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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

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RESOLUÇÃO No 001/2015-CONSEPE, de 30 de março de 2015.

Aprova Regulamentação Geral para o processo de consulta à comunidade universitária para a eleição de Diretor e Vice-Diretor do Centro de Tecnologia.

O DIRETOR DO CENTRO DE TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE faz saber que o Conselho do Centro de Tecnologia – CONSEC-CT, fazendo uso das atribuições que lhe confere o artigo 18 do Regimento Interno do Centro de Tecnologia (Resolução 009/2007- CONSUNI),

RESOLVE:

Art. 1o Aprovar Regulamentação Geral para o processo de consulta à comunidade universitária para a eleição do Diretor e Vice-Diretor do Centro de Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, a realizar- se no período letivo 2015.1, nos termos da regulamentação aprovada por esta Resolução e que dela faz parte integrante.

Art. 2o Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.

Centro de Tecnologia, Natal, 30 de março de 2015.

José Daniel Diniz Melo DIRETOR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA

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Anexo da Resolução no 01/2015-CONSEC-CT, de 30 de março de 2015.

REGULAMENTAÇÃO GERAL PARA O PROCESSO DE CONSULTA À COMUNIDADE PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR E VICE-DIRETOR DO

CENTRO DE TECNOLOGIA DA UFRN

TÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I

DAS DEFINIÇÕES GERAIS DO PROCESSO TÍTULO II

DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO DO PROCESSO CAPÍTULO I

DA ORGANIZAÇÃO Seção I

Da Comissão Eleitoral e de sua Constituição Seção II

Da Competência da Comissão Eleitoral

CAPÍTULO II

DO FUNCIONAMENTO DO PROCESSO Seção I

Das Candidaturas Seção II Dos Eleitores

Seção III Da Campanha Eleitoral

Seção IV Da Votação Subseção I Da Natureza do Voto

Subseção II

Do Calendário da Consulta e do Período da Votação Subseção III

Dos Procedimentos da votação Seção V

Da Apuração e da Fiscalização Seção VI

Da Interposição de Recursos TÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

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TÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I

DAS DEFINIÇÕES GERAIS DO PROCESSO

Art. 1º A consulta à Comunidade Universitária para a eleição do Diretor e Vice-Diretor do Centro de Tecnologia - CT da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN define-se como um mecanismo de participação de todos os que fazem esta Unidade Acadêmica.

Art. 2o Aplicam-se a este processo de participação dos segmentos da Comunidade Universitária do Centro de Tecnologia, na escolha de seus dirigentes maiores, os mesmos princípios que orientam toda a estrutura e o funcionamento da UFRN, de acordo com a Seção I – Dos Princípios, a Seção II – Dos Objetivos, e do Capítulo II do Título I do seu Estatuto, especialmente os princípios:

I – da ética, pelo qual se respeitam e se valorizam a natureza e os direitos inalienáveis dos agentes das interações sociais e acadêmicas, na Instituição;

II – da participação democrática na gestão acadêmica e na administração universitária, assegurando-se a igualdade de oportunidades e o equânime tratamento a todos;

III – da representatividade de todos os atores e agentes da comunidade universitária do Centro de Tecnologia;

IV – da democracia social, com o exercício da justiça, da equidade e do respeito à pessoa humana;

V – do espírito público, na transparência das ações e na atribuição coletiva e solidária da socialização das responsabilidades e dos resultados;

VI – da garantia à liberdade, autonomia e independência dos indivíduos e dos grupos.

TÍTULO II

DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO DO PROCESSO

CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO

Seção I

Da Comissão Eleitoral e de sua Constituição

Art. 3o A consulta à Comunidade Universitária para a eleição do Diretor e Vice-Diretor do Centro de Tecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN será estruturada por meio de uma Comissão Eleitoral incumbida de organizar, superintender e supervisionar, operacionalizar e acompanhar o referido processo, em todas as suas etapas.

Art. 4o A Comissão Eleitoral será constituída por três membros, sendo:

I – 01 (um) representante da categoria de docentes;

II - 01 (um) representante da categoria de Servidores Técnico-Administrativos;

III - 01 (um) representante da categoria de discentes;

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§ 1o A Comissão Eleitoral será nomeada pelo Diretor do Centro de Tecnologia.

