"A

imulação de uma rede de distribuição

"om o au%/lio do &rograma $&'$ procede1se ao c+lculo de uma rede malhada com diImetros4 cotas4 rugosidade (abela 2C! e consumos de,inidos ()igura B0!.

Figura 19. $%erc/cio sobre rede de distribuição no programa $&'$. Tabela 2<. Dados da 8ede de distribuição.

  seguir apresenta1se uma tabela com procedimento a seguir para a obtenção das va*es4 presses4 carga hidr+ulica4 velocidades e perdas de carga.

(34)

Tabela 2=. &rocedimento a seguir no programa $&'$ para a obtenção das va*es4 presses4 carga hidr+ulica4 velocidades e perdas de carga.

4rocedimento Descrição Figuras eplicati%as

3cesso ao programa ai%ado e instalado o programa procede1se a reali*ação do &rojeto. Tela 4rincipal Dentro do programa observa1se a +rea de trabalho com as ,erramentas de desenho e c+lculo. Configuração do 4roEeto &asso a seguir: arra de ,erramentas Q &rojeto Q Opçes de simulação. 1 idr+ulica Opçes: \ unidades de caudal (l-s! \ ,<rmula de perda de carga (D1! \ mantem1se as demais vari+veis. $isuali@ação dos r/tulos e sNmbolos 'a barra de ,erramenta procede1se a e%ecutar o comando ;ue

abre a janela para a

con,iguração das

visuali*açes. 'a opção notação eleciona1se as opces e enseguida clicar  em oR.

(35)

Traçado da rede 'a barra de )erramentas seleciona1se a opção 4 para o traçado dos n<s. $nseguida seleciona1se a opção 4 para o traçado dos reservat<rios.

7eleciona1se a opção 4 para o traçado dos trechos. Definição das caracterNsticas de cada elemento  inda na barra de ,erramentas seleciona1se a opção selecionar objeto

 4 logo clicar duas ve*es em cima de cada objeto e de,inir as caracter/sticas uma a uma.

(36)

imulação do 4roEeto

>ogo de ter todas as caracteristicas de cada elemento de,inidas procede1se a simulação do projeto com a utili*ação da ,erramenta e%ecutar simulação . btenção dos Resultados &rocede1se a impressão dos resultados com o comando . odos os

8esultados são

mostrados nas )iguras abai%o.

7eguindo todos os passos mostrados na abela 2G4 procede1se a impressão dos resultados:

(37)

6a7

6b7

Figura 11. (a! &ressão nos n<s. (b! "arga hidr+ulica nos n<s.

(38)

6a7

6b7

6c7

Referências

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