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O GUIA DEFINITIVO DO SIMPLES NACIONAL

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Academic year: 2022

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O GUIA DEFINITIVO

DO SIMPLES NACIONAL

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INTRODUÇÃO ... 3

AFINAL, O QUE É O SIMPLES NACIONAL? ... 6

COMO FUNCIONA O SIMPLES? ... 10

QUEM PODE ADERIR? COMO FAZÊ-LO? ... 13

AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DO SIMPLES ... 18

COMO ADERIR AO SIMPLES NACIONAL? ... 23

ENTENDA O IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E SERVIÇOS (ICMS) ... 27

NOVAS REGRAS DO SIMPLES NACIONAL PARA 2018 ... 30

A IMPORTÂNCIA DA SEGREGAÇÃO DE RECEITA NO MOMENTO DA EMISSÃO DA DAS ... 33

CONCLUSÃO ... 35

SOBRE O EFICIÊNCIA FISCAL ... 37

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INTRODUÇÃO

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INTRODUÇÃO

A definição do regime tributário que será adotado pela empresa é uma etapa estratégica importante, pois vai definir aspectos relevantes sobre o desempenho e crescimento da empresa.

Os gestores das microempresas e empresas de pequeno porte devem estar atentos ao aspecto tributário que vai reger as suas atividades. Por isso, conhecer o regime de tributação do Simples Nacional, é imprescindível para a adoção das melhores estratégias contábeis e de planejamento tributário.

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INTRODUÇÃO

Este e-book foi desenvolvido para você que é empresário e precisa aprofundar o seu conhecimento sobre o regime do Simples Nacional!

Desmistifique conceitos, entenda como ele funciona, saiba quem pode optar e como fazer a adesão, conheça as vantagens e desvantagens, aprenda como ingressar no Simples através de um passo a passo simples e descubra, de uma vez por todas como o ICMS se relaciona com o regime do Simples Nacional. Confira!

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AFINAL, O QUE É O SIMPLES NACIONAL?

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AFINAL, O QUE É O SIMPLES NACIONAL?

O Simples Nacional é um regime de tributação com o objetivo de facilitar o recolhimento de impostos e contribuições.

Criado em 2006 pela Lei Complementar 123, o regime do Simples Nacional

é voltado para microempresas e empresas de pequeno porte. O

pagamento de impostos e contribuições pelo regime é realizado com base no faturamento anual das empresas.

O Simples permite que a empresa unifique o pagamento de impostos e contribuições em uma única guia de arrecadação, chamada de Documento de Arrecadação do Simples. Esse

pagamento único inclui o recolhimento de obrigações devidas a União, Estado, Distrito Federal e Município.

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AFINAL, O QUE É O SIMPLES NACIONAL?

O pagamento unificado no âmbito do Simples compreende oito tributos, sendo cinco de competência federal, um de competência estadual e um de competência municipal. Descubra quais são eles:

1. Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ);

2. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);

3. Contribuição Patronal Previdenciária (CPP);

4. Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS);

5. Contribuição para o PIS/PASEP;

6. Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);

7. Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); e 8. Imposto sobre Serviços (ISS).

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AFINAL, O QUE É O SIMPLES NACIONAL?

Se você quer entender vantagens e desvantagens de adesão aos regimes tributários, hipóteses de adesão e demais características, continue a leitura deste e-book e descubra!

Quando se fala em regime de tributação, é

importante lembrar que as empresas têm outras duas possibilidades de regimes tributários além do Simples Nacional: o regime do Lucro Real e o regime do Lucro Presumido.

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COMO FUNCIONA O SIMPLES?

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COMO FUNCIONA O SIMPLES?

O Simples Nacional tem uma dinâmica

descomplicada. A empresa que opta por este regime deve solicitar o pedido de inclusão da empresa pelo sistema próprio da Receita Federal.

A partir daí já é possível efetuar o pagamento dos oito tributos compreendidos pelo regime por meio do pagamento do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). O cálculo do valor que será pago é feito no momento em que é gerada a guia.

Vale destacar que o pagamento é mensal, vencendo a obrigação sempre no dia 20 do mês subsequente ao do fato gerador.

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COMO FUNCIONA O SIMPLES?

Além do recolhimento do valor mensal por meio do DAS, o empresário

deve fornecer anualmente à Receita Federal informações fiscais e socioeconômicas. O

documento que representa o envio dessas informações é chamado de Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS).

É imprescindível que a empresa conte com o apoio de um profissional especialista na área contábil.

Dessa forma, será possível avaliar tecnicamente as especificidades do seu negócio, além de garantir o envio de informações corretas e reduzir o risco de ter problemas com o fisco.