§ 2o A Comissão Eleitoral escolherá entre seus membros, seu Presidente, Vice- Presidente, e seu Secretário.

Seção II

Da Competência da Comissão Eleitoral Art. 5o Compete a esta Comissão Eleitoral:

I - operacionalizar e coordenar o processo de consulta, nos termos desta Resolução;

II - disciplinar o processo de consulta, zelando pelo cumprimento das normas e coibindo os atos daqueles que as desconsiderarem ou transgredirem, em detrimento da ética, do espírito público e da democracia do processo de eleição, em qualquer de suas fases;

III - receber, em local a ser definido, a inscrição das Chapas dos candidatos, conforme o calendário constante destas normas;

IV - homologar as inscrições das Chapas e publicar as listas de participantes, de acordo com os prazos previstos pelo calendário da consulta;

V - providenciar a divulgação das Chapas aptas a concorrer, com seus respectivos programas e currículos dos candidatos, depois de efetivado o deferimento das candidaturas inscritas;

VI - credenciar fiscais das Chapas inscritas para atuarem durante todas as fases do processo;

VII - deliberar sobre recursos impetrados, em qualquer fase do processo de consulta, examinando sua instrução, sua procedência, seu mérito e decidindo sobre o objeto em causa;

VIII - publicar os resultados do processo de consulta e encaminhá-los ao CONSEC-CT;

IX - apreciar e deliberar sobre os casos omissos.

Parágrafo Único. A Comissão Eleitoral extingue-se com o ato do encerramento do processo de consulta e a consequente comunicação dos resultados finais apurados ao CONSEC-CT, de acordo com o estabelecido pelo calendário da consulta.

CAPÍTULO II

DO FUNCIONAMENTO DO PROCESSO Seção I

Das Candidaturas

Art. 6o Definem-se como candidatos aos cargos de Diretor e Vice-Diretor os docentes da UFRN, lotados em Departamentos Acadêmicos do Centro de Tecnologia, devidamente inscritos para esta postulação, segundo as normas desta Resolução.

§ 1o Para a inscrição de candidatura ao cargo de Diretor e Vice-Diretor, requer- se do candidato que:

I - integre a carreira de Magistério Superior da UFRN, com dedicação exclusiva;

II - ocupe o cargo de Professor Titular ou de Professor Associado 4, ou que seja portador do título de Doutor, neste caso, independentemente do nível ou da classe do cargo ocupado (observado o Decreto Nº 6.264. de 2007);

III - tenha, no mínimo, cinco anos de efetivo exercício do magistério superior

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na UFRN.

§ 2o A formalização da candidatura é feita pela inscrição da Chapa, junto à Comissão Eleitoral, contendo:

I - o Requerimento de inscrição da Chapa de Diretor e Vice-Diretor, de acordo com formulário próprio (Anexo I);

II - o Programa da Chapa;

III - o Curriculum Vitae dos candidatos.

IV – Fotografia digital dos candidatos, formato JPEG, em pendrive cedido pela Comissão Eleitoral.

§ 3o Após o encerramento do prazo para apresentação de inscrições de candidaturas, a Comissão Eleitoral reunir-se-á para apurá-las e deferi-las ou indeferi-las. Das inscrições, caberá recurso, que deverá ser interposto em 24h da divulgação dos resultados.

Findo o prazo para interposição de recursos, estes deverão ser julgados pela Comissão Eleitoral em até 48h.

§ 4o A cada Chapa inscrita corresponderá um número consignado por sorteio, na presença dos candidatos e/ou de seus representantes, no prazo de até 72 horas após o deferimento das inscrições.

§ 5o Cada Chapa poderá registrar um nome ou título próprio que a identifique.

Seção II Dos Eleitores

Art. 7º São eleitores os membros da Comunidade Universitária do Centro de Tecnologia:

I – todos os professores de ensino superior, integrantes da carreira do magistério superior lotados em Departamentos Acadêmicos do Centro de Tecnologia e em gozo dos seus direitos, e que à exceção de afastamento para pós-graduação ou pós-doutorado, não se encontrem afastados das suas atividades na Universidade há mais de seis meses da data do pleito;

II – todos os servidores técnico-administrativos lotados no Centro de Tecnologia, de seu quadro permanente, em gozo dos seus direitos e que à exceção de afastamentos para pós-graduação e pós-doutorado, não se encontrem afastados das suas atividades no Centro de Tecnologia há mais de seis meses, da data do pleito;

III - todos os discentes de graduação dos cursos presenciais, de pós-graduação stricto sensu do Centro de Tecnologia, desde que estejam com vínculo ativo;

§ 1o Ficam impedidos de manifestação por meio de voto os servidores docentes e técnico-administrativos do Centro de Tecnologia, em gozo dos seus direitos, que se encontrarem cedidos a outros órgãos.

