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COMISSÃO ELEITORAL REGIMENTO ELEITORAL

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1 COMISSÃO ELEITORAL

REGIMENTO ELEITORAL - 2010

Regimento Eleitoral do Diretório Central dos Estudantes – DCE/ UNIFAP e Conselhos (CONSU, CONDIR E CONTRANSP)

O presente Regimento disciplina o processo de eleição para o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e representantes discentes nos conselhos (CONDIR, CONSU e CONTRANSP) da Fundação Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) do ano de 2010.

PARTE GERAL

CAPÍTULO I – DA ORGANIZAÇÃO DAS ELEIÇÕES

Art. 1º - Este Regimento disciplina a realização da Eleição para o DCE da UNIFAP e representantes dos discentes nos conselhos CONDIR, CONSU e CONTRANSP do ano de 2010;

Parágrafo único - O processo será coordenado pela Comissão Eleitoral nomeada nos termos do Artigo 4º deste Regimento.

Art. 2º - Caberá à Comissão Eleitoral: a divulgação, organização, acompanhamento, fiscalização das eleições e apuração das urnas;

§ 1º – Para organizar as eleições, a comissão deverá providenciar os seguintes materiais;

I – Urnas convencionais ou eletrônicas;

II – Atas padronizadas

III – Cédulas eleitorais (em caso de urnas convencionais) IV – Lista de votantes padronizada

§ 2º – Em caso de urnas convencionais, as mesmas deverão ser verificadas e lacradas pela Comissão Eleitoral antes do inicio das eleições. As cédulas deverão conter, em seu verso, o minimo de duas assinaturas ou rubricas de integrantes da Comissão Eleitoral e um carimbo. As cédulas não assinadas duas vezes e com carimbo da Comissão Eleitoral serão invalidas;

§ 3º – Nas cédulas eleitorais deverão constar apenas nome e numero das chapas, bem como os nomes dos candidatos aos conselhos (CONSU, CONDIR e CONTRANSP);

Art. 3º - Caberá ao DCE/UNIFAP todo o custeio do processo eleitoral

Parágrafo único – O relatório de prestação de contas do processo eleitoral deverá:

a) Constar como anexo do material das eleições e ser acompanhado da documentação pertinente;

b) Ser entregue no primeiro Conselho de Entidade de Base (CEB) seguintes ao da posse;

Ficar à disposição de qualquer estudante na sede do DCE.

Art. 4º - Compõem a Comissão Eleitoral, sete representantes dos estudantes escolhidos em CEB, com direito à voz e voto:

Art. 5º - Para a instalação e funcionamento da Comissão Eleitoral se faz necessária maioria de seus membros, ou seja, a presença de quarto dos participantes;

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2 Parágrafo único – As decisões dentro da Comissão Eleitoral serão tomadas por maioria simples dos presentes exceto o voto do presitende, em caso de empate o presindente é detendor do voto de minerva.

Art. 6º - Todas as decisões da Comissão Eleitoral são passíveis de recurso a requerimento de qualquer das chapas e aos Centros Acadêmicos ao CEB desde que realizada em até vinte e quatro horas após a divulgação de qualquer decisão.

§ 1º – O requerimento deve ser encaminhado à comissão eleitoral em até vinte e quarto horas (24h) após a divulgação da decisão;

§ 2º – A comissão Eleitoral informará a existência dos requerimentos a uma entidade de base estudantil que fará a convocação segundo o estatuto de DCE.

Art. 7º - A Eleição será realizada, segundo deliberação do CEB, nos dias 08 e 09 de junho de 2010, cumprindo o seguinte calendário;

I – Divulgação do edital: a partir de 17 de maio do corrente ano;

II – Inscrições: de 17 a 27 de maio de 2010

III – Homologação de inscrições das chapas e divulgação da numeração de chapas por ordem de inscrição: 27 de maio de 2010;

IV – Debates: dias 01 e 07 de junho em Macapá e dia 02 em Santana;

V – Apuração: 09 de junho de 2010.

Art. 8º - As chapas interessadas em concorrer ao Diretório Central dos Estudantes deverão inscrever-se na sala onde funciona o DCE, nos dias especificados no Art. 7°, II durante o horário de 09 as 21 horas.

Parágrafo único – No dia 27 de maio de 2010 a Comissão receberá as inscrições até as 18 (dezoito) horas.

Art. 9º - No ato da inscrição as chapas deverão apresentar a Ficha de inscrição preenchida contento:

I – Nome da chapa

II – Nome completo de cada integrante, acompanhado do numero de matricula, campus ou pólo de origem;

III – Copia do documento de identificação;

III – Comprovante que esta matriculada no primeiro semestre de 2010 (atestado);

IV – Declaração assinada por todos os integrantes da chapa, comprovando fazer parte da mesma;

V – Relação especificando os membros que disputam aos cargos de Coordenação Geral do DCE em conformidade com § 2° do artigo 30° do seu estatuto.