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QUEM PODE ADERIR? COMO FAZÊ-LO?

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QUEM PODE ADERIR? COMO FAZÊ-LO?

O Simples Nacional é um regime de tributação destinado às micro e pequenas empresas. Isso significa que somente esse tipo de empresa pode se beneficiar do regime simplificado.

Dessa forma, não podem aderir ao regime empresas com o seguinte tipo societário:

» associações;

» fundações;

» cooperativas (exceto as de consumo);

» sociedades anônimas;

» sociedades em conta de participação;

» sociedades em comandita por ações e

» organizações religiosas.

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QUEM PODE ADERIR? COMO FAZÊ-LO?

Se a empresa se enquadrar neste pré-requisito (ser microempresa ou empresa de pequeno porte), o próximo requisito a ser avaliado é o faturamento. A legislação atualmente em vigor (2017) dispõe que só podem optar pelo Simples:

1. microempresas com faturamento igual ou inferior a R$ 360.000,00 no ano/calendário anterior;

2. empresas de pequeno porte com receita bruta no ano/calendário anterior superior a R$ 360.000,00 e igual ou inferior a R$ 3.600.000,00.

Outro aspecto importante diz respeito às mudanças na legislação com relação aos limites de faturamento.

Em 2018, as regras mudarão, com aumento do teto máximo de receita bruta:

» o limite máximo de receita bruta anual para pequenas empresas subirá de R$ 3.600.00,00 para R$ 4.800.000,00.

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QUEM PODE ADERIR? COMO FAZÊ-LO?

Algumas atividades são vetadas de participação no regime do Simples Nacional, entre elas, destacamos:

» empresa que seja filial ou sucursal de pessoa jurídica com sede no exterior;

» empresa de cujo capital participe outra pessoa jurídica;

» empresa que exerça atividade de banco comercial e relacionadas;

» empresa que tenha sócio domiciliado no exterior;

» empresa que participe do capital de outra pessoa jurídica.

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QUEM PODE ADERIR? COMO FAZÊ-LO?

É possível consultar a lista completa de atividades que podem e não podem optar pelo Simples Nacional no artigo 17, §1º e §2º e no artigo 18, §5º, I, da

Lei Complementar nº 123/2006.

Essas regras demonstram a importância de contar com a assessoria de um contador, que poderá auxiliar no planejamento tributário da sua empresa e na

avaliação da viabilidade de adesão ao Regime do Simples Nacional.

Muitas vezes, o enquadramento na lei não representa necessariamente que esse regime seja vantajoso para o seu negócio. Para saber se realmente vale a pena aderir ao Simples, é necessário realizar uma avaliação completa e aprofundada do negócio.

Se a sua empresa estiver enquadrada nos requisitos legais para adesão, e a avaliação de um contador identificar que esse regime realmente é vantajoso para o seu negócio, o pedido de adesão poderá ser feito pelo site da Receita Federal.

Outro aspecto importante e que deve ser avaliado durante a elaboração do planejamento tributário é o de procedimentos contábeis internos e externos.

Essas ferramentas trazem eficiência para o negócio e garantem a qualidade do trabalho desenvolvido pelo setor financeiro da empresa.

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AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DO SIMPLES

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AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DO SIMPLES

Como mencionamos no capítulo anterior, o mero enquadramento nos requisitos para adesão não representa, necessariamente, que esse regime seja vantajoso para a sua empresa. Antes de requerer a adesão, é importante avaliar as vantagens e desvantagens

do Simples Nacional.

Por isso, preparamos uma lista com as principais vantagens e

desvantagens na escolha do regime.

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AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DO SIMPLES

VANTAGENS

» Alíquota única: praticidade no recolhimento dos tributos, uma vez que em uma única guia a empresa efetua o recolhimento de oito tributos;

» Despesas menores com tributação: em algumas situações é vantajoso para a empresa optar pelo regime do Simples em razão do gasto inferior com tributos;

» Facilidade no pagamento: o pagamento dos tributos compreendidos no regime do Simples é feito através de guia única, o que traz praticidade para o empresário.

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AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DO SIMPLES

DESVANTAGENS

» Faturamento Anual x Lucro: como o regime do Simples considera apenas o faturamento anual, e não o lucro obtido, a empresa pode estar recolhendo tributos mesmo quando estiver tendo prejuízos, diferente do regime de apuração pelo lucro real;

» Vedação de utilização e transferência de créditos relativos: não constam as informações relativas ao pagamento de ICMS e IPI nas notas fiscais, o que impossibilita que os clientes

recolham parte do pagamento de volta;

» Atividades: algumas atividades que se encaixam no regime podem não obter vantagens na adesão em razão do valor da alíquota. Como regra geral, pode- se avaliar o gasto com a folha de pagamento como parâmetro. Nesse caso, quanto maior o gasto com a folha, mais chances de o regime ser vantajoso.