§ 2o Ao servidor ou estudante que pertença a mais de uma das categorias de participante da consulta só é permitido um voto, na categoria de maior peso proporcional.

§ 3o A lista final dos participantes do processo de consulta será divulgada em data prevista no calendário da consulta.

Seção III

Da Campanha Eleitoral

Art. 8º . Define-se como campanha a oportunidade que se oferece:

I - À Comunidade Universitária do Centro de Tecnologia, de ser informada das plataformas políticas, das propostas de administração das várias Chapas concorrentes, dos perfis dos candidatos que pleiteiam a eleição a Diretor e Vice-Diretor;

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II - Aos candidatos, de exporem suas idéias a seus pares, aos estudantes e aos técnico-administrativos, debatendo com pessoas e grupos sobre os problemas do Centro de Tecnologia e sobre os encaminhamentos que propõem, se eleitos;

III - A toda a Comunidade Universitária do Centro de Tecnologia, de uma mobilização para a participação ativa de todos os segmentos que a compõem na eleição da Direção do Centro de Tecnologia.

§ 1o A campanha pautar-se-á pelos preceitos básicos definidos no Art. 2º e seus Incisos de I a VI desta Resolução, pelo respeito aos princípios da não poluição sonora e visual, respeito ao meio ambiente e contra o favorecimento do poder econômico de qualquer grupo ou candidato.

§ 2o Será permitida a divulgação das Cartas Programas das chapas concorrentes, bem como de documentos veiculadores de ideias complementares às apresentadas nas Cartas Programas, todos eles enviados à comunidade universitária através do sistema SIGAdmin, após aprovação da Comissão Eleitoral, em até 24h, ou de outros meios de divulgação online.

§ 3º Serão proibidas manifestações impressas em qualquer forma, incluindo cartazes, outdoors, faixas, panfletos, bottons, adesivos, crachás, santinhos, distribuição de brindes e carros de som.

§ 4o As chapas que não cumprirem com essas recomendações serão advertidas publicamente pela Comissão Eleitoral.

§ 5o Por solicitação das chapas inscritas, a Comissão Eleitoral realizará um debate de encerramento da campanha, até três dias antes da eleição, no primeiro turno.

Seção IV Da Votação

Subseção I Da Natureza do Voto

Art. 9º. O voto de cada participante define-se como uma resposta individual da preferência, no processo de consulta, para a eleição do Diretor e Vice-Diretor do Centro de Tecnologia.

Art. 10. O argumento de cada chapa fica estabelecido de acordo com o Anexo II desta Resolução.

I – a Comissão Eleitoral deverá divulgar o número de eleitores aptos a votar por cada categoria (docente, discente e técnico-administrativo);

II – será proclamada vencedora a chapa que obtiver argumento maior que 50%

(cinquenta por cento), de acordo com o Anexo II desta Resolução;

§ 1o O voto será secreto e uninominal por chapa de Diretor e Vice-Diretor.

§ 2o O voto será facultativo, não podendo ser efetuado por correspondência ou por procuração.

Subseção II

Do Calendário da Consulta e do Período da Votação

Art. 11. O calendário da eleição é o seguinte:

I – Inscrição das Chapas: 08 a 17 de abril de 2015;

II – Análise de divulgação das inscrições pela Comissão Eleitoral – 22 de abril de 2015;

III - Data limite para recursos - 23 de abril de 2015;

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IV – Data limite para julgamento dos recursos – 24 de abril de 2015;

V - Período de Campanhas para o primeiro turno: 27 de abril a 22 de maio de 2015;

VI - Divulgação da Lista de Eleitores – 4 de maio de 2015;

VII - Prazo para Recursos de eleitores – 11 de maio de 2015;

VIII - Divulgação final da lista de eleitores – 13 de maio de 2015;

IX - Votação em primeiro turno – 27 de maio de 2015;

X - Período de campanha para o segundo turno - 01 a 05 de junho de 2015;

XI - Votação em segundo turno: 10 de junho de 2015;

XII – Homologação do resultado em reunião ordinária do CONSEC-CT - 15 de junho de 2015.