VI – Relação especificando os membros que disputam os conselhos (CONDIR, CONSU e CONTRANSP) e seus respectivos suplentes

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§ 1º – Em conformidade com o estatuto do DCE/UNIFAP, as chapas devem contar com 29 (vinte e nove) integrantes.

§ 2º – Não é permitida a participação de uma mesma pessoa em mais de uma chapa sob pena de indeferimento da inscrição das chapas que o fizerem.

§ 3º – Os candidatos aos conselhos devem estar entre os 29 inscritos na chapa para o DCE.

§ 4º – As chapas concorrentes ao DCE não são obrigadas a disputar os conselhos.

Art. 10 - Após a inscrição não serão aceitas composições ou fusões de chapas.

Art. 11 - A não apresentação de toda documentação prevista no artigo 9° deste regimento implicarà a não participação no processo eleitoral.

Art. 12 - Após a inscrição as chapas poderão fazer campanha sendo que sua participação no processo eleitoral só será valida após a homologação.

CAPÍTULO II – DO PROCESSO ELEITORAL

Art. 13 - A responsabilidade pelo encaminhamento das eleições é da Comissão Eleitoral

Art. 14 - O transporte, a abertura e o fechamento da urna, bem como todo o processo eleitoral deve ser encaminhado por, no minimo, dois mesários, sendo um presidente. É dever da Comissão Eleitoral fiscalizar esse trabalho

§ 1º – Os mesários, bem como os fiscais devem ser discentes da UNIFAP

§ 2º – Cada Centro Acadêmico deverá indicar no mínimo 2 (dois) acadêmicos(as) para atuarem nas eleições, devendo ser oficializada à comissão eleitoral até 06 de junho de 2010;

§ 3º – Não havendo indicação pelos Centros Acadêmicos, a comissão o fará;

§ 4º – Os mesários, bem como o presidente das mesas, serão indicados pela comissão eleitoral dentre os nomes encaminhados pelos Centros Acadêmicos;

§ 5º – Os mesários não poderão fazer nenhum tipo de propaganda das chapas concorrentes.

§ 6º – Não é permitido a qualquer pessoa acumular, ao mesmo tempo as funções de mesário e fiscal.

Art. 15 - Caberá aos mesários, em especial ao presidente da mesa, dirigir os trabalhos de votação na urna sob sua responsabilidade, registrando em ata todas as informações solicitadas pela Comissão Eleitoral, bem como todas as ocorrências e observações que julgarem necessárias.

Parágrafo único – Os mesários devem registrar, em ata, seus nomes completos acompanhados de suas rubricas e numero de matricula.

Art. 16 - É garantido a um fiscal de cada chapa acompanhar os mesários no deslocamento da urna, registrar em ata quaisquer observações que julgarem necessárias e solicitar identificação dos mesários e votante.

§ 1º – Os fiscais devem ser credenciados junto a comissão eleitoral até as 18 (dezoito) horas do dia

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4 07 de junho.

§ 2º – Os fiscais receberão um credencial e deverão ainda registrar seu nome e rubrica na ata da urna fiscalizada

§ 3º – Somente será permitido a presença de um fiscal por chapa para cada urna de votação.

Art. 17 - Toda, e qualquer troca, de mesário deverá ser registrada em ata.

Art. 18 - As urnas deverão ser dispostas

I – Três no campus Marco Zero, sede de votação dos discentes no campus da capital e dos pólos e campus do interior;

II – Para os discentes de Santana, uma no campus de Santana.

Art. 19 - As urnas e todo o material eleitoral deverá ser lacrado e encaminhado à Comissão Eleitoral. Toda vez que a votação em uma unidade for interrompida, por qualquer motivo, a urna e todo o restante de material eleitoral deverá ser encaminhado à Comissão Eleitoral, sob pena de impugnação da urna;

§ 1º – A(s) urnas só poderá(ão) ser transportadas devidamente lacradas, sendo que o lacre deverá estar rubricado pelos mesários e fiscais que o efetuarem;

§ 2º – Os mesários e os fiscais que efetuarem o transporte da urna precisam ser necessariamente, os mesmos que efetuarão o fechamento da mesma, casa haja alteração seja registrada em ata.

§ 3º – Caso alguma irregularidade seja constada na urna pela comissão eleitoral durante o processo de eleição, esta deverá ser manifestada na presença (com registro em ata) dos mesários responsáveis pela urna, conforme artigo 15 deste regimento, no momento da recepção ou devolução da mesma à comissão eleitoral.

Art. 20 - Na(s) unidade(s) a urna deve ser mantida em local fixo, não sendo permitido circular com a mesma para recolhimento de votos

§ 1º – Após o primeiro dia de votação será conferido lacre às urnas, na presença dos mesários e fiscais que somente o retirarão na abertura dos trabalhos de votação;

§ 2º – A urna será guardada em local a ser definido pela Comissão Eleitoral.

Art. 21 - São eleitores aptos todos os acadêmicos de graduação e pós-graduação da UNIFAP, regularmente matriculados no primeiro semestre do ano de dois mil e dez.