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AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DO SIMPLES

É necessário avaliar cada caso individualmente, a fim de verificar, entre as vantagens e desvantagens, qual regime tributário melhor se enquadra no perfil da empresa.

Por isso, invista em um bom

planejamento tributário, mapeie as necessidades e características do seu negócio e opte pelo regime apenas após conhecer bem as especificidades da sua empresa.

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COMO ADERIR AO SIMPLES NACIONAL?

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COMO ADERIR AO SIMPLES NACIONAL?

A adesão ao Simples Nacional é feita online por meio do site da Receita Federal. Montamos um passo a passo para você entender como solicitar a inscrição. Confira:

1. acesse o site do Simples Nacional, vinculado à Receita Federal;

2. clique na mensagem “Caso você não tenha código de acesso ou precise alterá-lo ou se esqueceu”, que vai aparecer abaixo da tela inicial do site;

3. identifique-se com a inclusão do CNPJ da sua empresa e com os dados do CPF do responsável pela empresa junto à Receita Federal;

4. após o preenchimento do CNPJ e do CPF, o sistema vai solicitar o número do recibo de entrega da declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física.

Essa informação deverá ser preenchida. Obs.: caso o responsável pela empesa não declare IRPF, deverá ser informado à Receita Federal o número do título eleitoral e data de nascimento;

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COMO ADERIR AO SIMPLES NACIONAL?

10. selecione a opção “Sim” e, posteriormente, a opção “Aceito”;

11. o sistema vai informar a necessidade da

autorização da empresa para iniciar o processo para verificação das pendências cadastrais e fiscais da empresa. Você deve selecionar a opção “Iniciar Verificação”, selecionando, posteriormente, a opção “Salvar”;

12. nesse momento, o sistema apresentará o

resultado da verificação pelo “Acompanhamento do Resultado da Solicitação de Opção”.

5. após o preenchimento dessas informações, o site vai gerar um código de acesso;

6. copie esse código e acesse a coluna com a descrição “Simples/Serviços”;

7. clique na aba “Opção”;

8. então, selecione a opção “Agendamento da Opção pelo Simples Nacional”, selecionando a chave da coluna “Código de Acesso”;

9. insira as informações com o número do CNPJ, CPF, código de acesso e caracteres descritos;

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COMO ADERIR AO SIMPLES NACIONAL?

No caso de resultado positivo da opção, aparecerá a seguinte mensagem: “Sua opção pelo Simples Nacional está confirmada com efeitos a partir de (...)”, com a identificação da data a partir da qual passa a valer o novo regime de tributação.

Vale destacar que o efeito é sempre retroativo ao dia primeiro do mês em que foi solicitada a adesão.

No caso de resultado negativo, será preciso verificar o que impediu a adesão ao Simples. Normalmente, o sistema impede a adesão no caso das empresas que estão com pendências nos órgãos públicos.

Se for essa a sua situação, você deve conversar com o seu contador para verificar que pendências são essas e providenciar a regularização com o máximo de brevidade. Após efetuado o pagamento de impostos devidos ou de cadastramentos necessários, você poderá passar a se beneficiar das vantagens do regime de tributação do Simples Nacional.

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ENTENDA O IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO

DE MERCADORIAS E SERVIÇOS (ICMS)

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ENTENDA O IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E SERVIÇOS (ICMS)

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, conhecido como ICMS, é um tributo de competência estadual que incide sobre a movimentação de produtos.

De forma geral, esse imposto incide sobre operações com circulação de mercadorias, prestações de serviços de telecomunicação, serviços de transportes e

importação de mercadorias.

Neste capítulo, trataremos especificamente do cálculo do ICMS e do sublimite para efeitos do Simples

Nacional, tema pertinente e que gera diversas dúvidas nos empresários.

Sublimites conceituam-se como limites diferenciados de faixas de receita bruta para empresas de pequeno porte que podem ser adotados pelos estados para fins de recolhimento do ICMS e ISS.

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ENTENDA O IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E SERVIÇOS (ICMS)

A Lei Complementar 139/2011, em seu artigo 19, dispõe sobre a aplicação de sublimites para efeitos de

recolhimento do ICMS na forma do Simples Nacional.