Subseção III

Dos Procedimentos da votação

Art. 12. O voto de cada participante define-se como uma resposta individual, indicativa ao Conselho de Centro, da preferência para a eleição por este Colégio Eleitoral, de três nomes a serem submetidos à escolha e nomeação pela Reitora, segundo a legislação vigente.

Art. 13. A consulta processar-se-á pelo sistema SIGELEIÇÃO.

Parágrafo único. A Superintendência de Informática – SINFO será responsável por todo o processo eletrônico das eleições, bem como por informar e fornecer dados, quando necessários e por solicitação da Comissão Eleitoral.

Seção V

Da Apuração e da Fiscalização

Art. 14. Para efeito de apuração, aplicar-se-á a fórmula apresentada no Anexo II desta Resolução.

Art. 15. A fiscalização se define como o mecanismo de controle e de acompanhamento técnico e político do desenvolvimento do processo de eleição, em todas as suas fases.

§ 1o Para a fiscalização durante as fases da votação e da apuração, cada Chapa concorrente deverá apresentar os nomes de dois fiscais junto à Comissão Eleitoral, para o devido credenciamento, até o último dia útil da semana anterior à eleição.

§ 2o A indicação dos fiscais não poderá recair sobre os integrantes da Comissão Eleitoral .

§ 3o Os fiscais só poderão atuar como tal exibindo seu credencial ao presidente da Comissão Eleitoral.

Seção VI

Da Interposição de Recursos

Art. 16. Em relação aos procedimentos e resultados da consulta, na fase de votação e de apuração, poderão ser apresentados recursos à Comissão Eleitoral, no prazo de até 48 horas após a divulgação oficial dos resultados.

Parágrafo Único. Das decisões da Comissão Eleitoral caberá recurso ao

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CONSEC-CT no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas.

TÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 17. Cabe à Direção do Centro de Tecnologia prover os meios necessários à realização do processo de eleição em todas as suas fases.

Art. 18. Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Eleitoral.

Art. 19. Estas normas entrarão em vigor na data de sua publicação.

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Anexo da Resolução no 001/2015-CONSEC-CT, de 30 de março de 2015.

ANEXO I

Universidade Federal do Rio Grande do Norte Centro de Tecnologia

Eleição de Diretor e Vice-Diretor

Comissão Eleitoral

Requerimento de Inscrição de Chapa

Os abaixo assinados Professores (as)

_________________________________________________________________________

matrícula no ___________, lotado (a) no Departamento ______________________________, do Centro de Tecnologia, e

_________________________________________________________________________

matrícula no ________________, lotado (a) no Departamento ________________________, do Centro de Tecnologia,

pertencentes à carreira do magistério superior da UFRN, requerem à Comissão Eleitoral da Consulta para Eleição do Centro de Tecnologia a inscrição e o registro de suas candidaturas para Diretor e Vice-Diretor, respectivamente, em uma Chapa pela qual apresentam, em anexo, um Programa, um pendrive contendo as fotos dos candidatos e Curriculum Vitae.

Natal/RN, _____ de _______________ de 2015.

__________________________________ _____________________________

Nome legível Assinatura

__________________________________ ______________________________

Nome legível Assinatura

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Anexo da Resolução no 001/2015-CONSEC-CT, de 30 de março de 2015.

ANEXO II

ROTEIRO PARA APURAÇÃO DOS VOTOS

A fórmula indicada para apuração dos votos é a seguinte:

Argumento da Chapa i = 2 .Q.100 A

A T P

T Pi i i



 

 

 

 

Onde:

Pi = quantidade de votos de professores na Chapa i;

Ti = quantidade de votos de servidores técnico-administrativos na Chapa i;

Ai = quantidade de votos de alunos na Chapa i;

Q = quociente de normalização Q =

A A T P

T

PT T T



 

  2

1

PT = total de votos válidos de professores;

TT = total de votos válidos de servidores técnico-administrativos;

AT = total de votos válidos de alunos;

P = número de professores aptos a votar;

T = número de servidores técnico-administrativos aptos a votar;

A = número de alunos aptos a votar.

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