§ 1º – A Comissão Eleitoral divulgará, com antecedência minima de quarenta e oito horas antes das eleições, a listagem dos eleitores aptos a votar;

§ 2º – Todo e qualquer votante, cujo o nome não conste na listagem dos aptos, poderá requer, da comissão eleitoral , a regularização de sua situação desde que munido de documentação comprovatória de sua situação.

Art. 22 - Cada discente poderá votar na urna de sua respectiva unidade com ressalva para os casos

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5 apresentados no paragrafo 4° desde artigo;

§ 1º – No ato da votação, o votante deverá apresentar a carteira de estudante ou documentação oficial de identificação oficial expedido por uma unidade federal ou conselhos profissionais. No caso de voto em separado o discente deverá apresentar o atestado de matricula do primeiro semestre de 2010 autenticado, acompanhado de documento de identificação oficial expedido por uma unidade federal ou conselhos profissionais, caso registrado em ata.

§ 2º – O votante deverá assinar lista de votação que será fornecida pela Comissão Eleitoral.

§ 3º – A lista de unidade que poderão votar em cada urna será fornecida pela Comissão Eleitoral e deverá ser afixada em local visível ao eleitor. As listas de votação das unidades inseridas nesse caso serão conferidas para levantamento dos casos de votação múltipla.

Art. 23 - É vedado e qualquer discente votar em mais de uma das urnas, ou seja, é vedada a votação múltipla.

Parágrafo único – Havendo discentes com mais de uma matrícula estes votam pela matrícula de primeiro ingresso.

Art. 24 - O quórum eleitoral se dará pelo número de assinaturas na lista de votantes.

CAPÍTULO III – DA APURAÇÃO

Art. 25 – As urnas serão abertas impreterivelmente às 08:30h e fechadas às 21:00h.

Art. 26 – A eleição somente será valida se comparecer o minimo de 10% do numero total de estudantes aptos a votar para o DCE e Conselhos.

Art. 27 – Antes de proceder à abertura das urnas, a Comissão Eleitoral deverá:

I – Verificar se as urnas estão devidamente lacradas e acompanhadas de suas respectivas atas, lista de votantes e cédulas não utilizadas;

II – Passar à leitura das atas e verificar se há irregularidade ou pedido de impugnação. Constando qualquer problema com alguma urna a Comissão Eleitoral decidirá se a mesma será apurada ou impugnada, segundo os critérios estabelecidos no artigo 19 deste regimento; e

III – Verificar o quórum minimo, conforme artigo 24 deste regimento.

Art. 28 - Cumprindo disposto no Artigo 28º, a Comissão Eleitoral e fiscais efetuarão a contagem de votos das urnas liberadas pela Comissão Eleitoral, obedecendo ao seguinte procedimento:

I – Contagem do número de assinaturas na lista de votantes;

II – Verificação da defasagem entre o número de assinaturas na lista de votantes em relação ao total de votos válidos.

§ 1º – Se a defasagem existente entre o número de assinaturas das listas de votantes e o número de votos na urna exceder 05% (cinco por cento) do total de assinaturas na lista de votantes, a urna será

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6 impugnada. Se a defasagem for menor ou igual a 05% (cinco por cento), efetua-se a contagem de votos.

§ 2º – Os casos de votação múltipla não serão computados para fim de estabelecimento de quórum.

Art. 29 - O relatório e o resultado da apuração serão apresentados pela Comissão Eleitoral ao Conselho de Entidades de Base, a ser realizado em até três dias úteis, que após julgamento de eventuais recursos, declarará o resultado oficial da eleição.

Art. 30 - A ocupação dos cargos da diretoria do DCE se dará pelo sistema proporcional qualificado e os Conselhos (CONDIR, CONSU e CONTRANSP) pelo sistema de eleição majoritária.

Art. 31 - Participam da composição da gestão as chapas que obtiverem o número de votos igual ou superior a 20% dos votos válidos.

§ 1º – O número de votos válidos é calculado excluindo-se os votos nulos, dividindo-se o total de votos brancos de modo proporcional entre as chapas.

§ 2º – O arredondamento da porcentagem do número de votos em todo o processo eleitoral será considerado na segunda casa decimal.

Art. 32 - Cada cargo no DCE equivale a 3,44% do percentual de votos de cada chapa apta à composição.

Parágrafo único – As chapas aptas a compor receberão novo índice percentual de votos para a distribuição dos cargos, considerando-se somente a soma de seus votos como 100%.

Art. 33 - A escolha dos cargos para o DCE será iniciada pela chapa que obtiver maior percentual de votos, subtraindo-se o percentual equivalente a cada cargo até que as demais chapas obtenham percentual superior a chapa que iniciou a escolha, procedendo-se este processo até a indicação do último cargo, envolvendo todas as chapas aptas a compor.

CAPITULO V – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 34 - A Comissão Eleitoral publicará atos complementares para a regulamentação deste processo eleitoral, se necessário for.

Art. 35 - Os casos omissos neste regimento serão resolvidos pela Comissão Eleitoral.

Gabriela de Oliveira Góes Presidente da Comissão Eleitoral

Macapá, AP, 17 de maio de 2010

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