Dessa forma, o sublimite de receita bruta aplica-se exclusivamente ao recolhimento do ICMS e ISS, não causando interferência no recolhimento dos demais tributos, que são limitados ao teto de R$ 3.600.000,00.

Em 2017, os sublimites de receita bruta auferidos, para efeito de recolhimento de ICMS, são:

» Acre, Amapá, Rondônia e Roraima: R$

1.800.000,00

» Maranhão, Pará e Tocantins: R$ 2.520.000,00;

» demais estados: R$ 3.600.000,00.

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NOVAS REGRAS DO SIMPLES NACIONAL PARA 2018

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NOVAS REGRAS DO SIMPLES NACIONAL PARA 2018

Em 2018, algumas regras do regime de tributação do Simples Nacional vão mudar, entre elas destaca-se a alteração de enquadramentos, a ampliação do limite de receita e as regras para pagamentos de dívidas.

Confira um resumo destas novas regras e fique atento às suas obrigações legais:

1. Limite máximo de receita bruta anual passa a ser de R$ 4.800.000,00;

2. Aumento da alíquota sobre a receita bruta, com desconto fixo específico para cada faixa de enquadramento.

3. Alteração das tabelas do Simples, com três anexos para serviços, um para indústria e outro para comércio.

4. Novos segmentos de atuação passam a ser aceitos no Simples, como algumas organizações da sociedade civil, por exemplo.

5. Novas regras para pagamento de dívidas vencidas até maio de 2016.

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NOVAS REGRAS DO SIMPLES NACIONAL PARA 2018

As novas regras podem tornar a adesão ao regime do Simples desvantajosa para algumas empresas. Por outro lado, podem se tornar uma oportunidade para empresas que até então não atendiam aos requisitos mínimos de enquadramento.

Para saber em qual situação se enquadra a sua empresa, faça um mapeamento da situação contábil do negócio, avalie os relatórios do último ano e converse com o seu contador.

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A IMPORTÂNCIA DA SEGREGAÇÃO DE RECEITA

NO MOMENTO DA EMISSÃO DA DAS

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A IMPORTÂNCIA DA SEGREGAÇÃO DE RECEITA NO MOMENTO DA EMISSÃO DA DAS

A segregação de receitas é uma etapa importante no processo de emissão da DAS uma vez que cada tipo de receita exige a aplicação de uma tabela diferente.

Para realizar a segregação, a empresa deverá apurar o total da receita bruta e após obter esta informação deverá segregar os valores para que o Simples Nacional seja calculado com base na tabela que corresponde a atividade exercida pela empresa.

Além de contar com o apoio de um contador qualificado é imprescindível que a empresa utilize um software que permita realizar etapas como a segregação de receita com mais eficiência e segurança, garantindo precisão nas informações geradas e no cálculo dos tributos.

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CONCLUSÃO

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CONCLUSÃO

O regime do Simples Nacional foi criado com o objetivo de estimular as empresas e facilitar o processo de recolhimento de impostos, taxas e contribuições. Entretanto, esse regime pode ser extremamente vantajoso para uma empresa e totalmente desvantajoso para outra.

Por isso, é importante que você conte com o apoio de um contador, investindo no planejamento e realizando a gestão tributária da empresa, por meio do mapeamento das características do seu negócio. Com isso, a sua decisão acerca do regime de tributação será muito mais inteligente, trazendo benefícios para a sua empresa e permitindo o crescimento do negócio.

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Para auxiliar em todo o processo, o empresário

poderá contar com o Eficiência Fiscal. Esse software em nuvem traz uma proposta inovadora, com

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Sua empresa contará com a concentração das informações de forma organizada, melhorando a produtividade de sua companhia ou serviços rotineiros da sua empresa de contabilidade, otimizando o tempo da gestão tributária de seu negócio e proporcionando produtividade em vários outros departamentos.

Entre as ferramentas disponíveis, há cálculos em tempo real dos tributos e contribuições que incidem sobre as operações de entrada e saída de mercadorias, com auxílio rápido e preciso para administrar as

operações tributárias, mantendo-se em dia com as diretrizes da legislação estadual e federal.

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A Eficiência Fiscal traz também funcionalidades importantes no auxílio do cadastramento de mercadorias, sendo o cadastramento errôneo, um problema comum durante os processos internos, inclusive durante a

realização de etapas como a segregação das receitas para emissão do DAS.

Invista na eficiência do seu negócio. Tenha sólidos demonstrativos sobre os cálculos de PIS, COFINS e ICMS, além de vários outros dados atualizados. Otimize todas as operações diárias de cálculos complexos e diminua os riscos de falhas que possam trazer autuações fiscais e penalidades onerosas para sua companhia.

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